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STUDY OF THE CANINE POPULATION DYNAMICS VACCINATED AGAINST RABIES IN THE CITY OF BOTUCATU/SP FROM 2005 TO 2014/ESTUDO DA DINAMICA DA POPULACAO DE CAES VACINADA CONTRA A RAIVA NO MUNICIPIO DE BOTUCATU/SP DE 2005 A 2014/ESTUDIO DE LA DINAMICA DE LA POBLACION DE PERROS VACUNADOS CONTRA LA RABIA EN LA CIUDAD DE BOTUCATU/SP DE 2005 A 2014.

INTRODUCAO

Conhecer a dinamica da populacao canina de uma localidade e importante para o planejamento de programas de controle de zoonoses, como em destaque a Raiva canina e felina. Varios estudos foram realizados no Brasil e no exterior para estimar parametros relacionados a populacao canina, alguns dos quais com base em procedimentos (1,2,3,4), amostrais e, outros, com base em censos (5,6).

Devido as dificuldades de natureza financeira e de disponibilidade de pessoal tecnico capacitado, nem sempre e possivel realizar censos (5), para tanto muitos Municipios utilizam dados de campanhas contra a Raiva de caes e gatos para avaliarem a dinamica populacional animal.

Com o objetivo de combater a Raiva humana no Brasil, pela aplicacao de medidas sistematicas de controle da doenca em animais domesticos, foi criado, em 1973, o Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) e em 1975, o Instituto Pasteur de Sao Paulo criou o Programa Estadual de Controle da Raiva (7,8).

Nos idos da criacao da antiga Faculdade de Ciencias Medicas e Biologicas de Botucatu (FCMBB), SP, em 1963, a Medicina Veterinaria (que a partir de 1977 passou a se chamar FMVZ--UNESP) chegava a atender, em media, ate sete caes com suspeita de Raiva em um unico dia. Somada a esta situacao, nao raras vezes, acontecia de ter ate 40 caes do Municipio internados com suspeita de Raiva.

Assim, em 1968, os ex-professores Walter Mauricio Correa, Celia Nogueira Mauricio Correa e Arnold Frederico Gottschlk, ja falecidos, implantaram, em Botucatu, provavelmente o primeiro programa de controle da Raiva do estado de Sao Paulo. Nao havia, na epoca, legislacao brasileira sobre o tema e tampouco manuais de instrucao como existem hoje. Alem da conscientizacao dos donos de caes sobre a importancia da vacinacao animal, esses professores tambem deveriam convence-los a pagar CR$1,00 pela vacina aplicada, pois nao havia esse tipo de ajuda financeira como existe atualmente.*

Com a rotina da campanha consolidada implantada, foi possivel detectar, em 1971, um declinio no numero de casos de Raiva em caes e a diminuicao de noticias sobre animais com a doenca. Nessa epoca acreditava-se que o numero da estimativa de caes a serem vacinados era de 10% da populacao humana (4000 caes), este numero foi reduzido para 2500 caes, pois se acreditava que a FCMBB ja havia imunizado em seus atendimentos cerca de 1500 caes, por isso quando finalizada a campanha, contabilizaram-se 2174 animais vacinados, consequentemente 87%, quantidade suficiente para interrupcao o elo epidemiologico de transmissao da Raiva garantindo, por consequencia, protecao a populacao humana (2174/2500) (9).

Em 1971, a Faculdade de Medicina Veterinaria comecou atuar em parceria com a Prefeitura Municipal de Botucatu, e tambem a ter os academicos do curso de medicina veterinaria atuando nesta atividade como sendo de ensino, perfazendo 47 anos de atividades ininterruptas no combate a Raiva e 44 de atuacao como parceiros.*

Esse programa, sob a coordenacao dos professores Arnold Frederico Gootschalk e Jose Rafael Modolo, ja foi homenageado tres anos pela Camara Municipal de Botucatu com a "Mocao de Congratulacao e Aplausos pelos bons servicos prestados a comunidade".

As atividades em ambos os municipios e em mais 12 da regiao foram premiadas, em 2010, sob a coordenacao do Professor Jose Rafael Modolo, pela Organizacao Pan-Americana de Saude (OPAS), da Organizacao Mundial de Saude (OMS) / Alliance for Rabies Control como "O melhor Evento Regional na Prevencao e Controle da Raiva na America Latina e o Caribe".

O objetivo deste trabalho foi avaliar a dinamica populacional canina vacinada contra a Raiva no municipio de Botucatu/SP entre 2005 e 2014, que podera auxiliar na proposicao de medidas de intervencao, principalmente por meio do controle de zoonoses transmitidas pelos caes cuja consequencia e a promocao da saude publica.

MATERIAL E METODOS

O estudo foi realizado no municipio de Botucatu/SP localizado na regiao centro-sul do estado de Sao Paulo, a 240 km da Capital na latitude -22[degrees]52'20" e longitude -48[degrees]26'37". Situa-se a cerca de 805 metros acima do nivel do mar e sua area total abrange 1.483 [km.sup.2], dos quais 1.329 [km.sup.2] correspondem a zona rural e 154 [km.sup.2] a zona urbana, com uma populacao total de 139.483 habitantes, sendo aproximadamente 90% dos habitantes residentes na zona urbana (10).

Os dados para as analises foram obtidos a partir das fichas de cadastros dos caes vacinados nas campanhas, area urbana e rural, junto a Vigilancia Ambiental em Saude da Prefeitura Municipal de Botucatu, durante as campanhas de vacinacao contra a Raiva de caes e gatos realizadas no Municipio.

Das fichas foram utilizadas as variaveis, sexo, idade (menor de 12 meses (<12m) de 1 a 5 anos e > 5 anos) e numero de doses que animal recebe (primeira vez, mais de uma dose, ou o proprietario nao soube informar).

Para analise estatistica foram considerados os 10 anos avaliados no presente trabalho, sendo os animais categorizados das seguintes formas: sexo, idade e numero de doses que o animal recebeu. O numero medio de caes em cada categoria foi avaliado. Utilizou-se o metodo nao parametrico de Mann-Whitney para as categorias sexo e numero de doses, e a categoria idade foi analisada pelo metodo nao parametrico de Kruskal-Wallis. As analises foram feitas com o auxilio do software Graphpad Prism 5.0 (11). Foram considerados diferentes os grupos onde p<0,05.

Nos anos de 2010 e 2011 nao houve vacinacao contra a Raiva no municipio de Botucatu. Em 2010, o Ministerio da Saude (MS) reiterou que a campanha de vacinacao contra Raiva animal fosse interrompida preventiva e temporariamente (12). Segundo Nota Tecnica, em marco de 2011, do Ministerio da Saude (MS), foi insuficiente a producao de vacina pelo laboratorio responsavel, contudo, a campanha se destinaria exclusivamente a realizacao de bloqueio de foco em cao, gato, morcego em area urbana e areas de risco definidas pelo MS, ate que o fornecimento regular da vacina fosse completamente restabelecido (13).

RESULTADOS E DISCUSSAO

A dinamica populacional canina de um Municipio deve ser estudada para que atividades de acoes preventivas possam ser eficazes no que tange a saude publica. Dentre essas atividades enquadra-se a vacinacao canina que e uma das atividades mais importantes no Programa Nacional de Profilaxia de Raiva, e seu objetivo principal e manter indices imunogenicos protetores em animais de companhia, principalmente caes e gatos, diminuindo o numero de animais suscetiveis e, consequentemente, risco a populacao humana.

Segundo Grisi-Filho (14), para planejar e avaliar as iniciativas de imunizacao e necessario estimar o tamanho e densidade de caes e gatos do Municipio.

Durante o periodo de 2005 a 2014, foram vacinados 167556 caes, destes 86,07% (144226/167556) na zona urbana e 13,92% (23330 /167556) na zona rural, O tamanho da populacao de caes tende a ser maior onde a populacao humana esta mais concentrada. De acordo com o IBGE (15), 122.678 habitantes vivem na zona urbana no municipio de Botucatu.

Larrie et al., (1), trabalhando com populacoes de caes na Argentina, no periodo de 1986 a 1990, relataram que a pressao do homem mediante variacoes sociais, economicas e culturais foram as que determinaram as caracteristicas da populacao canina.

Do total de caes vacinados 13,13% (21995/167556) sao menores de 12 meses, 55,88% (93639/167556) tinham entre 1 e 5 anos de idade e 30,98% (51920/167556) eram maiores que 5 anos. Ao ser avaliado o numero medio na categoria idade ao longo dos 10 anos, obteve-se 2749 para caes < de 12 meses, 11705 de 1 a 5 anos e 6490 para caes > 5 anos, nao havendo diferenca estatistica entre as categorias > 5 anos e 1 a 5 anos e entre > 5 anos e < 12 meses, e estatisticamente diferente entre 1 a 5 anos e < 12 meses (Figura 1).

Esses dados corroboram com Soto et al., (16) que avaliaram a dinamica populacional canina no municipio de Ibiuna/SP revelando que ha predominancia de caes jovens de um a cinco anos, (68,94%), e infantis, de tres a onze meses, (14,08%), concluindo que ha uma piramide populacional de base alta, caracteristica esta de populacoes com elevada taxa de crescimento.

A figura 2 faz uma comparacao entre os animais que sao levados para a campanha de vacinacao por seus proprietarios de acordo com o numero de doses que cada cao recebe, Foram excluidos da analise estatistica o numero de proprietarios que nao sabiam informar.

Avaliando a media nesta categoria obteve-se 4345 animais/ano que receberam a vacina pela primeira vez (primovacinados) e 16030 animais/ano que ja foram vacinados mais de uma vez, havendo uma diferenca estatistica entre essas duas caracteristicas. Ao considerarmos o numero absoluto 24,75% (34762/167556) sao animais primovacinados e 76,52% (128209/167556) animais que receberam mais de uma dose da vacina. Isto pode ser atribuido ao fato da populacao demorar a se conscientizar da importancia da primovacinacao, porem uma vez conscientizados, os proprietarios dos caes se atentam a necessidade das vacinacoes anuais frente a essa importante zoonose.

No total, foram vacinados 49,75% (83346/167556) machos e 50,25% (84210/167556) femeas. Ao ser avaliada a media de machos e femeas neste periodo resultou-se em media 10420 machos/ano e 10530 femeas /ano, nao havendo diferenca estatistica. Concluindo-se, portanto uma homogeneidade de distribuicao em relacao ao sexo. Diferente do que foi avaliado por Canatto et al. (17) na cidade de Sao Paulo, onde ha significativamente mais caes machos (52,7%) que femeas (47,3%), por SOTO et al. (16) em Ibuna/SP onde a populacao de caes machos (70%) prevaleceu, e por Andrade et al. (18) que tambem observaram uma maior predominancia de caes machos em Aracatuba/SP. Concluindo que nao ha preferencia por sexo pelos proprietarios de caes no municipio de Botucatu/SP.

Avaliando a cobertura vacinal durante o periodo estudado, demonstrou-se que ano de 2005 foram vacinados 100% dos caes, em 2006 83%, em 2007 82%, em 2008 71%, 78% em 2009, 79% em 2012, 72% em 2013 e em 2014 64% dos caes foram vacinados contra a Raiva durante a campanha. O ano de 2014 foi o que apresentou uma menor cobertura vacinal. Excepcionalmente neste ano a campanha de vacinacao alterou sua data de execucao devido a problemas no fornecimento da vacina pelos orgaos oficiais, o que provavelmente tenha levado a populacao a uma menor adesao. Nesse contexto Araujo (19) e Scheneider et al. (7) verificaram que a divulgacao e um dos pontos mais importantes para o sucesso de um programa, contribuindo para o aumento da cobertura vacinal quando ha intensificacao na divulgacao da campanha de vacinacao antes do inicio desta.

No Brasil, as campanhas de vacinacao contra a Raiva de caes e gatos sao tradicionalmente planejadas e avaliadas considerando-se a estimativa da populacao canina, calculadas com base em recomendacoes feitas da Organizacao Mundial da Saude (OMS) e do Instituto Pasteur de Sao Paulo, Brasil, que recomenda a vacinacao de 80% dos caes no estado de Sao Paulo para que ocorra a interrupcao do elo epidemiologico da doenca (20).

De acordo com essas instituicoes, as relacoes entre a populacao humana e a canina domiciliada varia de 10:1 a 7:1. Entretanto, o calculo da cobertura vacinal baseado nesses estimadores resulta, frequentemente, em coberturas vacinais superiores a 100%. A inadequacao desses valores indica a necessidade de se produzir estimativas populacionais mais precisas de modo a nao comprometer a avaliacao dos programas de controle da raiva em areas urbanas (4). CONCLUSAO

O conhecimento da densidade populacional dos animais, bem como a sua distribuicao ao longo dos anos e de extrema importancia para que o Municipio execute um planejamento de programas de saude e controle de zoonoses envolvendo caes.

Recebido em: 30/10/2015 Aceito em: 01/11/2016

REFERENCIAS

(1)--LARRIEU, E. et al. Dinamica de la poblacion canina de General Pico, Argentina en el periodo 1986/1990. Vet. Argent., v. 9, n. 88, p. 536-541, Oct.1992.

(2)--DIAS, R. A. Emprego de sistemas de informacao geografica (SIG) no controle da raiva canina. 2001. 97 f. Dissertacao (Mestrado em Epidemiologia Experimental e Aplicada as Zoonoses)--Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia, Universidade de Sao Paulo, Sao Paulo, 2001.

(3)--PARANHOS, T. N. Estudo das populacoes canina e felina em domicilio, municipio de Sao Paulo. 2002. 83 f. Dissertacao (Mestrado em Saude Publica)--Faculdade de Saude Publica, Universidade de Sao Paulo, Sao Paulo, 2002.

(4)--DIAS, R. A.; GARCIA, R. C.; SILVA, D. F.; AMAKU, M.; FERREIRA NETO, J. S.; FERREIRA, F. Estimativa das populacoes canina e felina domiciliadas no Municipio de Taboao da Serra, Estado de Sao Paulo. Rev. Saude Publica, v. 38, n. 4, 2004.

(5)--SANTAMARIA, A.; PASSANANTI, S.; FRANZA, D. Censimento dei cani randagi in un quartiere di Napoli. Acta Medica Veterinaria, v. 36, n. 1, p. 201-213, 1990.

(6)--NUNES, C. M.; MARTINES, D. A.; FIKARIS, S. & QUEIROZ, L., Avaliacao da populacao canina da zona urbana do Municipio de Aracatuba, Sao Paulo, Brasil. Rev. Saude Publica, 31:308-309. 1997.

(7)--SCHENEIDER, M. C., et al. Controle da raiva no Brasil de 1980 a 1990. Rev. Saude Publica, Sao Paulo, v. 30, n. 2, p. 196-203, 1996.

(8)--SIMPOSIO INTERNACIONAL PROGRAMA DE TREINAMENTO "Controle de zoonoses e as interacoes homem-animal" [Editorial], 1, 2001, Embu. [3].

(9)--CORREA, W.M; CORREA, C.N.M; GOTTSCHALK, A.F. Vacinacao anti-rabica canina em Botucatu- estado de Sao Paulo. Rev.Med.Vet, 7(3): 248-25--mar. 1972.

(10)--IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Censo 2015: total populacao Sao Paulo [Internet]. Brasilia; 2015 [acesso em 2015 Ago]. Disponivel em: <ftp://ftp. ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2015/estimativa_dou_2015.pdf>

(11)--GRAPHPAD Software, Inc. 2007. Prism (Data analysis software system), version 5.0 Software e Guia do Usuario. Disponivel em: <http://www.graphpad.com>.

(12)--BRASIL. Ministerio da Saude. Secretaria de Vigilancia em Saude. Vacina contra raiva canina e felina em cultivo celular. Brasilia, 2010. (Nota Tecnica--CCD/IP).

(13)--BRASIL. Ministerio da Saude. Secretaria de Vigilancia em Saude. Vacinacao antirrabica animal--2011. Brasilia, 2011. (Nota Tecnica 15/2011).

(14)--GRISI-FILHO, J.H.H.; AMAKUI, M.; DIAS, R A.; MONTENEGRO NETTO, H.; PARANHOS, N.T.; MENDES, M.C.N.C.; FERREIRA NETO, J.S.; FERREIRA, F. Use of geographic information systems in rabies vaccination campaigns. Revista de Saude Publica, v.42, n.6, p. 1-6, 2008.

(15)--IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Censo 2014: total populacao Sao Paulo [Internet]. Brasilia; 2014 [acesso em 2015 Jan]. Disponivel em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2014/tabelas_pdf/total_popula cao_sao_paulo.pdf>

(16)--SOTO, F. R. M.; FERREIRA, F.; PINHEIRO, S. R.; NOGARI, F.; RISSETO, M. R.; SOUZA, O.; AMAKU, M. Dinamica populacional canina no municipio de Ibiuna-SP: Estudo Retrospectivo. Braz. J. vet. Res. anim. Sci., Sao Paulo, v. 43, n. 2, p. 178-185, 2006.

(17)--CANATTO, B.D.; SILVA, E.A.; BERNARDI, F.; MENDES, M.C.N.C.; PARANHAOS, N.T.; DIAS, R.A. Caracterizacao demografica das populacoes de caes e gatos supervisionados do municipio de Sao Paulo. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.64, n.6, p. 1515-1523, 2012.

(18)--ANDRADE, A.M.; QUEIROZ, LH.; PERRI, S.H.V.; NUNES, CM. Estudo descritivo da estrutura populacional canina da area urbana de Aracatuba, Sao Paulo, Brasil, no periodo de 1994 a 2004. Cad. Saude Publica, Rio de Janeiro, 24(4):927-932, abr, 2008.

(19)--ARAUJO, F. A. A. Situacao da raiva no Brasil. In: SEMINARIO INTERNACIONAL DE RAIVA. Sao Paulo: Instituto Pasteur, 2000. P. 22.

(20)--INSTITUTO PASTEUR. Vacinacao contra a raiva de caes e gatos. Sao Paulo: Instituto Pasteur, 1999. p. 32. (Manual Tecnico do Instituo Pasteur, 3).

Selene Daniela Babboni [1] Fabio Sossai Possebon [1] Gumercindo Oliveira Junior [2] Jose Rafael Modolo [1]

[1] Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia, Unesp--Campus de Botucatu. Contato principal para correspondencia: selenebrasil@yahoo.com.br.

[2] Vigilancia Ambiental em Saude. Prefeitura Municipal de Botucatu, Sao Paulo--Brasil.

* Modolo, J.R. (UNESP-FMVZ-Botucatu). Comunicacao pessoal, 2012.

Caption: Figura 1. Media de caes/ano no municipio de Botucatu/SP durante o periodo de 2005 a 2014 distribuidos por categoria de idade. Botucatu/SP, 2015.

Legenda: letras diferentes (a b) indicam diferenca estatistica (p<0,05).

Caption: Figura 2. Media de caes/ano no municipio de Botucatu/SP durante o periodo de 2005 a 2014 distribuidos por categoria doses de vacinas recebidas. Botucatu/SP, 2015. Legenda: letras diferentes (a b) indicam diferenca estatistica (p<0,05)
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Author:Babboni, Selene Daniela; Possebon, Fabio Sossai; Oliveira, Gumercindo Jr.; Modolo, Jose Rafael
Publication:Veterinaria e Zootecnia
Article Type:Report
Date:Dec 1, 2016
Words:2722
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