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SCOLYTINAE ASSEMBLAGE STRUCTURE (COLEOPTERA: CURCULIONIDAE) IN FORESTED AREAS WITH Eucalyptus spp. IN SOUTHERN RIO GRANDE DO SUL STATE/ESTRUTURA DA ASSEMBLEIA DE SCOLYTINAE (COLEOPTERA: CURCULIONIDAE) EM AREAS FLORESTADAS COM Eucalyptus spp. NO SUL DO RIO GRANDE DO SUL.

INTRODUCAO

Atualmente, no Brasil, os plantios comerciais de Eucalyptus spp. correspondem a aproximadamente 5,1 milhoes de hectares, onde cerca de 284 mil concentram-se no Rio Grande do Sul (ASSOCIACAO BRASILEIRA DE PRODUTORES DE FLORESTAS PLANTADAS, 2013) sobre o Bioma Pampa (SILVA, 2012). Este bioma se caracteriza por uma complexa vegetacao, na qual predominam os campos nativos, entremeados por capoes de mata, matas ciliares, formacoes arbustivas, afloramentos rochosos e banhados (BRASIL, 2007).

A expansao de monoculturas em detrimento a vegetacao natural diminui cada vez mais a diversidade do habitat local, no qual a modificacao de comunidades vegetais fica sujeita a danos causados por pragas (ALTIERI; LETOURNEAU, 1984). Isto se deve ao fato de que a estrutura original da vegetacao pode determinar a distribuicao espacial e a disponibilidade de recursos para os insetos (MORAES et al., 2002).

Besouros-da-casca e besouros-da-ambrosia (Curculionidae: Scolytinae e Platyponinae) estao entre os grupos de insetos mais prejudiciais as florestas (CIESLA, 2011), tanto pelo dano causado quanto pela dificuldade de controle (BERTI FILHO, 1979). Besouros-da-ambrosia sao menos especificos em sua selecao hospedeira do que os da casca, visto que estes ultimos se alimentam de tecidos da planta (fleofagos) e os primeiros de fungos (xilomicetofagos), que sao introduzidos no hospedeiro durante a construcao de suas galerias (HARRINGTON, 2005; WOOD, 1982).

Dentre os Scolytinae, os besouros-da-ambrosia sao o grupo dominante no Brasil, sendo que a maioria das especies pertence a tribo Xyleborini (FLECHTMANN et al., 1995), que se destaca como a mais significativa e rica em especies e a mais invasiva de todos os besouros-da- ambrosia (HULCR; SMITH, 2010). Perdas economicas causadas por estes besouros estao diretamente relacionadas a degradacao de madeira recem-cortada (BEAVER, 1987). Todavia, arvores sadias tambem podem ser atacadas por especies do genero Xyleborus, que podem broquear qualquer parte da planta hospedeira (WOOD, 1982). Em Em besouros-da-casca as perdas sao devidas, principalmente, a morte de arvores (OKLAND et al., 2011).

Desde o inicio dos levantamentos, na decada de 1970, tem sido observado um aumento em abundancia e riqueza de Scolytinae em florestas implantadas (FLECHTMANN et al., 1995) e, desde entao, inumeros estudos tem sido conduzidos para conhecer a fauna destes besouros. Entretanto, ainda ha pouca informacao associando especies de Scolytinae e seus hospedeiros no Brasil (OLIVEIRA; FLECHTMANN; FRIZZAS, 2008), o que torna dificil estimar o real dano que causam em plantios florestais e a adocao de medidas de controle (FLECHTMANN; OTTATI; BERISFORD, 2001).

O objetivo deste estudo foi caracterizar a estrutura da assembleia de Scolytinae associada a plantios de Eucalyptus spp. em cinco areas inseridas no Bioma Pampa, Rio Grande do Sul e identificar as especies importantes a esta cultura.

MATERIAL E METODOS

Os coleopteros foram amostrados de fevereiro de 2006 a outubro de 2010 em cinco areas pertencentes a empresa Fibria Celulose S/A florestadas com Eucalyptus dunnii, Eucalyptus globulus, Eucalyptus saligna e alguns materiais clonais de E. grandis x E. urophylla, com aproximadamente dois anos de idade (Tabela 1).

As areas em que o estudo foi conduzido foram: Fazenda Santa Rosa, municipio de Arroio Grande; Fazenda Sao Manoel, Pinheiro Machado; Fazenda Sao Francisco, Pedras Altas; Fazenda Cerro Alegre, Piratini; e Fazenda Aroeira, Candiota, localizadas na regiao fisiografica da Campanha e da Serra do Sudeste, cuja vegetacao e formada por Estepe e Floresta Estacional Semidecidual (BRASIL, 2007) e clima tipo Cfa de Koppen, que se caracteriza pelo clima temperado umido (KOTTEK, 2006). A vegetacao adjacente aos plantios, que compreende o restante de cada area em diferentes proporcoes, e constituida por areas de preservacao permanente, como banhados/brejos, mata ciliar, campo nativo, afloramentos rochosos e areas destinadas a reserva legal.

Para a realizacao das coletas, em cada uma das areas foram instaladas tres armadilhas de intercepcao de voo modelo ESALQ-84 (BERTI FILHO; FLECHTMANN, 1986) a 1,5 m de altura do solo, que corresponde ao padrao maximo de voo geralmente apresentado por besouros-da-ambrosia (TURNBOUW; FRANKLIN, 1980; ATKINSON; FOLTZ; CONNOR, 1988) tendo como referencia o cone de captura (FLECHTMANN et al., 1995) e iscadas com alcool comercial (95%) para a atracao dos insetos. As armadilhas foram instaladas nos materiais geneticos disponiveis para estudos nas fazendas (Tabela 1), posicionadas a 50 m da borda em direcao ao interior dos talhoes e distantes umas das outras em aproximadamente 200 m. As coletas foram realizadas quinzenalmente, quando os insetos capturados eram retirados do frasco coletor e o alcool renovado. Os insetos coletados foram triados e armazenados no Laboratorio de Biologia de Insetos e Controle Biologico do Departamento de Fitossanidade da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, RS, onde foram armazenados em freezer para futura triagem e identificacao em nivel especifico por taxonomista no grupo.

A analise faunistica dos dados foi realizada pelo programa ANAFAU (MORAES et al., 2003), no qual foram determinados os indices de abundancia, frequencia, dominancia (metodo de Laroca e Mielke), constancia e diversidade de Shannon-Wiener (H').

RESULTADOS E DISCUSSAO

Nas cinco areas amostradas foram coletados 7.365 especimes de Scolytinae pertencentes a sete tribos, 18 generos e 76 especies. A maior riqueza foi encontrada na fazenda Cerro Alegre, representando 69,7% (S = 53) do total de especies coletadas, seguida por Santa Rosa, com 52,6% (S = 40), Sao Manoel, 50% (S = 38), Sao Francisco, 46% (S = 35) e Aroeira, 40,8% (S = 31) (Tabela 2).

A maior diversidade de Scolytinae ocorreu na fazenda Sao Manoel, indicando que este ambiente e mais heterogeneo quanto a fauna destes insetos em relacao aos demais locais (Tabela 2). O mesmo ocorrendo quanto a equitabilidade, demonstrando uma distribuicao mais uniforme do numero de individuos por especies neste local. Segundo a hipotese da heterogeneidade do habitat, ambientes estruturalmente complexos provem uma maior diversidade de nichos, possibilitando que os organismos explorem os recursos do ambiente de maneira diversificada, o que resulta no aumento da diversidade de especies (TEWS, 2004).

Tais recursos ambientais podem estar representados pela variedade do material genetico, visto que em Sao Manoel as armadilhas foram instaladas em tres materiais geneticos distintos e em Sao Francisco em apenas uma especie de eucalipto. Assim, os indices de diversidade que indicam a area Sao Manoel como um ambiente heterogeneo e com caracteristicas proprias, possivelmente dependam, alem da composicao do florestamento, da composicao da vegetacao vizinha em que se encontra a assembleia de Scolytinae.

Todas as areas estudadas possuem historico similar de antropizacao, bem como de estrutura de sub-bosque, diferindo basicamente quanto a composicao de especies de eucalipto e tamanho da area plantada. O comportamento diferenciado da fauna de Scolytinae entre as localidades pode ser funcao de fatores associados ou nao, como caracteristicas fisiologicas e dendrologicas das especies e hibridos de eucalipto.

O numero de especies coletado foi maior do que o encontrado em florestamento com Eucalyptus camaldulensis em Cuiaba--MS (S = 19) (ROCHA et al., 2011) e em Eucalyptus grandis (S = 21) em Ilhota--SC (MULLER; ANDREIV, 2004). Com o mesmo modelo de armadilha de captura utilizada neste estudo, porem, em numero superior (25) e com coletas semanais, Flechtmann, Ottati e Berisford (2001) capturaram 75 especies, similar a quantidade aqui registrada, mas uma quantidade maior de besouros (N = 12.335), em plantio de Eucalyptus grandis durante periodo de dois anos.

O maior numero de besouros foi capturado na fazenda Sao Francisco (46,1%; N = 3397), seguida por Santa Rosa (17,7%; N = 1300), Cerro Alegre (16,8%; N = 1237) e Aroeira (15,1%; N = 1116) e a menor quantidade coletada foi em Sao Manoel (4,3%; N = 315) (Tabela 2). Embora o esforco amostral tenha sido o mesmo para todas as areas, fatores como tipo de vegetacao adjacente, estado fitossanitario da cultura, tamanho da area e variacoes climaticas podem ter sido responsaveis pela menor captura de Scolytinae na fazenda Sao Manoel.

O sul do Rio Grande do Sul encontra-se em uma regiao de transicao entre os climas tropical e temperado (OVERBECK et al., 2009), o que pode explicar, em parte, a presenca de especies de Scolytinae tanto tropicais quanto temperadas. Entretanto, somente 24 especimes de besouros fleofagos dos Scolytus, Cnesinus e Hylocurus foram capturados neste levantamento. Apesar de algumas especies de fleofagos ocorrerem de forma abundante na regiao Sul do Brasil (FLECHTMANN; OTTATI; BERISFORD, 2001), a pouca quantidade coletada neste estudo provavelmente se deve ao tipo e a idade da vegetacao em que foi realizada a amostragem, que nao propicia locais de desenvolvimento de fleofagos, como especies do genero Scolytus que, em geral, preferem arvores de grande diametro (BRIGHT; STARK, 1973). Assim, os poucos exemplares coletados provavelmente vieram de areas nativas vizinhas aos plantios de eucalipto, ja que estes florestamentos se caracterizam pelo formato em mosaico, cujas areas de protecao permanente, compostas basicamente por fragmentos de mata, banhados e capoeira, ocorrem juntas aos plantios.

Em todas as areas amostradas, predominaram as especies xilomicetofagas, que vivem em simbiose nutricional com fungos cultivados em tuneis escavados no xilema da planta hospedeira (BIEDERMANN; KLEPZIG; TABORSKI, 2009) comprovando a importancia desse grupo na regiao neotropical (ATKINSON; EQUIHUA-MARTINEZ, 1986; NOGUERA-MARTINEZ; ATKINSON, 1990; FLECHTMANN et al., 1995).

A tribo Corthylini, aqui representada pelos generos Corthylus, Monarthum, Amphicranus, Metacorthylus, Microcorthylus e Tricolus e a tribo Xyleborini, com os generos Ambrosiodmus, Dryocoetoides, Xyleborinus, Xyleborus e Xylosandrus foram as mais ocorrentes neste estudo, com 32 (42,1%) e 24 (31,6%) especies, respectivamente (Tabela 2). Segundo Farrell et al. (2001) juntamente a subfamilia Platyponinae, Corthylini e Xyleborini sao essencialmente tropicais e compreendem 98% das 3.400 especies descritas de besouros-da-ambrosia. Especies da tribo Corthylini ocorrem em maior proporcao na regiao sul do pais, especialmente as dos generos Amphicranus, Corthylus, Corthylocurus, Monarthrum e Tricolus (FLECHTMANN; OTTATI; BERISFORD, 2001). Embora Corthylini tenha apresentado mais diversidade de generos, foi em Xyleborini que ocorreu a maior quantidade de individuos.

As outras tribos encontradas foram Cryphalini com 11 (14,5%) especies, Bothrosternini, cinco (6,6%), Scolytini, duas (2,6%), e Micracini e Ctenophorini, com uma (1,3%) especie.

Em todos os locais amostrados, Corthylus e Monarthum foram os generos com maior riqueza, com 13 (17,1%) e 12 (15,8%) especies, embora tendo apresentado menor numero de besouros (9,7%; N = 715). As outras 51 (67,1%) especies distribuiram-se nos 16 generos restantes (Tabela 2). Escolitineos do genero Corthylus atacam galhos recem-quebrados, cortados ou pequenos caules de ate 12 cm de diametro de varios hospedeiros, tais como especies do genero Cecropia, Acacia, Crotalaria, Theobroma cacao e algumas especies de bambu (WOOD, 1982).

Do total de especies coletadas, 82,9% ocorreu como dispersas, comuns e raras (Tabela 3). Esse padrao ocorre de forma frequente, independentemente do tipo de ecossistema (MAGURRAN, 2011) e, de acordo com Silveira Neto et al. (1976), locais em que os fatores limitantes e a competicao interespecifica atuam intensamente, especies mais comuns aumentam em numero e especies raras diminuem o seu nivel populacional. Os autores tambem afirmam que, em uma assembleia, especies raras ou aparentemente sem importancia podem desempenhar funcoes indiretas importantes, assim como se adaptam a um novo meio e mantem a vida da assembleia quando esta sofre alteracoes.

As especies Xyleborinus saxeseni e Xylosandrus retusus foram as mais abundantes nas cinco areas avaliadas, perfazendo 80,6% (N = 5.938) do total de exemplares coletados, seguido de Corthylus antennarius, que embora em menor quantidade (4,2%; N = 306), foi a terceira especie mais capturada (Tabela 2).

Muito embora Xylosandrus retusus seja uma especie comumente capturada em diferentes regioes do pais e em diferentes biomas, ela nao ocorre com a abundancia com que foi encontrada neste levantamento.

Mas esteve entre as especies mais abundantes em plantacoes de Eucalyptus grandis e Pinus taeda em Telemaco Borba--PR (FLECHTMANN; OTTATI; BERISFORD, 2001), bem como em floresta nativa em Itaara--RS (PELENTIR, 2007) e em povoamento de Acacia mearnsii, Butia--RS (MURARI, 2005).

A especie Xyleborinus saxeseni possui relatos de ataque em varias especies de eucalipto, como Eucalyptus paniculata, Eucalyptus citriodora, Eucalyptus obliqua e Eucalyptus saligna (WALKER, 2006). No presente estudo, a maior abundancia desse escolitineo ocorreu na fazenda Sao Francisco, na qual todas as armadilhas foram instaladas em talhoes compostos por Eucalyptus saligna. Tambem esteve entre as mais coletadas em povoamentos de Acacia mearnsii nos municipios de Butia--RS (MURARI, 2005) e Santa Maria--RS (MACHADO et al., 2014). Essa especie tambem se desenvolve em coniferas (ATKINSON; PECK, 1994), assim como em plantas de outros generos alem de Acacia, como Betula, Camellia, Malus, Prunus, Populus, Quercus, Fagus, Ulmus e Weinmannia racemosa (BROCKERHOFF; KNIZEK; BAIN, 2003).

O escolitineo Xyleborus affinis foi encontrado em tres locais, no entanto, sua abundancia nao foi expressiva. Na regiao Sul do Brasil, a especie e relatada como pouco frequente (MARQUES, 1984; 1989), mas ocorre de forma muito abundante acima do Tropico de Capricornio, assim como Xyleborus ferrugineus (FLECHTMANN et al., 1995).

As especies Xyleborus affinis e Xyleborus ferrugineus sao consideradas como os besouros-daambrosia mais agressivos em plantios de eucalipto no Brasil (FLECHTMANN, 2000). A especie Xyleborus ferrugineus, embora apresentando pouca abundancia (N = 169) foi a quarta especie mais capturada. Esse besouro e vetor primario do fungo patogenico Ceratocystis fimbriata (CIESLA, 2011) e ataca qualquer planta lenhosa com mais de 10 cm de diametro (WOOD, 1982). No Brasil, e o mais comum em pinhais e frequentemente observado atacando arvores caidas em Agudos--SP (FLECHTMANN; OTTATI; BERISFORD, 1999). Em plantios de Eucalyptus grandis, em Antonio Dias--MG, esteve entre as tres especies mais coletadas de Scolytinae (MORALES et al., 1999).

Com relacao a constancia, a maioria das especies de Scolytinae (81,6%) foi acessoria e acidental, evidenciando que poucas estiveram presentes ao longo do tempo de amostragem (Tabela 3).

Quanto a frequencia, as especies Xyleborinus saxeseni e Xylosandrus retusus foram as que mais se destacaram neste levantamento e grande parte (51,3%) ocorreu de forma esporadica. Em povoamento de acacia-negra--RS (MURARI, 2005) essas especies tambem estiveram entre os besouros mais frequentes. Tais escolitineos tambem se destacaram quanto a dominancia, na qual foram superdominantes ou dominantes (Tabela 3).

CONCLUSOES

Dos especimes de Scolytinae coletados nos locais florestados com Eucalyptus spp., Corthylini e Xyleborini sao as tribos dominantes, sendo Corthylini com a maior riqueza e Xyleborini com a maior abundancia de individuos. As especies predominantes sao Xylosandrus retusus e Xyleborinus saxeseni. Algumas especies prejudiciais as plantacoes de eucalipto (Xyleborus affinis e Xyleborus ferrugineus) foram encontradas nas areas estudadas, porem, em pequeno numero.

Recebido para publicacao em 25/02/2014 e aceito em 15/08/2016

AGRADECIMENTOS

A Fibria Celulose S/A, pela execucao logistica deste estudo e a Silvia Tanabe, pela identificacao dos Scolytinae.

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Jutiane Wollmann (1) Mauro Silveira Garcia (2) Carlos Alberto Hector Flechtmann (3) Elder Finkenauer (4) Flavio Roberto Mello Garcia (5)

(1) Engenheira Agronoma, Doutoranda em Fitossanidade, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Av. Eliseu Maciel, s/n, Campus Universitario, CEP 96010-900, Pelotas (RS), Brasil. jutianewollmann@hotmail.com

(2) Engenheiro Agronomo, Dr., Professor do Departamento de Fitossanidade, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Av. Eliseu Maciel, s/n, Campus Universitario, CEP 96010-900, Pelotas (RS), Brasil. garciasmauro@yahoo.com.br

(3) Engenheiro Agronomo, Dr., Professor Adjunto do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos, Faculdade de Engenharia, Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Av. Brasil, 56, Campus de Ilha Solteira, CEP 15385-000, Ilha Solteira (SP), Brasil. flechtma@bio.feis.unesp. br

(4) Ecologo, Coordenador na empresa Equilibrio Protecao Florestal, R. Odonaldo Ferreira Dutra, 353, CEP 79621-130, Tres Lagoas (MS), Brasil. elder.finkenauer@yahoo.com.br

(5) Biologo, Dr., Professor do Departamento de Ecologia, Zoologia e Genetica, Instituto de Biologia, Universidade Federal de Pelotas, Av. Eliseu Maciel, s/n, Campus Universitario, CEP 96010-900, Pelotas (RS), Brasil. flaviormg@ hotmail.com
TABLE 1: Scolytinae collection areas in the southern Rio Grande do
Sul, Brazil. Location and characteristics of crops. February 2006
to October 2010.

TABELA 1: Areas de coleta de Scolytinae no sul do Estado do Rio
Grande do Sul. Localizacao e caracteristicas dos cultivos.
Fevereiro de 2006 a outubro de 2010.

Localidades             Localizacao         Area         Area
                                          florestada     total
                                          (hectare)    (hectare)

Santa Rosa (A.       32[degrees]06'31"S     373,11     1.038,14
  Grande)            53[degrees]07'19"W
Aroeira (Candiota)   31[degrees]28'41"S    1.456,26    4.090,15
                     53[degrees]40'49"W
Sao Francisco        31[degrees]54'06"S    1.600,45    2.846,57
  (P. Altas)         53[degrees]38'13"W
Sao Manoel           31[degrees]33'42"S     251,77      631,53
  (P. Machado)       53[degrees]26'07"W
Cerro Alegre         31[degrees]19'59"S    1.107,43    3.786,00
  (Piratini)         53[degrees]18'37"W

Localidades             Localizacao         Area       Material
                                          preservada   genetico
                                             (%)

Santa Rosa (A.       32[degrees]06'31"S     58,97        3, 6
  Grande)            53[degrees]07'19"W
Aroeira (Candiota)   31[degrees]28'41"S     40,68        7, 8
                     53[degrees]40'49"W
Sao Francisco        31[degrees]54'06"S     42,23         3
  (P. Altas)         53[degrees]38'13"W
Sao Manoel           31[degrees]33'42"S     58,56      1, 4, 5
  (P. Machado)       53[degrees]26'07"W
Cerro Alegre         31[degrees]19'59"S     68,52        2, 3
  (Piratini)         53[degrees]18'37"W

Em que: Material genetico: 1 = E. dunnii; 2 = E. globulus; 3 = E.
saligna; Hibridos de E. grandis x E. urophylla: 4 = P4295H; 5 =
C186H; 6 = AE; 7 = TC31H; 8 = VR3748H.

TABLE 2: Species richness of Scolytinae in farms of Eucalyptus
spp., in southern Rio Grande do Sul state, Brazil. February 2006
to October 2010.

TABELA 2: Riqueza de especies de Scolytinae em fazendas de
Eucalyptus spp no sul do Rio Grande do Sul, Brasil. Fevereiro de
2006 a outubro de 2010.

Especies                  Aroeira       Cerro        Santa
                         (Candiota)    Alegre        Rosa
                                      (Piratini)   (A.Grande)

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni       --           2            2
  (Iglesias, 1914)
Ambrosiodmus obliquus        4            3            --
  (Le Conte, 1878)
Ambrosiodmus rusticus        --           1            --
  (Wood, 1974)
Ambrosiodmus sp.1            4            5            2
Ambrosiodmus sp.2            1            1            --
Amphicranus sp.1             --           1            1
Amphicranus sp.2             1            1            3
Amphicranus sp.3             --           --           3
Coptoborus gracilens         --           --           --
  Wood, 2007
Corthylus antennarius        38           69           76
  Schedl, 1966
Corthylus comitabilis        --           --           --
  Wood, 2007
Corthylus punctatus          1            7            8
  Eggers, 1943
Corthylus sp.1               3            2            7
Corthylus sp.2               --           6            1
Corthylus sp.3               --           1            --
Corthylus sp.4               2            3            5
Corthylus sp.5               --           2            --
Corthylus sp.6               2            2            --
Corthylus sp.7               --           3            1
Corthylus sp.8               1            --           --
Corthylus sp.9               1            --           --
Corthylus sp.10              --           --           --
Cryptocarenus heveae         --           --           --
  (Hagedorni, 1912)
Cryptocarenus                --           --           1
  brevicollis
  Eggers, 1937
Cryptocarenus                --           1            --
  diadematus
  Eggers, 1937
Cryptocarenus                --           4            --
  seriatus
  Eggers, 1933
Cryptocarenus sp.1           --           --           --
Dryocoetoides                --           --           --
  asperulus
  (Eggers, 1931)
Hypothenemus                 --           --           --
  dolosus
  Wood, 1974
Hypothenemus                 --           2            4
  eruditus
  Westwood, 1836
Hypothenemus sp.1            --           --           3
Hypothenemus sp.2            3            --           3
Hypothenemus sp.3            1            1            6
Hypothenemus sp.4            --           --           --
Metacorthylus sp.1           1            --           5
Microcorthylus               5            4            17
  quadridens
  Wood, 2007
Microcorthylus sp.1          1            --           1
Monarthrum cristatum         --           3            --
  Wood & Bright,1992
Monarthrum sp.1              4            1            4
Monarthrum sp.2              --           --           --
Monarthrum sp.3              5            79           22
Monarthrum sp.4              8            42           20
Monarthrum sp.5              4            31           22
Monarthrum sp.6              1            21           3
Monarthrum sp.7              --           9            1
Monarthrum sp.8              --           25           7
Monarthrum sp.9              --           3            1
Monarthrum sp.10             --           3            2
Monarthrum sp.11             --           1            1
Scolytodes bolivianus        --           1            --
  Eggers, 1928
Tricolus sp.1                --           2            1
Xyleborinus gracilis         --           5            --
  (Eichhoff, 1868)
Xyleborinus saxeseni        734           20          124
  (Ratzeburg, 1837)
Xyleborinus sentosus         5            3            7
  (Eichhoff, 1868)
Xyleborinus sp.1             --           --           --
Xyleborinus sp.2             56           14           7
Xyleborinus sp.3             --           1            --
Xyleborinus sp.4             --           1            --
Xyleborinus sp.5             --           4            --
Xyleborus affinis            1            3            17
  Eichhoff, 1867
Xyleborus ferrugineus        9            61           40
  (Fabricius, 1801)
Xyleborus neivai             5            8            3
  Eggers, 1928
Xyleborus reconditus         --           --           --
  Schedl, 1963
Xyleborus sp.1               1            1            --
Xyleborus sp.2               --           --           --
Xyleborus sp.3               --           --           1
Xyleborus vitiosus           --           1            --
  Schedl, 1940
Xylosandrus retusus         210          761          863
  (Eichhoff, 1868)

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus            --           1            --
  Eggers, 1943
Cnesinus sp.1                3            5            4
Cnesinus sp.2                --           2            --
Cnesinus sp.3                --           --           --
Cnesinus sp.4                1            --           --
Hylocurus dimorphus          --           2            1
  (Schedl, 1939)
Scolytus sp.1                --           2            --
Scolytus sp.2                --           1            --
N                           1116         1238         1300
S                            31           53           40
H'                          1,25         1,80         1,52
E                           0,36         0,45         0,41

Especies                    Sao          Sao
                           Manoel      Francisco
                         (P.Machado)   (P.Altas)

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni       --           --
  (Iglesias, 1914)
Ambrosiodmus obliquus         2           --
  (Le Conte, 1878)
Ambrosiodmus rusticus        --           --
  (Wood, 1974)
Ambrosiodmus sp.1             2            4
Ambrosiodmus sp.2            --           --
Amphicranus sp.1              1           --
Amphicranus sp.2              1           --
Amphicranus sp.3             --           --
Coptoborus gracilens          3           --
  Wood, 2007
Corthylus antennarius        74           49
  Schedl, 1966
Corthylus comitabilis         2           --
  Wood, 2007
Corthylus punctatus           6           14
  Eggers, 1943
Corthylus sp.1                1            3
Corthylus sp.2                6            1
Corthylus sp.3                1            2
Corthylus sp.4                4            5
Corthylus sp.5               --           --
Corthylus sp.6               --           --
Corthylus sp.7               11           --
Corthylus sp.8               --            1
Corthylus sp.9               --           --
Corthylus sp.10               2           --
Cryptocarenus heveae          1           --
  (Hagedorni, 1912)
Cryptocarenus                 2           --
  brevicollis
  Eggers, 1937
Cryptocarenus                 1            1
  diadematus
  Eggers, 1937
Cryptocarenus                 1            2
  seriatus
  Eggers, 1933
Cryptocarenus sp.1            1           --
Dryocoetoides                 1           --
  asperulus
  (Eggers, 1931)
Hypothenemus                  1           --
  dolosus
  Wood, 1974
Hypothenemus                 --           12
  eruditus
  Westwood, 1836
Hypothenemus sp.1            --            3
Hypothenemus sp.2            --            2
Hypothenemus sp.3            --            1
Hypothenemus sp.4            --           13
Metacorthylus sp.1           --           --
Microcorthylus                8            6
  quadridens
  Wood, 2007
Microcorthylus sp.1          --           --
Monarthrum cristatum          4           --
  Wood & Bright,1992
Monarthrum sp.1              --            5
Monarthrum sp.2               1            1
Monarthrum sp.3              15            9
Monarthrum sp.4               3            2
Monarthrum sp.5              14            1
Monarthrum sp.6              --           --
Monarthrum sp.7              --            2
Monarthrum sp.8              --            1
Monarthrum sp.9               2           --
Monarthrum sp.10              1           --
Monarthrum sp.11             --           --
Scolytodes bolivianus        --           --
  Eggers, 1928
Tricolus sp.1                --            6
Xyleborinus gracilis          3           --
  (Eichhoff, 1868)
Xyleborinus saxeseni         17          1166
  (Ratzeburg, 1837)
Xyleborinus sentosus          3           23
  (Eichhoff, 1868)
Xyleborinus sp.1              8           --
Xyleborinus sp.2              1           51
Xyleborinus sp.3             --            6
Xyleborinus sp.4             --           --
Xyleborinus sp.5             --           --
Xyleborus affinis            --           --
  Eichhoff, 1867
Xyleborus ferrugineus        34           25
  (Fabricius, 1801)
Xyleborus neivai              3            1
  Eggers, 1928
Xyleborus reconditus         --            1
  Schedl, 1963
Xyleborus sp.1               --            1
Xyleborus sp.2               --            6
Xyleborus sp.3               --           --
Xyleborus vitiosus           --           --
  Schedl, 1940
Xylosandrus retusus          73          1970
  (Eichhoff, 1868)

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus            --           --
  Eggers, 1943
Cnesinus sp.1                --           --
Cnesinus sp.2                --           --
Cnesinus sp.3                --            1
Cnesinus sp.4                --           --
Hylocurus dimorphus           1           --
  (Schedl, 1939)
Scolytus sp.1                --           --
Scolytus sp.2                --           --
N                            315         3397
S                            38           35
H'                          2,59         1,08
E                           0,71         0,30

Em que: Numero de individuos (N), riqueza de especies (S),
diversidade (H'), equitabilidade (E) e guilda dos especimes de
Scolytinae.

TABLE 3: Faunistic analysis of Scolytinae beetles caught in five
forested areas with eucalypt in southern Rio Grande do Sul state,
Brazil. February 2006 to October 2010.

TABELA 3: Analise faunistica de besouros Scolytinae capturados em
cinco areas florestadas com eucalipto no sul do Rio Grande do Sul,
Brasil. Fevereiro de 2006 a outubro de 2010.

Especies                         Abundancia

                            1    2    3    4    5

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni      d    --   --   --   r
Ambrosiodmus obliquus       --   d    --   c    d
Ambrosiodmus rusticus       --   --   --   --   r
Ambrosiodmus sp. 1          d    d    c    c    c
Ambrosiodmus sp. 2          --   --   --   d    r
Amphicranus sp.1            r    r    --   --   r
Amphicranus sp. 2           d    r    --   d    r
Amphicranus sp. 3           d    --   --   --   --
Coptoborus gracilens        --   c    --   --   --
Corthylus antennarius       m    m    m    m    m
Corthylus comitabilis       --   d    --   --   --
Corthylus punctatus         c    c    m    d    c
Corthylus sp. 1             c    r    d    c    r
Corthylus sp. 2             r    c    r    --   c
Corthylus sp. 3             --   r    r    --   r
Corthylus sp. 4             c    c    c    c    d
Corthylus sp. 5             --   --   --   --   r
Corthylus sp. 6             --   --   --   c    r
Corthylus sp. 7             r    c    --   --   d
Corthylus sp. 8             --   --   r    d    --
Corthylus sp. 9             --   --   --   d    --
Corthylus sp. 10            --   d    --   --   --
Cryptocarenus heveae        --   r    --   --   --
Cryptocarenus brevicollis   r    d    --   --   --
Cryptocarenus diadematus    --   r    r    --   r
Cryptocarenus seriatus      --   r    r    --   d
Cryptocarenus sp. 1         --   r    --   --   --
Dryocoetoides asperulus     --   r    --   --   --
Hypothenemus dolosus        --   r    --   --   --
Hypothenemus eruditus       c    --   c    --   r
Hypothenemus sp. 1          d    --   d    --   --
Hypothenemus sp. 2          d    --   r    c    --
Hypothenemus sp. 3          c    --   r    d    r
Hypothenemus sp. 4          --   --   a    --   --
Metacorthylus sp. 1         c    --   --   d    --
Microcorthylus quadridens   c    c    c    c    d
Microcorthylus sp.1         r    --   --   d    --
Monarthrum cristatum        --   c    --   --   d
Monarthrum sp. 1            c    --   c    c    r
Monarthrum sp. 2            --   r    r    --   --
Monarthrum sp. 3            m    a    c    c    m
Monarthrum sp. 4            a    c    r    c    m
Monarthrum sp. 5            m    a    r    c    m
Monarthrum sp. 6            d    --   --   d    m
Monarthrum sp. 7            r    --   r    --   c
Monarthrum sp. 8            c    --   r    --   m
Monarthrum sp. 9            r    d    --   --   d
Monarthrum sp. 10           d    r    --   --   d
Monarthrum sp. 11           r    --   --   --   r
Scolytodes bolivianus       --   --   --   --   r
Tricolus sp. 1              r    --   c    --   r
Xyleborinus gracilis        --   c    --   --   c
Xyleborinus saxeseni        m    m    s    s    m
Xyleborinus sentosus        c    c    m    c    d
Xyleborinus sp. 1           --   c    --   --   --
Xyleborinus sp. 2           c    r    m    m    a
Xyleborinus sp. 3           --   --   c    --   r
Xyleborinus sp. 4           --   --   --   --   r
Xyleborinus sp. 5           --   --   --   --   d
Xyleborus affinis           c    --   --   d    d
Xyleborus ferrugineus       m    m    m    c    m
Xyleborus neivai            d    c    r    c    c
Xyleborus reconditus        --   --   r    --   --
Xyleborus sp. 1             --   --   r    d    r
Xyleborus sp. 2             --   --   c    --   --
Xyleborus sp. 3             r    --   --   --   --
Xyleborus vitiosus          --   --   --   --   r
Xylosandrus retusus         s    m    s    s    s

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus           --   --   --   --   r
Cnesinus sp. 1              c    --   --   c    c
Cnesinus sp. 2              --   --   --   --   r
Cnesinus sp. 3              --   --   r    --   --
Cnesinus sp. 4              --   --   --   d    --
Hylocurus dimorphus         r    r    --   --   r
Scolytus sp. 1              --   --   --   --   r
Scolytus sp. 2              --   --   --   --   r

Especies                         Constancia

                            1    2    3    4    5

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni      z    --   --   --   z
Ambrosiodmus obliquus       --   z    --   y    z
Ambrosiodmus rusticus       --   --   --   --   z
Ambrosiodmus sp. 1          z    z    y    y    y
Ambrosiodmus sp. 2          --   --   --   z    z
Amphicranus sp.1            z    z    --   --   z
Amphicranus sp. 2           z    z    --   z    z
Amphicranus sp. 3           z    --   --   --   --
Coptoborus gracilens        --   y    --   --   --
Corthylus antennarius       w    w    w    w    w
Corthylus comitabilis       --   z    --   --   --
Corthylus punctatus         z    y    w    z    y
Corthylus sp. 1             y    z    y    y    z
Corthylus sp. 2             z    w    z    --   y
Corthylus sp. 3             --   z    z    --   z
Corthylus sp. 4             y    y    y    z    z
Corthylus sp. 5             --   --   --   --   z
Corthylus sp. 6             --   --   --   z    z
Corthylus sp. 7             z    w    --   --   z
Corthylus sp. 8             --   --   z    z    --
Corthylus sp. 9             --   --   --   z    --
Corthylus sp. 10            --   z    --   --   --
Cryptocarenus heveae        --   z    --   --   --
Cryptocarenus brevicollis   z    z    --   --   --
Cryptocarenus diadematus    --   z    z    --   z
Cryptocarenus seriatus      --   z    z    --   y
Cryptocarenus sp. 1         --   z    --   --   --
Dryocoetoides asperulus     --   z    --   --   --
Hypothenemus dolosus        --   z    --   --   --
Hypothenemus eruditus       z    --   y    --   z
Hypothenemus sp. 1          z    --   z    --   --
Hypothenemus sp. 2          z    --   z    y    --
Hypothenemus sp. 3          z    --   z    z    z
Hypothenemus sp. 4          --   --   z    --   --
Metacorthylus sp. 1         z    --   --   z    --
Microcorthylus quadridens   y    w    y    y    z
Microcorthylus sp.1         z    --   --   z    --
Monarthrum cristatum        --   z    --   --   z
Monarthrum sp. 1            z    --   y    y    z
Monarthrum sp. 2            --   z    z    --   --
Monarthrum sp. 3            w    w    y    y    w
Monarthrum sp. 4            w    y    z    y    w
Monarthrum sp. 5            w    w    z    y    w
Monarthrum sp. 6            z    --   --   z    y
Monarthrum sp. 7            z    --   z    --   y
Monarthrum sp. 8            y    --   z    --   w
Monarthrum sp. 9            z    z    --   --   z
Monarthrum sp. 10           z    z    --   --   z
Monarthrum sp. 11           z    --   --   --   z
Scolytodes bolivianus       --   --   --   --   z
Tricolus sp. 1              z    --   y    --   z
Xyleborinus gracilis        --   z    --   --   z
Xyleborinus saxeseni        w    w    w    w    y
Xyleborinus sentosus        y    y    w    y    z
Xyleborinus sp. 1           --   y    --   --   --
Xyleborinus sp. 2           y    z    y    w    y
Xyleborinus sp. 3           --   --   z    --   z
Xyleborinus sp. 4           --   --   --   --   z
Xyleborinus sp. 5           --   --   --   --   z
Xyleborus affinis           y    --   --   z    z
Xyleborus ferrugineus       w    y    w    y    w
Xyleborus neivai            z    y    z    y    y
Xyleborus reconditus        --   --   z    --   --
Xyleborus sp. 1             --   --   z    z    z
Xyleborus sp. 2             --   --   z    --   --
Xyleborus sp. 3             z    --   --   --   --
Xyleborus vitiosus          --   --   --   --   z
Xylosandrus retusus         w    w    w    w    w

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus           --   --   --   --   z
Cnesinus sp. 1              z    --   --   z    z
Cnesinus sp. 2              --   --   --   --   z
Cnesinus sp. 3              --   --   z    --   --
Cnesinus sp. 4              --   --   --   z    --
Hylocurus dimorphus         z    z    --   --   z
Scolytus sp. 1              --   --   --   --   z
Scolytus sp. 2              --   --   --   --   z

Especies                          Dominancia

                            1    2    3    4    5

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni      N    --   --   --   N
Ambrosiodmus obliquus       --   N    --   N    N
Ambrosiodmus rusticus       --   --   --   --   N
Ambrosiodmus sp. 1          N    N    N    N    N
Ambrosiodmus sp. 2          --   --   --   N    N
Amphicranus sp.1            N    N    --   --   N
Amphicranus sp. 2           N    N    --   N    N
Amphicranus sp. 3           N    --   --   --   --
Coptoborus gracilens        --   N    --   --   --
Corthylus antennarius       D    D    D    D    D
Corthylus comitabilis       --   N    --   --   --
Corthylus punctatus         D    D    D    N    D
Corthylus sp. 1             D    N    N    N    N
Corthylus sp. 2             N    D    N    --   D
Corthylus sp. 3             --   N    N    --   N
Corthylus sp. 4             N    N    N    N    N
Corthylus sp. 5             --   --   --   --   N
Corthylus sp. 6             --   --   --   N    N
Corthylus sp. 7             N    D    --   --   N
Corthylus sp. 8             --   --   N    N    --
Corthylus sp. 9             --   --   --   N    --
Corthylus sp. 10            --   N    --   --   --
Cryptocarenus heveae        --   N    --   --   --
Cryptocarenus brevicollis   N    N    --   --   --
Cryptocarenus diadematus    --   N    N    --   N
Cryptocarenus seriatus      --   N    N    --   N
Cryptocarenus sp. 1         --   N    --   --   --
Dryocoetoides asperulus     --   N    --   --   --
Hypothenemus dolosus        --   N    --   --   --
Hypothenemus eruditus       N    --   D    --   N
Hypothenemus sp. 1          N    --   N    --   --
Hypothenemus sp. 2          N    --   N    N    --
Hypothenemus sp. 3          D    --   N    N    N
Hypothenemus sp. 4          --   --   D    --   --
Metacorthylus sp. 1         N    --   --   N    --
Microcorthylus quadridens   D    D    D    N    N
Microcorthylus sp.1         N    --   --   N    --
Monarthrum cristatum        --   N    --   --   N
Monarthrum sp. 1            N    --   N    N    N
Monarthrum sp. 2            --   N    N    --   --
Monarthrum sp. 3            D    D    D    N    D
Monarthrum sp. 4            D    N    N    D    D
Monarthrum sp. 5            D    D    N    N    D
Monarthrum sp. 6            N    --   --   N    D
Monarthrum sp. 7            N    --   N    --   D
Monarthrum sp. 8            D    --   N    --   D
Monarthrum sp. 9            N    N    --   --   N
Monarthrum sp. 10           N    N    --   --   N
Monarthrum sp. 11           N    --   --   --   N
Scolytodes bolivianus       --   --   --   --   N
Tricolus sp. 1              N    --   D    --   N
Xyleborinus gracilis        --   N    --   --   N
Xyleborinus saxeseni        D    D    S    S    D
Xyleborinus sentosus        D    N    D    N    N
Xyleborinus sp. 1           --   D    --   --   --
Xyleborinus sp. 2           D    N    D    D    D
Xyleborinus sp. 3           --   --   D    --   N
Xyleborinus sp. 4           --   --   --   --   N
Xyleborinus sp. 5           --   --   --   --   N
Xyleborus affinis           D    --   --   N    N
Xyleborus ferrugineus       D    D    D    D    D
Xyleborus neivai            N    N    N    N    D
Xyleborus reconditus        --   --   N    --   --
Xyleborus sp. 1             --   --   N    N    N
Xyleborus sp. 2             --   --   D    --   --
Xyleborus sp. 3             N    --   --   --   --
Xyleborus vitiosus          --   --   --   --   N
Xylosandrus retusus         S    D    S    S    S

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus           --   --   --   --   N
Cnesinus sp. 1              N    --   --   N    N
Cnesinus sp. 2              --   --   --   --   N
Cnesinus sp. 3              --   --   N    --   --
Cnesinus sp. 4              --   --   --   N    --
Hylocurus dimorphus         N    N    --   --   N
Scolytus sp. 1              --   --   --   --   N
Scolytus sp. 2              --   --   --   --   N

Especies                          Frequencia

                            1    2    3    4    5

XILOMICETOFAGAS

Ambrosiodmus hagedorni      T    --   --   --   T
Ambrosiodmus obliquus       --   T    --   F    T
Ambrosiodmus rusticus       --   --   --   --   T
Ambrosiodmus sp. 1          T    T    F    F    F
Ambrosiodmus sp. 2          --   --   --   T    T
Amphicranus sp.1            T    T    --   --   T
Amphicranus sp. 2           T    T    --   T    T
Amphicranus sp. 3           T    --   --   --   --
Coptoborus gracilens        --   F    --   --   --
Corthylus antennarius       M    M    M    M    M
Corthylus comitabilis       --   T    --   --   --
Corthylus punctatus         F    F    M    T    F
Corthylus sp. 1             F    T    T    F    T
Corthylus sp. 2             T    F    T    --   F
Corthylus sp. 3             --   T    T    --   T
Corthylus sp. 4             F    F    F    F    T
Corthylus sp. 5             --   --   --   --   T
Corthylus sp. 6             --   --   --   F    T
Corthylus sp. 7             T    F    --   --   T
Corthylus sp. 8             --   --   T    T    --
Corthylus sp. 9             --   --   --   T    --
Corthylus sp. 10            --   T    --   --   --
Cryptocarenus heveae        --   T    --   --   --
Cryptocarenus brevicollis   T    T    --   --   --
Cryptocarenus diadematus    --   T    T    --   T
Cryptocarenus seriatus      --   T    T    --   T
Cryptocarenus sp. 1         --   T    --   --   --
Dryocoetoides asperulus     --   T    --   --   --
Hypothenemus dolosus        --   T    --   --   --
Hypothenemus eruditus       F    --   F    --   T
Hypothenemus sp. 1          T    --   T    --   --
Hypothenemus sp. 2          T    --   T    F    --
Hypothenemus sp. 3          F    --   T    T    T
Hypothenemus sp. 4          --   --   M    --   --
Metacorthylus sp. 1         F    --   --   T    --
Microcorthylus quadridens   F    F    F    F    T
Microcorthylus sp.1         T    --   --   T    --
Monarthrum cristatum        --   F    --   --   T
Monarthrum sp. 1            F    --   F    F    T
Monarthrum sp. 2            --   T    T    --   --
Monarthrum sp. 3            M    M    F    F    M
Monarthrum sp. 4            M    F    T    F    M
Monarthrum sp. 5            M    M    T    F    M
Monarthrum sp. 6            T    --   --   T    M
Monarthrum sp. 7            T    --   T    --   F
Monarthrum sp. 8            F    --   T    --   M
Monarthrum sp. 9            T    T    --   --   T
Monarthrum sp. 10           T    T    --   --   T
Monarthrum sp. 11           T    --   --   --   T
Scolytodes bolivianus       --   --   --   --   T
Tricolus sp. 1              T    --   F    --   T
Xyleborinus gracilis        --   F    --   --   F
Xyleborinus saxeseni        M    M    U    U    F
Xyleborinus sentosus        F    F    M    F    T
Xyleborinus sp. 1           --   F    --   --   --
Xyleborinus sp. 2           F    T    M    M    M
Xyleborinus sp. 3           --   --   F    --   T
Xyleborinus sp. 4           --   --   --   --   T
Xyleborinus sp. 5           --   --   --   --   T
Xyleborus affinis           F    --   --   T    T
Xyleborus ferrugineus       M    M    M    F    M
Xyleborus neivai            T    F    T    F    F
Xyleborus reconditus        --   --   T    --   --
Xyleborus sp. 1             --   --   T    T    T
Xyleborus sp. 2             --   --   F    --   --
Xyleborus sp. 3             T    --   --   --   --
Xyleborus vitiosus          --   --   --   --   T
Xylosandrus retusus         U    M    U    F    U

FLEOFAGAS

Cnesinus hispidus           --   --   --   --   T
Cnesinus sp. 1              F    --   --   F    F
Cnesinus sp. 2              --   --   --   --   T
Cnesinus sp. 3              --   --   T    --   --
Cnesinus sp. 4              --   --   --   T    --
Hylocurus dimorphus         T    T    --   --   T
Scolytus sp. 1              --   --   --   --   T
Scolytus sp. 2              --   --   --   --   T

Em que: 1: Arroio Grande--Santa Rosa; 2: Sao Manoel--Pinheiro
Machado; 3: Sao Francisco--Pedras Altas; 4: Aroeira--Candiota;
5: Cerro Alegre--Piratini. Abundancia: s = superabundante; m =
muito abundante; a = abundante; c = comum; d = dispersa; r = rara;
Constancia: w = constante; y = acessoria; z = acidental;
Dominancia: S = superdominante; D = dominante; N = nao dominante;
Frequencia: U = superfrequente; M = muito frequente; F = frequente;
T = pouco frequente.
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Author:Wollmann, Jutiane; Garcia, Mauro Silveira; Flechtmann, Carlos Alberto Hector; Finkenauer, Elder; Gar
Publication:Ciencia Florestal
Date:Oct 1, 2017
Words:6646
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