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PROTOCOL STANDARD IN DAILY OF ADVISORY EXECUTIVE/ APLICACAO DO PROTOCOLO NO COTIDIANO DAASSESSORIA EXECUTIVA.

INTRODUCAO

As relacoes interpessoais e suas implicacoes no ambiente de trabalho tem se tornado alvo frequente de estudos e pesquisas por diversos segmentos da sociedade. Tal realidade se da devido anecessidade do homemde encontrar aspectos convergentes de suas diferentes maneiras de enxergar a realidade. Nesse sentido, o protocolo emerge como mecanismo balizador das diferencas e estabelece parametros para as relacoes de poder entre as hierarquias.

Segundo Marina Martinez (2001) e funcao do protocolo prever a localizacao do individuo diante de uma composicao estrutural de forma politica ou administrativa, resguardando os direitos de quem exerce posicao oficial, alem de regular via normal os conflitos de precedencia, reduzindo duvidas quanto ao exercicio de possiveis privilegios ou de retencao de imunidades.

Como afirma Lukower (2003), o protocolo se da pelo conjunto de diretrizes de cunho juridico, regras de comportamento pessoal e coletivo, costumes e ritos de uma sociedade em determinado tempo historico sofrendo mudancas pela acao cultural.

Um perfil solicitado pelo mercado atual requer um profissional de assessoramento que se apresentecom consideravel conhecimento e aplicabilidade das regras de protocolo, bem comode uma eficaz utilizacao das regras de etiqueta -este se constitui um elemento diferenciador entre os profissionais. Uma eficaz utilizacao das regras de protocolo muito colabora com a imagem positiva da organizacao, aumentando o poder de credibilidade, comunicacao, marketing institucional e estrategia diferenciada frente a outros concorrentes. Diante dessa realidade, elegeu-se a seguinte questao norteadora desta pesquisa:

Quais os elementos similares e as diferenciacoes do uso protocolar do assessor executivo na gestao publica e privada que se produzam na atuacao cotidiana deste profissional?

O objetivo geral desta investigacao e analisar a aplicabilidade das regras de protocolo por parte dos assessores executivos na gestao publica e privada. Definiu-se como objetivos especificos investigar os elementos similares e de diferenciacoes da atuacao protocolar no cotidiano na assessoria executiva .

A obra Sociedade da Corte (Elias, 2001) apresenta elementos para este estudo no que se refere a duas realidades, a primeira que a corte pode ser entendida como um conjunto de servicais que estao a disposicao do conjunto de acoes protocolares pelas quais o rei e o presidente, e por isso mesmo, tem a presidencia e precedencia dos atos; e a segunda interpretacao para a teoria norbertiana entende-se que a corte seria um extrato a parte, ou seja, uma sociedade em formacao social.

Na presente pesquisa nao sera investigado o uso do protocolo em cerimoniais de eventos, mas a atuacao protocolar do assessor executivo no exercicio profissional cotidiano em instituicoes publicas e privadas reconhecidas socialmente no estado do Ceara.

Diante da exigencia do mercado - a procura de profissionais de assessoramento com o perfil pro-ativo e multidisciplinar -,a presente pesquisa se da na investigacao dos agentes de assessoramento e se os estes possuem clareza de conhecimento dos codigos de protocolo como fator diferencial para agregar valor de forma pessoal e institucional.

2 REFERENCIAL TEORICO

2.1 O PROTOCOLO E AS NORMAS DE COMPORTAMENTO

As origens do protocolo se da nas formas mais antigas da civilizacao humana; acredita-se importante recorrer a fatos historicos que apontam para os ritos cerimoniais da Idade Antiga, ou de forma mais particular o antigo Egito, onde o farao exercia a funcao de lider absoluto da nacao, e por isso mesmo, senhor do cerimonial, ditando regras para o cerimonial civil e ate religioso.

No seculo VlIa.C se tem por conhecidauma obra intitulada I-Li (Viana, 1998) que documenta regras de protocolo e notas para a sociedade chinesa evidenciando seus principais eventos sociais.

No seculo XV, afirma Viana (1998) que o protocolo passa a fazer parte de um cerimonial mais rigoroso para acentuar com visibilidade a diferenca entre a classe nobre das demais classes, gerando repudio por algumas classes sociais que percebiam o protocolo como algo distante da sua vida. De acordo com o referido autor (1998) no seculo XVIII se observaainda mais o rigor do protocolo na sociedade europeia, destacando-se a cultura francesa com os seus nobres e costumes refinados.A sociedade da corte, segundo Elias (2009), permite perceber melhor a compreensao de poder nas estruturas sociais, de dominacao e juizos de valor.

Trata-se de uma sociedade na qual a posse de um titulo de nobreza e mais valiosa, para quem cresce ali, do que a posse de uma riqueza acumulada; na qual pertencer a corte do rei ou mesmo ter o privilegio de comparecer a presenca do rei -de acordo com as estruturas de poder existentes-e algo extraordinariamente importante na escala dos valores sociais (Elias, 2009, p. 94).

No seculo XIX, a burguesia incorpora na sua vida relacional um protocolo a ser seguido e etiqueta a ser vivida, a ponto de excluir aqueles que nao seguirem as determinadas normas, como afirma Castro (1997, p. 21) "o que mais impressiona no manual e a severidade e a intolerancia com que recomenda que se tratem aqueles que nao observam estritamente as regras cerimoniais".

Elias (2009) afirma que na sociedade burguesa a esfera profissional e atingida pelas forcas das coercoes sociais, sendo a vida particular sempre mais afetada por sua dependencia a condicao profissional. Faz-se necessario o entendimento de que as atitudes e as formas de se comportar dos profissionais na sociedade burguesa nao sao mais atingidas com a mesma intensidade como a sociedade da corte, uma vez que, a sociedade aristocratica nao fazia distincao entre esfera particular e esfera profissional.

Geralmente o individuo da sociedade de massas burguesa sabe muito bem como tem de se comportar dentro de sua esfera profissional. A sociedade dirige suas tendencias modeladoras primordiais ao comportamento profissional. E aqui, sobretudo, que se colocam suas coercoes (Elias, 2009, p.131).

No seculo passado, com o advento da tecnologia da informacao e o processo rapido e constante de mudancas da vida social, Castro (1997) afirma que as regras de protocolo e etiqueta passaram a ser mais flexiveis, facilitando o bom convivio social e no que se refere a materia organizacional o bom emprego das normas na vida profissional do assessor executivo. Portanto, a partir do momento historico em que o homem passou a conhecer a escrita, foi pertinente que as normas, diretrizes, habitos e cultura deixassem de serem repassados as demais geracoes via oralidade e passassem a ser documentados dando um novo movimento ao entendimento da existencia de um protocolo na sociedade moderna.

O mundo corporativo entrou em uma nova fase e esta adotando novas medidas e resgatando as boas regras de conduta. E claro que, a memoria dos bons tempos da elegancia corporativa esta sendo resgatada, porem isso nao significa que a rigidez e o formalismo do passado estao em curso. As pessoas voltaram a dar importancia as regras de Etiqueta, todavia essas regras foram revistas. Elas voltaram, mas agora de forma humanizada (Carvalho & Cortezi, 2010, p. 19).

Elias (2009) aborda aspectos acerca de pertenca e representacao social pelos quais os individuos desempenham, uma vez que, por pertencerem a determinados lugares hierarquicos junto a nobreza, sao obrigados socialmente a representar e a se colocarem representacao protocolar. O exercicio de pertencer a um extrato social e fazer parte de um protocolo revela poder nas relacoes, principalmente no que se refere aproximidade daquele que tem precedencia nos atos oficiais.

Schneider (1985) afirma que protocolo e a ordem em forma de hierarquia que determina a regulamentacao da conduta do diversos governos e a quem os representa por evento oficial ou particular. Para Pereira,et al (2005), protocolo e exigencia fundamental para importantes negociacoes da organizacao, uma vez que, se a reuniao ou ato publico nao se concretiza de formasatisfatoria e com credibilidade, pode se colocar em risco a reputacao organizacional.

Ao se tratar de acao protocolar publica, Viana (1998) afirma que versa sobre a conduta do poder publico, seus executivos, legisladores e juristas englobando o protocolo e etiqueta no cerimonial da presidencia da Republica, senado, governos estaduais e municipais, alem de atender as formalidades legais do evento civil e militar.

No contexto organizacional brasileiro, o dispositivo legal regulador do protocolo para gestao publica e seu relacionamento com a gestao privada e o Decreto no. 70.274 de 9 de marco de 1972 que aprova as normas do cerimonial publico e a ordem geral de precedencia em solenidades de cunho oficial na capital da Republica, nos estados da Federacao, nos territorios federais e nas missoes diplomaticas do Brasil (Brasil, 1972). O referido documento foi alterado pelo Decreto no. 83.186 de 19 de fevereiro de 1979 (Brasil, 1979). No estado do Ceara, o protocolo esta disciplinado pelo Decreto no. 17.171 de 18 de abril de 1985 (Ceara, 1985).

O Decreto no. 70.274/1972 esta sistematizado das "Normas do Cerimonial Publico" na seguinte forma: Capitulo I- estabelece-se as regras de precedencia do Presidente da Republica e na falta dele todas as demais autoridades que procedem imediatamente sua funcao hierarquica. Alem do uso dos simbolos, como bandeiras ou outras honras que materializam os significados das solenidades oficiais. (Brasil, 1972)

O capitulo II- refere-se a acao protocolar da posse do presidente da Repubica; capitulo III- das visitas do presidente de Republica e seu comparecimento a solenidades oficiais; capitulo IV- das visitas oficiais; capitulo V- das visitas de chefes de Estados estrangeiros; capitulo VI- da chegada dos chefes de missao diplomatica e entrega de credenciais; capitulo VII- do falecimento do presidente da Republica; capitulo VIII- do falecimento de autoridades; capitulo IX- do falecimento de chefe de Estado estrangeiro; capitulo X- do falecimento do chefe de missao diplomatica estrangeira; capitulo XI- das condecoracoes, segundo extensa lista hierarquica de precedencia pelas quais somente podem ser conferidas pelo Governo Federal ou governos estrangeiros (Brasil, 1972).

Na administracao estadualcearense, o Decreto no. 15.894, de 14 de marco de 1983, apresenta as normas protocolares para o cerimonial publico no estado do Ceara, que versa sobre: Titulo I- a precedencia do Estado que e de competencia do governador, sendo observadas determinadas solenidades que contenham a presenca do poder judiciario, legislativo, alem das forcas militares. Na secao II do mesmo titulo, a precedencia entre personalidades nacionais e estrangeiras que seguir a ordem da constituicao historica na unidade da Federacao (Ceara, 1985).

No titulo II- encontram-se as normas da representacao; titulo III- execucao do hino nacional e estadual; titulo IV- o uso da bandeira nacional e estadual. No titulo V- da posse do governador e vice-governador do Estado; titulo VI- da nomeacao dos secretarios de Estado e demais auxiliares do governo; titulo VII- das audiencias e comunicacoes de posse; titulo VIII- das cerimonias; titulo IX- transmissao temporaria do poder; titulo X- das visitas: do ministro de Estado, do chefe de missao diplomatica estrangeira, do governador ao interior do Estado. titulo XI- recepcao do governador aos deputados apos a instalacao dos trabalhos legislativos; titulo XII- Do falecimento do presidente da Republica; titulo XIII- do falecimento do governador do Estado; titulo XIV- falecimento de altas autoridades; titulo XVfalecimento de ex-governadores do Estado (Brasil, 1972).

O referido decreto fora alterado peloDecreto no. 17.171, de 18 de abril de 1985, acrescentando a ordem de precedencia nas cerimonias oficiais de carater estadual, bem como as normas de tratamento das personalidades emreferenciaas correspondencias oficiais. (Ceara, 1985).

Em relacao ao protocolo no evento da gestao privada, seu desenvolvimento se da na acao mais voltada ao servico de relacoes publicas com a empresa em questao, alem de outras instituicoes nao governamentais, como: igrejas, universidades, hospitais, entre outras instituicoes que exigem uma postura e um processo protocolar com a utilizacao da boa etiqueta.

2.2Utilizacao do protocolo na assessoria executiva publica e privada

Estudiosos previram em suas teorizacoes, a mudanca comportamental dos profissionais na passagem do seculo XX para o seculo XXI, uma vez que o mercado se apresentava cada vez mais exigente por qualidade, rapidez e pro-atividade (Domelas, 2005; Morris; Muratko, 2002).

Na tentativa de desenhar o perfil do profissional de assessoramento quanto ao conhecimento e aplicabilidade do protocolo diante das exigencias do mercado atual, destacam-se esses elementos de base, porem, nem sempre elucidados a contento. O assessor executivo deve recordar que, ele sera agente da organizacao, promotor de encontros organizacionais, seja uma reuniao executiva, sejam eventos de medio e ate grande porte, alem da sua postura diante da concorrencia.

Entenda-se, portanto, que muitos outros atributos do profissional de assessoria executiva serao exigidos a medida que novos publicos e mercados vao surgindo; todavia a busca de atualizacao, a observacao constante e a conquista de novos conhecimentos garantirao um lugar com notoriedade ao profissional que se propoe assessorar as organizacoes do mercado do seculo XXI.

Diante dessa nova configuracao do profissional de assessoramento executivo, fazse necessario desenhar um perfil comportamental da terceira profissao em maior expansao do mercado mundialsegundo a Federacao Nacional das Secretarias e Secretarios (Fenassec, 2012). Segundo Nonato Junior. (2009), o secretario executivo podera ocupar o cargo de assessor de diretoria, assessor de presidencia, auxiliar administrativo de diretoria, auxiliar administrativo de presidencia, secretario de diretoria, secretario de gabinete, secretario de presidencia, secretario pleno e secretario senior.

Algumas caracteristicas comportamentais sao essenciais para este profissional, seja qual cargo ele va assumir, a saber: lideranca, iniciativa,critatividade, cordialidade, discricao (Bullara, 2005; Picchiai, 2008; Nonato Jr, 2009).O mercado de trabalho do seculo XXI exige do profissional de assessoria executiva a habilidade para se relacionar de forma interpessoal, uma vez que ele e um facilitador do processo organizacional, sendo aglutinador sem perder sua peculiaridade subjetiva. Isso faz parte dos aspectos exigidos ao perfil do assessor executivo.

A questao dos relacionamentos interpessoais, e de sua inerente dimensao emocional, e crucial para a vida associada, pois sao esses processos interativos que formam o conjunto de sistemas que a organizam. As condicoes em que ocorrem tais relacionamentos definem a forma de convivencia entre os seres humanos que sao seres de relacoes, e destes com a natureza. Fazem a diferenca entre sofrimento e bem-estar definem com a vida social e construida em seu cotidiano. Deteriorizacoes nas relacoes interpessoais resultam em deteriorizacao das relacoes sociais, das relacoes inter e intraorganizacionais(Leitao; Fortunato & Freitas, 2006, p.884).

Deparando-se no estudo comparativo entre o protocolo no cerimonial publico ou privado, alguns elementos sao postos em comum, nos quais sem eles, os procedimentos comportamentais cotidianos podem ficar comprometidos quanto a sua credibilidade e apresentacao de resultados. Sao eles: comunicacao, habilidade, planejamento, organizacao e constante atualizacao das instrucoes que de forma dinamica fazem do protocolo uma acao que enriqueceosistema da estrutura organizacional.

Segundo Gomes e Pires (2005) a pessoa queseutiliza do protocolo deve ter a capacidade de organizar equipes, de conduzir com habilidade reunioes, sejam de carater publico ou privado, conhecer a contento as normas oficiais do protocolo e da etiqueta seja profissional ou social, alem de ser um especialista na ordem de precedencia quando se tratar das autoridades publicas -, mesmo que seja um assessor executivo da gestao privada-, uma vez que, por muitos momentos oportunos a organizacao se apresentara diante de autoridades publicas, que exigirao pela organizacao protocolar uma ordem de precedencia hierarquica.

Ja para o protocolo da gestao privada Gomes e Pires (2005) afirmam que o profissional de assessoria executiva deve estar encarregado pelo bom andamento do evento aluz do protocolo. Deve ainda estaratentoa organizacao das agendas de eventos, recepcoes oficiais, audiencias, trocas de comunicacoes interorganizacionais, conduzir solenidades protocolares, alem de promover eventos institucionais segundo as normas estabelecidas para a realizacao do calendario social anual.

3 METODOLOGIA

Apresente pesquisa utiliza o metodo de analise qualitativoe quanto aos fins e considerada exploratoria e descritiva. Minayo (2004) defende a ideia de que a pesquisa com metodo qualitativo busca responder questoes bem particulares, trabalhando no universo de significados, algo mais intrinseco das relacoes, nao delimitado a mensuracoes.

Os investigadores qualitativos estabelecem estrategias e procedimentos que lhes permitem tomar em consideracao as experiencias do ponto de vista do informador. O processo de conducao de investigacao qualitativa reflete uma especie de dialogo entre os investigadores e os respectivos sujeitos, dado estes nao serem abordados por aqueles de uma forma neutra (Bogdan & Biklen, 1994, p. 51).

A coleta de dados se deu por meio deentrevista estruturada, gravada por audio, pois como afirma Beuren (2012, p.56):
   Como tecnica de coleta de dados, a entrevista pode assumir
   diferentes formas; destacam-se como mais comuns as nao
   estruturadas, as semiestruturadas e as estruturadas. Por sua vez, o
   questionario pode ser elaborado com perguntas abertas e/ ou
   perguntas fechadas. Cada uma dessas tecnicas e seus desdobramentos
   constituem-se em instrumentos que tem suas pecularidades, as quais
   precisam ser observadas para assegurar a qualidade dos dados que o
   investigador deseja coletar.


As entrevistas foram realizadas durante o mes de maio de 2013 em dias distintos com quatro assessoras executivas, sendo duas da iniciativa privada e duas de instituicoes publicas todas localizadas na cidade de Fortaleza no estado do Ceara. O tempo medio de cada entrevista foi de dez minutos e sua estrutura foi composta por dez perguntas abertas.

Os criterios de selecao das assessoras executivas de deu em funcao da atuacao das entrevistadas em instituicoes de grande porte da iniciativa privada ou publica e que exercessem cargo de assessoria executiva em alta gestao.

4 APRESENTACAO E ANALISE DOS RESULTADOS

Na presente pesquisa foram entrevistadas quatro assessoras executivas de alta gestao em organizacoes presentes no estado do Ceara. Foram aplicadas quatro entrevistas, sendo duas em instituicoes de gestao privada e duas de gestao publica. As organizacoes pesquisadas sao de grande porte, duas de gestao publica - uma universidade publica e uma organizacao estadual da area da educacao - de incentivo a pesquisa cientifica com apoio de bolsas para mestrados, doutorados e pos-doutorados.

Na gestao privada pesquisou-se uma universidade, alem de uma federacao voltada para o comercio. As assessoras entrevistadas tem formacoes variadas, sao profissionais que estao entre um a cinco anos de atuacao na profissao, optou-se por nao revelar os nomes das entrevistadas, nominando por entrevistada A, B, C e D. O roteiro de entrevistas se deu diante dos questionamentos a seguir.

Sobre o conhecimentodo decreto no. 70.274, de 9 de marco de 1972,referente ao protocolo e precedencia, as assessoras A e C assim se expressaram.

Sim eu conheco, eu tive acesso a este decreto por ocasiao do meu trabalho no campus Cariri. Naquela ocasiao o Presidente da Republica-Lula veio para a inauguracao do campuse tivemos que ter acesso e conhecer para saber como orientar a questao das bandeiras, como receber o numero de autoridades, como comporta-los, a colocacao das mesas, ate coisas bem simples como transferencia dele de local desde o aviao que desceu no aeroporto do Cariri ate a universidade visto tudo na questao do protocolo (Assessora A).

Olha se eu nao me engano e aquele que fala da hierarquia a gente conhece aqui a gente tem um programa de gestao e aqui na universidade a gente esta voltado muito para o academico vamos conhecendo tambem este mundo dos protocolos, mas nao de uma forma tecnica e academica como as pessoas que se formam especificamente. Porque nosso olhar e mais para os decretos do Ministerio da Educacao, entao e muito voltado para esta parte academica. A parte do cerimonial nao fica com o gabinete da reitora, Mas sim com o setor de marketing e eventos. Entao a gente toma conhecimento ate porque a gente mantem interface ate com as outras areas que lidam com o gabinete e a parte academica e controle de agenda, recepcao das autoridades, elaboracao de relatorios institucionais e apoio no diaadia de despacho com a reitora entao esta e a nossa funcao na assessoria do gabinete da reitoria (Assessora C).

Observa-se que as assessoras executivas das universidades publica e privada tem conhecimento do uso protocolar como norma de comportamento e precedencia hierarquica das autoridades presentes em determinados eventos, pelos quais foi necessarianecessarios a atuacao direta delas. Entretanto, em relacao a organizacao estadual e da federacao comercial as assessoras nao compreendem o uso do protocolo como norma comportamental, mas, sim, um processo cotidiano de despacho documental com entradas, saidas e registros.

Sobre as atividades protocolares exercidas na sua instituicao publica ou privada, alem das ja citadas, as assessoras A e C disseram:

Geralmente quando nos tinhamos reunioes compessoas que nao sao do vinculo da universidade, as vezes recebemos outros presidentes de outras instituicoes, reitores de outras universidades ou pro-reitores e por ocasiao de compor mesa para as reunioes faz-se necessario ter conhecimento do protocolo. (Assessora A)

Sim nos acompanhamos a acao protocolar embora nao executamos sempre de forma direta, uma vez que, existe o setor responsavel que e de marketing e eventos. Mas para receber uma autoridade aqui no gabinete a gente precisa organizar tudo com o cerimonialista o pessoal do evento acompanha a sequencia das denominacoes das titulacoes das pessoas, dos cargos, o envio de documentos e convites, oficios, tudo isso e acompanhado pelo gabinete, temos muito cuidado com as denominacoes, com os termos que serao utilizados para as autoridades publicas, ou seja, nada sai daqui ou vai para as autoridades que nao passe aqui pela assessoria executiva, mas sempre na funcao academica e sempre trazemos o pessoal especializado que e do marketing e eventos. (Assessora C)

As atividades protocolares exercidas pelas assessoras da gestao publica e privada se evidenciam alem da acolhida das autoridades, pelo acompanhamento de outros profissionais que exercem a coordenacao dos cerimoniais, bem como, o despacho da documentacao oficial enderecada as autoridades envolvidas. Estes elementos evidenciam o proprio pensamento de Elias (2001), na sua obra Sociedade da Corte que apresenta status e aproximacao de quem tem o poder da instituicao e insere o assessor num processo de diferenciacao entre os demais participantes de determinado ato institucional.

Referindo-se a forma de utilizacao do protocolo, as assessoras apontaram as formas como percebem a influencia/interferencianas relacoes de hierarquia na organizacao:

Sim, em determinado momento nos tivemos uma situacao dentro da universidade e tinha convidados prefeitos e outras autoridades e na hora em que fomos organizar o protocolo para a fala a outra pessoa que veio que era um assessor queria que o prefeito fosse o ultimo a falar o que ia de certa forma quebrar o protocolo porque pela ordem de hierarquia para este ato esta acontecendo dentro da universidade a maior autoridade era a do reitor que deveria falar por ultimo e determinados momentos nao chegou ao conhecimento desta determinada autoridade, ficou no ambito dos assessores do cerimonial criou-se um certo constrangimento. (Assessora A)

Sim ajuda sim, quando a gente quer saber onde fica determinado documento, determinado processo a gente recorre ao protocolo, ao registro que a gente tem e reconhece a autoridade e as funcoes hierarquicas dentro da organizacao e as que estao diretamente ligadas a ela. (Assessora B)

Com certeza e muito importante, porque por mais que a universidade seja uma instituicao democratica muito aberta e uma caracteristica da nossa reitora uma gestao mais participativa onde todos temparte, a hierarquia e importante para a boa gestao de documentos, de autorizacoes, isso e fundamental, importante o respeito a hierarquia para nao passar por cima para que nao se crie crises dentro da instituicao. As relacoes protocolares sao essenciais para isso e a gente segue rigorosamente a questao de opinioes para quem esta a nivel acima ou abaixo e bastante respeitada para rendimentos de excelencia das atividades. (Assessora C)

Ajuda, ajudamuito, porque quando a gente consegue usar bem a questao protocolar diante das autoridades as funcoes e os papeis ficam claros e ninguem se sente ofendido voce faz jus ao que tem que ser feito. Entao eu penso que o bom uso do protocolo ajuda muito o ambiente de trabalho (Assessora D).

As entrevistadas representam uma uniformidade de pensamento com referencia a influencia do exercicio protocolar diante da hierarquia da organizacao. Seja ela privada ou publica, o protocolo usado cotidianamente representa uma ferramenta de interacao social, incorporando uma etiqueta a ser seguida como afirma Castro (1997), mas, sobretudo, de correspondencia em nivel hierarquico.

As assessoras A e C citaram ocasioes especificas em que oprotocolo e usado:

Sim especialmente nos grandes eventos que faz necessaria a presenca do senhor reitor o protocolo e usado e correto que ao meu ver que eu avalio muito bem com certeza. (Assessora A)

No atendimento as autoridades publicas e privadas e nas deliberacoes documentais que fazem parte da universidade que partem da alta gestao. (Assessora C)

Observa-se que as duas universidades utilizam mais o protocolo como norma comportamental diante das autoridades publicas e privadas; entretanto, a organizacao estadual de apoio a pesquisa e a federacao se resume no uso do protocolo como controle documental de forma que no cotidiano todas podem lhe dar diretamente com autoridades, como afirma Elias (2009). Porem, como falta o conhecimento do uso protocolar, como norma comportamental, as que nao tem elemento no cotidiano basear-se-ao em pessoas especializadas em eventos, e por conseguinte, limitar-se-ao amargem do empoderamento da insercao ao meio da "Sociedade da Corte".

A frequencia de uso do protocolo na sua funcao institucional, pelas assessoras, foi assim citada:

Quase que diariamente porque como trabalho assessorando as reunioes e as vezes participando de assembleias, acompanhamento da pro-reitora a assessoria faz necessaria. Nao necessariamente a questao do protocolo deve estar ligado aos eventos, mas ate a forma como voce recebe a pessoa, para uma audiencia para uma reuniao, voce precisa fazer uso do protocolo. Se incluir tudo, e todo dia, o dia todo, entao assim desde um simples envio de documento ate a recepcao de uma autoridade que aqui na universidade por ser de grande porte e muito frequente e todo dia(Assessora A).

E diariamente, pois como eu trabalho no gabinete da presidencia ate com o proprio presidente eu lido diariamente com protocolo e faco uso direto com meu chefe que e o presidente (Assessora D).

As quatro assessoras temconsciencia de que fazemdiariamente algum procedimento protocolar, seja ele como norma comportamental, seja como despacho e controle documental.Como afirma Schneider (1985), o uso do protocolo exige uma conduta nas mais variadas formas de governo, uma vez que se pode representar a autoridade em eventos oficial ou particular.

As assessorasassim se manifestaram sobre a crenca, ou nao, de que a administracao do protocolo proporciona algum diferencial de poder no exercicio das suas atividades:

Com certeza em todo momento que voce demonstra conhecimento que voce tem a seguranca naquilo que voce expressa isso diferencia dos demais e o protocolo como nem todas as pessoas usam ou faz uso do protocolo nem todas as instituicoes tem um setor de cerimonial quando voce ve alguem que entende de protocolo as pessoas admiram, fazem perguntas, tiram duvidas com voce em relacao a determinadas praticas mesmo que voce nao faca uso no diaadia. Agora eu sinto a necessidade nao so na universidade acho que nas outras instituicoes capacitar porque fica muito dificil voce, um grupo para uma universidade nao tem como suprir a demanda, eu sinto esta necessidade de ser feito um tipo de treinamento para as secretarias estarem auxiliando e monitorando os momentos de eventos. (Assessora A)

Essa palavra poder quando remete a conhecimento, a ajuda as pessoas, a resolver as coisas de forma mais rapidas e ter mais facilidade de entrar em alguns ambientes e ter mais contatos com as pessoas esta facilidade de relacoes ajuda muito a fluir o que precisa ser resolvido, falando neste sentido de facilitar os fluxos pessoais e fazendo com que a universidade atinja seus objetivos, sim eu diria que a acao protocolar e fundamental e me constitui poder institucional. (Assessora C)

Eu vejo demais como elemento agregados eu acho que isso trazcerta credibilidade para o profissional do secretariado que sabe lidar bem com esta questao protocolar e nos dar um vies formal no que precisa desta formalidade e como saisse da forma de fazer de qualquer jeito entao eu acho que a questao do protocolo e essencial para a profissao que a gente exerce (Assessora D)

O conhecimento de alguns elementos protocolares seja os de acompanhamento da precedencia das autoridades, seja de um bom acompanhamento documental da as entrevistadas um senso de poder. Poder de coordenacao, insercao e de facilitacaodos diversos fluxos dos processos organizacionais. O pensamento de Viana (1998) confirma essa reflexao diante da versatilidade junto ao poder publico, executivo, legilslativo ou judiciario, extensivo a gestao privada. Todavia, todas sao unanimes em compreender que poderiamter de forma mais notoria este poder caso elas tomassem conhecimento da normatizacao federal, estadual e municipal do uso protocolar para as organizacoes sejam publicas ou privadas.

As assessoras desconhecem totalmente a normatizacao do Decreto Estadual no.. 17.171 de 18 de abril de 1985 - Lei Estadual, que versa sobre a acao protocolar no estado do Ceara que normatiza o uso protocolar nas organizacoes, alem de nao terem consciencia quando este seria util a suas organizacoes. E intrigante que nem mesmo a organizacao estadual tem entendimento deste decreto, ficando o questionamento quanto ao bom andamento diante da presenca de autoridades que representam o estado do Ceara, ou aqueles que surjam de outros niveis hierarquicos de precedencia nacional ou internacional.

A presente pesquisa encontrou uma lacuna que fragiliza a acao protocolaria falta de conhecimento do Decreto que regula a orientacao protocolar no estado do Ceara (Ceara, 1985), uma vez que, as entrevistadas em nenhuma hipotese souberam assinalarconhecimento e dominio sobre o decreto regulador.

Relate de que forma sua organizacao a capacitou para o bom uso protocolar

Nao este conhecimento na verdade eu adquiri na epoca da minha graduacao amedida que eu fui me identificando a partir destas atribuicoes que aconteceu a necessidade de pesquisar sobre protocolo e fui procurando conhecer e aprofundar. Quer dizer a partir das demandas surgiu pelas demandas. (Assessora A)

Percebe-se nas entrevistadas uma ausencia de investimento organizacional no que se refere a capacitacao do uso protocolar; diante da resposta de uma das assessoras da gestaopublica se evidencia que e unanime a falta de capacitacao. O que se tem de conhecimento vem dos cursos de graduacao ou como respostas as demandas cotidianas; esta mentalidade se confirma na estudo de Dornelas (2005), que apresenta como exigencia para a profissao deassessoramento executivo a qualidade da formacao, a rapidez emacompanhar a atualizacao da realidade e a pro-atividade.

A Assessora B, que administra o protocolo, disse sentir-se valorizada na sua instituicao.

Sim, isso faz diferenca, enquanto secretaria executiva eu acabo sendo um referencial para os outros profissionais de uso do protocolo (Assessora B).

As informacoes apontam que as quatro entrevistadas reconhecem o uso de protocolo no cotidiano da organizacao, entretanto, este reconhecimento seda mais pelos outros profissionais que tambem exercem atividades protocolares de alguma forma; entretanto, ainda e timido o reconhecimento por parte dos gestores da eficiencia dos atos protocolares no cotidiano do profissional de assessoria executiva.

Segundo a Assessora A, a organizacao em que desempenha suas atividades profissionais possui um setor responsavel pela parte protocolar.

A universidade tem um setor de protocolo que e responsavelpelos eventos e os maiores eventos da universidade sao organizados por eles a organizacao e deles os eventos de menores portes eles orientam inclusive ja chegaram a dar cursos e na epoca eu fazia parte da universidade mas o setor de protocolo ja chegou a dar cursos para as secretarias para facilitar o protocolo no ambito de eventos menores (Assessora A).

As duas assessoras executivas da organizacao publica relatam que elas mesmas em uniao com o setor interno de eventos acompanham o uso protocolar seja para a realizacao de cerimonial que envolva a ordem de precedencia seja por processos documentais. Gomes e Pires (2005) afirmam que o profissional de assessoria deve ter o poder de conduzir, promover e a contento organizar toda uma acao protocolar pela qual o comportamento e sempre percebido e assimilado pelos envolvidos no evento. Entretanto as assessoras das organizacoes privadas recorrem a empresas de contrato para coordenar eventos em que as normas de comportamento se fazem necessarias no uso do conhecimento das regras protocolares.

5 CONSIDERACOES FINAIS

Nota-se diante da revisao bibliografica que a teoria acerca da tematica sobre protocolo apresenta diversas definicoes que partem desde organizacao, despacho, controle e administracao de documentos ate a postura comportamental, sendo esta o elemento de pesquisa do presente estudo.

Diante das entrevistas aplicadas as assessoras executivas de alta gestao das instituicoes publicas e privadas pesquisadas,observou-se que elas se diferenciaram na atuacao protocolar em variados elementos a saber: na gestao publica o enfoque do uso das normas protocolares de precedencia sao cotidianamente utilizadas, uma vez que o fluxo de autoridades e bastante intenso, exigindo dos profissionais a compreensao do respeito hierarquico, bem como do discernimento da postura institucional pelas quais elas representam. Ja nas organizacoes de iniciativa privada o enfoque do uso protocolar se da na viabilidade documental, alem do acompanhamento e despacho da agenda organizacional. Percebeu-se ainda que quando se faz necessario o uso protocolar em ordem de precedencia em eventos ou outros atos institucionais as organizacoes privadas preferem contratar profissionais externos para coordenar o uso das normas protocolares.

Outra diferenciacao relevante e que enquanto na iniciativa publica o profissional de assessoramento passa por algum tipo de capacitacao para o bom uso protocolar, na iniciativa privada se resguarda aos interesses particulares de alguns eventos pelos quais a organizacao necessite seja para o bom uso das normas de precedencia, seja para o bom relacionamento hierarquico das funcoes.

Ainiciativa publica exige dos profissionais ligados diretamente apresidencia dessas instituicoes certo conhecimento dos decretos emnivel federal e estadual para bem seguir a normatizacao da ordem de precedencia das autoridades publicas ou privadas. Entretanto, as empresas particulares nao tem este foco de exigencia, uma vez que, a acao protocolar do profissional de assessoramento visa a atender os objetivos da empresa, e, por isso mesmo, sua atuacao e restrita na pessoa da presidencia e seus interesses.

Todavia, o estudo revelou similaridades da atuacao protocolar dos assessores executivos, a saber: o uso cotidiano das diversas formas do uso de protocolo, ate mesmo sem possuir toda a capacitacao necessaria as profissionais de assessoramento entrevistadas revelaram certo conhecimento no relacionamento hierarquico e sua ordem de precedencia, bem comoa busca pessoal de aprofundamento do conhecimento da normatizacao sobre protocolo comportamental, uma vez que, a demanda diaria exige tal conhecimento.

Outra similaridade relevante e a percepcao de poder que cada entrevistada relata na atuacao protocolar, confirmando a teoria norbetiana que relata o exercicio de pertencer a um extrato social e fazer parte de um protocolo que revela poder nas relacoes, principalmente no que se refere a proximidade daquele que tem precedencia nos atos oficiais, seja no caso das diretorias de gestao publica seja nas de iniciativa privada. O reconhecimento vem dos pares e outros profissionais que percebem o acompanhamento e a postura desses profissionais diante das exigencias protocolares, faltando ainda maior reconhecimento dos que presidem estas organizacoes. Dai se presume a falta de motivacao para a capacitacao dos profissionais que deveriam acompanhar com eficiencia o uso do protocolo comportamental.

A pesquisa denotou que existe a necessidade dos profissionais de assessoramento executivo de se esforcarem no aprendizado dos decretos federal e estadual, que regulamentam a normatizacao protocolar para o comportamento e ordem de precedencia das autoridades. Ainda que as organizacoes de iniciativas publicas e privadas invistam na capacitacao protocolar desses profissionais para que eles contribuam ainda mais com o bom fluxo comportamental dos envolvidos nas demandas institucionais.

Para estudos futuros, indica-se uma investigacao na capacitacao no nivel de graduacao academica do profissional de assessoria executiva, pois a lacuna ficou evidente em todas as entrevistadas, demonstrando a falta de conhecimento das normatizacoes que instruem o bom uso comportamental da acao protocolar, e quando se apresenta a teorizacao se restringe ao simples controle documental, criando uma limitacao da compreensao ampla do uso protocolar como elemento aglutinador de relacionamento e pertenca a determinado status que indica poder institucional.

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Revista de Gestao e Secretariado-GeSeC

e-ISSN: 2178-9010

DOI: 10.7769/gesec.6i3.314

Organizacao: SINSESP

Editor Cientifico: Cibele Barsalini Martins

Avaliacao: Double Blind Review pelo SEER/OJS

Revisao: Gramatical, normative e de formatacao

Antonio Jackson Alcantara Frota

Mestre em Administracao de Empresas pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR--CE

Auxiliar de Escritorio e Arquivista da Organizacao Prestadora de Servicos.

E-mail: jacksonfrota@ibest.com.br (Brasil)

JoelmaSoares da Silva

Doutoranda em Administracao pela Universidade Estadual do Ceara (UECE).

Professora da Universidade Federal do Ceara-Secretariado Executivo.

E-mail: ioelma.soares@ufc.br (Brasil)

Data de recebimento do artigo: 05/08/2014

Data de aceite do artigo: 15/09/2015
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Author:Frota, Antonio Jackson Alcantara; da Silva, JoelmaSoares
Publication:Revista de Gestao e Secretariado
Date:Sep 1, 2015
Words:6444
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