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Vegetative propagation of hibiscus with different types of cuttings and IBA concentrations/Propagacao vegetativa de hibisco com diferentes tipos de estacas e concentracoes de acido indolbutirico.

Introducao

O Hibisco pertencente a familia das Malvaceas econhecido popularmente por papoula hibisco ou graxa-de-estudante. E um arbusto lenhoso, originario da Asia tropical e do Havai, que pode atingir ate cinco metros de altura. Trata-se de uma especie que apresenta floracao durante todo o ano com flores de diversos formatos e cores(Lorerenzi, 2008). Os principais metodos de propagacao para producao de mudas dessa especie sao por enxertia, alporquia e estaquia. Entre os metodos de propagacao vegetativa citados, a estaquia e a de maior viabilidade por ser uma tecnica simples, de baixo custo, alem de apresentar rapidez na obtencao das mudas, precocidade e uniformidade (Hartmann et al., 2002; Contessa et al., 2011).

Para Denaxa et al. (2012), o sucesso na propagacao por estaquia depende da distribuicao de hormonios, da condicao fisiologica e nutricional da planta matriz, do habito de crescimento da planta (herbaceo ou lenhoso) e das condicoes ambientais (substratos, luminosidade, temperatura e umidade relativa do ar). Entretanto, tem-se observado que a condicao fisiologica e a posicao no ramo de onde se obtem as estacas sao fatores preponderantes ao enraizamento. Pois, ao longo do ramo ocorrem variacoes nos conteudos de reservas e substancias promotoras e inibidoras do crescimento (Rapaka et al., 2005; Guo et al., 2009; Zerche&Druege, 2009).

A formacao de raiz adventicia e controlada por hormonios, e a aplicacao exogena de reguladores vegetais em plantas, tais como auxinas e citocininas, e frequentemente utilizada na propagacao vegetativa objetivando melhorar o enraizamento e a qualidade de transplantio (Balestri et al., 2012). No entanto, Ludwig-Muller (2011) afirma que a formacao de raiz adventicia esta diretamente conectada a acao das auxinas, pois elas sao encarregadas de estimular a divisao celular e o processo de inducao ao enraizamento e dependente de sua presenca.

A resposta a aplicacao exogena das auxinas varia de acordo com a especie, ambiente e condicoes fisiologicas de cada estaca. Muitos estudos tem sido realizados com diversas plantas ornamentais para avaliar o comportamento de diferentes especies, cultivares e tipos de estacas as diferentes concentracoes de auxinas (Pizzatto et al. (2011); Amaral et al. (2012); Pereira et al. (2012)).

Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de enraizamento de estacas de Hibiscus rosa-sinensisL. cv. Snow Queen, em funcao do tipo de estaca e aplicacao exogena de acido indolbutirico (AIB).

Material e Metodos

O experimento foi realizado com estacas de Hibiscus rosa-sinensis L. cv. Snow Queen, no Setor de Horticultura do Campus Profa. CinobelinaElvas (CPCE) da Universidade Federal do Piaui (UFPI) situado no municipio de Bom Jesus, Piaui, localizado a 09[degrees]04' S, 44[degrees]21' W com altitude media de 277 m. Os dados climaticos referentes a temperatura e umidade relativa do ar foram obtidos diariamente com o auxilio de termo-higrometro digital (Quimis[R]) instalado na parte central da casa de vegetacao, com o sensor disposto a 1,50 m de altura do solo.

O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso com os tratamentos distribuidos em esquema fatorial 3x4, referentes a tres tipos de estaca (posicao apical, mediana e basal do ramo) e as quatro concentracoes de acido indolbutirico (AIB) (0, 1000, 3000 e 5000 mg [L.sup.-1]) com quatro repeticoes e dez estacas por parcela, perfazendo um total de 480 estacas.

As estacas foram coletadas em plantas adultas de Hibiscus rosa-sinensisL. cv. Snow Queen, na regiao mediana da copa em pleno desenvolvimento vegetativo. A planta matriz naoapresentava tratos culturais especificos quanto a adubacao, poda, controle de pragas edoencas. Os ramos retirados da planta matriz foram dispostos provisoriamente em um recipiente com agua, para evitar a desidratacao e oxidacao. Em seguida, para obtencao dos diferentes tipos de estacas, os ramos foram divididos em tres segmentos: apical, mediano e basal.

As estacas foram padronizadas com no minimo duas gemas, comprimentos de aproximadamente 7, 10 e 12 cm e diametros de 2, 4 e 6 mm para estacas apicais, medianas e basais respectivamente. Nas estacas basais e medianas deixou-se um par de folhas cortadas ao meio e, nas apicais, um par de folhas inteiras, as demais foram eliminadas.

A aplicacao do AIB (acido indol-3butirico, Merck[R], Alemanha), foi realizada na forma de po, seguindo metodologia descrita por HARTMANN et al. (2002). As estacas foram dispostas em caixas plasticas de 30 cm x 44 cm x 7 cm (largura x comprimento x altura) contendo como substrato areia lavada, e mantidas sob telado com 50% de sombreamento sob nebulizacao intermitente. O tempo de nebulizacao adotado foi de 15 minutos espacados de 45 minutos, controlados por um temporizador.

Aos 45 dias apos o plantio, as estacas foram retiradas cuidadosamente das bandejas, lavadas em agua corrente e, avaliadas quanto a porcentagem de estacas enraizadas (EE); taxa de sobrevivencia das estacas (SE); numero de brotos por estaca (NBE); numero de folhas (NF); comprimento medio da raiz (CMR) e massas seca da parte aerea (MSPA) e raiz (MSR).

Os dados obtidos foram submetidos a analise de variancia para diagnostico de efeito significativo em tipo de estacas e concentracao de AIB. Quando o efeito para tipos de estacas foi significativo, as medias foram comparadas pelo teste de Tukey (p < 0,05). As analises foram realizadas pelo programa computacional Sistema para Analise de Variancia--SISVAR, (Ferreira, 2011), sendo os dados transformados em [square root of x] + 0,5 (Equacao 1)

Resultados e Discussao

Nao foi observado efeito significativo da interacao entre os diferentes tipos de estacas e concentracoes de acido indolbutirico (AIB) nas variaveis. Entretanto houve diferenca significativa entre os niveis do fator tipo de estaca (basal, mediana e apical) em todas as variaveis avaliadas (Tabela 1).

Os resultados obtidos neste experimento diferem dos obtidos por Pereira et al. (2012), que verificaram significancia para o efeito da interacao dos diferentes tipos de estacas e as concentracoes de AIB (0, 250, 2000 mg [L.sup.-1]) em relacao ao percentual de tecido caloso, enraizamento e brotacao em estacas de Alamanda (Allomando cathartica L.), enquanto que Loneet al.(2010) trabalhando com estacas herbaceas de azaleia (Rhododendron thomsonll H.) em diferentes concentracoes de AIB (0 e 1000 mg [L.sup.-1]) e em diferentes substratos, nao observaram efeito significativo para concentracoes de AIB.

Ao avaliar a propagacao vegetativa via estaquia de malvavisco (Malvaviscas arboreus Cav.) com diferentes tipos de estacas e concentracoes de AIB, Loss et al. (2009) obtiveram efeito significativo entre diferentes tipos de estacas e concentracoes de AIB, concluindo que o uso de estacas lenhosas de malvavisco com a utilizacao de AIB na concentracao de 2000 mg [L.sup.-1] aumenta o potencial de enraizamento, contribuindo para formacao de mudas com melhor padrao de mercado.

As concentracoes de AIB utilizadas neste experimento nao apresentaram efeito significativo sobre o enraizamento das estacas (Tabela 1). A ausencia de significancia pode ser supostamente explicada pela presenca de auxinas endogenas nas estacas em niveis suficientes para formacao de raizes. O uso de reguladores vegetais em propagacao via estaquia visa estabelecer um equilibrio favoravel ao enraizamento, portanto o balanco hormonal entre niveis de auxinas endogenas e exogenas e de grande importancia para a formacao de raizes. O AIB apresenta uma taxa lenta de conjugacao, de forma que o AIB livre, necessario a fase de inducao ao enraizamento, sera disponibilizado apos um longo periodo de tempo (Osterc & Stampar, 2011; Ludwig-Muller, 2011). Neste sentido, e possivel que durante a fase de inducao (isto e, a fase mais sensivel a auxina) a auxina livre poderia estar indisponivel.

Pizzato et al. (2011), objetivando avaliar o efeito de concentracoes de AIB, tamanho da estaca e epoca de realizacao da propagacao vegetativa via estaquia de hibisco, verificaram efeito significativo das concentracoes de AIB. No entanto, estacas sem aplicacao exogena do AIB, apresentaram enraizamento acima de 70%. Relacionando esses resultados com os obtidos neste trabalho, e possivel afirmar que a propagacao via estaquia de hibisco dispensa a aplicacao exogena de AIB.

A porcentagem de enraizamento foi influenciada pelo tipo de estaca, obtendo-se valores medios para estacas apicais, medianas e basais de 3,3; 61 e 75%, respectivamente (Tabela 1). De acordo com Fachinello et al. (2005) a diferenca quanto a capacidade de enraizamento ao longo do ramo da planta pode ocorrer devido a variacao existente na concentracao de fitormonios. Neste sentido as maiores porcentagens de enraizamento ocorridas nas estacas basais tambem podem estar associadas a uma maior reserva de nutrientes que e um dos fatores responsaveis pela maior predisposicao ao enraizamento adventicio, visto que, estacas basais apresentam maior diametro (Zerche & Druege, 2009).

Os resultados obtidos neste experimento diferem dos obtidos por Maia et al. (2008), que ao avaliar o enraizamento de estacas de alfazemade-caboclo (Hyptis suaveolens) em funcao da posicao da estaca no ramo, verificaram menores percentagens de estacas enraizadas na posicao basal, sugerindo que este material apresentava algum impedimento para a formacao das raizes adventicias.

Taiz & Zeiger (2008) afirmam que posicoes inferiores do ramo sao menos favoraveis a diferenciacao radicular, pois a regiao basal apresenta maior grau de lignificacao e menor conteudo de auxinas, sendo o apice caulinar o principal local de sintese desses hormonios. Porem, o potencial de enraizamento pode depender tambem, da distribuicao de hormonios, da condicao fisiologica e nutricional da planta matriz e do habito de crescimento da planta (herbaceo ou lenhoso), o que justifica a diversidade de respostas em diferentes especies (Ehlert et al., 2004; Denaxa et al., 2012).

Quanto a taxa de sobrevivencia, observou-se para estacas basais e medianas valores de 100% e 95% respectivamente, enquanto que estacas apicais apresentaram taxa de sobrevivencia inferior a 50% (Tabela 1). A consistencia dasestacas apicais, associado as condicoes de elevadas temperaturas (media de 33,7[degrees]C) e baixa umidade do ar (media de 27,6%) durante a conducao do experimento (Figura 1), podem ter favorecido uma maior perda de agua pelas estacas, prejudicando o enraizamento e sobrevivencia das mesmas. De acordo com Hartmann et al. (2002), a faixa media de temperatura ideal para o enraizamento de estacas da maioria das especies e de 21,1[degrees]C a 26[degrees]C, enquantoque a umidade do ar na regiao das estacas ideal e de 80% a 100%, o que permite a manutencao da turgescencia dos tecidos e sobrevivencia das mesmas.

A temperatura e umidade relativa do ar sao fatores importantes a propagacao vegetativa via estaquia. Embora, temperaturas elevadas possam aumentar o metabolismo, estimulando a diferenciacao das celulas e o desenvolvimento das raizes, pode tambem favorecer a perda de agua pelas folhas. Quanto a umidade, e importante evitar niveis criticos, principalmente para estacas com folhas, pois, aumenta os riscos de desidratacao das mesmas levando a morte antes que as raizes se formem (Hartmann et al., 2002; Zang et al., 2013).

O maior numero de brotacoes, assim como o maior numero de folhas foram obtidos em estacas basais, ao passo que estacas apicais apresentaram menor numero (Tabela 1). Esse resultado indica que as estacas apicais apresentaram interferencia provocada pela dominancia apical existente nesta regiao. As estacas que apresentaram maior comprimento medio de raizes foram as estacas basais seguida das medianas (Tabela 1), indicando que, para estacas de hibisco quanto mais proximo as estacas forem retiradas da base do ramo, maiores sao as condicoes para brotacao e emissao de raizes adventicias, possibilitando a obtencao de mudas com melhor qualidade.

A maior massa seca de raizes tambem foi verificada nas estacas da posicao basal (Tabela 1), tal media foi elevada devido ao grande volume de raizes emitidas nas referidas estacas. Da mesma forma, para a massa seca da parte aerea, forte indicador do vigor da muda, observou-se maior acumulo em estacas colhidas da posicao basal, esse maior acumulo possivelmente ocorreu em decorrencia da rapida formacao e desenvolvimento das raizes e consequentemente maior absorcao e translocacao de fotoassimilados para parte aerea.

Conclusoes

A propagacao via estaquia de Hibiscus rosa-sinensis L. cv. Snow Queen e adequada mediante ao uso de estacas basais.

DOI: 10.14295/CS.v6i3.679

Recebido: 03 Abril 2014

Aceito: 28 Marco 2015

Referencias

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Rafaela Ribeiro de Souza (1) *, Markilla Zunete Beckmann Cavalcante (2), Marluce Pereira Damasceno Lima (1), jamnata Ferreira Alixandre (1), Rejane Teixeira Nascimento (1)

(l) Universidade Federal do Piaui, Campus Prof. a CinobelinaElvas", Bom Jesus, PI, Brasil

(2) Universidade Federal do Vale do Sao Francisco, Petrolina, PE, Brasil

* Autor correspondente, e-mail: rafaela_o2@hotmail.com

Tabela 1. Resumo da analise de variancia de Hibiscus rosa-sinensis L.
cv. Snow Queen para tipos de estacas e doses de AIB: porcentagem de
estacas enraizadas (EE), taxa de sobrevivencia das estacas (SE),
numero de brotos da estaca (NBE), numero de folhas (NF), Comprimento
medio da raiz adventicia (CMR), massa seca da parte aerea (MSPA) e
massa seca de raiz (MSR).

Causa de Variancia           EE (%)-%    SE -%-     NBE       NF
                                                     -         -

Tipos de estacas ('F')        38,26 *    74,86 *   63,07 *   62,18 *
Apical (A)                     3,3 b      30 b     0,50 c    1,41 c
Mediana (M)                    61 a       95 a     1,66 b    7,75 b
Basal (B)                      75 a       100 a    3,14 a    14,23 a
DMS                             27        15,9      0,75      3,66
Doses de IBA ('F')            0,45 ns    0,28 ns   0,68 ns   1,85 ns
IBA x tipos de estaca('F')    0,28 ns    1,10 ns   0,44 ns   1,28 ns
CV%                           33,3       20,2      13,8      18,8

Causa de Variancia           CMR -cm-   MSPA -g-   MSR -g-

Tipos de estacas ('F')       29,16 *    65,84 *    23,30 *
Apical (A)                    0,04 b     0,01 c    0,00 b
Mediana (M)                   4,37 a     0,12 b    0,01 b
Basal (B)                     6,29 a     0,32 a    0,04 a
DMS                            2,66       0,08      0,02
Doses de IBA ('F')           1,37 ns    1,80 ns    1,55 ns
IBA x tipos de estaca('F')   1,25 ns    1,89 ns    1,14 ns
CV%                           26,1       4,8       1,72

Medias seguidas de letras distintas na coluna diferem entre si, pelo
teste Tukey (p<0,05); * significativo (p<0,05); ns-nao
significativo.
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Author:de Souza, Rafaela Ribeiro; Cavalcante, Markilla Zunete Beckmann; Lima, Marluce Pereira Damasceno; Al
Publication:Comunicata Scientiae
Article Type:Report
Date:Jul 1, 2015
Words:2919
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