Printer Friendly

MEMETIZANDO: EXPERIMENTACOES COTIDIANAS EM TEMPO DE CIBERCULTURA.

O Programa de Pos-Graduacao em Educacao, Cultura e Comunicacao--PPGECC e uma experiencia pioneira na Baixada Fluminense. Um Mestrado em Educacao que assume o compromisso com o desenvolvimento de investigacoes voltadas para as problematicas das periferias, sejam elas territoriais, politicas, sociais e/ou culturais e comunicacionais.

Com esse objetivo, ao longo dos anos, o Programa tem investido na formacao de novos quadros intelectuais engajados no enfrentamento das questoes educacionais e culturais em periferias urbanas, concebidas como locus de producao de conhecimento e de intervencao no social que, muitas vezes, escapam aos padroes legitimados hegemonicamente.

Nessa perspectiva, a articulacao entre educacao, cultura e comunicacao tem sido buscada a partir do entendimento de que sao aspectos constitutivos da compreensao que deve mover os esforcos contemporaneos de formacao de educadores para aturar nas diferentes e multiplas esferas formativas.

Dessa forma, essa articulacao implica pensar sobre os valores que vem mudando aceleradamente as diferentes areas sociais, politicas e economicas a partir de acoes coletivas. Mudancas essas que inspiram invencoes teorico-metodologicas nas diferentes areas do conhecimento humano. A atuacao desse conhecimento hoje se materializa cada vez mais pelos usos das tecnologias digitais em rede, aqui entendidas como criacao cultural, cujos usos e aplicacoes sao definidos pela atuacao direta dos sujeitos no momento socio-historico em que vivem, compartilham, cocriam e interagem criando multiplas linguagens e sobretudo, ampliando seus repertorios culturais.

Assim, a Revista Periferia tem a preocupacao permanente de ampliar os percursos do discurso cientifico, levando-os para alem dos muros da universidade, em amplo dialogo com a sociedade. Para isso, contamos com nossos leitores como interlocutores com suas vozes ampliadas, nas trocas de saberes tao necessarias para escaparmos das logicas que cada vez mais tentam restringir as dinamicas vividas nos mais diversos espacos e tempos da sociedade. Nesse numero, a Revista reitera a necessidade do amplo dialogo que devemos estabelecer com professores e estudantes.

Em um momento tao dificil que atravessamos, no Brasil e no mundo, com retrocessos nas politicas publicas, e preciso firmar compromissos com a democracia. Parte fundamental desse compromisso e ampliar o debate a partir de fontes plurais e representativas como nos textos trazidos pelos autores que colaboram conosco nesta nova edicao.

O numero atual da Revista Periferia "Memetizando: experimentacoes cotidianas em tempo de cibercultura" traz um conjunto de artigos que visam contribuir para os debates sobre a necessidade de se rediscutir estereotipos, novas fronteiras, novas formas de pensar as multiplas linguagens criadas e inspiradas pelos usos das tecnologias digitais em redes em tempos de cibercultura, e, sobretudo, contribuir para iniciativas de diversidades tematicas, de problematizacoes culturais, de proposicoes teoricas que circulam no ambito da Educacao, exercicios de experimentacao tipicos de um campo sempre em construcao. O termo MEME e bastante conhecido e utilizado na internet, principalmente nas redes sociais, referindo-se ao fenomeno de viralizar(quando a informacao espalha-se rapidamente) entre os usuarios, ou seja, qualquer video, imagem, frase, ideia, musica que se espalhe alcancando muita popularidade.

Para (SANTOS, COLACIQUE E CARVALHO, 2016) os memes criados na internet podem ser entendidos como aspectos da realidade imagetica e trazem com humor, elementos para a imaginacao que recria e interpreta a realidade por ele representada. E, portanto, nesse contexto que o memes passam a representar o conceito, forma e estetica que conhecemos hoje de forma tao difundida nas diferentes redes educativas. Retirados de imagens, desenhos, filmes e propagandas eles recriam e reproduzem situacoes e elementos da cultura popular em tom comico, satirico e critico quebrando tabus e abrindo espacos de discussao e reflexao.

Optamos, portanto, por reconhecer e valorizar todas essas experiencias formativas que podem ser concebidas pelas imagens obtidas nos espacos que articulam o ciberespaco em diversos contextos sociais, buscando inferir nessa pratica uma reflexao inspiradora capaz de modificar nossa pratica docente.

Utilizando-nos do potencial marcante das imagens, tomando emprestada a dinamica e a discursividade dos memes em associacao com os aplicativos de producao e publicacao que na sociedade contemporanea fazem emergir praticas pedagogicas e experimentacoes cotidianas inspiradas nos conceitos de mobilidade, interatividade, ubiquidade e conectividade, principios que se baseiam a cultura digital para a construcao do conhecimento em rede.

No artigo "ENSINAR-APRENDER COM OS MEMES: QUANDO AS ESTRATEGIAS DE SUBVERSAO E RESISTENCIA VIRALIZAM NA INTERNET", os autores Dilton Ribeiro Couto Junior, Fernando Pocahy e Felipe da Silva Ponte, exploram a forma como os memes podem constituir-se enquanto potentes estrategias contemporaneas de subversao e resistencia as normas que regulam/governam corpos, generos e sexualidades. Para os autores a infraestrutura tecnica do ciberespaco possibilita que uma quantidade significativa de usuarias/os hoje possa (co)criar, "curtir" e compartilhar amplamente informacoes dos mais variados tipos (imagens, videos, sons etc) para outras pessoas geograficamente dispersas.

Ja no artigo "MEMES, RACISMO E EDUCACAO, OU POR QUE OS MEMES DA TAIS ARAUJO IMPORTAM", Leonardo Fraga Cardoso Junior, Kaio Eduardo de Jesus Oliveira e Cristiane de Magalhaes Porto discutem a importancia dos memes de redes sociais digitais na Cibercultura e como eles favorecem a reproducao de discursos racistas na internet. Para isso, tomaram como objeto o caso dos memes racistas que tencionam o debate sobre racismo a partir da fala da atriz brasileira Tais Araujo em uma edicao do TEDx Brasil. A producao de memes articuladas a este caso especifico, insere os usuarios no debate sobre preconceito social e racial no Brasil a partir de uma fala propria que se expande na rede, especialmente permeada pelo humor e pela satira de cada meme, mas e ampliada a partir do contexto etico e moral que toma a repercussao.

No artigo "A DISCURSIVIDADES DOS MEMES--MEMETIZANDO-SE NAS REDES EDUCATIVAS", Wallace Carrico de Almeida, Rosemary dos Santos de Oliveira e Edmea Oliveira dos Santos apresentam resultados fruto da pesquisa que ocorreu no ambito da disciplina Informatica na Educacao, do curso de Pedagogia a distancia da UERJ, oferecida em parceria com a Fundacao Centro de Ciencias e Educacao Superior a Distancia do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) / Consorcio CEDERJ durante o segundo semestre do ano de 2017. Apresentam narrativas e imagens que surgiram durante a pesquisa, verificando nelas a manifestacao da autoria dos praticantes na producao critica de memes e produzindo novos contextos de aprendizagem significativa.

No artigo "EDUCACAO MUSEAL NA CIBERCULTURA: O USO DE MEMES NO PROJETO "CLUBE DE JOVENS CIENTISTAS" DA SECAO DE ASSISTENCIA AO ENSINO (SAE) DO MUSEU NACIONAL/UFRJ", as autoras Frieda Maria Marti e Andrea Costa objetivaram narrar a experiencia de criacao de memes por estudantes durante uma atividade educativa da Secao de Assistencia ao Ensino do Museu Nacional (MN), discutir os possiveis conhecimentossignificacoes que emergiram a partir destas autorias e as potencialidades educativas dos memes na educacao museal. As autoras buscaram refletir sobre o contexto da educacao museal na cibercultura e a relacao entre ciencia e sociedade.

Leonardo Nolasco-Silva, Maria da Conceicao Silva Soares e Vittorio Lo Bianco, no artigo "OS MEMES E O GOLPE", sugerem pensar os memes como discursos abertos e colaborativos, capazes de participar da narracao da nossa historia comum, sublinhando sua potencia na criacao do pensamento. Para os autores, memes sao discursos (imagens, videos, musicas e outras formas de comunicacao) que viralizam na internet e despertam o desejo de atualizacao. Diferente do viral que se assenta basicamente no compartilhamento, o meme demanda ser modificado para se inserir em cada novo ato de compartilhar.

O artigo "MEMES NA INTERNET: ENTRELACAMENTOS ENTRE A "ZOEIRA" DE ESTUDANTES E A APROPRIACAO DO GENERO DISCURSO NA ESCOLA" de Douglas de Oliveira Calixto, visou o reconhecimento dos memes na internet como uma linguagem articuladora dos sentidos no interior da escola. Para alem de mera brincadeira ou montagens que circulam nas redes sociais, o autor procurou demonstrar como os memes representam uma nova forma de se relacionar com a comunicacao e com a cibercultura.

Em "BRACE YOURSELVES, THE ZUERA IS COMING': MEMES, LETRAMENTO MIDIATICO DIGITAL E APROPRIACAO CRIATIVA DOS FAS DE GAME OF THRONES NO FACEBOOK", Luana Inocencio e Davi Reboucas analisaram os dialogos intertextuais nos memes em comentarios da pagina Game of Thrones da Depressao no Facebook, que utilizaram o humor para estruturar coletivamente uma experiencia ludica de consumo, letramento e ressignificacao com relacao ao produto cultural. A partir de um conjunto de termos e metaforas que sao frequentemente referenciados nestes memes da serie, um imaginario especifico e compartilhado, reconhecido e intensamente apropriado pelos interagentes, constituindo uma rica amostra da intimidade dos fas com o universo narrativo do programa.

"AS AVENTURAS DE PAULO FREIRE CONTRA O MEME EGOISTA: A LUTA DE CLASSES NAS REDES SOCIAIS" os autores Aristoteles de Paula Berino, Marcelia Amorin Cardoso, Vanessa Rodrigues de Souza e Livia Herdade discutem como Paulo Freire e o seu legado sao expressos atraves dos memes publicados em redes sociais na internet. Destacam, ainda o sentido politico dos memes que sao ofensivos a Paulo Freire, descaracterizando sua obra alem de insultar a sua pessoa. Os exemplares de memes que utilizaram foram extraidos das redes sociais Facebook e Twitter. Richard Dawkins e sua formulacao original sobre os memes foram referencias para o artigo.

Edna Araujo dos Santos de Oliveira e Roseli Zen Cerny apresenta as experiencias realizadas em encontros presenciais realizados numa Semana Academica de um Curso de Pedagogia. O foco do artigo foi a oficina "Consumo e Infancia", cujo trabalho se desdobrou no espectro da cultura digital e a avaliacao da aprendizagem onde foi aferida a teoria de Recouer com a elaboracao de memes educativos e buscando uma compreensao critica do o fazer docente na modalidade a distancia no artigo "SEMANA ACADEMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA: MEMES EM PROL DA INFANCIA PARA CRITICAR O CONSUMISMO".

No artigo "UMA ANALISE DISCURSIVA DE MEMES DO ENEM 2015", Marcia Ione Surdi e Andressa Cristina Oliveira da analisam a producao de sentido dos discursos memicos que circulam nas redes sociais, e, especificos e a ocorrencia da nocao de intertexto na materialidade digital meme. As autoras procuram compreender as condicoes de producao dessas discursividade e a producao de sentido produzida pelos "memes" no Enem de 2015.

O artigo "MULTIMODALIDADE E EFEITOS DE SENTIDO NO GENERO MEME" de Josiane Brunetti Cani, considera a importancia de compreender a natureza constitutiva dos generos influenciada pelos recursos tecnologicos digitais e tem como objetivo discutir a multimodalidade presente no genero meme. A partir de uma analise multimodal a luz dos pressupostos teoricos abordados por Jewitt e Hiippala, apresenta alguns memes coletados no Facebook, estabelecendo uma taxonomia desses autores para a analise da multimodalidade relacionada aos principais usos desse genero como dinamica social.

A autora Daniele Santana de Melo, no artigo "MEMES E A EDUCACAO DE JOVENS E ADULTOS" aborda os memes no contexto educacional em um estudo de caso desenvolvido na disciplina de Educacao de Jovens e Adultos (EJA), em uma Faculdade da rede privada, localizada em Coronel Joao Sa--Bahia. O objetivo geral foi apresentar os memes atraves de suas potencialidades de interpretacoes das informacoes dos alunos e ex-alunos da modalidade Educacao de Jovens e Adultos. Acrescido a isso, a autora mostra as concepcoes dos alunos e ex-alunos da EJA, e com base nas informacoes reconfigurar a pratica docente, apontando quais os tipos de memes que podem contribuir na/para acoes pedagogicas.

Ja o autor Eddie Francisco Manoel Ferreira Orsini, a partir do artigo "EDUCACAO, MEMES E A CATEGORAI TRABALHO", investigou o uso de memes e outros elementos graficos como recurso didatico nesse ambiente de dificuldades e desafios que passa educacao, sobretudo os colegios estaduais. Com isso, buscando construir um modus operandi para o uso da imagem (tao presente na sociedade), mas sem que se perca a riqueza do conteudo da disciplina. Nesta pesquisa, o autor usou a teoria e metodo de Istvan Meszaros, mas com a presenca de outros momentos do marxismo.

Isnalda Berger e Ursula Cunha Anecleto, no trabalho de sobre "MEMES DE IINTERNET NAS AULAS DE LINGUA PORTUGUESA: ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA O ESTUDO DE GENERO", discutemsobre memes de internet enquanto generos textuais hibridos que circulam em novas esferas publicas, a partir das Tecnologias da Informacao e Comunicacao e analisam alternativas de estudo dos memes nas aulas de Lingua Portuguesa da educacao basica. As autoras reforcam que, enquanto textos socio-historicamente situados, os memes de internet, alem de contribuir para a difusao de informacoes no espaco virtual, oportuniza a formacao de opinioes e a promocao de debates nas salas de aula da educacao basica, estimulando de maneira criativa a atuacao de estudantes em esferas publicas digitais.

Na secao "Entrevista", a autora Diene Eire de Mello entrevista a Prof. Dra Adriana Rocha Bruno sobre a tematica "MEME E EDUCACAO", trazendo multiplas problematizacoes e tensoes do uso dos memes e seus desdobramentos para as praticas educativas contemporaneas.

Ainda para esta edicao, trazemos na Secao de "Fluxo Continuo" o artigo "CIBERLEITURA NA EDUCACAO BASICA: REALIDADE POSSIVEL?" das autoras Bruna Rafaela Evangelista de Oliveira e Mayra Rodrigues Fernandes Ribeiro, no qual discutem a leitura na cibercultura com base em uma pesquisa desenvolvida na Escola Estadual Antonio Gomes com alunos do 5[degrees] ano do ensino fundamental. As autoras concluem que as praticas de leituras com uso das tecnologias digitais nao sao uma solucao linear para os problemas de aprendizagens de leitura e escrita na escola, mas quando mediadas e intencionais possibilitam uma motivacao e uma melhora gradativa na comunicacao e producao de textual pelos alunos da educacao basica.

"UMA BREVE DESCRICAO SOBRE A CIBERCULTURA DOS HUE BR", artigo de Weslley Kozlik Silva, Jamile Santinello e Graziella Medeiros Guadagnini destacam que a internet e um espaco que ha algum tempo tem promovido interacoes entre pessoas das mais diversas partes do mundo. O objetivo do trabalho foi analisar e descrever uma cultura especifica, criada nesse espaco, chamada Hue br. Os resultados desse trabalho apontam para uma construcao da cibercultura a partir de resistencias as imposicoes de jogadores de outras nacionalidades, principalmente relacionada ao idioma falado nos servidores de jogos online.

No artigo "A ETNOGRAFIA DA ESCOLA: ENTRELACANDO VOZES, SUJEITOS CONHECIMENTOS E CULTURAS" de Luis Paulo Cruz Borges e Paula Almeida de Castro e discutido a relacao dos sujeitos da escola com o conhecimento e a cultura, analisados na perspectiva etnografica. Para isso, os autores lancam mao dos usos da observacao participante, do diario de campo, de entrevistas etnograficas e de producao textual. Por fim, propoem uma discussao critico-reflexiva sobre os saberes e fazeres percebidos a partir dos sentidos atribuidos pelos sujeitos da educacao a acao pedagogica tomando a etnografia como abordagem teorica-metodologica possivel de fazer emergir as vozes silenciadas presentes no contexto escolar.

Daniel Vieira Silva, no artigo "CAMINHOS POSSIVEIS PARA PRODUCAO DE PRATICAS PEDAGOGICAS NO ENFRENTAMENTO DAS VIOLENCIAS DE GENERO E SEXUALIDADE", investigou as possibilidades, desafios e potencias na producao de praticas pedagogicas voltadas para a discussao das tematicas relacionadas a genero e sexualidade no espaco escolar. A partir dos relatos e experiencias de quatro professoras da rede municipal de Nova Iguacu, municipio da regiao metropolitana do estado do Rio de Janeiro, o autor destaca que foi possivel perceber elementos que diferenciam as praticas produzidas por essas professoras a partir do olhar atento para as questoes de violencia, marginalizacao e producao de desigualdade frente as percepcoes e performances de genero e sexualidade.

REFERENCIAS

ALMEIDA, Wallace Carrico de; SANTOS, Rosemary dos; e SANTOS, Edmea Oliveira. A discursividades dos memes--Memetizando-se nas redes educativas. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 57-89. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.39246>.

BERINO, Aristoteles de Paula; CARDOSO, Marcelia Amorin; SOUZA, Vanessa Rodrigues de; e HERDADE, Livia. As aventuras de Paulo Freire contra o meme egoista: a luta de classes nas redes sociais. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 178-202. DOI: < https://doi.org/10.12957/periferia.2019.37062>.

BORGES, Luis Paulo Cruz; e CASTRO, Paula Almeida de. A etnografia da escola: entrelacando vozes, sujeitos conhecimentos e culturas. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 404-423. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.39126>.

CALIXTO, Douglas de Oliveira. Memes na internet: entrelacamentos entre a "zoeira" de estudantes e a apropriacao do genero discurso na escola. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 131-152. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36457>.

CANI, Josiane Brunetti Cani. Multimodalidade e efeitos de sentido no genero meme. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 242-267. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36955>.

COUTO JUNIOR, Dilton Ribeiro; POCAHY, Fernando; e CARVALHO, Felipe da Silva Ponte de. Ensinar-aprender com os memes: quando as estrategias de subversao e resistencia viralizam na internet. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 17-38. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36180>.

INOCENCIO, Luana Inocencio; e REBOUCAS, Davi. 'Brace yourselves, the zuera is coming': memes, letramento midiatico digital e apropriacao criativa dos fas de Game of Thrones no Facebook. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 153-177. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36892>.

JUNIOR, Leonardo Fraga Cardoso; OLIVEIRA, Kaio Eduardo de Jesus Oliveira; e PORTO, Cristiane de Magalhaes Porto. Memes, racismo e educacao, ou por que os memes da Tais Araujo importam. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 39-56. DOI: < https://doi.org/10.12957/periferia.2019.33878>.

MARTI, Frieda Maria; e COSTA, Andrea. Educacao Museal na Cibercultura: o uso de memes no projeto "Clube de Jovens Cientistas" da Secao de Assistencia ao Ensino (SAE) do Museu Nacional/UFRJ. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 90-110. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.39617>.

MELLO, Diene Eire de. Meme e educacao: entrevista a Prof. Dra. Adriana Rocha Bruno. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 344-353. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.39505>.

MELO, Daniele Santana de. Memes e a educacao de jovens e adultos. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 268-290. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36856>.

NOLASCO-SILVA, Leonardo Nolasco-Silva; SOARES, Maria da Conceicao Silva; e LO BIANCO, Vittorio. Os memes e o golpe. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 111-130. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.37034>.

OLIVEIRA, Bruna Rafaela Evangelista de; e RIBEIRO, Mayra Rodrigues Fernandes. Ciberleitura na educacao basica: realidade possivel? Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 354-383. DOI:' <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.39384>.

OLIVEIRA, Edna Araujo dos Santos de; e CERNY, Roseli Zen. Semana academica do curso de Pedagogia: meme em prol da infancia para criticar consumismo. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 203-219. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36456>.

ORSINI, Eddie Francisco Manoel Ferreira. Educacao, memes e a categoria trabalho. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 291-316. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.35086>.

SANTOS, E.; COLACIQUE, R.; CARVALHO, F. A autoria visual na internet: o que dizem os memes?. Quaestio--Revista de Estudos em Educacao, v. 18, n. 1, p. p. 135-157, 13 jul. 2016.

SILVA, Daniel Vieira. Caminhos possiveis para producao de praticas pedagogicas no enfrentamento das violencias de genero e sexualidade. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 424-441. DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36363

SILVA, Weslley Kozlik; SANTILLO, Jamile; e GUADAGNINI, Graziella Medeiros. Uma breve descricao sobre a cibercultura dos HUE BR. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 384-403. DOI: < https://doi.org/10.12957/periferia.2019.33505>.

SURDI, Marcia Ione; e OLIVEIRA, Andressa Cristina. Uma analise discursiva de memes do ENEM 2015. Revista Periferia, v. 11, n. 2, 2019, p. 220-241. DOI: <https://doi.org/10.12957/periferia.2019.36362>.

Felipe da Silva Ponte de Carvalho (1)

Rosemary dos Santos (2)

(1) Doutorando no Programa de Pos-Graduacao em Educacao da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (ProPEd/UERJ). Membro do Grupo de Estudos em Genero e Sexualidade e(m) Interseccionalidades (Geni) e do Grupo de Pesquisa Docencia e Cibercultura (GPDOC). Bolsista FAPERJ. Orcid: http://orcid.org/0000-0001 -7398-6171 E-mail: felipesilvaponte@gmail.com

(2) Formada em Letras e Pedagogia. Doutora e Mestre em Educacao pela UERJ. Professora Adjunta do Departamento de Formacao de Professores da Faculdade de Educacao da Baixada Fluminense (FEBFUERJ). Professora do Programa de Pos-Graduacao em Educacao, Cultura e Comunicacao em Periferias Urbanas (PPGECC) na Linha de Pesquisa: Educacao, Comunicacao e Cultura.
COPYRIGHT 2019 Universidade do Estado do Rio de Janeiro- Uerj
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2019 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:de Carvalho, Felipe da Silva Ponte; Santos, Rosemary dos
Publication:Periferia
Date:May 1, 2019
Words:3314
Previous Article:Fava, Rui. Trabalho, educacao e inteligencia artificial: a era do individuo versatil.
Next Article:TEACHING AND LEARNING WITH MEMES: WHEN SUBVERSION AND RESISTANCE STRATEGIES VIRALIZE ON THE INTERNET ENSINAR-APRENDER COM OS MEMES: QUANDO AS...

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2020 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters