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Lupus eritematoso cutaneo: analisis clinicos y de laboratorio.

LUPUS ERITEMATOSO CUTANEO: MANIFESTACOES CLINICAS E ANALISE LABORATORIAL

LUPUS ERYTHEMATOSUS CUTANEOUS: CLINICAL AND LABORATORY ANALYSIS

INTRODUCAO

Lupus e uma palavra derivada de lobo em latim e tem sido usado como nome de varias doencas de pele, pelo menos desde o Seculo X. O lupus eritematoso (LE) esta incluido entre as chamadas doencas do tecido conjuntivo e e dividido em uma forma sistemica o lupus eritematoso sistemico (LES) e uma forma cutanea lupus eritematoso cutaneo (LEC). Eles podem ocorrer tanto em conjunto e separadamente (GRONHAGEN e NYBERG, 2014).

O LE e uma doenca autoimune heterogenea e multissistemica, caracterizada pela producao de anticorpos que combatem o seu proprio organismo em vez de combater a antigenos. Segundo Sato et al. (2006), a etiologia ainda nao e esclarecida e o desenvolvimento da doenca esta ligado a predisposicao genetica e a fatores ambientais, como luz ultravioleta e alguns medicamentos. A doenca apresenta um amplo espectro de manifestacoes cutaneas e sistemicas que tem sido objeto de investigacao clinica e laboratorial no ultimo seculo (KUHN, 2007).

O Lupus Eritematoso Sistemico (LES) e uma doenca inflamatoria cronica de etiologia multifatorial, caracterizada pelo envolvimento de diferentes orgaos e sistemas com desordens imunologicas com autoanticorpos. Ambos os sexos sao afetados, com uma maior incidencia em mulheres, principalmente em torno de 30 anos de idade. Sua etiologia nao e bem definida, porem o favorecimento do LES associa-se com os fatores geneticos, fatores ambientais e emocionais ocasionando entre esses multiplos fatores a desordem imunorreguladora (FILHO, 2014).

O entendimento da progressao e desenvolvimento de novas terapias para as doencas autoimunes, incluindo o Lupus Eritematoso Cutaneo (LEC), e facilitado pelo desenvolvimento recente e os esforcos para validar instrumentos resultado especificos ao LEC (ANYANWU, 2013). Durante as ultimas tres decadas, tem havido numerosas as tentativas de desenvolver instrumentos para medicao de doenca de pele. Os criterios usados pelo Dermatology Index of Disease Severity (DIDS) sao muito gerais em suas avaliacoes das areas de superficie corporal em relacao ao lupus, porem util para doencas como acne ou LEC (ALBRECHT et al., 2005).

Doencas autoimunes estao associadas com severa reducao da qualidade de vida de acordo com estudos de investigacao da relacao entre qualidade de vida e a gravidade do LEC. Embora muito progresso tenha sido feito na quantificacao da severidade da doenca na autoimunidade, ainda ha duvidas que nao podem ser facilmente respondidas com resultados instrumentais (ANYANWU et al., 2013).

Segundo DAHL et al. (2012) o LEC e uma manifestacao comum de lupus eritematoso cutaneo cronico (LECC).

Contudo sua investigacao epidemiologica do LEC tem sido prejudicada por uma escassez da apuracao dos casos e muitos dos conhecimentos baseiam-se em pequenas e muitas vezes em estudos retrospectivos. Recentes estudos de base populacional tem mostrado que a incidencia do LEC na Suecia e EUA sao de 4/100.000 habitantes, em ambos os estudos, a maioria da populacao eram caucasianos (GRONHAGEN e NYBERG, 2014).

Com prevalencia variando de 14 a 50/100.000 habitantes, em estudos norteamericanos. A doenca pode ocorrer em todas as etnias e em todas as partes do mundo (SATO et al., 2006).

De acordo com Eastham e Vleugels (2014) o lupus e uma doenca com maior frequencia entre as idades de 20 a 50 anos, afetando mais as mulheres do que homens acometendo, em sua maioria, pacientes com uma historia familiar de lupus e outras doencas autoimunes. Cerca de 1,9 a 6,8 mulheres para cada homem sao acometidas pelo LECC.

LUPUS ERITEMATOSO CUTANEO

A forma cutanea do lupus eritematoso apresentam tres classificacoes, sendo elas: (1) lupus cutaneo agudo; (2) lupus cutaneo subagudo; e (3) lupus cutaneo cronico ("lupus discoide"). Os pacientes com lupus cutaneo necessitam de uma atencao mais significativa nos pontos de articulacoes, rins, pulmoes e outros orgaos. O lupus cutaneo agudo (LCA) quase sempre envolve mais do que apenas a pele, ao contrario subagudo e lupus discoide que muitas vezes ocorrem apenas na pele. Isto e importante porque, enquanto todos os pacientes com lupus cutaneo precisam ser monitorados, muitos pacientes com lupus subagudo ou discoide passar ao longo de sua vida sem danos significativos dentro de seus corpos (EASTHAM e VLEUGELS, 2014).

O LECC ou lupus eritematoso discoide (LED) e uma dermatose cronica autoimune e variante clinica mais comum do LE. E desencadeado ou agravado pela exposicao a radiacao ultravioleta, frio, drogas e tem evolucao vagarosa. As manifestacoes clinicas incomuns, como o lupus comedonico, podem mimetizar outras doencas como acne vulgar, doenca de Favre Racouchot, milium, milia en plaque, siringoma, tricoepitelioma, poros dilatados agregados e nevo comedonico (FARIAS et al., 2011).

LUPUS ERITEMATOSO CUTANEO AGUDO (LECA)

Esta quase sempre associado a forma sistemica e o paciente mais tipico sao as mulheres de pele clara nos seus 30 anos. As lesoes podem ser localizadas ou generalizadas (concentrada acima do pescoco). Eritema malar ou "eritema asa de borboleta" e a lesao localizada tipica, um eritema (e/ou edema) sobre a eminencia malar com tendencia para poupar os sulcos nasolabiais; que muitas vezes vem apos exposicao ao sol com lesoes que podem durar de horas a dias. A hiperpigmentacao pos-inflamatoria e comum, mas nao ocorre cicatriz. O diagnostico diferencial sao erisipela, alergia de contato, dermatite seborreica, rosacea, farmaco indutor de reacoes fototoxicas e exantema viral.

A forma generalizada de LEC agudo embora menos frequente tambem esta associada com uma exposicao anterior ao sol com preferencia localizado nas areas expostas ao sol. O diagnostico diferencial e dermatite toxica, exantema viral e eritema multiforme (GRONHAGEN e NYBERG, 2014).

LUPUS ERITEMATOSO CUTANEO SUBAGUDO (LECS)

A maioria dos pacientes (85%) e considerada fotossensivel e as lesoes estao localizadas principalmente em areas expostas ao sol; pescoco, peito, costas, ombros, partes dorsais dos bracos e maos, mas surpreendentemente o rosto e couro cabeludo sao raramente envolvidos. O LECS e mais comum entre os caucasianos com lesoes em forma de placas eritematosas ou papulas e, em seguida anulares. As lesoes nao sao cicatrizes, mas muitas vezes curam com alteracoes pigmentares de longa duracao fortemente associadas com o anticorpo Ro/anti-SSA, cerca de 70% exibem o anticorpo, 60-80% apresentam anticorpos antinuclear positiva (GRONHAGEN e NYBERG, 2014).

LUPUS ERITEMATOSO CUTANEO CRONICO (LECC)

As lesoes comecam como manchas eritematosas ou papulas com uma superficie escamosa e depois crescer perifericamente em maior discoide placas que curam com cicatriz atrofica e alteracoes pigmentares. O envolvimento da mucosa e muito comum em pacientes LEC, pelo menos 25% dos pacientes LEC tem lesoes nas mucosas, mas e provavelmente uma subestimacao uma vez que muitos pacientes tem envolvimento assintomatico, na maioria das vezes a mucosa bucal esta envolvida. Os diagnosticos diferenciais sao carcinoma basocelular, queratose actinica, liquen plano, superficial infeccao fungica, sifilis secundaria, sarcoidose, cutanea tuberculose, hanseniase, cicatrizes (GRONHAGEN e NYBERG, 2014).

SISTEMA IMUNOLOGICO

O nosso sistema imunologico tem a importante funcao no reconhecimento, ataque e eliminacao das substancias estranhas a sua composicao, processo esse chamado de resposta imunologica que nos defende contra agentes infecciosos (ABBAS et al., 2013).

Segundo Martinez e Alvarez-Mon (1999), o sistema imunologico representa um sistema eficaz de defesa contra microrganismos que penetrem no organismo ou contra a transformacao maligna de celulas, com a funcao de defesa essencialmente contra o desenvolvimento de infeccoes e tumores. Esta capacidade de defesa do sistema imunologico se fundamenta na ativacao das celulas efetoras, que incluem os linfocitos e as celulas apresentadoras de antigenos ou acessorias.

O sistema imunologico compreende as vias principais atraves das quais o ser humano responde se adaptando aos desafios exogenos e endogenos. Esta formado por uma serie de celulas e moleculas, distribuidas pelo organismo, imprescindiveis para a sua defesa frente a infeccoes e/ou situacoes que comprometam a sua integridade. As proteinas do sistema imunologico representam 20 a 25% da concentracao de total de proteinas plasmaticas e o seu componente celular representa aproximadamente 15% das celulas corporais (MARTINEZ e ALVAREZ-MON, 1999).

Nos linfocitos, as principais acoes da vitamina D sao: alteracao na secrecao de citocinas pro-inflamatorias, como a diminuicao de Interferon-y e a Interleucina-2 (IL-2), bloqueando, assim, o principal sinal de retroalimentacao das celulas dendriticas, gerando uma diminuicao da capacidade de apresentacao de antigenos aos linfocitos e diminuicao da ativacao e expansao clonal dos linfocitos. Ao mesmo tempo, ela aumenta a producao de IL-4, IL-5 e IL-10, e gera uma mudanca de fenotipo T helper I para T helper II o que leva a uma maior tolerancia imunologica, contudo a acao da vitamina D sobre o sistema imune tambem afeta a subpopulacao de linfocitos Th17. Esses linfocitos T helper se caracterizam por secretar IL-17 e com isso participam na fisiopatogenia das doencas autoimunes. Outras citocinas tambem sofrem diminuicao na sua producao na presenca de vitamina D, como IL-6, IL-12 e IL-23 (TEIXEIRA e COSTA, 2012).

Embora sua distribuicao seja universal, essa enfermidade e tres vezes mais frequente em afro-americanos do que em brancos e dez vezes mais em mulheres. Varios autores tem demonstrado maior prevalencia da deficiencia de vitamina D em pacientes com LES em comparacao a individuos saudaveis ou com outras doencas reumatologicas. Pesquisas sugerem uma relacao entre a deficiencia da vitamina D e o desenvolvimento da enfermidade. Ensaios in vitro mostraram que a suplementacao de vitamina D diminui as anomalias caracteristicas do LES. Sugere-se que as alteracoes imunologicas causadas pelo deficit de vitamina D possam levar a uma diminuicao da tolerancia imunologica, permitindo o desenvolvimento de doenca autoimune em individuos geneticamente predispostos (TEIXEIRA e COSTA, 2012).

DOENCAS AUTOIMUNES

As respostas inadequadas do sistema imunologico geram o que conhecemos como doencas, fazendo com que o sistema imune se volte contra o seu organismo reagindo contra orgaos, tecidos ou celulas proprias, podendo assim destruir a sua funcao original. Contudo a tolerancia imunologica aos antigenos proprios ocorre principalmente no timo por mecanismos que eliminam ou inativam linfocitos T autoreativos atraves de delecao clonal, anergia clonal ou supressao. Em sua totalidade de linfocitos T imaturos provenientes da medula ossea que chegam ao timo, apenas 5% atingem a circulacao periferica, sendo intensa a taxa de apoptose. As celulas que chegam a periferia sao imunocompetentes contra antigenos estranhos, porem incapazes de desenvolver resposta imune contra seus proprios antigenos (BUENO e PACHECO-SILVA, 1999).

EPIDEMIOLOGIA

O estudo epidemiologico tem sido dificultado pela falta de apuracao dos casos que na maior parte do conhecimento e baseado nos poucos estudos retrospectivos. Estudos de base populacional tem mostrado que a incidencia de LEC na Suecia e EUA e de 4/100.000 habitantes (GRONHAGEN e NYBERG, 2014). No Brasil, a prevalencia da doenca varia de 14,6 a 122 casos por 100 mil habitantes, contudo a cidade de Natal-RN parece ter a maior incidencia de habitantes/ano, em estudo realizado no ano 2000 (BEZERRA et al., 2005).

E descrito na literatura uma maior incidencia de LES em mulheres. Estudos recentes nas cidades de Cascavel (Parana) e Natal (Rio Grande do Norte) apontaram uma incidencia de 9,3 e 14,1 casos por 100.000 habitantes, com prevalencia e mulheres (NAKASHIMA et al., 2011).

Portanto, as incidencias em alguns estados do Brasil sao altas e outras baixas para o desenvolvimento do LE, pois e intimamente influenciado pelas diferentes condicoes climaticas, o que pode influenciar no aparecimento da doenca e de suas complicacoes, como a do LEC com grande sensibilidade aos raios ultravioleta (KLEIN et al., 2011).

DIAGNOSTICO

O Cutaneous Lupus Erythematosus Disease Area and Severity Index (CLASI) e uma ferramenta clinica que quantifica a atividade e o dano causado pelo LEC (ALBRECHT et al., 2005). E utilizado para padronizar a forma como a atividade da doenca e descrita e fornece diretrizes para a identificacao de alteracoes clinicas quantificando a atividade e os danos da doenca. O indice de atividade e baseado no grau de eritema, lesoes das mucosas e alopecia. Ao contrario de outras medidas, a pontuacao CLASI nao e baseada unicamente na area da pele envolvida, mas sim, partes do corpo que sao mais visiveis, mais ponderadas do que aquelas que estao geralmente cobertas (UVA et al., 2012).

De acordo com o American College of Rheumatology o diagnostico de LES e baseado na avaliacao de anticorpos antinucleares: titulo anormal de anticorpo antinuclear por imunofluorescencia indireta ou metodo equivalente, em qualquer epoca e na ausencia de drogas conhecidas por estarem associadas a sindrome do lupus induzido por farmacos (BORBA et al., 2008).

CRITERIOS LABORATORIAIS

O diagnostico das manifestacoes cutaneas de LE baseia-se nas analises clinicas, histopatologia e imunohistologia das lesoes cutaneas. Alem disso, os autoanticorpos no soro sao considerados marcadores imunologicos para tipos distintos de clinicas da doenca.

Nos ensaios imunologicos, sao avaliados a presenca de anticorpo anti-DNA nativo ou anti-Sm, ou presenca de anticorpo antifosfolipide baseado em niveis anormais de IgG ou IgM anticardiolipina, ou em teste positivo para anticoagulante lupico ou teste falso positivo para sifilis, por no minimo seis meses (BRAGA et al., 2003).

Exemplificam os dados laboratoriais de rotina diante dos problemas de um paciente caucasoide do sexo feminino, iniciando manifestacoes de purpura trombocitopenica imunologica (PTI) aos 7 anos, tratada com pulsoterapia de metilprednisolona (30 mg/kg/dose) e corticoide oral (1 mg/kg/dia).

Diante dos problemas a crianca, com 8 anos e 8 meses, manifestou pericardite, erupcoes faciais, fotossensibilidade e anemia hemolitica autoimune (AHAI) com testes de Coombs direto (TCD) e testes de Coombs indireto (TCI) positivos. Portando para o diagnostico do lupus eritematoso sistemico juvenil (LESJ) nesta crianca foi possivel pelo exame laboratorial que apresentava Hb 5,6 g/dL; hematocrito (Htc) 19%; leucocitos 2.900/mm ; plaquetas 20.000/mm ; FAN (padrao homogeneo periferico) e anti DNA positivos, CH50 diminuido (34%) e ACL negativo.

O fator antinuclear (FAN) na figura 1, usa como substrato celulas HEp-2 e a metodologia de escolha para rastreamento e identificacao dos padroes de imunofluorescencia a qual os diversos autoanticorpos se associam (LORA et al., 2007).

[FIGURA 1 OMITIR]

A correlacao da resposta clinica com biomarcadores vem se consolidando e se tornando um meio importante para esclarecer as vias moleculares na base da patogenese da doenca autoimune cutanea e fornecer uma avaliacao independente no inicio da eficacia da terapia (ANYANWU et al., 2013).

Analises Clinicas

Os exames como hemograma com contagem de plaquetas, glicemia de jejum, provas de funcao renal e hepatica, proteinas totais e fracao, proteina C reativa, mucoproteina, fator reumatico, VDRL, anti-SM, complemento total e fracoes, urina I e protoparasitologico de fezes, contudo e importante salientar que os anticorpos antinucleares (FAN) sao positivos em 70 a 90% dos casos de LEC (ROMITI et al., 2004).

Histopatologia

Notorio que em pacientes com lupus eritematoso cutaneo discoide (LECD) tem idade e duracao da doenca significantemente mais longa do que os pacientes com LES (p<0,04), sendo de extrema importancia a realizacao da biopsia da pele nos pacientes com LECD para o diagnostico de e confirmacao do LECD em 62,5% dos pacientes. Nos demais pacientes o diagnostico de LECD foi clinico e foram descartadas outras doencas no estudo histopatologico da pele (MARCON et al., 2004).

Lesoes Cutaneas

O lupus eritematoso cutaneo denomina-se lupus eritematoso verrugoso ou hipertrofico, pois tem a presenca de lesoes discoides preexistentes em areas expostas ao sol com o surgimento de lesoes papulonodulares verrucosas, podendo surgir em placas, algumas vezes com tampao central, dando a lesao a aparencia de queratoacantoma (BERBERT e MANTESE, 2005).

A forma de LECC mais comum e o lupus eritematoso discoide localizado (LEDL), caracterizado por lesoes maculosas ou populosas, eritematosas, bem definidas, com escamas firmes e aderentes a superficie das lesoes. Essas lesoes tornam-se mais infiltradas e confluentes, formando placas recobertas por escamas espessas e queratose que se estende para o interior do foliculo piloso dilatado (BERBERT e MANTESE, 2005) como pode ser visto na figura 2. Essas lesoes evoluem centrifugamente, assumindo forma de disco, muitas vezes com alteracoes discromicas, presenca de telangiectasias e deixando cicatriz atrofica central e, no couro cabeludo, alopecia e cicatricial (FREITAS et al., 2003).

O lupus tumido e um subtipo raro do LECC, apresentando clinicamente eritema, lesoes urticariformes ou placas lisas, eritematosa violacea, brilhante, localizada na cabeca e no pescoco, muitas vezes com descamacao fina discreta. As lesoes podem apresentar prurido, contudo ao evoluirem nao deixam cicatrizes e, quando recorrem, o fazem nos locais originalmente afetados (BERBERT e MANTESE, 2005).

O envolvimento da pele de LEC em fase aguda, conhecido como LECA, compreende o eritema e edema malar, que frequentemente se estende para tras da ponte nasal e constitui a chamada "eritema em asas de borboleta" destacada na figura 4 e exantema morbiliforme indistinguivel de infeccoes virais ou toxico dermica. Cerca de 25% dos pacientes apresentam ao longo da sua placas discoides (BERBERT e MANTESE, 2005).

Clinicamente, no LEC subagudo, as lesoes sao apresentadas pela descamacao, sendo elas, lesoes de placas eritematosas e descamativa ou anulares, sendo estes visualizados na figura 5 e 6. Os tratamentos convencionais incluem o uso de filtros solares, os corticosteroides topicos e orais, sulfona, antimalaricos e agentes imunossupressores, tais como ciclosporina, azatioprina ou metotrexato (GUILLERMO et al., 2009).

[FIGURA 2 OMITIR]

[FIGURA 3 OMITIR]

[FIGURA 4 OMITIR]

[FIGURA 5 OMITIR]

[FIGURA 6 OMITIR]

TRATAMENTO

Atualmente o tratamento do LEC consiste na utilizacao de corticoides topicos, antimalaricos e imunossupressores, contudo alternativas recentes comecam a ser introduzidas para o tratamento.

Corticoides topicos (CS)

Em lesoes isoladas ou refratarias o tratamento local e mais indicado e atualmente existem diversas preparacoes disponiveis. Os corticosteroides podem ser divididos em fluorados e nao fluorados e podem ser de baixa, media e altas potencias. Dentre os corticosteroides nao fluorados esta a hidrocortisona. Apesar de serem mais baratos, sao menos potentes do que os fluorados. Entretanto, os corticosteroides fluorados produzem mais efeitos adversos, como atrofias, despigmentacoes, estrias, acne, foliculites e superinfeccao por Candida sp, portanto, nao devem ser usados por mais de duas semanas (RIBEIRO et al., 2008).

Reduzem efetivamente os sintomas inflamatorios em todos os tipos de CLE. Apesar de anos de uso clinico, existe apenas um estudo controlado randomizado, em que alta potencia de 0,05% creme fluocinonide foi mais eficaz do que baixa potencia 1,0% creme de hidrocortisona em 78 pacientes com a terapia topica. CS e conhecido por causar atrofia telangiectasias e rosacea dermatite induzida por esteroides. O CS deve ser prescrito com a menor potencia necessaria para alcancar resolucao para o curto espaco de tempo. Em geral, CS de baixa ou media potencia (por exemplo, metilprednisolona) deve ser usado no rosto; os de media potencia (por exemplo, triancinolona, valerato de betametasona) no tronco e extremidades, e os de alta potencia (por exemplo, clobetasol) nas palmas das maos e plantas dos pes, onde a pele e mais grossa. Terapia intralesional com 2,5 a solucao triancinolona 10mg/mL pode ser util (WINKELMANN et al,. 2013).

Antimalaricos

O uso de quinina e a quinacrina apresenta eficacia no tratamento do LEC sendo utilizada para o tratamento de outras manifestacoes clinicas do LES, melhor resposta terapeutica das manifestacoes cutaneas.

Os antimalaricos mais estudados e utilizados sao a hidroxicloroquina, a quinacrina e o difosfato de cloroquina. A dose recomendada da hidroxicloroquina e de 6,5 m/kg/dia, com maior precaucao quanto a sua toxidade retiniana (RIBEIRO et al., 2008). Contraindicacoes para a terapia incluem pacientes com hipersensibilidade a 4-amino-quinolonas, retinopatia, doencas hematopoieticas, deficiencia de glicose-6-fosfato e miastenia gravis (WINKELMANN et al., 2013).

Imunossupressores

Nao ha evidencia suficiente na literatura sobre o emprego de imunossupressores no tratamento do LEC. Todavia, lesoes graves que parecem ser irreversiveis podem, de fato, apresentar melhora com o tratamento imunossupressor mais agressivo, que muitas vezes e iniciado para manifestacoes mais graves do lupus, como nefrite ou cerebrite. Sendo assim, esses farmacos constituem terapia de terceira linha no tratamento do LEC (RIBEIRO et al., 2008).

Rituximab

E um anticorpo monoclonal quimerico anti-CD20 em celulas B, sendo aprovada para o tratamento de linfoma nao-Hodgkin moderado a grave da artrite reumatoide (RA). Contudo, uma serie de casos precoces sugeriu a possibilidade do uso da rituximab atuando na atividade grave em LES, que forneceu a justificativa de um estudo mais aprofundado para o tratamento em pacientes com LES fornecendo a justificativa para mais estudo desse tratamento em pacientes com LES (MERRILL et al., 2011).

A terapia combinada com rituximab e ciclofosfamida resultaram em reducao significativa na media de prednisona dosagem, a taxa de sedimentacao de eritrocitos (LEHMAN et al., 2014). Em 2000, a literatura inclui inumeras series e meta-analise de apoio a celula B terapia de esgotamento, incluindo uma revisao sistematica de 188 portadores de doenca grave, refrataria mostrando 91% tinha melhoria significativa em pelo menos uma manifestacao lupus (BELMONT, 2013).

Ciclofosfamida

E um farmaco antitumoral usado para tratar varios tipos de cancer e algumas desordens autoimunes. Estudos recentes demonstraram que a terapia combinada de rituximab com ciclofosfamida resultou em reducao significativa na dosagem de prednisona, taxa de sedimentacao de eritrocitos e LES (LEHMAN et al., 2014).

Uso de filtro solar

As irradiacoes ultravioletas A (UVA) e B (UVB) caracterizam lesoes significativas em pacientes com LEC, sendo fundamental uma introducao educacional sobre a diminuicao da exposicao ao sol e raios UV em pacientes com LEC.

A utilizacao do protetor solar com FPS 50 ou maior em quantidades adequadas deve ser aplicada em pacientes com LEC. Alem disso, suplementacao de vitamina D (400 UI/dia) deve ser sempre considerada nesses pacientes, aconselhando evitar o sol (WINKELMANN et al., 2013).

Inibidores da calcineurina

Devido aos efeitos adversos dos CS, inibidores da calcineurina, tacrolimus e pimecrolimus, tem sido estudados por seu potencial terapeutico de longo prazo no CLE. Desde os primeiros relatos de sucesso com inibidores da calcineurina no tratamento de lesoes cutaneas do lupus, em 2002, varios estudos tem demonstrado a sua eficacia em efeitos adversos no CLE. Esta limitada a queima transitoria, eritema e irritacao sem o risco de atrofia da pele. Os inibidores de calcineurina sao particularmente eficazes em areas sensiveis da pele, incluindo o rosto, pescoco e areas intertriginosas (WINKELMANN et al., 2013).

Clofazimina

E um antibiotico com atividade imunossupressora e anti-inflamatoria, tradicionalmente utilizada no tratamento da hanseniase. Este tratamento pode gerar algumas alteracoes na pele como a descoloracao marrom avermelhada, pele seca, nauseas e diarreia.

Devido a incapacidade de se determinar se existe um risco de induzir lesoes CLE com clofazimina, so e indicado em pacientes com manifestacoes cutaneas de doenca exclusiva (WINKELMANN et al., 2013).

http://dx.doi.org/ 10.12957/sustinere.2015.17324

CONSIDERACOES FINAIS

A necessidade de maiores informacoes sobre a etiologia, os sintomas, diagnosticos e tratamentos do LEC possibilitou a realizacao da revisao bibliografica junto aos livros e artigos cientificos, porque em sua maioria os dados transmitidos sao quadros clinicos do LEC, doenca capaz de levar o paciente ao sofrimento, ao choro, frustacoes e a perdas advindas da patologia ainda que sua etiologia nao seja desconhecida.

Desta forma se podermos transferir o maximo de informacoes sobre os seus sintomas principalmente, evitando assim um diagnostico tardio com a possibilidade de um tratamento rapido e eficaz, devido a abordagem interdisciplinar entre as dimensoes biologica, psicologica e social. Ha muitos problemas com a convivencia com a doenca, contudo estudando melhor suas complicacoes entenderemos que a doenca nao impede a criacao de expectativas quanto ao futuro dos jovens na construcao familiar ou na carreira profissional, muito menos aos adultos que ja passaram por essa fase da vida e esperam agora poder manter o controle do doenca e criar saudavelmente seus filhos e netos.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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Priscila Maria da Silva Gomes

Biologa--Especialista em Analises Clinicas--Parasitologia--Faculdade Souza Marques (FSM)--RJ--Brasil

[correo]Hbiologia.psilva@gmail.com
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Title Annotation:texto en portugues
Author:da Silva Gomes, Priscila Maria
Publication:Sustinere - Revista de Saude e Educacao
Date:Jan 1, 2015
Words:6172
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