Printer Friendly

Levels of Anxiety, Perceived Stress and Social Support in People Living with HIV/AIDS/Niveis de Ansiedade, Estresse Percebido e Suporte Social em Pessoas que Vivem com HIV/Aids.

A Psicologia da Saude, visando a interdisciplinaridade, considera um conjunto de contribuicoes profissionais, cientificas e educacionais para a prevencao, o tratamento e a reabilitacao de enfermidades. Tem por objetivo a promocao de saude bem como a analise e melhoria dos servicos de saude e estrategias de intervencao nas politicas publicas sanitarias (Matarazzo, 1982). No contexto da saude publica, ha tres decadas, implementou-se, no Brasil, a politica de atencao as pessoas vivendo com HIV/Aids, por meio da Coordenacao Nacional de DST/Aids. O virus da Imunodeficiencia Humana (HIV) e a Sindrome da Imunodeficiencia Adquirida (Aids) atualmente tem prevencao e tratamento. As pessoas que vivem com a doenca podem usufruir de melhor qualidade de vida se aderirem ao tratamento antirretroviral (Calvetti, 2014).

A Aids e a manifestacao clinica avancada decorrente de um quadro de imunodeficiencia causado pelo virus HIV. A medida que a infeccao pelo virus progride, o sistema imunologico torna-se mais fraco, e o paciente fica mais suscetivel a infeccoes oportunistas. O sistema imunologico nao consegue lutar contra as infeccoes e doencas: o corpo fica vulneravel e, como consequencia, perde-se a capacidade de resposta do organismo diante de agentes como virus, bacterias e outros microrganismos A Aids pode ser considerada uma doenca cronica, para a qual nao ha cura, mas ha tratamento. O individuo com HIV pode viver com o virus por varios anos sem manifestar nenhum sinal ou sintoma da doenca (Fraporti, 2015; Ministerio da Saude, 2013).

Apesar do advento do antirretroviral, que auxilia no aumento da qualidade e expectativa de vida, o HIV/Aids apresenta um impacto psicossocial nas pessoas infectadas o que acarreta novas implicacoes: revisao das perspectivas do futuro; necessidade de uma redefinicao dos objetivos pessoais, da situacao profissional e dos relacionamentos; reavaliacao de expectativas, crencas e beneficios com relacao ao tratamento; necessidade de fortalecimento dos vinculos afetivos, entre outros (Campos, Cesar, & Guimaraes, 2009). Nesse contexto, podem ser observados, em alguns casos, sentimentos de ansiedade, depressao, ira, culpa, revolta (raiva), bem como alta incidencia de estresse, obsessoes e auto-observacao. Alteracoes ocorridas no sistema nervoso central dos pacientes com HIV/Aids, associadas a ansiedade, depressao e estresse podem influenciar a evolucao da doenca, uma vez que contribuem para o aumento da vulnerabilidade biologica (Springer, Dushaj, & Azar, 2012).

A terapia antirretroviral tem se mostrado relacionada a resultados positivos de eficacia, aumentando a sobrevida dos pacientes infectados. Entretanto, a nao adesao ao tratamento tem se mostrado importante fator de preocupacao de saude publica. A adesao esta associada ao modo como a pessoa integra o uso da medicacao e habitos de cuidado ao seu dia a dia (Remor, Milner-Moskovics, & Preussler, 2007).

Diante dessa premissa, estudos apontam as relacoes entre as variaveis psicologicas e a percepcao de qualidade vida, identificando fatores que propiciam o ajustamento a condicao de enfermidade cronica e ao enfrentamento ativo diante da disponibilidade de tratamento (Gaviria, Quiceno, Vinaccia, Martinez, & Otalvaro, 2009; Seidl, Zannon, & Troccoli, 2005). Evidencia-se a associacao entre disponibilidade e satisfacao com o suporte social, bem-estar psicologico e percepcao positiva da qualidade de vida, salientando-se a importancia do papel do suporte como moderador do estresse em contextos relacionados ao processo saude-doenca.

A fim de contribuir para as acoes no campo da atencao as pessoas que vivem com HIV/Aids, o objetivo desta pesquisa foi avaliar os niveis de ansiedade, estresse percebido e percepcao do suporte social em pessoas em tratamento antirretroviral.

Metodo

Trata-se de estudo quantitativo, transversal, de carater descritivo e analitico. A amostra foi selecionada por conveniencia e composta por 120 participantes adultos do sexo masculino e feminino, com idades entre 18 e 65 anos, diagnosticados como portadores de HIV/Aids em tratamento antirretroviral. Os dados foram coletados em dois servicos de saude publica de referencia na atencao as pessoas que vivem com HIV/Aids e em uma organizacao nao-governamental do estado do Rio Grande do Sul.

Os instrumentos utilizados foram os seguintes:

* Inventario de Ansiedade de Beck: avalia a intensidade da ansiedade clinica (auto-informada) atraves de 21 itens pontuados com o valor minimo de zero e o valor maximo de 63, correspondendo a maior pontuacao a um grau mais elevado de ansiedade (Beck, Epstein, Brown, & Steer, 1988; Cunha 2001).

* Escala de Stress Percebido (PSS): A PSS possui 14 questoes com opcoes de resposta que variam de zero a quatro. Possui itens com conotacao positiva e negativa do estresse. O total da escala e a soma das pontuacoes dessas 14 questoes e os escores podem variar de zero a 56, sendo que quanto maior a pontuacao maior o nivel de estresse percebido (Luft, Sanches, Mazo, & Andrade, 2007).

* Escala de Suporte Social para Pessoas Vivendo com HIV/AIDS: instrumento especifico para pessoas soropositivas destinado a mensuracao do suporte social percebido e da satisfacao em relacao ao mesmo. Foi originalmente construido e validado no Canada pelos autores Renwick, Halpen, Rudman e Friedland (1999) e denominado Social Support Inventory for People who are Positive or Have Aids. No Brasil, foi validado por Seidl e Troccoli (2006). E composto por 24 itens, com escala de resposta tipo Likert de cinco pontos, podendo ser auto-aplicado ou administrado mediante entrevista. Dividi-se em dois fatores: suporte emocional e instrumental.

O primeiro contato com os participantes foi realizado em dias de consulta medica, enquanto esperavam na sala de espera ou logo apos o atendimento. A aplicacao dos instrumentos foi feita individualmente, realizada por bolsistas de iniciacao cientifica treinados, em uma sala reservada, durante aproximadamente uma hora. Tambem foram acessados os prontuarios dos pacientes para a coleta dos dados biologicos: carga viral e CD4+. Quando identificado, durante a avaliacao dos participantes, a necessidade de algum encaminhamento para atendimento psicologico foi disponibilizado o servico de atendimento terapeutico de uma organizacao nao-governamental do Rio Grande do Sul.

Em relacao aos procedimentos para analise dos dados, as respostas aos instrumentos foram submetidas a analises descritivas de frequencias, medias e desvio-padrao das variaveis e a analises inferenciais sobre a relacao entre aspectos psicologicos e marcadores biologicos atraves da analise de correlacao de Pearson. Foi utilizado o nivel de significancia de 5%, sendo os dados computados e analisados no Statistical Package for Social Sciences (SPSS) versao 17.5.

Este estudo teve aprovacao da Comissao Cientifica da Faculdade de Psicologia da Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e do Comite de Etica em Pesquisa da PUCRS (CEP 08/04228). Recebeu financiamentos pelo Edital MCT/CNPq 03/2008 --Ciencias Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas (processo 400325/2008-0) e pelo CEARGS/Universidade da CaliforniaSao Francisco--"International Clinical, Outcomes and Health Services Research and Training Award from the John E. Fogarty International Center of the United States National Institutes of Health' (5D43TW005799).

Resultados e Discussao

A tabela I mostra os dados sociodemograficos e a situacao clinica dos 120 participantes desta pesquisa. Nota-se que a percepcao de saude e boa para a maioria dos participantes (76%). Entre os problemas de ordem psicologica descritos diante da pergunta "se alguma coisa nao vai bem consigo", foram relatados sinais de ansiedade, tristeza, medo, baixa autoestima e culpa. Entre os problemas relacionados a saude fisica, foram mencionados lipodistrofia, problemas de visao, perna operada, mal-estar abdominal, hepatite, baixa imunidade, HIV.

A tabela II apresenta as medias e o desvio padrao dos sintomas de ansiedade, estresse percebido e suporte social. A tabela III aponta o coeficiente de correlacao linear de Pearson entre sintomas de ansiedade, estresse percebido e suporte social.

Os resultados encontrados demonstram que estresse percebido e sintomas de ansiedade possuem uma correlacao direta, sendo o suporte social inversamente correlacionado ao estresse percebido. Neste estudo, os achados evidenciados apontam correlacao entre os aspectos psicossociais: ansiedade, estresse percebido e suporte social em pessoas que vivem com HIV/Aids. O estresse percebido e os sintomas de ansiedade possuem uma correlacao direta, entretanto, a correlacao entre o suporte social e o estresse mostra-se como inversa, quanto maior o suporte social que a pessoa tem, menor e o estresse vivenciado e vice-versa..

Os sistemas de suporte fazem parte de um ambito mais amplo da vida das pessoas, trata-se das relacoes estabelecidas com a escola, o trabalho, centros religiosos ou instituicoes de saude. Pode-se inferir, diante desse quadro, que o suporte social seja fator de protecao a saude nesta populacao, uma vez que e percebido como o sentimento e a percepcao de estima e pertencimento do individuo a uma rede social com direitos e deveres comuns. Diante da tendencia a cronicidade, novos desafios em especial na esfera psicossocial sao emergentes no intuito de diminuir situacoes de discriminacao. A atencao a saude das pessoas que vivem com HIV necessita ser pautada na interdisciplinaridade bem como no respeito as singularidades (Seidl & Faustino, 2014). Portanto, as percepcoes de interacoes sociais com outros individuos podem aumentar a autoestima, a auto-valorizacao e a autoconfianca de pessoas que vivem com HIV/Aids, reduzindo a percepcao de estigmatizacao (Springer, Dushaj, & Azar, 2012; Simoni, Montoya, Huang & Goodry, 2005).

O estresse percebido, os sintomas de ansiedade e o suporte social, trazidos em relevancia nesta pesquisa, influenciam a qualidade de vida da pessoa que vive com HIV/Aids (Seidl et al., 2005, Seidl & Faustino, 2014). Seguindo nessa direcao, tais aspectos influenciam, tambem, a adesao ao tratamento antirretroviral, que, atualmente, e fator de preocupacao significativa por parte dos programas de saude publica. Os sintomas psicologicos negativos podem contribuir para a nao-adesao a terapia antirretroviral levando a baixa imunidade, ao aumento da resposta virologica (Campos, Guimaraes, & Remien, 2008) e, consequentemente a progressao da Aids. Estudo salientou que pessoas com depressao, ansiedade ou panico generalizado foram aproximadamente duas vezes mais nao-aderentes que aquelas sem um transtorno psicologico (Tucker, Burnam, Sherbourne, Kung, & Gifford, 2003). A relacao entre sintomatologia psicopatologica, adesao ao tratamento e qualidade de vida na infeccao por HIV/AIDS tambem foi evidenciada por Reis, Leancastre, Guerra e Remor (2010). Faz-se necessaria, portanto, a atencao psicossocial as pessoas que vivem com HIV/Aids, considerando a cronicidade da doenca bem como a estigmatizacao presente.

Conclusao

Diante dos resultados alcancados, conclui-se a importancia do fortalecimento do suporte social como foco de recursos e implementacao de programas de saude, em um planejamento de cuidado integral por toda a equipe que acompanha as pessoas que vivem com HIV/Aids. E fundamental o investimento na atencao aos aspectos psicossociais dos pacientes, pois estes constituem fatores de suma relevancia na qualidade de vida dessas pessoas e, consequentemente, na adesao ao tratamento medicamentoso. Os psicologos e pesquisadores no contexto da saude necessitam incorporar as suas praticas o fortalecimento do suporte social por meio da abordagem do tema nas intervencoes realizadas, bem como por meio de acoes que incluam a rede de apoio das pessoas que vivem com HIV/Aids. O modelo biopsicossocial da Psicologia da Saude auxilia o entendimento e a implementacao dessa pratica.

doi: http://dx.doi.org/10.1590/0102.3772e324317

Referencias

Beck, A. T., Epstein, N., Brown, G., & Steer, R. A. (1988). An inventory for measuring clinical anxiety: Psychometric properties. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 58, 893-897.

Brasil. (2013). Manual tecnico para diagnostico de infeccao pelo HIV. Brasilia: Ministerio da Saude, Secretaria de Vigilancia e saude. Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais.

Calvetti, P. U., Giovelli, G. R. M., Gauer, G. J. C., & Moraes, J. F. D. M. (2014). Psychosocial factors associated with adherence to treatment and quality of life in people living with HIV/ AIDS in Brazil. Brazilian Journal of Psychiatry, 63(1), 8-15.

Campos, L. N., Guimaraes, M. D. C., & Remien, R. H. (2008). Anxiety and depression symptoms as risk factors for non-adherence to antiretroviral therapy in Brazil. Aids Behavior, 18(6), 529-536.

Campos, L. N., Cesar, C. C., & Guimaraes, M. D. C. (2009). Quality of life among HIV-infected patients in Brazil after initiation of treatment. Clinics, 64(9), 867-875.

Cunha, J.A. (2001). Manual da versao em portugues das Escalas Beck. Sao Paulo: Casa do Psicologo.

Fraporti, C. (2015). Caracteristicas sociodemograficas da populacao que busca o teste rapido como diagnostico inicial do HIV em uma Unidade de Pronto-Atendimento (Dissertacao de mestrado). Mestrado em Saude e Desenvolvimento Humano, Centro Universitario La Salle, Canoas.

Gaviria, A. M., Quiceno, J. M., Vinaccia, S., Martinez, L. A., & Otalvaro, M. C. (2009). Estrategias de afrontamiento y ansiedad-depresion en pacientes diagnosticados com vih/sida. Terapia Psicologica, 27(1), 5-13.

Luft, C. D. B., Sanches, S. O., Mazo, G. Z., & Andrade, A. (2007). Versao brasileira da Escala de Estresse Percebido: Traducao e validacao para idosos. Revista de Saude Publica, 41(4), 606-615.

Matarazzo, J. (1982). Behavioural health's challenge to academic, scientific and professional psychology. American Psychologist, 37, 1-14.

Remor, E. A., Milner-Moskovics, J. & Preussler, G. (2007). Adaptacion brasileira do Cuestionario para la Evaluacion de la Adhesion al Tratamiento Antiretroviral. Revista de Saude Publica, 41(5), 685-694.

Renwick, R., Halpen, T., Rudman, D., & Friedland, J. (1999). Description and validation of a measure of received support specific to HIV. Psychological Reports, 84, 663-673.

Reis, A. C., Leancastre, L., Guerra, M. P., & Remor, E. (2010). Relacao entre sintomatologia psicopatologia adesao ao tratamento e qualidade de vida na infeccao do HIV e Aids. Psicologia: Reflexao e Critica, 23(3), 420-429.

Seidl, E. M. F., & Faustino, Q. M. (2014). Pessoas vivendo com HIV/Aids: Possibilidades de atuacao da Psicologia. In E. M. F. Seidl & M. C. O. S. Miyazaki (Eds.), Psicologia da Saude: Pesquisa e atuacao profissional no contexto de enfermidades cronicas (pp. 21-57). Curitiba: Jurua.

Seidl, E. M. F., Zannon C. M. L. C., & Troccoli B. T. (2005). Pessoas vivendo com HIV/AIDS: Enfrentamento, suporte social e qualidade de vida. Psicologia: Reflexao e Critica, 18(2), 188-195.

Seidl, E. M. F., & Troccoli, B. T. (2006). Desenvolvimento de escala para avaliacao do suporte social em HIV/AIDS. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 22(3), 317-326.

Simoni, J. M., Montoya, H. D., Huang, B., & Goodry, E. (2005). Social support and depressive symptomatology among HIV-positive women: The mediating role of selfesteem and mastery. Women & Health, 41, 1-15.

Springer, S. A., Dushaj, A., & Azar, M. M. (2012). The impact of DSM-IV mental disorders on adherence to combination antiretroviral therapy among adult persons living with HIV/ AIDS: A systematic review. AIDS and Behavior, 16(8), 2119-2143.

Tucker, J. S., Burnam, A., Sherbourne, C. D., Kung, F. Y., & Gifford, A. L. (2003). Substance use and mental health correlates of nonadherence to antiretroviral medications in a sample of patients with human immunodeficiency virus infection. The American Journal of Medicine, 114, 573-580.

Recebido em 05.07.2013

Primeira decisao editorial em 22.01.2016

Versao final em 28.02.2016

Aceito em 25.04.2016

Prisla Ucker Calvetti (1)

Universidade La Salle

Grazielly Rita Marques Giovelli

Gabriel Jose Chitto Gauer

Joao Feliz Duarte de Moraes

Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul

(1) Endereco para correspondencia: Programa de Pos-graduacao Stricto Sensu Mestrado Saude e Desenvolvimento Humano, Universidade La Salle, Av. Victor Barreto 2288, Canoa, RS, Brasil. CEP: 92.010-000. E-mail: prisla.calvetti@gmail.com
Tabela 1. Caracterizacao da amostra dados sociodemograficos e
clinicos (N=120)

                                        %      F

Escolaridade
  1 incompleto                        10,9    13
  1 completo                          35,0    42
  2 completo                          40,8    49
  3 incompleto                         2,5     3
  3 completo                          10,8    13
Sexo
  Feminino                            49,2    59
                                      50,8    61
Situacao de trabalho
  Trabalha                            42,9    51
  Nao trabalha                        57,1    69
Estado Civil
  Solteiro                            56,7    68
  Casado ou vivendo com companheiro   15,0    18
  Separado ou divorciado              22,5    27
  Viuvo                                5,0     6
Carga viral (copias/ml)
<50 (indetectavel)                    68,3    82
  51-400                              15,0    18
  401-30.000                          13,3    16
  >30.000                              3,3     4
Considera-se doente
  Sim                                 23,3
  Nao                                 76,7
Alguma coisa nao esta bem consigo
  Sinais/sintomas fisicos             14,5    17
  Sinais/sintomas psicologicos        24,8    30
  Relacoes sociais                     2,4     3
  Condicao socio-economica             1,6     2
  Considera tudo bem                  56,7    68

Tabela 2. Apresentacao das medias e desvio padrao dos sintomas
de ansiedade, do estresse percebido e suporte social

Variavel                       %     F    Media   Desvio
                                                  Padrao

Niveis de Ansiedade (BAI)
Minimo                        49,2   59
Leve                          26,7   32
Moderado                      2,5    15
Grave                         11,7   14
Escore Total                              14,17   12,59
Estresse Percebido (PSS)
Estresse percebido--fator 1               13,15    6,01
Conotacao positiva--fator 2               8,99     6,34
Escore Bruto                              22,14   11,05
Suporte Social
Emocional--fator 1                        3,56     1,00
Instrumental--fator 2                     3,41     0,99

Tabela 3. Correlacao entre sintomas de ansiedade, estresse
percebido e suporte social ao tratamento de pessoas que vivem
com HIV/Aids

Variavel                  Escore bruto Estresse Percebido

                                         r

Ansiedade total                       0,631**
Suporte social
  Emocional--Fator 1                 -0,576**
  Instrumental--Fator 2              -0,455**

Nota. ** A correlacao e significativa ao nivel de 1%
COPYRIGHT 2016 Instituto de Psicologia
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2016 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Title Annotation:COMUNICACAO BREVE
Author:Calvetti, Prisla Ucker; Giovelli, Grazielly Rita Marques; Gauer, Gabriel Jose Chitto; de Moraes, Joa
Publication:Psicologia: Teoria e Pesquisa
Date:Oct 1, 2016
Words:2725
Previous Article:Effect of a Program of Stories with a Social Cognitive Approach in Kindergarten Children/Efeito de um Programa de Historias com Abordagem...
Next Article:Searle's Biological Naturalism and the Mind-Brain Relationship/O Naturalismo Biologico de Searle e a Relacao Mente-cerebro.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2020 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters