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Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby can be used in enrichment planting in gaps caused by logging in Amazonia/Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby pode ser utilizada em enriquecimento de clareiras de exploracao florestal na Amazonia.

Introducao

As florestas da Amazonia, na sua grande maioria, nao sao manejadas de forma a manter a sustentabilidade, o que acarreta perda de biodiversidade e formacao de grandes areas degradadas. O manejo florestal sustentavel permite a utilizacao dos recursos sem que haja degradacao, pois e constituido de praticas que permitem a conservacao e quando necessaria, a recuperacao da floresta. Segundo Fredericksen e Putz (2003), o manejo sustentavel garante a manutencao de grande parte da diversidade e impede que a area seja convertida em outro uso alternativo do solo, fato que diminuiria consideravelmente a diversidade da area.

O plantio em clareiras de exploracao esta entre as tecnicas de manejo utilizadas para garantir a manutencao e uso sustentavel da floresta. Segundo Keefe et al. (2009), o plantio de enriquecimento tem grande potencial para contribuir com estoques de madeira para o segundo e terceiro corte em florestas manejadas. De acordo com Schulze (2008), metodos silviculturais aplicados em clareiras, como o plantio de enriquecimento, podem ser tecnicamente viaveis, desde que seja garantida a manutencao das populacoes de especies.

O sucesso do enriquecimento vai depender, dentre outros fatores, da especie a ser plantada e de conhecimentos sobre sua autoecologia e silvicultura. Entretanto, apesar de existirem estudos sobre o comportamento de especies nativas plantadas em clareiras, ou em faixas no interior da floresta, esse conhecimento torna-se insuficiente quando comparado com a quantidade de especies nativas potenciais para o plantio em clareiras de florestas tropicais.

Alem da escassez de conhecimentos sobre a silvicultura e autoecologia de especies comerciais como um fator que dificulta a pratica de plantios existem outras limitacoes que, segundo Yared (1996), sao as dificuldades na manutencao dos plantios em virtude das praticas operacionais e dos custos elevados. A falta de manutencao provoca competicao por luz e nutrientes entre arvores plantadas e a vegetacao espontanea, prejudicando o crescimento das especies. Lamprecht (1990) tambem comenta sobre outras limitacoes como, por exemplo, os danos causados nas plantas em virtude de mordeduras e pisoteio nos locais de plantios, pois tais locais sao preferidos para permanencia e passagem de animais. Segundo Howlett e Davidson (2003), os mamiferos herbivoros impedem o desenvolvimento de especies pioneiras apos a exploracao.

Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby (parica) vem sendo muito utilizada nos sistemas de producao florestal e agroflorestal na Amazonia, pela qualidade de sua madeira para diferentes fins e pelo seu bom desenvolvimento silvicultural, caracterizado pelo rapido crescimento e pela capacidade de se adaptar as diversas condicoes edafoclimaticas (ROSA, 2006; OHASHI; YARED; FARIAS NETO, 2010).

A utilizacao de parica em plantios na Amazonia ainda e uma atividade de risco em virtude da pouca informacao sobre a silvicultura, principalmente sobre seu comportamento, tanto em plantios em plena abertura como em plantios de enriquecimento. Neste contexto, a presente pesquisa pretende contribuir com conhecimentos que viabilizem a pratica do plantio de parica em clareiras causadas pela exploracao florestal. Para tanto foi analisada a sobrevivencia e o crescimento das mudas de parica em um periodo de seis anos apos o plantio e em diferentes tamanhos de clareiras formadas pela Exploracao Florestal de Impacto Reduzido na Amazonia Brasileira.

Material e Metodos

Area de estudo

O estudo faz parte do projeto "Silvicultura pos-colheita na Amazonia brasileira (UFRA-Embrapa-Cikel-CNPq)" que esta sendo realizado na Fazenda Rio Capim (3[degrees]30' e 3[degrees]45' S; 48[degrees]30' e 48[degrees]45' W), que pertence a Cikel Brasil Verde Madeiras Ltda., localizada no municipio de Paragominas, Para, distante aproximadamente 500 km de Belem, via rodovia PA 150 (Figura 1).

O clima da regiao e do tipo "Aw", segundo a classificacao de Koppen, com precipitacao pluviometrica media anual de 1800 mm, temperatura media de 26,3[degrees]C e umidade relativa do ar de 81% (BASTOS et al., 2005). Os principais solos, de acordo com Rodrigues et al. (2003), sao: Latossolos Amarelos, Argissolos Amarelos, Plintossolos, Gleissolos e Neossolos. Os solos possuem baixa fertilidade devido a baixa reserva de nutrientes como calcio, magnesio, potassio, fosforo e nitrogenio, alem de alta saturacao por aluminio.

O municipio de Paragominas e drenado pelas bacias do rio Capim e do rio Gurupi, servindo este ultimo de divisa com o Estado do Maranhao (WATRIN; ROCHA, 1992). Outros rios de menor porte drenam a area, tais como Ananavira, Paraquequara, Candiru-Acu, Potirita, Piria, Uraim e Surubiju, entre outros (LEAL, 2000). A vegetacao predominante e Floresta Ombrofila Densa (VELOSO; RANGEL FILHO; LIMA, 1991), tambem chamada de Floresta Equatorial Umida de Terra Firme.

Amostragem

O Projeto "Silvicultura pos-colheita na Amazonia brasileira" e constituido por sete sistemas silviculturais (VATRAZ et al., 2012; CARVALHO et al., 2013) instalados em 700 ha na fazenda Rio Capim. Em dois desses sistemas (200 ha) foram plantadas 2246 mudas de Schizolobium parahyba var. amazonicum (parica) em 386 clareiras causadas pela exploracao florestal. O presente estudo foi realizado nessas 386 clareiras. As mudas de parica foram produzidas a partir de sementes adquiridas da Associacao das Industrias Exportadoras de Madeira do Estado do Para--AIMEX, coletadas em florestas naturais de terra firme no estado do Para. No preparo das mudas foi utilizada apenas terra preta como substrato. Em nenhum momento, tanto na producao quanto no plantio, foi utilizado adubo quimico. Na ocasiao do plantio, as mudas estavam com altura variando de 9 cm a 260 cm e foram plantadas em espacamento de aproximadamente cinco metros.

Monitoramento e analise dos dados

O plantio e a primeira avaliacao das mudas plantadas ocorreram em 2005, um ano apos a exploracao de impacto reduzido, portanto, um ano apos a formacao das clareiras. Posteriormente, o experimento foi avaliado em 2006, 2008, 2010 e 2011, totalizando cinco avaliacoes em seis anos de monitoramento. As variaveis dendrometricas coletadas em campo foram: a altura e a circunferencia, sendo que se mediu a altura de todas as mudas plantadas ainda presentes na clareira, porem, mediu-se a circunferencia apenas daquelas mudas que, no momento da medicao, estavam com altura superior a 1,30 m e circunferencia superior a 3,0 cm.

Nas duas primeiras avaliacoes foram feitas limpezas nas clareiras para impedir o estabelecimento de plantas indesejaveis, que pudessem prejudicar o crescimento das mudas plantadas.

Para avaliar o desempenho das mudas em diferentes tamanhos de clareiras, as mesmas foram divididas em tres classes de tamanho (Tabela 1).

O crescimento foi avaliado por meio do Incremento Periodico Anual em Altura (IPAH) e o pelo Incremento Medio Anual (IMA) em altura e em diametro, em diferentes periodos de monitoramento. Na analise estatistica utilizou-se o programa SAS versao 9.1. A comprovacao da existencia ou nao de diferenca estatistica para a sobrevivencia e incremento periodico anual entre diferentes tamanhos de clareiras foi feita por meio de uma Analise de Variancia Multivariada (MANAVA). O teste de significancia utilizado na analise variancia multidimensional foi o Lambda de Wilk.

As seguintes formulas foram utilizadas para calcular a sobrevivencia e os incrementos das mudas:

* TS (%) = (Af * 100)/ Ai

* [IPA.sub.H] = (Hf - Ho)/(Tf - To)

* [IMA.sub.D] = Diametro (cm) / Tempo (anos)

* [IMA.sub.H] = Altura (m) / Tempo (anos)

Em que:

TS (%): Taxa de sobrevivencia; Af: numero de individuos na ultima medicao; Ai: numero de individuos na primeira medicao; [IPA.sub.H]: Incremento Periodico Anual em Altura; Hf: Altura final; Ho: Altura inicial; Tf: Tempo final; To: Tempo inicial; [IMA.sub.D]: Incremento Medio Anual em Diametro; [IMA.sub.H]: Incremento Medio Anual em Altura.

Resultados e Discussao

A taxa de sobrevivencia de Schizolobium parahyba var. amazonicum, um ano apos o plantio, sem considerar os diferentes tamanhos de clareiras, foi de 92%, entretanto, decresceu com o decorrer dos anos, chegando a 51% aos seis anos apos o plantio. Nao houve diferenca na taxa de sobrevivencia entre os tamanhos de clareiras (p = 0,2975), embora a taxa tenha sido maior nas clareiras maiores, em todos os anos de avaliacao (Figura 2). Em 2006, os individuos avaliados evidenciaram alta taxa de sobrevivencia nos tres tamanhos de clareiras, sendo de 91,57% nas clareiras pequenas, 92,54% nas medias e 93,28% nas grandes. No entanto, em 2008, houve uma queda na taxa de sobrevivencia, passando para 68,72% nas clareiras pequenas, 69,61% nas medias e 71,94% nas grandes. Em 2010 foi observada uma taxa de 56,42% nas clareiras pequenas, 57,60% nas clareiras medias e 58,50% nas clareiras grandes. Em 2011, a taxa de sobrevivencia foi de 49,49% nas clareiras pequenas, 51,93% nas clareiras medias e 52,96% nas clareiras grandes.

Nao houve diferenca significativa estatisticamente em relacao ao crescimento dos individuos avaliados, entre os tamanhos de clareiras, considerando o nivel de significancia de 5% de probabilidade (Lambda de Wilk; valor--0,99682321; p = 0,2975). Comparando o crescimento entre os periodos, observase que o periodo de 2010-2011 foi o que teve maior crescimento em todas as classes de tamanho de clareiras (pequenas IPAH de 304,02 cm; medias IPAH de 357,56 cm; e grandes IPAH de 294,65 cm) (Figura 3).

Apesar de nao haver diferenca estatistica no IPAH, houve um aumento em todos os tamanhos de clareiras nos periodos de 2005-2006, 2006-2008 e 2010-2011, sendo maior nas clareiras medias. As limpezas feitas nas clareiras em 2005 e 2006 favoreceram o crescimento da especie nos dois primeiros periodos avaliados. No ano de 2008, nao foi realizada a limpeza nas clareiras, o que prejudicou seu crescimento e sobrevivencia, devido a forte competicao entre as mudas plantadas e as mudas de regeneracao natural. Segundo Engel, Fonseca e Oliveira (1998), o plantio de enriquecimento com especies de rapido crescimento sempre deve estar associado a qualquer metodo de controle de lianas, pois, segundo Keefe et al. (2009), a manutencao do plantio com limpezas e essencial, para que as especies competidoras nao prejudiquem o crescimento da especie plantada.

A baixa sobrevivencia e a diminuicao do crescimento no periodo 2008-2010 tambem podem ter sido influenciadas pela circulacao de animais nas clareiras, que provocou a quebra de muitas mudas, conforme foi observado durante as medicoes, e pelo ataque de uma praga na regiao apical da planta, tambem observado durante as medicoes, provocando a seca de cima para baixo. Esta seca induziu a ramificacoes e brotacao de folhas na parte inferior do tronco e morte da planta apos alguns meses. No periodo de 2005-2006, a porcentagem de mudas quebradas foi de 1,06%, no periodo de 2006-2008, a porcentagem aumenta para 3,85%, em 2008-2010, para 10,07% e em 2010-2011, a porcentagem de mudas quebradas chega a 23,11%. Sabogal et al. (2006) observaram nos Estados do Mato Grosso e Amazonas uma doenca conhecida como seca da ponteira em Schizolobium parahyba var. amazonicum, causada por um fungo do genero Rosinia, com os mesmos sintomas observados no presente estudo. Outro fator que prejudicou o desenvolvimento da especie foram as fortes tempestades que ocorreram em 2008 e que afetaram grande parte das clareiras, provocando a morte de mudas.

Segundo Keefe et al. (2009), nos plantios de enriquecimento em floresta explorada na Fazenda Cauaxi (municipio de Paragominas), na qual foram realizadas limpezas anuais, o crescimento medio em diametro de parica foi de 2,14 cm por ano em seis anos de estudo, valor superior ao encontrado na presente pesquisa em clareiras pequenas ([IMA.sub.D] = 1,23 cm), medias ([IMA.sub.D] = 1,37 cm) e grandes ([IMA.sub.D] = 1,23 cm) (Figura 4). Esses autores recomendaram, ainda, limpezas de menor intensidade apos os tres ou quatro anos de plantio de parica ate os oito anos. Essa limpeza corresponderia a remocao de cipos entrelacados aos individuos de especies comerciais e a eliminacao de individuos que estivessem competindo com as mudas plantadas. Na presente pesquisa, as limpezas foram feitas apenas na implantacao do experimento e na segunda avaliacao. A falta de limpeza nos anos seguintes desestimulou o crescimento e prejudicou a sobrevivencia da especie, por isso sugere-se analisar os beneficios da regularidade das limpezas e os custos dessa operacao, buscando uma relacao custo/beneficio positiva.

Meneses-Filho et al. (1995), estudando o comportamento de especies arboreas plantadas no Parque Zoobotanico do Acre, observaram que Schizolobium parahyba var. amazonicum estava entre as especies que mais cresceram em capoeira e em pleno sol, porem, a porcentagem de sobreviventes foi baixa, quando comparada com as outras especies estudadas no mesmo experimento. Nesse mesmo estudo no Acre, em plantio puro aos 9 anos de idade, o Incremento Medio Anual em altura foi de 1,05 m e a sobrevivencia foi inferior a 70%. Os autores comentaram que a alta mortalidade esta relacionada a baixa adaptacao da especie ao local e a caracteristica da especie, pois especies pioneiras possuem ciclo de vida curto. Na presente pesquisa, tambem se observaram baixas taxas de sobrevivencia, todavia, o Incremento Medio Anual em Diametro ([IMA.sub.D]) da especie variou de 1,23 cm a 1,37 cm e o Incremento Medio Anual em Altura ([IMA.sub.H]) variou de 1,54 m a 1,67 m em todas as classes de tamanho de clareiras.

O incremento medio anual, tanto em diametro ([IMA.sub.D] = 1,37 cm) como em altura ([IMA.sub.H] = 1,86 cm) foi maior nas clareiras medias (Figura 4).

Em projetos de reposicao florestal no Estado do Para, analisados por Galeao et al. (2006), foi observado que o parica esta entre as especies mais plantadas em pleno sol. Esses autores observaram, por exemplo, que no municipio de Dom Eliseu--PA, aos 3 anos de idade sua taxa de sobrevivencia foi de 98% e aos 6 anos de idade foi de 93%. Nesse mesmo estudo, aos 6 anos, o diametro e a altura media eram 21,34 cm e 15 m, respectivamente, sendo superiores aos encontrados na presente pesquisa. Nos estudos relatados por Sabogal et al. (2006), em plantacoes em capoeiras, parica atingiu [IMA.sub.H] de 2,85 m [ano.sup.-1] aos 5,3 anos de idade e em plantios puros nas areas anteriormente ocupadas por florestas primarias, o [IMA.sub.H] foi de 1,47 m [ano.sup.-1] aos 5,9 anos, inferior ao encontrado na presente pesquisa nas clareiras pequenas, medias e grandes.

De acordo com Marques et al. (2004), o sucesso de plantios tambem depende da nutricao da planta, e em seu estudo sobre exigencias nutricionais os autores destacaram a existencia de altos teores de nutrientes nas mudas de parica, indicando grande exigencia nutricional da especie. O crescimento das mudas utilizadas nesta pesquisa nao foi favorecido pela adubacao, pois as mesmas nao receberam adicao de adubo na producao e nem no plantio. A taxa de mortalidade foi influenciada pela baixa resistencia ao ataque de doencas. Portanto, para melhorar o desenvolvimento da especie em plantios florestais, recomenda-se rigorosidade na producao das mudas, com a utilizacao de adubos, alem de limpezas anuais nas clareiras para diminuir a competicao e estudos para identificar e tratar a doenca que provoca a morte dos individuos.

Conclusao

Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby (parica) e indicada para plantios em clareiras, com areas maiores que 200 [m.sup.2], causadas por exploracao florestal de impacto reduzido. Entretanto, sao necessarias limpezas anuais e controle de pragas e doencas para potencializar o crescimento da especie. O monitoramento do comportamento da especie deve continuar na area da presente pesquisa para que sejam feitas novas avaliacoes em periodos mais longos.

DOI: https://doi.org/10.5902/198050984793

Referencias

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Submissao: 18/02/2012 Aprovacao: 03/04/2018 Publicacao: 29/03/2019

Jaqueline Macedo Gomes (I), Joice Carolina Fernandes da Silva (II), Sabrina Benmuyal Vieira (III), Joao Olegario Pereira de Carvalho (IV), Larissa Correa Lopes Quadros Oliveira (V), Waldenei Travassos de Queiroz (VI)

(I) Engenheira Florestal, Dra., Universidade Estadual da Regiao Tocantina do Maranhao, Rua Godofredo Viana, 1300, Centro, CEP 65901-480, Imperatriz (MA), Brasil. jaquelinegomes@uemasul.edu.br (ORCID: 0000-0001-9506-6747)

(II) Engenheira Florestal, MSc., Conjunto Jardim Guaruma, 28, Coqueiro, CEP 67013-880, Ananindeua (PA), Brasil. joice_eng.florestal@yahoo. com.br (ORCID: 0000-0001-9571-6981)

(III) Engenheira Florestal, Mestranda no Programa de Pos-graduacao em Ciencias Ambientais, Universidade Federal do Para, Rua Augusto Correa, 1, Guama, CEP 66075-110, Belem (PA), Brasil. sabrinabenmuyal@hotmail.com (ORCID: 0000-0001-8377-9280)

(IV) Engenheiro Florestal, Dr., Universidade Federal Rural da Amazonia, Tv. Pau Amarelo, s/n, Vila Nova, CEP 68650-000, Capitao Poco (PA), Brasil. olegario.carvalho@gmail.com (ORCID: 0000-0003-2638-1844)

(V) Engenheira Florestal, Dra., Instituto Nacional de Colonizacao e Reforma Agraria, Rod. Murucutum, s/n, Souza, CEP 66610-903, Belem (PA), Brasil. larissa.quadros@gmail.com (ORCID: 0000-0002-8387-3936)

(VI) Engenheiro Florestal, Dr., Universidade Federal Rural da Amazonia, Av. Presidente Tancredo Neves, 2501, Terra Firme, CEP 66077-830, Belem (PA), Brasil. waldeneitq.ufra@gmail.com (ORCID: 0000-0001-8119-5265)

Caption: Figura 1--Localizacao da area experimental do projeto Silvicultura Pos-colheita na Amazonia Brasileira, no municipio de Paragominas, Para.

Figure 1--Location of the experimental area of the post-harvest silvicultural project in the Brazilian Amazon region, in the municipality of Paragominas, Para state, Brazil.

Caption: Figura 2--Taxa de sobrevivencia de mudas de Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae plantadas em clareiras causadas pela exploracao florestal de impacto reduzido na Fazenda Rio Capim, no municipio de Paragominas no Estado do Para, Brasil.

Figure 2--Survival rate of seedlings of Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae planted in gaps caused by reduced impact logging at 'Fazenda Rio Capim', in the municipality of Paragominas in Para state, Brasil.

Caption: Figura 3--Incremento Periodico Anual em Altura de mudas de Schizolobium parahyba var amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae plantadas em clareiras causadas pela exploracao florestal de impacto reduzido, na Fazenda Rio Capim, no municipio de Paragominas no Estado do Para, Brasil.

Figure 3--Periodic Annual Increment in the height of seedlings of Schizolobium parahyba var amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae planted in gaps caused by reduced impact logging at 'Fazenda Rio Capim', in the municipality of Paragominas in Para state, Brazil.

Caption: Figura 4--Incremento Medio Anual (IMA) em altura e diametro de mudas de Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae plantadas em clareiras causadas pela exploracao florestal de impacto reduzido, na Fazenda Rio Capim, no municipio de Paragominas, Para, Brasil.

Figure 4--Mean Annual Increment (MAI) in the height and diameter of seedlings of Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae planted in gaps caused by reduced impact logging at 'Fazenda Rio Capim', in the municipality of Paragominas, Para state, Brazil.
Tabela 1--Classes de tamanho das 386 clareiras formadas pela exploracao
de impacto reduzido, nas quais foram plantadas mudas de Schizolobium
parahyba var. amazonicum (Huber ex Ducke) Barneby--Leguminosae, na
Fazenda Rio Capim, Paragominas, Para, Brasil.

Table 1--Size classes of 386 gaps caused by reduced impact logging,
in which seedlings of Schizolobium parahyba var. amazonicum (Huber ex
Ducke) Barneby--Leguminosae were planted at the Fazenda Rio Capim',
Paragominas, state of Para, Brazil.

Classe de   Area da clareira   Numero de   Numero de
tamanho       ([m.sup.2])      clareiras   individuos

Pequena         200-400           214         1269
Media           401-600           126         724
Grande            >600            46          253
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Author:Gomes, Jaqueline Macedo; da Silva, Joice Carolina Fernandes; Vieira, Sabrina Benmuyal; de Carvalho,
Publication:Ciencia Florestal
Date:Jan 1, 2019
Words:3677
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