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The resistance exercises encourage greater efficiency in absorbing blood glucose in patients with diabetes when compared with aerobic exercises/O exercicio resistido com peso promove uma maior eficiencia na queda da glicemia em pacientes com diabetes quando comparado com exercicio aerobico.

INTRODUCAO

O diabetes tipo 2 e uma doenca considerada de pessoas com idade acima de 40 anos, por isso denominada doenca de idade adulta. O diabetes e uma anormalidade metabolica onde ha uma secrecao diminuida, retardada ou prejudicada de insulina nos tecido pode ainda ocorrer uma producao excessiva pelo figado.

Um programa de exercicio fisico bem planejado pode representar para o paciente com diabetes tipo 2 uma melhora na glicemia. A pratica do exercicio resistido com peso e de fundamental importancia para o controle do diabetes. O aumento da massa muscular proporciona aos individuos idosos uma melhora no controle glicemico em funcao do aumento da massa muscular e da melhora do metabolismo energetico. Ja no exercicio aerobico existe uma reducao no percentual de massa gorda e com isso um maior controle da glicemia neste estudo o treinamento resistido com peso foi mais eficiente no controle glicemico do que o treinamento aerobico.

O diabetes tipo 2 ocorre frequentemente em homens e mulheres de meia idade e com sobrepeso, e tende ocorrer em pessoas de 40 anos, por isso o diabetes tipo 2 e considerada uma doenca do inicio da vida adulta, no entanto vem ocorrendo um aumento no numero de criancas com diabetes tipo 2 e esta nova realidade de saude assinala que o diabetes tipo 2 pode representar uma doenca pediatrica e esta relacionada com o alto indice de obesidade infantil (Mcardle, Katch e Katch, 2008).

Para Campos (2004) o aparecimento da doenca e gradual e causado por tres principais anormalidades do metabolismo, uma secrecao de insulina retardada ou prejudicada; uma acao prejudicada da insulina nos tecidos (resistencia a insulina); uma producao excessiva de glicose pelo figado. Embora a etimologia desta sindrome de resistencia a insulina seja obscura, ela envolve fatores geneticos bem como fatores ambientais e estilo de vida tais como obesidade, inatividade e dieta.

Para Silva e Lima (2002), um programa de exercicio fisico em individuos com diabetes tipo 2 representa uma melhora na glicemia em jejum. A glicemia pos exercicio diminui, isto so pode ser justificada pelo o efeito benefico do treinamento fisico. Para Mcardle, Katch e Katch (2008). A insulina e o hormonio regulador da glicose em todos os tecidos em especial nas celulas do tecido muscular e dos tecidos adiposos, este processo se da por meio de uma difusao facilitada, onde a glicose combina-se com uma proteina carreadora que existe sobre a membrana plasmatica celular com objetivo de ser transportada para dentro da celula e e atraves deste processo que a insulina regula o metabolismo da glicose. Quando neste processo a glicose nao e metabolizada imediatamente ela e armazenada em forma de glicogenio para posteriormente ser transformada em triacilglicerol.

O exercicio resistido com peso e de fundamental importancia para o controle do diabetes em pacientes idosos, visto que com o envelhecimento tem inicio as disfuncoes tais como diminuicao da forca e da massa muscular, causando um comprometimento do metabolismo energetico. A pratica do exercicio resistido com peso faz aumentar a massa muscular e consequentemente a forca; melhorando o controle glicemico destes pacientes (Ciolac e Guimaraes 2004).

O exercicio aerobico e um movimento ritmico, repetitivo e continuo, envolvendo um grande numero de musculos. Logo no inicio do exercicio a glicose vem do glicogenio estocado no musculo e no figado, mais, quando o exercicio e muito prolongado ha um esgotamento do glicogenio e a gordura passa a ser a principal fonte de energia (Ramalho e Soares 2008). Para Araujo e colaboradores (2007) A atividade fisica mais indicada para o paciente com diabetes e o aerobico por causa do grande numero de grupos musculares envolvidos. A pratica do exercicio aerobico quando possivel deve ter um tempo superior a 40 minutos; e importante que esta atividade seja planejada de acordo com o gosto e interesse de cada individuo.

Portanto o objetivo do deste trabalho foi verificar se o exercicio resistido com peso e mais eficiente na reducao da glicemia sanguinea do que o exercicio aerobio.

MATERIAIS E METODOS

Foi analisado neste estudo um paciente do genero masculino de 65 anos com diabetes melitus tipo 2 hipertenso, que estava ha 45 (quarenta e cinco) dias sem praticar nenhum tipo de atividade fisica; alem da coleta de dados para verificacao da glicose sanguinea foi tambem feito o acompanhamento da pressao arterial antes e depois de cada sessao do treinamento resistido com peso e do treinamento aerobio.

Foi usado para coleta do material luva descartaveis algodao em disco, alcool 70[degrees] antisseptico, curativo kura kurte; caneta one trouch ultra solf; lancetas one trouch ultra solf, fitas reagentes one trouch ultra solf, glicosimico one trouch ultra solf, esteiras ergometrica (LF 200 pro) tenciometro (g tech) medidor de frequencia (polar) para aplicacao do metodo de treinamento aerobio. Equipamentos (Power tech by righetto) para aplicacao do metodo de treinamento resistido com peso.

Para analise da eficiencia do treinamento resistido no controle da glicemia sanguinea foram feita no total 6 (seis) coletas de sangue para verificacao da concentracao de glicose sanguinea; sendo que 3 (tres) destas coletas foram feitas no primeiro dia de aplicacao do treinamento, uma antes do inicio dos exercicios, uma logo apos o termino dos exercicios e outra 30 minutos (trinta) apos o termino dos exercicios. Ao final das 4 (quatro semanas) foram feitas novamente 3 coletas (tres coletas) de sangue para verificacao da glicemia, uma antes do inicio dos exercicios, uma logo apos o termino dos exercicios e outra 30 minutos (trinta) apos o termino dos exercicios.

O paciente fez uma dieta balanceada durante toda aplicacao do metodo, no dia da coleta do material 30 minutos (trinta) antes o paciente fez um alimentacao liquida de 200 ml a base de leite de soja, banana, maca, aveia e adocante stevia e fez uso da medicacao Amaryl glimepirida 2 mg.

A escolha da carga e das repeticoes foi feita usando a escala de borg uma alternativa para determinacao da intensidade para estimacao do esforco percebido o peso inicial para se comecar um programa de treinamento resistido com peso devera ser percebido como intensidade leve a um pouco dificil (12-13 na escala original EEP Borg) segundo (Graves e Franklin. 2006). O treino foi dividido em dois grupos A e B, sendo 3 (tres) series de 10 (dez) repeticoes com carga moderada exceto para os exercicios de panturrilha que foram 3 (tres) series de 15 (quinze) repeticoes e o exercicio de abdominal que foi 3 (tres) series de 50 (cinquenta) repeticoes. O treino A composto de 2 (dois) exercicios de peito, 2 (dois) exercicios de triceps, 2 (dois) exercicios de deltoide 1 (um) exercicio de quadriceps 1 (um) exercicio de biceps femoral.

O treino B composto por 3 (tres) exercicio de dorsais, 2 (dois) exercicios de biceps, 2 (dois) exercicios de panturrilha e 1 (um) exercicio de abdominal.

No treinamento resistido com peso foi dado um descanso de 40 segundos entre as series e 1 minuto entre os exercicios, treinamento feito 5 (cinco) vezes por semana durante 4 (quatro) semanas. O treinamento aerobio teve tambem a aplicacao de 4 (quatro) semanas 5 (cinco) vezes por semana. Para aplicacao do treinamento aerobico foi tambem feita 6 (seis) coletas de sangue para verificacao de concentracao de glicose sanguinea. No primeiro dia da aplicacao do treino foi feita 3 (tres) coletas de material, sendo uma no inicio do exercicio, outro logo apos o termino do exercicio e outra apos 30 (trinta) minutos do termino do exercicio. No dia da coleta do material o paciente fez uma alimentacao liquida de 200 ml a base de leite de soja, banana, maca, aveia e adocante stevia.

O treinamento aerobio foi prescrito com os dados do teste de esforco feito pelo cardiologista Dr. Francisco S. Silva CRM 9374 da clinica cardiopulmonar, foi usado para calculo da zona de treinamento de frequencia cardiaca a frequencia de repouso e a frequencia maxima encontradas no teste de esforco foi usado tempos e intensidades diferentes para cada dia da semana.

RESULTADOS

Os resultados obtidos atraves da analise do material colhido para mensurar os efeitos de dois tipos distintos de treinamento; estao descritos em tabelas e graficos onde e demonstrado a eficiencia do treinamento resistido com relacao ao treinamento aerobio no controle da glicose sanguinea.

A incidencia do diabetes esta tambem ligada ao grau de inatividade fisica isto torna este individuo mais susceptivel a desenvolver o diabetes. Exercicio aerobio de forma regular e moderada pode reduzir os riscos de intolerancia a glicose pela metade, e em tres quarto o risco de diabetes (Sitx e colaboradores, 2007)

Para Ferreira e Colaboradores (2005), o crescente aumento do diabetes melitus tipo 2 esta associados as dificuldades na aderencia das populacoes atuais a habitos de vida mais saudaveis estes fatos motivaram as pesquisas envolvendo intervencoes farmacologicas. A maioria dos estudos lancou mao de agentes terapeuticos empregados no controle do proprio diabetes melitus ou da obesidade. Posteriormente, outros foram propostos que se encontram em andamento envolvendo inclusive, inibidores do sistema renina-angiotensina-aldesterona.

Os principais objetivos do tratamento do diabetes tipo 2, sao chegar ao controle glicemico e de doencas que sao fatores de risco coexistentes para doencas cardiovasculares, com a combinacao de dieta estilo de vida saudavel, fazendo uso de medicamento hiperglicemico orais e insulina, melhora da concentracao de glicose no sangue prevenindo ou reduzindo a progressao de complicacoes cronicas (Graves e Franklin 2006).

Para Molena-Fernandes e Colaboradores (2005), os estudos epidemiologicos apontam o sedentarismo (falta de atividade fisica) juntamente com dietas inadequadas, estilo da vida moderna e obesidade como sendo fatores importantes para o desenvolvimento do diabetes melitus tipo 2.

Para Ciolac e colaboradores (2004), a pratica da atividade fisica regular ajuda a diminuir ou prevenir os ricos de desenvolver o diabetes tipo 2 em homens e mulheres. Quando o individuo faz pratica de exercicio faz uma alimentacao saudavel e um estilo de vida saudavel, ele diminui os riscos de doencas cronicas entre ela o diabetes tipo 2 independente do historico familiar para o desenvolvimento desta doenca. Atualmente existe um consenso entre os profissionais da area medica na importancia do exercicio fisico no tratamento de doencas cronicas degenerativa e disfuncoes cronicas entre elas o diabetes melitus tipo 2. Assim o tratamento do paciente nao deve ser restrito ao medico mais sim por uma equipe de multiprofissionais medico nutricionista psicologa e dos profissionais de educacao fisica (Molena-Fernandes e colaboradores, 2005).

Existem evidencias bastantes consistentes na literatura de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou postergado, sendo as mudancas no estilo de vida a medida de primeira escolha para se atingir estes objetivos. Individuos de alto risco sao facilmente identificaveis com historia clinica e dosagem laboratoriais rotineiras. Os antidiabeticos orais, ate o momento utilizados nos estudos de prevencao, alem dos seus potenciais efeitos colaterais, trazem beneficios apenas no sentido de retardar ou prevenir o diabetes melitus e nao sobre as outras doencas decorrentes da obesidade e sedentarismo, integrante da sindrome metabolica. Nao se sabe se, a longo prazo, as intervencoes bem sucedidas serao um custo efetivo na reducao morbimortalidade (Ferreira e colaboradores, 2005).

Neste trabalho houve uma comparacao em separado do treinamento aerobico e do treinamento resistido com peso havendo uma evidencia atraves dos resultados obtidos apos a aplicacao dos dois metodos de que o treinamento resistido tem mais eficiencia no controle glicemico. Para Ciolac e Guimaraes (2004) o controle da glicemia e justificado pelo aumento da massa muscular e com isto a melhora no metabolismo energetico principalmente em populacoes idosos.

No entanto para outros autores o treinamento aerobico tem uma maior eficiencia no controle do diabetes melitus tendo como argumento o grande numero de musculos envolvidos neste tipo de treinamento (Ramalho e Soares 2008). Alem do mais existem argumentos de que neste tipo de treinamento quando superior a 40 minutos a fonte de energia deixa de ser a glicose produzida a partir do glicogenio estocado nos musculo e no figado e passa a ser utilizada com fonte de energia a gordura favorecendo a perca de peso nos individuos obesos (Araujo e colaboradores, 2007).

CONCLUSAO

Neste estudo ficou evidenciado que o exercicio resistido com peso e mais eficiente no controle da glicemia, quando comparado com exercicio aerobico. A glicemia que estava alta no inicio da aplicacao do treinamento resistido ficou estavel ao final das 4 (quatro) semanas, enquanto que ao final das 4 (quatro) do treinamento aerobico a glicemia que estava baixa no inicio da aplicacao do treinamento ficou acima do valor encontrado no inicio do protocolo. Foi feita a mesma alimentacao para a aplicacao dos dois protocolos.

REFERENCIAS

(1-) Araujo, H.I.; Maia, E.O.; Hartmann, C. Influencia da Musculacao no Controle da Diabetes. Livro de reuniao do IV congresso cientifico Norte-Nordeste--CONAFF.

(2-) Ciolac, E.G.; Guimaraes, G.V. Exercicio Fisico Sindrome Metabolica: Uma Revisao de Literaria. Sao Paulo. Revista Brasileira Medicina do Esporte. Vol. 10 Num. 4. 2004. P. 320-322.

(3-) Campos, M.A. Musculacao. Musculacao e Diabetes. 3a edicao Rio de Janeiro. Sprint. 2004. P. 11-34.

(4-) Ferreira, S.R.G; Almeida, B.; Siqueira, A.F.A.; Khawali, C. Intervencoes na Prevencao do Diabetes Mellitus tipo 2: E Viavel um Programa Populacional em Nosso Meio? Uma Revisao Literaria. Arquivo Brasileiro Endocrinologia Metabolica. Vol. 49 Num. 4. 2005. P. 481-482.

(5-) Graves, J.E.; Franklin, B.A. Treinamento Resistido na Saude e Reabilitacao. Treinamento Resistido Para Pacientes com Diabetes Mellitus. Rio de Janeiro. Revinter. 2006. P. 297-314.

(6-) Ramalho, A.C.R.; Soares, S. O Papel do Exercicio no Tratamento do Diabetes Melito Tipo1. Uma Revisao de Literatura. Arquivo Brasileiro Endocrinologico e Metabolismo. Vol.52. Num. 2. 2008. p. 261--263

(7-) Mcardle, W.D.; Katch, F.L.; Katch, V. Fisiologia do exercicio. Sistema Endocrino: Organizacao e Respostas Agudas e Cronicas ao Exercicio. Sexta Edicao. Rio de Janeiro. Guanabara. 2008. P. 443-458.

(8-) Molena-Fernandes, Carlos Alexandre; Nardo Junior, Nelson; Tosca, Raquel Soares; Pelloso, Sandra Marisa; Cuman, Roberto Kinje Nakamura. A Importancia da Associacao de Dieta e de Atividade Fisica na Prevencao e Controle do Diabetes Mellitus Tipo 2. Acta Sci. Health Sci. Vol.27. Num.2. 2005. P. 199-201.

(9-) Silva, C.A.; Lima, W.C. Efeitos Beneficos do Exercicio Fisico no Controle Metabolico do Diabetes Mellitus Tipo 2 a Curto Prazo. Um Artigo Original. Arquivo Brasileiro Endoc. e Metabolismo Vol. 46 Num. 5. 2002. p. 554.

(10-) Sixt, Sebatian; Karff, Nicolai; Schuler; Gerhord; Nicbauer, Josef. Opcoes Terapeuticas Atuais para Diabetes Mellitus Tipo 2 e Doenca Arterial Coronariana: Prevencao Secundaria Intensiva Focada no Treinamento Fisico Versus Revascularizacao Percutanea ou Cirurgica. Rev. Bras. Medicina Esporte. Vol. 10. Num. 3. 2004. P.221.

Recebido para publicacao em 28/02/2009

Aceito em 20/11/2009

Angelucia Chagas Nogueira [1,2]

[1-] Programa de Pos-Graduacao Lato-Senso da Universidade Gama Filho-Fisiologia do Exercicio: Prescricao do Exercicio.

[2-] Graduada em Educacao Fisica pela Universidade Catolica do Salvador-UCSAL

Endereco para correspondencia:

angelxagas@yahoo.com.br
Tabela 1 Exercicio para os musculos do grupamento A

Exercicio          Series   Repeticao   Cargas

Supino Vertical      3         10       15 kg
Supino Inclinado     3         10       5/5 Kg
  Articulado
Triceps na Polia     3         10       15 Kg
Triceps na           3         10       15 Kg
  maquina
Cadeira              3         10       25 Kg
  extensora.
Cadeira flexora      3         10       20 Kg

Tabela 2 Exercicio para os musculos do grupamento B

Exercicio                   Series   Repeticao   Cargas

Puxador Anterior Aberto       3         10       20 kg
Remada na Polia com Corda     3         10       30 Kg
Rosca Direta com Barra        3         10       3/3 Kg
Rosca Concentrada Martelo     3         10        5 Kg
Panturrilha sentada           3         15       30 Kg
Panturrilha Leg Press         3         15       30 Kg
  90[degrees]
Abdominal na maquina          3         50       20 Kg

Tabela 3 Treinamento aerobio com % de reserva de frequencia
cardiaca, zona alvo de treinamento tempo de treinamento.

Zona      Dias da   Tempo     % FC      Limite     Limite    Ergometro
Alvo      Semana            Reserva    Inferior   Superior

Reg. 2    Segunda    40s    61 a 66%   120 bpm    124 bpm     Esteira
Reg. 2     Terca     30s    61 a 66%   120 bpm    124 bpm     Esteira
Sub.      Quarta     40s    67 a 73%   125 bpm    131 bpm     Esteira
Super 1   Quinta     30s    74 a 80%   130 bpm    137 bpm     Esteira
Sub.       Sexta     40s    67 a 73%   125 bpm    131 bpm     Esteira

REG = Regenerativo Frequencia Cardiaca

SUB = Subaerobio s = Segundos

SUPER1 = Superaerobio % FC = Percentual de
bpm = Batimento Cardiaco por minutos

Tabela 4 Variacao do comportamento da glicose sanguinea, durante
a aplicacao do treinamento resistido com peso.

Primeira Semana                   Ultima Semana

Primeiro dia de treino            Ultimo dia de treino

Inicio do     Glicemia 144mg/dl   Inicio do     Glicemia 87 mg/dl
  Exercicio                         exercicio
Termino do    Glicemia 87 mg/dl   Termino do    Glicemia 62 mg/dl
  exercicio                         exercicio
30 minutos    Glicemia 64mg/dl    30 minuto     Glicemia 62 mg/dl
  apos o                            apos o
  exercicio                         exercicio

Tabela 5 Comportamento da pressao arterial e frequencia
cardiaca durante aplicacao do treinamento.

Tabela 5.1 1a semana--Tabela com dados diarios

Dias da     Inicio do Exercicio         Final do Exercicio
Semana

            Pressao      Frequencia    Pressao     Frequencia
            Arterial      Cardiaca     Arterial     Cardiaca

Segunda   122/78 mm/Hg     78bpm      128/82mmHg     68bpm
Terca      123/75mmHg      73bpm      124/73mmHg     73bpm
Quarta     106/69mmHg      67bpm      117/68mmHg     73bpm
Quinta     132/87mmHg      88bpm      146/89mmHg     74bpm
Sexta      136/76mmHg      69bpm      151/77mmHg     70bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

Tabela 5.2 Comportamento da pressao arterial e
frequencia cardiaca durante aplicacao do
treinamento resistido.

2a semana--Tabela com dados diarios

Dias da     Inicio do Exercicio       Final do Exercicio
Semana

           Pressao     Frequencia    Pressao     Frequencia
           Arterial     Cardiaca     Arterial     Cardiaca

Segunda   126/79mmhg     79bpm      121/75mmhg     74bpm
Terca     102/69mmhg     66bpm      104/61mmHg     69bpm
Quarta    106/73mmhg     71bpm      144/78mmHg     87bpm
Quinta    114/69mmhg     72bpm      125/73mmHg     76bpm
Sexta     121/72mmhg     70bpm      132/70mmHg     69bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

TABELA 5.3 Comportamento da pressao arterial e frequencia
cardiaca durante aplicacao do treinamento resistido.

3a semana--Tabela com dados diarios

Dias da   Inicio do Exercicio       Final do Exercicio
Semana

           Pressao     Frequencia    Pressao     Frequencia
           Arterial     Cardiaca     Arterial     Cardiaca

Segunda   119/74mmhg     74bpm      128/78mmHg     79bpm
Terca     103/64mmhg     64bpm      112/66mmHg     69bpm
Quarta    110/74mmhg     73bpm      110/69mmHg     68bpm
Quinta    115/76mmhg     68bpm      117/76mmHg     67bpm
Sexta     132/88mmhg     68bpm      132/85mmHg     77bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

TABELA 5.4 Comportamento da pressao arterial e
frequencia cardiaca durante aplicacao do
treinamento resistido.

4a semana--Tabela com dados diarios.

Dias da     Inicio do Exercicio       Final do Exercicio
Semana

           Pressao     Frequencia    Pressao     Frequencia
           Arterial     Cardiaca     Arterial     Cardiaca

Segunda   121/81mmhg     82bpm      122/79mmHg     72bpm
Terca     133/90mmhg     73bpm      137/87mmHg     80bpm
Quarta    112/80mmhg     74bpm      120/76mmHg     84bpm
Quinta    122/80mmhg     81bpm      116/79mmHg     85bpm
Sexta     117/80mmhg     80bpm      112/66mmHg     70bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

Tabela 6 variacao do comportamento da glicose sanguinea durante
a aplicacao do treinamento aerobio

Primeira Semana

Primeiro dia de treino

Inicio do Exercicio            Glicemia 87 mg/dl
Termino do exercicio           Glicemia 62 mg/dl
30' minutos apos o exercicio   Glicemia 62mg/dl

Ultima Semana

Ultimo dia de treino

Inicio do exercicio            Glicemia 128 mg/dl
Termino do exercicio           Glicemia 67 mg/dl
30' apos o exercicio           Glicemia 71 mg/dl

Tabela 7 Comportamento da pressao arterial e frequencia
cardiaca durante aplicacao do treinamento aerobio

Tabela 7.1--1a semana--Tabela com dados diarios.

Dias da     Inicio do Exercicio       Final do Exercicio
Semana

           Pressao     Frequencia    Pressao     Frequencia
           Arterial     Cardiaca     Arterial     Cardiaca

Segunda   154/78mmHg     76bpm      126/79mmHg     78bpm
Terca     113/78mmHg     75bpm      115/85mmHg     85bpm
Quarta    125/73mmHg     69bpm      117/76mmHg     87bpm
Quinta    120/75mmHg     74bpm      117/78mmHg     92bpm
Sexta     120/74mmHg     67bpm      126/89mmHg     94bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

Tabela 7.2 Comportamento da pressao arterial e
frequencia cardiaca durante aplicacao do
treinamento aerobio.

2 semana--Tabela com dados diarios.

Dias da   Inicio do Exercicio

Semana    Pressao Arterial      Frequencia Cardiaca

Segunda     Faltou o treino       Faltou o treino
Terca         113/73mmhg               64bpm
Quarta        140/84mmhg               76bpm
Quinta        132/73mmhg               67bpm
Sexta         131/78mmhg               70bpm

Dias da   Final do Exercicio

Semana    Pressao Arterial     Frequencia Cardiaca

Segunda    Faltou o treino       Faltou o treino
Terca         113/74mmHg              87bpm
Quarta        116/87mmHg              87bpm
Quinta        116/75mmHg              85bpm
Sexta         122/78mmHg              92bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

TABELA 7.3 Comportamento da pressao arterial e frequencia
cardiaca durante aplicacao do treinamento aerobio.

3 semana--Tabela com dados diarios.

Dias da Semana   Inicio do Exercicio

                 Pressao Arterial   Frequencia Cardiaca

Segunda             141/81mmhg             82bpm
Terca               131/81mmhg             70bpm
Quarta              139/84mmhg             62bpm
Quinta              136/84mmhg             67bpm
Sexta               153/81mmhg             65bpm

Dias da Semana   Final do Exercicio

                 Pressao Arterial   Frequencia Cardiaca

Segunda             127/82mmHg             90bpm
Terca               126/80mmHg             86bpm
Quarta              129/86mmHg             80bpm
Quinta              135/83mmHg             80bpm
Sexta               127/83mmHg             90bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutos

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

TABELA 7.4 Comportamento da pressao arterial e
frequencia cardiaca durante aplicacao do
treinamento aerobio.

4 semana--Tabela com dados diarios.

Dias da Semana   Inicio do Exercicio

                 Pressao Arterial   Frequencia Cardiaca

Segunda             130/78mmhg             68bpm
Terca              115//71mmhg             70bpm
Quarta              134/77mmhg             67bpm
Quinta              136/77mmhg             65bpm
Sexta               117/73mmhg             66bpm

Dias da Semana   Final do Exercicio

                 Pressao Arterial   Frequencia Cardiaca

Segunda             117/81mmHg             97bpm
Terca               117/78mmHg             87bpm
Quarta              122/76mmHg             74bpm
Quinta              113/73MMHG             82bpm
Sexta               131/84mmHg             73bpm

bpm = Batimento Cardiaco por minutes

mm/Hg = Milimetros de Mercurio

Grafico 1 Comportamento da glicose
sanguinea, durante a aplicacao do treinamento
resistido com peso. Dados expressos na
tabela 4.

                 Inicio do   Termino do   30' minutos
                 Exercicio   Exercicio    apos o
                                          exercicio

Glicemia mg/dl
Ultimo dia de    87          62           62
  Treino
Primeiro dia     144         87           64
  de Treino

Note: Table made from bar graph.

Grafico 2 Media da pressao arterial
e frequenca cardiaca no treinamento
ersistido com pero na Primeira
Semana.

PAD Inicial   123,8
              77
              75
PAS Final     133
              77,8
FC Final      71,6

Note: Table made from bar graph.

Grafico 3 Media da pressao arterial
e da frequenca cadiaca no treinamento
resistido com pero na Segunda Semana.

PAD Inicial   119,8
              72,4
              71,6
PAS Final     125,2
              71,4
FC Final      75

Note: Table made from bar graph.

Grafico 4 Media da pressa arterial
e frequenca cardiaca durante o
treinamento resistido da Terceira
Semana.

PAS Inicial   115,8
PAD Inicial   75,2
FC Inincial   69,4
Pas Final     119,8
PAD Final     74,8
FC Final      72

Note: Table made from bar graph.

Grafico 5 Media da pressao arterial e
da frequencia cardiaca no treinamento
resistido com peso na quarta Semana.

PAS Inicial   122
PAD Inicial   85,2
FC Inincial   78
Pas Final     121,4
PAD Final     77,4
FC Final      78,2

Note: Table made from bar graph.

Grafico 6 Comportante de glicose sanguinea, durante
a aplicao do treinamento aerobio. Dados expressos na
tabela 3.

                 Inicio do   Termino do   30' minutos
                 Exercicio   Exercicio    apos o
                                          exercicio

Glicemia mg/dl
Ultimo dia de    128         67           71
  Treino
Primeiro dia     71          62           62
  de Treino

Note: Table made from bar graph.

Grafico 7 Media da pressao arterial
e da frequencia cardiaca no treinamento
resistido com peso na primeira Semana.

PAD Financial   126,4
                75,6
                72,2
PAS Final       120,2
                81,4
FC Final        87,2

Note: Table made from bar graph.

Grafico 8 Media da pressao arterial
e frequencia cardiaca no treinamento
aerobio da Segunda Semana.

PAD Financial   129
                77
                69,25
PAS Final       165,75
                78,5
FC Final        87,75

Note: Table made from bar graph.

Grafico 9 Media da presao arterial e
frequencia cardiaca no treinamento
aerobio da terceira Semana.

PAD Financial   140
                82,2
                69,2
PAS Final       128,8
                82,8
FC Final        85,2

Note: Table made from bar graph.

Grafico 10 Media da presao arterial e
frequencia cardiaca no treinamento
aerobio da quarta.

PAS Inicial   126,4
PAD Inicial   75,2
FC Inicial    67,2
PAS Final     120
PAD Final     78,4
FC Final      82,6

Note: Table made from bar graph.
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Author:Nogueira, Angelucia Chagas
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Jul 1, 2010
Words:3939
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