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Leaf-to-stem ratio and bromatological characteristics of Campo-Grande stylo regrowth at five cutting ages/Razao folha/haste e composicao bromatologica da rebrota de estilosantes Campo Grande em cinco idades de corte.

Introducao

Nos ultimos anos, o estilosantes Campo Grande vem se destacando como forrageira, o que tem resultado em aumento consideravel da area plantada com a cultivar nos sistemas de producao animal (BARCELLOS et al., 2008). O estilosantes Campo Grande e uma cultivar composta da mistura fisica de sementes de Stylosanthes capitata (80%) e S. macrocephala (20%), com adaptacao a solos de baixa fertilidade.

E como os solos do Brasil apresentam baixa fertilidade natural, sendo o fosforo um elemento limitante para o crescimento das plantas de S. capitata, uma vez que sua deficiencia reduz significativamente a producao de materia seca desta especie (PAULINO et al., 2008).

O conhecimento das variaveis que influenciam a qualidade da forragem e importante para definir estrategias de manejo em areas de solos de baixa fertilidade natural. No dizer de Van Soest (1994), a razao folha/haste e um indice utilizado para descrever a qualidade das forrageiras, principalmente das leguminosas. Segundo o autor, o estadio de crescimento ideal da planta para corte ou pastejo e aquele em que se obtem a mais adequada composicao bromatologica, parametro que esta relacionado com a qualidade da forragem.

O estilosantes Campo Grande e uma forrageira com porcentuais de proteina bruta de 13 a 18% na planta inteira, resultando em beneficios para alimentacao dos ruminantes (EMBRAPA, 2007). Maior produtividade de proteina bruta foi verificada em S. capitata (1.306 kg [PB.sup.-1] [ha.sup.-1]) que em S. macrocephala (550 kg [PB.sup.-1] [ha.sup.-1]), conforme Nascimento et al. (1998).

O porcentual de proteina bruta apresenta-se negativamente associado com FDN e FDA, enquanto estes dois sao diretamente relacionados entre si, sem uma razao aparente entre produtividade de forragem e proteina bruta, FDN e FDA (ARAUJO et al., 2002).

O consumo de materia seca das plantas forrageiras esta relacionado ao seu porcentual de FDN, enquanto a digestibilidade da materia seca esta relacionada ao FDA, principalmente pela participacao da lignina. Assim, o FDA indica a percentagem de material altamente indigestivel presente na forragem. Inversamente, baixos valores de FDA significam maior energia e alta digestibilidade, enquanto forragens com baixo FDN tem maior taxa de consumo do que aquelas de alto FDN. Porcentuais de FDN entre 55 a 60% da materia seca do alimento estao negativamente associado ao consumo, desta forma seriam desejaveis valores mais baixos (VAN SOEST, 1965).

Para o estabelecimento das melhores praticas de manejo, estudos sao necessarios, nao somente para avaliar a produtividade da forragem, mas tambem aspectos qualitativos e como eles se relacionam entre si.

[FIGURE 1 OMITTED]

Objetivou-se com esta pesquisa avaliar a composicao bromatologica e a razao folha/haste do estilosantes Campo Grande, com cinco idades de rebrota, com ou sem adubacao fosfatada.

Material e metodos

O experimento foi conduzido no Setor de Caprinos do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciencias Agrarias da Universidade Federal do Piaui, DZO/CCA/UFPI, em Teresina, Estado do Piaui, localizado a 05[degrees]05'21" S, 42[degrees]48'07" W e altitude 72,7 m, no periodo de 13 de janeiro a 12 de junho de 2009. O clima da regiao, segundo a classificacao de Koppen, e Aw', tropical, com verao chuvoso, porem com chuvas estendendo-se para o outono. O solo e classificado como Latossolo Vermelho-Amarelo, textura media, distrofico, de acordo com a classificacao de solos (EMBRAPA, 1999).

Ao inicio do periodo experimental, foram colhidas amostras de solo, na camada de 0 a 20 cm para determinacao da fertilidade natural do solo. Sua analise, realizada no Laboratorio de Solos da Embrapa MeioNorte, indicou as seguintes caracteristicas quimicas: pH em agua, 5,30; P, 5,50 mg [dm.sup.-3]; materia organica, 9,56 g [kg.sup.-1]; K, 0,05 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]; Ca, 0,67 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]; Mg, 0,28 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]; Al, 0,47 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]; S, 1,01 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]; saturacao por bases, 19,99% e saturacao por aluminio, 31,76%.

Os dados referentes a precipitacao pluvial (Figura 1) foram registrados em um pluviometro instalado proximo a area experimental, entretanto, os dados de temperatura e a umidade relativa do ar ocorridos durante o periodo experimental foram obtidas pela estacao meteorologica da Embrapa Meio Norte.

A implantacao da forrageira foi em janeiro de 2008, em area que nos anos anteriores vinha sendo utilizada com culturas anuais. O estilosantes foi semeado em sulcos com profundidade de aproximadamente 2 cm, com um espacamento entre linhas de 0,5 m, e a area apresentando otima densidade de plantas.

Utilizou-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro repeticoes, em esquema fatorial 2 x 5 dois niveis de fosforo (com e sem) e cinco idades de corte (30, 35, 40, 45 e 50 dias). Excluido o corte de uniformizacao, o numero de cortes realizados, em cada idade de rebrota, foi cinco (30 dias), quatro (35 dias) e tres (40, 45 e 50 dias). A area total da unidade experimental foi de 6 [m.sup.2] (3 x 2 m), constituida por quatro fileiras de plantas e area util foi de 2 [m.sup.2] (2 x 1 m), constituida pelas duas fileiras centrais.

Ao inicio do ensaio, no dia 13 de janeiro, foi realizado o corte de uniformizacao a 20 cm da superficie do solo. A partir desse dia foram estabelecidas as datas da sequencia de corte. O fosforo foi aplicado a lanco como superfosfato simples, em 22 de janeiro, equivalente a 50 kg [ha.sup.-1] de [P.sub.2][O.sub.5].

O corte das plantas foi realizado a 20 cm de altura da superficie do solo, utilizando-se um quadro de 2 m x 1 m para delimitar a area util de 2 [m.sup.2]. Todo o material colhido foi pesado e dividido em duas partes: uma parte foi manualmente separada em folhas e hastes, que posteriormente foram secos em estufa a 60[degrees]C por 72h e pesados

para obtencao da razao folha/haste (F/H). A segunda foi pre-seca a 60[degrees]C, em estufa de circulacao forcada por 72h, e posteriormente pesada para estimar a massa de forragem. Apos a pesagem, as amostras foram moidas em moinho tipo Willey com malha (peneira) 2,0 mm. No Laboratorio de Nutricao Animal da Universidade Federal do Piaui, foram realizadas as analises de materia seca (MS) e proteina bruta na planta inteira (PB), seguindo-se a metodologia descrita por Silva e Queiroz (2002); fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente acido (FDA) segundo o metodo de Van Soest et al. (1991) simplificado por Souza et al. (1999). Foi calculada a produtividade de proteina bruta (PPB), pela multiplicacao da massa de forragem pelo porcentual de proteina bruta.

Realizaram-se as analises de variancia e de regressao dos dados com o auxilio do SAS (SAS, 2000). As medias dos niveis de fosforo e idades de rebrota foram comparadas pelo teste de StudentNewman-Keuls (SNK), a 5% de probabilidade. Na analise de regressao foram escolhidas as curvas com melhor ajuste aos dados.

Resultados e discussao

As curvas da razao folha/haste (F/H) foram lineares e decrescentes com o avanco da idade de rebrota sem efeito significativo (p > 0,05), e estao apresentadas na Figura 2, com e sem adubacao fosfatada.

[FIGURE 2 OMITTED]

O corte realizado nas plantas, por eliminar as gemas localizadas nas extremidades dos ramos, estimula o desenvolvimento de brotacoes laterais, resultando em aumento da producao de folhas e de produtividade. No entanto, para que tal aumento ocorra, a frequencia e a intensidade dos cortes devem se processar conforme o potencial da planta. Quando se usa menor intervalo de corte, no caso 30 dias, o estimulo as gemas ocorre com maior frequencia.

Na Figura 2, a linha da regressao segue quase paralela ao eixo horizontal, indicando que no corte aos 50 dias, apenas um ligeiro decrescimo da razao F/H foi observado em relacao ao corte aos 30 dias (Figura 2). Portanto, o estimulo a producao de novo crescimento deu-se de modo muito semelhante dos 30 aos 50 dias, ocorrendo apenas um leve dominio de hastes sobre as folhas as maiores idades.

Os valores encontrados assemelham-se aos relatados por Teixeira et al. (2010) que obteve razao F/H de 0,8; 0,8 e 0,9 para S. guianensis cv. Bandeirantes, S. guianensis cv. Mineirao e S. macrocephala cv. Pioneiro, respectivamente, aos 102 dias apos o transplantio, com corte realizado rente ao solo.

Provavelmente, em decorrencia desse aumento das hastes em relacao as folhas, as curvas que descrevem os porcentuais de proteina bruta (PB), na Figura 3, apresentam-se ligeiramente decrescentes com o avanco da idade da rebrota, sem grandes prejuizos para a qualidade da forragem, com e sem adubacao fosfatada, respectivamente, que nao diferiram entre si (p > 0,05).

Os porcentuais de PB foram superiores aos encontrados por Embrapa (2007), que relataram ocorrer, na forragem de estilosantes Campo Grande, porcentuais de PB de 13,0 a 18,0% na planta inteira, assemelhando-se, no entanto, aos relatados para as folhas, igual a 22,0%. Porem, Nascimento et al. (1998), em Teresina, Estado do Piaui, constataram porcentual de PB de 15,3%, em estilosantes Campo Grande, porem com cerca de 100 dias de idade portanto, bem inferior aos demonstrados na Figura 3. Nessa, os porcentuais de PB podem atender as exigencias de um animal de alta producao que requer de 18,0% de PB na dieta, como uma matriz bovina de 450 kg [PV.sup.-1], em fase de lactacao, produzindo 40 kg [leite.sup.-1] [dia.sup.-1] (NRC, 2001).

[FIGURE 3 OMITTED]

No Estado do Piaui, onde a alimentacao basica dos rebanhos e o pasto nativo, o aumento das areas com estilosantes Campo Grande poderia ter notavel contribuicao a melhoria da alimentacao dos animais. Alem da adaptacao natural, uma vez que ambos os seus componentes (S. capitata e S. macrocephala) sao encontrados crescendo espontaneamente no Estado, a cultura poderia contribuir para aumentar, alem da produtividade, o porcentual proteico do pasto nativo, cujo valor medio, conforme Ramos et al. (2007) foi de 1,8 e 8,3%, no periodo seco e chuvoso, respectivamente.

A produtividade de proteina bruta (PPB), com adubacao fosfatada, foi linear, crescente dentro do periodo estudado, enquanto sem adubacao fosfatada seguiu o modelo quadratico, conforme a Figura 4. Portanto, a idade de rebrota superior a 50 dias, sem adubacao fosfatada pode se tornar limitante a PPB.

[FIGURE 4 OMITTED]

Comparando-se aos dados de outras leguminosas forrageiras herbaceas, os da Figura 4 sao superiores aos reportados por Evangelista et al. (2001), que obtiveram valor medio de 145,4 kg [PB.sup.-1] [ha.sup.-1] em quatro cultivares de alfafa (Medicago sativa L.), porem sao inferiores aos dados de Miranda et al. (2003), que relataram o equivalente a 368,7-687,5 kg [ha.sup.-1] de proteina bruta em acessos de amendoim forrageiro (Arachis spp.).

Os porcentuais de materia seca (MS) do estilosantes Campo Grande (Figura 5) foram linearmente crescentes com a idade da rebrota, com e sem adubacao fosfatada.

[FIGURE 5 OMITTED]

Os valores obtidos foram baixos, indicando forragem tenra e suculenta, podendo tambem refletir, pelo menos parcialmente, efeito da hora e epoca dos cortes, realizados pela manha, durante o periodo chuvoso, quando a agua da chuva noturna e o orvalho depositado nas plantas nao teriam ainda evaporado. Admite-se tambem que a reducao da razao F/H, verificada com o aumento da idade da rebrota, pode ter contribuido para a ascendencia da curva do porcentual de MS com o avanco da idade das plantas, pela maior proporcao de hastes.

Os dados da Figura 5 sao inferiores aos listados por Valadares Filho et al. (2002) para o S. guianensis, que citam a media de 31,0% de MS. Um baixo porcentual de materia seca indica que os animais necessitarao ingerir um volume maior da forragem para atender suas necessidades nutricionais. Alem disso, o elevado teor de umidade da forragem pode causar uma taxa de passagem muito rapida do material no trato gastrintestinal, sem o aproveitamento adequado dos nutrientes.

Os porcentuais de fibra em detergente neutro (FDN) foram lineares e crescentes (Figura 6), sem efeito significativo (p > 0,05) da adubacao fosfatada. O crescimento foi suave, com pouca variacao, indicando que dentro das idades estudadas ocorre lento prejuizo na qualidade da forragem.

Somente nas idades mais avancadas o porcentual de FDN aproxima-se do limitante ao consumo, ou seja, entre 55-60%, segundo Van Soest (1965). Para S. guianensis, Valadares Filho et al. (2002) citaram porcentual medio de 66,8% de FDN, portanto, superior aos valores exibidos na Figura 6, que assemelha a dados de outra leguminosa forrageira herbacea, com porcentual medio de 52, 8% de FDN da planta inteira de Arachis pintoi em diferentes estratos de pastejo (PARIS et al., 2008).

[FIGURE 6 OMITTED]

Os porcentuais de fibra em detergente acido (FDA) variaram seguindo um modelo quadratico (Figura 7), sem efeito (p > 0,05) para a adubacao fosfatada. Nas duas curvas, foi observada reduzida variacao da FDA em relacao as idades de rebrota, indicando que essa entidade sofreu pouca alteracao com o avanco da idade das plantas.

[FIGURE 7 OMITTED]

Valadares Filho et al. (2002) relatam porcentual medio de 32,0% de FDA para S. guianensis, portanto, inferiores aos da Figura 7. A FDA e composta de celulose e lignina, constituintes que comprometem a digestibilidade da forragem, notadamente a lignina (SILVA; QUEIROZ, 2002). Portanto, elevado porcentual de FDA e fator negativo a qualidade da forragem, reduzindo a sua digestibilidade, sendo que os nutrientes permanecem ligados a fibra e, portanto, pouco disponiveis aos animais.

O consumo de materia seca das plantas forrageiras esta relacionado ao seu teor de FDN, enquanto a digestibilidade da materia seca esta relacionada ao FDA, principalmente pela participacao da lignina. Assim, o FDA indica a percentagem de material altamente indigestivel presente na forragem. Inversamente, baixos valores de FDA significam maior energia e alta digestibilidade, enquanto forragens com baixo FDN tem maior taxa de consumo do que aquelas de alto FDN.

Neste trabalho, ficaram constatadas, Figuras 2 a 7, apenas ligeiras ou insignificantivas alteracoes nos constituintes avaliados nas plantas, indicando que os intervalos estudados (30 a 50 dias) nao trazem prejuizos para a qualidade da forragem, podendo, portanto, serem usados sem perdas para as caracteristicas bromatologicas de estilosantes Campo Grande.

A adubacao fosfatada nao teve efeito sobre o estilosantes Campo Grande, muito provavelmente pelas caracteristicas naturais do solo (acido, distrofico e com elevada saturacao por aluminio), que impossibilitaram a resposta do estilosantes a adubacao fosfatada. Nessas condicoes, um sistema de producao que contemple a adicao de fosforo poderia ser beneficiado pela correcao do solo a niveis que elevem a sua saturacao por bases a valores na faixa de 30 a 35% (EMBRAPA, 2007).

No entanto, nas condicoes do ensaio, os elevados porcentuais de PB verificados no estilosantes Campo Grande, indicam a possibilidade de fixacao simbiotica de nitrogenio, reduzindo os custos com adubacao nitrogenada do pasto e melhorando a qualidade da dieta animal. Adicionalmente, foi observado que as caracteristicas bromatologicas do estilosantes Campo Grande nao apresentam perdas com o avanco da idade, tanto com adubacao fosfatada como sem, o que constitui um indicativo de que o uso desta cultivar, por si so, traz vantagens ao sistema de producao atual na regiao do Estado.

Conclusao

Os porcentuais de PB, FDN e FDA e a razao folha/haste do estilosantes Campo Grande, seja na presenca ou na ausencia da adubacao fosfatada, nao sao influenciadas pelas idades de rebrota.

DOI: 10.4025/actascianimsci.v33i3.10981

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Received on August 24, 2010.

Accepted on February 2, 2011.

Raniel Lustosa de Moura [1] *, Maria do Perpetuo Socorro Cortez Bona do Nascimento [2], Marconio Martins Rodrigues [1], Maria Elizabete Oliveira [3] e Joao Batista Lopes [3]

[1] Programa de Pos-graduacao em Ciencia Animal, Universidade Federal do Piaui, Rua Dirce Oliveira, Socopo, s/n, 64049- 550, Teresina, Piaui, Brasil. [2] Centro de Pesquisa Agropecuaria do Meio-Norte, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria, Teresina, Piaui, Brasil. [3] Departamento de Zootecnia, Centro de Ciencias Agrarias, Universidade Federal do Piaui, Teresina, Piaui, Brasil. * Autor para correspondencia. E-mail: mourabio@yahoo.com.br
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Author:de Moura, Raniel Lustosa; do Nascimento, Maria do Perpetuo Socorro Cortez Bona; Rodrigues, Marconio
Publication:Acta Scientiarum. Animal Sciences (UEM)
Date:Jul 1, 2011
Words:3275
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