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Scientific evidence of urinary retention diagnostic practices: scoping review/ Evidencias cientificas das praticas de diagnostico da retencao urinaria: scoping review/Evidencias cientificas de las practicas de diagnostico de la retencion urinaria: scoping review.

INTRODUCAO

O diagnostico da retencao urinaria (RU) e comumente presente na pratica assistencial dos enfermeiros. A RU pode ser definida como a incapacidade de eliminar completa ou parcialmente a urina acumulada na bexiga urinaria (1).

Os sinais e sintomas de RU aguda sao a incapacidade repentina de urinar, distensao vesical, dor e desconfortos intensos na regiao abdominal inferior. A RU cronica pode ser assintomatica. Nela a bexiga hiperdistendida nao contrai eficazmente e o paciente nao tem consciencia de que ela nao esvazia completamente (2).

Para a realizacao do diagnostico de RU, e necessaria a coleta de dados clinicos, atraves da entrevista e do exame fisico da bexiga urinaria. Durante a avaliacao do paciente, o profissional deve considerar todos os elementos que irao determinar o diagnostico. No caso do diagnostico de RU, e preciso avaliar padroes anteriores de miccao, realizar a inspecao do abdomen, palpar a parte inferior distendida do abdomen; avaliar e registrar a quantidade de urina desprezada nos intervalos de tempo entre as miccoes; avaliar a quantidade, frequencia e aspectos da urina; determinar o equilibrio entre o consumo e a producao, a ingestao maior do que a producao pode indicar RU (3).

Todavia, o diagnostico de RU depende da incorporacao de parametros clinicos de dificil mensuracao pelo exame fisico e que associa fatores desfavoraveis como o uso de medicamentos, alteracoes do sistema nervoso, entre outros.

O exame fisico da bexiga urinaria abrange a inspecao, palpacao e percussao da area suprapubica, todavia, na maioria das vezes, tais semiotecnicas nao oferecem ao avaliador sensibilidade necessaria para obter uma medida precisa do volume urinario retido no orgao. Quando a bexiga urinaria apresenta-se cheia e pode ser palpada, ao nivel da cicatriz umbilical, e estimado que esteja preenchida com cerca de 500 mililitros (mL) de urina, mas se estender-se acima dessa regiao o volume urinario retido pode variar num intervalo que alcanca ate cerca de 1000 mL (2).

Quando o paciente esta consciente e em RU, e capaz de verbalizar a dor e o desconforto associados ao fato, todavia, pacientes com Doenca de Alzheimer, com disturbios psiquiatricos, comatosos, anestesiados, com lesao medular ou efeitos de outras drogas e/ou patologias do sistema neurologico podem ser incapazes de comunicar ou sentir os sinais e sintomas da RU (3).

Na efetividade do diagnostico de RU, deve ainda ser considerada a subjetividade do examinador, o que leva o profissional a superestimar ou subestimar o volume de urina na bexiga urinaria, caracterizando de forma erronea a presenca ou nao de RU e acarretando em muitas ocasioes a realizacao do cateterismo urinario desnecessario, o que incide em riscos de trauma e infeccao do trato urinario (ITU) (4).

A assistencia de enfermagem ao paciente em RU sem suporte teorico e padronizacao adequada, favorece o exercicio profissional imperito, negligente e/ou imprudente, podendo ocasionar danos a clientela, problemas legais e eticos aos profissionais e descredito da classe profissional pela sociedade (5).

Nesse sentido, para melhor qualificar o cuidado promovido pelo enfermeiro, mediante um estudo de revisao, o objetivo deste trabalho foi identificar evidencias cientificas sobre as praticas para o diagnostico da RU.

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo de scoping review elaborado conforme metodologia do Instituto Joanna Briggs (JBI) (6).

Para a construcao da pergunta da pesquisa, utilizou-se a estrategia PICO: paciente, intervencao, comparacao e outcomes ou desfecho (7), P--pacientes em retencao urinaria; I--avaliacao da retencao urinaria; C--pacientes sem retencao urinaria, O -diagnostico da retencao urinaria; o que resultou na seguinte questao norteadora: Quais as praticas utilizadas para o diagnostico de pacientes em retencao urinaria?

Para a busca utilizou-se os descritores e seus sinonimos de acordo com os Descritores em Ciencias da Saude (DeCS) e Medical Subject Headings (MeSH): pacientes (patients) and retencao urinaria (urinary retention) and avaliacao (evaluation) and diagnostico (diagnosis). Nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciencias da Saude (LILACS), Web of Science, National Library of Medicine (PubMed), Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), The Cochrane Library, SCOPUS.

Foram inclusas pesquisas realizadas com pacientes em RU; que abordassem o diagnostico da retencao urinaria; de enfoque quantitativo e/ou qualitativo, que respondessem a pergunta da busca estabelecida, independentemente da area de conhecimento a que estivesse vinculada. Foram exclusos os estudos secundarios, os nao cientificos, as informacoes de websites e propagandas veiculadas em midia e as pesquisas encontradas em duplicidade nas diferentes bases.

Apos leitura dos titulos e resumos dos 2482 estudos encontrados, 47 foram selecionados para leitura na integra. Dentre os 47 estudos analisados, 14 foram excluidos por estarem publicados em mais de uma base de dados. Dentre os 33 artigos selecionados para analise de texto completo, 11 foram excluidos por nao responderem a pergunta desta revisao e um estudo foi incluso apos a avaliacao das referencias. Assim, 23 estudos foram selecionados.

Apos, os dados dos artigos selecionados foram extraidos com auxilio de um instrumento construido pelos pesquisadores, conforme orientacao do JBI8, em que foram identificados a base de dados de publicacao da pesquisa, periodico, autoria, pais, ano, area do estudo, objetivo, detalhamento metodologico, detalhamento amostral, principais resultados e conclusoes. Os estudos foram agrupados e os resultados apresentados na forma de figuras e relatorio discursivo.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Entre os 23 (100,0%) artigos que compuseram a amostra (9-31), 2 (8,7%) foram publicados em portugues e os 21 (91,3%) foram publicados em ingles. Entre eles, 7 (30,4%) foram publicados em periodicos de enfermagem, 16 (69,6%) em periodicos medicos.

A caracterizacao bibliografica dos artigos examinados e apresentada na Figura 1.

Os artigos inclusos neste estudo sao descritos quanto ao numero e tipo de participantes, pratica para diagnostico da RU e principais resultados e conclusoes, conforme mostra a Figura 2.

A assistencia de enfermagem em RU pode ser encontrada em diversas clinicas e e pratica rotineira da equipe de enfermagem. Para que ocorra com seguranca e qualidade, necessita de diagnostico preciso e intervencoes apropriadas (13).

Neste estudo, entre as 23 (100,0%) pesquisas analisadas, a maioria foi publicada na lingua inglesa, em periodicos medicos, destacando-se as areas da clinica anestesica e de reabilitacao e em paises dos continentes americano, europeu e asiatico, segundo a Figura 1. Embora o diagnostico de RU (32) faca parte da sistematizacao da assistencia de enfermagem, ele ainda tem sido pouco discutido e difundido na pratica da profissao, principalmente no Brasil.

A pratica baseada em evidencias e uma abordagem que possibilita a melhoria da qualidade da assistencia a saude, e intensifica o julgamento clinico. Porem, para que possa ser utilizada com eficiencia cabe aos profissionais da saude obter, interpretar e integrar os resultados ja evidenciados aos dados clinicos do paciente. Quando essa abordagem norteia o cuidado, as intervencoes sao mais efetivas e os resultados proporcionam a melhoria da assistencia (33).

Nos estudos analisados, a RU mostrou-se presente em pacientes adultos em pos-operatorio (PO); em puerperas (imediato e mediato) e ainda em pacientes em unidade de reabilitacao geral, reabilitacao de acidente vascular cerebral isquemico, esclerose multipla e pacientes idosos, conforme a Figura 2. Para o diagnostico da RU nessa clientela, foram considerados exclusivamente os volumes urinarios. Nao houve consenso entre a maior parte dos autores dos estudos analisados quanto ao valor de urina retido na bexiga para o diagnostico de RU.

De acordo com as pesquisas da amostra examinada, a RU em pacientes adultos no pos-operatorio (PO) esta comumente associada ao uso de anestesias regionais, com bupivacaina pesada e isobarica associada a morfina, lidocaina sem vasoconstritor e ropivacaina; medicacoes frequentemente utilizadas em cirurgias ortopedicas (34). Entre os 23 (100,0%) estudos analisados, 13 (56,5%) tratavam da RU no PO de cirurgias ortopedicas (9,10,15,17,19,23,31), toracicas (9,10,24), abdominais (10,16,23), ginecologicas (10), cabeca e pescoco (10), vascular (23), urologicas (23) e neurocirurgias (9,27). Nesses pacientes, o parametro para o diagnostico de RU foi atribuido pelos pesquisadores a dificuldade para a miccao e considerados diferentes volumes de urina retidos na bexiga urinaria. Os volumes considerados como RU variavam entre > 200 mL a > 800 mL de urina, sendo > 200 mL (16), > 360 mL (10), > 400 mL (26,18), > 500 mL (25,27), > 600 mL (19,23,24) e > 800 mL (25,31).

Em puerperas, a RU pode estar associada ao periodo do parto, em decorrencia da analgesia, edema e/ ou trauma da bexiga urinaria, edema e traumatismos dos tecidos em torno do meato urinario e/ou ainda pela sensibilidade diminuida a pressao exercida pela urina30. A RU pos-parto e capaz de afetar qualquer paciente que vivencia o parto. Um atraso no diagnostico da RU pos-parto ou no tratamento pode levar a uma subsequente complicacao representada por infeccoes urinarias recorrentes, danos no trato urinario superior e dificuldades urinarias permanentes. No entanto, entre os principais problemas relacionados ao tratamento de RU pos-parto, estao listados a falta de protocolos de avaliacao da RU (35).

Entre os estudos que trataram da RU associada a clinica obstetrica, foi considerado para o diagnostico de RU volume de urina retido na bexiga [greater than or equal to] 400 mL, associado a ausencia de miccao espontanea apos 6 horas do parto normal ou da remocao do cateter de demora em parto cesarea (14). Nos casos em que houve miccao espontanea, foram ainda observados RU pos-miccao. Nessas pacientes, para o diagnostico de RU pos-miccao, foi considerado volume de urina retido na bexiga [greater than or equal to] 150 mL (30).

Ainda de acordo com as pesquisas analisadas na amostra deste estudo, a incidencia de RU em pacientes adultos em processo de reabilitacao prevalece agregada a disfuncao neurologica, que acomete o sistema excretor vesical. As disfuncoes miccionais decorrentes de lesoes neurologicas estao relacionadas a alteracoes de funcao do musculo detrusor e esfincter externo, causando RU pos-miccao. O tratamento das disfuncoes miccionais neurogenicas tem como finalidade proteger o trato urinario superior e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, sendo aplicados os principios terapeuticos a diferentes padroes de disfuncoes miccionais (36).

Entre as pesquisas avaliadas na area de reabilitacao, um unico estudo indica, como parametro para RU em paciente que nao apresenta miccao espontanea, volume de urina retido na bexiga > 400 mL (18). Os demais estudos analisados de pacientes em reabilitacao apontam para o diagnostico de RU pos-miccao volume > 100 mL (11,18,28) e/ou [greater than or equal to] 150 mL (13, 29).

Na clinica de reabilitacao, o pequeno volume de urina retido na bexiga (>100 mL a [greater than or equal to] 150 mL), que caracteriza o diagnostico de RU pos-miccao, dificulta o processo de exame fisico. Dessa forma, nessa clinica, e consenso para o diagnostico de RU pos-miccao de pacientes em reabilitacao o uso do ultrassom portatil de bexiga (11,13,18,22,26,28,29).

Sobre esse assunto, estudo observacional, realizado em uma clinica de reabilitacao, verificou que o uso exclusivo indicadores clinicos, nao possibilitou diagnosticar a RU pos-miccao em 20% dos pacientes. O estudo concluiu ainda que a pratica clinica de rotina, que se baseia na identificacao dos sinais e sintomas e exame fisico do paciente, sem o uso do ultrassom portatil de bexiga, resultou em uma taxa significativa de subdiagnostico de RU pos-miccao (13).

O ultrassom portatil de bexiga tem sido utilizado como um metodo nao invasivo, conveniente para medir o volume urinario. A sua utilizacao e relativamente rapida, segura, indolor, requer pouca cooperacao do paciente e nao ha a necessidade de profissionais especialmente treinados. Reduz o estresse e possiveis problemas fisicos para os pacientes. O seu uso esta se tornando rotina nos cuidados primarios e os beneficios incluem menos cateterismo urinario e maior conforto e satisfacao do paciente (37).

Para que se possa prestar uma assistencia de enfermagem humanizada, de qualidade e diferenciada para a realizacao do diagnostico de RU, o uso do ultrassom portatil de bexiga deve ser uma medida complementar ao exame clinico do paciente. E necessario associar ao uso da tecnologia medidas de avaliacao clinica como o metodo de anamnese (como ouvir a queixa do paciente), inspecao, palpacao e percussao da bexiga.

Foram ainda mencionados no diagnostico da RU medidas nao invasivas e nao fidedignas, representadas no PO pelo uso de compressas mornas na regiao suprapubica, posicionamento ortostatico e uso de ruido de agua corrente (9) induzindo a miccao espontanea; alem de medidas invasivas, atraves do cateterismo urinario de alivio em clinica de puerperas (12).

O cateterismo urinario de alivio e um procedimento invasivo que incorre em risco de ITU e trauma de uretra. Deve ser realizado, quando estritamente necessario, como forma de tratamento e nao de diagnostico da RU (38). Todos os estudos analisados indicam o uso do cateter urinario como a intervencao de escolha para o tratamento da RU.

Com a evolucao do processo de enfermagem, a sistematizacao da assistencia e atribuicao dos diagnosticos de enfermagem requerem do enfermeiro um conhecimento mais aprofundado das necessidades humanas basicas, fundamentado em julgamento clinico e tomada de decisao (39). Um diagnostico acurado reflete o real estado do paciente. A importancia da acuracia das interpretacoes das respostas humanas fundamenta a selecao das intervencoes, que contribuem para a obtencao dos resultados esperados. Quando as interpretacoes sao de baixa acuracia podem levar a omissao de cuidados acarretando prejuizos ao paciente (40).

Para alcancar um cuidado mais seguro e com o minimo de danos, e necessario identificar, analisar e gerenciar os riscos relacionados aos incidentes de seguranca, uma vez que os profissionais sao responsaveis pelo planejamento e intervencao apropriada com a finalidade de manter a assistencia segura, ou seja, e fundamental o desenvolvimento e a aplicacao de estudos de assistencia de enfermagem na RU.

CONCLUSAO

Os resultados encontrados nesta revisao apontam que a RU e um assunto que vem despertando interesse nos profissionais de saude nos ultimos anos.

Como parametro para diagnostico de RU, nota-se que nao existe um consenso, porem a maior parte das evidencias encontradas neste estudo sugere que para a clinica pos-operatoria, clinica obstetrica e clinica de reabilitacao para paciente que nao urina espontaneamente o valor de RU de ser [greater than or equal to]400 mL e para RU pos-miccao, [greater than or equal to]150 mL.

Entretanto, a realizacao do diagnostico assertivo de RU sem o auxilio do ultrassom portatil de bexiga e subjetivo, todavia a pratica clinica nunca pode ser substituida e subestimada pelo uso de tecnologias.

Ha necessidade de explicitar que este estudo apresentou limitacoes, visto que na busca foram utilizados somente cinco bases de dados eletronicas para recuperar os artigos e isso pode ter contribuido para que muitos trabalhos nao tenham sido identificados.

Considerando os achados, sugere-se a realizacao de novas pesquisas, principalmente no sentido de se estabelecer protocolos que auxiliem a pratica clinica no diagnostico de RU.

DOI: http://dx.doi.org/10.12957/reuerj.2018.25840

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Beatriz Maria Jorge [I]; Alessandra Mazzo [II]; Anamaria Alves Napoleao [III]; Anaisa Bianchini [IV]

[I] Enfermeira. Doutora pela Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto da Universidade de Sao Paulo. Brasil. E-mail: beatrizjorge@usp.br

[II] Enfermeira. Livre-Docente. Professora Associada', Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto da Universidade de Sao Paulo. Brasil. E-mail: amazzo@eerp.usp.br

[III] Enfermeira. Doutora. Professora Associada, Universidade Federal de Sao Carlos. Brasil. E-mail: aa.napoleao@gmail.com

[IV] Enfermeira. Mestranda Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto da Universidade de Sao Paulo. Brasil. E-mail: anaisa.bianchi@usp.br

Recebido em: 10/10/2016--Aprovado em: 23/06/2018
FIGURA 1: Descricao dos estudos segundo numero da referencia/ autores,
base de dados, periodico/ano, pais de publicacao e area de estudo.
2016.

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Johansson,             CINAHL       Journal of Clinical Nursing/2010
Christensson (26)

Lee, Tsay, Lou,        CINAHL       Journal of Advanced Nursing/2007
Dai (27)

Kirchhof, Fowler       CINAHL       Spinal Cord/2000
(28)

Borrie, Campbell,      CINAHL       Rehability Nursing/2001
Arcese, Bray,
Hart, Labate, et
al (29)

Yip, Sahota,           CINAHL       American Journal of Obstetrics &
Chang, Chung (30)                   Gynecology/2002

Slappendel, Weber      CINAHL       European Journal of
(31)                                Anaesthesiology/1999

Referencia            Pais de                 Area do estudo
                     publicacao

Fernandes, Costa,      Brasil       Enfermagem- Reabilitacao
Saraiva (9)

Mago, Helayel,         Brasil       Medicina- Anestesiologia
Bianchini,
Kozuki, Oliveira
Filho (10)

Kong, Young (11)      Singapura     Medicina- Reabilitacao

Groutz, Levin,         Israel       Medicina- Uroginecologia
Gold, Pauzner,
Lessing, Gordon
(12)

Wu, Baguley (13)      Australia     Medicina- Reabilitacao

Glavind, Bjork        Dinamarca     Medicina- Uroginecologia
(14)

Tobu, Noguchi,          Japao       Medicina- Urologia
Hashikawa, Uozumi
(15)

Kin, Rhoads,          Estados       Medicina- Cirurgia Coloretal
Jalali, Shelton,     Unidos da
Welton (16)            America

Joelsson-Alm,          Suecia       Medicina- Clinica Medica
Ulfvarson, Nyman,
Divander, Svensen
(17)

Kim, Chun, Han,     Coreia do Sul   Medicina- Reabilitacao
Yi, Kim (18)

Kreutziger,             Suica       Medicina- Anestesiologia
Frankenberger,
Luger, Richard,
Zbinden (19)

Shadle, Barbaro,         EUA        Medicina- Cirurgia Geral
Waxman, Connor,
Von Dollen (20)

Koomen, Bouman,     Nova Zelandia   Medicina- Anestesiologia
Callewaerdt, Vos,
Prins, Anderson,
et al (21)

Teng, Huang, Kuo,      Taiwan       Enfermagem- Reabilitacao
Bih (22)

Keita, Diouf,          Franca       Medicina- Anestesiologia
Tubach, Brouwer,
Dahmani, Mantz,
et al (23)

Ladak,                 Canada       Enfermagem-Anestesiologia
Katznelson,
Muscat, Sawhney,
Beattie, O'Leary
(24)

Palese, Buchini,       Italia       Enfermagem- Reabilitacao
Deroma, Barbone
(25)

Johansson,             Suecia       Enfermagem- Ciencias da Enfermagem
Christensson (26)

Lee, Tsay, Lou,        Taiwan       Enfermagem-Neurocirurgia
Dai (27)

Kirchhof, Fowler      Alemanha      Medicina- Uro-neurologia
(28)

Borrie, Campbell,      Canada       Enfermagem- Geriatria
Arcese, Bray,
Hart, Labate, et
al (29)

Yip, Sahota,            China       Medicina- Obstetricia
Chang, Chung (30)

Slappendel, Weber      Holanda      Medicina- Anestesiologia
(31)

FIGURA 2: Descricao dos artigos segundo numero e tipo de participantes,
pratica para diagnostico da RU e principais resultados e conclusoes.
2016.

Participantes                     Pratica para diagnostico da RU

594 pacientes em PO (9)     Medidas nao invasivas para miccao
                            espontanea, se insucesso cateterismo
                            urinario.

257 pacientes em PO (10)    Ultrassonografia de bexiga, para pacientes
                            com volume [greater than or equal to] 360
                            ml na admissao da sala de recuperacao
                            pos-anestesica (SRPA).

80 pacientes em             Ultrassom portatil de bexiga, para avaliar
reabilitacao (11)           volume residual com medidas > 100 ml.

165 puerperas (13)          Cateterismo urinario de alivio.

319 pacientes em            Ultrassom portatil de bexiga nas primeiras
reabilitacao (14)           72h de admissao na unidade. RU se volume
                            residual [greater than or equal to]150 ml.

1649 puerperas (15)         Ausencia de miccao espontanea apos seis
                            horas do parto normal ou remocao do
                            cateterismo de demora em parto cesarea.
                            Ultrassom portatil de bexiga. RU se volume
                            [greater than or equal to] 400 ml.

72 pacientes em PO (16)     Cateterismo urinario de alivio.

143 pacientes em PO (17)    Ultrassom de bexiga. RU volume de urina
                            residual pos-miccao > 200 ml.

281 pacientes em PO (18)    Ultrassom portatil de bexiga. RU se volume
                            de urina [greater than or equal to] 400
                            ml.

52 pacientes em             Ultrassom portatil de bexiga. RU se volume
reabilitacao (19)           de urina > 400 ml e pos-miccao > 100 ml.

86 pacientes em PO (20)     Ultrassom portatil de bexiga. RU volume
                            >600 ml.

176 adultos em PO (21)      Ultrassom portatil de bexiga. Realizada
                            tres medidas: pre-operatorio, na entrada e
                            na alta da SRPA.

40 criancas em PO (22)      Ultrassom portatil de bexiga. Nao define
                            RU.

71 pacientes em             Ultrassom portatil de bexiga. Nao define
reabilitacao (23)           RU.

313 adultos em PO (24)      Ultrassom portatil de bexiga. RU volume de
                            urina >600 ml.

49 pacientes em PO (25)     Ultrassom portatil de bexiga. RU volume de
                            urina > 600 ml.

Tres estudos                Ultrassom portatil de bexiga. 1) RU se
quase-experimentais (26)    volume de urina >500 ml; 2) Nao define
                            parametros para RU; 3) RU volume de urina
                            > 800 ml.

48 pacientes em             Ultrassom portatil de bexiga. RU volume de
reabilitacao (27)           urina de 400 ml.

244 pacientes em PO (28)    Ultrassom portatil de bexiga. RU volume de
                            urina > 500 ml.

40 pacientes com            Ultrassom ALOKA. Definido RU para volume
esclerose multipla (29)     residual > 100 ml.

167 pacientes idosos (30)   Ultrassom portatil de bexiga. RU volume
                            residual pos-miccao [greater than or equal
                            to] 150 ml.

691 puerperas (31)          Ultrassom portatil de bexiga. RU volume
                            residual pos-miccao [greater than or equal
                            to]150 ml.

4116 pacientes em           Ultrassom portatil de bexiga. RU > 800 ml.
PO (32).

Participantes                   Principais resultados e conclusoes

594 pacientes em PO (9)     Incidencia de RU em 2,0% dos pacientes.

257 pacientes em PO (10)    Ocorreu RU em 7,39%.

80 pacientes em             A RU esteve presente em 29,0%.
reabilitacao (11)

165 puerperas (13)          Prevalencia da RU no periodo pos-parto
                            tardio encontrada foi 0,18%.

319 pacientes em            Prevalencia de RU ocorreu em 21,5%.
reabilitacao (14)

1649 puerperas (15)         Protocolo utilizado possibilita acompanhar
                            o paciente em RU e indicar o tratamento
                            para uso no domicilio.

72 pacientes em PO (16)     Os fatores de risco para RU foram o tempo
                            de uso do cateterismo urinario de demora.

143 pacientes em PO (17)    A incidencia de RU apos cirurgia
                            colorretal foi de 22,4%.

281 pacientes em PO (18)    Protocolo de monitoracao da bexiga dos
                            pacientes desde o pre-operatorio preveniu
                            RU.

52 pacientes em             O protocolo de uso de ultrassom portatil
reabilitacao (19)           de bexiga para a RU permitiu a correta
                            indicacao do cateterismo urinario.

86 pacientes em PO (20)     37,8% das mulheres e 12,2% dos homens
                            necessitaram do cateterismo urinario de
                            alivio.

176 adultos em PO (21)      Os fatores de alto risco para RU
                            identificados foram idade avancada e o
                            volume de urina na bexiga na chegada na
                            SRPA.

40 criancas em PO (22)      O volume de urina mensurado pelo ultrassom
                            portatil de bexiga mostrou uma diferenca
                            entre os volumes injetados de SF 0,9% na
                            bexiga.

71 pacientes em             O uso do ultrassom portatil de bexiga
reabilitacao (23)           reduz a frequencia de cateterismos
                            desnecessarios.

313 adultos em PO (24)      A incidencia de RU na SRPA foi de 16,0%.

49 pacientes em PO (25)     A incidencia de RU no PO de toracotomia
                            foi 10,0%.

Tres estudos                O uso do ultrassom portatil de bexiga e
quase-experimentais (26)    eficaz e reduz cateterismos urinarios
                            desnecessarios.

48 pacientes em             Dos pacientes idosos, 38,0% foram
reabilitacao (27)           identificados com RU.

244 pacientes em PO (28)    Foram maiores as taxas de cateterismo
                            urinario desnecessario e RU no grupo
                            controle.

40 pacientes com            Nenhum dos pacientes que utilizaram as
esclerose multipla (29)     escalas necessitou de cateterismo urinario
                            intermitente.

167 pacientes idosos (30)   O ultrassom portatil de bexiga fornece
                            estimativas fidedignas e validas.

691 puerperas (31)          Entre as mulheres que apresentaram RU no
                            pos-parto nao houve maior prevalencia de
                            incontinencia urinaria de esforco quando
                            comparadas as que nao tiveram RU.

4116 pacientes em           O ultrassom portatil de bexiga reduziu o
PO (32).                    cateterismo urinario desnecessario.
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Title Annotation:Original Research/Artigo de Pesquisa/Articulo de Investigacion
Author:Jorge, Beatriz Maria; Mazzo, Alessandra; Napoleao, Anamaria Alves; Bianchini, Anaisa
Publication:Enfermagem Uerj
Article Type:Bibliografia
Date:Jan 1, 2018
Words:5026
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