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Rooting cuttings of yam (Dioscorea spp.)/Enraizamento de estacas de inhame (Dioscorea spp.).

Introducao

O inhame pertence a familia Dioscoreaceae do genero Dioscorea, conhecido popularmente no Brasil como cara, cara-da-costa, inhame-da-costa, inhame-desao-tome, dentre outros. Cultivado no mundo inteiro, tendo maior importancia em regioes tropicais e subtropicais (Peixoto Neto et al., 2000). Apresenta importancia socioeconomica para a regiao Nordeste, principalmente para os estados da Paraiba, Pernambuco, Alagoas, Bahia e Maranhao, gerando emprego, renda e alimento para os pequenos e medios agricultores (Santos et al., 2007a).

Segundo Peixoto Neto et al. (2000), cada planta de inhame produz dois tipos de tuberas, sendo aquelas destinadas para o comercio externo ou interno, e as tuberas utilizadas para sementes, produzidas por um numero pequeno de agricultores que comandam a comercializacao estadual.

O processo de multiplicacao do inhame (Dioscorea spp.J ocorre vegetativamente por tuberas-sementes (inteiras e partidas) e por mudas. A producao de tuberas-sementes destinadas para o plantio, pode ser realizada pelo metodo tradicional da capacao, pelo metodo convencional do superadensamento populacional e pelo processo natural. A producao de mudas para o plantio pode ser obtida atraves de metodos convencionais, como a producao de mudas de inhame por minituberas em sementeira, por metodos biotecnologicos, e pela producao de mudas de inhame por micropropagacao (Santos, 2002).

Algumas pesquisas foram realizadas no intuito de se obter material de propagacao de qualidade superior livre de doencas e resistente a pragas, como a realizada por Behera et al. (2009) atraves do estudo, que avaliou o enraizamento de estacas de tres especies de inhame D. alata, D. hispida e D. oppositifolia em meses diferentes, obtendo resultados de enraizamento satisfatorios para todas variedades estudadas. Como tambem, Agele et al. (2010) avaliaram os efeitos de substitutos de hormonio sintetico em genotipos, no enraizamento e producao de mini-tuberculos de estacas obtidas de inhame branco Dioscorea rotundata.

Os esforcos para a descoberta e aperfeicoamento de novas tecnicas de propagacao, sao de grande importancia para pesquisadores e para os agricultores, que idealizam novas tecnologias de producao a um custo mais baixo e de maior retorno economico. Com a possibilidade de enraizar estacas de inhame, e possivel obter um material propagativo isento de pragas e doencas, uma vez que estas estacas sao provenientes de material selecionado de qualidade superior.

Ante a estas consideracoes, no presente estudo, foi avaliado a percentagem de enraizamento de estacas, o comprimento e o numero de raizes presentes nas estacas de inhame (Dioscorea spp.) com idade de 120 dias.

Material e Metodos

A pesquisa foi conduzida na area experimental do Centro de Ciencias Agrarias da Universidade Federal de Alagoas, na estufa de producao de mudas com sistema de nebulizacao, localizado na BR 104 Norte, km 85, Rio Largo- AL. O local do experimento esta situado a uma latitude de 9[degrees]27'S, longitude de 35[degrees]27'W e uma altitude media de 127 m acima do nivel do mar, com temperaturas medias: maxima de 29[degrees]C e minima de 21[degrees]C, e pluviosidade media anual de 1.300 mm, sendo os invernos chuvosos e os veroes bastante ensolarados.

Antecedendo a implantacao do experimento foram plantadas tuberas-sementes partidas em pedacos com 50 a 70 g em canteiros devidamente preparados com espacamento de 20 x 20 cm, obedecendo ao metodo de producao de tuberas-sementes por superadensamento populacional (SANTOS et al., 2007b). Praticas de cultivo como adubacao de fundacao utilizando a formula basica 4-14-8, adubacao nitrogenada de cobertura com sulfato de amonio, irrigacoes periodicas, capinas manuais, espaldeiramento e o acompanhamento do crescimento da planta, foram devidamente realizados para um bom desenvolvimento das ramas de inhame, proporcionando um material livre de doencas e pragas para realizacao do estudo.

O delineamento experimental utilizado foi em bloco casualizado com esquema fatorial 3 x 2 x 2 com 12 tratamentos e 4 repeticoes. Os tratamentos foram constituidos de tres fatores: altura da estaca na planta (A1 = base; A2 = centro; A3 = topo), posicao da estaca no ramo (T1= proximal; T2= distal), tratamento com acido indolbutirico (H1 = Sem IBA; H2 = 1 mg/L IBA). O numero de parcelas do experimento foi igual a 48, sendo cada parcela composta por 4 estacas, totalizando 192 estacas de inhame postas para enraizar em 6 bandejas alveoladas de 32 celulas com substrato comercial Bioplant[R]. As bandejas foram mantidas em estufa com sistema de nebulizacao intermitente regulado para manter a umidade relativa do ar acima de 80%.

A coleta e selecao das estacas foram realizadas 120 dias apos o plantio, ocorrido no mes de marco de 2011. Foram retiradas as estacas das plantas de inhames em tres diferentes alturas (andares), correspondentes a uma idade fisiologica diferente--A1 (base), fisiologicamente mais juvenil; A2 (centro), fisiologicamente entre juvenil e maduro e A3 (topo), fisiologicamente maduro apresentando flores. Para estabelecer os andares, contou-se o numero de nos da haste principal e dividiu-se por tres. As estacas foram coletadas dos ramos secundarios, cada uma com tres nos e seis folhas. As estacas foram preparadas removendo-se as quatro folhas mais baixas e mantidas as duas folha do apice sendo estas cortadas ao meio para se reduzir a perda de agua por transpiracao. Em seguida todas as estacas foram mergulhadas por 2 minutos em solucao 4 g/L de fungicida a base de Tiofanato Metilico 700PM. Para os tratamento com acido indolbutirico (AIB) seguiu-se as recomendacoes de Fachinello (2005), no qual as estacas permaneceram com 5 cm das bases imersas na solucao de 1 mg/L AIB por 1 minuto, antes de serem plantadas nas bandejas.

As variaveis avaliadas 30 dias apos a montagem do experimento foram: a percentagem de enraizamento, o numero de raizes por estaca e o comprimento de cada raiz, com a ajuda de um paquimetro digital.

Os dados experimentais foram submetidos a analise de variancia, onde foram feitas transformacoes de dados para todas as variaveis avaliadas, utilizando a equacao de [square root] x + 1. As medias obtidas foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade para todas as variaveis. O programa estatistico usado foi ASSISTAT Versao 7.5 betas (Silva & Azevedo, 2008).

Resultados e Discussao

Percentagem de enraizamento

Os diferentes andares (A1, A2 e A3) testados e a aplicacao do acido indolbutirico (AIB) nao apresentaram diferencas significativas para a percentagem de estacas enraizadas (Figuras 1A e 1B). Ja a posicao da estaca no ramo (proximal ou distal) influiu na percentagem de enraizamento, mostrando que a posicao proximal favoreceu o enraizamento de 75% das estacas enquanto que na posicao distal somente 55% das estacas enraizaram (Figura 1C).

Apesar das medias de percentagem de enraizamento nao diferirem entre si nos diferentes andares, observa-se uma tendencia de valores de percentagem de enraizamento maiores para estacas da base da planta, ou seja, do 1[degrees] andar, cujo valor atingiu 72 % de enraizamento (Figuras 1A e 2). Essa tendencia mostra, possivelmente, que estacas mais juvenis em termos fisiologicos, enraizam melhor do que aquelas oriundas de andares mais altos que sao cronologicamente mais novas, mas fisiologicamente mais maduras.

De acordo com Hartmann et al. (2002), estacas caulinares colhidas da parte apical do ramo tem em geral menor grau de lignificacao, celulas meristematicas com metabolismo mais ativo e ausencia ou menor quantidade de compostos fenolicos, o que facilita o enraizamento. Entretanto, os resultados nao se mostraram dessa forma para o inhame, que obteve melhores resultados de enraizamento com as estacas proximais, cronologicamente mais velhas e mais proximas da insercao na haste principal. Neste caso parece que os tecidos mais lignificados, e possivelmente com mais reservas de carboidratos, facilitou a iniciacao e o crescimento das raizes.

De acordo com Taiz & Zeiger (2006), a aplicacao exogena de auxinas em muitas especies auxilia no enraizamento das estacas e na formacao da muda; no entanto, dependendo da concentracao, podera ter efeito inibitorio ou fitotoxico. Para o inhame, as estacas foram capazes de enraizar mesmo sem o estimulo do acido indolbutirico (IBA), mostrando-se bastante promissor na facilidade de obtencao de mudas.

Botelho et al. (2005), em seus experimentos com estacas herbaceas e semilenhosas do porta-enxerto de videira "43-43" (V. vinifera x V. rotundifolia) observaram que a utilizacao de acido indolbutirico AIB foi prejudicial ao enraizamento, tendo a testemunha apresentado resultados mais elevados. Ja Tofanelli et al. (2002) relataram que estacas de cultivares de pessegueiro (Prunuspersica L.) obtiveram incrementos lineares na porcentagem de enraizamento a medida que se aumentava a concentracao de acido indolbutirico AIB.

Agele et al. (2010), em estudo para avaliar os efeitos de substitutos de hormonio sintetico e genotipos (TDR 335 e TDR 93-49) no enraizamento e na producao de tuberculos a partir de estacas obtidas de inhame branco (D. rotundata), observaram porcentagem de enraizamento acima de 70 %, com estacas tratadas com cinzas de palha de arroz, cinzas de Azardiracta indica (neem) e 1% de acido indolbutirico (AIB), cinzas de Palha de arroz com 5 % de concentracao registrou a maior percentagem de enraizamento (80 %).

Behera et al. (2009), empesquisa realizada para avaliar a reposta do enraizamento em meses diferentes com tres especies de Dioscorea (D. alata, D. hispida e D. oppositifolia), constataram para D. alata enraizamento rapido, em torno de 7,87 dias durante o mes de agosto, e 27,16 dias durante o mes maio, entre julho-outubro houve enraizamento dentro de um periodo de 7,87 a 11,05 dias devido a alta umidade, e durante abril e maio (verao), novembro, e dezembro-janeiro (meses de inverno) o enraizamento foi atrasado devido as variacoes de temperatura. Ja para D. hispida os meses de junho a outubro obtiveram bons resultados para o enraizamento, assim com para a especie D. oppositifolia que nos meses de agosto e setembro apresentaram enraizamento ideal para estacas das ramas de inhame. Numero de raizes por estaca

O numero medio de raizes por estaca foi significativamente influenciado pelo andar de coleta das estacas, sendo a posicao basal (1[degrees] andar), superior aos demais com media de 5,36 raizes por estaca (Figura 3A). A aplicacao do AIB nao mostrou influencia nesta variavel (Figura 3B), mas estacas da posicao proximal do ramo apresentou uma media de 4,59 raizes/estaca, significativamente superior a 2,82 raizes/estaca na posicao distal (Figura 3C).

Em trabalho realizado por Santos (2010), observou-se o numero medio de raizes de gravioleira produzido pelas estacas, nao foi significativamente influenciado pela posicao da estaca no ramo (apical, subapical ou mediana). Contudo, esse numero foi influenciado pela adicao de AIB apresentando uma resposta linear. A concentracao de 2000 mg. [kg.sup.-1] apresentou a media de 3,22 raizes por estaca enraizada e a concentracao de 4000 mg. [kg.sup.-1] apresentou a media de 3,69 raizes por estaca enraizada.

Behera et al. (2009), avaliando a reposta ao enraizamento em meses diferentes com tres especies de inhame (D. alata, D. hispida e D. oppositifolia), observaram para a especie D. alata, que o numero de raizes primarias foi maior em outubro 4,37, e de raizes laterais foi maior nos meses de agosto 47,15, para D. hispida a quantidade de raizes primario foi 4.20 e laterais de 20,11 entre junho a outubro, ja com a especie D. oppositifolia os meses de agosto e setembro apresentaram numero de raizes primarias de 4,42 e laterais de 20,98.

As interacoes entre os tratamentos mostraram que o numero de raizes por estaca foi influenciado pela altura da estaca na planta e pela posicao da estaca no ramo, evidenciando valores mais elevados nas estacas dos ramos do terco basal na posicao proximal (Tabelas 1, 2 e 3).

Comprimento de raizes por estaca

O comprimento medio de raizes por estaca tambem foi maior em estacas obtidas no terco basal das plantas. Com raizes de comprimento medio de 35,34 mm, as estaca do 1 andar, mostraram-se maiores do que os 27,03 mm e 19,86 mm nas estacas do 2 e 3 andares, respectivamente (Figura 4A). Nao houve efeito da aplicacao do IBA para esta variavel (Figura 4B). Ja a posicao da estaca no ramo (proximal ou distal) influenciou o comprimento de raizes, com as estacas proximais apresentando maior comprimento na media (Figura 4C).

O comprimento medio das raizes em estacas e uma variavel que pode ou nao ser influenciada pela aplicacao de AIB ou posicionamento da estaca na planta. Santos et al. (2010) estudando o enraizamento de estacas de gravioleira observaram que o comprimento medio de raizes tambem nao foi influenciado pela posicao da estaca no ramo ou pela aplicacao exogena de IBA, mas influenciou no numero de raizes. Este ultimo efeito nao foi, contudo, observado neste trabalho com inhame (Tabela 4).

Behera et al. (2009), estudando a reposta ao enraizamento em meses diferentes com tres especies de inhame (D. alata, D. hispida e D. oppositifolia), constataram para D. alata comprimento maximo da raiz de 21,26 cm, mas reduzida a um minimo de 5,56 cm no mes de Maio, para D. hispida as raizes apresentaram comprimento maximo de 3,50 cm, observado na estacao das chuvas no mes de setembro, e D. oppositifolia apresentou comprimento de raiz com 6,22 cm.

Conclusoes

As estacas de inhame (Dioscorea spp.) apresentam respostas positivas ao enraizamento de estacas mesmo sem a aplicacao de auxinas exogenas.

A posicao de coleta da estaca na planta influenciou a percentagem de enraizamento, o numero e o comprimento de raizes, sendo mais favoravel ao enraizamento estacas obtidas no terco basal das plantas e na posicao proximal.

Recebido: 07 Marco 2013

Aceito: 18 Fevereiro 2014

Referencias

Agele, S.O., Ayankanmi, T.G., Kikuno, H. 2010. Effects of synthetic hormone substitutes and genotypes on rooting and mini tuber production of vines cuttings obtained from white yam (Dioscorea rotundata, Poir). African Journal of Biotechnology 9 (30): 4714-4724.

Behera, K.K., Sahoo, S., Maharana, T., Pani, D. 2009. Response of Vine Cuttings to Rooting in Different Months in Three Dioscorea species. Nature and Science 48-5.

Botelho, R.V., Maia, A.J., Pires, E.J.P., Terra, M.M., Schuck, E. 2005. Estaquia do porta-enxerto de videira, 43-43 (V. vinifera x V. rotundifolia) resistente a Eurhizococchus brasiliensis. Revista Brasileira de Fruticultura 27 (3): 480-483.

Fachinello, J.C., Hoffmann, A., Nachtigal, J.C., Kersten, E. 2005. Propagacao vegetativa por estaquia. In: Fachinello, J.C.; Hoffmann, A.; Nachtigal, J.C. Propagacao de plantas frutiferas. Brasilia: Embrapa Informacao Tecnologica, p. 69-109.

Hartmann, H.T., Kester, D.E., Davies Junior, F.T., Geneve, R.L. 2002. Plant propagation: principles and practices. 7. ed. New Jersey: Prentice Hall. 880p.

Peixoto Neto, P.A.S., Lopes Filho, J., Caetano, L.C. 2000. Importancia socio-economica. In: Peixoto Neto, P.A.S. et al. Inhame o nordeste fertil. Maceio: Edufal, p. 19-23.

Santos E.S. 2002. Manejo Sustentavel da Cultura do Inhame (Dioscorea sp.) no Nordeste do Brasil. In: Simposio nacional sobre as culturas do inhame e taro, 2. Joao Pessoa, PB. Anais ... Joao Pessoa: EMEPA-PB.

Santos, E.S., Caze Filho, J., Lacerda, J.T., Carvalho, R.A. 2007a. Inhame (Dioscorea sp.) tecnologias de producao e preservacao ambiental. Tecnologia & Ciencia Agropecuaria 1 (1): 31-36.

Santos, E.S., Fontinelli, I.S.C., Lacerda, J.T., Matias, E.C., Barbosa, M.M. 2007b. Sistema alternativo de producao de sementes de inhame (Dioscorea sp.).EMEPA. Tecnologia & Ciencia Agropecuaria 1 (2): 19-24.

Santos, M.Q.C. 2010. Enraizamento de estacas de gravioleira (Annona muricata L.) cv. "Gigante das Alagoas". (Dissertacao de Mestrado)--Universidade Federal de Alagoas. Rio Largo, Brasil.

Silva, F.A.S., Azevedo, C.A.V. Programa computacional Assistat para o sistema operacional Windows Versao 7.6 beta--http:// www.assistat.com. <Acesso em 14 fev. 2012>.

Taiz, L., Zeiger, E. 2006. Fisiologia Vegetal. 3a edicao, Porto Alegre: Artmed. 705p.

Tofanelli, M.D.B., Ono, E.O., Rodrigues, J.D. 2002. Enraizamento de estacas lenhosas de pessegueiro tratadas com acido indol-butirico em diferentes concentracoes e metodos de aplicacao. Revista Brasileira de Agrociencia 8 (3): 265-266.

Luiz Eduardo Rocha e Silva, Roseane Cristina Predes Trindade *, Eurico Eduardo Pinto de Lemos

(1) Universidade Federal de Alagoas, Rio Largo, AL, Brasili

* Autor correspondente, e-mail: roseane.predes@uol.com.br

Tabela 1. Medias de interacao tripla entre os fatores, Andar
da planta x Hormonio x posicao da estaca no ramo, para o
numero de raizes por estaca (Fator Andar da planta dentro da
interacao Hormonio x Posicao da estaca no ramo

Andar     Sem (IBA)x   Sem (IBA)   Com (IBA)    Com (IBA)
           Proximal    x Distal    x Proximal   x Distal

1 Andar   2.7575 aA    2.1325 aA   2.7600 aA    2.2625 aA
2 Andar   2.3875 abA   1.9275 aA   2.1000 abA   1.7525 aA
3 Andar   1.8875 bA    1.5650 aA   2.0250 bA    1.8075 aA

Medias seguidas da mesma letra minuscula, nas linhas, e
maiusculas, nas colunas.

Tabela 2. Medias de interacao tripla entre os fatores, Andar
da planta x Hormonio x Posicao da estaca no ramo, para a
quantidade de raizes por estaca (Posicao da estaca no ramo
dentro da interacao Andares da planta x Hormonio)

Andar x Hormonio      Estaca       Estaca
                      proximal     distal

1 Andar x Sem (IBA)   2.7575 aA    2.1325 bA
1 Andar x Com (IBA)   2.7600 aA    2.2625 aA
2 Andar x Sem (IBA)   2.3875 abA   1.9275 aA
2 Andar x Com (IBA)   2.1000 abA   1.7525 aA
3 Andar x Sem (IBA)   1.8875 bA    1.5650 aA
3 Andar x Com (IBA)   2.0250 abA   1.8075 aA

Medias seguidas da mesma letra minuscula, nas colunas, e
maiusculas, nas linhas.

Tabela 3. Medias de interacao tripla entre os fatores,
Andar da planta x Hormonio x Posicao da estaca no ramo,
para a quantidade de raizes por estaca (Fator Hormonio
dentro da interacao Andares da planta x Posicao da
estaca no ramo)

Andar x Posicao da          Sem (IBA)    Com (IBA)
estaca no ramo

1 Andar x Estaca proximal   2.7575 aA    2.1000 aB
1 Andar x Estaca distal     2.1325 abA   1.7525 aA
2 Andar x Estaca proximal   2.7600 aA    1.8875 aB
2 Andar x Estaca distal     2.2625 abA   1.5650 aB
3 Andar x Estaca proximal   2.3875 abA   2.0250 aA
3 Andar x Estaca distal     1.9275 bA    1.8075 aA

Medias seguidas da mesma letra minuscula, nas colunas,
e maiusculas, nas linhas.

Tabela 4. Medias da interacao entre os fatores, Andar
da planta x Hormonio, para o comprimento de raizes por
estaca

Andar     Sem (IBA)   Com (IBA)

1 Andar   5.1388 aA   6.4338 aA
2 Andar   5.6963 aA   4.4938 bA
3 Andar   4.1250 aA   4.7375 bA

Medias seguidas da mesma letra minuscula, nas colunas,
e maiusculas, nas linhas.

Figura 1. A. Percentuais medios para enraizamento dos
andares da planta, aos 30 dias apos o plantio das estacas.
B. Percentuais medios para enraizamento, em resposta aos
tratamentos com acido indolbutirico. C. Percentuais medios
para enraizamento, em funcao da posicao da estaca no
ramo.

Percentual de enraizamento %

Andres da planta

1 Andar    72
2 Andar    67
3 Andar    56

Percentual de enraizamento %

Tratamento com acido indIbutirico

sem IBA    64
Com IBA    67

Percentual de enraizamento %

Posicao da estaca no ramo

Proximal   75 a
Distal     55 b

Note: Table made from bar graph.

Figura 3. A. Efeito dos andares da planta no numero de raizes
em estacas de inhame aos 30 dias apos o plantio. B. Efeito dos
tratamentos com acido indolbutirico no numero de raizes em
estacas de inhame aos 30 dias apos o plantio. C. Efeito da
posicao da estaca no ramo no numero de raizes em estacas
de inhame aos 30 dias apos o plantio.

Numero de raizes

Andares da planta

1 Andar   5,36 a
2 Andar   3,33 b
3 Andar   2,44 b

Numero de raizes

Tratamento com acido indoIbutirico

Sem IBA   3,69
Com IBA   3,73

Numero de raizes

Proximidade do ramo principal

Proximal   4,59 a
Distal     2,82 b

Note: Table made from bar graph.
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Author:e Silva, Luiz Eduardo Rocha; Trindade, Roseane Cristina Predes; de Lemos, Eurico Eduardo Pinto
Publication:Comunicata Scientiae
Article Type:Report
Date:Dec 1, 2014
Words:3273
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