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Quality of 'Tommy Atkins' mango from integrated production coated with cassava starch associated with essential oils and chitosan/Qualidade de manga 'Tommy Atkins' da producao integrada recoberta com fecula de mandioca associada a oleos essenciais e quitosana.

INTRODUCAO

O Brasil produziu 1,163 milhao de toneladas de mangas em 2013, destacando-se os Estados da Bahia, Sao Paulo e Pernambuco, que, juntos, foram responsaveis por 77,25% da producao brasileira (IBGE, 2013). Com esses resultados, o Brasil e o setimo maior produtor e o quarto maior exportador de manga do mundo (FAO, 2015). A cultivar 'Tommy Atkins' responde por 80% dos plantios de manga no Brasil em funcao de sua maior resistencia a pragas e doengas, e por apresentar maior conservacao poscolheita (FONSECA et al., 2006).

O Sistema de Producao Integrada (PI) minimiza o uso de agroquimicos, preservando o meio ambiente, assim como a saude do consumidor e do produtor, assegurando a obtencao de frutos com alta qualidade (MARTINS et al., 2012). Em 2008, 47% da area total do Vale do Submedio Sao Francisco destinada a cultura da mangueira ja havia aderido a PI (LOPES et al., 2009). A adesao a|PI possibilita ao produtor a obtencao do selo "Brasil Agricultura de Qualidade" do MAPA, agregando valor a producao (GASPARINI, 2014).

A associacao de recobrimentos organicos, a exemplo de fecula de mandioca, com oleos essencias, pode representar uma alternativa promissora na conservacao pos-colheita da manga fresca (LIMA et al., 2012) e minimamente processada (ALIKHANI, 2014), incrementando o valor agregado de frutos da PI. O desenvolvimento de recobrimentos biodegradaveis/comestiveis baseado na combinacao de biopolimeros tem atraido a atencao devido a sua abundancia e ao potencial de substituicao em relacao a alguns produtos petroquimicos na embalagem de frutos e hortaligas (KALIA; PARSHAD, 2014). Neste sentido, a combinacao de quitosana com oleo essencial de limao reduziu a perda de massa e a incidencia de podridoes em morango (PERDONES et al., 2012), em uvas 'Moscatel' recobertas com quitosana com oleo de bergamota (SANCHEZ-GONZALEZ et al., 2011) e em mamao recoberto com quitosana (GALO et al., 2014) .

Por isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de mangas 'Tommy Atkins' recobertas com fecula de mandioca associada a oleos essenciais e quitosana.

MATERIAL E METODOS

Manga (Mangifera indica L.) da cultivar Tommy Atkins foi colhida no periodo da manha, na maturidade comercial (estadio II- 20% de casca verde, 50% de vermelha e 30% de amarela) de empresa exportadora certificada no Sistema de Producao Integrada de Mangas, localizada em Petrolina--PE, adotando-se os procedimentos de Boas Praticas Agricolas (LIMA et al., 2012), sendo acondicionadas em caixas plasticas e cada fruto revestido com papel-manteiga. As mangas foram transportadas para o Laboratorio de Biologia e Tecnologia Pos-Colheita do CCA/UFPB, localizado em Areia-PB.

A quitosana foi adquirida da Polymar Ind. S/A (Fortaleza-CE, Brasil), com 95% da granulometria de 80 mesh, grau de desacetilacao de 85-90% e PM de 340 kDa. A fecula de mandioca (Manihot esculenta Crantz) foi preparada no laboratorio, a partir de raizes da variedade Cedinha, extraida conforme Lima et al. (2012). Os oleos essenciais de erva-doce (Foeniculum vulgare Mill.) e oregano (Origanum vulgare L.) de grau alimentar foram adquiridos da Ferquima Ind. e Com. Ltd. (Vargem Grande PaulistaSP, Brasil).

A solucao de fecula de mandioca foi preparada na concentracao de 2 e 3% (p/v) (LIMA et al., 2012) atraves de geleificacao do amido, pelo aquecimento da solucao ate 70[degrees]C, sob constante agitacao, sendo em seguida resfriada para o recobrimento dos frutos. A solucao de quitosana foi preparada a 2% (p/v) (ZHU et al., 2008), em solucao de acido acetico glacial a 1%, sob agitacao por 2 horas, ate completa homogeneizacao. Para a incorporacao de oleos essenciais aos recobrimentos, foram utilizados 9 mL de oleo de erva-doce para cada litro (0,9%) de solucao de fecula de mandioca (TORRES, 2010) e 5 mL.[L.sup.-1] de oleo de oregano (0,5%) para a solucao de fecula de mandioca (SANTOS et al., 2012). Os oleos essenciais foram adicionados de Tween 40[R] (0,1% mL.[L.sup.-1]) e glicerol (1,5% mL.[L.sup.-1]), sendo o primeiro para melhorar a homogeneizacao, e o segundo, para maximizar as propriedades de plastificacao dos recobrimentos (SALVIA-TRUJILLO et al., 2015).

Os frutos foram sanificados com solucao de hipoclorito de sodio a 100 mg.[L.sup.-1], por 3 minutos. Apos secagem sob condicao ambiente, os recobrimentos aplicados aos frutos foram: controle (C), sem recobrimento; fecula de mandioca a 3% (F); F a 3% + oleo de erva-doce a 0,9% (FED); F a 3% + oleo de oregano a 0,5% (FO) e F a 2% + quitosana a 2% (FQ). Os frutos foram imersos por 30 segundos nas solucoes dos respectivos recobrimentos e secos ao ar com auxilio de ventilador, sobre telas de ago inox. Apos a secagem, os frutos foram acondicionados em bandejas de poliestireno expandido e armazenados a 12[+ or -]1[degrees]C e 80 [+ or -] 2% U.R. por 20 dias e, posteriormente, transferidos para condicao ambiente (24[+ or -]2[degrees]C e 75[+ or -]4% U.R) por mais 12 dias, sendo avaliados a cada cinco dias no armazenamento refrigerado e a cada tres dias na condicao ambiente.

Avaliacoes: Perda de massa (%), pelo percentual acumulado obtido por diferenga em relacao a massa inicial; Firmeza (N), atraves do penetrometro manual Magness Taylor Pressure Tester em duas leituras equidistantes; Cor de fundo, obtida com colorimetro Minolta, nos parametros: luminosidade (L*), cromaticidade (C*) e o angulo Hue ([degrees]H); Solidos soluveis (SS), por duas leituras diretas com refratometro tipo Abbe digital, ATAGO N1; Acidez titulavel (AT--g acido citrico.100 [g.sup.-1] de polpa), por titulometria com solucao de NaOH 0,1M (MIGUEL et al., 2014); relacao SS/AT, quociente de SS por AT; pH, com potenciometro e teor de agucares redutores e nao redutores, conforme (Lima et al. (2012).

A fluorescencia das clorofilas foi medida com fluorimetro Pocket PEA, tomando quatro pontos equidistantes para a realizacao das leituras na casca da manga. Foram quantificados os parametros [F.sub.o] (fluorescencia inicial), [F.sub.m] (fluorescencia maxima) e a relacao [F.sub.v]/[F.sub.m] (LECHAUDEL et al., 2010).

A analise sensorial foi realizada em duas etapas, sendo analisados inicialmente os atributos de aparencia e a caracterizacao do sabor da Amostra Controle-Referencia (R) e, posteriormente, foi avaliado o sabor das amostras de frutos com cada recobrimento por meio do teste de comparacao multipla. O metodo empregado para a avaliacao de atributos do sabor da R e da aparencia foi a Analise Descritiva Quantitativa (ADQ), (QUEIROZ; TREPTOW, 2006). Doze provadores, previamente treinados, receberam pedagos de frutos de aproximadamente 1 cm, acompanhados de uma ficha com escala nao estruturada de 9 cm, ancorada por termos descritivos, onde o julgador marcava com um trago vertical a intensidade da caracteristica solicitada, referente ao sabor, textura e aparencia. Para a avaliacao do sabor, os provadores receberam duas amostras iguais por vez, de mangas dos quatro recobrimentos, acompanhadas da referencia (R), que correspondia ao controle codificado. Os atributos avaliados para sabor e textura foram: sabor doce, sabor acido e suculencia. Aos provadores solicitou-se que assinalassem em cada amostra se esta era igual ou diferente, e o grau de diferenga de acordo com a escala de categoria, que variou de 1--muitissimo inferior a R, a 9--muitissimo superior a R, sendo que 5--era igual a R. Os provadores receberam as amostras codificadas com um numero de tres digitos, acompanhado de agua mineral para a limpeza do palato.

O delineamento foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5x2, sendo cinco recobrimentos e duas condicoes de armazenamento. A analise estatistica considerou o aninhamento dos dias de armazenamento dentro de cada ambiente e a interacao entre recobrimentos com os dois ambientes. Nas analises destrutivas, considerou-se o esquema fatorial, enquanto nas nao destrutivas, o de parcelas subdivididas no tempo. Os resultados foram submetidos a ANOVA, o efeito dos dias de armazenamento foi avaliado mediante regressao polinomial, para ambientes e recobrimentos, e o teste de Tukey e Dunnett, a 5% de probabilidade, para as sensoriais de aparencia e sabor, respectivamente.

RESULTADOS E DISCUSSAO

A perda de massa foi menor para mangas recobertas com a combinacao fecula de mandioca e quitosana (FQ) no armazenamento refrigerado. A perda de massa aumentou bruscamente quando os frutos foram transferidos para a condicao ambiente (Figura 1A), em decorrencia do aumento da taxa metabolica ocasionada pelo aumento da temperatura. A 24 oC, mangas recobertas com fecula, associada a erva-doce (FED), mostraram a menor perda de massa em relacao aos demais recobrimentos, como reportado por Lima et al. (2012).

A firmeza da polpa foi mantida no armazenamento refrigerado, sobretudo para mangas do recobrimento F (Figura 1B). A transferencia dos frutos para o ambiente resultou em perda acentuada, observando-se um declinio de cerca de 50% apos 3 dias a 24 oC e, aos 12 dias, de cerca de 95% da firmeza. O amadurecimento de mangas e caracterizado por amaciamento da polpa e pela mudanga de coloracao (ZHU et al., 2008), indicando, neste experimento, que o amadurecimento evoluiu apos a transferencia.

Mangas de todos os recobrimentos acumularam solidos soluveis (SS), sobretudo o FED (13,8%), na refrigeracao. Entretanto, frutos recobertos apenas com F apresentaram o menor acumulo (9,8%). Na transferencia para a condicao ambiente, os frutos mantiveram teores de SS proximos a 13% durante o armazenamento (Figura 2A). Entretanto, Cisse et al. (2015) reportaram SS superiores a 13% para mangas 'Kent' recobertas com quitosana, que nao diferiu do controle.

A acidez titulavel (AT) diminuiu levemente no armazenamento a 12[degrees]C, porem quando as mangas foram transferidas para 24 oC, observou-se um brusco declinio na AT, provavelmente pela utilizado dos acidos organicos no Ciclo de Krebs, na geracao de energia e na gliconeogenese (LECHAUDEL et al., 2010). No entanto, em frutos recobertos com FQ, os teores de AT foram superiores (Figura 2B), possivelmente em decorrencia da menor taxa metabolica. Mangas 'Kent' recobertas com quitosana e lactoperoxidase apresentaram reducao da taxa respiratoria e manutencao dos teores de acidos (CISSE et al., 2015).

A relacao SS/AT manteve-se abaixo de 10 unidades, a 12 oC, em mangas de todos os recobrimentos, aumentando apos a transferencia para o ambiente, principalmente para o controle (Figura 2C), em decorrencia do amadurecimento. Mangas recobertas com fecula associada a oregano (FO), seguido de FQ, apresentaram as mais baixas relacoes SS/AT na condicao ambiente, que pode ser decorrente do retardo no amadurecimento, como tambem reportado para manga 'Tainong' recoberta com quitosana, por Zhu et al. (2008).

Os teores de AR mantiveram-se estaveis, independentemente da condicao de armazenamento (Figura 2D). Por sua vez, os teores de ANR aumentaram durante os 20 dias de refrigeracao, em mangas recobertas com FED, tendo o maior teor (4,27 g.100 [g.sup.-1]) (Figura 2E), indicando que sacarose se acumula na pos-colheita. Na condicao ambiente, os teores de ANR atingiram o valor maximo aos 26 dias para frutos dos recobrimentos F (5,13 g.100 [g.sup.-1]) e FED (5,18 g.100 [g.sup.-1]). O comportamento dos agucares totais foi similar aos ANRs (Figura 2F) e estao de acordo com Torres (2010), em manga 'Tommy Atkins' da PI.

Para a coloracao da casca, os valores de L* e os de C* aumentaram na manga 'Tommy Atkins' em todos os recobrimentos, porem com menor intensidade na do FQ, indicando a marcante influencia da quitosana em retardar a evolucao da coloracao (Figuras 3A, B, C), como tambem reportado por Zhu et al. (2008), em mangas 'Tainong'. O valor de[degrees]H diminuiu durante o armazenamento, principalmente apos a transferencia da refrigeracao para 24 oC. Entretanto, o valor de[degrees]H em frutos com FQ manteve-se superior aos demais. Este efeito da quitosana, portanto, deve ter sido aditivo, ja que o uso de fecula de mandioca, isoladamente, retardou o desenvolvimento da coloracao desta manga (LIMA et al., 2012).

Os valores de [F.sub.o] declinaram em mangas sob refrigeracao com todos os recobrimentos, enquanto na condicao ambiente o controle mostrou menor valor de [F.sub.o], como resultado da perda de clorofila. Em contraste, mangas do FQ apresentaram aumento em [F.sub.o] ao final do armazenamento, refletido na maior retencao da clorofila. Em bananas tratadas com etileno e armazenadas a 20 e a 30[degrees]C, por sete dias, Fo diminuiu, principalmente a 20[degrees]C (YANG et al., 2011). Lechaudel et al. (2010), em estudo com mangas 'Cogshall' que amadureceram na planta, reportaram declinio de [F.sub.o], proximo ao controle (C) deste experimento (Figura 3D).

Os valores de [F.sub.m] na manga 'Tommy Atkins' diminuiram durante o armazenamento (Figura 3E). Essa reducao foi maior em frutos recobertos com F, FED, FO e C. Entretanto, os de FQ mantiveram-se com valores de [F.sub.m] mais elevados. A diminuicao concomitante na [F.sub.o] e [F.sub.m] em mangas esta relacionada com a diminuicao da atividade dos cloroplastos associada a evolucao do climaterio da fruta (LECHAUDEL et al., 2010). Em manga 'Toinong', no entanto, a adicao de quitosana ao recobrimento retardou em cerca de sete vezes a degradacao da clorofila (ZHU et al., 2008), corroborando, neste trabalho, os maiores valores de [F.sub.m] para mangas recobertas com a combinacao fecula-quitosana (FQ).

A fluorescencia das clorofilas e uma ferramenta potente no monitoramento do status dos cloroplastos (LECHAUDEL et al., 2010), sendo [F.sub.v]/ [F.sub.m] frequentemente usado para ilustrar a atividade do fotosistema II (PSII) em frutos (YANG et al., 2011). A relacao [F.sub.v]/F declinou levemente no armazenamento a 12[degrees]C, com acentuada queda a 24[degrees]C. No entanto, o FQ manteve os valores mais elevados, pelo retardo no amadurecimento. Isto tambem foi reportado por Lechaudel et al. (2010), em mangas 'Cogshall', que mantiveram os valores [F.sub.v]/[F.sub.m] no inicio do armazenamento ao ambiente. Em bananas, [F.sub.v]/[F.sub.m] foi 0,8 no inicio e declinou para 0,16 ao final do armazenamento, em decorrencia do amadurecimento e do aumento da producao de etileno (YANG et al., 2011), inferior ao aqui reportando para FQ.

A cor de fundo da manga 'Tommy Atkins' (vermelho-alaranjada) aumentou durante o armazenamento, caracterizando como moderado em frutos recobertos com F, FO e C, enquanto aqueles com FED e FQ preservaram a coloracao verde, sendo julgados como pouco vermelho-alaranjadas, como reportado por Lima et al. (2012). Manchas escuras surgiram nos de fecula de mandioca e oleos essenciais (FED e FO), sendo caracterizados entre regular e moderado. No caso do FED, a incidencia de manchas foi inferior ao reportado por Lima et al. (2012), possivelmente em decorrencia da maior dispersao do oleo na matriz do polimero. Por sua vez, no FQ, a incidencia de manchas escuras foi insignificante. Nao houve incidencia de podridoes em frutos de todos os recobrimentos ate o 26[degrees] dia, e apenas no FO, manteve-se como leve no 32[degrees] dia. O recobrimento FQ obteve o valor maximo de intencao de compra no 26[degrees] dia, enquanto o C se caracterizou entre moderada e muito moderada (Tabela 1).

Comparado ao Controle (C), quanto ao sabor doce, mangas recobertas com FED e FQ achavamse mais maduras no 20[degrees] dia, diferindo do C por apresentarem maior valor de sabor doce, sendo, portanto, mais saborosas (Tabela 1). Entretanto, no 26[degrees] dia, apenas mangas com F diferiram para menos, indicando estarem com maturacao avangada. A manga com F apresentou maior sabor acido no 20[degrees] dia e tambem no 26[degrees] dia, em conjunto com a FQ. Quanto a suculencia, mangas com F e FED diferiram para menos, e as com FQ para mais em relacao ao C, no 20[degrees] dia de armazenamento, enquanto no 26[degrees] dia mangas com F e FED continuaram com menor valor, e as com FO e FQ com maior valor de suculencia.

[FIGURE 1 OMITTED]

[FIGURE 2 OMITTED]

[FIGURE 3 OMITTED]

CONCLUSAO

Mangas recobertas com FED retiveram por mais tempo a coloracao e apresentaram a menor incidencia de podridoes, entretanto observando-se manchas e menor suculencia.

A combinando FQ manteve a atividade dos cloroplastos, retardou a mudanga na coloracao, manteve os valores de solidos soluveis e acidez, apresentando maior intencao de compra e atributos de sabor superiores ao controle.

A manga 'Tommy Atkins' da PI, colhida na maturidade comercial, recoberta com fecula de mandioca associada a quitosana, apresentou maior retencao do amadurecimento e maior aceitacao sensorial apos a transferencia da refrigeracao para o ambiente, sendo, portanto, esta combinacao uma promissora alternativa para a sua conservacao poscolheita.

http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-270/14

AGRADECIMENTOS

Ao BNB e CNPq, pelo apoio financeiro, e a CAPES, pela concessao da bolsa.

REFERENCIAS

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LUAN PEDRO MELO AZEREDO (2), SILVANDA DE MELO SILVA (3), MARIA AUXILIADORA COELHO LIMA (4), RENATO LIMA DANTAS (5), WALTER ESFRAIN PEREIRA (3)

(1) (Trabalho 270-14). Recebido em: 28-10-2014. Aceito para publicacao em:14-08-2015.

(2) Mestrando/PPGCTA/UFPB, 58000-000,Joao Pessoa-PB. E-mail: luan_p22@hotmail.com

(3) Prof. PhD, CCA/UFPB,58397-000,Areia-PB. E-mails: silvasil@cca.ufpb.br (autor correspondente); wep@cca.ufpb.br

(4) Dra.Pesq. Embrapa Semiarido, BR 428, Km 152, 56.302-970, Petrolina-PE. E-mail: maclima@cpatsa.embrapa.br

(5) Doutorando/PPGA/CCA/UFPB, 58.397-000, Areia -PB. E-mail: renato_dantas@hotmail.com.br
TABELA 1--Atributos de aparencia e de sabor da manga 'Tommy
Atkins', recobertas com fecula a 3% (F); fecula a 3% + erva doce a
0,9% (FED); fecula a 3% + oregano a 0,5% (FO); fecula a
2%+quitosana a 2% (FQ) e sem recobrimento (controle-C), armazenada
a 12[degrees]C [+ or -] 1[degrees]C e 80+2% U.R. por 20 dias e
transferidas por mais 12 dias para a condicao ambiente (24 [+ or -]
2[degrees]C e 75 [+ or -] 4% U.R.).

                                 Recobrimentos

Atributos      Dias     F      FED     FO      FQ       C

                                 Aparencia *

                0     0,0a    0,0a    0,0a    0,0a    0,0a
                5     0,1b    0,9b    5,4a    0,1b    0,0b
Manchas         20    5,5a    6,3a    6,5a    0,2b    0,7b
Escuras         26    7,2a    2,5b    8,1a    0,3c    0,1c
                32    4,9b    6,2ab   6,9a    1,1c    0,1c
                0     0,0a    0,0a    0,0a    0,0a    0,0a
                5     0,0a    0,0a    0,0a    0,0a    0,0a
Podridao        20    0,2a    0,2a    0,1a    0,1a    0,1a
                26    1,8a    2,1a    0,1b    0,0b    0,1b
                32    4,1ab   2,9b    5,1a    3,5ab   4,1ab
                0     7,0a    7,0a    7,0a    7,0a    7,0a
                5     5,2ab   5,2ab   3,8b    6,1a    6,6c
Intencao de     20    2,1c    1,2c    1,9c    6,4b    8,6a
Compra          26    2,0b    1,3b    1,6b    9,0a    7,8a
                32    0,3c    1,2c    1,1c    5,3a    3,5b

            Sabor (Controle como Amostra Referencia - R) **

                0      5,0     5,0     5,0     5,0     5,0
                5      5,1     5,6     5,1     5,4     5,0
Sabor doce      20     4,1    6,6 *    4,4    7,3 *    5,0
                26    3,6 *    4,6     5,3     5,4     5,0
                32     NA      NA      NA      NA      5,0
                0      5,0     5,0     5,0     5,0     5,0
                5      5,1     5,3     4,9     5,0     5,0
Sabor acido     20    6,7 *    4,4     6,1     4,4     5,0
                26    6,6 *    5,1     5,7    6,4 *    5,0
                32     NA      NA      NA      NA      5,0
                0      5,0     5,0     5,0     5,0     5,0
                5      5,0     5,0     5,1     5,6     5,0
Suculencia      20    3,7 *   3,7 *    4,3    7,0 *    5,0
                26    4,4 *   4,4 *   6,1 *   5,9 *    5,0
                32     NA      NA      NA      NA      5,0

* Medias seguidas pela mesma letra, nas linhas, nao diferiram pelo
teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

** Medias na horizontal diferem do Controle--referencia (R) pelo
teste de Dunnett a 5%. As notas atribuidas variaram de 1 a 9, sendo
1 extremamente menos que a R e 9 extremamente mais que a R, e a
nota 5 equivalente a amostra R. Escala nao estruturada de 9 cm.
NA--Nao Avaliado.
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Title Annotation:texto en portugues
Author:Azeredo, Luan Pedro Melo; Silva, Silvanda De Melo; Lima, Maria Auxiliadora Coelho; Dantas, Renato Li
Publication:Revista Brasileira de Fruticultura
Date:Feb 1, 2016
Words:4087
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