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Vegetative development of citric rootstocks produced in different containers/Desenvolvimento vegetativo de porta-enxertos de citros produzidos em diferentes recipientes.

INTRODUCAO

O sistema de producao de mudas citricas em ambiente protegido consiste na semeadura dos porta-enxertos em bandejas ou tubetes e, posteriormente, a transferencia destes para vasos ou sacolas plasticas, com substrato isento de patogenos e em telados a prova de vetores. Isso possibilita a obtencao de mudas em menor tempo, com um sistema radicial mais abundante e desenvolvido, alem de facilitar a producao de mudas livres de patogenos (SCIVITTARO et al., 2004).

Alguns produtores tem utilizado bandejas, ja outros preferem tubetes na fase de sementeira, em ambiente protegido, ambos obtendo bons resultados. Porem, a utilizacao de recipientes coletivos, como no caso de bandejas de isopor, permite aos produtores um melhor aproveitamento da area destinada a producao de mudas, alem de maior facilidade no manuseio e um menor custo em relacao aos recipientes individuais, como os tubetes.

Na fase de sementeira, quando se utilizam recipientes com menor volume, emprega-se o metodo de irrigacao por microaspersao e, no caso especifico do cultivo de porta-enxertos citricos em tubetes ou bandejas, o molhamento da parte area da planta pode facilitar o estabelecimento de doencas fungicas e bacterianas que sao disseminadas pela agua (SCHAFER, 2004). O sistema floating, sistema que se baseia na subirrigacao por capilaridade, pode ser classificado como um sistema de fluxo e refluxo. Esse sistema foi testado e mostrou-se eficiente na fase de sementeira, permitindo ganhos em altura de plantas de ate 64% e de 66,7% para area foliar, obtendo melhorias no aspecto fitossanitario das plantas e permitindo a aplicacao de fertilizantes via agua de irrigacao (SCHAFER, 2004). Nesse caso, o uso de bandejas alveoladas pode facilitar o processo, dispensando o uso de mesas e facilitando o manejo do sistema

Outras variaveis importantes a serem levadas em consideracao sao o tamanho e o formato dos recipientes utilizados para formacao de mudas frutiferas, pois isso acarreta alteracoes na quantidade de substrato a ser utilizada, na disponibilidade de nutrientes e agua para as plantas, na aeracao e em outras variaveis ligadas a estrutura e mao-de-obra disponivel no viveiro (BAILEY et al., 2005).

Alteracoes no volume e formato do recipiente podem alterar a porosidade total, que influencia a retencao de agua e a aeracao, determinando um crescimento diferenciado das plantas. Alem disso, o reduzido volume dos recipientes impoe restricoes ao desenvolvimento radicial das mudas, pois, se mantidas por excessivo tempo nos recipientes, apresentarao deformacoes nas raizes, o que resultara, apos o plantio, em diminuicao na velocidade de desenvolvimento radicial e da parte aerea das plantas (LEAL et al., 2005).

O objetivo deste trabalho foi avaliar o desenvolvimento vegetativo de plantas de diferentes porta-enxertos citricos semeadas em bandejas de isopor e tubetes cOnicos sob sistema de irrigacao por capilaridade.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi conduzido em casa de vegetacao, na Estacao Experimental AgronOmica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EEA/ UFRGS), situada na Rodovia BR 290 (Km 146), em Eldorado do Sul, Rio Grande do Sul (RS). Foi utilizado o delineamento experimental de blocos casualizados com tratamentos dispostos em parcelas subdivididas, sendo testados dois tipos de recipientes na parcela principal e tres porta-enxertos nas subparcelas. Foram utilizadas 20 plantas por parcela e tres repeticoes.

Os recipientes testados foram: bandejas de poliestireno (isopor) contendo 72 celulas, em formato de troncos de piramides invertidas com altura de 120mm, 50mm de lado e 9mm de abertura na parte inferior e com volume util de 120[cm.sup.3]; e tubetes cOnicos de polietileno preto, com 140mm de altura, 12mm de abertura na parte superior e volume de 120[cm.sup.3]. Estes continham estrias longitudinais internas e equidistantes. Ambos os recipientes possuiam aberturas na parte basal para permitir a drenagem e poda natural das raizes.

Os tres porta-enxertos citricos testados foram: 'Trifoliata' (Poncirus trifoliata [L.] Raf.); citrangeiro 'FEPAGRO C37'(Poncirus trifoliata [L.] Raf. x Citrus sinensis [L.] Osbeck.) e a tangerineira 'Sunki' (C. sunki hort. ex Tan.). Foi utilizado o substrato Plantmax Hortalicas HT, fabricante Eucatex??(composto de cascas processadas e enriquecidas, vermiculita expandida, turfa processada, corretivo da acidez, superfosfato simples e nitrato de potassio), apresentando pH (em agua) de 5,8 (+/-0,5), densidade de 480kg [m.sup.-3] e CE 1,5mS [cm.sup.-1] (+/-0,3). Os dados foram fornecidos pelo fabricante.

Foram utilizadas sementes das plantas cultivadas na colecao de citros da EEA/UFRGS. A metodologia adotada para a extracao das sementes e a descrita por (KOLLER, 2006). Essas sementes permaneceram na geladeira (4 a 6[degre]C), dentro de sacos plasticos com fungicida Captan, ate o momento da semeadura, que foi realizada nos tubetes e nas bandejas, fixados em bancadas metalicas a 1m da superficie. Foram colocadas tres sementes por tubete ou celula, a uma profundidade de 1 a 2cm, conforme o tamanho destas.

As irrigacoes foram realizadas por um sistema de subirrigacao por capilaridade, o qual se constituiu da imersao de 60 a 70% do volume dos tubetes ou das bandejas, a partir da base, em agua, por um periodo de uma hora, duas vezes ao dia. Uma solucao nutritiva com concentracao de 4,0g [L.sup.-1] e uma relacao entre os nutrientes de: N-1;P-0,14; K-0,34; Ca-1,41; e Mg-0,13 foi adicionada a agua de irrigacao a partir dos 60 dias apos a semeadura (DAS). O pH da agua de irrigacao foi monitorado a cada reposicao da solucao nutritiva, mantendo-o na faixa de 5,5 a 6,0.

Aos 150 dias apos a semeadura, determinouse o desenvolvimento vegetativo dos porta-enxertos por meio das seguintes avaliacoes: diametro do tronco em nivel do colo, em mm; comprimento da parte aerea, medida do colo ate o apice do tronco, em cm; area foliar por plantula em cm2; area foliar por folha em cm2, medida por meio da passagem das folhas por um medidor de area foliar de marca LI-Cor, modelo LI - 3100; numero de folhas por planta; fitomassas secas da raiz, da parte aerea e total (raiz + parte aerea), em gramas, obtidas pela secagem a estufa, com temperatura de 65[degre]C, ate peso constante.

Para a variavel altura da parte aerea, o experimento constituiu-se de um trifatorial, sendo testados dois tipos de recipientes na parcela principal, tres porta-enxertos e quatro datas de avaliacao (60, 90, 120 e 150 dias apos a semeadura) nas subparcelas. Nesse caso, foram utilizadas tambem 20 plantas por parcela e tres repeticoes.

As medias foram submetidas a analise de variancia e comparadas pelo teste de Duncan em nivel de 5% de significancia, enquanto a variavel comprimento da parte aerea dos porta-enxertos, ao longo do tempo, foi submetida a analise de regressao polinomial, no programa SANEST.

RESULTADOS E DISCUSSAO

O crescimento em altura, independentemente do porta-enxerto e do recipiente utilizado, mostrou-se lento ate os 90DAS, a partir do qual sofreu uma aceleracao ate o final do experimento, como consequencia do aumento da temperatura no decorrer do periodo (Figura 1). No inicio do experimento, as temperaturas medias estiveram abaixo dos 12[degre]C aos 15DAS, a partir do qual se mantiveram na faixa dos 10[degre]C (Figura 2). Abaixo dos 12 [degre]C, o desenvolvimento vegetativo dos citros e reduzido, e a faixa ideal situa-se entre 20[degre]C e 30[degre]C (KOLLER, 2006). A epoca do ano em que a semeadura e realizada e um fator relevante na germinacao de porta-enxertos de citros, embora a germinacao ocorra na faixa de 12[degre]C a 40[degre]C, o

desenvolvimento e otimizado em temperatura de 26[degre]C a 28[degre]C (OLIVEIRA & SCIVITTARO, 2007).

[FIGURA 1 OMITTED]

O comprimento da parte aerea, ao longo do tempo, foi semelhante para as plantas cultivadas em bandeja e tubetes ate os 120DAS (Figura 1A). A partir desse periodo, as plantas produzidas em bandeja passaram a apresentar um incremento em torno de 10%. Com relacao aos porta-enxertos, o 'C37' apresentou um crescimento da parte aerea semelhante ao 'Trifoliata' e ambos os porta-enxertos foram superiores a tangerineira 'Sunki' em torno de 30%, ao longo dos 150 dias de cultivo (Figura 1B).

Os porta-enxertos 'Trifoliata' e 'FEPAGRO C37' apresentaram altura final semelhante e significativamente maior que a altura da tangerineira 'Sunki'. O citrangeiro 'FEPAGRO C37' teve maior diametro ao nivel e maior acumulo de massa seca. Foi observado um comportamento semelhante de acumulo de massa seca entre o 'Trifoliata' e a tangerineira 'Sunki'. (Tabela 1). O 'Trifoliata' apresentou o menor indice de area foliar por planta e por folha e um maior numero de folhas por planta. O 'FEPAGRO C37' apresentou um indice de area foliar maior que o Trifoliata, mas inferior a tangerineira 'Sunki' (Tabela 1). Esses resultados em area foliar sao considerados normais, devido as caracteristicas intrinsecas da propria especie, pois o 'Trifoliata' apresenta folhas pequenas, quando comparado a outros porta-enxertos citricos (SCHAFER, 2004). Os citrangeiros sao hibridos entre Citrus sinensis [L.] Osbeck x Poncirus trifoliata e apresentam caracteristicas semelhantes as do Trifoliata, como o porte reduzido, a tolerancia ao frio e a inducao de frutos de boa qualidade (SCHAFER, 2004).

[FIGURA 2 OMITTED]

Em outro experimento, o limoeiro 'Cravo' mostrou-se superior em diametro a tangerineira 'Cleopatra'. Essa diferenca e normal em razao das caracteristicas de cada especie, uma vez que o limoeiro 'Cravo' e conhecido por seu vigor, e a tangerineira 'Cleopatra' apresenta crescimento em altura e dificuldades de engrossamento do caule (JABUR & MARTINS, 2002). A exemplo desses autores, a tangerineira 'Sunki', quando comparada com o citrangeiro 'FEPAGRO C37'e com o 'Trifoliata', apresenta crescimento menos vigoroso em altura e diametro da haste, apesar de maior area foliar.

Diferencas entre os porta-enxertos sao comuns de serem encontradas, pelas caracteristicas geneticas peculiares a cada porta-enxerto. (SCHAFER, 2004). Esse autor, aos 120DAS, obteve alturas superiores a 15cm para o 'Trifoliata' e 13 e 12cm para os citrangeiros 'FEPAGRO C37' e 'FEPAGRO C13', respectivamente, e 10cm para o limoeiro 'Cravo'. Os valores encontrados por esse autor para o diametro ao nivel do colo foram similares entre os porta-enxertos, porem foram inferiores aos observados neste trabalho. Essa diferenca em altura e diametro deve-se ao periodo de cultivo dos porta-enxertos, que, no presente trabalho, foi de 150 dias, possivelmente aliado ao manejo de adubacao com fertirrigacao continua. Esse autor tambem observou diferencas em area foliar entre os porta-enxertos, o citrangeiro 'FEPAGRO C37' foi superior ao 'FEPAGRO C13', ao limoeiro 'Cravo' e ao 'Trifoliata', que, por sua vez, teve o menor indice de area foliar, apesar de apresentar o maior numero de folhas (SCHAFER, 2004).

Os porta-enxertos semeados em bandejas alveoladas, comparados aos porta-enxertos semeados em tubetes, apresentaram um incremento em diametro em torno de 12%, em area foliar por folha de 9,5% e, em aerea foliar por planta, o incremento chegou a 23,5% (Tabela 1). Quanto a altura final, nao houve diferenca significativa entre os recipientes utilizados. Os portaenxertos produzidos em bandejas mostraram tambem um incremento superior a 30% no acumulo de massa seca (Tabela 1).

A altura do recipiente e fundamental na determinacao da agua retida apos a irrigacao, pois, com o aumento da altura do recipiente, ocorre um aumento na capacidade de aeracao. Porem, isso tambem provoca uma consequente diminuicao na retencao de agua devido ao aumento da drenagem e a acao da forca gravitacional (BAILEY et al., 2005). Concomitantemente, o sistema de irrigacao empregado influenciou os resultados, pois como se usou a subcapilaridade, em que a agua e fornecida na parte inferior do substrato, umedecendo o substrato por forca capilar, quanto mais alto o recipiente, mais dificuldade a agua tem de irrigar as camadas superiores. Como os tubetes possuem uma altura superior em relacao as bandejas (140mm), as plantas semeadas em bandejas provavelmente desfrutaram de uma maior uniformidade na umidade do substrato, culminando em um maior crescimento do sistema radicular nas bandejas e, por conseguinte, da parte aerea dos porta-enxertos.

Foram alcancados resultados superiores em diametro e peso seco de raiz, folha e caule para plantas de limoeiro 'Cravo' oriundas do sistema de blocos prensados em comparacao com plantas oriundas de tubetes (SERRANO et al., 2004). Outros resultados favoraveis ao desenvolvimento vegetativo de plantas oriundas de blocos prensados em relacao a plantas produzidas em tubetes sao descritos para outras especies frutiferas, como a goiabeira (SCHIAVO & MARTINS, 2002). As plantas produzidas em tubetes sofrem restricoes no crescimento lateral das raizes impostas pelas paredes, as quais provocam deformacoes as raizes por direcionar seu crescimento para baixo, ao longo das paredes dos tubetes (LEAL et al., 2005). Quando o sistema radicial pivotante encontra a parte final do tubete, algumas anomalias morfologicas sao desencadeadas, como o intumescimento da regiao apical e a ramificacao das raizes, com posterior subdivisao do sistema radicial (BALDASSARI et al., 2003).

Assim, as raizes das plantas cultivadas nas celulas com formato piramidal das bandejas de isopor podem ter sido submetidas a menores restricoes devido a ausencia de estrias longitudinais e por estas apresentarem celulas mais largas que o diametro dos tubetes; portanto, as plantas cresceram com uma arquitetura radicular diferente. A confirmacao dessa hipotese esta na maior massa de raizes das plantas cultivadas nas bandejas e, como ha uma relacao direta entre desenvolvimento radicial e aereo, houve tambem maior crescimento da parte aerea daquelas cultivadas nas bandejas.

CONCLUSOES

Os porta-enxertos 'FEPAGRO C37' e 'Trifoliata' apresentaram um maior vigor inicial, comparativamente a tangerineira 'Sunki'. Ao empregarse o sistema de irrigacao por sub-capilaridade, podem ser usados tubetes e bandejas de alveolos de isopor, sendo mais indicado o segundo tipo, por acelerar o desenvolvimento dos porta-enxertos citricos.

AGRADECIMENTO

A Coordenacao de Aperfeicoamento de Pessoal de Nivel Superior (CAPES), pela Bolsa de Produtividade de Pesquisa do autor P. T. L. Teixeira

REFERENCIAS

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BALDASSARI, R.B. et al. Declinio dos citros: algo a ver com o sistema de producao de mudas citricas. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.25, n.2, p.357-360, 2003. Disponivel em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100294 52003000200047&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Doi: 10.1590/S0100-29452003000200047.

LEAL, P.L. et al. Crescimento de mudas micropropagadas de bananeira micorrizadas em diferentes recipientes. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.27, n.1, p.8487, 2005. Disponivel em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-2945200500 0100023&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Doi: 10.1590/S0100-29452005000100023.

JABUR, M.A.; MARTINS, A.B.G. Influencia de substratos na formacao dos porta-enxertos: Limoeiro 'Cravo (Citrus limonia Osbeck) e Tangerineira 'Cleopatra' (Citrus reshni Hort. ex Tanaka). Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.24, n.2, p.514-518, 2002. Disponivel em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S01002945200200 0200047&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Doi: 10.1590/S0100-29452002000200047.

KOLLER, O.C. Clima e solo In: KOLLER, O.C. (Coord.). Citricultura: 1. Laranja: tecnologia de producao, pos-colheita, industrializacao e comercializacao. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2006. Cap.3, p.27-40.

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SCHAFER, G. Producao de porta-enxertos citricos em recipientes e ambiente protegido no Rio Grande do Sul. 2004. 129f. Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Programa de Pos-graduacao em Fitotecnia, Faculdade de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS.

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SCHIAVO, J.A.; MARTINS, M.A. Producao de mudas de goiabeira (Psidium guajava L.), inoculados com o fungo micorrizico arbuscular Glomus clarum, em substrato agroindustrial. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.24, n.2, p.519-523, 2002. Disponivel em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010029452002 000200048&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Doi: 10.1590/S0100-29452002000200048.

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Paulo de Tarso Lima Teixeira (I) Gilmar Schafer (II) Paulo Vitor Dutra de Souza (II) Abel Todeschini (II)

(I) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Av. Bento Goncalves, 7712, Bairro Agronomia, 91540-000, Porto Alegre, RS, Brasil. E-mail: plima37@yahoo.com.br. Autor para correspondencia.

(II) Departamento de Horticultura e Silvicultura, Faculdade de Agronomia, UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil.
Tabela 1--Caracteristicas de crescimento dos porta-enxertos Poncirus
trifoliata, citrangeiro 'C37' e tangerineira 'Sunki' cultivados em
diferentes recipientes, 150 dias apos a semeadura. EEA/UFRGS, Eldorado
do Sul, RS, 2008.

                  Altura      Diametro   Area    Foliar    (N. de
Porta-enxertos    (cm)        (mm)       Folha   Planta    Folhas

'Trifoliata'     37,31a (1)   2,23b      2,62c   51,26c    19,39a
'C37'            36,84a       2,99a      6,21b   75,42b    12,14b
'Sunki'          25,97b       1,92c      6,94a   117,38a   17,01a

CV(%)            16,6         5,0        8,0     11,6      15,4

Recipientes
Bandeja          35,44        2,52a      5,52a   92,17a    18,09a
Tubete           31,30        2,25b      5,00b   70,53b    14,27b

CV(%)            7,5          3,8        4,4     5,8       3,9

                     Massa Seca (g)
Porta-enxertos   Raiz    P.Aerea   Total

'Trifoliata'     0,25b   1,13b     1,38b
'C37'            0,46a   1,84a     2,30a
'Sunki'          0,20b   1,00b     1,19b

CV(%)            22,2    13,2      14,6

Recipientes
Bandeja          0,36a   1,57a     1,93a
Tubete           0,24b   1,07b     1,31b

CV(%)            6,3     7,5       7,2

(1) Medias seguidas por letras diferentes, na mesma coluna, diferem
significativamente pelo teste de Duncan em nivel de 5% de probabilidade
de erro.
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Author:Teixeira, Paulo de Tarso Lima; Schafer, Gilmar; Souza, Paulo Vitor Dutra de; Todeschini, Abel
Publication:Ciencia Rural
Article Type:Report
Date:Sep 1, 2009
Words:3007
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