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Morfologia da morfologia humana.

Human morphology from morphology

Introducao

A publicacao, em 1543, em Basileia, da grandiosa obra De Humani Corporis Fabrica liberi septem define uma epoca na historia da Anatomia, antes e depois de Vesalio, bem como marca o inicio da Nomina Anatomica. Hoje, apos a ultima reuniao de anatomistas, designada como Terminologia Anatomica.

Certamente que muitos erros ficaram por emendar e tambem algumas imprecisoes se encontram no texto redigido em latim. Mas sera necessario dizer que a sistematica do conhecimento anatomico, como ramo do saber humano, apresenta-se como ordenacao da "morfologia humana", como constante disciplina de exposicao, pelo rigor das descricoes e pelo valor demonstrativo das suas magnificas iluminuras, fazem da Fabrica Vesalii o primeiro tratado moderno de Anatomia (1).

Tambem nas famosas "Tabuas Anatomicas", de 1538, onde os nomes das pecas estao ordenadas com designativos em latim (2). Estas tabulas anatomicas estavam ainda em inteira conformidade com as descricoes galenicas, tendo sido traduzidas do grego para latim as respectivas legendas. Daqui, naturalmente, surgirem alguns erros em latim. A ultima revisao da Terminologia Anatomica vem aperfeicoada no latim e apresenta-se de forma bilingue (latim e ingles).

Vesalio, ao mesmo tempo, que impos a necessidade de estudar o cadaver humano, contribuiu para o descrever, definitivamente, em latim e determinou a que da anatomia de Claudius Galenus, que parecia infalivel (1).

Mas, o que nos prende, apos esta circunspeccao historica sobre a Nomina Anatomica, sera um estudo gramatical sincronico (normativo) dos termos latinos, que formam a respectiva Nomina. Assim, o grande objectivo desta reflexao gramatical encontra-se centrado na morfologia, o que nos levou a dar como titulo deste trabalho: Morfologia da Morfologia Humana, ja que a Anatomia Sistematica e uma ciencia morfologica por excelencia. Logo, a Anatomia e a ciencia que estuda a forma (morfe) e a estrutura do corpo humano ou dos animais in genere.

Assim esta refere-se a organizacao e estrutura que apresentam, no todo ou nas partes, os diferentes organismos, quer microscopica (anatomia descritiva) quer microscopicamente (histologia) (3).

O estudo ou descricao das distintas partes ou orgaos do corpo quanto a sua localizacao, forma, dimensoes, peso, insercao na correlacao com a Nomina Anatomica, constitui-se como anatomia descritiva, que tem varios ramos: osteologia, miologia, sindesmologia, esplancnologia, etc

Com efeito, procuraremos analisar desde a casuistica latina ate as declinacoes, dos substantivos e adjectivos as preposicoes sufixais, bem como alguns elementos da sintaxe ora quanto a derivacao, ora quanto a justaposicao.

Morfologia da morfologia da nomina anatomica

Casos latinos

Os casos latinos, que derivaram da casuistica grega (com cerca de cinco casos), sao ao todo seis, constituindo-se o ablativo directamente do indoeuropeu. Esta lingua abstracta tinha ainda o locativo e o instrumental (4).

Assim, aplicando a Nomina Anatomica, os unicos casos usados sao o nominativo, ora no singular ora no plural, bem como o genitivo, tambem no singular e /ou no plural. Os outros casos (dativo, ablativo e vocativo, bem como o acusativo) nao se usam na construcao da Nomina Anatomica. Alem do nominativo, o acusativo podera ser usado aquando da derivacao de qualquer termo da Nomina para qualquer idioma vernaculo (portugues, ingles, alemao, italiano, etc.).

O nominativo e o caso que designa o sujeito, como entidade da oracao, sendo de longe o mais frequente quer quanto a substantivos, quer quanto a adjectivos. Na verdade, o genitivo menos frequente e o caso que determina a posse ou o complemento determinativo. (5) Assim com alguns exemplos poderemos verificar a regra gramatical: Musculus flexor digitorum longus (musculo flexor longo dos dedos).

O termo musculus esta no nominativo do singular masculino e significa "musculo" sendo um substantivo. Da mesma forma, flexor tambem esta no nominativo do singular masculino, como substantivo (3a declinacao). Assim, tambem, o adjectivo triforme longus; a; um. Porem digitorum encontra-se no genitivo do plural masculino, de digitus ; i., substantivo masculino, singular, da 2a declinacao (6). Da mesma maneira, encontramos o musculus flexor hallucis longus. Aqui, a unica diferenca reside no hallucis, que e o genitivo do singular hallux, cis (gordo) da 3a declinacao.

No caso de ligamentum capitis costae radiatum, entao apresentaremos o estudo morfologico gramatical, da casuistica para as declinacoes:

Ligamentum; i, e um substantivo neutro da 2a declinacao no nominativo do singular,que sera a "palavra-primeira" e sera sempre um substantivo. Logo de seguida radiatum, e o nominativo neutro, do singular, do adjectivo triforme (radiatus; -a; -um) "radiado". Todavia, capitis e o genitivo do singular neutro de caput; capitis (cabeca), da 3a declinacao, e costae e, igualmente, um genitivo no feminino do singular, de costa;-ae (costela) da 1a declinacao latina (6).

Existem entidades anatomicas que, quer o substantivo, quer o adjectivo, que dependem do dito nome e se encontram no nominativo do singular masculino, feminino ou neutro. Poderemos colocar como exemplo: lobulus semilunaris cranialis superior.

Todos os adjectivos biformes (semilunaris; -e et cranialis;- e) bem como superior ; -ius concordam em genero, numero e caso com o substantivo que dependem, que sera lobulus;- i (lobulo): substantivo masculino, nominativo no singular da 2a declinacao. A determinacao do caso, ora nominativo, ora genitivo, e fundamental para nos orientar nas concordancias gramaticais.

Declinacoes

A lingua latina apresenta-nos, na sua morfologia gramatical, cerca de cinco (7) declinacoes. Todas as entidades anatomicas encontram-se desde a 1a declinacao ate a 3a declinacao. Raramente poderao surgir nomes na 4a ou 5a declinacoes, tal como acontece nas taxonomias. Assim, podermos ver pelos exemplos seguintes:

Foramina papillaria (orificios papilares). Foramina e um substantivo que esta no nominativo do plural neutro (foramen; -inis), como substantivo da 3a declinacao. Mas, o adjectivo papillaria encontra-se no nominativo plural neutro a concordar com o substantivo Foramina (foramen; inis), sendo um adjectivo triforme: papillarius; -a; -um (papilar). (8)

Plexus choroideus ventriculi lateralis (plexo coroideu do ventriculo lateral): plexus; -i (plexo) e um substantivo da 2a declinacao masculino no singular. Sendo o adjectivo choroideus; -a; -um como entidade gramatical triforme, que concorda com o substantivo, que depende, que e plexus. Ventriculi esta no genitivo do singular de ventriculus; i (ventriculo) do coracao, sendo um substantivo da 2a declinacao no masculino.

Cornu temporale inferius (aste temporal inferior). Assim o substantivo, elemento principal e primeiro da designacao anatomica, e um nome da quarta declinacao. Cornu;-us (genitivo) e esta no nominativo do singular e no genero neutro. Logo, os dois adjectivos ou qualificativos que se seguem: temporale e inferius situam-se no nominativo singular, neutro, segundo as concordancias, respectivamente: temporalis, temporale (neutro), e inferior, nominativo masculino e feminino e o neutro (que se enuncia em latim: inferior; - ius). Aqui encontra-se no neutro (9) e sao adjectivos biformes.

Apertura mediana ventriculi quarti (abertura media do quarto ventriculo): apertura; -ae e um substantivo da 1a declinacao latina, que esta no nominativo singular, feminino (apertura), sendo o genitivo aperturae.

Segue-se um adjectivo triforme: medianus; -a; -um (medio/mediano). Finalmente, surge um numeral ordinal quartus; -a;-um (quarto), que se encontra no genitivo do singular masculino, dependente de outro "genitivo", como seu qualificativo, a saber: ventriculi; de ventriculus; -i (sub. da 2a declinacao).

Corpus cavernosum: corpus, oris, subtsantivo da 3a declinacao, no nominativo, singular, neutro. O plural do nominativo sera: corpora, segundo a morfologia latina.

Cavernosum e o neutro do adjectivo triforme, carvenosus; -a; -um, no masculino do singular, que esta em concordancia com o substantivo de que depende: corpus, -oris.

Tractus spinocerebellaris dorsalis posterior (tracto espinocerebeloso dorsal posterior) de Flechsi. Tambem existe o tracto espinocerebeloso anterior de Gowers. O substantitvo tractus, -i (tracto) pertence a 2a declinacao latina (tractus; -i), no nominativo singular, masculino. Os adjectivos spinocerebellaris e dorsalis sao formas qualificativas do substantivo tractus, -i , que se apresentam biformemente como spinocerebellaris ; -e, dorsalis ; -e, que se encontram no nominativo, singular, masculino. Os objectivos posterior ; - ius, e anterior; - ius sao biformes, encontrando-se no nominativo do singular, masculino (10).

Discussatio pyramidum (discussao das piramides ou discussao motora). O termo discussatio; -onis pertence a 3a declinacao, substantivo, feminino no singular do nominativo. O substantivo da 3a declinacao pyramis; -idis, (piramide) encontra-se, aqui, no genitivo do plural feminino.

Paries tympanicus ductus cochlearis (membrana spiralis): parede timpanica do canal coclear ou membrana espiral. O substantivo fundamental sera -paries,-eties, no masculino do singular, na 3a declinacao. (11)

O adjectivo tympanicus surge como sendo triforme : tympanicus; -a; -um (timpanico), encontra-se no nominativo do singular, masculino a concordar com paries.

Ductus; -us (como sensus, sensus) e um substantivo da 4a declinacao, no genitivo do singular, masculino, como complemento determinativo ou de posse de paries (parede).

O adjectivo cochlearis; -e e uma forma biforme, masculina e feminina e com o neutro em cochleare (coclear), estando, neste caso, no genitivo do singular, dependente de ductus (canal).

Mas, em Osteologia, poderemos apresentar os seguintes nomes anatomicos para analise morfologica:

Os cuneiforme intermedium (osso cuneiforme intermedio): o substantivo, os, ossis, pertencente a terceira declinacao, irregular, encontra-se no nominativo singular, neutro.

O adjectivo cuneiforme encontra-se no nominativo, singular, do neutro na forma "biforme" (cuneiformis; -e) e o adjectivo triforme , tambem, no nominativo do singular neutro intermedium (intermedius; - a; - um), concordando em genero, numero e caso (12).

Facies articularis talaris medialis (superficie articular talar media). O substantivo facies, faciei pertence a 5a declinacao latina. Trata-se de um substantivo que se encontra no nominativo singular feminino. O adjectivo articularis; -e (articular) e biforme e esta no nominativo singular feminino, na dependencia de facies, bem como talaris, -e (talar), tambem segundo a mesma concordancia e sendo biforme. Porem media, vem do adjectivo triforme: medius, -a, -um (medio) (13).

Sulcus tendinis musculi flexoris hallucis longi (sulco do tendao do musculo flexor longo). Sulcus,- i e um substantivo masculino da 2a declinacao (como: dominus; i -- Senhor) no nominativo do singular. Depois deste substantivo, no nominativo, seguem-se uma serie de substantivos e um adjectivo no genitivo do singular, como complementos determinativos ou de posse.

Assim, tendinis, vem de tendo; tendinis, substantivo derivado do verbo tendo, da 3a declinacao, no genitivo do singular, masculino (11).

Musculi surge no genitivo do singular, masculino, do substantivo musculus ; -i (substantivo de 2a declinacao, singular, no nominativo). O flexor -oris, substantivo da 3a declinacao, masculino, singular no genitivo como posse ou determinacao.

Hallux; -- cis, de origem grega, que significa "inchado, gordo", etc. Encontra-se no genitivo do singular, masculino, na 3a declinacao. Finalmente, salienta-se longi que e o "genitivo" do singular, masculino, do adjectivo triforme: longus; -a;-um (extenso).

Tuberositas ossis metatarsi primi vel quinti. O substantivo principal e tuberositas; tatis (tuberosidade) que esta na 3a declinacao , feminino, no singular e no nominativo. O termo os, ossis, da 3a declinacao, como substantivo irregular, esta no genitivo do singular.

Metatarsus; - i e um substantivo da 2a declinacao, no masculino do singular, no genitivo quer primi, quer quinti, que sao ambos numerais ordinais: primus; -a ; -um e quintus ; -a ; -um, no genitivo do singular (14).

Valvula foraminis ovalis (valvula do buraco oval): o termo valvula; -ae, substantivo da 1a declinacao, feminino, do singular no nominativo. Deste substantivo qualifica-se um substantivo que se encontra no genitivo do singular, neutro: foraminis (foramen; -ini) da 3a declinacao, que significa buraco. Segue-se o adjectivo biforme: ovalis, ovale (oval), no genitivo do singular neutro.

Arteria colica sinistra (arteria esquerda do colon): arteria; -ae pertence a 1a declinacao, como substantivo feminino, singular, no nominativo e colica e um adjectivo triforme: colicus; - a; -um, no nominativo do singular, feminino, e ,finalmente sinistra (esquerda) do adjectivo triforme: sinister; -ra; -rum, no nominativo singular, feminino, segundo as concordancias. (15)

Sentido sintatico da terminologia anatomica

Todas as regras da concordancia da gramatica latina sao observadas em todas as entidades anatomicas (osteologia, angiologia, miologia, esplancnologia, etc.), tal como ficou definido na ultima revisao da Terminologia Anatomica.

Em alguns casos, surge a formacao de prefixos e de sufixacoes, com alguns adjectivos, que sao faceis de identificar (16).

Tambem, segundo a Sintaxe, aparecem as teorias da derivacao e da justaposicao para formacao do termo anatomico. Mas, este termo tem, em muitos casos, variadas conotacoes, com origem em termos gregos, donde sao provenientes.

A origem grega dos termos anatomicos (halux, foramen, tarsus, metatarsus et cetera) e normal e depois sera devidamente adaptada para o idioma de Cicero.

A nova Terminologia Anatomica aperfeicoou muitos deles, para que surgisse uma Nomina Anatomica mais precisa e muito mais adequada sem quaisquer erros.

A conjugacao da fonetica, morfologia e sintaxe latinas e fundamental para definir uma gramatica normativa da Nomina Anatomica. Tambem existe uma gramatica diacronica (historica) e um estudo etimologico da Terminologia Anatomica, porque alguns nomes possuem conotacoes mitologicas, como e o caso de patela (rotula), que era um prato onde se levavam as oferendas aos deuses, segundo civilizacoes ancestrais (17).

Naturalmente, as gramaticas, sincronica e diacronica, conlevam uma semantica, in genere et sub specie, para fundamentarem o verdadeiro sentido normativo e logico-formal das descricoes anatomicas. O estudo gramatical latino e fundamental no desenvolvimento linguistico da Terminologia Anatomica.

Conclusao

Como se verificou, ao longo deste estudo, sobre o sentido morfologico da Morfologia Humana, encontramos presente as "cinco declinacoes", desde a primeira a quinta, que aparecem como substantivos. Os qualificativos, que surgem na Nomina Anatomica, apresentam-se sob a forma de adjectivos que poderao ser biformes ou triformes.

O substantivo aparece sempre no "nominativo", ora do singular, ora do plural, sendo os designativos apresentados, tambem ,como nominativos, devido a concordancia ou entao encontram-se sob a forma de genitivo. Aqui, o genitivo e muito frequente, porque marca de facto uma determinacao ou uma "posse anatomica".

Existem, igualmente na Nomina Anatomica, algumas referencias a elementos estilisticos, como ligamentum capitis costae radiatum, sendo a ordem da traducao, a seguinte: ligamentum radiatum capitis costae. Sao raros, mas tambem aparecem e dao valor e sentido a Nomina Anatomica (16).

Quanto a fonetica, os nomes das entidades anatomicas poderao ser pronunciados segundo as ortoepias: nacional, eclesiastica e internacional ou restaurada, que de facto et de iure e de longe a mais seguida. Todos os nomes deverao ser pronunciados numa unica ortoepia, nao se devendo, assim, saltar de ortoepia em ortoepia, senao teremos erros de pronuncialatina.

Agradecimentos

Na pessoa do Prof. Doutor Jose Henrique Silveira de Brito, professor associado com agregacao de Axiologia e Etica, na Faculdade de Filosofia de Braga (Companhia de Jesus, S.J.) pelo apoio, no projecto de Investigacao do Centro de Estudos Filosoficos da Faculdade de Filosofia e Letras do Centro Regional de Braga da Universidade Catolica Portuguesa.

Bibliografia

(1.) Tavares de Sousa A. Curso de Historia da Medicina, das origens aos fins do seculo XVI. 2a. edicao. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian; 1996.

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(3.) Fawcet, F. Textbook of Histology. W. B. Philadelphia: Saunders Company; 1986. pp. 122-344.

(4.) Prevot A. Grammaire Latine. Paris: Librairie Colin ; 1958. pp. 1-6.

(5.) Freire A. Gramatica Latina, quinta edicao. Braga: Livraria Apostolado da Imprensa; 1992. p. 19.

(6.) AA.VV. Terminologia Anatomica. 1a. edicao. Stuttgart: Thieme-Verlag; 2000. pp. 142-146.

(7.) Seeley RR, Stephens Ph. T. Anatomia e Fisiologia. Traducao do ingles. Lisboa: Lusodidactica; 2001. p. 6.

(8.) Nunes de Almeida A. Compendio de Gramatica Latina. Lisboa: Livraria Sa da Costa. 1956. pp. 54-56.

(9.) Ana Almendra MA, Figueiredo JN. Compendio de Gramatica Latina. Porto: Porto Editora; 2001. pp. 41-42.

(10.) Madvig IN. Gramatica Latina. Lisboa: Livraria Avelar Machado; 1942. pp. 25-27.

(11.) Gaffiot F. Dictionnaire Latin-Francais. Paris: Hachette; 1999, pp. 11-16.

(12.) Quicherat L. Dictionnaire Francais-Latin. Paris: Librairie Hachete; 1962. p. 968.

(13.) Gomes Ferreira A. Dicionario de Latim-Portugues. Porto: Porto Editora; 1996, p. 471.

(14.) Alexander Junior M. Gramatica de Grego, classico e helenistico. Madrid: Livraria Alcala; 2003. pp. 103-104.

(15.) AA.VV. Nomina Anatomica. traducao de alemao. Barcelona: Omega; 1990. pp. 220.

(16.) Freire A. Helenismos Portugueses. Braga: Livraria Apostolado da Imprensa; 1996. pp. 160-162

(17.) Louro JI. O grego aplicado a lingua cientifica. Lisboa: Livraria da Imprensa; 1941. pp. 20-30.

Ramiro Delio Borges de Meneses, MD [1]

Recibido: 24 de enero de 2010 * Aceptado: 14 de marzo de 2010

[1] Professor do Instituto Politecnico de Saude do Norte - Gandra e Famalicao. Investigador do Centro de Estudos Filosoficos da Universidade Catolica Portuguesa -- Centro Regional de Braga -- PORTUGAL. Correo electronico: borges272@gmail.com, ramiro.meneses@ipsn.cespu.pt
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Title Annotation:Articulo de reflexion
Author:Delio Borges de Meneses, Ramiro
Publication:Revista Ciencias de la Salud
Article Type:Report
Date:Jan 1, 2010
Words:2888
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