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PARAMETROS MURINOMETRICOS DE RATOS SEDENTARIOS E EXERCITADOS, SUPLEMENTADOS COM OLEO DE COCO (COCOS NUCIFERA L.) EXTRA VIRGEM.

INTRODUCAO

O oleo de coco e obtido da polpa madura do coco (Cocos nucifera L.) por meios mecanicos ou naturais, com ou sem a utilizacao de calor, e largamente utilizado na industria e alimentacao. Este oleo contem acidos graxos saturados estaveis (Nevin e Rajamohan, 2008).

No qual nao e refinado, branqueado ou desodorizado, o que lhe confere a preservacao de suas vitaminas lipossoluveis, compostos fenolicos e caracteristicas fisicas naturais (Nevin e Ramohajan, 2004), podem desempenhar um papel benefico na reducao dos niveis de colesterol e na peroxidacao lipidica (Nevin e Ramohajan, 2008) e apresentando boa digestibilidade e rico em acidos graxos de cadeia media (Man e colaboradores, 2009), podendo auxiliar no emagrecimento ou como hipolipemiantes. No entanto, muitos efeitos sugeridos necessitam ser melhor investigados, para elucidar a real acao metabolica de cada oleo, com finalidade de orientar os profissionais de saude e os consumidores.

Comportamentos sedentarios tais como, a inatividade fisica associada a uma dieta rica em gordura pode contribuir com maior prevalencia para o excesso de peso (Pedersen e colaboradores, 2015) e consequentemente para o desenvolvimento da obesidade (Fiorece e colaboradores, 2008). Tornando-as, uma das maiores preocupacoes para a saude publica em todo mundo (Kloster e Liberali, 2008).

De acordo com George e colaboradores (2016), o exercicio fisico seria uma das estrategias essenciais para a mudanca do estilo de vida para individuos obesos.

De acordo com os mesmos autores, as diretrizes publicadas de acordo com os EUA e o Reino Unido, defendem que individuos obesos precisam atingir 150 min/semana igual a >30 min/dia por pelo menos 5 dias semanais de atividade fisica aerobia tais como, caminhada rapida.

A pratica de exercicio fisico contribui com a diminuicao da gordura corporal, melhora o sistema cardiovascular e por fim aumenta a forca muscular em individuos obesos ou com sobrepeso (Wang, Tan e Cao, 2015).

A pratica regular tres vezes na semana tem efeito direto e indireto sobre o metabolismo humano (Oliveira Filho e Shiromoto, 2001).

O exercicio fisico e recomendado como uma das indicacoes nao farmacologicas eficaz no controle do peso, da melhoria da composicao corporal, do aumento da lipolise e ao aumento da seccao transversa muscular, contribuindo com a diminuicao do risco da sindrome metabolica; prevencao da dislipidemia e diabetes melittus tipo 2 e obesidade (Addelaal e Mohamad, 2015; Thomas e colaboradores, 2012).

Portando, o objetivo foi avaliar e comparar as caracteristicas fisicas, quimicas e nutricionais dos oleos de coco extravirgem sobre os parametros murinometricos e de composicao corporal em ratos sedentarios e exercitados.

REVISAO DE LITERATURA

Oleo de coco

O oleo de coco (Cocos nucifera) e comumente consumido em alguns paises como a Malasia, Tailandia e Filipinas. Nestes paises a populacao utiliza e como componente alimentar, em suas preparacoes culinarias. O oleo de coco pertence a um grupo de oleos vegetais que possui em abundancia, o acido laurico (Liau e colaboradores, 2011). A sua utilizacao vem crescendo no meio industrial e alimentos afins, por conter acidos graxos de cadeia media em grande quantidade.

A sua extracao e realizada por processamento seco ou umido (Marina e colaboradores, 2009). O processamento umido nao e refinado, branqueado ou desodorizado (RBD), o que lhe confere a preservacao das vitaminas lipossoluveis, compostos fenolicos e caracteristicas fisicas naturais (Nevin e Ramohajan, 2004), os quais podem desempenhar um papel benefico na reducao dos niveis de colesterol e na peroxidacao lipidica (Nevin e Ramohajan, 2008).

Este oleo contem cerca de 92% de acidos graxos saturados, 6% de acidos graxos monoinsaturados e 2% de polinsaturados. Alem de apresentar em sua composicao quimica 44% de acido laurico, 16% acido miristico, 8% palmitico e 8% acido caprilico (Chandrashekar, Lokesh e Krishna, 2010).

O oleo obtido pelo processamento umido vem sendo bastante consumido pela populacao, devido as propriedades terapeuticas e pela presenca de vitaminas, polifenois e fitosterois ricos em antioxidantes, que podem contribuir para a reducao de doencas coronarianas (Arunima e Rajamohan, 2013).

Seu consumo tem sido bastante eficaz na reducao dos niveis de colesterol, triglicerideos e fatores de coagulacao do sangue. Evita ainda a oxidacao lipidica de lipoproteinas de baixa densidade e apresenta outras funcoes como anticancerigena, antimicrobiana e anti-inflamatoria (Hayatullina e colaboradores, 2012).

Em pesquisa realizada por Arunima, Rajamohan (2013), oleo de coco inibiu a peroxidacao lipidica em ratos.

Na industria de alimentos tem se investido em oleos e gorduras com o perfil lipidico contendo proporcoes mais equilibradas de acidos graxos para a saude humana (Dubois e colaboradores, 2007).

Segundo Asadi e colaboradores (2010), o consumo de acidos graxos insaturados como o acido oleico tem efeito hipocolesterolemico, apresenta alta estabilidade e e o principal componente de diversos oleos vegetais, incluindo os oleos de oliva e canola (Dubois e colaboradores, 2007).

Arunima, Rajamohan (2013), verificaram efeitos significativos do oleo de coco extravirgem sobre as atividades hiperlipidemicas, antioxidantes e antitromboticas, beneficiando a regulacao do metabolismo hepatico de lipideos em 24 ratos machos.

De acordo com os mesmos autores esses beneficios foram superiores aos apresentados pelo oleo de copra. Este fato pode ter ocorrido devido ao processamento a seco nao manter todos os componentes quimicos originais devidos o tipo de sua extracao (Arunima e Rajamohan, 2013).

O oleo extraido a seco e utilizado em cozinhas, na culinaria dos paises produtores. A sua exposicao a luz solar ou altas temperaturas podem inativar importantes componentes como os tocoferois, tocotrienois e polifenois (Nevin e Rajamohan, 2004).

Na literatura pesquisada nao foram encontrados resultados de pesquisas que tenham sido realizadas com o metabolismo em ratos treinados, nem a associacao da suplementacao e o treinamento fisico. Nagaraju e Lokesh (2007) pesquisaram o perfil lipidico de ratos a partir da utilizacao de blends de oleo de coco com azeite de oliva ou com oleo de amendoim, e encontraram eficiencia na reducao do colesterol.

Neste sentido, varios oleos vegetais vem ganhando espaco no mercado e na prescricao por profissionais de saude, sendo utilizados como suplementos em dietas para emagrecimento ou como hipolipemiantes. No entanto, muitos efeitos sugeridos necessitam ser mais investigados, para elucidar a real acao metabolica de cada oleo, com a finalidade de orientar os profissionais de saude e os consumidores.

Exercicio fisico e obesidade

Dependendo da localizacao da gordura corporal, abdominal ou gordura central, possui uma relacao maior com problemas adversos metabolicos do que apenas com quantidade de gordura total.

A resistencia a insulina, intolerancia a glicose, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia, hipertensao e aterosclerose sao desenvolvidas pelo excesso da gordura visceral e subcutanea que seria uma subdivisao da gordura abdominal (Moreira e colaboradores, 2013).

As doencas cronicas nao transmissiveis (DCNT) sao causadoras de mortes em todo o mundo. O desequilibrio energetico associado a genetica do individuo, fatores endocrinos, hipotalamicas, farmacologicas, nutricionais, ambientais e principalmente comportamentais como a falta da pratica da atividade fisica sao fatores que podem tambem levar ao desenvolvimento da obesidade (Dias, Montenegro, Monteiro, 2014), e a diversas doencas cronicas nao transmissiveis (Hannibal e colaboradores, 2010; Mediano, Golcalves, Barbosa, 2009), e tornando-a um dos grandes desafios na atualidade para a saude publica (Cantalice e colaboradores, 2015; Hauser, Benetti, Rebelo, 2004; Pozzebon, Liberalli, Navarro, 2009; Vargos, Santos, 2014).

As doencas cardiovasculares, sem duvidas sao as patologias que mais assustam e as que mais matam em todo mundo.

De acordo com Bastien e colaboradores (2014) 28 milhoes de pessoas morrem devido ao excesso de peso ou obesidade. Este fato ocorre devido ao desenvolvimento de outras patologias causadas pela obesidade, tais como doencas cardiacas coronarias (DCC), acidente vascular encefalico (AVC), angina, infarto do miocardio (IM) e insuficiencia cardiaca (IC), afetando diretamente o sistema cardiovascular.

De acordo com Cheng e colaboradores (2013) em uma meta analise com 30 estudos sobre o efeito da atividade fisica e o risco de doencas cardiovasculares, os resultados demonstraram que individuos de ambos os sexos aparentemente mais ativos, obtiveram uma reducao para o desenvolvimento de doencas CDV de 30 a 35%. Varios sao os tipos de exercicio testados para reduzir a dislipidemia.

Para Wisnesky e Liberali (2008), com a pratica do exercicio fisico os niveis de LDL diminuem, os niveis de oxigenio aumentam de 10 a 15 vezes, fazendo com que haja uma maior oxidacao do LDL, consequentemente diminuindo a aterosclerose.

De acordo com Correira e Leal (2010), mulheres que praticavam exercicio de endurance tres vezes por semana com duracao de 15 a 20 minutos e com frequencia cardiaca maxima a 70% VO2 max, obtiveram os seguintes resultados sobre o perfil lipidico; 1% na diminuicao do HLD-c e de 4,3% na diminuicao do LDLc.

Deste modo o exercicio fisico devido aos seus efeitos adaptativos sobre o organismo humano, torna-se uma das ferramentas estrategicas para o melhor controle e regulacao para individuos diabeticos obesos.

Plotnikoffey e colaboradores (2009) relataram que individuos diabeticos tipo 2 ao incluir em sua rotina a pratica do exercicio fisico e uma dieta de qualidade, apresentaram melhorias sobre o peso corporal, o nivel de glicemico, aumento da sensibilidade a insulina e a captacao a glicose.

Todos esses fatores estao fortemente ligados a diabeticos e a obesidade. Justamente pelo fato de 80% das pessoas com diabetes tipo 2 estarem acima do peso ou obesos. Com o passar do tempo e com maior nivel de inatividade fisica, consequencias fisiologicas negativas associadas ha uma ingestao calorica exacerbada, favorecem um maior acumulo de gordura corporal (Ferreira e colaboradores 2015).

Individuos obesos ou com sobrepeso apresentam disturbios multifatoriais, onde o risco para esses fatores estarao associacao a inatividade fisica e o consumo excessivo de gorduras (Tan, Wang e Wang, 2012).

Nesse caso, a dieta equilibrada e a pratica de exercicio fisico torna-se uma das ferramentas mais importantes para o combate da obesidade e consequentemente, obtendo um controle do peso corporal, diminuicao da gordura corporal (Paoli, Moro, Bianco, 2014), aumento da taxa metabolica basal e manutencao da massa magra (Ramirez-Velez e colaboradores, 2012).

Alem dessas modificacoes antropometricas o exercicio fisico tambem influencia a acao e modificacao dos niveis de sensibilidade a insulina, tolerancia a glicose e do metabolismo lipidico.

Os ajustes sobre a insulina se fazem necessario no metabolismo dos individuos obesos pelo fato do nivel alto de acumulo de gordura corporal sintetizar e ativar proteinas inflamatorias. Essas proteinas inflamatorias influenciam e prejudicam a via intracelular da insulina, prejudicando a translocacao do GLUT 4 para a membrana plasmatica (Feitas, Ceschini e Ramalho, 2014).

Portanto, e necessario a pratica do exercicio fisico pelo fato da associacao contractil muscular com a insulina no transporte de glicose plasmatica por meio da GLUT 4 para a membrana de celulas musculares e adipocitos (Swarowsky e colaboradores, 2012).

Chagas e colaboradores (2015), citam os beneficios conquistados com a pratica do exercicio fisico na composicao corporal em mulheres obesas com menopausa. Esses autores verificaram que ao praticar exercicios combinados de forca e endurance, por periodos longos ou curtos, as mulheres apresentaram valores significativos e mudancas sobre a composicao corporal.

Do mesmo modo, Noormohammadpour e colaboradores (2012), recomendaram os exercicios de endurance como prevencao e tratamento da obesidade, promovendo a diminuicao do peso corporal e liberacao do hormonio do crescimento (GH).

Pacientes obesos nao excretam com eficiencia o GH, resultando em hiposomatotropismo, favorecendo maior ganho de peso corporal. O exercicio fisico se torna importante na prescricao nao medicamentosa em individuos obesos, por apresentar efeito sobre o hormonio GH e o cortisol.

Esses dois hormonios apresentarem uma relacao chave na patogenese da obesidade quando apresentam disfuncoes regulares (Onuis e colaboradores, 2011).

De acordo com Fonseca-Junior e colaboradores (2013), mesmo que haja a perfeita associacao da dieta e do exercicio fisico como importantes estrategias na contribuicao na diminuicao da gordura corporal, individuos obesos procuram outros caminhos que possam ser tomados para a diminuicao da gordura corporal.

Essas estrategias tem sido tratamento clinico associado ao uso de farmacos e a cirurgia bariatrica. Mas, mesmo que os individuos optem pelos processos cirurgicos, faz-se necessario a inclusao apos cirurgia, o exercicio fisico integrado do programa de tratamento pos multidisciplinares.

De acordo com Pozzebon, Liberali, Navarro (2009), a dieta associada ao exercicio de endurance demonstrou eficiencia sobre a reducao da massa gorda e ao aumento do HDL quando comparada apenas com uma dieta isolada em individuos obesos.

De acordo com Goldberg e colaboradores (2009), a intervencao do exercicio fisico e da dieta contribuiram com uma maior elasticidade arterial em adultos jovens saudaveis e em individuos obesos. Esse aumento da elasticidade arterial ocorreu pelo aumento da homeostasia da glicose, diminuicao do peso e do perfil lipidico em associacao com a reducao dos marcadores inflamatorios. A diminuicao do peso corporal ([mayor que o igual a] 5%) tem demonstrado efeito positivo na reducao de fatores de risco em individuos obesos.

Alem da dieta associada ao exercicio, a intensidade do exercicio fisico e fundamental para o conhecimento com qual via o organismo se prioriza durante a realizacao do exercicio. A producao de ATP possui uma diferenciacao de velocidade em relacao a sua formacao.

Portanto, a fosfocreatina e uma das vias metabolicas mais rapidas em geracao de sintese de ATP. Ja em relacao ao sistema oxidativo por meio dos acidos graxos para fornecer energia e o mais eficiente por ser ilimitado, mas, ele e o sistema mais lento em relacao a sintese de ATP (Marzocco, Torres, 1999).

Berggren e colaboradores (2008), afirmam que durante o repouso ou em atividade de intensidade submaxima ha uma maior utilizacao dos acidos graxos livres e com predominancia da atividade das fibras do tipo I. Esses mesmos autores propoem que ao iniciar a pratica do exercicio fisico, fisiologicamente ocorre uma vasodilatacao muscular que fara com que haja uma maior captacao de acidos graxos livres no plasma, fazendo com que o exercicio apresente modificacoes no perfil hormonal e, principalmente sobre o perfil lipidico.

Keating e colaboradores (2015), testaram o exercicio de endurance independente do volume e intensidade em respostas as variaveis, tais como, perda de peso, distribuicao de gordura (incluindo a visceral) em individuos adultos com baixa atividade.

Em seus resultados eles observaram reducao significativa dessas variaveis por meio do exercicio de endurance em relacao ao grupo controle. Ocorrendo um ajuste metabolico pelo aumento do suprimento de oxigenio que e o combustivel para a realizacao da contracao muscular, aumentando-se o gasto calorico, tornando significativos acima dos valores de repouso (Hauser, Benetti, Rebelo, 2004).

Do mesmo modo You e colaboradores (2012) relatam que os exercicios de endurance de intensidade vigorosa possui uma maior interacao com o hormonio lipase, lipase (HSL) e com o aumento da lipolise.

De acordo com os mesmos autores, o exercicio fisico testado em modelos animais foi verificado um aumento do hormonio lipase, lipase consequentemente aumentando a oxidacao do tecido adiposo. Concluiram que o exercicio fisico, realizado em uma sessao aguda ou cronica, tem a capacidade de aumentar os niveis de catecolaminas e o aumento da atividade do HSL pela intensidade do exercicio. Com essa interacao o HSL se torna o principal regulador como chave principal para as catecolaminas que tera um papel importante sobre a atividade da lipolise.

MATERIAIS E METODOS

Ensaio biologico

Esta pesquisa foi realizada no Laboratorio de Nutricao Experimental, Centro de Ciencia da Saude (CCS/UFPB), da Universidade Federal da Paraiba. O oleo de coco foi adquirido no comercial de Joao Pessoa. Para o ensaio biologico foi utilizado 2.000 mL de oleo de coco extravirgem comercial.

Ratos

Todo o protocolo experimental foi iniciado apos a aprovacao pelo Comite de Etica em Pesquisa Animal--CBiotec--UFPB.

O ensaio biologico foi realizado com 32 ratos machos adultos da linhagem Wistar, com [+ o -] 90 dias de idade, randomizados em quatro grupos. Mantidos em gaiolas individuais a de 21 [+ o -] 1[grados]C com agua e racao comercial ad libitum, sendo submetidos a ciclos alternados de claro e escuro de 12 horas cada. Cada grupo assim descrito:

CS - (Grupo controle com ratos sedentarios + gavagem com 1mL solucao fisiologica) (CS; n = 8);

CDS - (Grupo controle com ratos dislipidemicos e sedentarios + gavagem com 1mL solucao fisiologica) (CDS; n = 8);

CDT - (Grupo controle com ratos dislipidemicos e treinados + gavagem com 1mL solucao fisiologica) (CDT; n = 8);

Protocolo de suplementacao

A suplementacao com oleo de coco virgem foi realizada durante 10 semanas e os animais do grupo DTOC foram suplementados com 940 mg/kg de peso de oleo de coco virgem por gavagem (i.g.) diaria (Dhavamani, Rao e Lokesh, 2014; Pieszka e colaboradores, 2013). Simultaneamente, os animais dos grupos controles (CS, CDS, CDT) receberam gavagem com solucao fisiologica apos os exercicios, simulando o mesmo estresse a que foram submetidos os grupos experimentais que receberam gavagem com oleo de coco virgem.

Protocolo de exercicio

A execucao de treinamento fisico foi de 10 semanas. Sendo duas semanas de adaptacao, e oito de exercicio fisico,

DTOC - (Grupo experimental com ratos dislipidemicos e treinados+ gavagem com 1mL oleo de coco) (DTOC; n = 8).

Protocolo experimental

A duracao da pesquisa foi de 12 semanas com as duas primeiras semanas de inducao a dislipidemia. A partir da terceira semana, os animais foram submetidos ao exercicio fisico e/ou gavagem com oleo de coco virgem ou solucao fisiologica, de acordo com a figura a abaixo (Figura 1). consistindo de uma hora de corrida/dia, com a intensidade a partir de 17 m/min, e alcancando 24 m/min, o ultimo dia do periodo de adaptacao (Figura 2) (Lira e colaboradores, 2010; Radak e colaboradores, 2013).

Apos a adaptacao ao exercicio fisico, foi realizado a selecao dos animais de acordo com a escala descrita por Lira e colaboradores (2010). Os criterios para a selecao foram da seguinte forma: 1. refuta a corrida; 2. abaixo do corredor medio (corre e para; corre na direcao errada); 3. corredor medio; 4. acima do corredor medio (corre constantemente, ocasionalmente correndo abaixo da velocidade da esteira); 5. Bom corredor (consistentemente acima da velocidade da esteira). Animais com media tres ou acima deste valor foram incluidos nos grupos de animais praticantes do exercicio fisico, enquanto os demais foram destinados aos grupos sedentarios.
Figura 2 - Esquema do protocolo de adaptacao de exercicio fisico

                             Adaptacao ao exercicio fisico
1 Semana             1 dia   2 dia                            3 dia
                             Tempo = 10/min/Velocidade: 17m/min
2 Semana             1 dia   2 dia                            3 dia
Tempo (min)          20      30                              40
Velocidade (m/min)   17      13                              20

1 Semana              4 dia   5 dia
2 Semana              4 dia   5 dia
Tempo (min)          50      60
Velocidade (m/min)   22      24


Os grupos CDT e DTOC foram submetidos aos exercicios na esteira, corrida forcada durante oito semanas, cinco dias/semana, 1 h/dia a 24 m/min de intensidade (Figura 3). Foi utilizado uma esteira da marca Athletic, modelo Advanced 2 (Joinville, Brasil) adaptada para animais, consistindo de cinco pistas separadas por paredes de madeira e fixada com barras de metal na parte traseira (Radak e colaboradores, 2013).

Eutanasia dos animais

Ao final de 12 semanas do experimento e apos o jejum de 12 horas, os animais foram anestesiados por via intramuscular, com 1 ml de cloridrato de quetamina e 1 ml de cloridrato de xilasina para cada Kg de peso corporal do animal e entao eutanasiados (Sirois, 2007).

Parametros murinometricos

Os parametros murinometricos foram mensurados com os animais anestesiados, antes da eutanasia, com uso de fita metrica para afericao de: circunferencia abdominal (AC), imediatamente anterior a pata traseira. Indice de Massa Corporal (IMC) foi calculado dividindo-se o peso corporal (g) pelo comprimento ao quadrado (cm2). Todos os parametros seguiram a metodologia preconizada por Novelli e colaboradores (2007).

Quantificacao da gordura visceral

A gordura visceral (intra-abdominal), incluindo gordura mesenterica, perirenal e do epididimo, foi coletada e pesada, sendo calculada em percentual com base na seguinte formula: (peso da gordura visceral/ ganho de peso no experimento) x 100 (Kishino e colaboradores, 2009).

Analises de dados

Os resultados foram submetidos a analise de variancia (ANOVA), realizando-se testes de Tukey ao nivel de 5% de significancia (p<0,05), utilizando-se o programa estatistico Sigma Stat 3.1.

Aspectos eticos

Os procedimentos experimentais foram aprovados pela Comissao de Etica no Uso de Animais da Universidade Federal da Paraiba sob o protocolo de numero 0706/13.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Parametros murinometricos

Os resultados dos parametros murinometricos de ratos sedentarios e exercitado suplementados com oleo de coco extravirgem, mensurados neta pesquisa, estao descritos na Tabela 1.

Como pode ser observado na tabela, o peso corporal dos animais do grupo DTOC nao difere estatisticamente dos animais do grupo controle (p>0,05), no entanto e menor do que o peso dos animais dos grupos CDS e CDT (p<0,05). Resultados semelhantes aos encontrados por Alves e colaboradores (2015) em pesquisa realizada com ratos hipertensos submetidos a exercicio fisico e dieta com oleo de coco.

Em pesquisa realizada por Campanella e colaboradores (2014) com 24 ratos obesos suplementados com oleo de cartamo durante 30 dias, foram encontrados resultados superiores aos encontrados nesta pesquisa.

Teixeira e colaboradores (2011) avaliaram o efeito de dietas contendo diferentes quantidades de acidos graxos em ratos sedentarios e exercitados tambem encontrados resultados superiores aos desta pesquisa.

Esses resultados elevados tambem foram encontrados por Ebaid e colaboradores (2010) que trabalharam com 24 ratos sedentarios obesos suplementados ou nao com oleo de oliva e por Choi e colaboradores (2004) em pesquisa com oleo de soja hidrogenado associado ao acido linoleico conjugado administrado a 48 ratos.

Os valores do IMC variam de 0,51 e 0,55 g/cm2 em todos os grupos. Comparandose esses resultados com a pesquisa realizada por Aquino e colaboradores (2011), no qual os animais alimentados com oleo de buriti e oleo de buriti refinado o IMC variou entre 0,40 e 0,43 g/cm2, demonstrando-se valores inferiores aos encontrados nesta pesquisa.

De acordo com Aquino e colaboradores (2011) o IMC dos ratos e considerado normal quando os valores estao entre 0,38 e 0,68 g/cm2, padrao para a idade entre 30 e 150 dias, portanto os resultados desta pesquisa estao dentro destes padroes.

O IMC de ratos suplementados com racao contendo oleo de soja ou girassol, em pesquisa realizada por Santillan e colaboradores (2010) variou entre 0,50 e 0,57 g/cm2, resultados muito proximo aos encontrados nesta pesquisa. Ja Ebaid e colaboradores (2010) analizaram ratos sedentarios suplementados ou nao, com oleo de oliva e encontraram IMC entre 0,54 e 0,65 g/cm2, resultados superiores aos dos ratos suplementados com oleo de coco extravirgem.

Os resultados da avaliacao da circunferencia abdominal dos ratos apos 12 semanas de experimentacao estao dispostos na Tabela 1. A medida da circunferencia abdominal dos animais do grupo DTOC foi significativamente menor do que o dos demais grupos (p<0,05) (tabela 1).

Em pesquisa realizada por Aquino e colaboradores (2011) foi avaliado o efeito do oleo de buriti sobre o perfil lipidico em 30 ratos dividido em dois grupos EBB--grupo experimental com oleo de buriti (12,41 [+ o -] 1,07 cm) e EBR--grupo experimental com oleo de buriti refinado (12,25 [+ o -] 0,75 cm). Esses resultados sao inferiores aos obtidos nesta pesquisa.

Ao comparar os resultados da circunferencia abdominal encontrados no grupo DTOC (14,24 [+ o -] 0,75 cm) com os resultados obtidos por Caleiro e colaboradores (2012), ao avaliar o efeito da suplementacao de oleo de coco extra virgem em 48 ratos sedentarios durante 12 semanas, dividido em dois grupos de ratos obesos com oleo de coco; machos (18,4 [+ o -] 0,9 cm); femeas (15,8 [+ o -] 1,6) e obesos sem oleo de coco; machos (16,5 [+ o -] 1,2 cm); femeas (15,4 [+ o -] 1,0 cm) resultados foram superiores aos encontrados nesta pesquisa.

Noveli e colaboradores (2007) no qual avaliaram uma dieta padrao durante 30 dias em 24 ratos com solucao de sacarose (23,2 [+ o -] 0,1 cm) e dieta rica em carboidratos (23,5 [+ o -] 0,6), nao demonstraram valores significativos em comparacao com os grupos DTOC (14,24 [+ o -] 0,75 cm); DSOC (15,41 [+ o -] 0,49 cm) e CS (15,42 [+ o -] 073 cm) resultados superiores aos encontrados nesta pesquisa.

A quantidade de gordura visceral encontrada no grupo DTOC foi significativamente menor do que o encontrado nos demais grupos (p>0,05) (Tabela). No grupo CDS foi verificada a maior quantidade de gordura visceral, qual seja 25,00 [+ o -] 8,42 g, ja os grupos CS e CDT nao apresentam diferenca estatisticamente significativos. Pelos resultados encontrados verificou-se que associacao do exercicio fisico e o consumo de oleo de coco extravirgem reduzem a gordura visceral em ratos dislipidemico.

Os resultados encontrados por Choi e colaboradores (2004) na avaliacao do oleo de soja hidrogenado associado a 21% de CLA em 48 ratos sao superiores aos encontrados nesta pesquisa. Em pesquisa realizada por Porto e colaboradores (2011) na qual verificou os efeitos cronicos de uma dieta (H) hiperlipidica (14,5 [+ o -] 0,8 g) em 40 ratos adultos sedentarios e exercitados tambem foram encontrados resultados superiores aos do grupo DTOC.

Resultados semelhantes foram encontrados por Shirai e colaboradores (2016) na qual verificou os efeitos de uma dieta rica em gordura em 24 ratos obesos tambem foram encontrados resultados superiores aos desta pesquisa.

O protocolo do treinamento fisico foi executado durante 10 semanas para verificar as possiveis modificacoes corporais em ratos dislipidemicos. Apos a execucao do protocolo, foi verificado que ocorreu reducao no peso corporal, IMC, circunferencia abdominal e gordura visceral dos ratos submetidos ao treinamento fisico. A obesidade esta relacionada a inatividade fisica e a ingestao calorica elevada Rossett (2014), o que pode ser comprovado nesta pesquisa.

Resultados semelhantes aos desta pesquisa foram encontrados por Pozzebon, Liberali e Navarro (2009), ao comparar dietas isoladas com oleos em ratos sedentarios. O exercicio fisico possui a capacidade de controlar e diminuir o peso corporal (Thomas e colaboradores, 2012), resultados encontrados nestas pesquisas em ratos exercitados dislipidemicos.

Zhang e colaboradores (2011), afirmam que ratos sedentarios suplementados com dieta rica em gorduras tornaram-se obesos. Liu e colaboradores (2015), realizaram um programa de exercicio fisico em ratos obesos suplementados com dietas ricas em gorduras e detectaram reducao do peso corporal, resultados semelhantes aos desta pesquisa.

De acordo Stiegler e Cunliffe (2006), os exercicios aerobios sao importantes reguladores da massa magra e da taxa metabolica basal em individuos obesos suplementados com dieta hipocalorica.

Essas informacoes foram comprovadas por Evans e colaboradores (1999), que associaram dieta e exercicio aerobico em mulheres obesas por 16 semanas, nas quais foram encontrados resultados semelhantes aos desta pesquisa em ratos dislipidemicos.

O indice de massa corporal e uma das medidas utilizadas para avaliar o nivel de obesidade. Resultados encontrados por Abreu e colaboradores (2014), na avaliacao de ratos sedentarios alimentados com dieta rica em gordura comparados com ratos alimentados com dieta padrao detectaram aumento do indice de massa corporal dos ratos que consumiram a dieta rica em gordura.

Um programa de exercicio fisico bem elaborado pode resultar em modificacoes tais como, reducao do IMC e da gordura visceral. Ebaid e colaboradores (2010), avaliaram um grupo de ratos suplementados com dieta hipercalorica comparando-os com ratos que consumiram dieta padrao. Foi verificado que houve aumento do indice de massa corporal dos ratos suplementados quando comprados com os ratos alimentados com dieta padrao.

Nos resultados do indice de massa corporal desta pesquisa nao se verificou diferenca estatisticamente significativas, mas, verificou-se o aumento do teor proteinas muscular dos ratos e uma diminuicao estatisticamente significativa na gordura corporal, quando comparados aos valores encontrados nesta pesquisa como pode ser verificado na tabela 2.

A pratica de exercicio fisico e o controle da ingestao calorica podem contribuir com aumento do gasto de energetico e consequentemente favorecendo o controle do peso corporal que esta diretamente relacionado com o aumento do IMC.

Apos 10 semanas de treinamento fisico foi verificada a reducao da gordura visceral estatisticamente significativa e circunferencia abdominal (p<0,05) nos grupos treinados quando comparados aos grupos sedentarios. A gordura visceral ou intraabdominal se encontra fixada aos orgaos internos, que se diferencia da gordura subcutanea que se encontrada localizada abaixo da pele e intramuscular.

De acordo com Marques, Gabbiati e Gravena (2015) a pratica regular do exercicio fisico associado a uma dieta equilibrada pode reduzir a gordura visceral e abdominal, fato comprovado nesta pesquisa. A dieta hiperlipidica vem sendo muito estudada e associada com a obesidade devido ao aumento da adiposidade visceral (Lovoie e colaboradores, 2005; Manzoni e colaboradores, 2005).

Segundo os autores Duarte e colaboradores (2007), Bernandes e colaboradores (2004), Gaiva e colaboradores (2001) e Scharauwen e Westertep (2000) a adiposidade se divide em tecido adiposo retroperitoneal, epididimal e visceral, como encontrado aos desta pesquisa.

Ao analisar ratos alimentados com oleo de soja hidrogenado e acido linoleico comparando-os com dieta padrao, Choi e colaboradores (2004), Baranowski e colaboradores (2012), ao analisar a eficiencia do oleo de linhaca e acido linoleico em ratos obesos, encontraram valores de gordura visceral superiores aos encontrados nesta pesquisa nos grupos exercitados dislipidemicos com ou sem oleo de coco extra virgem.

Ramirez-Velez e colaboradores (2012) justificam que resultados como estes podem ser devidos a pratica constante do exercicio fisico ter a capacidade de aumentar a taxa metabolica basal e consequentemente aumentar a massa magra.

Evidencias de que o exercicio fisico contribui com o desenvolvimento da obesidade ja esta bastante claro. Nesta pesquisa o exercicio fisico foi possivelmente capaz de aumentar mobilizacao e utilizacao da gordura como substrato energetico existente nos grupos com ratos dislipidemicos. E sabido que outras variaveis tais como, intensidade do exercicio, duracao e dieta sao predominantes em relacao a utilizacao e diminuicao da gordura corporal, no qual resultados semelhantes foram encontrados por Ruby e Borges (1994) e Borsheim e colaboradores (2000) aos desta pesquisa.

De acordo com Liau e colaboradores (2011), Norulaini e colaboradores (2009), Handayani, Sulistyo e Rahayu (2009), Hargrave, Azaim e Miner (2005) outro fato que pode ter contribuindo para a reducao da gordura visceral foi a oxidacao de acidos graxos de cadeia media que se encontram no oleo de coco extra virgem, na qual apresentam rapida absorcao, metabolizacao e inibicao do acumulo de gordura corporal.

O oleo de coco extravirgem tambem apresenta efeito termogenico (Nevin e Rajamohan, 2008) capaz de aumentar a beta oxidacao (Arunimaa e Rajamohan, 2014; Nevin e Rajamohan, 2004) e reduzir a producao de enzimas lipogenicas hepaticas em ratos (Enig, 2006).

CONCLUSAO

A associacao da pratica do exercicio fisico e oleo de coco extravirgem contribuiu com a reducao do peso corporal, circunferencia abdominal, gordura visceral em ratos dislipidemicos. Portanto, os resultados indicam que a pratica do exercicio fisico rotineiramente associado ao consumo do oleo de coco extravirgem e uma opcao para individuos obesos ou nao que visam a melhoria de suas taxas metabolicas.

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Recebido para publicacao em 19/03/2019

Aceito em 21/04/2019

Irinaldo Capitulino de Souza (1)

Joao Andrade da Silva (2)

(1) - Centro de Ciencia da Saude, Campus I, Universidade Federal da Paraiba (UFPB), Joao Pessoa-PB, Brasil.

(2) - Programa de pos-graduacao em Ciencia e Tecnologia de Alimentos, Centro de Ciencia e Tecnologia (CT), Campus I, Universidade Federal da Paraiba (UFPB), Joao Pessoa-PB, Brasil.

E-mails dos autores:

irinaldopersonal@gmail.com

joaoctdr@gmail.com.
Tabela 1 - Resultados dos parametros murinometricos em ratos
sedentarios e exercitados suplementados com oleo de coco extravirgem.

Parametros                                     Grupos
murinometricos       CS                        CDS

Peso (g)             356,25 [+ o -] 19,31 (a)  372,50 [+ o -] 17,08 (ab)
IMC (g/[cm.sup.2])     0,52 [+ o -] 0,04 (a)     0,53 [+ o -] 0,05 (a)
Gordura visceral      14,24 [+ o -] 6,08 (a)    25,00 [+ o -] 8,42 (b)
CA (cm)               15,42 [+ o -] 0,73 (a)    15,21 [+ o -] 1,22 (a)
CT (cm)               16,71 [+ o -] 1,52 (a)    17,35 [+ o -] 1,18 (b)

Parametros
murinometricos       CDT                        DTOC

Peso (g)             358,75 [+ o -] 19,31 (ab)  327,50 [+ o -] 31,75 (a)
IMC (g/[cm.sup.2])     0,55 [+ o -] 0,04 (a)      0,51 [+ o -] 0,03 (a)
Gordura visceral      11,38 [+ o -] 2,89 (a)      3,52 [+ o -] 0,62 (c)
CA (cm)               16,57 [+ o -] 1,42 (a)     14,25 [+ o -] 0,75 (b)
CT (cm)               18,95 [+ o -] 1,37 (b)     16,33 [+ o -] 1,21 (a)

Legenda: Letras sobrescritas diferentes na mesma linha indicam que
houve diferenca estatistica de acordo com two-way ANOVA e teste de
Tukey (p<0.05). IMC = indice de massa corporal; CA = circunferencia
abdominal; CT = circunferencia toracica; CS = grupo controle
sedentario; CDS = grupo controle dislipidemico; CDT = grupo
dislipidemico com treinamento; DSOC = grupo sedentario dislipidemico e
gavagem com oleo de coco; DTOC = grupo treinado, dislipidemico e
gavagem com oleo de coco extravirgem.
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Author:Souza, Irinaldo Capitulino de; Silva, Joao Andrade da
Publication:Revista Brasileira de Nutricao Esportiva
Date:Jul 1, 2019
Words:9085
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