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Stability of caja jellies during storage at ambient conditions/ Estabilidade de geleias de caja durante o armazenamento em condicoes ambientais.

Introducao

O Brasil e o pais que apresenta a maior biodiversidade do mundo, o que permite acesso a inumeras especies frutiferas. Muitas delas sao praticamente desconhecidas e, por tal motivo, sao muito pouco exploradas comercialmente. As regioes Norte e Nordeste do pais abrigam o maior berco dessa biodiversidade e, dentre uma infinidade de frutos tropicais la encontrados, destaca-se o caja (Spondias mombim L.) (Mattietto et al., 2010). Este e um fruto bastante apreciado em todo o Brasil, sendo mais consumido no Nordeste, na forma in natura, e em outras regioes do pais na forma de polpa. Embora exista expectativa de desenvolvimento e expansao de seu cultivo, a comercializacao do caja esta restrita a epoca de safra, entretanto os seus frutos sao bastante pereciveis, o que gera a necessidade de processamento (CavalcantiMata et al., 2005).

De acordo com Antunes (2002), uma alternativa viavel para o aproveitamento economico de frutos e a industrializacao, pois estes podem ser congelados, enlatados, processados na forma de polpa ou na forma de sucos e geleias. Correia et al. (2008) relatam que o processamento industrial de alimentos promove o prolongamento da sua vida util, tornando-os mais atraentes ao paladar. Entretanto, induz mudancas e interacoes entre os constituintes de alimentos. Assim, o processamento pode ter um impacto positivo, destruicao de inibidores ou formacao de complexos desejaveis entre os componentes dos alimentos ou um impacto negativo, com perda de nutrientes.

A producao de geleias e uma boa alternativa para o processamento do fruto da cajazeira. Esse processo, alem de conservar as caracteristicas sensoriais e nutricionais do produto por um periodo superior de tempo, agrega valor ao preco de comercializacao do caja. Segundo recomendacoes tecnicas da Comissao Nacional de Normas e Padroes para Alimentos, Resolucao normativa no. 12/78 (Brasil, 1978), a geleia e um produto obtido pela coccao de frutas inteiras ou em pedacos, polpa ou suco de frutas, com acucar e agua, concentrado ate consistencia gelatinosa (Oliveira et al., 2013).

As geleias convencionais sao obtidas utilizando-se pectinas de alto teor de metoxilacao que promovem a gelatinizacao da mistura em presenca de alto teor de solidos soluveis provenientes da adicao de acucares. Esse tipo de conservacao de alimentos baseia-se em tecnicas que visam proporcionar aos alimentos a maior estabilidade microbiologica possivel, preservando-os assim por mais tempo durante a estocagem. Entretanto, deve-se considerar que armazenamento e um importante fator que influencia nas caracteristicas fisicas e quimicas dos produtos processados a base de frutas, principalmente quando ocorre em periodos prolongados e em condicoes ambientais, por isso torna-se importante o estudo da estabilidade de novos produtos derivados de frutas, como as geleias de caja, durante a armazenagem.

Ante o exposto, o presente trabalho teve por objetivo elaborar e avaliar a estabilidade fisica e quimica de geleias de caja elaboradas com diferentes concentracoes de acucar e pectina, armazenadas por 150 dias em condicoes ambientais de Campina Grande, Paraiba.

Material e Metodos

O trabalho foi desenvolvido no Laboratorio de Armazenamento e Processamento de Produtos Agricolas (LAPPA) da Unidade Academica de Engenharia Agricola (UAEA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na cidade de Campina Grande, Paraiba.

Para realizacao dos ensaios foram utilizados frutos maduros de caja, adquiridos no mercado local da cidade de Campina Grande, Paraiba. Os frutos foram selecionados, lavados em agua corrente, sanitizados em solucao de agua contendo 100 mg.L-1 de cloro ativo por 20 minutos, enxaguados em agua corrente e submetidos ao despolpamento em despolpadeira de pas Laboremus[R]. A polpa obtida foi acondicionada em sacos de polietileno com capacidade de 1 kg e congelada instantaneamente com uso de nitrogenio liquido (aproximadamente -196[degrees]C) e estocadas em camara fria a temperatura de -18 [+ or -] 2[degrees]C, ate o momento de elaboracao das geleias.

Para o processamento das geleias de caja foi utilizado um planejamento fatorial 22 completo com 3 pontos centrais, totalizando em 7 tratamentos. As concentracoes de acucar e pectina de alto teor de metoxilacao foram utilizadas como variaveis independentes (Tabela 1).

As formulacoes foram aquecidas e concentradas em tacho aberto de aco inoxidavel ate atingir teor de solidos soluveis totais de aproximadamente 65[degrees]Brix. Em seguida as geleias foram envasilhadas em recipientes de vidro de tampa metalica com capacidade de 200 mL, sendo posteriormente invertidos por 10 segundos ainda quente. O resfriamento das geleias foi por aspersao com agua fria ate temperatura de aproximadamente 26[degrees]C.

Apos o processamento (tempo zero) e a cada 30 dias por 150 dias as geleias foram submetidas as analises fisicas e quimicas, em triplicata, quanto ao de teor de agua, solidos totais, solidos soluveis totais, pH, acidez total titulavel em acido citrico, de acordo com metodologias da AOAC (2010), acucares (redutores, nao redutores e totais) segundo Instituto Adolfo Lutz (2008), ratio (relacao solidos soluveis totais/acidez total titulavel) e atividade de agua por leitura direta em Aqualab da marca Decagon. Salienta-se que as geleias foram estocadas em local seco e arejado e em temperatura e umidade relativa media ambiente de Campina Grande, Paraiba (26[degrees]C e 78% respectivamente).

Os resultados foram tratados utilizandose o programa computacional Assistat versao 7,5 beta, atraves de um delineamento disposto em esquema fatorial 7 x 6 x 3, sendo 7 formulacoes, 6 periodos de armazenamento e tres repeticoes, analisado atraves de analise de variancia (ANOVA) com a comparacao de medias feita pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Resultados e Discussao

Na Tabela 2 sao apresentados os valores referentes ao teor de agua das geleias de caja armazenadas durante 150 dias em condicoes ambientais. Verifica-se segundo o teste de Tukey que nao houve variacao significativa para os tratamentos GC1, GC4 e GC5 do tempo zero aos 120 dias de armazenamento. Com relacao as formulacoes (Tabela 1), verifica-se que o teor de agua foi afetado significativamente com a variacao da concentracao de acucar e pectina. Os experimentos formulados com as maiores concentracoes de acucar e pectina apresentaram os menores teores de agua para a maioria dos periodos de armazenamento, com excecao dos periodos de 60 e 90 dias. Segundo Lopes (2007), a pectina se precipita como um coloide hidratado formando uma rede de fibrilas nao soluveis com capacidade de reter liquido e aglutinar o acucar sob a forma de um gel. Ainda o mesmo autor afirma que a rigidez do gel ou a continuidade e a densidade das suas fibras depende da concentracao da pectina. Assim, uma mistura pobre neste ingrediente formara uma rede menos densa e, portanto, um gel mais fraco com forte tendencia de liquido.

Verifica-se que os teores de agua apresentaram oscilacoes significativas a 5% de significancia ao longo dos 150 dias de armazenamento. Nota-se que os valores de teor de agua se elevam ao longo do armazenamento em todas as formulacoes de geleia de caja, em que todas as formulacoes adquiriram mais de 10% de agua ao final da estocagem. Resultado semelhante foi constatado por Mota (2006) e Zambiazi et al. (2006) em estudo da estabilidade de geleias de amora-preta e morango, respectivamente, logo fica claro que o tempo de estocagem pode ser um forte contribuinte para a quebra da estrutura da geleia, ou seja, com o prosseguimento do armazenamento, o conjunto formado por pectina, acucar e agua podera se desarranjar, aumentando assim os teores de agua das geleias.

Sao apresentados na Tabela 3 os valores dos solidos totais obtidos para geleias de caja durante armazenamento em condicoes ambientais. Observa-se mediante o teste de Tukey que, para os 30 primeiros e ultimos dias de armazenamento, todos os tratamentos nao apresentaram diferenca significativa a 5% de probabilidade. Como os solidos totais sao um parametro dependente da quantidade de agua do material, sendo inversamente proporcional ao teor de agua, constata-se que a medida que o teor de agua tendia a aumentar ao longo do armazenamento o teor de solidos tendia a diminuir. Comportamento semelhante foi relatado por Zambiazi et al. (2006) em estudo da estabilidade de geleias light de morango.

Na Tabela 4 sao apresentados os valores de atividade de agua das geleias de caja durante armazenamento em condicoes ambientais. Quanto as diferentes formulacoes, verifica-se que nao houve influencia significativa a 5% entre as formulacoes GC1 e GC2 e entre as formulacoes GC5, GC6 e GC7 durante todo o periodo de armazenamento, nem tao pouco ao longo da estocagem para cada geleia individualmente. Os valores de atividade de agua das geleias deste trabalho foram proximos aos de Menezes et al. (2009), que estudaram doces de goiaba.

Apesar de nao ser significativa estatisticamente, e notavel a tendencia de reducao da atividade de agua durante o armazenamento para todos os tratamentos, com excecao das formulacoes GC3 e GC4 formulados com as maiores concentracoes de pectina, corroborando com Assis et al. (2007) que ao pesquisarem a estabilidade de geleia de caju, tambem reportaram tendencia nao significativa de reducao nos valores de atividade de agua. O comportamento estatisticamente estavel do parametro atividade de agua nas geleias de caja deve-se, principalmente, a elevada concentracao de acucar e a nao interacao do produto com o meio ambiente, com absorcao de agua por parte deste, devido a utilizacao de embalagens de vidro adequadas para o acondicionamento de geleias e seu eficiente sistema de isolamento. O aumento da atividade de agua nas formulacoes GC3 e GC4 durante o armazenamento, pode ter ocorrido devido a quebra da estrutura gelatinosa, fenomeno esse que compromete a aceitacao do produto, promove reducao do prazo de validade e potencializa o desenvolvimento de microrganismos que podem comprometer a saude do consumidor.

Mesquita et al. (2003) e Zambiazi et al. (2006), afirmam que a reducao do valor de atividade de agua e um importante fator para o controle de microrganismos indesejaveis em doces e geleias como os bolores e leveduras. Segundo Godoy (2010), valores de atividade de agua inferiores a 0,80 inibem o crescimento de fungos, logo as geleias de caja estavam microbiologicamente seguras, quanto a esse aspecto.

No que diz respeito a acidez total em acido citrico (Tabela 5), os resultados apresentaram variacao significativa entre as formulacoes das geleias, tendo a formulacao GC1 apresentado acidez superior as demais geleias para todos os periodos de armazenamento ([greater than or equal to] 0,90%). Estes resultados sao proximos aos encontrados por Chim (2008), que reportaram acidez de 0,99% em geleia de amorapreta. Granada (2005) relatou acidez em geleia de abacaxi correspondendo a 0,85 e 0,95%, sendo valores bem proximos ao encontrados nas geleias de caja. Lago et al. (2006) recomendam que, de modo geral, as geleias devam conter de 0,30 a 0,80% de acidez, logo os tratamentos GC2, GC3 e GC4 estao dentro desta faixa.

Verifica-se que nao houve diferenca significativa entre os 30 e 150 dias de armazenamento para os valores de acidez das geleias GC1, GC6 e GC7 e entre o tempo zero e 120 dias para as demais formulacoes. Durante os 150 dias de armazenamento as geleias de caja apresentaram tendencia de reducao do seu teor de acidez total titulavel, fato esse tambem reportado com Mota (2006) e Yuyama et al. (2008) para geleias de amora-preta e cubiu, respectivamente. Isso pode estar relacionado a reacoes de degradacao de acidos organicos ao reagirem com pigmentos (Oliveira et al., 2014).

E verificado, na Tabela 6, que houve variacao significativa a 5% de probabilidade nos valores de pH, tanto para os diferentes tratamentos quanto para todo o armazenamento. Nota-se que, para o tempo inicial, os valores de pH estao dentro de um curto intervalo compreendido entre 3,15 a 3,36, para todas as formulacoes, ou seja, observouse pouca variacao. Na elaboracao de geleias de frutas, o pH e uma variavel dependente que sofre grande influencia da especie utilizada. De maneira mais sucinta a especie utilizada para elaboracao de geleia e um parametro crucial.

De uma maneira geral, o pH apresentou uma tendencia de queda durante o periodo de armazenamento o que tambem foi reportado por Nachtigall (2004) em estuda da estabilidade de geleia light de amora-preta, e por Freitas et al. (2008), em pesquisa de geleias de gabiroba armazenadas por 180 dias. De acordo com Mesquita et al. (2003), a utilizacao de metodos combinados, tais como reducao de atividade de agua, reducao do pH, embalagem adequada, entre outros, sao mais eficientes no controle do crescimento microbiologico.

Verifica-se que os solidos soluveis totais (Tabela 7) apresentaram oscilacoes estatisticamente significativas a 5% de significancia entre as formulacoes e ao longo de 150 dias de armazenamento, com variacao entre os valores de 63,00 e 74,03[degrees]Brix. Foi verificado no final da estocagem um aumento significativo no teor de solidos soluveis totais de todas as formulacoes, o que pode ser decorrente da concentracao dos acucares e/ou reducao do teor de agua das geleias ao longo do armazenamento. Assis et al. (2007) analisarem o teor de solidos soluveis de geleia de caju armazenada por 120 dias e verificaram aumento significativo nesses valores no primeiro mes de estocagem. Aslanova et al. (2010) tambem verificaram aumento nos solidos soluveis totais em geleias de morango durante 180 dias.

A relacao entre o teor de solidos soluveis totais e acidez total titulavel (Tabela 8) fornece um indicativo do sabor da geleia e seu balanco entre acucares e acidos. Para tal parametro houve variacao significativa a 5% de significancia entre as formulacoes, com excecao do ponto central. Nota-se que esses valores tendem a aumentar a medida que a concentracao de acucar foi aumentada de acordo com as respectivas formulacoes. Isso ja era esperado, uma vez que, a medida que se aumenta o teor de acucar, eleva-se o teor de solidos soluveis totais e, consequentemente, o ratio. Por ser um produto elaborado a partir da coccao de grande concentracao de acucar (mais de 50%), alem de polpa e pectina, a geleia de caja possui uma acentuada percentagem de solidos soluveis o que contribui para obtencao de valores de ratio superiores a 69.

Com relacao ao armazenamento, nao foi constatada variacao significativa a 5% de probabilidade nos valores de ratio, com excecao da geleia GC2, no entanto observa se que todas as formulacoes apresentaram tendencia de elevacao desses valores durante o armazenamento. Isso ocorre por consequencia da concentracao de solidos soluveis totais e reducao do parametro acidez ao longo do armazenamento. Segundo Jadoski et al. (2011), quanto maior o valor de ratio mais agradavel e o sabor do produto.

Na Tabela 9 estao dispostos os valores de acucares redutores das geleias de caja durante o armazenamento em condicoes ambientais. E perceptivel que o teste de Tukey nao identificou diferenca significativa a 5% de probabilidade entre as geleias GC2 e GC3 e entre as demais geleias no tempo zero. Verifica-se ainda que os valores de acucares redutores apresentaram crescimento significativo a partir do trigesimo dia de estocagem. Barcia et al. (2010) tambem verificaram aumento significativo nos teores de acucares redutores de geleias de jambolao, armazenadas durante 60 dias em condicoes ambientais.

Verifica-se que os acucares nao redutores (Tabela 10) comportaram-se diferentemente dos acucares redutores durante o periodo de armazenamento. Enquanto os acucares redutores aumentaram, os acucares nao redutores diminuiram. Todas as amostras apresentaram reducoes significativas nos conteudos de acucares nao redutores ate 120 dias de estocagem, com excecao da amostra GC6, que apresentou queda significativa ate 150 dias de armazenagem. Assis et al. (2007) tambem verificaram reducao nos acucares nao redutores em geleia de caju armazenada em condicoes ambientais. Segundo os autores, esse fato pode ser explicado pela inversao da sacarose em meio acido. Yuyama et al. (2008) relata que a hidrolise da sacarose pode ser atribuida a reacoes quimicas ocasionadas pela presenca de acidos organicos, uma vez que acucares nao redutores, como a sacarose, sao hidrolisados em meio acido.

Os valores de acucares totais (Tabela 11) das geleias de caja apresentaram diferenca significativa a 5% de probabilidade entre as formulacoes e tambem durante o armazenamento, no entanto nao se verificou diferenca estatistica entre o periodo compreendido do tempo zero aos 60 dias de estocagem para as amostras GC1, GC2, GC3, GC6 e GC7.

Verifica-se que o aumento da concentracao de acucar utilizado nas formulacoes proporcionou elevacao nos teores de acucares totais. Foi observado ainda que ocorreu elevacao nesses teores em todas as formulacoes durante o armazenamento, sendo mais acentuado nas formulacoes dos pontos centrais (GC5 a GC7) e nas amostras elaboradas com a menor concentracao de acucar (GC1 e GC3). Yuyama et al. (2008) verificaram comportamento oposto nos valores de acucares totais durante o armazenamento de geleias de cubiu, com tendencia a estabilidade para os ultimos 60 dias de estocagem.

Conclusao

A maior concentracao de acucar utilizada na elaboracao das geleias influenciou significativamente nos valores de teor de agua, solidos totais, acucares totais, solidos soluveis totais e atividade de agua das geleias de caja.

A menor concentracao de acucar e pectina proporcionou maiores valores de acidez e menores de pH nas geleias elaboradas.

O armazenamento nao influenciou significativamente os valores de atividade de agua e ratio para todas as geleias para todos os periodos estudados, com excecao apenas para a amostra elaborada com a maior concentracao de acucar e menor de pectina para o ratio.

Recebido: 19 Outubro 2012

Aceito: 27 Maio 2015

Referencias

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Jorge Jaco Alves Martins, Emanuel Neto Alves de Oliveira, Ana Paula Trindade Rocha, Dyego da Costa Santos

Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB, Brasil

* Autor correspondente, e-mail: dyego.csantos@gmail.com
Tabela 1. Niveis das variaveis codificadas e reais para o
planejamento experimental das geleias

Tratamento   Variaveis Codificadas          Variaveis Reais

             [X.sub.1]   [X.sub.2]   Acucar (%)   Pectina (%)

GC1             -1          -1           50           0,5
GC2             + 1         -1           60           0,5
GC3             -1          +1           50           1,5
GC4             +1          +1           60           1,5
GC5              0           0           55            1
GC6              0           0           55            1
GC7              0           0           55            1

GC--Geleia de caja

Tabela 2. Valores medios de teor de agua (%) das geleias de caja
durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   0              30              60

GC1           34,06 (aAB)    33,72 (abAB)    29,90 (abB)
GC2           27,45 (abBC)    37,89 (abA)     24,02 (bC)
GC3           30,22 (abC)     39,72 (aAB)    34,67 (aBC)
GC4            26,18 (bB)     26,28 (cB)      25,30 (bB)
GC5           28,67 (abBC)   31,08 (bcABC)    24,95 (bC)
GC6           31,70 (abBC)   34,32 (abABC)   29,77 (abC)
GC7            25,99 (bC)    33,13 (abcAB)   28,56 (abBC)

Tratamentos                   Armazenamento (dias)

                   90              120            150

GC1           32,93 (abAB)    33,58 (abcAB)   38,58 (abA)
GC2            24,40 (cC)     33,35 (abcAB)   34,99 (bA)
GC3            36,87 (aBC)    34,30 (abcBC)   45,52 (aA)
GC4           28,90 (bcAB)    31,34 (bcAB)    33,50 (bA)
GC5           31,80 (abABC)   30,58 (cABC)    36,12 (bA)
GC6            37,88 (aAB)    37,55 (abAB)    39,89 (abA)
GC7           34,74 (abAB)     38,34 (aA)     38,06 (bA)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas = 6,96; DMS para linha= 6,73;
MG= 32,64; CV= 8,65; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 3. Valores medios de teor de solidos totais (%) das geleias de
caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   0              30             60

GC1           65,94 (bAB)    66,28 (bcAB)    70,10 (abA)
GC2           72,55 (abAB)    62,11 (bcC)    75,98 (aA)
GC3           72,55 (abAB)    60,28 (cBC)    65,33 (bAB)
GC4           72,55 (abAB)    73,72 (aA)     74,70 (aA)
GC5           72,55 (abAB)   68,92 (abABC)   74,70 (aA)
GC6           72,55 (abAB)   65,68 (bcABC)   74,70 (aA)
GC7           72,55 (abAB)   66,87 (abcBC)   74,70 (aA)

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   90             120            150

GC1           67,07 (bcAB)   66,42 (abcAB)   61,42 (abB)
GC2           75,60 (abA)    66,42 (abcAB)   65,01 (aC)
GC3           63,13 (cAB)    66,42 (abcAB)   54,48 (bC)
GC4           71,10 (abAB)   66,42 (abcAB)   66,50 (aB)
GC5           68,20 (bcBC)   66,42 (abcAB)   66,50 (aB)
GC6           62,12 (cBC)    62,45 (bcBC)    60,11 (abC)
GC7           65,26 (bcBC)    61,66 (cC)     60,11 (abC)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas = 6,96; DMS para linha= 6,73;
MG= 67,36; CV= 4,19; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 4. Valores medios de atividade de agua (Aw) das geleias de
caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  0            30            60

GC1           0,791 (aA)   0,757 (abA)   0,748 (abA)
GC2           0,764 (aA)   0,748 (abA)   0,728 (abA)
GC3           0,764 (aA)   0,818 (aA)    0,804 (aA)
GC4           0,621 (bA)   0,716 (bA)    0,704 (bA)
GC5           0,729 (aA)   0,707 (bA)    0,706 (bA)
GC6           0,756 (aA)   0,753 (abA)   0,752 (abA)
GC7           0,745 (aA)   0,739 (bA)    0,739 (abA)

Tratamentos                 Armazenamento (dias)

                  90            120           150

GC1           0,730 (abA)   0,740 (abA)   0,737 (abA)
GC2           0,730 (abA)   0,714 (bA)    0,721 (abA)
GC3           0,805 (aA)    0,793 (aA)    0,788 (aA)
GC4           0,707 (bA)    0,693 (bAB)   0,695 (bA)
GC5           0,714 (bA)    0,688 (bA)    0,686 (bA)
GC6           0,754 (abA)   0,747 (abA)   0,722 (abA)
GC7           0,735 (abA)   0,726 (abA)   0,698 (bA)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas = 0,076; DMS para linha= 0,073
MG= 0,736; CV= 4,173; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV--Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 5. Valores medios da acidez total titulavel em acido citrico
(%) das geleias de caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  0            30          60

GC1           0,97 (aA)    0,92 (aAB)   0,90 (aB)
GC2           0,61 (eA)    0,56 (eA)    0,58 (dA)
GC3           0,76 (cdA)   0,71 (cdA)   0,70 (cA)
GC4           0,71 (dA)    0,68 (bA)    0,69 (cA)
GC5           0,83 (bcA)   0,77 (bA)    0,78 (bA)
GC6           0,85 (bA)    0,75 (bcB)   0,77 (bB)
GC7           0,85 (bA)    0,74 (bcB)   0,78 (bB)

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  90          120         150

GC1           0,90 (aB)    0,90 (aB)   0,90 (aB)
GC2           0,60 (dA)    0,58 (dA)   0,48 (dB)
GC3           0,74 (bcA)   0,75 (bA)   0,73 (bA)
GC4           0,71 (cA)    0,68 (cA)   0,66 (cA)
GC5           0,80 (bA)    0,81 (bA)   0,78 (bA)
GC6           0,77 (bcB)   0,76 (bB)   0,77 (bB)
GC7           0,79 (bB)    0,78 (bB)   0,78 (bAB)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas = 0,07; DMS para linha= 0,06;
MG= 0,75; CV= 3,53; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 6. Valores medios de pH das geleias de caja durante
armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  0           30           60

GC1           3,15 (eA)    3,00 (eD)   3,07 (cdC)
GC2           3,30 (bA)    3,19 (bD)   3,21 (bC)
GC3           3,36 (aA)    3,29 (aB)   3,29 (aB)
GC4           3,20 (cA)    3,06 (cC)   3,07 (cdC)
GC5           3,18 (dA)    3,07 (cC)   3,06 (cdC)
GC6           3,18c (dA)   3,03 (dD)   3,09 (cC)
GC7           3,19c (dA)   3,03 (dD)   3,04 (dCD)

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  90          120          150

GC1           3,01 (eD)    3,09 (eB)    3,08 (eBC)
GC2           3,20 (bCD)   3,26 (bB)    3,26 (bB)
GC3           3,26 (aC)    3,29 (aB)    3,29 (aB)
GC4           3,06 (cC)    3,14 (cB)    3,13 (cB)
GC5           3,04 (cdD)   3,10 (deB)   3,10 (dB)
GC6           3,02 (deD)   3,11 (dB)    3,10 (dBC)
GC7           3,05 (cC)    3,11 (deB)   3,10 (deB)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas= 0,02; DMS para linha= 0,02; MG=
3,14; CV= 0,27; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media Geral;
CV-Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma letra
minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem estatisticamente
pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 7. Valores medios dos solidos soluveis totais (Brix) das
geleias de caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  0            30           60

GC1           68,00 (cD)   69,33 (eC)   70,00 (eB)
GC2           70,00 (bC)   72,08 (cB)   72,33 (cB)
GC3           63,00 (dE)   63,83 (fD)   64,00 (gCD)
GC4           72,00 (aC)   74,00 (aA)   74,00 (aA)
GC5           72,00 (aD)   73,50 (bA)   73,00 (bB)
GC6           68,00 (cD)   68,98 (eC)   69,00 (fC)
GC7           70,00 (bC)   71,42 (dB)   71,50 (dA)

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  90          120           150

GC1           72,03 (dA)   69,40 (eC)   69,67 (eBC)
GC2           73,03 (bA)   72,07 (cB)   72,00 (cB)
GC3           65,03 (gB)   66,00 (fA)   64,33 (gC)
GC4           74,03 (aA)   73,50 (aB)   73,73 (aAB)
GC5           72,53 (cC)   73,00 (bB)   72,57 (bC)
GC6           70,03 (fA)   69,43 (eB)   69,00 (fC)
GC7           71,53 (eA)   71,00 (dB)   71,00 (dB)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas= 0,43; DMS para linha= 0,42; MG=
70,36; CV= 0,25; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 8. Valores medios da relacao SST/ATT das geleias de caja
durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   0              30             60

GC1            69,80 (cA)     75,44 (cA)     77,52 (cA)
GC2            114,62 (aB    128,89 (aB)    125,27 (aB)
GC3           82,57 (bcA)    90,43 (bcA)    90,92 (bcA)
GC4           101,49 (abA)   109,30 (abA)   107,26 (abA)
GC5           87,25 (bcA)    95,05 (bcA)    93,37 (bcA)
GC6           80,37 (bcA)    91,75 (bcA)    89,62 (bcA)
GC7           82,81 (bcA)    96,37 (bcA)    91,73 (bcA)

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   90            120            150

GC1            79,98 (bA)     76,80 (cA)    77,16 (cA)
GC2            121,45 (aB    123,91 (aB)    165,54 (aA)
GC3            87,95 (bA)    88,36 (bcA)    87,82 (bcA)
GC4           103,86 (abA)   108,11 (abA)   111,15 (bA)
GC5            90,42 (bA)    90,25 (bcA)    93,41 (bcA)
GC6            91,35 (bA)    91,76 (bcA)    89,70 (bcA)
GC7            90,36 (bA)    90,46 (bcA)    90,73 (bcA)

GC--Geleia de caja; SST--Solidos soluveis totais; ATT--Acidez total
em acido citrico; DMS para colunas= 26,74; DMS para linha= 25,84; MG=
96,01; CV= 11,30. DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV--Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 9. Valores medios de acucares redutores em glicose (%) das
geleias de caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                Armazenamento (dias)

                  0            30            60

GC1           43,04 (aD)   45,00 (aD)    49,27 (aC)
GC2           37,96 (bC)   38,44 (cC)    36,58 (cC)
GC3           35,95 (bE)   37,21 (cDE)   39,56 (bD)
GC4           40,88 (aD)   41,38 (bD)    40,40 (bD)
GC5           40,96 (aC)   41,83 (bC)    51,87 (aB)
GC6           42,55 (aD)   43,34 (abD)   51,12 (aC)
GC7           41,64 (aE)   42,21 (bE)    50,65 (aD)

Tratamentos                 Armazenamento (dias)

                  90           120          150

GC1           49,65 (bC)    54,50 (aB)   61,44 (aA)
GC2           38,28 (dC)    47,92 (bB)   54,24 (cA)
GC3           42,83 (cC)    47,27 (bB)   52,58 (cA)
GC4           45,18 (cC)    53,70 (aB)   58,16 (bA)
GC5           51,79 (abB)   53,73 (aB)   60,82 (aA)
GC6           50,89 (abC)   54,55 (aB)   61,65 (aA)
GC7           53,49 (aC)    56,18 (aB)   61,33 (aA)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas= 2,63; DMS para linha= 2,55; MG=
47,67; CV= 2,24; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 10. Valores medios de acucares nao redutores em sacarose (%)
das geleias de caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                 Armazenamento (dias)

                   0             30              60

GC1           19,37 (cAB)    21,80 (bA)     13,49 (cBCD)
GC2           33,01 (aA)     35,76 (aA)      36,41 (aA)
GC3           27 29 (abA)    29,38 (abA)     23,52 (bA)
GC4           24,97 (bcB)   25,45 (bcdAB)    31,60 (aA)
GC5           19,87 (bAB)    22,37 (cdA)    17 07 (bcABC)
GC6           24,19 (bcA)   25,97 (bcdA)     15,97 (cB)
GC7           27,60 (abA)    28,99 (cdA)     15,62 (cB)

Tratamentos                  Armazenamento (dias)

                   90            120            150

GC1           16,03 (bABC)    8,18 (cD)     10,30 (bCD)
GC2            30,59 (aA)     18,91 (aB)    20,73 (aB)
GC3            15,18 (bB)    12,93 (abcB)   14,56 (abB)
GC4           25,97 (aAB)    17,37 (abC)    14,51 (abC)
GC5           17,18 (bABC)   11,15 (bcC)    13,69 (bBC)
GC6            14,74 (bB)     7,18 (cC)     15,70 (abB)
GC7            16,18 (bB)    13,57 (abcB)   15,16 (abB)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas= 6,62; DMS para linha= 6,40; MG=
20,23; CV= 13,28. DMS=Diferenca minima significativa; MG=Media Geral;
CV= Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma letra
minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem estatisticamente
pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

Tabela 11. Valores medios de acucares totais em glicose (%) das
geleias de caja durante armazenamento a temperatura ambiente.

Tratamentos                   Armazenamento (dias)

                    0              30             60

GC1            63,43 (cdB)    67,95 (bcAB)    63,47 (dB)
GC2            72,71 (aAB)     76,08 (aA)     74,91 (aA)
GC3           64,68 (bcdAB)   68,13 (bcA)    64,32 (cdAB)
GC4           67,16 (abcdB)   68,17 (bcAB)    73,66 (abA
GC5            61,88 (bC)     65,38 (cBC)    69,84 (abcAB)
GC6           68,02 (abcBC)   70,67 (abcB)   67,94 (bcdBC)
GC7            70,69 (abB)    72,73 (abAB)    67,09 (bcB)

Tratamentos                 Armazenamento (dias)

                  90             120            150

GC1           66,52 (aAB)    63,11 (cdB)    72,28 (abA)
GC2           70,48 (aAB)   67,83 (abcB)    76,07 (aA)
GC3           58,81 (dB)     60,88 (dB)     67,91 (bA)
GC4           72,51 (aAB)    71,99 (aAB)    73,43 (abA)
GC5           69,87 (aAB)   65,47 (bcdBC)   75,23 (aA)
GC6           66,40 (aBC)    62,11 (cdC)    78,17 (aA)
GC7           70,51 (aB)     70,46 (abB)    77,30 (aA)

GC--Geleia de caja; DMS para colunas= 6,13; DMS para linha= 5,93; MG=
68,96; CV= 3,61; DMS--Diferenca minima significativa; MG--Media
Geral; CV -Coeficiente de Variacao. Obs.: Medias seguidas pela mesma
letra minuscula na coluna e maiuscula na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.
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Author:Martins, Jorge Jaco Alves; de Oliveira, Emanuel Neto Alves; Rocha, Ana Paula Trindade; Santos, Dyego
Publication:Comunicata Scientiae
Date:Apr 1, 2015
Words:5918
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