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PHYSIOLOGIC AND SANITARY QUALITY OF Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S.Irwin & Bameby WHEN SUBJECTED TO METHODS TO OVERCOME DORMANCY/ QUALIDADE SANITARIA E FISIOLOGICA DE Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S.Irwin & Barneby QUANDO SUBMETIDA A METODOS DE SUPERACAO DA DORMENCIA.

INTRODUCAO

A obtencao de sementes de alta qualidade representa meta prioritaria dentro do processo de producao e certificacao, pois de um modo geral, a germinacao e a emergencia das plantulas sao reflexo da qualidade fisiologica. A causa das falhas de germinacao, ou mesmo da reducao da velocidade de emergencia, frequentemente e atribuida ao baixo vigor associado ao processo de deterioracao (ROSSETTO et al., 1997). Portanto, a qualidade das sementes e particularmente importante pelo alto custo de producao, que, normalmente envolve vultosos investimentos, cujo retomo depende, em grande parte, da qualidade das sementes utilizadas (RODO et al., 2001).

Deste modo, ha uma necessidade da inclusao de testes em programas de controle de qualidade, que permitam, pelo menos, identificar diferencas no potencial fisiologico de lotes com alta viabilidade, alem de detectar possiveis diferencas no desempenho entre lotes com germinacao ou viabilidade semelhantes. Para as sementes de especies florestais, pouco se conhece sobre as condicoes necessarias para germinacao como, o metodo de superacao da dormencia mais adequado para a especie em estudo.

Para Carvalho e Nakagawa (2000), dormencia e o fenomeno pelo qual sementes de uma determinada especie, mesmo sendo viaveis e tendo todas as condicoes ambientais para tanto, deixam de germinar. A dormencia das sementes pode ser devida a fatores como impermeabilidade do tegumento a agua e aos gases, embrioes fisiologicamente imaturos ou rudimentares, presenca de substancias promotoras ou inibidoras de crescimento, embriao dormente, exigencias especiais de luz ou de temperatura, entre outras (CARVALHO; NAKAGAWA, 2000).

A avaliacao da qualidade fisiologica das sementes e um dos principais aspectos quando se pensa na producao de mudas capazes de originar plantas vigorosas e resistentes. A qualidade fisiologica das sementes pode ser avaliada pelo teste de germinacao e tetrazolio, os quais refletem atributos diferentes. No teste de germinacao, avalia-se a porcentagem final e procura-se determinar se a semente esta viva ou morta (CARVALHO; NAKAGAWA, 2000). O teste de tetrazolio e um teste rapido e eficiente para detectar a viabilidade e vigor das sementes, assim como a distincao de danos as mesmas, auxiliando no controle da qualidade das sementes. Alem disso, contribui para detectar a viabilidade das sementes que apresentam dormencia.

Outro fator importante para avaliar a qualidade da semente, e a qualidade sanitaria. E um dos mais importantes aspectos na producao de mudas, pois os microrganismos podem causar anormalidades e lesoes nas plantulas, bem como deterioracao de sementes, principalmente em testes realizados em incubadoras ou germinadores, que dao condicoes ideais para o desenvolvimento e a disseminacao de alguns dos fungos, causando apodrecimento das sementes e dificultando o diagnostico correto da qualidade fisiologica do lote.

Senna macranthera. (DC. ex Collad.) H.S.Irwin & Bameby, mais conhecida como manduirana, pertence a familia Caesalpiniaceae, ocorre de forma natural no estado do Parana ate o Rio Grande do Norte. E uma especie pioneira, caracteristica de formacao secundaria. Essa especie e ideal para a recomposicao de plantios de areas degradadas de preservacao permanente, devido ao seu rapido crescimento (CARVALHO, 2006). Segundo Backes e Irgang (2002), a especie e utilizada para paisagismo urbano em pequenos espacos, jardins, ruas e estradas. Apresenta madeira mole de uso restrito em caixotaria, brinquedos e lenha.

Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes tratamentos pre-germinativos de superacao de dormencia na qualidade sanitaria e fisiologica das sementes de Senna macranthera, assim como, avaliar a qualidade fisiologica atraves de teste rapido como o teste de tetrazolio.

MATERIAL E METODOS

O trabalho foi conduzido no Laboratorio de Pesquisa em Fitopatologia do Departamento de Defesa Fitossanitaria da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul. As sementes de Senna macranthera (Manduirana) utilizadas foram procedentes da FEPAGRO--Florestas, municipio de Santa Maria-RS. Para a realizacao dos diferentes testes, as sementes foram submetidas aos seguintes metodos de superacao de dormencia: escarificacao acida: as sementes foram imersas em acido sulfurico ([H.sub.2]S[O.sub.4]) a 90%, por 10, 15, 20 e 25 minutos; imersao em quente: as sementes foram imersas em agua aquecida ate as temperaturas de 70, 80 e 90[degrees]C, medidas com o termometro, e deixadas na mesma agua por 24 horas, em temperatura de 25[degrees]C; acido giberelico (GA4: as sementes foram escarificadas em acido sulfurico ([H.sub.2]S[O.sub.4]) a 90 %, por 15 minutos e, logo apos, imersas em solucao de acido giberelico na concentracao de 250 e 500 mg.[L.sup.-1], por um periodo de 24 e 48 horas em temperatura de 25[degrees]C; nitrato de potassio ([KNO.sub.3]): as sementes foram escarificadas em acido sulfurico ([H.sub.2]S[O.sub.4]) a 90 %, por 15 minutos e, logo apos, imersas na solucao de nitrato de potassio na concentracao de 0,2 %, por 24 e 48 horas, em temperatura de 25[degrees]C. Logo apos, as sementes foram submetidas aos testes de:

Sanidade: realizado por meio do metodo "Blotter test"', utilizando-se amostras de 100 sementes, divididas em quatro subamostras, colocadas em caixas de plastico tipo "Gcrbox". sobre tres folhas de papel tipo germitest (papel-filtro), esterilizadas e umedecidas com agua destilada e esterilizada. Logo apos, foram encubadas em estufa, a temperatura aproximada de 25[degrees]C, em regime de 12 horas de iluminacao, durante sete dias. Apos este periodo, foram avaliados os microrganismo presentes nas sementes, com auxilio de microscopio esterescopico e otico.

Germinacao: composta de quatro repeticoes de 25 sementes, em substrato de rolo de papel; em que foram utilizadas tres folhas de papel tipo germitest (papel-filtro), colocadas duas abaixo e uma acima das sementes, as quais foram umedecidas com agua destilada, equivalente a 2,5 vezes o peso do papel seco, conforme RAS (BRASIL, 2009). As sementes foram mantidas em BOD sob fotoperiodo de 12 horas de luz direta e temperatura constante de 25[degrees]C. As avaliacoes foram realizadas semanalmente por 30 dias. Foram avaliadas as plantulas normais, plantulas anormais e as sementes mortas e duras. Os resultados foram expressos em porcentagem.

Tetrazolio: o teste foi realizado com quatro repeticoes de 25 sementes cada, totalizando 100 sementes. As sementes foram embebidas em agua destilada por 24 horas, a 25[degrees]C, decorrido este periodo, as sementes foram colocadas na solucao de tetrazolio a 0,1 % e mantidas no escuro a temperatura de 35[degrees]C, por tres horas. Logo apos, as sementes foram lavadas com agua destilada e cortadas longitudinalmente. As avaliacoes foram feitas com auxilio de lupa, tendo sido elaborado um padrao de classificacao, como viaveis (embriao completamente colorido), intermediarias (as areas coloridas representam a area minima do embriao necessario para germinacao normal) e inviaveis (embriao nao colorido).

O delineamento experimental foi completamente casualizado com quatro repeticoes. Os dados em percentagem foram transformados em arc sciW x/100 e submetidos a analise de variancia. A comparacao de medias entre os tratamentos de superacao da dormencia foi realizada pelo do teste de Tukey, a 5 %. Foram realizados testes de correlacoes simples entre as diferentes variaveis e utilizou-se o pacote estatistico SANEST (ZONTA; MACHADO, 1984).

RESULTADOS E DISCUSSAO

Foram identificados os seguintes generos fungicos associados as sementes de Senna macranthera: Penicillium sp.; Aspergillus sp.; Rhizoctonia sp. e Rhizopus sp. (Tabela 1). O teste de sanidade de sementes e importante para a producao de mudas de qualidade. Carneiro (1986) afirma que os maiores problemas ligados as doencas ocorrem durante a germinacao e formacao de mudas em viveiro e, geralmente, sao causados por fungos.

Quando as sementes foram imersas em acido giberelico e nitrato de potassio por 48 horas, bem como em agua quente 90 C, ocorreu um aumento na percentagem de Penicillium sp. e inibicao de Aspergillus sp. Estes generos estao associados a deterioracao de sementes e ja foram relatados em associacao com outras especies florestais, como Aspidosperma sp., Astronium fraxinifolium, Astronium urundeuva, Didymopanax morototoni, Terminaba fagifolia e Virola sebifera. (MARTINS-NETTO; FAIAD, 1995).

Quando utilizada a escarificacao acida, observou-se que Rhizoctonia sp. aumentou a incidencia com o tempo de imersao das sementes em acido sulfurico, sendo que no tempo de 25 minutos de imersao, foi reduzida a zero. Fungos do genero Rhizoctonia sao conhecidos por causar a queima de folhas e mela de estacas em eucalipto (SIFVEIRA et al., 2000) e ja existem relatos para outras especies florestais, como erva-mate (Ilex paraguariensis) causando podridao-de-raizes (POFETTO et al., 2007).

Na Tabela 2, verificou-se que a utilizacao da escarificacao acida aumentou a porcentagem de plantulas normais quando as sementes foram escarificadas por 15 e 20 minutos, respectivamente. Desta forma, o tratamento com acido sulfurico tem sido citado por varios autores como um dos mais promissores para superar a dormencia em sementes de varias especies, sendo sua eficiencia constatada para sementes de Leucaena leucocephala (TELES et al., 2000), Mimosa caesalpiniaefolia (BRUNO et al., 2001), Caesalpinia pyramidalis (ALVES et al., 2007), Adenanthera pavonina (KISSMANN et al., 2008), entre outras especies.

Quando utilizado o metodo de superacao da dormencia agua quente, observou-se a reducao da viabilidade das sementes de Senna macranthera a medida que aumenta a temperatura da agua, indicando a ocorrencia de algum tipo de dano fisiologico na estrutura intema das sementes, caracterizada pela a liberacao de exsudados. A alta temperatura possivelmente atingiu o embriao das sementes, causando a morte dos mesmos. Fowler, Carpanezzi e Zuffellato-Ribas (2006) constataram a morte do embriao das sementes quando utilizaram agua quente a 80[degrees]C em Albizia hasslerii. Tedesco et al. (2001), utilizando imersao em agua quente, nao obtiveram uma resposta adequada para as especies Adesmia incana, Adesmia securigerifolia e Adesmia bicolor, respectivamente. Alves et al. (2002), trabalhando com Bauhinia monandra, verificaram que a imersao em agua quente nao se mostrou eficiente na superacao da dormencia das sementes. Mas, a agua quente e eficiente para a superacao da dormencia em outras especies, tais como: Acacia mearnsii (MARTINS-ORDER; BORGES; BASTOS JUNIOR, 1999) e Leucaena leucocephala (TELES et al., 2000). Mayer e Poljakoff-Mayber (1989) afirmam que a agua fervente pode desnaturar as proteinas do tegumento e aumentar a capacidade de absorcao de agua.

Verificou-se alta percentagem (63 %) de plantulas normais, quando utlizado acido giberelico na concentracao de 250 mg.[L.sup.-1], com as sementes imersas por 48 horas (Tabela 2). Scalon et al. (2006) tambem observaram que a utilizacao de giberelina proporcionou um aumento na percentagem de germinacao de jacaranda (Jacaranda cuspidifolia). O efeito favoravel das giberelinas, na superacao da dormencia de sementes, tambem e relatado por Prado Neto et al. (2007), sobre sementes de jenipapeiro (Genipa americana)'. Ferreira et al. (2005), sobre sementes de maracujazeiro (Passiflora edulis); Lopes e Souza (2008), sobre a viabilidade e o vigor de sementes de mamao (Carica papaya)', e Bernardes et al. (2008), sobre sementes de pequizeiro (Caryocar brasiliense). No entanto, as giberelinas nem sempre favorecem a germinacao e, em alguns casos, podem ter efeito negativo, como nas sementes de Echinacea angustifolia (MACCHIA; ANGELINI; CECCARINI, 2001), que nao foram favorecidas no processo de germinacao por esse biorregulador. Vieira e Gusmao (2006) tambem concluiram que o acido giberelico nao estimula a germinacao de Genipa americana.

O uso de reguladores de crescimento estimula a germinacao de sementes de algumas especies vegetais nativas. Nesse contexto, o emprego da giberelina tem sido fundamental, pois esta relacionado com a sintese de enzimas hidroliticas que degradam reservas como amido e proteinas, que sao usadas no desenvolvimento do embriao e tambem no alongamento da radicula (TAIZ; ZEIGER, 2015). O baixo indice de germinacao e heterogeneidade das plantulas emergidas pode ser resultado do balanco entre promotores e inibidores de crescimento (TAIZ; ZEIGER, 2015).

Verificou-se um incremento na germinacao a medida que aumenta o tempo de imersao das sementes em nitrato de potassio. Portanto, o tratamento imersao em nitrato de potassio por 48 horas, obteve uma alta percentagem de plantulas normais (Tabela 2). Segundo Souza Filho, Dutra e Silva (1998), o nitrato de potassio afeta positivamente a germinacao das sementes de Senna obtusifolia, Sisymbrium officinale e Hyptis mutabilis, ressaltando a eficiencia desse metodo como agente escarificador. A capacidade do nitrato de potassio para superar a dormencia parece estar associada as suas atuacoes como oxidante e aceptor de eletrons (ELLIS; HONG; ROBERTS, 1983). Neste caso, a substancia oxidante ao estimular a via pentose fosfato, diminui ou elimina o estado de dormencia das sementes (ROBERTS, 1972).

Os resultados da avaliacao da qualidade fisiologica das sementes de Senna macranthera, pelo teste de tetrazolio, sao apresentados na Tabela 3. Observou-se que o uso da escarificacao acida, por 20 e 25 minutos, resultou em uma alta percentagem de sementes viaveis no teste de tetrazolio (62 e 63 %), esses resultados confirmam os resultados obtidos no teste de germinacao (Tabela 2), em que o tempo de 20 minutos obteve melhor resultado. O teste de tetrazolio e um teste rapido e se baseia na coloracao dos tecidos vivos das sementes em funcao das alteracoes na atividade respiratoria, e seu uso possibilitou diferenciar os metodos de superacao de dormencia, correspondendo aos resultados obtidos pelos demais testes.

Verificou-se que nao ocorreu diferenca significativa entre os tratamentos de superacao da dormencia, quando avaliadas as sementes classificadas como intermediarias (Tabela 3), no teste de tetrazolio. Quando se utilizou o acido giberelico, nao ocorreu diferenca significativa entre as diferentes concentracoes e tempo de imersao das sementes. O metodo agua quente a 90[degrees]C obteve a maior percentagem de sementes inviaveis e a utilizacao da agua quente a 70[degrees]C, proporcionou maior porcentagem de sementes viaveis no teste de tetrazolio. Esse resultado confirma a morte dos embrioes ter sido provocada pela alta temperatura da agua.

Ao utilizar o acido giberelico, observou-se que a imersao das sementes na concentracao de 250 mg.[L.sup.-1], por 24 horas, foi suficiente para elevar a porcentagem de sementes viaveis para 54 %, e a utilizacao da concentracao de 500 mg.[L.sup.-1], por 24 horas, ocorreu um aumento das sementes inviaveis.

O uso de reguladores de crescimento estimula a germinacao de sementes de algumas especies vegetais nativas. Nesse contexto, o baixo indice de germinacao e heterogeneidade das plantulas emergidas pode ser resultado do balanco entre promotores e inibidores de crescimento. Assim, pode ser empregado o acido giberelico na promocao da germinacao, pois este promove, dentre outros, aumento do alongamento celular (TAIZ; ZEIGER, 2015; SALISBURY; ROSS, 1992). Pesquisas comprovam que o uso do acido giberelico, em sementes de diversas especies arboreas, estimula a germinacao e tem apresentado resultados satisfatorios (CASTRO et al., 1999). McNeil e Duran (1991) relatam que a utilizacao do acido giberelico contribuiu para promover a germinacao de Plantago ovata e aumentou a sobrevivencia das plantulas no campo

As sementes, classificadas como inviaveis, apresentaram alta incidencia (43 %), quando se utilizou nitrato de potassio por 24 horas e, a porcentagem de sementes inviaveis foi reduzida para 29 %, quando o tempo foi de 48 horas. Portanto, o aumento do tempo de exposicao das sementes em nitrato de potassio aumenta a viabilidade das sementes de Senna macranthera no teste de tetrazolio. Segundo Ellis, Hong e Roberts (1983), a capacidade do nitrato de potassio para superar a dormencia parece estar associada as suas atuacoes como oxidante e aceptor de eletrons. Neste caso, a substancia oxidante, ao estimular a via pentose fosfato, diminui ou elimina o estado de dormencia das sementes (ROBERTS, 1972).

Amaral e Alcalay (1997) indicaram que o teste de tetrazolio e uma alternativa rapida e precisa para a avaliacao da qualidade fisiologica de sementes das especies florestais Aleurites fordii (tungue), Cedrela fissihs (cedro), Jacaranda micrantha (caroba), Luehea divaricata (acoita-cavalo), e Hovenia dulcis (uvado-Japao).

O uso do teste de tetrazolio mostrou-se eficiente para Senna macranthera, quando submetidas a diferentes metodos de superacao de dormencia, com relacao ao teste de germinacao. Mas, a avaliacao da qualidade fisiologica das sementes de especies florestais deve basear-se em um conjunto de resultados de diferentes testes, para obtencao de maior seguranca nas informacoes.

Segundo Rocha (1976), grandes discrepancias entre os resultados dos testes de tetrazolio e germinacao, necessariamente, nao significam que o teste de tetrazolio esteja errado, mas pode ser devido a presenca de fungos nas sementes.

CONCLUSOES

Os principais generos de fungos associados as sementes de Senna macranthera sao Penicillium sp. e Aspergillus sp.;

De uma maneira geral, a utilizacao dos metodos de superacao da dormencia reduziu a incidencia dos fungos associados as sementes;

As sementes de Senna macranthera, apresentaram maior porcentagem de germinacao, quando submetida a imersao em [GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1] por 48 horas.

O uso do teste de tetrazolio mostrou-se eficiente para Senna macranthera, quando submetidas a diferentes metodos de superacao de dormencia.

DOI: http://dx.doi.org/10.5902/1980509832104

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Graziela Piveta (1) Angelina Tais Mieth (2) Flavio Augusto de Oliveira Garcia (3) Marlove de Fatima Briao Muniz (4)

(1) Engenheira Florestal Dra., Pos-doutoranda da Universidade do Centro-Oeste, PR 153 Km 7, Bairro Riozinho, CEP 84500-000, Irati (PR), Brasil, grazipiveta@yahoo.com.br

(2) Engenheira Florestal; Tecnica da Empresa Duratex S.A, Av. Paulista, 1938--6[degrees] andar, CEP 01310-942, Sao Paulo (SP), Brasil, angelina.mieth@hotmail.com

(3) Engenheiro Florestal, Dr., Professor da Universidade do Centro-Oeste, PR 153 Km 7, Bairro Riozinho, CEP 84500-000, Irati (PR), Brasil, fgarcia.unicentro@gmail.com

(4) Engenheira Agronoma, Dra., Professora Titular do Departamento de Defesa Fitossanitaria, Centro de Ciencias Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, Av. Roraima, 1000, CEP 97105-900, Santa Maria (RS), Brasil. inarloveinuniz@yahoo.com.br

Recebido para publicacao em 29/06/2016 e aceito em 10/05/2017
TABLE 1: Incidence of fungi associated with seeds of Senna
macranthera under different methods to overcome donnancy.

TABELA 1: Incidencia de fungos associados as sementes de Senna
macranthera submetidas aos diferentes metodos de superacao da
donnencia.

                                         Penicillhim    Aspergillus
                                             sp.            sp.

Testemunha                                   48 a          54 a
Escarif. acida por 10 min.                   9 b            2 c
Escarif. acida por 15 min.                   19 b           9 b
Escarif. acida por 20 min.                  23 ab           1 c
Escarif. acida por 25 min.                  21 ab           2 c
CV%                                          5,79          3,65

Testemunha                                   48 b          54 a
Agua 70[degrees]C por 24 h.                  4 c            2 b
Agua 80[degrees]C por 24 h.                  11 c           5 b
Agua 90[degrees]C por 24 h.                  87 a           0 b
CV%                                          5,15          4,94

Testemunha                                   48 b          55 a
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1]por 24 h.        12 c          10 b
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1]por 48 h.       100 a           7 b
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1]por 24 h.        65 b           9 b
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1]por 48 h.       100 a          31 ab
CV%                                          4,50          5,18

Testemunha                                   48 b          54 a
[KNO.sub.3] por 24 h.                        31 b           4 b
[KNO.sub.3] por 48 h.                       100 a          39 a
CV%                                          5,22          5,30

                                         Rhizoctonia   Rhizopus
                                             sp.         sp.

Testemunha                                   0 c        100 a
Escarif. acida por 10 min.                  9 bc         0 b
Escarif. acida por 15 min.                  18 b         72 a
Escarif. acida por 20 min.                  27 a         1 b
Escarif. acida por 25 min.                   0 c        38 ab
CV%                                         3,01        11,05

Testemunha                                   0 b        100 a
Agua 70[degrees]C por 24 h.                  5 b         0 b
Agua 80[degrees]C por 24 h.                  8 b         5 b
Agua 90[degrees]C por 24 h.                 10 a         0 b
CV%                                         1,98         2,15

Testemunha                                   0 b        100 a
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1]por 24 h.       17 a         22 b
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1]por 48 h.        0 b        46 ab
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1]por 24 h.       11 ab        22 b
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1]por 48 h.        0 b        100 a
CV%                                         2,97        13,54

Testemunha                                   0 b        100 a
[KNO.sub.3] por 24 h.                        8 a         8 b
[KNO.sub.3] por 48 h.                        0 b        100 a
CV%                                         1,81         3,34

Media seguidas pela mesma letra, minuscula na coluna nao diferem
entre si pelo Teste de Tukey, a 5% de significancia.

TABLE 2: Percentage of nonnal seedlings, abnonnal seedlings, dead
and hard seeds in seed gennination test Senna macranthera submitted
to different methods of scarification.

TABELA 2: Percentagem de plantulas nonnais, plantulas anorarais,
sementes mortas e duras no teste de genninacao de sementes de Senna
macranthera submetidas a diferentes metodos de superacao de
donnencia.

                                              Plantulas     Plantulas
                                             Nonnais (%)   Anormais (%)

Testemunha                                       8 c           10 a
Escarif. acida por 10 min                       36 ab          12 a
Escarif. acida por 15 min                       54 a           8 a
Escarif. acida por 20 min                       52 a           7 a
Escarif. acida por 25 min                       19 bc          8 a
CV%                                             4,24           3,20

Testemunha                                       8 b           10 a
Agua 70[degrees]C por 24 horas                  29 a           2 b
Agua 80[degrees]C por 24 horas                  24 ab          5 ab
Agua 90[degrees]C por 24 horas                  12 ab          2 b
CV%                                             4,10           1,71

Testemunha                                       8 c           10 a
[GA.sub.3], 250 mg. [1.sup.-] por 24 horas      20 bc          7 a
[GA.sub.3], 250 mg. [1.sup.-] por 48 horas      63 a           7 a
[GA.sub.3], 500 mg. [1.sup.-] por 24 horas      26 bc          16 a
[GA.sub.3], 500 mg. [1.sup.-] por 48 horas      34 b           3 a
CV%                                             4,01           2,82

Testemunha                                       8 b           10 a
[KNO.sub.3] por 24 horas                        17 b           1 a
[KNO.sub.3] por 48 horas                        44 a            9a
CV%                                             2,99           3,15

                                             Sementes     Sementes
                                             Duras (%)   Mortas (%)

Testemunha                                     56 a         25 b
Escarif. acida por 10 min                      0,0 b        58 a
Escarif. acida por 15 min                      0,0 b       38 ab
Escarif. acida por 20 min                      0.0 b       41 ab
Escarif. acida por 25 min                      0,0 b        71 a
CV%                                            3,42         5,14

Testemunha                                     55 a         25 b
Agua 70[degrees]C por 24 horas                 37 ab       32 ab
Agua 80[degrees]C por 24 horas                 28 b        38 ab
Agua 90[degrees]C por 24 horas                 14 b         70 a
CV%                                            4,60         6,87

Testemunha                                     55 a         25 b
[GA.sub.3], 250 mg. [1.sup.-] por 24 horas     20 b         53 a
[GA.sub.3], 250 mg. [1.sup.-] por 48 horas      8 b         31 a
[GA.sub.3], 500 mg. [1.sup.-] por 24 horas      8 b         48 a
[GA.sub.3], 500 mg. [1.sup.-] por 48 horas      0 b         55 a
CV%                                            4,36         5,48

Testemunha                                     56 a         25 a
[KNO.sub.3] por 24 horas                        0 b         8 b
[KNO.sub.3] por 48 horas                        3 b         44 a
CV%                                            4,26         5,82

Media seguidas pela mesma letra, minuscula na coluna nao diferem
entre si pelo Teste de Tukey, a 5% de significancia.

TABLE 3: Categories of the tetrazolium test of viability of seeds of
Senna macranthera under different methods of overcoming donnancy.

TABELA 3: Categorias de viabilidade do teste de tetrazolio de
sementes de Senna macranthera submetidas a diferentes metodos de
superacao de donnencia.

                                             Viaveis   Intermediarias
                                               (%)          (%)

Escarif. acida por 10 min                     30 b          15 a
Escarif. acida por 15 min                     27 b          12 a
Escarif. acida por 20 min                     62 a          9 a
Escarif. acida por 25 min                     63 a          24 a
CV%                                           4,26          3,28
Agua 70[degrees]C por 24horas                 62 a          18 a
Agua 80[degrees]C por 24horas                 52 a          21 a
Agua 90[degrees]C por 24horas                 42 a          26 a
CV%                                           5,29          4,54
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1] por 24 horas     54 a          14 a
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1] por 48 horas     43 a          11 a
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1] por 24 horas     40 a          14 a
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1] por 48 horas     43 a          13 a
CV%                                           3,33          2,70
[KNO.sub.3] por 24horas                       35 b          21 a
[KNO.sub.3] por 48horas                       60 a          12b
CV%                                           6,47          5,30

                                             Inviaveis
                                                (%)

Escarif. acida por 10 min                      62 a
Escarif. acida por 15 min                      61 a
Escarif. acida por 20 min                      29 b
Escarif. acida por 25 min                      13 b
CV%                                            3,94
Agua 70[degrees]C por 24horas                  20 a
Agua 80[degrees]C por 24horas                  27 a
Agua 90[degrees]C por 24horas                  32 a
CV%                                            4,05
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1] por 24 horas      32 a
[GA.sub.3] 250 mg.[L.sup.-1] por 48 horas      46 a
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1] por 24 horas      46 a
[GA.sub.3] 500 mg.[L.sup.-1] por 48 horas      44 a
CV%                                            3,19
[KNO.sub.3] por 24horas                        43 a
[KNO.sub.3] por 48horas                        29 b
CV%                                            2,41

Media seguidas pela mesma letra, minuscula na coluna nao diferem
entre si pelo Teste Tukey, a nivel de 5% de significancia.
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Author:Piveta, Graziela; Mieth, Angelina Tais; de Oliveira Garcia, Flavio Augusto; Muniz, Marlove de Fatima
Publication:Ciencia Florestal
Date:Apr 1, 2018
Words:5073
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