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Morfometric analysis of quadricipte angle and the relation whit osteomioarticularis injures in militaries/Analise morfometrica do angulo do quadriceps e sua relacao com lesoes osteomioarticulares em militares.

INTRODUCAO

O angulo do quadriceps (Q) e uma medida clinica do alinhamento da musculatura do quadriceps femoral em relacao as estruturas do sistema esqueletico subjacentes a pelvis, ou seja, femur e tibia. Esta medida prove uma estimativa razoavel do vetor de forca que age no sentido de lateralizacao da patela durante a contracao do quadriceps (Schulthies e colaboradores, 1995; France e Nester, 2001; Machado e Amorin, 2005).

Desde a decada de 60 o angulo Q vem sendo avaliado sob diversos aspectos e metodos que determinaram valores variando entre 6 e 27 , com um valor medio de aproximadamente 15 e esta alta variabilidade morfometrica pode ser determinada por fatores intrinsecos que incluem o proprio angulo Q, a morfologia articular, a presenca de instabilidade articular e influencias hormonais ou fatores extrinsecos como forca muscular, padroes de ativacao neuromuscular e forcas biomecanicas anormais (Barrett e colaboradores, 2002; Matava e colaboradores, 2002). Considerara-se que o angulo Q aumentado e indicativo de malignitude do mecanismo extensor do joelho e tem sido associado com dor no joelho (Kannus e colaboradores, 1987; Maffulli, 2001; Witvrouw e colaboradores, 2004; Machado e Amorin, 2005), disfuncoes patelares (Elias e White, 2004), hipermobilidade articular (Sendur e colaboradores, 2005) e patologias por overuse de membros inferiores (Cowan e colaboradores, 1996; Neely, 1998). Entretanto, alguns estudos recentes vem questionando esses conceitos (Grubbs e colaboradores, 1997; Nissen e colaboradores, 1998; Heiderscheit e colaboradores, 2000).

Quando aumentado, o angulo Q tende a exercer uma sobrecarga de pressao em sentido lateral da patela durante o contato com a troclea do condilo lateral do femur, enquanto diminuido o angulo Q tende a aumentar a pressao no sentido medial (Huberti e Hayes, 1984; Hirokawa, 1991). Essa pressao aumentada no mecanismo patelofemural e uma das fontes de dor no joelho e pode conduzir a degeneracao da cartilagem articular mesmo nos casos sem episodios de instabilidade (Fulkerson e Shea, 1990). As alteracoes da cartilagem articular tendem a evoluir e podem rapidamente levar a inaptidao funcional da articulacao e esta entre as causas mais frequentes de inaptidao cronica (Macarini e colaboradores, 2004).

Valores normais, diferencas entre genero sexual, entre individuos sintomaticos e assintomaticos tem sido relatados no que se refere ao angulo Q (France e Nester, 2001). Entretanto, nenhum dado foi encontrado na literatura utilizando a analise morfometrica de membros inferiores em militares do Exercito Brasileiro como objeto de estudo.

Face o exposto, o objetivo primario deste estudo foi verificar se existe relacao entre o aumento do angulo Q e a incidencia de lesoes osteomioarticulares de membros inferiores em militares do Exercito Brasileiro cursando a Escola de Educacao Fisica do Exercito (EsEFEx).

MATERIAL E METODOS

Participaram deste estudo 30 militares, alunos do Curso de Monitor de Educacao Fisica da EsEFEx, com idade entre 26,15 [+ or -] 2,00 anos, todos voluntarios e praticantes de atividade fisica regular e padronizada durante pelo menos 3 meses. Inicialmente os participantes assinaram um termo de consentimento e tiveram seus direitos assegurados; a seguir foram submetidos a um questionario para identificacao da incidencia de acometimentos clinico-cirurgicos osteomioarticulares na coluna lombar e membros inferiores. A partir desse questionario os individuos foram divididos em 2 grupos:

--Grupo 1: individuos sem historico de lesoes.

--Grupo 2: individuos com historico de lesoes. Em seguida, os individuos foram submetidos a morfometria da perimetria bilateral de coxa, marcacao dos pontos anatomicos de referencia atraves de tecnicas de palpacao e a colagem de etiquetas adesivas de cor branca com 13mm de diametro, no ponto central da patela (ponto 1), na tuberosidade da tibia (ponto 2) e na espinha iliaca antero-superior (ponto 3), realizada sempre pelo mesmo avaliador. Por ultimo cada individuo foi fotografado com resolucao de 640 por 480 pixels em postura padronizada (figura 1), utilizando-se uma camera da marca Concord[R] modelo MPEG-4 MOVIE (4 megapixel) acoplada sobre um tripe da marca Mirage[R] posicionado a uma distancia de 2,20m metros do plano de fundo e 80cm de altura do solo.

[FIGURE 1 OMITTED]

Uma regua de 11,0 cm foi afixada ao corpo do individuo para servir de referencia metrica para o ajuste da escala do software. A imagem foi transferida para um computador e analisada atraves da fotogrametria empregando-se o software Fisiometer 3.0 para a obtencao do valor do angulo Q em graus.

A fotogrametria e uma tecnica de analise quantitativa e qualitativa da postura humana, derivada da fotogrametria cartografica. A fotogrametria digital postural vem sendo desenvolvida para dar suporte ao ensino, pesquisa e pratica na analise da postura humana, alem disso, o software empregado na analise desta tecnica possui relatorio de confiabilidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Venturelli, 2006).

Para tal analise os individuos foram fotografados em posicao ortostatica anteroposterior (AP), pes juntos e paralelos com o quadriceps relaxado. A partir dessa imagem foram tracadas linhas unindo os pontos 3-1-2, respectivamente, utilizando o fisiometer 3.0 (figura 2). A uniao destas linhas forma no ponto central da patela uma angulacao (angulo Q) que foi mensurada bilateralmente em cada individuo (figura 3). Para a analise das fotos o Fisiometer foi previamente calibrado e a marcacao dos pontos feitas com zoom de 200%.

[FIGURE 2 OMITTED]

A perimetria bilateral de coxa foi obtida em 3 pontos de referencia distintos circundando-se a coxa com a fita antropometrica no plano paralelo ao solo. Ponto de referencia superior: 1 cm abaixo da prega glutea; Ponto de referencia medio: ponto medio femural; Ponto de referencia distal: 10 cm acima do bordo superior da patela (Carnaval, 1998).

Apos a obtencao dos dados, estes foram analisados pelo software Graphpad Pism, utilizando o teste de KolmogorovSmirnov para verificar a distribuicao de Gaussian e o teste "t" nao-pareado para verificar se existe diferenca entre os grupos, sendo considerado significativo quando apresentaram p [less than or equal to] 0,05.

[FIGURE 3 OMITTED]

RESULTADOS

Apos a categorizacao baseada na presenca ou nao de um historico de lesao os grupos apresentaram as caracteristicas descritas na tabela 1.

Quanto ao questionario respondido pelos participantes que compoem o grupo com historico de acometimentos de membro inferior (17 individuos), 65% relatou que ja teve lesao articular, sendo as lesoes de joelho e tornozelo as mais frequentes e com raros casos de recidiva e crepitacao articular, e um unico caso de luxacao de tornozelo. No que se refere a dor articular 59% relatou que sente dor sempre que pratica atividades fisicas e apenas 2 individuos relataram edema e dor constantemente. Raros casos de lesao e dor na coluna vertebral lombar foram relatados. As lesoes musculares foram relatas em 35% dos individuos e o grupamento muscular mais acometido foi a musculatura isquiotibial. No grupo sem historico de acometimentos foram relatados raros casos de dor articular durante e apos atividades fisicas.

As analises da perimetria de coxa de ambos os grupos nao revelaram dados significativos que possam sugerir interferencia dessa musculatura na morfometria do angulo Q do grupo estudado como demonstra a tabela 2.

Os resultados da analise do angulo Q atraves da fotogrametria demonstram que nao existe diferenca significativa entre os valores do angulo Q de ambos os membros inferiores nos grupos com e sem historico de lesao, conforme a tabela 3.

DISCUSSAO

As alteracoes da articulacao femoropatelar podem estar relacionadas a inumeras anomalias do complexo do joelho, como por exemplo, anormalidades do mecanismo contratil do quadriceps femural, variacoes anatomicas que pode ser a insercao anormal do musculo vasto medial ou do trato iliotibial na patela, alteracoes posturais do alinhamento do joelho incluindo o angulo Q, o geno valgo ou a hiperextensao do joelho, ou ainda degeneracao de estruturas do sistema esqueletico. Alem disso, o controle neuromotor do joelho envolve a atividade coordenada dos musculos, principalmente do quadriceps da coxa, fornecendo estabilidade ativa para essa articulacao, sendo a integridade proprioceptiva do joelho essencial para o controle neuromotor (Perry, 1992; Monteiro e colaboradores, 1999; Stillman, 2000). Dentre as causas que levam a instabilidade femoropatelar, podemos citar o aumento do angulo Q e a hipotrofia ou diminuicao de forca do vasto medial com prevalencia relativa do vasto lateral (Plaper, 1995). Nossos dados nao nos permitem afirmar se existe similaridade de forca muscular entre os grupos, entretanto, a analise da perimetria de coxa mostrou que nao existe diferenca entre a musculatura dos grupos estudados.

O angulo Q ainda e frequentemente utilizado na clinica por ser citado na literatura como um possivel preditor de lesoes no joelho. (Horton e Hall, 1989; Woodland e Francis, 1992; Messier e Pittala, 1998; Heiderscheit e colaboradores, 2000) ou como uma medida requerida para identificar os candidatos a cirurgia (Whiteside e Arima, 1995). Nossos dados demonstraram um aumento, sem significancia, nos valores do angulo Q do grupo com historico de lesao, sugerindo que a relacao entre o aumento do angulo Q e a incidencia de lesoes nao e tao estreita como descrita na literatura, especialmente em individuos ativos fisicamente. Grubbs (1997) e Mendonca e colaboradores (2005) ao analisarem esta relacao entre o aumento do angulo Q e lesoes nos membros inferiores, tambem nao encontraram associacoes significativas. Enquanto Cabral (2006) e Tunay e colaboradores (2003) demonstraram uma diminuicao do valor do angulo Q, da dor e ainda relatam a possibilidade de realinhamento do joelho com alongamento e reforco muscular. Fato que reforca nossa afirmacao quanto a fraca relacao do angulo Q com lesoes de membro inferior. Sacco e colaboradores (2006) encontraram valores entre 5 e 8 em homens ativos, entretanto nao demonstraram alteracao do angulo Q apos treinamento fisico. Em nosso estudo encontramos valores entre 6,9 e 8,3 , corroborando os valores encontrados por Sacco e colaboradores, para homens ativos.

Alguns investigadores consideram um angulo Q maior que 20 ser patologico, enquanto outros sugerem que valores entre 10-14 sao problematicos (Paulos e colaboradores, 1980; Insall e colaboradores, 1983). Esta falta do consenso pode ser devida em parte a ausencia de uma posicao padronizada da medida. Alguns autores diferem frequentemente com respeito a posicao ereta (Livingston e Spaulding, 2002) ou supina (Sendur e colaboradores, 2005; Cabral, 2006) e outros nem relatam a posicao (Tunay e colaboradores, 2003; Sacco e colaboradores, 2006). Alem disso, a forma de medicao do angulo Q pode causar variabilidade de valores. Por esses motivos fomos bastante criteriosos na padronizacao da posicao e na determinacao dos pontos de referencia durante a palpacao para colagem das etiquetas adesivas.

CONCLUSOES

Nas condicoes experimentais utilizadas, o presente trabalho verificou que nao ha relacao entre o aumento do angulo Q e lesoes de membros inferiores em adultos jovens fisicamente ativos.

Em virtude das diferencas metodologicas e dos diversos resultados encontrados na literatura consultada, sao necessarios novos trabalhos com medidas mais funcionais do angulo Q, a fim de avaliar a relacao da variabilidade dessa medida e o surgimento de patologias, especialmente no aspecto dinamico.

REFERENCIAS

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Recebido para publicacao em 06/11/2007

Aceito em 20/12/2007

Wescley Moreira de Moraes [1,3], Maximiliano Zimmermann [1,2], Wladimir Rafael Beck [1,3], Evandro Cordeiro [1,4], Carlos Jean Jacques Guedes [1,5], Fabio Alves Machado [6,7]

[1-] Programa de Pos Graduacao Lato Sensu em Fisiologia do Exercicio--Prescricao do Exercicio da Universidade Gama Filho--UGF;

[2-] Licenciado e bacharel em educacao fisica pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Regiao do Pantanal--UNIDERP;

[3-] Licenciado em educacao fisica pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS;

[4-] Licenciado em educacao fisica pela Universidade Assis Gurgacz--FAG;

[5-] Bacharel em educacao fisica pela Escola de Educacao Fisica do Exercito--EsEFEx;

[6-] Mestre em anatomia pela UFRJ;

[7-] Instituto de Pesquisa da Capacitacao Fisica do Exercito--Rio de Janeiro--Brasil.

Endereco para correspondencia: E-mail: maxzimm@gmail.com Rua Val de Palmas, 169. Bairro Monte Carlo. CEP: 79.022-800--CAMPO GRANDE--MS
Tabela 1. Categorizacao dos individuos participantes.

                    Idade (anos)          Peso (kg)

Grupo 1 (n=13)   25,2 [+ or -] 2,2    68,9 [+ or -] 8,0
Grupo 2 (n=17)   27,1 [+ or -] 1,8    74,0 [+ or -] 9,5
Valor p               0,018 *               0,132

                   Estatura (cm)            IMC
                                       (Kg/C[m.sup.2])

Grupo 1 (n=13)   171,0 [+ or -] 5,5   23,6 [+ or -] 2,1
Grupo 2 (n=17)   179,1 [+ or -] 5,0   23,1 [+ or -] 2,2
Valor p               0,0002 *              0,491

* Teste nao pareado (p<0,05) significante

Tabela 2. Dados da perimetria de coxa direita e esquerda.

                            Direita (cm)        Esquerda (cm)

Borda da base da patela
Grupo 1 (n=13)            40,1 [+ or -] 2,1   40,3 [+ or -] 2,5
Grupo 2 (n=17)            39,9 [+ or -] 2,5   39,6 [+ or -] 2,6
Valor p                         0,791               0,461

1/3 medio da coxa
Grupo 1 (n=13)            51,8 [+ or -] 3,6   51,8 [+ or -] 3,2
Grupo 2 (n=17)            51,3 [+ or -] 3,6   51,8 [+ or -] 3,9
Valor p                         0,720               0,974

Prega glutea
Grupo 1 (n=13)            56,4 [+ or -] 3,9   56,1 [+ or -] 3,5
Grupo 2 (n=17)            56,3 [+ or -] 4,2   56,4 [+ or -] 4,2
Valor p                         0,929               0,872

* Teste nao pareado (p<0.05) significante

Tabela 3. Dados referentes ao angulo Q, obtidos com
fotogrametria.

                     Esquerdo           Direito

Grupo 1 (n=13)   7,1 [+ or -] 4,9   6,9 [+ or -] 3,7
Grupo 2 (n=17)   8,3 [+ or -] 5,2   8,1 [+ or -] 5,7
Valor p               0,548              0,505

* Teste nao pareado (p < 0,05) significante
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Author:de Moraes, Wescley Moreira; Zimmermann, Maximiliano; Beck, Wladimir Rafael; Cordeiro, Evandro; Guede
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Nov 1, 2007
Words:3244
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