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PERCEPTION ENVIRONMENTAL MANAGERS ON THE GREEN AREAS IN HIGHER EDUCATION INSTITUTION /PERCEPCAO AMBIENTAL DE GESTORES SOBRE AS AREAS VERDES EM INSTITUICAO DE ENSINO SUPERIOR/PERCEPCION AMBIENTAL DE LOS GESTORES SOBRE LAS AREAS VERDES EN INSTITUCION DE EDUCACION SUPERIOR.

INTRODUCAO

Discussoes sobre a qualidade ambiental vem ganhando espaco crescente no cotidiano das pessoas. Pesquisas vem sendo desenvolvidas com o objetivo de contribuir com os avancos relacionados a essa tematica (Steuer, Araujo, Oliveira, Silva, El-Deir & Giovanetti, 2012). Dentre estes, muitos estudiosos consideram a presenca de areas verdes como um importante indicador de qualidade do ambiente e da vida da populacao (Lima & Amorim, 2006; Bargos, 2010).

As areas verdes sao consideradas um espaco dentro do sistema urbano no qual as condicoes ecologicas se aproximam das condicoes normais da natureza (Carvalho, 1982; Bononi, 2004). Segundo Loboda e Angelis (2005), as areas verdes podem ser utilizadas como icones de defesa do meio ambiente, devido a sua constante degradacao e pelo pouco espaco que lhes e destinado.

A percepcao da populacao quanto aos beneficios proporcionados pelas areas verdes vem crescendo a medida que essas areas perdem seu espaco para predios, ruas e avenidas. O bem-estar transmitido pelo verde e indispensavel, alia aspectos de um microclima mais agradavel, presenca de avifauna e beleza da paisagem, dentre outros beneficios ambientais, sociais e economicos (Bononi, 2004).

Considerando que as universidades e faculdades podem ser comparadas com pequenos nucleos urbanos, percebe-se que nestes locais as areas verdes tambem vem perdendo seu espaco. Com o desenvolvimento e expansao das Instituicoes de Ensino Superior [IES], a necessidade de aumentar a area construida, em funcao do crescimento academico e consequente expansao fisica, vem alterando a fisionomia das universidades (Magro, Fedrizzi & Melo, 2006; Melo & Severo, 2007; Randow & Maroti, 2012).

A Universidade Federal de Sergipe [UFS], localizada no municipio de Sao Cristovao -Sergipe, atualmente, vem passando por um processo de crescimento. Grande parte da sua area esta ocupada ou comprometida com novas edificacoes, o que vem afetando diretamente os espacos verdes presentes na instituicao. Como consequencia da remocao da vegetacao, ocorre a a perda de diversos beneficios ambientais proporcionados por essas areas. Estudos de percepcao ambiental com a comunidade academica tem sido realizados em algumas universidades no pais (Fernandes, 2003; Schanzer, 2003; Silva, Mendonca, Marcomin, Mazzuco & Becke, 2011; Rocha, Moura & Magalhaes, 2012; Costa, Bezerra & Freire, 2013; Villa, Silva, Tanaka, Chagas e Oliveira, 2015). Na UFS, essa ferramenta de pesquisa ainda tem sido pouco explorada no campus universitario de Sao Cristovao (Barbosa, Martins & Pinto Filho, 2009; Randow & Maroti, 2012; Carvalho, Oliveira, Franca & Ramos, 2012).

Com base nessas situacoes relatadas, a presente pesquisa teve o intuito de investigar as condutas, entendimentos e impressoes pessoais dos gestores da Universidade Federal de Sergipe, com enfoque direcionado as areas verdes presentes na referida instituicao.

Referencial Teorico

Areas Verdes Urbanas

As areas verdes, a medida que se tornam menores e mais raras, devido ao intenso processo de urbanizacao, sao cada vez mais valorizadas pelo homem. O bemestar oferecido por essas areas melhora a qualidade de vida das pessoas, tanto sob o aspecto fisico como mental, absorvendo ruidos, atenuando o calor do sol, melhorando a qualidade do ar e contribuindo para melhorar os aspectos esteticos do local (Bononi, 2004; Rauber & Guarim Neto, 2011).

Segundo Lira Filho (2001), o indice de areas verdes de 12m por habitante e considerado o padrao ideal requerido nas cidades segundo a Organizacao das Nacoes Unidas [ONU], baseando-se no fato de que a presenca dessas areas no meio urbano traz, tanto beneficios ambientais, como sociais.

As areas verdes tambem contribuem para manutencao dos habitats, abrigando varios grupos de animais, tais como aves, mamiferos, repteis e uma infinidade de grupos de invertebrados, que ajudam na preservacao ambiental (Daily & Ehrlich, 1995). Contudo, com a reducao desses ambientes, ocorre a diminuicao dos recursos disponiveis para a fauna, como alimento, abrigo e locais para reproducao (Primack & Rodrigues, 2001), ameacando a biodiversidade do planeta (Wood & Gillman, 1998).

Nesse sentido, as areas verdes compoem um espaco dentro do sistema urbano no qual as condicoes ecologicas se aproximam das condicoes normais da natureza (Bononi, 2004).

Desde a ECO-92, o controle ambiental de areas verdes tem sido discutido pelos tecnicos e diplomatas dos paises desenvolvidos e em desenvolvimento, considerando a preservacao e a ampliacao das areas verdes como a alternativa mais barata e viavel para combater a poluicao e preservar a fauna e a flora (Bononi, 2004).

Percepcao Ambiental

Os niveis de consciencia do homem a respeito da natureza vem passando por diferentes fases ao longo do tempo. Inicialmente, observa-se a fase da neutralidade, marcada pela indiferenca para com os recursos da natureza; em seguida, a fase do meio ambiente, na qual se verifica a superexploracao dos recursos; e, por fim, a fase da biosfera em que o homem toma consciencia de que o desenvolvimento compromete mecanismos reguladores que condicionam a sobrevivencia do nosso planeta (Daltro & Oliveira, 2008).

Essa tomada de consciencia pelo homem, que comeca a perceber o ambiente em que esta localizado, aprendendo a protege-lo da melhor forma possivel, denomina-se, segundo Trigueiro (2003), Percepcao Ambiental.

De acordo com Silva (2002), a percepcao do ambiente envolve o desenvolvimento da cognicao ambiental, retratando a forma como o homem ve o meio em que vive e como compreende as leis que o regem, como resultados de conhecimentos, experiencias, crencas, emocoes, culturas e acoes.

Tuan (2012) afirma que, por mais diversas que sejam nossas percepcoes do meio ambiente, duas pessoas nao veem a mesma realidade. As respostas e manifestacoes sao resultados das diferentes percepcoes, julgamentos e expectativas de cada um. Diferentes fatores contribuem para a formacao da percepcao, como aspectos culturais, religiao, classe social, idade, sexo, alem do momento vivenciado pelo individuo.

Nesse sentido, o estudo de percepcao ambiental e de fundamental importancia para a compreensao da interelacao entre o homem e o ambiente, de suas expectativas, anseios, satisfacoes, julgamentos e condutas (Fernandes, Sousa, & Laranja, 2004).

Whyte (1978) ressalta que projetos de percepcao ambiental contribuem para a utilizacao mais racional dos recursos naturais, possibilitam a participacao da comunidade no desenvolvimento e planejamento regional, o registro e preservacao das percepcoes e dos sistemas de conhecimento do ambiente, bem como proporcionam uma interacao harmonica do conhecimento local, do ponto de vista do individuo, da populacao e da comunidade, com o conhecimento do exterior, enquanto instrumento educativo e de transformacao.

De acordo com Coimbra (2004), a percepcao e o primeiro passo no processo de conhecimento. Contudo, se a percepcao for errada, o conhecimento nao atingira seu objetivo e os juizos e raciocinios chegarao a conclusoes falsas e equivocadas.

No Brasil, segundo dados do Ministerio do Meio Ambiente [MMA] divulgado em 2006, a conscientizacao das pessoas com relacao ao meio ambiente aumentou 30% nos ultimos 15 anos. Tal mudanca ocorreu em todos os grupos da populacao. Contudo, o aumento da conscientizacao nao foi acompanhado da mudanca de comportamento e atitudes a favor do meio ambiente (Mendes, 2010).

Apesar das pessoas perceberem os problemas ambientais, a maioria nao conhece as origens, consequencias e formas de enfrentamento. Nao possuindo uma visao critica sobre o assunto, a sociedade nao percebe os impactos ambientais e sociais que causa, reproduzindo ideias distorcidas sobre os fatos (Fernandes, Pianesola, Goncalves & Souza, 2005).

A pesquisa realizada pelo Ministerio do Meio Ambiente tambem destacou a falta de comprometimento na protecao do meio ambiente por parte dos gestores publicos que, segundo dados desse estudo, sao os maiores poluidores da natureza, tanto por acao como por omissao (Mendes, 2010).

A conduta dos administradores, assim como o seu comportamento e sua intencao com o ambiente ecologicamente correto sao questoes debatidas por estudiosos, que buscam identificar o grau de percepcao ambiental desses individuos (Queiroz, Amorim, Araujo & Ramalho, 2009).

A analise da percepcao ambiental em segmentos de opiniao, objetiva gerar condicoes que visem equacionar as desconformidades ligadas a area ambiental identificada a partir da analise dos dados da pesquisa (Merigueti, 2005).

Existem varios trabalhos sobre percepcao ambiental de diferentes segmentos da sociedade. Tais estudos fornecem informacoes valiosas aos gestores para tomada de decisao quanto as questoes ambientais. Em uma pesquisa realizada por

Fernandes, Merigueti, Guzzo e Rodrigues (2010), com a populacao de classe media alta e classe media baixa de Mata da Praia de Goiabeiras, em Vitoria - ES, foi avaliada a percepcao ambiental desses dois grupos sobre o uso racional da agua. Os autores observaram que os individuos entrevistados possuiam consciencia da necessidade do uso racional da agua, contudo, nao sabiam como faze-lo. Com isso, concluiram que o poder publico deve organizar campanhas educativas de forma diferenciada para cada segmento da populacao, uma vez que certos segmentos vao reagir melhor motivados por aspectos economicos e outros por aspectos ambientais.

Soares (2005) investigou a percepcao ambiental da populacao de Fernando de Noronha em relacao a area de preservacao. Quando questionados sobre a situacao da limpeza urbana, a maioria dos entrevistados (47%) considerou como falta de cidadania e 23% consideraram como responsabilidade da administracao publica. A analise desta questao mostra a necessidade de um programa de educacao ambiental em relacao a limpeza urbana e implantacao de um programa de coleta seletiva.

Partindo-se do exposto, infere-se que estudos sobre percepcao ambiental podem ser considerados poderosos componentes gerenciais, capazes de possibilitar, a partir dos dados obtidos, a estruturacao de intervencoes nos segmentos analisados, em situacoes denominadas de "lacunas de conhecimento" e de "informacoes existentes, mas distorcidas" (Fernandes et al., 2004; Fernandes, et al., 2005).

Apesar de inumeros outros trabalhos sobre percepcao ambiental, a presente pesquisa identificou poucos estudos sobre percepcao de gestores no Brasil. Ferrari (2006) estudou a percepcao ambiental em gestores de meios de hospedagem em Caxias do Sul, RS. A autora identificou que a maioria dos gestores percebe a importancia e a necessidade da qualidade ambiental. Contudo, a mesma sensibilizacao nao foi verificada como fator relevante para a manutencao da atividade turistica, porque as expectativas estavam voltadas para o retorno financeiro imediato e nao na preservacao dos recursos naturais.

Gaviao, Siqueira e Spers (2006) estudaram a percepcao ambiental dos gestores do setor textil. Os autores identificam que as principais preocupacoes, nos dias atuais, estao relacionadas, quase que exclusivamente, as questoes da competitividade empresarial.

Queiroz, Amorim, Araujo & Ramalho (2009) averiguaram a importancia e a preocupacao dos gestores com relacao a preservacao ambiental e ao consumo de produtos ecologicamente corretos. Os resultados obtidos informam que os gestores tem consciencia do seu papel em relacao aos cuidados com o ambiente, entretanto, nao possuem atitudes e acoes concretas.

E importante que o gestor seja do setor publico ou privado, tenha uma percepcao apurada e nao distorcida da realidade ambiental para orientar sua organizacao a preocupar-se em melhorar o seu desempenho, controlando os impactos das suas atividades, produtos e servicos no ambiente.

Segundo Coimbra (2004), os individuos que sao mais informados e tem uma opiniao formada sobre preservacao do meio ambiente, tendem a ter atitudes diferenciadas de outras pessoas, que nao que tem o mesmo conhecimento.

Para Amorim Filho (1999), os estudos de percepcao ambiental do homem contemporaneo constituem a ultima e decisiva fronteira no processo de uma gestao mais eficiente e harmoniosa.

Percepcao Ambiental e Areas Verdes

A analise da percepcao da populacao tem sido utilizada, como meio de mensurar o grau de expectativas, satisfacoes e insatisfacoes das pessoas com relacao ao ambiente e reconhecer os fatores que afetam a qualidade de vida e o bem-estar social, em varias cidades no Brasil e no mundo (Okamoto, 2002; Fernandes et al. 2004).

Sanesi e Chiarello (2006) estudaram a percepcao dos moradores da cidade de Bari, Italia sobre os espacos verdes da cidade. Segundo a opiniao dos entrevistados, a funcao das areas verdes esta ligada, principalmente, a melhorar as condicoes climaticas locais e um lugar para lazer e recreacao.

Os moradores de Guangzhou, China, apresentaram um bom nivel de esclarecimento sobre o que venha a ser areas verdes e quais seus beneficios, principalmente ao apontar que esses espacos contribuem para melhorar o microclima local e sao otimos espacos para a conservacao de especies e de habitats para vida selvagem (Jim & Chen, 2006).

Wendel, Zarger e Mihelcic (2012) investigaram a percepcao de moradores de Santa Cruz, Bolivia, os quais acreditam que as areas verdes propiciam ar e agua frescos, sombra e uma atmosfera mais amena.

Paul e Nagendra (2017) procuraram entender a importancia dada pelos frequentadores dos parques urbanos na cidade de Delhi, India. O estudo comprovou que o uso das areas verdes nao e percebido da mesma forma por seus usuarios. Pessoas mais idosas e visitantes com ensino superior apreciam mais os beneficios psicologicos e de saude proporcionados pelos espacos verdes urbanos do que o restante da populacao. Os autores verificaram tambem que as percepcoes tendem a variar com os fatores socioeconomicos e demograficos. Em Delhi, dada a inseguranca, as mulheres nao acessam espacos verdes tanto quanto os homens.

No Brasil, Andrade, Lima, Marcondes, Canhas, Fonseca, Barbosa, Ribeiro e Leite (2006) apuraram a visao de diversos agentes sociais envolvidos com o Parque Julien Rien, em Belo Horizonte, Minas Gerais, sobre a execucao das distintas funcoes dessa area verde no contexto do sistema urbano. Nesse estudo, constatou-se que apenas a funcao ecologica estava sendo cumprida e nao havia no parque programas e/ou atividades de Educacao Ambiental, sendo estas imprescindiveis a propria manutencao, conservacao e seguranca do parque.

Sa e Morais (2008) estudaram a percepcao ambiental de residentes de um bairro, na cidade de Ivinhema, Mato Grosso do Sul, Brasil, quanto a importancia da vegetacao na zona urbana. Os moradores do bairro apresentaram pouco conhecimento sobre a importancia ambiental da vegetacao; seus maiores interesses ou conhecimentos foram por plantas frutiferas e normalmente exoticas e grande parte deles afirmou nao frequentar areas verdes, o que implica em uma menor qualidade de vida.

Homrich, Goncalves, Borges, Zanin e Valduga (2013) investigaram o significado atribuido por frequentadores de um espaco publico verde da cidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, Brasil. Os autores verificaram que a percepcao dos atores sociais em relacao a area indica que sua importancia esta ligada ao uso recreativo e social. A falta de seguranca e de infraestrutura foram os problemas mais evidenciados como problemas relacionados ao espaco. Tais resultados demonstram que o ser humano se manifesta e age diante de suas necessidades mais urgentes.

As pesquisas sobre percepcao ambiental podem ser utilizadas como instrumento, pela administracao, para planejar e gerir areas verdes, atendendo a populacao atraves de politicas publicas, estabelecendo programas de educacao ambiental e incentivando estudos academicos na area (Oliveira, 2005).

Procedimentos Metodologicos

O presente trabalho foi desenvolvido no campus Universitario "Prof. Jose Aloisio de Campos", localizado no municipio de Sao Cristovao, Sergipe (Figura 1). O campus de Sao Cristovao possui, aproximadamente, 154,17 ha, onde estao distribuidas areas construidas e areas verdes. As primeiras representam as salas de aula, centros de estudos, reitoria, biblioteca, prefeitura, restaurantes, lanchonetes, banco, escola, setor esportivo, forum, almoxarifado, estacionamento, etc. As segundas representam a vegetacao formada, principalmente, por exemplares da Mata Atlantica, uma vez que a universidade foi construida em um local onde havia predominancia deste bioma.

Esta pesquisa foi realizada entre os meses de janeiro e julho de 2010. Nesse periodo, o campus de Sao Cristovao ja mantinha varios cursos de graduacao e posgraduacao, com mais de 7.000 estudantes, alem da instituicao contar, com mais de 1.049 docentes e 1.158 servidores tecnico-administrativos em atividade (Barbosa, 2008). Os sujeitos selecionados foram gestores a frente da administracao de setores importantes para o funcionamento da universidade e exercendo algum cargo de direcao ou funcao gratificada. Logo, a amostra proposta inicialmente foi de 38 gestores. Contudo, houve uma recusa e sete questionarios nao foram devolvidos, perfazendo o total de 30 entrevistados.

Quanto a forma de abordagem do problema, esta pesquisa classifica-se como qualitativa e quanto aos objetivos e definida como descritiva (Gil, 1994). Sua natureza qualitativa esta ligada a proposta do trabalho em analisar as diversas impressoes, individuais e coletivas dos gestores de alguns setores da UFS, em relacao as areas verdes do campus de Sao Cristovao.

Trata-se de uma pesquisa qualitativa, tambem, porque sua preocupacao central nao esta na comprovacao estatistica dos dados, mas sim, em conhecimentos teoricos empiricos que permitem a sustentacao das consideracoes, que sao feitas sobre a tematica (Lakatos & Marconi, 2008).

Como o presente trabalho se propoe estudar a percepcao ambiental de um grupo especifico, pode-se afirmar tambem que a pesquisa possui natureza descritiva (Cervo & Bervian, 1983; Gil, 1994).

O instrumento para coleta de dados foi um questionario semi-estruturado com perguntas de multipla escolha, fechadas e abertas, sendo que, nesse ultimo caso, procurou-se dar mais espaco para o informante discorrer sobre o assunto, relatando suas opinioes e sugestoes. O questionario continha 13 questoes, estruturadas em duas partes. A primeira parte, com quatro quesitos, compreendeu os dados pessoais dos gestores, como: idade, sexo, tempo de servico no setor publico e, especificamente, na UFS, como gestor. A segunda parte foi elaborada com base em algumas situacoes que caracterizam o processo de percepcao ambiental na IES ligados, especificamente, a importancia das areas verdes no campus.

A tabulacao das questoes fechadas foi realizada por meio do programa Microsoft Excel 2007, assim como a confeccao das tabelas e graficos. As questoes abertas foram analisadas por meio do metodo de analise de conteudo, considerada uma tecnica para o tratamento de dados, que visa identificar o que esta sendo dito a respeito de determinado tema (Vergara, 2004).

Analise e Discussao dos Dados

Dos 30 gestores entrevistados, 67% foram homens e 33% foram mulheres. Trinta e seis por cento (36%) possuem idade acima de 50 anos, vinte e sete por cento (27%) com idade entre 20 a 30 anos, vinte por cento (20%) com idade entre 41 a 50 anos e dezessete por cento (17%) entre 31 a 40 anos (Tabela 1).

Quarenta por cento (40%) dos entrevistados tem entre 11 a 20 anos de servicos prestados na UFS, seguido por trinta e tres por centro (33%), tendo entre 01 a 10 anos e, por fim, vinte e sete por cento (27%) dos entrevistados tem de 21 a 35 anos de servicos prestados na instituicao.

Logo, a maioria acompanhou o processo de crescimento que a universidade vem passando nos ultimos anos. Sessenta e tres por cento (63%) dos entrevistados possuem entre 01 a 07 anos de tempo de servico como gestor (Tabela 1).

Quando os gestores foram questionados sobre o que entendiam por areas verdes, verificou-se falta de padronizacao na definicao do referido conceito. Muitos dos entrevistados deram mais de uma definicao. Oitenta e sete por cento (87%) conceituaram como espacos abertos com vegetacao de porte arboreo; sessenta e tres por cento (63%) apontaram como sendo areas com gramados, canteiros e arbustos; sessenta por cento (60%) consideram como jardins; cinquenta e tres por cento (53%) acreditam que sejam pracas e parques e dez por cento (10%) classificaram como terrenos baldios.

Dezessete por cento (17%) dos respondentes optaram tambem pela alternativa "Outros" (Figura 2). Estes sugeriram algumas definicoes que se encaixavam nas alternativas propostas na questao, como: "Canteiros com vegetacao"; "Alguma area reservada "representativa" com vegetacao de medio e grande porte". Outros respondentes definiram ainda, como: "Quaisquer areas com vegetacao que permitam infiltracao de aguas provenientes de precipitacao"; "Toda e qualquer area na qual existe vegetacao nativa ou cultivada"; "Espaco urbano com predominio de vegetacao".

Conforme citado por Dorigo e Lamano-Ferreira (2015), diversos sao os trabalhos que tratam de areas verdes urbanas, contudo nao ha um consenso conceitual do termo.

Dematte (1997) afirma que apesar da dificuldade acerca da padronizacao do conceito de areas verdes, o termo se aplica a diversos tipos de espacos urbanos que tem em comum o fato de serem abertos, acessiveis e com vegetacao, relacionados com a saude e a recreacao ativa e passiva, proporcionando a interacao das atividades humanas com o meio ambiente.

Segundo Lima et al. (1994), area verde refere-se aos espacos de carater publico que possui a vegetacao como elemento estruturante. Esse conceito abrange pracas, jardins publicos e parques urbanos, alem de canteiros de avenidas, trevos e rotatorias de vias publicas.

Em seguida, os gestores foram questionados sobre as vantagens proporcionadas pelas areas verdes, levando em consideracao os aspectos socioambientais. Os entrevistados citaram mais de um beneficio. A maioria dos respondentes (63%) apontou pela melhoria da qualidade do ar, seguido pelo controle climatico, com a reducao do calor e a melhoria na ventilacao do local (33%) e a reducao da poluicao (17%) (Tabela 2). Situacao semelhante quanto as vantagens e beneficios ambientais oferecidos pelas areas verdes e pela arborizacao foi obtida em outros trabalhos, como Malavasi e Malavasi (2001), Roppa, Falkenberg, Stangerlin e Brun (2007), Brun, Longhi e Brun (2009), Teixeira, Santos e Balest (2009).

Guzzo (1999) considera que as vantagens das areas verdes, englobam aspectos ecologicos, esteticos e sociais. Diversos estudos apontam inumeros beneficios que as areas verdes podem trazer ao homem, tais como: controle da poluicao do ar e acustica, aumento do conforto ambiental, estabilizacao de superficies por meio da fixacao do solo pelas raizes das plantas, abrigo a fauna, equilibrio do indice de umidade no ar, protecao das nascentes e dos mananciais, organizacao e composicao de espacos no desenvolvimento das atividades humanas, valorizacao visual e ornamental do ambiente, recreacao, diversificacao da paisagem construida, valorizacao de areas para convivio social, valorizacao economica das propriedades e para a formacao de uma memoria e do patrimonio cultural, dentre outros (Cavalheiro & Del Picchia, 1992; Lima, Cavalheiro, Nucci, Sousa, Fialho & Del Picchia, 1994; Oliveira, 1996; Nucci, 2001; Vieira, 2004; Toledo & Santos, 2008).

Quando indagados acerca das desvantagens proporcionadas pelas areas verdes, setenta e tres por cento (73%) dos entrevistados nao perceberam nenhuma (Tabela 3), como podemos constatar na afirmacao seguinte: "Nao vejo desvantagens, sao areas extremamente necessarias ao bem estar do ser humano, alem de contribuir para o bem estar do planeta". Outros, contudo, apontaram desvantagens, tais como proliferacao de insetos e cupins (3%), galhos que caem sobre telhados e fiacoes (3%), esconderijos para delinquentes (3%) (Tabela 3). Esses maleficios estao relacionados a falta de manutencao desses espacos.

Apesar do aumento do conhecimento a respeito da relevancia das areas verdes, ainda e observado negligencia na manutencao e multiplicacao destas areas. Gomes (2009) ao estudar as caracteristicas biologicas dos individuos arboreos da UFS constatou que a maioria dos individuos nao recebeu nenhum tipo de manutencao, ocorrendo a infestacao de insetos-pragas e a debilitacao do individuo arboreo.

Uma questao muito discutida quando se fala em vegetacao urbana diz respeito ao indice de areas verdes (Nucci, 2001). Com isso, os gestores foram questionados quanto ao quantitativo de espacos verdes no campus. Cinquenta e quatro por cento dos entrevistados (54%) consideraram razoavel; seguido por vinte e tres (23%) que classificam como suficiente e vinte por cento (20%) que acreditam ser insuficiente. Tres por cento (3%) nao responderam. Alguns afirmaram que "O baixo numero de arvores aumenta o calor e dificulta o desenvolvimento de atividades ao ar livre" e que "Alguns locais ainda necessitam ter mais vegetacao".

Carvalho, Oliveira, Franca e Ramos (2012) verificou que, dos 200 discentes entrevistados, cinquenta por cento afirmaram que o campus de Sao Cristovao nao tem poucas arvores. Ainda segundo Carvalho et al. (2012), a UFS vem passando por um processo de expansao desde 2007, com a criacao de novos cursos, ampliando seu espaco fisico, com a construcao de novos predios. Todas essas obras foram construidas em areas onde nunca houve construcoes antes, e, consequentemente, geraram uma reducao no numero de especies arboreas na instituicao. Contudo, mesmo assim, a maioria dos alunos da UFS nao notou essa diminuicao.

Neste contexto, segundo Cavalheiro e Nucci (1998), muitas cidades procuram aumentar seus indices colocando todo espaco nao construido como area verde e considerando a projecao das copas das arvores sobre as calcadas. Ja Cavalheiro e

Del Picchia (1992) discutiram a existencia do indice de 12 m2 de area verde/habitante considerado ideal, de acordo com a Organizacao das Nacoes Unidas [ONU], Organizacao Mundial de Saude [OMS] ou Organizacao da Nacoes Unidas para Alimentacao e Agricultura [FAO]. A Sociedade Brasileira de Arborizacao Urbana [SBAU] propos como indice minimo para areas verdes publicas destinadas a recreacao o valor de 15 [m.sup.2]/habitante (SBAU, 1996).

Levando em consideracao os aspectos qualitativos dos espacos verdes do campus de Sao Cristovao, boa parte dos gestores (43%) o classifica como regular; seguido por 37% que definem como boa; 10% acreditam ser otima e somente 10% vem as areas verdes do campus como ruim. Dos 13 gestores que responderam regular, 2 nao justificaram. Um (01) justificou fazendo um comparativo com o campus no passado: "Ja foi melhor ha uns 10 anos atras". Os outros apresentaram como justificativa que falta manutencao nesses espacos, como pode-se verificar nas seguintes afirmativas: "Deveria ser mais bem cuidada, com podas regulares e evitando ervas daninhas". "Boa parte das areas verdes precisa ser melhor cuidada". "Em alguns lugares falta manutencao".

Muitos afirmaram que em alguns casos a manutencao existe, contudo somente em determinadas partes do campus: "Ha prioridade na manutencao das areas em determinados lugares. No entorno do predio da reitoria ha um cuidado maior com a manutencao, limpeza, mas nao percebemos o mesmo cuidado com as demais areas"; "Falta mais cuidados em alguns setores. So dao mais atencao a area da reitoria. "

Por sua vez, Gomes (2009) inventariou a situacao dos individuos arboreos da UFS, justamente pela preocupacao com as mudancas no ambiente fisico da universidade, com a retirada das arvores devido as construcoes, o que resulta na perda da biodiversidade e na descaracterizacao da paisagem. Nesse trabalho, foram georreferenciados e cadastrados 1.927 individuos, distribuidos em uma area de 154,17ha.

No questionario, foi solicitada a opiniao dos gestores sobre o que a administracao deveria fazer em relacao ao aumento das construcoes de predios nos espacos verdes do campus. Dentre as alternativas, 67% afirmaram que deveria eliminar minimamente as areas verdes existentes e verticalizar as construcoes, ou seja, construir predios com varios andares; 27% acreditam que nao e necessario eliminar mais nenhuma area verde para construir e sugeriram como alternativas a verticalizacao das edificacoes, como se verificou na seguinte afirmativa: "Ao inves de construir mais predios, fazer estruturas nas que ja existem para permitir a construcao de novos andares". A verticalizacao na Universidade Federal de Sergipe ja e uma realidade, como, no caso da ampliacao do Departamento de Fisica, onde foi feita a construcao do segundo pavimento, com 29 salas, um miniauditorio e tres banheiros (masculino, feminino e outro para deficientes).

Com o intuito de averiguar a percepcao dos gestores quanto a importancia das areas verdes sob tres aspectos: ecologico, estetico e social, questionou-se os entrevistados sobre o que a conservacao das areas verdes pode proporcionar. Oitenta por cento (80%) afirmaram que pode estimular a pesquisa na area ambiental e ecologica; setenta e sete por cento (77%) acreditam que contribui para melhorar o microclima da area; setenta e tres por cento (73%) acreditam que aumenta a beleza cenica e estetica do local; setenta por cento (70%) acreditam que pode contribuir para estimular atividades didaticas extraclasses; dez por cento 10% dos gestores responderam Outros, trazendo como exemplo a despoluicao do ar. Nenhum dos entrevistados acredita que a conservacao dos espacos verdes no campus pode causar entraves no processo de desenvolvimento da universidade (Figura 3).

De acordo com Gunther e Puente (1994), por meio de esforco de conservacao das areas verdes de campus universitarios, os lideres dessas instituicoes podem contribuir para: (a) melhorar a qualidade de vida no campus, (b) estimular ensino, pesquisa e extensao na area ambiental/ecologica, (c) reforcar a credibilidade da instituicao nesta importante tematica ambiental, aumentando o potencial para atrair investimentos.

Segundo a opiniao dos entrevistados, oitenta e seis por cento (86%) dos respondentes afirmaram achar importante que a comunidade academica seja consultada acerca das novas construcoes de predios, quando isso implicar na eliminacao das areas verdes do campus de Sao Cristovao. Somente 7% responderam "Nao" e os outros sete por cento (7%) nao responderam. Segundo a opiniao de um dos gestores, tal consulta so causaria polemica e nao contribuiria para a tomada de decisao. Outro afirmou que a consulta e algo desnecessario, ja que nao ha o que se discutir, pois, segundo o gestor, no campus de Sao Cristovao "nao ha mais areas verdes para eliminar e os unicos espacos verdes restantes, nao devem ser tocados".

Dos vinte seis entrevistados que responderam "Sim", doze por cento (12%) nao justificaram. Os outros oitenta e oito por cento (88%) restantes afirmaram que e importante consultar a comunidade para saber a opiniao desta, principalmente dos alunos que convivem boa parte do seu tempo na universidade, conforme justificativa de um dos respondentes: "Porque sao os alunos o maior publico dentro da IES e consequentemente os maiores frequentadores dos ambientes".

Tal consulta pode contribuir para melhor planejar e escolher as areas onde serao construidos novos predios. Os gestores acreditam que encontrar uma solucao de forma conjunta e a melhor solucao, conforme pode-se verificar nas seguintes afirmacoes: "Porque pode-se encontrar uma solucao em conjunto que cause menos impactos a area verde da UFS"; "Porque a universidade e para todos e a natureza (area verde) tem que ser preservada o maximo possivel"; "Pois as areas verdes sao um bem para todas as pessoas e todos deveriam opinar a respeito das implicacoes que as novas obras provocariam"; "Porque a comunidade academica faz parte do ambiente da UFS e pode ser diretamente afetada com mudancas drasticas propostas, por exemplo, a reducao da qualidade de seu lazer".

Contudo, alguns gestores acham que tal consulta e importante, mas e necessario cautela, para evitar polemicas e discussoes interminaveis. "Acho importante dar voz a comunidade academica, mas deve haver cuidado nesse processo, pois a administracao nao pode se dar ao luxo de ser obstruida por falta de consenso". "E importante a participacao da comunidade, desde que nao virem discussoes interminaveis. Haja inicio, tempo para discussao e conclusao com prazos determinados".

Com relacao ao questionamento sobre ser possivel conciliar crescimento da universidade com a conservacao das areas de vegetacao nativa presente no campus, 93% dos respondentes afirmaram que "Sim" e 7% nao responderam. Dos 28 gestores que responderam "Sim", trinta e seis por cento (36%) sugeriram a construcao vertical, com varios andares, para conciliar crescimento e conservacao dos espacos verdes, conforme comprovado em algumas frases: "Construir verticalmente"; "Priorizar a verticalizacao das edificacoes em vez da derrubada da vegetacao e uma opcao viavel"; "Encontrando alternativas de uso do espaco, conservando a vegetacao, por exemplo, verticalizando as construcoes (predios com acessibilidade); "O crescimento da UFS depende tambem da conservacao do meio ambiente. Os dois devem caminhar juntos. Podemos crescer sem precisar derrubar arvores, por meio da verticalizacao e da criacao de medidas de preservacao ambiental. Ja estamos implementando essa conciliacao. Edificios/construcoes verticalizadas e um dos primeiros pontos". Os outros sessenta e quatro por cento (64%) que responderam "Sim" nao justificaram.

Randow e Maroti (2012) realizaram estudo de percepcao ambiental com diferentes grupos no campus de Sao Cristovao, incluindo alunos, servidores tecnicos administrativos, professores e gestores. Como resultado, os grupos formados por alunos, servidores e docentes reconheceram a importancia das areas verdes do campus e mostraram-se preocupados com os impactos presentes e futuros sobre essas areas devido a expansao da universidade. Ao relatarem suas angustias, os entrevistados estavam cientes de que, para a resolucao dos problemas ambientais do campus e necessario um plano de acao que interligue gestao e educacao ambiental.

Desde 2010 foram iniciadas mais de 50 obras, no campus de Sao Cristovao, onde estao sendo construidos novos predios, com um novo projeto arquitetonico, aproveitando os espacos, implantando a verticalizacao, com a construcao de predios com ate seis andares. Isto caracteriza uma mudanca de atitude e preocupacao daqueles que fazem a administracao da IES com os espacos verdes remanescentes do campus.

Consideracoes Finais

Dentre os aspectos estudados nesta pesquisa, observou-se que os entrevistados tem um bom nivel de esclarecimento, no que se refere as areas verdes. A maioria dos entrevistados mostrou ter conhecimento a respeito de questoes que abordam a importancia e os beneficios oferecidos pelos espacos verdes, levando em consideracao os aspectos socioambientais. Os gestores percebem que estas areas tem grande importancia para o ambiente universitario por conta das inumeras vantagens proporcionadas.

Embora as percepcoes sejam subjetivas para cada individuo, constatou-se a existencia de recorrencias nas respostas, em relacao a percepcoes e imagens pessoais dos gestores. Como prova disso, podemos verificar que a percepcao dos entrevistados quanto a ineficiencia da manutencao dos espacos verdes na universidade, com a prioridade a determinados locais, como os jardins e canteiros no entorno do predio da reitoria, em detrimento de outros.

Cada ser humano percebe e reage diferentemente sobre o meio ambiente. Com base nisso, verificou-se que os gestores reconhecem as funcoes ecologica, social e estetica das areas verdes. Alem disso, estes percebem como esses espacos funcionam no cotidiano da comunidade academica, incentivando a pesquisa e a extensao.

O presente estudo de percepcao ambiental com os gestores da UFS foi relevante porque observou-se a existencia de consenso, no ambito deste importante grupo de formadores de opiniao na instituicao. Os respondentes acreditam ser possivel conciliar o crescimento da universidade com a conservacao dos espacos verdes do campus de Sao Cristovao. Apesar da expansao da UFS, percebe-se que a administracao da universidade vem despertando preocupacao com esses espacos, procurando alternativas para mante-los, como, por exemplo, priorizar a construcao dos novos predios de forma verticalizada, ou seja, com varios andares, significando menos impactos sobre as areas verdes restantes.

DOI: https://doi.org/10.5585/geas.v7i2.717

Recebido: 15/08/2017-Aprovado: 19/04/2018

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(1) Viviane Andrade Ribeiro

(1) Universidade Federal de Sergipe-UFS, Sergipe (Brasil). Email: < bioemail@hotmail.com>

Caption: Figura 1. Mapa de localizacao geografica do campus Universitario "Prof. Jose Aloisio de Campos", Sao Cristovao-Sergipe.
Tabela 1
Perfil dos gestores entrevistados no campus universitario
"Prof. Jose Aloisio de Campos", Sao Cristovao-Sergipe.

Genero                             Tempo de Servico na UFS

Variaveis      Percentual (%)     Variaveis      Percentual (%)

Masculino            67           01-10 anos           33
Feminino             33           11-20 anos           40
                                  21-35 anos           27
Total               100             Total             100

Faixa Etaria                          Tempo como gestor

Variaveis      Percentual (%)     Variaveis      Percentual (%)

20-30 anos           27         Menos de 1 ano         10
31-40 anos           17           01-07 anos           64
41-50 anos           20           08-14 anos           13
Mais de 50           36           15-21 anos           7
  anos                            22-28 anos           3
                                  29-35 anos           3
Total               100             Total             100

Tabela 2
Vantagens das areas verdes identificadas pelos gestores
da UFS entrevistados no campus universitario "Prof.
Jose Aloisio de Campos", Sao Cristovao-Sergipe.

Vantagens                                Quantidade   Porcentagem

Melhoria da qualidade do ar                  19           63%
Controle climatico                           10           33%
Valores esteticos                            7            23%
Diminuicao da poluicao sonora e do ar        5            17%
Interacao do homem/natureza                  5            17%
Sombreamento                                 3            10%
Refugio da fauna                             2             7%
Controle da erosao do solo                   1             3%
Manutencao do lencol freatico                1             3%

Tabela 3
Desvantagens das areas verdes do campus de Sao Cristovao
identificadas pelos gestores da UFS entrevistados.

Desvantagens                            Quantidade   Porcentagem

Nao ha desvantagens                         22           73%
Facilita aparecimento de animais            2            7%
  peconhentos
Nao responderam                             2            7%
Restricao de espaco para construcoes        1            3%
Proliferacao de insetos e cupins            1            3%
Galhos sobre telhados e fiacao              1            3%
Dificulta o acesso a alguns locais          1            3%
Aquece os ambientes de trabalho             1            3%
Contribui para falta de seguranca           1            3%

Figura 2. Entendimento dos gestores da UFS
entrevistados sobre o conceito de area verde.

Vegetacao de porte       87
  arboreo
Areas com gramados,      63
  canteiros e arbustos
Jardins                  60
Pracas e parques         53
Outros                   17
Terrenos baldios         10

Note: Table made from bar graph.

Figura 3. Percepcao dos gestores da UFS
entrevistados quanto a importancia das
areas verdes sob aspectos ecologico,
estetico e social.

Pesquisa na area ambiental    80
Melhora o micro-clima         77
Aumenta a beleza cenica e     73
  estetica
Atividades extra-classe       70
Reduz a poluicao sonora       40
Outros                        10
Nao respondeu                 7
Entraves ao desenvolvimento   0
  da UFS

Note: Table made from bar graph.
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Author:Ribeiro, Viviane Andrade
Publication:Revista de Gestao Ambiental e da Sustentabilidade
Date:May 1, 2018
Words:8073
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