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Preservative solution prolong the vase life of cut snapdragon inflorescences/Solucoes conservantes prolongam a vida de vaso de inflorescencias cortadas de boca-de-leao.

INTRODUCAO

As flores, assim como os varios produtos horticolas, apresentam alta perecibilidade em razao dos processos fisiologicos catabolicos intensos. Segundo FINGER et al. (2003), apos a colheita, ocorrem alteracoes bioquimicas, fisiologicas e estruturais que culminam com a senescencia dos orgaos, sendo, portanto, processo de natureza irreversivel. Dependendo da especie, a senescencia e visualmente percebida pela murcha ou pela alteracao na coloracao das petalas e sepalas e, em outras, e caracterizada pela abscisao (VAN DOORN & WOLTERINQ 2008).

O murchamento precoce ocorre como resultado da perda prematura do turgor das celulas e pode ocorrer quando existe um desbalanco entre a absorcao de agua e a transpiracao durante certo periodo de tempo, tendo como causa a alta taxa transpiratoria ou a absorcao de agua limitada pela alta resistencia hidraulica (VAN MEETEREN et al., 2001). O bloqueio vascular e relatado por muitos autores como a principal causa do desbalanco hidrico e posterior murchamento das flores (MAYAK et al., 1974; BLEEKSMA & VAN DOORN, 2003), manifestando-se pela deposicao de compostos organicos no lumen dos vasos xilematicos ou ainda pela exudacao de latex (FINGER et al., 2003), pelo crescimento de microorganismos ou pela formacao de bolhas de ar (VAN DOORN, 1997).

Varios compostos podem ser usados na solucao de vaso para estender a longevidade da flor e cada um deles apresenta resultados diferenciados para cada especie, nao existindo um tratamento que promova otimos resultados para todas as especies (SACALIS, 1993). Quando adicionados na solucao de vaso, estes podem reduzir a transpiracao, elevar o potencial osmotico e fornecer energia para manter a homeostase celeular (VAN DOORN & WOLTERING, 2008). A inclusao de compostos antimicrobianos, como 8-citrato de hidroxiquinolina (8-HQC), por exemplo, na solucao de vaso, visa a reduzir a presenca de bacterias e, como consequencia, estender a longevidade floral (SACALIS, 1993). Em boca-de-leao, ICHIMURA & HISAMATSU (1999) verificaram que a sacarose, em diferentes concentracoes, promove a abertura da flor e aumenta a intensidade da coloracao das petalas.

Diversos trabalhos tem demonstrado o efeito benefico da adicao de produtos quimicos conservantes nas solucoes de manutencao das flores cortadas. Em boca-de-leao, a absorcao da solucao contendo 8-HQC por hastes cortadas e maior quando comparada com a absorcao de agua, demonstrando a eficiencia desta em inibir o bloqueio vascular (MAROUSKY & RAULSTON, 1970), e a vida de vaso pode ser aumentada com solucao de vaso contendo 300mg [L.sup.-1] de 8-HQC+1,5% de sacarose (RAULSTON & MAROUSKY, 1970).

A imersao da base das hastes em agua quente e recomendada por alguns autores e, como efeito benefico, mantem a qualidade das flores cortadas por reduzir a viscosidade da solucao, facilitando a absorcao e promovendo rapida recuperacao da turgescencia (VAN DOORN, 1997). Em hastes cortadas de boca-deleao, a utilizacao de agua quente pode inibir o embolismo (SACALIS, 1993). A reidratacao apos o transporte e/ou armazenamento e recomendada para restaurar a turgidez das flores cortadas, saturando-as com agua apos passarem por um periodo de estresse hidrico (SUZUKI et al., 2001). Porem, com boca-de-leao, nao ha estudos sobre o comportamento da hidratacao das hastes apos o transporte ou armazenamento.

Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes solucoes conservantes e da reidratacao com agua quente na conservacao poscolheita de inflorescencias de boca-de-leao.

MATERIAL E METODOS

Inflorescencias de boca-de-leao, cultivar 'Potomac White', com seis a sete flores abertas na inflorescencia (estagio de colheita comercial), foram colhidas de um campo de cultivo em Barbacena, Minas Gerais (MG), latitude: 21[degrees]13'S, longitude: 43[degrees]46'O e altitude: 1164m pela manha (entre 7 e 8 horas). As hastes foram transportadas, a seco e sob temperatura ambiente, ao laboratorio de analises por cerca de tres horas, onde foram selecionadas e padronizadas com 70cm de comprimento, sendo retiradas as folhas do terco final. Em seguida, foram distribuidas em vasos contendo 400mL das diferentes solucoes avaliadas: (1) agua desionizada (20[degrees]C, tratamento controle), (2) agua quente (43[degrees]C) por uma hora e agua desionizada (20[degrees]C) colocada no vaso, (3) solucao de Flower[R] (Ecoplanet, SC) que foi preparada seguindo as recomendacoes do fabricante (20[degrees]C), (4) solucao de vaso preparada com 200mg [L.sup.-1] de 8-HQC+20g [L.sup.-1] sacarose+150mg [L.sup.-1] acido citrico (20[degrees]C), (5) agua quente (43[degrees]C) por uma hora e Flower[R] em solucao de vaso (20[degrees]C), e (6) agua quente (43[degrees]C) por uma hora e solucao contendo 200mg [L.sup.-1] 8-HQC, 20g [L.sup.-1] sacarose e 150mg [L.sup.-1] acido citrico (20[degrees]C) como solucao de vaso. Todas as hastes tiveram a base cortada (2cm) a cada 48 horas, no momento em que tambem foi feita a troca das solucoes ate o final da vida de vaso das inflorescencias, quando apresentaram 50% ou mais das flores e/ou folhas murchas ou caidas (MACNISH et al., 2008).

A variacao de massa fresca foi determinada por meio de pesagens das hastes antes de serem reidratadas (tempo 0), seis horas apos estarem em cada solucao e depois a cada 24 horas ate o final da vida de vaso. Ao primeiro periodo analisado, foi atribuida uma massa inicial de 100%. A variacao de massa fresca foi expressa em percentual, em relacao a massa fresca inicial, calculado pela formula AMF (%)=([MF.sub.t]/[MF.sub.t-1])/ [MF.sub.t-1]; em que [MF.sub.t] representa a massa fresca (g) da haste no tempo T=6, 24, 48 h, etc., e [MF.sub.t-1], a massa fresca da haste (g) no tempo anterior, desconsiderando a parte eliminada a cada 48 horas (HE et al., 2006). Apos a colheita (tempo 0) e a cada 24 horas, foi obtido o numero de flores abertas na inflorescencia, ate o final da vida de vaso das hastes.

O teor relativo de agua (TRA) das petalas foi determinado antes da reidratacao (tempo 0), seis horas apos e a cada 24 horas ate o final da vida de vaso das inflorescencias, segundo o metodo descrito por CATSKY (1974), com modificacoes. As petalas foram cortadas longitudinalmente e cada meia-flor representou uma unidade amostral; os cortes foram pesados para obtencao da massa fresca. Em seguida, foram depositados em espuma de poliuretano saturada com agua, onde permaneceram ate a completa saturacao, cerca de cinco a seis horas, quando foi realizada uma nova pesagem para obtencao da massa turgida. Posteriormente, os discos foram colocados em estufa, a 70[degrees]C, por aproximadamente 48 horas, para obtencao da massa seca constante. O TRA foi calculado de acordo com a equacao proposta por WEATHERLEY (1950): TRA=100 (MF - MS)/(MT - MS), em que MF, MS e MT representam respectivamente, em g, as massas fresca, seca e turgida.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco repeticoes e duas hastes florais por unidade experimental, para analise da variacao de massa fresca e contagem do numero de flores abertas, e seis repeticoes, para analise do TRA. Os dados foram submetidos a analise de variancia, e as medias foram comparadas pelo teste Tukey, em nivel de 5% de probabilidade, utilizando-se o Sistema para Analises Estatisticas (SAEG-UFV).

RESULTADOS E DISCUSSAO

A vida de vaso das inflorescencias de bocade-leao variou de tres a sete dias e foi limitada pelo murchamento das flores e folhas, diferindo significativamente em resposta aos diferentes tratamentos (Tabela 1). A maior vida de vaso (sete dias) foi obtida em flores condicionadas em solucao contendo 8-HQC, sacarose e acido citrico com ou sem a reidratacao com agua quente (Tabela 1), mostrando que a agua quente nao promoveu efeito positivo na longevidade. O efeito benefico dos acucares, como a sacarose, na senescencia das flores de corte, deve-se ao fornecimento de substratos para a respiracao; manutencao do balanco hidrico, reducao da sensibilidade ao etileno e atraso na biossintese autocatalitica desse gas (PUN & ICHIMURA, 2003). Alem disso, o aumento da longevidade pode estar associado a utilizacao do acido citrico, que controla o pH da solucao (SACALIS, 1993), e ao 8-HQC, que inibe o crescimento de fungos, leveduras e bacterias (BRACKMANN et al., 2000), ambos controlando a oclusao vascular. O tratamento com 8-HQ, em crisantemos, conservou melhor as flores apos a colheita (BRACKMANN et al., 2000), com resultado semelhante ao obtido na especie em estudo. A menor vida de vaso foi observada nas inflorescencias mantidas em agua desionizada, possivelmente por nao ter controlado a oclusao vascular, nem ter fornecido substrato para os processos bioquimicos que ocorrem apos a colheita. Em A. majus 'Potomac Pink', a solucao contendo 10[micro]L [L.sup.-1] de dioxido de cloro (Cl[O.sub.2]) prolongou a vida de vaso das inflorescencias, mostrando que o controle da oclusao vascular tem resultados positivos no aumento da longevidade floral (MACNISH et al., 2008).

As hastes mantidas em solucao contendo 8-HQC, sacarose e acido citrico tiveram aumento na massa fresca superior aos demais tratamentos a partir de 24 horas (Figura 1), apresentando ganho de massa de ate 24% durante o periodo avaliado, enquanto hastes mantidas em Flower[R] apresentaram ganho maximo de 5%. De acordo com SACALIS (1993), o composto de 8HQC inibe o crescimento bacteriano, podendo reduzir a oclusao vascular e aumentar a absorcao da solucao pelas hastes, o que pode ter ocorrido neste trabalho, de acordo com os resultados do aumento de massa fresca. Semelhantemente, a absorcao da solucao de 8-HQC por hastes cortadas de boca-de-leao 'Pan American Summer Pink' foi maior quando comparada com a absorcao de agua, comprovando a eficiencia dessa solucao (MAROUSKY & RAULSTON, 1970).

A reidratacao com agua quente nao foi eficiente em prolongar a longevidade das inflorescencias de boca-de-leao, visto que foi observada, semelhantemente ao tratamento controle, acentuada queda na massa fresca entre 24 e 48 horas (Figura 1). Apos 72 horas, as hastes reidratadas com agua quente e, posteriormente mantidas em agua desionizada, apresentaram 50% ou mais das petalas e/ ou folhas murchas. Em rosas, LEONARD et al. (2001) mostraram que o uso de agua 43[degrees]C, por uma hora, tem efeito benefico somente no aumento da abertura da flor, nao mostrando melhoria da qualidade e/ou aumento da longevidade.

[FIGURE 1 OMITTED]

[FIGURE 2 OMITTED]

O TRA das petalas das hastes condicionadas em Flower[R] ou solucao contendo 8-HQC, sacarose e acido citrico foi superior em comparacao ao TRA das petalas mantidas em agua desionizada (Figura 2), comprovando a maior eficiencia das solucoes de vaso na capacidade de reidratacao das inflorescencias. A maior turgidez das petalas se deu as 72 horas, quando o TRA atingiu cerca de 80%. Entre 24 e 48 horas, observou-se uma queda acentuada no TRA das petalas das hastes mantidas em agua desionizada, o que, possivelmente, determinou o fim da vida de vaso.

O corte da base da haste apos 48 horas do inicio da reidratacao propiciou aumento do TRA das petalas principalmente nas hastes mantidas em agua desionizada (Figura 2), sugerindo uma possivel oclusao vascular nessas hastes e evidenciando que a curta vida de vaso das inflorescencias de boca-de-leao esta relacionada ao desequilibrio hidrico. Inflorescencias de Zinnia elegans que receberam o corte na base da haste a cada 12 horas apresentaram um leve aumento de massa fresca ate 44 horas apos a colheita e maior longevidade, sendo considerado, portanto, efetivo na melhoria de hidratacao das flores (CARNEIRO et al., 2002).

O numero de flores abertas nao diferiu entre os tratamentos (Tabela 2), entretanto aumentou ao longo do periodo de avaliacao e nao foi observada abscisao de flores, mostrando a eficiencia dos tratamentos em nao inibir a abertura floral. Resultados semelhantes foram obtidos por LARSEN & SCHOLES (1966), que mostraram o efeito significativo do composto 8-hidroxiquinolina no numero de flores abertas e na vida de vaso de hastes cortadas de bocade-leao das cultivares 'Snowman', 'Jackpot', 'Barbara', 'Golden Spike' e 'White Rocket'. Em crisantemos, BRACKMANN et al. (2000) mostraram que a solucao de sacarose foi a que facilitou a abertura dos botoes, por ser uma fonte de energia para a respiracao e outros processos metabolicos.

Contudo, o condicionamento das hastes cortadas de boca-de-leao em solucoes de vaso como o Flower[R] e o 8-HQC, sacarose e acido citrico mostrouse eficiente para prolongar a vida de vaso e manter a qualidade das flores possivelmente por inibir a oclusao vascular e manter o equilibrio hidrico das inflorescencias.

CONCLUSOES

A vida de vaso das inflorescencias de bocade-leao pode ser aumentada com a utilizacao de solucoes de vaso eficientes, e a solucao contendo 200mg [L.sup.-1] de 8-HQC, 20g [L.sup.-1] de sacarose e 150mg [L.sup.-1] de acido citrico foi a que propiciou maior longevidade as hastes.

O corte periodico na base da haste promove aumento na absorcao da solucao ou agua de vaso, mostrando eficiencia na manutencao da hidratacao das flores.

Recebido para publicacao 17.09.09 Aprovado em 29.01.10

AGRADECIMENTOS

A Coordenacao de Aperfeicoamento de Pessoal de Nivel Superior (Capes) a ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico (CNPq), pela concessao de bolsa aos autores Luciana Marques Vieira e Fernando Luiz Finger, respectivamente.

REFERENCIAS

BLEEKSMA, H.C.; VAN DOORN, W.G Embolism in rode stems as a result of vascular occlusion by bacteria. Postharvest Biology and Technology, v.29, p.334-340, 2003. Disponivel em: <http:/ /dx.doi.org/10.1016/S0925-5214(03)00049-8>. Acesso em: 10 nov. 2009. doi: 10.1016/S0925-5214(03)00049-8.

BRACKMANN, A. et al. Armazenamento de crisantemos Dedranthema grandiflora cv. red refocus em diferentes temperaturas e solucoes conservantes. Revista Brasileira de Agrociencia, v.6, n.1, p.19-23, 2000. Disponivel em: <http:/ /www.ufpel.tche.br/faem/agrociencia>. Acesso em: 20 jan. 2010.

CARNEIRO, T.F. et al. Influencia da sacarose e do corte da base da haste na longevidade de inflorescencias de Zinnia elegans. Pesquisa Agropecuaria Brasileira, v.37, n.8, p.1065-1070, 2002. Disponivel em: <http://www.scielo.br/pdf/pab/v37n8/ 11665.pdf>. Acesso em: 20 jan. 2010.

CATSKY, J. Water content. In: SLAVIK, B. Methods of studying plant water relations. Berlin: Springer-Verlag, 1974. p.121-131.

FINGER, F.L. et al. Colheita, classificacao e armazenamento de inflorescencias. In: BARBOSA, J.G Crisantemos. Vicosa: Aprenda Facil, 2003. Cap. 7, p.123-140.

HE, S. et al. Stem end blockage in cut Grevillea 'Crimson Yullo' inflorescences. Postharvest Biology and Technology, v.41, p.78-84, 2006. Disponivel em: <http://dx.doi.org/ 10.1016/j.postharvbio.2006.03.002>. Acesso em: 08 nov. 2009. doi: 10.1016/j.postharvbio.2006.03.002.

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LARSEN, F.E.; SCHOLES, J.F. Effects of 8-hydroxiquinoline citrate, Ndimethyl amino succinamic acid, and sucrose on vase-life and spike characteristics of cut snapdragons. Journal of the American Society for Horticultural Science, v.89, p.694-700, 1966.

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PUN, U.K.; ICHIMURA, K. Role of sugars in senescence and biosynthesis of ethylene in cut flowers. Japan Agricultural Research Quarterly, v.37, p.219-224, 2003. Disponivel em: <http://www.jircas.affrc.go.jp/english/publication/jarq/37-4/ 37-04-02.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2009.

RASLSTON, J.C.; MAROUSKY, F.J. Effects of 8-10 day 5[degrees]C storage and floral preservatives on snapdragon cut flowers. Proceeding of the Florida State Horticultural Society, v.83, p. 415-419, 1970.

SACALIS, J.N. Cut flowers: prolonging freshness. 2.ed. Batavia: Ball Publishing, 1993. 110p.

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WEATHERLEY, P.E. Studies in water relations of cotton plant. In: The field measurament of water deficits in leaves. New Phytology, v.49, p.81-97, 1950.

Luciana Marques Vieira (I) Teresa Drummond Correia Mendes (II) Fernando Luiz Finger (III) Jose Geraldo Barbosa (III)

(I) Departamento de Biologia Vegetal, Universidade Federal de Vicosa (UFV), 36570-000, Vicosa, MG, Brasil. E-mail: lcsmarques@yahoo.com.br. Autor para correspondencia.

(II) Departamento de Biologia Vegetal, UFV, Vicosa, MG, Brasil.

(III) Departamento de Fitotecnia, UFV, Vicosa, MG, Brasil.
Tabela 1--Vida de vaso das hastes cortadas de boca-de-leao
submetidas a diferentes tratamentos.

Tratamento                      Vida de vaso
                                 (dias apos
                                reidratacao)

Agua desionizada (controle)         3 C
Agua quente                         3 C
Flower[R]                           5 B
8-HQC+sacarose+acido citrico        7 A
Agua quente [right arrow]           5 B
  Flower[R]
Agua quente [right arrow]           7 A
  8-HQC + sacarose + acido
  citrico
Media                                5
CV (%)                               --

Medias nao seguidas por uma mesma letra diferem entre si
pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade.

Tabela 2--Numero de flores abertas na inflorescencia
de boca-de-leao submetidas a diferentes tratamentos em
funcao do tempo de avaliacao.

Tratamento               Tempo de reidratacao (horas)

                           0        24       48     72 96

Agua desionizada         10,7 A   11,9 A   14,4 A   17,6 A
  (controle)
Agua quente              10,5 A   12,0 A   14,4 A   17,0 A
Flower [R]               10,0 A   11,5 A   14,6 A   17,3 A
8-HQC+SAC+               9,1 A    10,9 A   14,7 A   17,2 A
  ac.citrico
Agua quente/             9,9 A    11,4 A   14,2 A   16,7 A
  Flower [R]
Agua quente/8-HQC+SAC+   9,5 A    10,6 A   14,6 A   17,2 A
  ac.citrico

Media                     9,95     11,4     14,5     17,2
CV (%)                    10,1     8,4      8,5      7,2

Tratamento               Tempo de reidratacao (horas)

                                   120      144      168

Agua desionizada           --       --       --       --
  (controle)
Agua quente                --       --       --       --
Flower [R]               19,9 A   21,7 A     --       --
8-HQC+SAC+               19,2 A   21,4 A   23,1 A   24,4 A
  ac.citrico
Agua quente/             17,9 A   20,0 A     --       --
  Flower [R]
Agua quente/8-HQC+SAC+   19,2 A   21,2 A   22,2 A   23,7 A
  ac.citrico

Media                     19,0     21,0     22,6     24,0
CV (%)                    7,7      6,9      6,7      11,2

Medias nao seguidas pela mesma letra, na coluna,
diferem entre si pelo teste Tukey, a 5% de
probabilidade.
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Author:Vieira, Luciana Marques; Mendes, Teresa Drummond Correia; Finger, Fernando Luiz; Barbosa, Jose Geral
Publication:Ciencia Rural
Date:Apr 1, 2010
Words:3261
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