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PRATICA DE EXERCICIO FISICO NA MEIA E TERCEIRA IDADE: UM ESTUDO COMPARATIVO DOS NIVEIS DE CAPACIDADE FUNCIONAL EM PRATICANTES DE GINASTICA LOCALIZADA E NAO PRATICANTES.

INTRODUCAO

Envelhecer e um processo que ocorre naturalmente a partir do nosso nascimento ate a morte, e e caracterizado por uma serie de alteracoes, principalmente a partir dos 60 anos. Dentre elas, pode-se citar a reducao da acuidade visual, o aumento da incidencia de doencas, principalmente as cardiovasculares, e a diminuicao da capacidade funcional em consequencia do declinio de alguns componentes de capacidade fisica, como resistencia aerobica, coordenacao e forca muscular (Carvalho e colaboradores, 2003 citados por Zago, 2010).

A busca pelo bem-estar durante o processo de envelhecimento e um dos assuntos que vem sendo bem discutidos nos dias atuais, pois a populacao brasileira de idosos esta crescendo de forma acelerada, podendo chegar a 9,42% de pessoas em 2020, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica, 2013).

A pratica de exercicio fisico e um fator benefico para esse publico, podendo ser realizada atraves de esportes, dancas, exercicios de forca, entre outros, nao importando a modalidade, pois promovem beneficios fisicos, psicologicos e sociais para essa faixa etaria (Borges e Moreira, 2009). Contudo, deve-se levar em consideracao a intensidade do exercicio, para que nao acarrete em risco de lesoes para o idoso (American College of Sports Medicine, 2009; Safons e Pereira, 2007).

Dentre as praticas de atividade fisica, o treinamento de forca muscular e um dos mais importantes, pois ajuda o idoso a manter a sua capacidade ao realizar as tarefas do dia a dia, como carregar compras, subir degraus, etc. (Okuma, 1998 citado por Safons e Pereira, 2007). Assim, esse treinamento e eficiente para o aumento de forca e massa muscular em idosos (Safons e Pereira, 2007).

Pode-se dizer que a pratica regular de exercicio fisico ajuda na prevencao de doencas, na reabilitacao da saude do idoso, alem de promover uma melhora na aptidao fisica deles e, como consequencia, facilita a manutencao de bons niveis de independencia e autonomia para as atividades do dia a dia, contribuindo na manutencao da capacidade funcional dessa populacao (Simao e colaboradores, 2004).

Conceitua-se capacidade funcional como a capacidade que o individuo tem para realizar qualquer tarefa do seu dia a dia de forma independente (Naranjo e colaboradores, 2001 citados por Nunes e colaboradores, 2009). Com o passar dos anos, o comprometimento funcional dos idosos tem implicacoes em relacao a familia, ao sistema de saude, a comunidade e ate mesmo para o proprio idoso, ja que a incapacidade funcional o deixa mais vulneravel e dependente na velhice, contribuindo para diminuicao do seu bem-estar e, consequentemente, de sua qualidade de vida (Alves e colaboradores, 2007).

Estudos de Caporicci e Neto (2011) encontraram valores fracos de autonomia da capacidade funcional em idosos praticantes e nao praticantes de atividade fisica. Porem, conforme os proprios autores colocaram, existe a necessidade de mais estudos a fim de se confirmarem os resultados sobre o nivel de atividade fisica. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo e comparar a capacidade funcional em individuos da meia e de terceira idade, praticantes e nao praticantes de ginastica localizada.

MATERIAIS E METODOS

Foi realizado um estudo de campo descritivo, com um delineamento transversal. A amostra deste estudo foi composta por 60 pessoas com idade de 45 a 80 anos, de ambos os sexos. Os individuos foram divididos em dois grupos: praticantes de ginastica localizada (30) e nao praticantes (30).

Realizou-se a pesquisa no Centro de Referencia de Assistencia Social (CRAS) e nas academias da cidade de Uba-MG, com os praticantes de ginastica localizada e, no caso dos nao praticantes, na residencia deles. A coleta de dados foi realizada no periodo de julho a agosto de 2016, no horario da manha e da tarde, pelo pesquisador responsavel. Inicialmente foi solicitada uma autorizacao ao diretor responsavel pelo CRAS e ao responsavel pela academia. Posteriormente, os avaliados assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, em que foram explicados os objetivos e os procedimentos do estudo, seguindo a Resolucao no466/12, do Conselho Nacional de Saude.

Como procedimento de coleta de dados, utilizou-se o Questionario Internacional de Atividade Fisica (International Physical Activity Questionnaire, 2005), em sua versao curta; e ainda a escala de auto percepcao do desempenho em Atividades da Vida Diaria que avalia a capacidade funcional, utilizando a escala proposta por Andreotti e Okuma (1999), para avaliar a auto percepcao do desempenho de atividades da vida diaria, incluindo as atividades instrumentais, que compreendem as atividades que dao suporte as atividades de vida diaria em casa ou na comunidade.

O IPAQ contem perguntas que estao relacionadas as atividades realizadas na ultima semana. Esse questionario estima o tempo semanal gasto em atividades fisicas de intensidade vigorosa, moderada e caminhada, e as perguntas relacionam-se as atividades realizadas no trabalho, no lazer, no deslocamento e em casa, possibilitando classificar os individuos em sedentario, insuficiente ativo A e B, ativo e muito ativo.

O questionario de atividade fisica foi aplicado para confirmar o nivel de atividade fisica entre os avaliados. Assim, cabe destacar que os individuos considerados ativos, que fazem parte da ginastica localizada no CRAS e nas academias, tambem responderam a esse questionario para a comprovacao do seu nivel.

Posteriormente, os avaliados responderam a escala de autopercepcao do desempenho em atividades da vida diaria (Andreotti e Okuma, 1999), composta por 40 itens, que descrevem varias atividades realizadas na vida diaria. As atividades basicas da vida diaria estao descritas nos itens 1 a 15 e as atividades instrumentais da vida diaria, nos itens 16 a 40. Ao lado de cada atividade citada, ha um quadro onde elas devem responder como a realizam, seguindo a seguinte classificacao: (A) Nao consigo realizar esta atividade; (B) Realizo esta atividade so com ajuda de outra pessoa; (C) Realizo esta atividade sozinho, mas com muita dificuldade; (D) Realizo esta atividade sozinho, mas com um pouco de dificuldade; (E) Realizo esta atividade sozinho e com facilidade. Para a classificacao da capacidade funcional, a pontuacao pode variar de 0 a 160, em que classifica como muito ruim, ruim, media, boa e muito boa.

Os questionarios foram entregues a pessoa avaliada, a qual teve uma orientacao verbal, alem de uma orientacao escrita sobre os procedimentos adequados, no proprio questionario. Eventuais duvidas foram esclarecidas na hora do preenchimento, pelo responsavel pela aplicacao. A entrega dos questionarios se deu de acordo com a disponibilidade de cada pessoa, sendo de carater voluntario, sem tempo estimado para o preenchimento.

A analise dos dados foi realizada atraves da exploracao descritiva das variaveis estudadas (media, desvio-padrao e porcentagem). Inicialmente, realizou-se o teste Komolgorov-Smirnov, para verificar a normalidade dos dados. Posteriormente, o teste Mann-Whitney, para comparacao das medias entre os grupos. Para todos os tratamentos, adotou-se um nivel de significancia de p<0,05. Os dados foram analisados pelo programa estatistico SPSS versao 20.

RESULTADOS

Participaram 60 pessoas, sendo 30 praticantes de ginastica localizada e 30 nao praticantes. No grupo de praticantes, 19 eram mulheres (63,3%) e 11 homens (36,7%); no grupo de nao praticantes, havia 22 mulheres (73,3%) e 8 homens (26,7%).

A classificacao do IPAQ mensura todo tipo de atividade fisica (formal ou nao formal), indo alem da pratica ou nao de determinada modalidade esportiva. Percebeu-se que, no grupo de praticantes, 15 eram muito ativos (50,0%) e 15, ativos (50,0%). Ja no grupo de nao praticantes, 6 foram classificados como muito ativos (20,0%), 20 como ativos (66,7%) e 4 como insuficientemente ativos B (13,3%).

A Tabela 1 apresenta as variaveis analisadas no presente estudo, em que foi possivel observar que houve diferenca estatistica nas medias de capacidade funcional entre o grupo de praticantes de ginastica localizada e o grupo de nao praticantes.

Porem, quando analisada a classificacao da capacidade funcional dos avaliados, foi possivel observar que todos os avaliados a avaliaram como "boa e muito boa", em ambos os grupos avaliados (Figura 1).
Figura 1 - Nivel de capacidade funcional entre os grupos de praticantes
e nao praticantes de Uba-MG, 2016.

              Praticantes Nao       Praticantes

Muito Boa         90                   86,7
Boa               10                   13,3
Media              0                    0
Ruim               0                    0
Muito Ruim         0                    0

Note: Table made from bar graph.


DISCUSSAO

Foi possivel observar, a partir dos resultados da presente pesquisa, que os praticantes de ginastica localizada apresentam maiores medias de capacidade funcional, em relacao aos nao praticantes. Pode-se dizer, portanto, que a pratica regular de exercicio fisico pode contribuir para a manutencao de bons niveis de independencia na meia e terceira idade.

Os resultados encontrados na pesquisa realizada por Gomes Neto e Castro (2012) tambem indicaram que a independencia funcional nos individuos praticantes de ginastica localizada foi superior; alem disso, tiveram valores mais elevados em dominios diferentes como os cuidados pessoais e a locomocao em relacao aos nao praticantes, mostrando que a pratica de exercicio fisico esta agregada a uma boa independencia funcional, reforcando a ideia de outros estudos de que quanto mais ativa uma pessoa e, menos limitacoes ela tem e ira ter com o passar do tempo (Franchi e Junior, 2005; Santini, 2003 citados por Gomes Neto e Castro, 2012).

De fato, os beneficios da pratica regular de exercicio fisico na meia e na terceira idade sao muitos, e isso tem sido cada vez mais um objeto de estudo. A adocao de um estilo de vida ativo ajuda na manutencao da capacidade funcional dos individuos por um longo periodo, e consequentemente mantem sua qualidade de vida (Borges e Moreira, 2009).

Todos os individuos avaliados foram classificados com uma capacidade funcional boa ou muito boa. Isso pode se dever ao fato de o grupo de nao praticantes ser composto, em sua maioria, por ativos, segundo a aplicacao do IPAQ. Cabe ressaltar que a atividade fisica se refere a todo movimento corporal produzido pela musculatura esqueletica que resulta em gasto energetico acima dos niveis de repouso (Capersen e colaboradores, 1985 citado por Mazo, Lopes e Benedetti, 2001).

Assim, como o IPAQ contem perguntas que estao relacionadas as atividades realizadas no trabalho, no lazer, no deslocamento e em casa, os individuos avaliados se enquadravam como ativos, apesar de nao realizarem exercicio fisico regularmente. Cabe destacar que esse e um fator positivo, pois a atividade fisica ja auxilia na manutencao da saude, contribuindo para o aumento do VO2 maximo e da massa muscular, melhora do controle da pressao arterial de repouso, no controle da glicemia, no perfil lipidico, na reducao do peso corporal, contribuindo para a melhora da funcao pulmonar, do equilibrio e da marcha; a diminuicao da incidencia de quedas e do risco de fraturas; menor dependencia para realizacao de atividades diarias; melhora da autoestima e da autoconfianca; e uma significativa melhora da qualidade de vida (Nobrega e colaboradores, 1999).

Em estudo realizado por Coelho e colaboradores (2014), nao foram encontradas diferencas nos testes funcionais entre os grupos de idosos praticantes de exercicio fisico e nao praticantes. Tal resultado pode estar associado ao fato de ambos os grupos serem classificados como ativos, o que foi capaz de minimizar a perda de forca e manter o desempenho funcional para os movimentos que os idosos estao mais habituados a fazer diariamente, levando os autores a concluir que um estilo de vida ativo e suficiente para a manutencao da capacidade funcional.

Assim, e importante que o idoso pratique atividade fisica para manter a sua capacidade funcional, ser independente funcionalmente, ou seja, ter a capacidade de realizar atividades sem a ajuda ou interferencia de outras pessoas (Veras, 1994 citado por Ribeiro, 2002). Sabe-se que na terceira idade, o corpo sofre um declinio das funcoes fisicas, caracterizadas pela lentidao e declinio da capacidade motora, e diminuicao da capacidade anatomica e adaptativa. Essas alteracoes biologicas refletem na saude do idoso, podendo aumentar a vulnerabilidade a algumas doencas com a idade, aumentando o risco do aparecimento de doencas cronicas (Coelho 1989 citado por Agostini, 2004).

Uma das valencias fisicas de fundamental importancia para o idoso e a forca, pois auxilia na saude, capacidade funcional e independencia dos idosos (Fleck e Kraemer, 1999). Os exercicios fisicos que trabalham forca, assim como a ginastica localizada, podem aumentar a massa muscular, alem de ajudar o idoso a manter a sua capacidade funcional para realizar as suas tarefas diarias (Safons e Pereira, 2007), tais como se levantar de uma cadeira, varrer o chao de casa ou jogar o lixo fora (Fleck e Kraemer, 1999).

Isso e um fator importante, pois a capacidade funcional e um dos grandes elementos da saude do idoso, e vem sendo um componente-chave para a avaliacao da saude dessa populacao. Ela corresponde a habilidade e independencia na realizacao de determinadas atividades (Lima-Costa, Barreto e Giatti, 2003). Essa capacidade, em especial sua dimensao motora, e um dos importantes marcadores de um envelhecimento saudavel e da boa qualidade de vida dos idosos. Pois, a perda desta esta associada a fragilidade, dependencia, risco aumentado de quedas, trazendo complicacoes com o passar do tempo (Cordeiro, 2002).

Amorim (2002) acrescenta que nos dias atuais a adocao de um estilo de vida saudavel, incluindo a pratica regular de exercicio fisico, pode evitar a perda de autonomia que ocorre com o envelhecimento. Reforcando isso, Matsudo (2001) reforca a importancia de se estimular a pratica de atividade fisica apos os 50 anos, mesmo que o individuo nao tenha esse costume, visto que a manutencao do exercicio fisico regular ou a mudanca a um estilo de vida ativo tem um impacto real na longevidade.

E importante destacar que o presente estudo possui algumas limitacoes que devem ser consideradas: primeiro, a utilizacao de um delineamento transversal na pesquisa, que possibilita a ocorrencia de causalidade reversa, a qual pode interferir na interpretacao dos resultados; segundo a pequena amostra utilizada, o que dificulta as analises realizadas.

CONCLUSAO

Pode-se concluir que os praticantes de ginastica localizada apresentaram maiores niveis de capacidade funcional quando comparados aos nao praticantes, porem em ambos os grupos foram observados niveis bons e muito bons da capacidade funcional.

Assim, a pratica de exercicios deve ser incentivada por orgaos governamentais e praticada pela sociedade como um todo, como forma de manutencao da capacidade funcional, podendo auxiliar para a reducao dos gastos publicos em decorrencia de doencas que ocorre com o envelhecimento. Porem, ressalta-se a necessidade de novos estudos, com o objetivo de confirmar os resultados encontrados, fazendo um controle maior do nivel de atividade fisica da amostra.

REFERENCIAS

1-Agostinho, P. Perspectiva psicossomatica do envelhecimento. Revista Portuguesa de Psicossomatica. Vol. 6. Num. 1. p. 31-36. 2004.

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17-Nobrega, A. C. L.; Freitas, E.V.; Oliveira, M.A.B.; Leitao, M.B.; Lazzoli, J.K.; Nahas, R.M.; Baptista, C.A.S.; Drummond, F.A.; Rezende, L.; Pereira, J.; Pinto, M.; Radominski, R.B.; Leite, N.; Thiele, E.S.; Hernandez, A.J.; Araujo, C.G.S.; Teixa, J.A.C.; Carvalho, T.; Borges, S.F.; De Rose, E.H. Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: atividade fisica e saude no idoso. Revista Brasileira Medicina do Esporte. Vol. 5. Num. 6. p. 207-211. 1999.

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19-Ribeiro, R. C. L.; Silva, A.I.O.; Modena, C.M.; Fonseca, M.C. Capacidade funcional e qualidade de vida de idosos. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento. Vol. 4. p. 85-96. 2002.

20-Safons, M.P.; Pereira, M.M. Principios metodologicos da atividade fisica para idosos. Brasilia: CREF/DF--FEF/UnB/GEPAFI. 2007.

21-Simao, R. Treinamento de forca na saude e na qualidade de vida. Sao Paulo: Phorte, 2004.

22-Zago, A. S. Exercicio fisico e o processo saude-doenca no envelhecimento. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Vol. 13. Num. 1. p. 153-158. 2010.

Tais Alves Romano (1), Elizangela Fernandes Ferreira (1) Aurea Kely Viana Gomes (1), Renata Aparecida Rodrigues de Oliveira (1)

(1-) Faculdade Governador Ozanam Coelho (FAGOC), Uba-MG, Brasil.

E-mails dos autores:

tais-amiga@hotmail.com

elizangela.ferreira@fagoc.br

aurea.gomes@fagoc.br

renata.oliveira@ufv.br

Recebido para publicacao

Aceito em 01/01/2018
Tabela 1 - Comparacao das variaveis entre os grupos, Uba-MG, 2016.

Variavel         Nao Praticantes           Praticantes          P valor
                      (n=30)                 (n=30)               (*)

Idade (anos)    59,33 [+ o -] 9,39     56,47 [+ o -] 9,50        0,286
Capacidade     144,50 [+ o -] 16,00   151,70 [+ o -] 13,58 (*)   0,002
Funcional

Legenda: (*) Teste Mann-Whitney.
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Author:Romano, Tais Alves; Ferreira, Elizangela Fernandes; Gomes, Aurea Kely Viana; de Oliveira, Renata Apa
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:May 1, 2018
Words:3606
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