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Morfologia duplex doppler dos principais vasos sanguineos abdominais em pequenos animais.

Duplex doppler morphology of major abdominal blood vessels in small animals

INTRODUCAO

A ultra-sonografia Doppler e uma ferramenta diagnostica recente na Medicina Veterinaria de pequenos animais. A ultra-sonografia duplex Doppler e capaz de fornecer informacoes em tempo real sobre a arquitetura vascular e os parametros hemodinamicos dos vasos. O conhecimento dos tracados Doppler normais de cada vaso sanguineo e importante na deteccao e identificacao de cada um deles, no reconhecimento das alteracoes resultantes de patologias evidenciadas pela presenca ou ausencia de fluxo sanguineo no vaso supostamente acometido. O objetivo deste artigo foi revisar as informacoes publicadas em literatura que descrevem o padrao Doppler normal dos principais vasos sanguineos abdominais de pequenos animais, diante da escassez de artigos publicados sobre o tema.

Anatomia geral ecografica

A ultra-sonografia bidimensional convencional fornece informacoes sobre a localizacao de vasos, a avaliacao do diametro, a espessura e regularidade das paredes vasculares ou a presenca de estruturas anormais perivasculares ou intraluminais. Em geral, as estruturas anormais tem ecogenicidade diferente do conteudo do vaso. Porem, alguns trombos recentes podem ser anecoides e sua deteccao depende da avaliacao Doppler do fluxo sanguineo no vaso avaliado (FINN-BODNER & HUDSON, 1998).

Os vasos sanguineos abdominais tem estrutura tubular com paredes finas e bem definidas em plano longitudinal. As paredes sao paralelas hiperecoides e com aparencia linear. Em plano transversal, os vasos podem aparecer com aspecto oval ou circular e alguns sofrem alteracao na morfologia quando submetidos a compressao (SPAULDING, 1997). A presenca de sangue no lumen confere ao conteudo vascular um aspecto anecoide, caracteristica das estruturas que nao possuem eco, isto e, que nao transmitem onda sonora. Porem, quando o fluxo sanguineo e lento e o diametro do vaso e grande o suficiente, podem-se observar pontos hiperecoides que se movimentam e correspondem as celulas sanguineas (NYLAND & MATTOON, 2002).

Durante o exame de um vaso sanguineo, inicialmente observa-se o vaso usando-se a tecnica bidimensional e obtendo-se um plano longitudinal do mesmo. O eixo do feixe ultra-sonico e o eixo do vaso devem estar paralelos entre si, porem o angulo de insonacao (angulo formado entre a parede vascular e o cursor Doppler) nao deve ser maior que 60* (CERRI et al., 1998; YANIK, 2002). Isto e importante, pois os parametros velocimetricos do sangue calculados pela tecnica Doppler sao angulodependente (Figura 1).

Usando-se o modo Doppler colorido, e possivel determinar-se a presenca ou a ausencia de fluxo no vaso. Os parametros coloridos devem ser ajustados para que o lumen do vaso esteja preenchido somente com uma cor (isto e, sem ambiguidade de sinal detectado) e a informacao colorida nao ultrapasse o lumen vascular, mas que o mesmo esteja todo preenchido com cor (CERRI et al., 1998 ; KAWAKAMA et al., 1993). Por fim, o volume de amostra ou gate deve ser colocado em uma porcao especifica do vaso, em geral na regiao central, ocupando ate 2/3 do diametro (Figura 1). Usando-se a tecnica Doppler pulsado, um tracado pode ser obtido nesta regiao particular do vaso. Se o tracado Doppler estiver livre de artefatos, a imagem devera ser congelada e, apos correcao do angulo, deve-se proceder a analise da morfologia das ondas (CERRI et al., 1998).

[FIGURA 1 OMITIR]

Cada vaso possui uma assinatura particular, ou seja, um tracado caracteristico, que permite sua identificacao e a observacao de alteracoes patologicas.

Aorta abdominal

A aorta passa a ser chamada abdominal a medida que ingressa na porcao dorsocranial desta cavidade, atravessando o hiato aortico, dorsal ao diafragma e no plano medio sagital da cavidade retroperitoneal (CARVALHO, 2004). A melhor imagem da aorta abdominal em sua porcao caudal e obtida com o animal em decubito lateral direito. O transdutor e colocado na regiao caudodorsal do abdome, onde a pulsacao da aorta pode ser observada longitudinalmente, em posicao ventral as vertebras lombares, a esquerda e paralela ao trajeto da veia cava caudal. A parte cranial da aorta abdominal (cranial a arteria frenicoabdominal esquerda) nao e de facil visibilizacao, especialmente em caes com torax profundo, devido aos artefatos ocasionados pelo gas no trato gastrintestinal e pelas costelas. As vezes, quando ha muito gas, pode ser mais facil obterse uma imagem sagital da regiao cranial da aorta em decubito dorsal, medialmente ao rim direito (KAMIKAWA, 2003; SZATMARI et al., 2001). A aorta possui um perfil tipico de velocidade de fluxo laminar do tipo achatado e a morfologia da onda e tipica de um fluxo de padrao de alta resistividade. Possui pico sistolico afilado, com uma janela espectral larga e bem definida (Figura 2). A distribuicao de velocidade e estreita. Pode ainda haver variacao na velocidade de fluxo sanguineo, dependendo da regiao abdominal na qual foi efetuada a avaliacao. O pico sistolico e seguido por uma onda de fluxo retrogrado; depois, pode ser vista uma onda de fluxo anterograda (CERRI et al.,1998). Se houver uma pausa maior entre duas contracoes ventriculares, pode-se ainda observar ondas adicionais com velocidades mais baixas (SZATMARI et al., 2001).

[FIGURA 2 OMITIR]

Arterias iliacas internas

As arterias iliacas internas direita e esquerda sao os ultimos ramos da aorta. Elas sao responsaveis pela irrigacao da pelve e se originam simetricamente da superficie lateral da aorta. Caudal a este ponto, a aorta torna-se a arteria sacral mediana (KAMIKAWA, 2003). Sugere-se o decubito lateral para avalia-las, pois nesta posicao ha menor atenuacao do feixe sonoro pelos tecidos superficiais. Pode-se detectar um perfil de velocidade de fluxo semiparabolico e com padrao de alta resistividade. Observam-se picos sistolicos afilados, com uma janela espectral muito pequena. Ha uma pequena quantidade de fluxo retrogrado protodiastolico; depois, o fluxo torna-se anterogrado no resto da diastole (SZATMARI et al., 2001). Esta caracteristica e facilmente visibilizada atraves de uma pequena depressao no tracado espectral antes do inicio da diastole.

Arteria mesenterica cranial

Este vaso impar e o segundo ramo da aorta abdominal. Sua origem e ligeiramente caudal a origem da arteria renal direita e um pouco caudal a do tronco celiaco. Se o animal estiver em decubito dorsal, o tronco celiaco e a arteria mesenterica cranial formam um "V" no plano de corte sagital (Figura 3). Quando o cao estiver em decubito lateral direito, o tronco celiaco e a arteria mesenterica cranial sao vasos de trajeto paralelo, que se tocam (GASCHEN et al., 2005). Pode ser observado perfil de velocidade de fluxo laminar do tipo semiparabolico e um padrao de fluxo de resistividade intermediaria. O pico sistolico e mais amplo com uma janela espectral pequena. Nao ha fluxo diastolico reverso. Apos o pico sistolico, a velocidade cai bruscamente e, logo, o fluxo retorna mais rapido; depois, mais lento novamente (Figura 3). O sangue apresenta maior resistencia no periodo pos-prandial (RIESEN et al., 2002).

Arterias e veias renais

A arteria e a veia renal podem ser observadas desde a regiao hilar renal ate sua origem na aorta e na veia cava caudal, respectivamente. Os ramos interlobares podem ser vistos ao redor do complexo ecogenico central, irradiando-se da pelve em direcao a juncao cortico-medular. As arterias interlobulares originam-se das arterias arqueadas e tornam-se visiveis usando-se Doppler colorido. As veias geralmente sao mais largas do que as arterias adjacentes, e ambas correm paralelas (NYLAND et al., 1993).

As arterias renais tem perfil tipico de velocidade de fluxo parabolico (isto e, picos sistolicos com ampla distribuicao de velocidade e sem janela espectral). O pico sistolico e sempre afilado e, algumas vezes, observa-se a presenca de incisura protodiastolica (ou seja, pode aparecer uma pequena depressao no tracado espectral antes do inicio da diastole). Baixa resistividade de fluxo pode ser detectada com fluxo diastolico continuo e cheio, que gradualmente diminui durante a diastole (Figura 4). Apos o pico sistolico, a velocidade cai um pouco; depois, torna-se mais alta novamente (pico de velocidade diastolico) e, no restante da diastole, gradualmente diminui (CERRI et al., 1998; SZATMARI et al., 2001).

[FIGURA 3 OMITIR]

Tronco celiaco

Este e o primeiro ramo impar da aorta abdominal. Apos um tronco curto, distribui-se em tres arterias (tripus Halleri): a arteria hepatica comum, a esplenica e a gastrica esquerda. A melhor imagem pode ser obtida em decubito dorsal ou lateral direito, medial ao rim direito, embora o gas do duodeno frequentemente dificulte a imagem. A imagem e mais dificil de se obter em caes de torax profundo e afilado (GASCHEN et al., 2005).

Pode-se detectar perfil de velocidade de fluxo semiparabolico e padrao de fluxo de resistividade intermediaria. Podem-se ver picos sistolicos amplos com janela espectral de tamanho medio e evidente. Nao se observa fluxo diastolico reverso. A velocidade durante a diastole e alternante, semelhante ao padrao de outras arterias com padrao de fluxo de resistividade intermediaria. Em alguns caes, pode-se ver a presenca de picos sistolicos dicroicos (SZATMARI et al., 2001), ou seja, tracado espectral com picos sistolicos duplos.

[FIGURA 4 OMITIR]

Arteria hepatica

A arteria hepatica comum, na maioria das vezes, pode ser vista somente com a utilizacao do Doppler colorido, uma vez que se origina cranialmente do tronco celiaco, proximo da veia porta principal. Corre paralela entre a veia cava caudal e a veia porta. Os ramos intra-hepaticos da arteria hepatica geralmente nao podem ser encontrados em caes sadios, devido ao seu pequeno tamanho (LAMB et al., 1999). Seu padrao de espectro Doppler (Figura 5) e semelhante ao espectro da arteria renal (isto e, perfil de fluxo parabolico e padrao de fluxo de baixa resistividade). Podem ser detectados picos sistolicos amplos e continuos sem janela espectral (ampla distribuicao de velocidades), com fluxo diastolico alto, que diminui gradualmente (CERRI et al., 1998; SZATMARI et al., 2001).

Arteria e veia esplenica

As veias esplenicas podem ser vistas ao exame ecografico modo-B de rotina, identificadas como uma interrupcao na continuidade da capsula do baco, mas as arterias esplenicas, muito finas, podem ser vistas somente com Doppler colorido, adjacentes as veias. A arteria esplenica principal se origina do tronco celiaco e termina ramificando-se no hilo esplenico, mas, devido a seu curso tortuoso e do gas no trato intestinal, sua imagem raramente e continua desde o tronco celiaco ate o baco. A veia esplenica principal e a arteria podem ser vistas no hilo esplenico. A veia esplenica flui para a veia porta. Podemos encontrar uma morfologia de onda tipica de fluxo de baixa resistividade (isto e, picos sistolicos amplos e continuos com fluxo diastolico alto ou diastole cheia), assim como perfil de velocidade de fluxo parabolico (isto e, picos sistolicos sem janela espectral) semelhante ao padrao espectral Doppler das arterias renais e hepatica (Figura 6). Em alguns animais, pode estar presente incisura protodiastolica (SZATMARI et al., 2001).

[FIGURA 5 OMITIR]

[FIGURA 6 OMITIR]

Veia cava caudal

A parte caudal da veia cava encontra-se adjacente a aorta abdominal. Elas tem aproximadamente o mesmo diametro. Cranial a entrada das veias renais, a veia cava caudal desvia-se na direcao cranioventral e entra na cavidade toracica atraves do diafragma. A parte cranial da veia cava caudal e mais facil de ser escaneada em decubito lateral esquerdo ou dorsal, medialmente ao rim direito. A veia cava caudal esta sempre ao lado da veia porta e apresenta-se como um vaso retilineo e paralelo neste ponto e que, depois, apresenta um curso curvilineo. A veia porta principal e ventral e situa-se ligeiramente a esquerda da veia cava caudal (KAMIKAWA, 2003). Nesta parte cranial, a morfologia de onda e mais periodica e fasica do que em sua regiao caudal, correspondendo as condicoes de pressao do atrio direito, uma vez que as alteracoes de pressao intratoracica e intra-abdominal ocorrem devido aos movimentos respiratorios (CERRI et al., 1998). Observa-se que cada contracao ventricular e seguida por uma onda de fluxo anterogrado que aumenta ligeiramente a velocidade (Figura 7). Alem disso, cada movimento inspiratorio causa uma onda de fluxo anterograda de velocidade alta (CERRI et al., 1998; SZATMARI et al., 2001).

[FIGURA 7 OMITIR]

Veias hepaticas

As veias hepaticas e suas convergencias na veia cava caudal podem ser vistas no figado. A melhor imagem para o estudo Dopplervelocimetrico pode ser obtida em decubito lateral esquerdo, em janela intercostal, na altura entre o decimo e o decimo primeiro espaco intercostal, no plano sagital. O numero e a anatomia das veias hepaticas encontram-se descritos em literatura (WU & CARLISLE,1995). O padrao espectral Doppler das veias hepaticas e fortemente periodico, e as ondas correspondem a pressao atrial direita (Figura 8). A terminologia utilizada para descrever a morfologia das ondas e baseada em referencias medicas com estudos no homem (CERRI et al., 1998).

A primeira onda e anterograda e larga (ondaS) e e causada pelo movimento de fechamento da tricuspide em direcao ao apice cardiaco. O segundo componente do espectro Doppler das veias hepaticas e uma onda pequena e retrograda (onda-V) causada pelo preenchimento (diastole) atrial direito. O terceiro componente e a segunda onda anterograda (onda-D), que e causada pela abertura da valva tricuspide e pelo fluxo do sangue do atrio direito para o ventriculo direito. Esta segunda onda anterograda geralmente e menor do que a primeira. O quarto componente e a segunda onda anterograda (onda-A), causada pela contracao atrial direita. As vezes, pode ser vista uma quinta onda, que e retrograda (onda-C), como resultado do fechamento da valva tricuspide (CERRI et al., 1998; SZATMARI et al., 2001).

[FIGURA 8 OMITIR]

Os movimentos de inspiracao podem

ocasionar ligeiro aumento na onda-D e uma ligeira diminuicao na onda-S, tanto no homem, quanto nos caes. As alteracoes de pressao intra-toracica e intraabdominal, que ocorrem devido aos movimentos respiratorios, influenciam o padrao espectral Doppler muito mais no cao do que no homem. Geralmente, durante a inspiracao profunda, nao e possivel manter o volume de amostra no lumen vascular. No entanto, pode-se observar que a inspiracao causa aumento na velocidade de fluxo em direcao anterograda (SZATMARI et al., 2001).

Veia porta

A veia porta pode ser visualizada melhor em decubito dorsal no plano sagital obliquo, quando a parte anterior do transdutor esta na linha branca e rotacionado ligeiramente para a direita. Esta veia nunca possui um trajeto retilineo como o da veia cava. A veia porta principal bifurca-se na regiao da porta hepatis. Os ramos portais intra-hepaticos tem parede ecogenica, o que torna sua identificacao mais facil em relacao as veias hepaticas (estas ultimas nao apresentam paredes evidentes). As paredes das veias hepaticas sao hiperecoicas somente quando o feixe sonoro incidente e o vaso estao perpendiculares (KAMIKAWA et al., 2003).

Normalmente, o fluxo e hepatopetal (isto e, vem em direcao ao figado). O fluxo e fasico, a velocidade e mais alta durante a expiracao e mais baixa durante a inspiracao (Figura 8). Provavelmente, esta alteracao pode ser um artefato, que decorre da variacao da localizacao do volume de amostra, que passa do centro do lumen para a periferia e volta novamente de acordo com os movimentos do vaso durante a respiracao (SZATMARI et al., 2001).

CONCLUSAO

Conclui-se que o conhecimento dos tracados normais dos vasos e de suas variacoes auxiliam na identificacao e no conhecimento da topografia dos mesmos. Assim, a identificacao de estruturas anormais vasculares ou mesmo a identificacao da ausencia de vascularizacao em alguns orgaos torna-se facilitada com a ferramenta diagnostica Doppler.

Recebido para publicacao 20.03.07 Aprovado em 01.08.07

REFERENCIAS

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KAMIKAWA, L. Avaliacao ultra-sonografica da aorta abdominal e seus ramos em caes. 2003. 87f. Dissertacao (Mestrado em Anatomia dos Animais Domesticos) - Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia da Universidade de Sao Paulo.

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Cibele Figueira Carvalho (I,II) Maria Cristina Chammas (II) Giovanni Guido Cerri (II)

(I) Servico de ultra-sonografia, Instituto Brasileiro de Diagnostico e Especialidades Veterinarias (PROVET). Travessa Leon Berry, 122, Jardim Paulista, 01402-030, Sao Paulo, SP, Brasil. E-mail: cibelefcarvalho@terra.com.br. Autor para correspondencia.

(II) Instituto de Radiologia do Hospital das Clinicas, Faculdade de Medicina, Universidade de Sao Paulo (USP), Sao Paulo, SP, Brasil.
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Title Annotation:REVISAO BIBLIOGRAFICA
Author:Figueira Carvalho, Cibele; Chammas, Maria Cristina; Guido Cerri, Giovanni
Publication:Ciencia Rural
Date:May 1, 2008
Words:3255
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