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NAO HA RELACAO ENTRE AS AREAS DE CONHECIMENTO (SAUDE, EXATAS E HUMANAS) COM O NIVEL DE ATIVIDADE FISICA EM PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR DO DISTRITO FEDERAL.

INTRODUCAO

A pratica regular de atividade e/ou exercicio fisico esta associada a reducao do risco de mortalidade prematura, doenca coronariana, hipertensao, cancer, diabetes mellitus, obesidade, estresse emocional e disturbios musculoesqueleticos (Artinian e colaboradores, 2010; Keenan, Labarthe, Hong, 2013; O'donovan e colaboradores, 2014).

Conquanto, estilo de vida sedentario com habitos ruins mediam uma serie de fatores que podem levar a diversas doencas cronicas nao transmissiveis afetando a qualidade de vida e funcionalidade do individuo (Agha, Al-dabbagh, 2010).

Nesta perspectiva, e preciso entender que o sedentarismo e uma condicao preocupante e esta aumentando cada vez mais (Agha, Al-dabbagh, 2010; Gonzalesgross, Melendez, 2013).

Portanto, torna-se necessario investigacoes com o intuito de analisar os niveis de atividade fisica e suas relacoes com as atividades diarias a fim de sugerir quaisquer associacoes do sedentarismo ou baixo nivel de atividade fisica com o cotidiano da pessoa.

Atualmente, a populacao esta gastando cada vez mais tempo em ambientes que nao apenas limitam a atividade fisica, mas exigem um prolongado tempo sentado como no trabalho, em casa, nos carros e nos ambientes sociais (James e colaboradores, 2003) locais de trabalho, escolas, residencias e espacos publicos estao sendo projetados de maneiras que minimizem o movimento humano e a atividade muscular (Owen e colaboradores, 2010).

Essas mudancas tem um efeito negativo no ser humano, uma vez que as pessoas se movimentam menos e sentam-se mais (James e colaboradores, 2003; Owen e colaboradores, 2010).

Neste sentido, considera-se que profissoes como professor, medico, advogado, engenheiro, arquiteto e maioria das profissoes de nivel superior exigem das pessoas uma alta parcela do dia sentados. O que faz com que aumente o nivel de sedentarismo desses profissionais (Kouvonen e colaboradores, 2006).

Professores de nivel superior, talvez tenham um alto nivel de sedentarismo proveniente a sua rotina que apos ministrar aulas, o professor passa muito tempo sentando preparando a aula, corrigindo trabalhos, desenvolvendo projetos e atendendo alunos/orientandos. Entretanto, a uma duvida no que tange a influencia da area de conhecimento no nivel de sedentarismo dessa populacao.

Contudo o presente estudo tem como objetivo verificar a relacao das grandes areas (saude, exatas e humanas) com o nivel de atividade fisica em professores de uma instituicao privada do Distrito Federal.

MATERIAIS E METODOS

Amostra

A amostra foi constituida por 46 voluntarios de ambos os sexos, professores em uma faculdade privada do Distrito Federal. Sendo eles da area da saude (28%), humanas (38%) e exatas (26%).

Para participar do estudo, os voluntarios tiveram que assinar o termo de consentimento livre esclarecido (TCLE). Esse estudo foi aprovado pelo Comite de Etica em Pesquisas do Centro Universitario de Belo Horizonte parecer 167-234.

Criterio de inclusao

O criterio de inclusao adotado no presente estudo foi: ser professor do ensino superior, assinar o TCLE e responder o questionario internacional do nivel de atividade fisica (IPAQ).

Procedimentos

Apos a assinatura do TCLE os participantes foram submetidos a responder o IPAQ para que os pesquisadores possam quantificar o nivel de atividade fisica destes professores de ensino superior.

Questionario internacional do nivel de atividade fisica

Os participantes relataram a frequencia e a duracao de atividades vigorosas, moderadas e atividades de caminhada, bem como tempo medio gasto sentado em um dia de semana, durante os ultimos sete dias. A partir desse questionario, e calculado o equivalente metabolico (METS) estimado.

Instrumentos de auto relato, como o IPAQ, alertam os participantes para relatar atividades com duracao de pelo menos 10 minutos, refletindo recomendacoes globais sobre atividade fisica para a saude que afirmam que a atividade aerobica deve ser realizada em periodos de pelo menos 10 minutos de duracao (IPAQ, 2005; WHO, 2011). Desta forma, os voluntarios foram divididos em suficientemente ativos (16%) minimamente ativos (42%) e inativos (36%).

Estatistica

Os dados descritivos sao expressos em media e desvio padrao. A normalidade dos dados foi testada por meio do Shapiro-Wilk test. Para caracterizacao da amostra foi utilizado um teste T independente estratificando o genero (masculino e feminino).

A analise de variancia foi utilizada para comparar a idade, carga horaria semanal, nivel de atividade fisica (METS) e o tempo de docencia de acordo com a area do profissional (saude, humanas e exatas).

Foi realizada correlacoes lineares entre as variaveis para identificar possiveis associacoes. Foi utilizado o valor de P<0,05 para identificar as possiveis diferencas. O programa utilizado foi o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versao 20.

RESULTADOS

Os dados alusivos a caracterizacao da amostra de acordo com o genero (masculino e feminino) estao expressas na tabela 1.

Observa-se na tabela 1, que nao ha diferenca entre a idade, carga horaria semanal e tempo de docencia entre homens e mulheres.

Entretanto, houve uma diferenca significativa no que tange o nivel de atividade fisica de acordo com os METS, em que homens se apresentaram mais ativos que mulheres.

Ao observar a figura 1, verifica-se que poucas pessoas levam um estilo de vida ativo ao ponto que maioria delas levam um estilo de vida minimamente ativo ou inativo.

A tabela 2 apresenta a analise de variancia comparando a idade, carga horaria semanal, nivel de atividade fisica (METS) e o tempo de docencia de acordo com a area do profissional (saude, humanas e exatas).

Verifica-se na tabela 2, que nao ha diferencas significativas quando sao separados os grupos de acordo com a area de especializacao sobre as variaveis idade, carga horaria, METS e tempo de docencia.

O quadro 1 apresenta as correlacoes das variaveis expressas no presente estudo.

Ao verificar o quadro 1, observa-se que so ha correlacao significativa entre as variaveis tempo de docencia e idade.
Figura 1- Classificacao da amostra de acordo com o nivel de atividade
fisica.

Suficientemente     8
ativo
Minimante ativo    20
Inativo            18

Note: Table made from bar graph.


DISCUSSAO

Os principais resultados do presente estudo sugerem que nao ha diferenca significativa no nivel de atividade fisica, idade, carga horaria semanal e tempo de docencia entre os professores da area de saude, humanas e exatas.

Adicionalmente, nenhuma variavel apresentou associacao significativa com o nivel de atividade fisica. Observou-se apenas correlacao do tempo de docencia com a idade, o que era de se esperar, uma vez que pelo individuo ser mais velho, tivera mais tempo para dar aula em instituicoes de ensino superior.

Esses resultados podem ser justificados pelo fato de que, independente da area, todos os professores tiveram uma carga horaria semanal semelhante, portanto, podese considerar que a demanda de trabalho e tempo para o lazer e esporte seja parecido para todos.

Desta forma, nao houve diferenca significativa no nivel de atividade fisica quando comparadas as areas da saude, exatas e humanas.

Entretanto, pode-se observar no presente estudo, que mulheres apresentaram menores niveis de atividade fisica em relacao aos homens. Achado que tambem foi encontrado por Wanner e colaboradores (2014), em que verificaram que homens possuem um maior nivel de atividade fisica em relacao as mulheres.

Esse baixo nivel de atividade fisica em mulheres em relacao aos homens pode ser justificado pelo fato de que, culturalmente, os homens durante a infancia, realizam atividades fisicas mais vigorosas em relacao as mulheres, o que vai refletir diretamente na sua condicao e habitos adultos (Cerin e colaboradores, 2005), corroborando com os achados de Ferreira e colaboradores (2007), em que identificaram menores valores no nivel de atividade fisica das mulheres em relacao aos homens.

Para o nosso conhecimento, esse e o primeiro estudo que traz a relacao das areas de conhecimento (saude, exatas e humanas) com o nivel de atividade fisica em professores de uma instituicao de ensino superior, que, nao obstante nao tenha trazido diferencas significativas entre os grupos. O presente estudo levanta dados do nivel de atividade fisica de professores de ensino superr que ainda nao esta no nivel adequado de acordo com as recomendacoes para a saude (Benedetti e colaboradores, 2007; Matsudo e colaboradores, 2002).

O estudo possui algumas limitacoes que devem ser expostas. Primeiro, por se tratar de um estudo transversal e impossivel estabelecer relacoes causais entre as variaveis. Segundo o numero da amostra e limitado, apenas 46 voluntarios. Entretanto, o numero das amostras esta condiz a maioria dos professores da instituicao.

Portanto, nao obstante seja uma amostra limitada, ela condiz com a realidade das instituicoes privadas. Outra limitacao do presente estudo e o fato do IPAQ ser um instrumento de auto percepcao o que faz com que a pessoa possa mentir e/ou omitir seus dados.

Apesar das limitacoes do presente estudo, vale ressaltar que a viabilidade e os custos sao importantes fatores a se considerar nessa pesquisa, uma vez que os metodos de auto percepcao sao mais baratos e aplicaveis.

Para quantificar o nivel de atividade fisica (Benedetti e colaboradores, 2007).

Alem dos custos menores, o IPAQ, e um que pode ser utilizado especialmente para grandes estudos (Troiano e colaboradores, 2012).

Neste sentido, dados coletados de questionarios de atividade fisica em grandes grupos populacionais juntamente com exames de saude, sao usados para monitorar tendencias seculares e examinar quantitativamente associacoes entre atividade fisica e saude (Hallal e colaboradores, 2012; Stamatakis, Hillsdon e Primatesta, 2007), alem de possibilitar o ajuste estatistico para atividade fisica como um potencial mediador em muitas condicoes de interesse em estudos epidemiologicos (Admiraal e colaboradores, 2011; Hamilton e colaboradores, 2008; Haskell, 2012; Owen e colaboradores, 2010; Slentz e colaboradores, 2005; Stamatakis, Hillsdon e Primatesta, 2007; Troiano e colaboradores, 2012; Wanner e colaboradores, 2014).

Destarte, os resultados do presente estudo sugerem que nao ha relacao da area de conhecimento (saude, humanas e exatas) com o nivel de atividade fisica. Entretanto ainda e necessario continuar com estrategias de promocao de atividade fisica para atingir a populacao sedentaria dentro das recomendacoes atuais para a saude.

Contudo, sugere-se mais estudos verificando o nivel de atividade fisica nessa populacao com um maior numero de amostra.

REFERENCIAS

1-Admiraal, W.M.; Van Valkengoed, I.G.M.; de Munter, J.S.L.; Stronks, K.; Hoekstra, J.B.L.; Holleman, F. The association of physical inactivity with Type2 diabetes among different ethnic groups. Diabetic Medicine. Vol. 28. Num. 6. p. 668-672. 2011.

2-Agha, S.Y.; Al-dabbagh, S. A. Level of physical activity among teaching and support staff in the education sector in Dohuk, Iraq. Eastern Mediterranean Health Journal. Vol. 16. Num. 12. p. 1278-1284. 2010.

3-Artinian, N.T.; Fletcher, G.F.; Mozaffarian, D.; Kris-Etherton, P.; Van Horn, L.; Lichtenstein, A.H.; Kumanvika, S.; Hayman, L.; Ewing, L.J.; Ades, P.A.; Durstine, J.L.; Houston-Miller, N. Burke, L.E. Interventions to promote physical activity and dietary lifestyle changes for cardiovascular risk factor reduction in adults: A scientific statement from the american heart association. Circulation. Vol. 122. Num. 4. p. 406-441. 2010.

4-Benedetti, T. R. B.; Antunes, P.C.; Rodriguez-Anez, C.R.; Mazo, G.Z.; Petroski, E.L. Reproducibility and validity of the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) in elderly men. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 13. Num. 1. p. 9e-13e. 2007.

5-Cerin, E.; Leslie, E.; Bauman, A.; Owen, N. Levels of physical activity for colon cancer prevention compared with generic public health recommendations: Population prevalence and sociodemographic correlates. Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention. Vol. 14. Num. 4. p. 1000-1002. 2005.

6-Ferreira, S.; Bergamaschine, R.; Rosa, M.; Melo, C.; Miranda, R.; Filho, B. Avaliacao do nivel de atividade fisica de estudantes de graduacao das areas saude/biologica. v. 13, p. 39-42, 2007.

7-Gonzales-gross, M.; Melendez, A. Sedentarism, active lifestyle and sport: impact on health and obesity prevention. Nutricion Hospitalaria. Vol. 28. p. 89-98. 2013.

8-Hallal, P.C.; Andersen, L.; Bull, F.C.; Guthold, R.; Haskel, W.; Ekelund, U.; Bauman, A.; Blair, S.N.; Browson, R.C.; Craig, C.L.; Goenka, S.; Reis, R.S.; Wells, J.C. Global physical activity levels: Surveillance progress, pitfalls, and prospects. The Lancet. Vol. 380. Num. 9838. p. 247-257. 2012.

9-Hamilton, M.T.; Healy, G.N.; Dunstan, D.W.; Zderic, T.W.; Ownen, N. Too little exercise and too much sitting: Inactivity physiology and the need for new recommendations on sedentary behavior. Current Cardiovascular Risk Reports. Vol. 2. Num. 4. p. 292-298. 2008.

10-Haskell, W. L. Physical Activity by Self-Report: A Brief History and Future Issues. Journal of Physical Activity and Health. Vol. 9. Num. s1. p. S5-S10. 2012.

11-IPAQ. Guidelines for Data Processing and Analysis of the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) - Short and Long Forms, revised on November 2005. Ipaq, n. November. p. 1-15. 2005.

12-James, H.; Holly, W.R.; George, R.W.; John, P.C. Obesity and the Environment: Where Do We Go from Here? Science. Vol. 301. Num. 5633. p. 598b-598. 2003.

13-Keenan, N.; Labarthe, D.; Hong, Y. National surveillance definitions for hypertension prevalence and control among adults. Circ Cardiovasc Qual Outcomes. p. 1-19. 2013.

14-Kouvonen, A.; Kivimaki, M.; Elovainio, M.; Pentti, J.; Linna, A.; Virtanen, M.; Vahtera, J. Effort/reward imbalance and sedentary lifestyle: An observational study in a large occupational cohort. Occupational and Environmental Medicine. Vol. 63. Num. 6. p. 422-427. 2006.

15-Matsudo, S.M.; Matsudo, V.R.; Araujo, T.; Andrade, D.; Andrade, E.; Oliveira, L. Physical activity level of Sao Paulo State population: an analysis based on gender, age, socioeconomic status, demographics and knowledge. Revista Brasileira de Ciencia e Movimento. Vol. 10. Num. 4. p. 2002. 2002.

16-O'donovan, C.; Lithander, F.E.; Raftery, T.; Gormley, J.; Mahmud, A.; Hussey, J. Inverse Relationship between Physical Activity and Arterial Stiffness in Adults with Hypertension. Journal of Physical Activity and Health. Vol. 11. Num. 2. p. 272-277. 2014.

17-Owen, N.; Sparling, P.B.; Healy, G.N.; Dunstan, D.W.; Matthews, C.E. Sedentary Behavior: Emerging Evidence for a New Health Risk. Mayo Clinic Proceedings. Vol. 85. Num. 12. p. 1138-1141. 2010.

18-Slentz, C.A.; Aiken, L.B.; Houmard, J.A.; Bales, C.W.; Johnson, J.L.; Tanner, C.J.; Duscha, B.D.; Kraus, W.E.; Cris, A.; Houmard, J.A.; Connie, W.; Role of Exercise in Reducing the Risk of Diabetes and Obesity Inactivity, exercise, and visceral fat. STRRIDE: a randomized, controlled study of exercise intensity and amount. J Appl Physiol. Vol. 99. p. 1613-1618. 2005.

19-Stamatakis, E.; Hillsdon, M.; Primatesta, P. Domestic Physical Activity in Relationship to Multiple CVD Risk Factors. American Journal of Preventive Medicine. Vol. 32. Num. 4. 2007.

20-Troiano, R. P.; Gabriel, K.K.P.; Welk, G.J.; Owen, N.; Sternfeld, B. Reported Physical

Activity and Sedentary Behavior: Why Do You Ask? Journal of Physical Activity and Health. Vol. 9. Num. s1. p. S68-S75. 2012.

21-Wanner, M.; Probst-Hensch, N.; Kriemler, S.; Meier, F. Bauman, A.; Martin, B.W.; What physical activity surveillance needs: Validity of a single-item questionnaire. British Journal of Sports Medicine. Vol. 48. Num. 21. p. 15701576. 2014.

22-World Health Organization. Recommendations on Physical Activity for Health 18-64 years old. World Health Organization. 2011.

Hugo de Luca Correa (1), Henrique de Oliveira Castro (3) Amanda da Silva Alves (4), Rodrigo Vanerson Passos Neves (2) Claudio Avelino Rodrigues dos Santos (3), Gustavo Neves de Souza Gomes (3) Michel Kendy de Souza (2), Thiago dos Santos Rosa (2)

(1)-Universidade Catolica de Brasilia, Brasil.

(2)-Programa de pos-graduacao Stricto Sensu em Educacao Fisica da Universidade Catolica de Brasilia, Brasil.

(3)-Centro Universitario Estacio de Brasilia, Brasil.

(4)-Faculdade ICESP de Brasilia, Brasil.

E-mail dos autores: hugo.efucb@gmail.com amandaadsa20@gmail.com mks_gtr@hotmail.com henriquecastro88@gmail.com claudioavelinosantos@gmail.com gustavohipertrofico@gmail.com rpassosneves@yahoo.com.br thiagoacsdkp@yahoo.com.br

Recebido para publicacao 21/10/2018

Aceito em 28/01/2019
Tabela 1 - Descricao da amostra de acordo com o genero (masculino e
feminino).

Variaveis        Masculino             Feminino             Valor
                 (n=29)                (n=18)               de p

Idade(anos)      42,55 [+ or -] 11,16  40,00 [+ or -] 9,01  0,41
Carga horaria    26,58 [+ or -] 12,74  26,88 [+ or -] 9,26  0,93
semanal
METS              2,91 [+ or -] 2,51    1,49 [+ or -] 1,10  0,01
Tempo de         12,59 [+ or -] 9,90   10,95 [+ or -] 7,13  0,54
docencia(anos)

Tabela 2 - Analise de variancia de acordo com a area de ensino.

Variaveis       Total                 Area da saude
                                      (n=14)

Idade(anos)     41,58 [+ or -] 10,48  43,94 [+ or -] 9,54
Carga horaria   26,71 [+ or -] 11,55  25,47 [+ or -] 11,15
semanal
METS             2,28 [+ or -] 2,13    2,25 [+ or -] 2,39
Tempo de        11,97 [+ or -] 8,99   12,50 [+ or -] 8,58
docencia(anos)

Variaveis       Area de exatas       Area de humanas
                (n=13)               (n=19)

Idade(anos)     35,92 [+ or -] 7,36  44,23 [+ or -] 12,76
Carga horaria   29,5 [+ or -] 10,53  25,53 [+ or -] 13,45
semanal
METS             3,16 [+ or -] 2,01   1,33 [+ or -] 1,48
Tempo de         9,55 [+ or -] 7,47  13,82 [+ or -] 11,02
docencia(anos)

Quadro 1 - Correlacoes entre as variaveis idade, METS, carga horaria e
tempo de docencia.

                          Idade      METS   Carga Horaria  Tempo de
                                                           docencia
Idade (anos)                         -0,12   0,08           0,20
METS                      -0,12             -0,21          -0,10
Carga Horaria semanal      0,086     -0,21                  0,20
Tempo de docencia (anos)   0,73 (*)  -0,10   0,20

Legenda: (*) Correlacao significativa.
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Author:Correa, Hugo de Luca; Castro, Henrique de Oliveira; Alves, Amanda da Silva; Neves, Rodrigo Vanerson
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Mar 1, 2019
Words:3107
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