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Meaning of cup feeding in a neonatal intensive care unit: the mother's experience/Significado do uso do copinho em unidade de terapia intensiva neonatal: a vivencia materna/Significado del uso del vaso pequeno en unidad de terapia intensiva neonatal: la vivencia materna.

INTRODUCAO

Na filosofia de cuidado da Iniciativa Hospital Amigo da Crianca (IHAC) para promover e apoiar a pratica social do aleitamento materno exclusivo, o profissional de saude ensina os familiares a oferecer o leite materno pela tecnica do copo, cujo objetivo e evitar o contato precoce do bebe com outros bicos que nao o peito materno (1).

Os movimentos de lingua e da mandibula executados durante o uso do copinho sao parecidos com os movimentos necessarios para o sucesso da amamentacao, e seu uso desenvolve os musculos responsaveis por esses movimentos, alem de promover uma experiencia oral positiva diminuindo o tempo de uso de sonda orogastrica (SOG) e propiciar o desenvolvimento da relacao entre o prematuro e sua mae e/ou pai (2).

Assim, partindo-se do entendimento que, para compreender o que significa para a mae alimentar seu filho atraves do copinho, e preciso dar voz a esse sujeito. Esta pesquisa teve como objetivo: Compreender o significado da mae do bebe de baixo peso ao nascer em alimentar seu filho atraves do copinho.

REVISAO DA LITERATURA

A utilizacao do copo no manejo da alimentacao do bebe, independentemente da idade gestacional e da adequacao de peso, tem sido questionada pela comunidade cientifica. Nesse sentido, alguns autores destacaram algumas desvantagens da alimentacao com o copo: o bebe costuma babar, pode haver formacao de bolhas no leite, e o cuidador pode despejar o leite diretamente na boca da crianca, ficando esta suscetivel a engasgos e aspiracoes (2,3); pode haver escape e desperdicio de leite, falta do vedamento labial anterior, aumento de risco de broncoaspiracao, diminuicao da estimulacao da musculatura da succao (musculos bucinadores), entre outros (4).

Alem dessas desvantagens, entre os estudos que abordaram a pratica da alimentacao do recem-nascido a partir do uso do copinho, destacamos aquele que tambem apontou outros aspectos negativos com relacao a esta pratica alimentar. De acordo com esse estudo, no contexto hospitalar, oferecer o leite materno pelo copinho foi uma experiencia inedita, absurda, estranha e apavorante para alguns familiares de bebe de baixo peso (5).

Um dos motivos de estranhamento dos familiares acerca do oferecimento do leite materno pelo copinho se deu em funcao de o bebe ser pequeno em estatura e peso, ou seja, por causa das caracteristicas fisicas da crianca. Outro estranhamento ocorreu em funcao do neonato lamber o leite materno como se fosse um bicho (um gatinho). Alem disso, esses familiares revelaram o medo de o bebe broncoaspirar (engasgar) ao usar o copinho, e segundo suas crencas, o uso do copo para alimentar o bebe de baixo peso implicava risco de adoecimento ou morte de seus filhos (5).

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, do tipo exploratorio. Os sujeitos foram 17 maes de bebes que tinham nascido com baixo peso. Para a inclusao das maes neste estudo, os bebes tiveram que atender aos seguintes criterios: ter peso de nascimento entre 1500g a 2499g, ao nascimento ter estado internado em unidade neonatal; a mae do bebe de baixo peso telo alimentado atraves do copinho durante sua internacao.

O estudo foi desenvolvido em duas unidades de terapias intensivas neonatais situadas no municipio do Rio de Janeiro, sendo a primeira um Hospital Maternidade da Secretaria Municipal (SMS-RJ) e a segunda o Hospital Universitario Pedro Ernesto (HUPE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O instrumento de coleta de dados utilizado foi a entrevista semiestruturada com a seguinte questao orientadora: O que significou para voce alimentar seu filho atraves do copinho?

Para que nao se perdesse nenhum elemento da fala e se pudesse interagir melhor com as maes entrevistadas, a entrevista foi gravada no aparelho Mp4. Todas as maes autorizaram a gravacao e sua identidade foi preservada substituindo seus nomes por nomes escolhidos de flores. Os dados foram gerados no periodo de maio a agosto de 2011.

Respeitando as questoes eticas da Resolucao no 196/96, do Conselho Nacional de Saude, que regulamenta as diretrizes e normas de pesquisa envolvendo seres humanos, os sujeitos que desejaram participar como voluntarios deste estudo tiveram que assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

O projeto foi aprovado pelos Comites de Etica em Pesquisa (CEP) das instituicoes cenarios do estudo (protocolos CEP/HUPE: 2816/2010 e CEP/SMS-RJ-164/10).

Os dados gerados nas entrevistas foram submetidos a analise de conteudo abrangendo tres fases: a preanalise, mediante a leitura flutuante dos depoimentos e recortes dos temas que se repetiram com frequencia e seu agrupamento em unidades; a exploracao do material por meio de leitura exaustiva e demarcacao das unidades de significacao que foram classificadas em categorias tematicas, em funcao de seus significados; e tratamento dos resultados atraves da inferencia e da interpretacao a luz da literatura para o alcance do objetivo do estudo (6).

RESULTADOS E DISCUSSAO

Por meio das falas das maes foi possivel identificar os diversos significados atribuidos por elas ao processo de alimentar seu filho de baixo peso atraves do copinho, expressados nas quatro categorias a seguir.

O oferecimento do leite pelo copinho e a possibilidade de ganho ponderal da crianca

Nesta categoria, as entrevistadas interpretaram que oferecer o leite pelo copinho era um fator relevante para o ganho ponderal de seus filhos, uma vez que elas observaram que, quando seus bebes estavam sendo alimentados atraves deste utensilio, houve uma mudanca positiva no peso e crescimento dos mesmos.

Ah, achei legal. Achei ate bom, e bom porque eles ganhampeso [...] tem que dar o peito junto com o copinho pra ver se ele engorda [...] eles estao abaixo do peso, por isso tem que dar o copinho, pra depois ir pro peito [...] Eu perguntei por que que tinha que dar o copinho. Ai, ele (medico) falou que o bebe tinha que pegar peso pra poder ir embora. [...] A medica estava falando que quanto mais der o copinho e o peito que ele (o bebe) vai sair daqui (do hospital). Ele [o bebe] tinha que pegar peso pra poder ir embora. (Acacia)

Ele [o bebe] tinha que tomar complemento (pelo copinho) para engordar mais. (Ambrosia)

O seio materno mais o copinho, eu achei que ele [o bebe] vem ganhando peso bem mais rapido. (Angelica)

[...] ele [o bebe] comecou a ganhar peso com o copinho [...]. (Anturio)

[... ] Com isso [o copinho] ele [o bebe] ganha mais peso. (Rosa)

No contexto da alimentacao do recem-nascido prematuro, o ganho de peso e uma das formas de se avaliar o estado nutricional e a qualidade da assistencia nutricional prestada ao mesmo, sendo especialmente valorizado nas unidades de cuidados neonatais (1,7).

Portanto, o fato de as maes terem relatado a satisfacao de seus filhos ganharem peso com o uso do copinho pode estar intimamente relacionado ao fato de o ganho ponderal ser um dos aspectos avaliados pela equipe medica como condicao para a alta do recem-nascido da unidade de terapia intensiva neonatal.

O uso do copinho associado a utensilio de alimentacao de criancas com maior idade

Quanto a segunda categoria, as maes relataram considerar o copinho um utensilio a ser utilizado apenas por criancas com maior idade e que, por este motivo, sentiram certo estranhamento em oferecer o leite para seus filhos daquela forma.

E engracado, um recem-nascido tomar o leite pelo copinho, coisa de gente grande. (Margarida)

Eu senti como ela [o bebe] fosse uma pessoa muito grande! Muito grande [...] Tipo, dois aninhos, ali bebendo no copinho como se fosse uma pessoa muito grande! (Begonia)

Achei estranho, porque a gente nao da nada pra o nenem em casa no copinho, ate ele chegar na idade em que tome copinho. (Azalea)

Achados semelhantes foram encontrados em um estudo que buscou estudar as praticas culturais dos familiares no manejo da alimentacao do bebe de baixo peso. Nesse estudo as autoras identificaram que as maes, quando no contexto hospitalar, acharam estranho oferecer o leite pelo copinho em funcao de nunca terem vivenciado antes aquela situacao. Alem disso, tambem relataram que alimentar o bebe daquela maneira poderia ser ate aceitavel se ele fosse uma crianca com idade mais avancada (5).

Assim, foi possivel evidenciar nas falas das maes que o oferecimento do leite pelo copinho, tambem esteve relacionado aos seus saberes historico-socioculturais. Portanto, faz-se necessario, na pratica dos profissionais de saude, a articulacao entre o saber cientifico e o da clientela assistida, com vista a promocao desta pratica alimentar.

O uso do copinho associado ao desperdicio de leite

Considerando esta terceira categoria, foi possivel evidenciar, a partir dos fragmentos discursivos, que as maes dos bebes de baixo peso percebem que, ao alimentar seu filho com o copinho, ocorre um desperdicio do volume de leite que lhe e oferecido.

Eu coloco o leite na boquinha dela [o bebe], e ela joga fora, eu dou o leite pelo copinho e ela nao toma. (Orquidea)

Piora tudo, porque ele [o bebe] quase derrama tudo quando toma pelo copinho. (Margarida)

[...] tem hora que ele bota pra fora o leite [...] tem horas que ele bebe, ai suja a roupa toda [...] (Acacia)

[...] quando vira o copo na boca, sempre cai um pouquinho para o lado, um pouquinho para o lado. (Angelica)

[... ] Porque quando ele toma o leite pelo copinho, ele fica cuspindo [... ] (Anturio).

[...] Entao muitas vezes eu achava que ele nao queria mais porque ele colocava o leite um pouquinho pra fora [...].(Camelia)

[...] acontece que sai mais do que entra, porque desperdica [...] eu vejo que nao entra nada [...]. Sai muito e a crianca nao toma direito o leite, fica tudo guardado dentro da boca, e ai acaba quando abre a boca, sai tudo. (Hortensia)

Achados semelhantes foram encontrados em outros estudos, quando foi evidenciado que o uso do copinho leva o bebe a ingerir menos volume, com ocorrencia de maior derramamento do leite e demora no tempo para completar a alimentacao (8,9).

A complexidade da alimentacao abrange estado de alerta, cognicao, desenvolvimento motor e neurologico, interacao com a mae e maturacao do sistema fisiologico. Tais habilidades se desenvolvem desde a fase uterina e continuam a evoluir apos o nascimento. Qualquer mudanca em algumas das areas citadas, antes/durante/apos o nascimento, pode resultar em problemas de alimentacao (10).

Autores chamam a atencao que, quando o recemnascido recebe a alimentacao por copo, ele deixa de realizar os movimentos de succao para realizar o mecanismo de sorver e a crianca podera nao estar preparada para realizar tal funcao (11).

Nesse sentido, e de fundamental importancia no processo de alimentar o bebe de baixo peso que a equipe de saude avalie os mecanismos de coordenacao entre a succao, degluticao e respiracao do recem-nascido, bem como o seu ritmo de succao-pausa-respiracao.

Com relacao ao desperdicio do leite, a literatura cientifica aponta ser um ponto considerado problematico quando se refere a administracao da dieta pelo uso do utensilio copo. Este fator pode fazer com que se tenha uma falsa ideia do total absorvido pelo bebe, sendo necessaria fazer essa diferenciacao para identificar a quantidade derramada e calcular o que foi realmente ingerido (10).

Para impedir que o leite seja derramado, estudos apontam que o copo deve ser preenchido em 3/4 da sua capacidade para que seja minimizado seu angulo em relacao ao labio inferior do RN, mantendo o copo em uma posicao que faca o leite disponivel ao recem-nascido (12).

Assim, com o objetivo de se evitar ou diminuir as ocorrencias relacionadas ao desperdicio de leite, faz-se necessario que a equipe de saude, em especial o enfermeiro, supervisione e oriente as maes acerca da correta forma de administrar o leite pelo copinho, principalmente em relacao aos cuidados com a posicao do copo e o volume do leite, tendo em vista a capacidade de sorver e de lamber do bebe.

O uso do copinho como ato obrigatorio na UTI

Nesta quarta categoria, ficou evidenciado que as maes sentiam-se obrigadas pelos profissionais de saude a realizar a tecnica de alimentacao pelo copo.

Eu perguntei se podia dar a mamadeirinha e eles falaram que nao, que ele (o bebe) era muito novinho que era para dar o leite so pelo copinho. (Acacia)

A enfermeira falava: Voce tem que dar o copinho. (Ambrosia)

Mas, como eu estou aqui no hospital, eu vou dar o copinho. (Lirio)

Tem que ter o copinho. [...] E as enfermeiras falavam para a gente dar e eu acho que nem elas mesmas vao fazer isso com os filhos delas. [...] Que tem que fazer, porque e ordem [...]! E tem que seguir as ordens [...] a enfermeira falava assim: tem que dar o copinho. (Hortensia)

A decada de 90 foi marcada por uma reordenacao das acoes de promover a amamentacao no Brasil. A partir da verificacao de que dois dos principais determinantes do desmame precoce se concentravam no ambiente hospitalar (com adocao de rotinas favorecedoras do desmame e a postura antiamamentacao do profissional), e com o objetivo de mudar as rotinas hospitalares frente a pratica do aleitamento materno, foi lancada, em 1991, a IHAC, e com ela as normas dos Dez passos para o sucesso da Amamentacao (13).

Nesse contexto, o uso do copo se constituiu como uma estrategia difundida mundialmente e tambem recomendada pela Organizacao Mundial da Saude e pela Iniciativa Hospital Amigo da Crianca, visando a suplementacao alimentar do bebe com vistas a reduzir as causas de desmame relacionadas ao uso da mamadeira (14).

Assim, foi possivel evidenciar nas falas das maes que, por se tratar de uma unidade Hospital Amigo da Crianca, os profissionais de saude para promover e apoiar a pratica do aleitamento materno exclusivo ensinam as maes que so deve ser oferecido o leite materno com o uso do copinho.

Portanto, foi possivel evidenciar que, em sua pratica laboral, os profissionais de saude, ao deterem o poder sobre o recem-nascido e sua familia, disciplinam suas atitudes e condutas (15).

CONCLUSAO

O presente estudo permitiu compreender os varios significados atribuidos pelas maes ao processo de alimentacao de seus filhos atraves do copinho.

O oferecimento do leite pelo copinho pode ser ressignificado de diferentes modos, pois cada individuo ressignifica algo de acordo com sua construcao social, seus juizos e valores. Assim, neste estudo, as maes referiram diferentes ressignificados, entre eles: a possibilidade de ganho ponderal do filho ao receber o leite por este utensilio, a associacao do copo ao modo de alimentacao de pessoas com maior idade, a verificacao de que ocorre desperdicio do leite quando oferecido pelo copo, alem do oferecimento do leite por este instrumento como um ato obrigatorio nas unidades neonatais.

Portanto, o estudo apontou alguns desafios para os profissionais de saude, em especial para o enfermeiro, frente a pratica de alimentacao do bebe de baixo peso por meio deste utensilio. Entre eles, a valorizacao por parte do profissional de saude no que se refere ao significado atribuido pelas maes ao oferecimento do leite atraves do copinho. Entende-se que entre as acoes do profissional de incentivo a esta pratica alimentar deva haver o respeito a singularidade de cada mae, o que certamente muito contribuira para reduzir obstaculos e promover o apoio tao necessario frente a este ato alimentar.

Respeitar a singularidade implica o favorecimento de espacos onde as maes possam expressar seus pensamentos e significados, sentimentos diante da vivencia de alimentar seu filho pelo copinho e que, a partir dai, o enfermeiro possa apoia-las levando em consideracao suas questoes nao so emocionais, como tambem as historico-socioculturais.

Vale ressaltar que, neste processo de escuta das maes, os profissionais de saude precisam dialogar sobre a importancia do uso do copinho como metodo alternativo de alimentacao de seu filho, especialmente no favorecimento da pratica do aleitamento materno exclusivo.

E que, no processo de valorizacao dessas questoes, o profissional de saude possa, por exemplo, aprender a negociar os saberes trazidos por essas mulheres frente a pratica de alimentar seu filho pelo copinho.

Recebido em: 07.02.2012--Aprovado em: 14.08.2012

REFERENCIAS

(1.) Mataloun MMGB, Leone CR, Ono N, Vaz FAC. Repercussoes neonatais do uso do leite materno com aditivos e formulas para pre-termos em recem-nascidos de muito baixo peso ao nascer. Pediatria (Sao Paulo). 2004; 26:247-56.

(2.) Kuehl J. Cup feeding the newborn: what you should know. J Perinat Neonatal Nurs. 1997; 11:56-60.

(3.) Lima VP, Melo AM. O uso do copinho no alojamento canguru. Rev CEFAC. 2008; 10:123-33.

(4.) Silva SR. Contando com a fonoaudiologia. Rev Assoc Paul Cir Dent. 2004; 58:167-75.

(5.) Pacheco STA, Cabral IE. Alimentacao do bebe de baixo peso no domicilio: enfrentamentos da familia e desafios para a enfermagem. Esc Anna Nery. 2011; 15:314-23.

(6.) Bardin L. Analise de conteudo. Lisboa (Por): Edicoes 70; 2004.

(7.) Rugolo LMSS. Crescimento e desenvolvimento a longo pra zo do prematuro extremo. J de Pediatr. 2005; 81:101-10.

(8.) Marinelli KA, Burke GS, Dould VLA. Comparision of the safety of cupfeedings and bottlefeedings in premature infants whose mothers intend to breastfeed. J Perinatol. 2001; 21:350-5.

(9.) Serra SOA, Scochi CGS. Dificuldades maternas no processo de aleitamento materno de prematuros em uma UTI neonatal. Rev Latino-Am Enfermagem. 2004; 12:597-605.

(10.) Gutierrez L, Delgado SE, Costa AP. Caracterizacao do uso da tecnica do copo em UTI neonatal de um hospital publico. Rev Bras Crescimento Desenvolv Hum. 2006; 16:22-31.

(11.) Lopez Ci? Chiari BM, Guedes ZCF, Goulart AL, Kopelman BI. A utilizacao copo na complementacao do aleitamento materno consideracoes fonoaudiologicas. In: Hernandez AM. Conhecimentos essenciais para atender bem o neonato. Sao Jose dos Campos (SP): Pulso; 2003. p. 107-11.

(12.) Dowling DA, Meier PP Diuore JM, Blatz M, Martin RJ. Cup-feeding for preterm infants: mechanics and safety. J Hum Lact. 2002; 18(1):13-20.

(13.) Who, Unicef. Aconselhamento em amamentacao: um curso de treinamento. Sao Paulo: Secretaria do Estado da Saude; 1990.

(14.) Scochi CGS, Gauy JS, Fujinaga CI, Fonseca LMM, Zamberlan NE. Transicao alimentar por via oral em prematuros de um Hospital Amigo da Crianca. Acta Paul Enferm. 2010; 23:540-5.

(15.) Costa R, Padilha MI. Percepcao da equipe de saude sobre a familia na uti neonatal: resistencia aos novos saberes. Rev enferm UERJ; 2011; 19:231-5.

Sandra Teixeira Araujo Pacheco [I]

Benedita Maria Rego Deusdara Rodrigues [II]

Barbara Bertolossi Marta de Araujo [III]

Ivone Evangelista Cabra [IV]

Raissa Rodrigues Organista [V]

Maria Joeliza da Silva Enrici [VI]

[I] Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora Adjunta do Departamento Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Membro do Grupo de Pesquisa: Cuidando da Saude das Pessoas. Rio de Janeiro, Brasil. Email: stapacheco@yahoo.com.br.

[II] Doutora em Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisadora do Conselho de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico. E-mail: benedeusdara@gmail.com.

[III] Mestra em Enfermagem. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Materno Infantil da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. E-mail: betabertolossi@gmail.com

[IV] Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisadora do Conselho de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico. E-mail: icabral44@hotmail.com.

[V] Academica de enfermagem do 7 Periodo da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista de Iniciacao Cientifica. E-mail: raissa05091991@yahoo.com.br

[VI] Academica de enfermagem do 7 Periodo da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista de Iniciacao Cientifica. E-mail: m.joeliza@gmail.com.
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Title Annotation:Original Research/Artigo de Pesquisa/Articulo de Investigacion
Author:Pacheco, Sandra Teixeira Araujo; Rodrigues, Benedita Maria Rego Deusdara; de Araujo, Barbara Bertolo
Publication:Enfermagem Uerj
Date:Oct 1, 2012
Words:3209
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