Printer Friendly

Surface compaction of oxisols with crops--dairy cattle production in northwest of Rio Grande do Sul, Brazil/Compactacao superficial de Latossolos sob integracao lavoura--pecuaria de leite no noroeste do Rio Grande do Sul.

NOTA

A integracao lavoura-pecuaria e uma alternativa para a diversificacao de muitas propriedades rurais no Rio Grande do Sul, mas o pisoteio animal e o trafego de maquinas levam a degradacao do solo, principalmente em periodos em que o mesmo apresenta alto conteudo de agua. A compactacao superficial do solo reduz a infiltracao de agua e aumenta a resistencia do solo (LANZANOVA et al., 2007), o que prejudica o crescimento radicular das plantas (KAISER et al., 2009).

Com base nesses fatos, este estudo objetivou avaliar o estado de compactacao do solo em cinco propriedades rurais com producao de graos e leite, nos municipios de Ijui, Coronel Barros e Catuipe, regiao noroeste do RS. As pastagens adotadas eram compostas de leguminosas (trevo e cornichao) e gramineas (aveia, azevem e tifton (Tabela 1)). Os solos das areas investigadas sao argilosos e classificados como Latossolos Vermelhos.

Para avaliar a qualidade fisica do solo, coletaram-se amostras com estrutura preservada com aneis metalicos, em tres locais por glebas, nas camadas de 0,0 a 0,05; 0,05 a 0,10; 0,10 a 0,15; 0,15 a 0,20 e 0,20 a 0,30m. A determinacao da densidade seguiu a metodologia descrita em EMBRAPA (1997) e a porosidade foi determinada em mesa de tensao. A resistencia mecanica do solo a penetracao (RP) foi medida ate a profundidade de 0,55m, com o uso de um penetrometro portatil.

As medias dos valores das propriedades fisicas avaliadas foram comparadas atraves de contrastes ortogonais, utilizando-se o pacote estatistico SAS (SAS, 1991). A interpretacao dos dados e a definicao do grau de degradacao fisica foram definidas com base em estudos experimentais realizados em anos anteriores nos solos argilosos daquela regiao (GENRO JUNIOR et al., 2004; REICHERT et al., 2009; KAISER et al., 2009).

A densidade do solo, na maioria das glebas, foi superior a 1,45Mg [m.sup.-3] (Tabela 1), valor este considerado restritivo ao crescimento adequado das culturas agricolas em solos argilosos (REINERT et al., 2001; REICHERT et al., 2009). O aumento da densidade e atribuido ao pisoteio, pois o casco animal provoca um rearranjamento na estrutura a medida que se aprofunda no perfil do solo (TREIN et al., 1991). O pisoteio e o trafego de maquinas reduziram a quantidade de macroporos presentes no solo (Tabela 2). Os valores de microporosidade sao maiores que os normalmente encontrados em areas naturais, enquanto os valores de macroporosidade sao inferiores aqueles considerado adequados para o pleno desenvolvimento das plantas (DREWRY et al., 2008).

As glebas que haviam sido pastejadas ha menos de 10 dias apresentaram maiores valores de densidade em relacao as areas pastejadas ha mais tempo (Tabela 1), sendo os contrastes significativos (Tabela 3). Nas glebas com gramineas, a densidade do solo foi menor nas camadas de 0,05 a 0,20m. A escarificacao teve efeito maior na camada de 0,05 a 0,10m, pela reducao na densidade e microporosidade do solo e aumento na porosidade total (Tabela 3). Dessa forma, o pisoteio animal pode ser considerado o principal responsavel pela degradacao da estrutura desses solos, o que e evidenciado pelo aumento da densidade e da microporosidade e reducao da macroporosidade e porosidade total, principalmente nas camadas superficiais. Os altos valores de resistencia a penetracao na superficie refletem o aumento do estado de compactacao (Figura 1), o que e um reflexo do aumento da densidade e reducao da porosidade nessa camada.

Os solos das propriedades estudadas apresentam, dessa forma, degradacao da estrutura do solo pelo pisoteio animal e trafego de maquinas agricolas, o que e evidenciado por valores de densidade acima do limite considerado adequado ao desenvolvimento das culturas agricolas (>1,4Mg [m.sup.-3]) e por valores de macroporosidade abaixo de 0,10[m.sup.3] [m.sup.-3] e altos valores de resistencia a penetracao na camada superficial do solo (0,10m). Essas condicoes fisicas indicam que, em curtos periodos de seca, o desenvolvimento das plantas podera ser limitado por prejudicar o desenvolvimento radicular das plantas e dificultar o acesso a agua armazenada nas camadas mais profundas.

[FIGURE 1 OMITTED]

REFERENCIAS

DREWRY, J.J. et al. Pasture yield and soil physical property responses to soil compaction from treading and grazing- a review. Australian Journal of Soil Research, v.46, p.237-256, 2008. Disponivel em: <http://www.publish.csiro.au/paper/ SR07125.htm>. Acesso em: 13 dez. 2010. doi: 10.1590/S0100 06832009000400009.

EMBRAPA, Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de metodos de analise de solos. 2.ed. Rio de Janeiro, 1997. 212p.

GENRO JUNIOR, S.A. et al. Variabilidade temporal da resistencia a penetracao de um Latossolo argiloso sob semeadura direta com rotacao de culturas. Revista Brasileira de Ciencia do Solo, v.28, p.477-484, 2004. Disponivel em <http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010006832004000300009& lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13 dez. 2010. doi: 10.1590/S010006832004000300009.

KAISER, D.R. et al. Intervalo hidrico otimo no perfil explorado pelas raizes de feijoeiro em um Latossolo sob diferentes niveis de compactacao. Revista Brasileira de Ciencia do Solo, v.33, p.845-855, 2009. Disponivel em: <http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010006832009000400009& lng=pt&nrm=iso>. Acessos em: 13 dez. 2010. doi: 10.1590/ S0100 06832009000400009.

LANZANOVA, M. E. et al. Atributos fisicos do solo em sistema de integracao lavoura-pecuaria sob plantio direto. Revista Brasileira de Ciencia do solo, v.31, p.1131-1140, 2007. Disponivel em: <http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010006832007000500 02 8&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13 dez. 2010. doi:,10.1590/S0100-06832007000500028.

REICHERT, J.M. et al. Reference bulk density and critical degree-of-compactness for no-till crop, production in subtropical highly weathered soils. Soil & Tillage Research, v.102, n.2, p.242-254, 2009. Disponivel em: <http://www.sciencedirect.com/ science?_ob = ArticleURL&_udi = B6TC64TC8J0P1 &_user= 10&_rdoc= 1 &_fmt=&_orig=search&_sort=d&_d ocanchor=&view=c&_searchStrId=952824364&_rerunOrigin=google&acct= C000050221&_version = 1 & _urlVersion = 0& _ userid=10&md5=7d9806d993f1d455167129ff0ad90d9f>. Acesso em: 15 abr. 2009. doi: 10.1016/j.still.2008.07.002.

REINERT, D.J. et al. Propriedades fisicas de solos em sistema de plantio direto irrigado. In: CARLESSO, R. et al. (Ed.). Irrigacao por aspersao no Rio Grande do Sul. Santa Maria: Imprensa Universitaria, 2001. p.114-133.

SAS INSTITUTE. Statistical Analysis System Institute. SAS/ STAT Procedure guide for personal computers. Version 5. Cary, NC, 1991. 552p.

TREIN, C.R. et al. Metodos de preparo do solo na cultura do milho e ressemeadura do trevo, na rotacao aveia+trevo/milho, apos pastejo intensivo. Revista Brasileira de Ciencia do Solo, v.15, p,105-111, 1991.

Gilberto Loguercio Collares (I) Dalvan Jose Reinert (II) Jose Miguel Reichert (II) Douglas Rodrigo Kaiser (I)

(I) Centro de Desenvolvimento Tecnologico (CDTec), Universidade Federal de Pelotas (UPel), Av. Ildefonso Simoes Lopes, 2791, 96060-290, Pelotas, RS, Brasil. Email: gilbertocollares@gmail.com. Autor para correspondencia

(II) Departamento de Solos, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Recebido para publicacao 12.12.09 Aprovado em 13.12.10 Devolvido pelo autor 18.01.11 CR-2912
Tabela 1--Propriedades, glebas, tipo de pastagem e densidade do solo.

Propriedade   Gleba                   Pastagens

A             A1-Dois dias apos       Trevo branco +
                pastejo                 cornichao
              A2-Catorze dias         Trevo branco +
                apos pastejo            aveia
              A3-Vinte e oito dias    Trevo branco +
                apos pastejo            aveia/azevem
B             B1-Dois dias apos       Trevo branco +
                pastejo                 tifton
              B2-Dez dias apos        Aveia + azevem
                pastejo
              B3-Trinta dias apos     Trevo branco +
                pastejo                 tifton
C             C1-Nao escarificado     Trevo branco +
                                        tifton
              C2-escarificado         Cornichao + tifton
              C3-Zero dia apos        Cornichao +
                pastejo                 Azevem
              C4-Dez dias apos        Trevo branco +
                pastejo                 tifton
D             D1-Um dia apos          Tifton
                pastejo
              D2-Vinte e oito dias    Tifton
                apos pastejo
E             E1-Um dia apos          Tifton
                pastejo
              E2-Dez dias apos        Trevo branco +
                pastejo                 aveia/azevem
              E3-Trinta dias apos     Tifton baixo
                pastejo

                                            Densidade do solo
                                             (Mg [m.sup.-3])

                                               Camadas (m)

Propriedade   Gleba                   0-0,05   0,05-0,10   0,10-0,15

A             A1-Dois dias apos        1,55      1,52        1,49
                pastejo
              A2-Catorze dias          1,45      1,54        1,46
                apos pastejo
              A3-Vinte e oito dias     1,50      1,55        1,47
                apos pastejo
B             B1-Dois dias apos        1,45      1,43        1,39
                pastejo
              B2-Dez dias apos         1,38      1,44        1,32
                pastejo
              B3-Trinta dias apos      1,39      1,46        1,42
                pastejo
C             C1-Nao escarificado      1,46      1,53        1,48
              C2-escarificado          1,42      1,44        1,44
              C3-Zero dia apos         1,77      1,57        1,52
                pastejo
              C4-Dez dias apos         1,56      1,56        1,65
                pastejo
D             D1-Um dia apos            *        1,44        1,36
                pastejo
              D2-Vinte e oito dias      *        1,46        1,38
                apos pastejo
E             E1-Um dia apos           1,48      1,50        1,44
                pastejo
              E2-Dez dias apos         1,33      1,41        1,47
                pastejo
              E3-Trinta dias apos      1,42      1,48        1,41
                pastejo

                                        Densidade do solo
                                         (Mg [m.sup.-3])

                                           Camadas (m)

Propriedade   Gleba                   0,15-0,20   0,20-0,30

A             A1-Dois dias apos         1,52        1,47
                pastejo
              A2-Catorze dias           1,42        1,47
                apos pastejo
              A3-Vinte e oito dias      1,49        1,44
                apos pastejo
B             B1-Dois dias apos         1,35        1,33
                pastejo
              B2-Dez dias apos          1,28        1,22
                pastejo
              B3-Trinta dias apos       1,38        1,28
                pastejo
C             C1-Nao escarificado       1,52        1,50
              C2-escarificado           1,55        1,51
              C3-Zero dia apos          1,56        1,54
                pastejo
              C4-Dez dias apos          1,66        1,51
                pastejo
D             D1-Um dia apos            1,28        1,29
                pastejo
              D2-Vinte e oito dias      1,33        1,35
                apos pastejo
E             E1-Um dia apos            1,40        1,40
                pastejo
              E2-Dez dias apos          1,39        1,39
                pastejo
              E3-Trinta dias apos       1,39        1,33
                pastejo

* amostras perdidas.

Tabela 2--Macroporosidade, microporosidade e porosidade total do solo
nas cinco propriedades com sistemas de integracao lavoura-pecuaria.

                                       Camada (mm)

Propriedade  Gleba  0-0,05  0,05-0,10  0,10-0,15  0,15-0,20  0,20-0,30

Macroporosidade ([m.sup.3] [m.sup.-3])

             A1      0,07     0,06       0,08       0,08       0,07
A            A2      0,10     0,07       0,10       0,11       0,06
             A3      0,06     0,05       0,09       0,07       0,06
             B1      0,05     0,05       0,05       0,11       0,07
B            B2      0,10     0,06       0,07       0,09       0,10
             B3      0,08     0,05       0,05       0,05       0,09
             C1      0,08     0,07       0,07       0,04       0,07
C            C2      0,09     0,08       0,07       0,06       0,05
             C3      0,07     0,06       0,07       0,06       0,06
             C4      0,06     0,07       0,06       0,06       0,05
D            D1      *        0,08       0,05       0,10       0,09
             D2      *        0,07       0,06       0,09       0,07
             E1      0,06     0,06       0,06       0,07       0,08
E            E2      0,09     0,06       0,06       0,10       0,12
             E3      0,05     0,06       0,07       0,05       0,06

Microporosidade ([m.sup.3] [m.sup.-3])

             A1      0,45     0,43       0,44       0,41       0,45
A            A2      0,44     0,43       0,41       0,43       0,45
             A3      0,44     0,42       0,43       0,44       0,46
             B1      0,51     0,51       0,50       0,48       0,55
B            B2      0,47     0,48       0,49       0,48       0,46
             B3      0,50     0,51       0,50       0,52       0,50
             C1      0,46     0,45       0,45       0,47       0,45
C            C2      0,46     0,46       0,48       0,49       0,47
             C3      0,45     0,44       0,45       0,44       0,45
             C4      0,46     0,41       0,38       0,39       0,48
D            D1      *        0,46       0,48       0,48       0,48
             D2      *        0,49       0,49       0,49       0,49
             E1      0,48     0,46       0,48       0,49       0,47
E            E2      0,46     0,46       0,45       0,48       0,49
             E3      0,56     0,47       0,49       0,49       0,51

Porosidade Total ([m.sup.3] [m.sup.-3])

             A1      0,52     0,49       0,52       0,49       0,52
A            A2      0,54     0,50       0,51       0,54       0,51
             A3      0,50     0,47       0,52       0,51       0,52
             B1      0,56     0,56       0,55       0,59       0,62
B            B2      0,57     0,54       0,56       0,57       0,56
             B3      0,58     0,56       0,55       0,57       0,59
             C1      0,54     0,52       0,52       0,51       0,52
C            C2      0,55     0,54       0,55       0,55       0,52
             C3      0,52     0,50       0,52       0,50       0,51
             C4      0,52     0,48       0,44       0,45       0,53
D            D1      *        0,54       0,53       0,58       0,57
             D2      *        0,56       0,55       0,58       0,56
             E1      0,54     0,52       0,54       0,56       0,55
E            E2      0,55     0,52       0,51       0,58       0,61
             E3      0,61     0,53       0,56       0,54       0,57

* amostras perdidas.

Tabela 3--Significancia dos contrastes entre as propriedades fisicas
do solo nas diferentes condicoes de uso e pastejo.

                                    Camadas (m)

Contrastes     0,00'0,05  0,05'0,10  0,10-0,15  0,15-0,20  0,20-0,30

Densidade (Mg [m.sup.-3])

A1 x A2 A3         *         ns         ns         ns         ns
B1 x B2 B3        ns         ns         ns         ns         ns
C3 x C1 C2 C4     ns         ns         **          *         **
C2 x C1 C3 C4     ns         ns         **          *         **
D1 x D2            -         **          *          *         ns
El x E2 E3        ns          *         **         ns         ns
F x G (2)         ns          *         ns         ns         ns
H x I (3)         ns         ns         ns         ns         **
J x K (4)         ns         **         **          *         ns

Macroporosidade ([m.sup.3] [m.sup.-3])

A1 x A2 A3        ns         ns         ns         ns         ns
B1 x B2 B3         *         ns          *         ns         ns
C3 x C1 C2 C4      *         ns         ns         ns          *
C2 x C1 C3 C4      *         ns         ns         ns          *
D1 x D2           ns         ns         ns         ns         ns
E1 x E2 E3        ns         ns         ns         ns         ns
F x G (2)         ns         ns         ns         ns         ns
H x I (3)         ns         ns         ns         ns         ns
J x K (4)         ns         ns         ns         ns         ns

Microporosidade ([m.sup.3] [m.sup.-3])

A1 x A2 A3        ns         ns         ns         ns          *
B1 x B2 B3         *         ns         ns         ns         ns
C3 x C1 C2 C4     ns          *         ns         ns         ns
C2 x C1 C3 C4     ns          *         ns         ns         ns
D1 x D2           ns         **         ns          *          *
E1 x E2 E3        ns         **         **         **         ns
F x G (2)         ns         **         ns         ns         ns
H x I (3)         ns         ns         ns         ns         ns
J x K (4)         ns         ns         ns         ns         ns

Porosidade total ([m.sup.3] [m.sup.-3])

A1 x A2 A3         *         ns         ns         ns         ns
B1 x B2 B3        ns         ns         ns         ns         ns
C3 x C1 C2 C4     ns         **         ns         ns         ns
C2 x C1 C3 C4     ns          *         ns         ns         ns
D1 x D2           ns         **         ns         ns          *
E1 x E2 E3        ns         **         **         **         ns
F x G (2)         ns         **         ns         ns         ns
H x I (3)         ns         ns         ns         ns         ns
J x K (4)         ns         ns         ns         **         ns

*: Significativo a 5%, ** Significativo a 1%; ns: nao significativo,
(2) FxG = C2 (Escarificado) x A1A2A3B1B2B3C1C3C4D1D2E1E2 (Plantio
Direto); (3) H x I = B2D1D2E1E2 (Pastejado a menos de 10 dias) x
A1A2A3B1B3C1C2C3C4 (Pastejado a mais de 20 dias); (4) JxK =
B2D1D2E1E3 (Gramineas) x A1A2A3 B1B2B3C1C2C3E2 (consorcio entre
gramineas e leguminosas).
COPYRIGHT 2011 Universidade Federal de Santa Maria
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2011 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:Collares, Gilberto Loguercio; Reinert, Dalvan Jose; Reichert, Jose Miguel; Kaiser, Douglas Rodrigo
Publication:Ciencia Rural
Date:Feb 1, 2011
Words:2550
Previous Article:Systemic and local antibodies induced by an experimental inactivated vaccine against bovine herpesvirus type 1/Anticorpos locais e sistemicos...
Next Article:Development of functional yerba-mate jelly/Desenvolvimento de gelatina funcional de erva-mate.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2019 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters