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Propagation of three varieties of star fruit by herbaceous cutting/Propagacao de variedades de caramboleira por estaquia herbacea.

INTRODUCAO

A caramboleira (Averrhoa carambola L.), frutifera originaria da Asia e pertencente a familia Oxalidaceae, e tipica das regioes tropicais. Foi introduzida no Brasil no inicio do seculo XVII e e cultivada em todo o Pais, especialmente nas regioes mais quentes e sem ocorrencia de geadas, tendo grande destaque no Estado de Sao Paulo, que e o principal produtor (BASTOS et al., 2004).

De acordo com Bastos et al. (2005), a producao de mudas de caramboleira pode ser realizada atraves de sementes ou de metodos vegetativos, sendo o uso de sementes, no entanto, um metodo inviavel devido a ocorrencia de variabilidade genetica e ao maior periodo para iniciar a producao (normalmente entre 2 e 3 anos), devendo ser utilizada apenas para a formacao dos porta-enxertos.

A enxertia (borbulhia ou garfagem) e o metodo mais utilizado comercialmente, porem apresenta limitacoes, como maior mao de obra e alto custo, o que faz com que a obtencao de mudas por estacas possa proporcionar boa alternativa, uma vez que sao obtidas mudas de qualidade, permitindo fixacao de caracteristicas agronomicas desejaveis de forma eficiente, com menor custo e sem a necessidade do uso de tecnicas especiais, como ocorre com a enxertia (BASTOS et al., 2004).

A estaquia pode ser influenciada por diversos fatores, que podem ser inerentes a propria planta ou ao meio ambiente. Dentre os fatores que podem aumentar a formacao de raizes, podem-se destacar a presenca de folhas na estaca, o uso de reguladores de crescimento (favorecendo o balanco hormonal), o estadio de desenvolvimento da planta e do proprio ramo, alem da epoca do ano em que as estacas sao coletadas (HARTMAN et al., 2011). Uma das formas mais comuns de favorecer o balanco hormonal para o enraizamento e a aplicacao exogena de reguladores de crescimento, tais como o acido indolbutirico (AIB) (PIO et al., 2005).

O objetivo deste trabalho foi avaliar a propagacao vegetativa de tres variedades de caramboleira por estaquia herbacea e verificar a resposta do acido indolbutirico no enraizamento.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi realizado utilizando estacas herbaceas apicais de tres variedades de caramboleira pertencentes ao Banco Ativo de Germoplasma da Faculdade de Ciencias Agrarias e Veterinarias/UNESP, Campus de Jaboticabal, coletadas na primavera, sendo conduzido em camara de nebulizacao intermitente (15 segundos com aspersao de agua e 45 segundos de intervalo), localizada em condicoes de ripado (50% de luminosidade), numa temperatura media de 25[degrees]C.

As estacas das variedades B10, Hart e Golden Star foram coletadas, utilizando-se de um clone de cada variedade, logo no inicio da manha, para evitar a desidratacao do material, sendo em seguida preparadas com cerca de 10 cm de comprimento, com pelo menos 2 pares de gemas, mantendo um par de folhas, e tiveram suas bases cortadas em bissel. Apos, receberam o tratamento com regulador de crescimento (AIB), nas doses de 100; 200 e 400 mg.[L.sup.-1] (imersao lenta, tendo as estacas suas bases imersas na solucao com o AIB por um periodo de 16 h) e nas doses de 1.000, 3.000 e 5.000 mg.[L.sup.-1] (imersao rapida, tendo as bases imersas na solucao por 10 segundos), mais tratamento-testemunha (0 mg.[L.sup.-1] de AIB). Apos a imersao, fez-se a estaquia em bandejas perfuradas (dimensoes 34 x 23,5 x 8,5cm), contendo como substrato vermiculita de textura media.

As avaliacoes, aos 90 dias apos a estaquia, foram quanto: porcentagens de sobrevivencia, calejamento e enraizamento; numero medio de raizes por estaca e comprimento medio das raizes (cm).

O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro repeticoes por tratamento, composta por 10 estacas, analisado em fatorial 3 x 7 (variedades x AIB). Para fins de analise, dados de porcentagem foram transformados em arcsen raiz(x/100), submetidos a analise de variancia, e havendo diferencas significativas, as medias foram submetidas ao teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

RESULTADOS E DISCUSAO

Conforme Tabela 1, pode-se verificar que a Golden Star apresenta melhores taxas de sobrevivencia (35,98%) e calejamento (17,14%), alem de maior comprimento medio das raizes (2,42 cm, embora nao diferindo da Hart, com 2,35 cm). Nao houve diferenca significativa entre os materiais quanto ao numero medio de raizes por estaca, fator de grande importancia na estaquia, uma vez que, quanto maior o numero de raizes, melhor sera o pegamento e o posterior desenvolvimento da muda. Das variedades testadas, a B10 foi a que apresentou menores taxas e valores em todos os parametros avaliados.

Ainda pelos resultados apresentados na Tabela 1, nota-se que, independentemente da variedade, a imersao lenta proporcionou melhores respostas, embora sem diferenca significativa com a imersao rapida na maioria dos parametros avaliados. Verifica-se que as maiores porcentagens de sobrevivencia (40,82%), enraizamento (26,14%) e calejamento (24,74%), alem de maior numero medio de raiz por estaca (3,09), foram obtidos quando do uso da dose de 100 mg.[L.sup.-1] de acido indolbutirico, o mesmo ocorrendo para comprimento medio das raizes (2,37 cm), embora, neste caso, nao tenha ocorrido diferenca significativa entre as doses utilizadas no experimento. Para porcentagem de enraizamento e numero medio de raizes por estaca, que sao dois fatores importantes na producao de mudas por estaquia, nao houve, no entanto, diferenca significativa entre a dose de 100 mg.[L.sup.-1] de acido indolbutirico e o tratamento-testemunha, ou seja, sem uso do regulador de crescimento.

Houve interacao significativa entre variedade e dose do regulador apenas para porcentagem de sobrevivencia e de calejamento, conforme apresentado na Tabela 2, onde se podem verificar, para porcentagem de sobrevivencia, respostas semelhantes entre as variedades, em funcao das doses utilizadas, com excecao de melhor taxa obtida para a variedade Golden Star quando do uso das doses de 200 e 400 mg.[L.sup.-1] de AIB e morte total das estacas da variedade B10 quando do uso de 400 mg.[L.sup.-1] de AIB. Analisando as doses dentro de cada variedade, notase pouca variacao entre as taxas obtidas, tendo-se, no entanto, as melhores respostas observadas tambem para a variedade Golden Star, quando do uso de imersao lenta como forma de tratamento das estacas.

Para porcentagem de calejamento, nota-se resposta semelhante a descrita para porcentagem de sobrevivencia, tendo-se melhores taxas observadas para a variedade Golden Star, nas doses de 200 e 400 mg.[L.sup.-1] de AIB.

Segundo Ramos et al. (2003), o fornecimento exogeno de auxina, em certas quantidades, pode promover alteracao hormonal, favorecendo ou nao o enraizamento de estacas, o qual e influenciado pela auxina, embora esta nao seja a unica substancia envolvida (TREVISAN et al., 2008), o que pode ter sido a razao da ocorrencia de baixa taxa de enraizamento no presente estudo, uma vez que apenas o uso de regulador de crescimento foi avaliado.

A viabilidade da estaquia como forma de propagacao depende da capacidade de formacao de raizes de cada especie e/ou cultivar, bem como da qualidade do sistema radicular formado. Da mesma forma, o teor adequado de auxina exogena visando ao estimulo ao enraizamento tambem depende da especie ou cultivar e da concentracao de auxina existente no tecido. Assim, uma concentracao otima do regulador vegetal pode variar entre especies, populacoes ou clones, com algumas promovendo e outras inibindo o processo de enraizamento (PENA et al., 2012), o que foi claramente observado no presente trabalho, pela interacao significativa existente entre dose de regulador de crescimento e variedades de caramboleira utilizadas para porcentagens de sobrevivencia de calejamento.

Ha, conforme mencionado, diferencas nas respostas ao enraizamento, quando utilizado regulador de crescimento, em funcao da especie com a qual se esta trabalhando, evidenciado por Tofanelli et al. (2003), que, comparando a forma de aplicacao do regulador de crescimento (AIB) no enraizamento de pessegueiro, observaram que os melhores resultados sao obtidos quando do uso da imersao rapida, diferente do verificado neste trabalho, e por Marangon et al. (2013) que, em trabalho com aplicacao de AIB visando ao enraizamento de mirtilo, verificaram que o aumento da concentracao do regulador de crescimento foi acompanhado do aumento da percentagem de enraizamento ate a maior concentracao testada (2000 mg.[L.sup.-1),] tambem diferindo do encontrado no presente trabalho.

Ja Franzon et al. (2004), estudando o efeito do AIB na propagacao da goiabeira-serrana, nao encontraram diferenca entre os tratamentos utilizados as formas de aplicacao do regulador de crescimento, da mesma forma que o verificado por Ferreira e Ferrari (2010), em atemoia e, no presente estudo, com caramboleira. De forma semelhante, Tiberti et al. (2012) relatam que nao houve influencia do AIB na porcentagem de enraizamento de 'Boysenberry'.

Muitos estudos sao realizados visando a verificar se ha possibilidade da propagacao das mais diversas especies por estaquia e se ha incremento no enraizamento utilizando regulador de crescimento para tratamento das estacas e, conforme o verificado neste estudo com caramboleira, diversos outros autores tambem, em suas pesquisas, observaram que nao ha necessidade do tratamento das estacas, pois os tratamentos-testemunha tiveram resultados sem diferencas significativas dos demais, como relatado por Almeida et al. (2008) com jambeiro, Amaral et al. (2012) com Duranta repens L., Bahia e Martins (2011) com abieiro, Paula et al. (2007) com umbuzeiro, Tognon e Petry (2012) com Ipomoea cairica, Blum et al. (2013) com Cestrum corymbosum, Yamamoto et al. (2013) com amoreirapreta cv. Xavantes e Bastos et al. (2004; 2009) tambem com caramboleira.

CONCLUSOES

Pelos resultados obtidos neste trabalho, nao ha necessidade do tratamento das estacas de caramboleira com regulador de crescimento (AI B). A variedade Golden Star mostrou melhores resultados, seguida pela Hart e B10, respectivamente.

http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-237/13

REFERENCIAS

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AMARAL, G.C.; BRITO, L.P.S.; AVELINO, R.C.; SILVA JUNIOR, J.V.; BECKMANN-CAVALCANTE, M.Z.; CAVALCANTE, I.H.L. Producao de mudas de Duranta repens L. pelo processo de estaquia. Revista de Ciencias Agrarias, Lisboa, v. 35, n.1, p.134-142, 2012.

BAHIA, A.S.R.S.; MARTINS, A.B.G. Clonagem do abieiro por estaquia herbacea de ramos. Scientia Agraria, Parana, v.12, n.1, p.31-34, 2011.

BASTOS, D.C.; MARTINS, A.B.G.; SCALOPPIJR., E.J.; SARZI, I.; FATINANSI, J.C. influencia do acido indolbutirico no enraizamento de estacas apicais e basais de caramboleira (Averrhoa carambola L.) sob condicoes de nebulizacao intermitente. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.26, n.2, p.284-286, 2004.

BASTOS, D.C.; SCARPARE FILHO, J.A.; FATINANSI, J.C.; PIO, R. Estiolamento, incisao na base da estaca e uso de AIB no enraizamento de estacas herbaceas de caramboleira. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.27, n.2, p.281-284, 2005.

BASTOS, D.C.; SCARPARE FILHO, J.A.; LIBARDI, M.N.; PIO, R. Estiolamento, incisao na base da estaca e uso do acido indolbutirico na propagacao da caramboleira por estacas lenhosas. Ciencia e Agrotecnologia, Lavras, v. 33, n. 1, p. 313-318, 2009.

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PIO, R.; BASTOS, D.C.; BERTI, A.J.; SCARPARE FILHO, J.A.; MOURAO FILHO, F.A.A.; ENTELMANN, A.; ALVES, A.S.R.; BETTIOL NETO, J.E. Enraizamento de diferentes tipos de estacas de oliveira (Olea europaea L.) utilizando acido indolbutirico. Ciencia e Agrotecnologia, Lavras, v.29, n.3, p.562-567, 2005.

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YAMAMOTO, L.Y.; KOYAMA, R.; BORGES, W.F.S.; ANTUNES, L.E.C.; SSIS, A.M.; ROBERTO, S.R. Substratos no enraizamento de estacas herbaceas de amora-preta Xavante. Ciencia Rural, Santa Maria, v.43, n.1, jan. 2013.

GUILHERME NACATA (2), RENATA APARECIDA DE ANDRADE (3), SAMIR PAULO JASPER (4), RODRIGO SALGADO PRATA (5)

(1) (Trabalho 237-13). Recebido em: 03-07-2013. Aceito para publicacao em: 28- 10-2013.

(2) Aluno de graduacao em Agronomia, UNESP/FCAV, Campus de Jaboticabal. Via de Acesso Prof. Dr. Paulo Donato Castellane, s/n, CEP 14884-900, Jaboticabal, SP. E-mail: guilherme_nacata@hotmail.com.

(3) Eng. Agr., Prof. Assist. Dr., Departamento de Producao Vegetal, UNESP/FCAV, Campus de Jaboticabal. e-mail: reandrad@fcav.unesp.br

(4) Eng. Agr., Prof. Doutor, Faculdades Integradas de Bauru/SP. E-mail: samir@agronomo.eng.br.

(5) Aluno de graduacao em Agronomia, UNESP/FCAV, Campus de Jaboticabal. E-mail: rodrigosprata@hotmail.com
TABELA 1--Resumo da analise estatistica para estaquia de tres
variedades de caramboleira (B10, Hart e Golden Star), submetidas
a diferentes doses de regulador de crescimento (acido
indolbutirico), pelos metodos de imersao lenta e rapida.
Jaboticabal, 2013.

   Variedades (V)      Sobrevivencia   Enraizamento   Calo (%)
                            (%)            (%)

        B10               15,04 C        10,62 B       7,25 B
        Hart              28,63 B        21,60 A       8,77 B
    Golden Star           35,98 A        19,21 A      17,14 A

Doses do regulador
  de crescimento,
em mg.[L.sup.-1] (D)

         0                26,72 B        22,22 AB      7,50 B
        100               40,82 A        26,14 A      24,74 A
        200              29,73 AB        16,41 AB     13,34 AB
        400              27,48 AB        10,57 B       8,73 B
        1000              18,45 B        13,34 AB      6,82 B
        3000              20,08 B        16,39 AB      6,82 B
        5000              22,59 B        15,00 AB      9,41 B
      Teste F
         v               25,490 **       6,890 **     7,323 **
         d               5,449 **        2,511 *      4,596 **
       v x D             4,651 **        1,335 ns     3,547 **
       cv (%)              41,94          67,94        94,21

   Variedades (V)      Numero medio      Comprimento
                       de raizes por   medio das raizes
                          estaca             (cm)

        B10                1,70A            1,58 B
        Hart               2,05A            2,35 A
    Golden Star            2,33A            2,42 A

Doses do regulador
  de crescimento,
em mg.[L.sup.-1] (D)

         0                1,89 AB           2,06 A
        100               3,09 A            2,37 A
        200               2,25 AB           2,13 A
        400               1,86 AB           2,06 A
        1000              1,74 B            1,80 A
        3000              1,65 B            1,92 A
        5000              1,71 B            2,46 A
      Teste F
         v               2,552 ns          6,803 **
         d                2,902 *          0,724 ns
       v x D             1,189 ns          1,102 ns
       cv (%)              51,20            44,87

Em cada coluna, para cada fator, medias seguidas de mesma letra
maiuscula nao diferem, entre si, pelo teste de Tukey, a 5% de
probabilidade. NS: Nao significativo (P < 0,05); *: Significativo
(P < 0,05) e **: Significativo (P < 0,01). CV %: Coeficiente de
variacao.

TABELA 2--Desdobramento da analise estatistica para porcentagem
de sobrevivencia e de calejamento, na estaquia de tres variedades
de caramboleira (B10, Hart e Golden Star), submetidas a diferentes
doses de regulador de crescimento (acido indolbutirico), pelos
metodos de imersao lenta e rapida. Jaboticabal, 2013.

Porcentagem de Sobrevivencia

Doses do regulador   Variedades (v)
  de crescimento         B10         Hart       Golden star
 mg.[L.sup.-1] (D)

         0            21,08 Aab   34,56 Aabc    24,54 Abc
        100           30,94 Aa    43,56 Aa      47,95 Aab
        200           19,55 Bab   15,86 Bbc     53,78 Aa
        400            0,00 Cb    31,40 Babc    51,05 Aa
       1000           19,93 Aab   11,25 Ac      24,16 Abc
       3000            4,61 Bb    36,07 Abc     19,55 ABc
       5000            9,22 Bab   27,70 ABabc   30,87 Aabc

Porcentagem de Calejamento

Doses do regulador   Variedades (v)
  de crescimento       B10         Hart     Golden star
mg.[L.sup.-1] (D)

         0           6,64 Aab   9,22 Aa    6,64 Abc
        100          22,67 Aa   18,43 Aa   30,13 Aa
        200          4,61 Bab   0,00 Ba    35,41 Aa
        400          0,00 Bb    0,00 Ba    26,20 Aab
       1000          9,22 Aab   4,61 Aa    6,64 Abc
       3000          4,61 Aab   15,86 Aa   0,00 Ac
       5000          0,00 Ab    13,39 Aa   14,95 Aabc

Medias seguidas por letras distintas, minusculasa 5% de probabilidade.
COPYRIGHT 2014 Sociedade Brasileira de Fruticultura
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Title Annotation:texto en portugues
Author:Nacata, Guilherme; De Andrade, Renata Aparecida; Jasper, Samir Paulo; Prata, Rodrigo Salgado
Publication:Revista Brasileira de Fruticultura
Date:Mar 1, 2014
Words:3036
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