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Initial development of IAC rubber clones in Sao Jose do Rio Preto, Sao Paulo State, Brazil/Desenvolvimento inicial de clones IAC de seringueira em Sao Jose do Rio Preto, SP.

INTRODUCAO

A demanda brasileira por borracha natural para o ano de 2020, estimada em 500 mil toneladas, frente a uma producao potencial de 250 mil toneladas (IAC, 2013), deve ser suprida nao apenas pela expansao da area cultivada, mas tambem pela introducao de novos clones com menor periodo de imaturidade e maior producao.

Com vista a compatibilizar as recomendacoes sobre o material a ser plantado em determinada regiao ecologica, foram estabelecidos criterios basicos para divisao dos clones em tres classes, sendo que os clones podem transitar entre estas de acordo com a produtividade e fase atual de avaliacao (GONCALVES et al. 2001a; SAA, 2010). Os clones de Classe I, para plantio em grande escala, sao reconhecidamente de bom desempenho em muitos locais, mas sugere-se que nao excedam 50% da area total de plantio; os de Classe II, para plantio em moderada escala, envolvem clones que, por meio de avaliacoes do seu desempenho, tem provado seu merito ao longo do tempo e, em combinacao com outros tres ou mais, podem ser plantados acima de 50% da area total da plantacao; e os de Classe III, divididos em dois grupos, (A) e (B), sao recomendados para plantio em escala experimental, em ate 15% da area total em blocos agregados. Os do grupo (A) sao aqueles que demostraram um bom desempenho em experimentos de avaliacao em pequena escala e, em curto prazo. Isso vem sendo confirmado em experimentos de grande escala, enquanto que os clones do grupo (B) sao, na sua maioria, clones resultantes de introducoes antigas, as vezes com producoes pouco inferiores aos clones modernos, mas alem de estarem apresentando bom desempenho ao longo do tempo, sao possuidores de outros atributos secundarios desejaveis, como resistencia a antracnose das folhas e a seca do painel. No Planalto Ocidental, que abriga quase 90% dos seringais paulistas, ate o momento, os unicos clones recomendados para a Classe I sao o PR 255 e o RRIM 600 (SAA, 2010), embora, tradicionalmente, apenas o RRIM 600 seja cultivado.

O comportamento de um clone pode variar em funcao das diferentes regioes agroecologicas. Assim, o estudo da sua expressao fenotipica em um dado local de cultivo e de fundamental importancia, sendo que a idade entre 12 e 24 meses e critica para esta avaliacao, pois, neste intervalo, sao observados os maiores valores de incremento relativo do perimetro do caule (GONCALVES et al., 1994). O perimetro e o parametro utilizado para decidir o grau de maturidade do plantio para o inicio da sangria. No Brasil, adota-se o valor minimo de 45cm a 1,30m acima do solo (SAA, 2010).

Como em qualquer cultura, a fotossintese governa a produtividade da seringueira. Assim, variaveis que indiquem a eficiencia do processo fotossintetico, especialmente sob condicoes desfavoraveis, como o periodo seco, podem ser usados como ferramentas na selecao de genotipos de Hevea (RODRIGO, 2007).

Em face da necessidade de estudos que oferecam subsidios para incentivar a implantacao de novos clones e otimizar as areas utilizadas para a heveicultura, este trabalho teve como objetivo acompanhar variaveis biometricas e fisiologicas do desenvolvimento de quatro clones de Classe II, selecionados pelo Instituto Agronomico de Campinas, IAC (IAC 35, IAC 40, IAC 300 e IAC 301), a fim de identificar os que apresentam comportamento equivalente ao do tradicional clone RRIM 600 nas condicoes de cultivo de Sao Jose do Rio Preto, durante os primeiros 24 meses de desenvolvimento.

MATERIAL E METODOS

Foram utilizadas mudas de seringueira de enxertos dos clones IAC 35, IAC 40, IAC 300, IAC 301 e RRIM 600 (testemunha), enxertados sobre plantas provenientes de sementes de polinizacao aberta do clone GT 1. O cultivo foi realizado na UNESP, campus de Sao Jose do Rio Preto, SP, em solo do tipo Argissolo Vermelho-Amarelo, com textura arenosa media, em fase de relevo suave ondulado, variacao Lins Marilia. As plantas receberam os tratos culturais convencionais relativos a adubacao quimica e controle fitossanitario (GONCALVES et al., 2001a) e regas semanais durante o primeiro ano (depois disso, as plantas ficaram sujeitas as condicoes de campo). O espacamento utilizado foi de 1,5m entre linhas de 1,0m entre plantas, sendo cada parcela experimental constituida por quatro plantas, em delineamento experimental de blocos casualizados com cinco tratamentos (clones) e tres repeticoes (blocos). Os experimentos foram conduzidos entre julho de 2006 e junho de 2008, durante os primeiros 24 meses apos o plantio (MAP). Durante o periodo em estudo, comparando-se o periodo entre 0 e 12 MAP (meses apos o plantio) com o periodo dos 13 aos 24 MAP (CIIAGRO, 2010), a temperatura media e o excedente hidrico foram bastante proximos (respectivamente, 24,78 e 24,57[degrees]C, e 633 e 644mm), e o deficit hidrico foi menor no primeiro periodo (338 e 447mm, respectivamente).

O perimetro do caule foi determinado a 10cm acima do calo de enxertia aos 3, 12 e 24 MAP, para todas as plantas de cada parcela, e calculado o indice relativo de crescimento (IRC) entre as avaliacoes sucessivas. Aos 24 MAP tambem foi determinado o perimetro a 50cm acima do calo de enxertia e o numero de lancamentos maduros, embora todas as plantas apresentassem lancamentos imaturos. A extracao dos pigmentos aos 12 e 24 MAP, bem como a determinacao dos teores de clorofilas a, b e total foram realizadas conforme citado por RICHARDSON et al. (2002) e, a determinacao dos carotenoides totais, segundo HENDRY & PRICE, (1993). Tambem foi determinada a relacao clorofila a/clorofila b. Em cada bloco, foram examinadas tres plantas, sendo retirado de cada uma delas o par de foliolos laterais de uma mesma folha totalmente expandida e em bom estado fitossanitario.

A taxa fotossintetica foi avaliada com um analisador portatil de trocas gasosas (Analytical Development Company Lt, Hoddesdon, UK, modelo LCA-4) utilizando-se dois procedimentos distintos, de acordo com a idade do plantio. Aos 9 e 13 MAP, foram realizadas, para duas plantas de cada bloco, curvas de resposta da fotossintese liquida (A) em relacao a valores decrescentes de radiacao fotossinteticamente ativa (RFA), com as folhas mantidas presas a planta durante todo o tempo de obtencao da curva. Os dados foram ajustados empregando-se o software Microcal Origin 3.5, segundo a equacao modificada por PRADO & MORAES e citada por CAVALCANTE & CONFORTO (2006), para determinacao da taxa fotossintetica maxima estimada (Amax). As curvas realizadas aos 13 MAP, apesar da precipitacao ocorrida no mes de julho, foram subsequentes a um mes sem chuvas e, quando um pequeno deficit hidrico ja estava se instalando, foram entao consideradas representativas do inicio do periodo seco. Na idade de 22 MAP, devido ao maior porte das plantas, foi determinada a taxa fotossintetica liquida em folhas intactas de ramos destacados, em avaliacoes por dois dias consecutivos, no horario das 8h30min. Em cada bloco, foram examinadas seis folhas, provenientes de tres plantas distintas.

Antes das analises, os valores de fotossintese e do teor de pigmentos foram convertidos em [square root of] x. Esses dados e os de biometria foram submetidos a analise de variancia pelo teste F a 5% de significancia e, em seguida, ao teste de Tukey para comparacao entre medias com 5% de probabilidade de erro. A comparacao entre o teor de pigmentos aos 12 e 24 MAP foi feita usando o teste t de Student para comparacao entre medias com 5% de probabilidade, segundo ZAR (1999).

RESULTADOS E DISCUSSAO

Os valores medios relativos ao desenvolvimento vegetativo sao mostrados na tabela 1. Apesar das diferencas significativas entre os clones, um elemento comum entre eles foi um maior IRC do perimetro do tronco no segundo intervalo de mensuracoes. O desempenho diferencial dos clones em anos diferentes tambem foi relatado por GONCALVES et al. (2002) para outros clones IAC, cultivados em regiao proxima (municipio de Pindorama, a 65km na direcao sul), confirmando a existencia de uma variabilidade dentro da populacao estudada. O efeito das condicoes locais sobre o desenvolvimento desses clones IAC e evidenciado quando sao examinados os resultados obtidos aos 24 meses de idade, no cultivo realizado em Votuporanga (SP), distante 80km no sentido norte, onde foi verificado desempenho similar para IAC 40 e IAC 300, mas superior para IAC 301, uma vez que as plantas alcancaram os perimetros medios de 10,42; 8,13 e 10,68cm, respectivamente (GONCALVES et al., 2001b). Quanto ao clone IAC 35, seu desempenho em Jau (SP), distante 230km na direcao sul, cuja media foi de 15,0cm (GONCALVES et al., 1994), foi superior ao do estudo atual.

Nas condicoes de Sao Jose do Rio Preto, o clone IAC 40 mostrou, aos 12 MAP, resultados superiores ao de outros clones aos 16 MAP, para os quais foram verificados perimetros entre 5,28cm (RRIM 701) e 5,47cm (GT 1), medidos 10cm acima do calo de enxertia (CAVALCANTE & CONFORTO, 2002). Quando comparados entre si, os resultados apontam para um menor crescimento do IAC 301, sem indicativo de uma recuperacao ao nivel da testemunha, face ao seu menor IRC nos dois periodos avaliados.

O incremento vegetativo resulta do desempenho fotossintetico das folhas, que, numa copa com lancamentos maturos e imaturos, estao em variados estadios de desenvolvimento. Folhas de seringueira apresentam fotossintese com ganho liquido somente a partir da idade de 37 dias (MIGUEL et al., 2007), sendo que os lancamentos maduros sao as fontes disponiveis para suprir a demanda fotossintetica dos demais drenos. Nessa variavel biometrica, tambem se observa menor desempenho do IAC 301 com relacao a testemunha, mas nao com relacao aos demais clones IAC. A diferenca entre os clones pode ser atribuida a eficiencia dos materiais no uso dos recursos de producao disponiveis, como, por exemplo, no investimento para a producao de pigmentos fotossinteticos (Tabela 2). Nas duas idades avaliadas, os teores de pigmentos dos clones IAC foram iguais ou superiores em relacao a testemunha.

A seringueira e uma especie adaptada a elevada luminosidade. Portanto, e esperado que apresente menor proporcao de fotossistema II, mais rico em clorofila b, do que de fotossistemas I (NAKAZONO et al., 2001). Desse modo, justificase a maior influencia da clorofila a para o conteudo total de clorofilas, apesar das diferencas significativas no conteudo de clorofila b na idade de 12 MAP. A relacao entre a clorofila a e a clorofila b (Chla/ Chlb) nao diferiu entre os clones, mas mostrou um decrescimo nas plantas de mais idade (em media, de 4,70 aos 12 MAP para 3,17 aos 24 MAP). Apesar disso, os valores sao superiores ao indice medio de 2,5, verificado por SENEVIRATHNA et al. (2003) para plantas com idade de oito meses, que foram cultivadas sob menor radiacao que a do estudo atual.

Outro mecanismo que as plantas dispoem para adaptacao a elevada radiacao consiste na acumulacao de carotenoides, os quais previnem a injuria fotooxidativa dos pigmentos do cloroplasto (GONCALVES et al., 2005). Embora o clone IAC 35 tenha mostrado uma reducao de 21,8% no teor medio desse pigmento, todos os valores observados foram superiores aos obtidos em folhas sombreadas de sete clones adultos de seringueira (1,04mg por grama de massa fresca, segundo CONFORTO et al., 2011). Os resultados de MIGUEL et al. (2007) apontaram que o teor de pigmentos fotossinteticos varia em funcao da ontogenia foliar, entre clones e em funcao do clima. Os resultados atuais ainda permitem sugerir uma variacao clonal durante a ontogenia da planta, uma vez que, com excecao do clone IAC 35, os demais clones mostraram aumento significativo entre o primeiro e o segundo ano de cultivo (Tabela 2). Quanto a influencia das condicoes climaticas, os autores citados mencionam que o periodo chuvoso aumentaria a variacao clonal, mas, em funcao do intervalo adotado entre as medidas (devido ao seu carater destrutivo), nao foi possivel quantificar esse efeito.

O conteudo de pigmentos nao necessariamente esta diretamente relacionado com a eficiencia fotossintetica das plantas (MIGUEL et al., 2007), a qual depende tambem, em grande parte, da sua capacidade de utilizar o recurso luminoso, especialmente sob condicoes de restricao hidrica no solo (OSORIO et al, 2013), o que permite avaliar ate que ponto o comportamento dos clones sao equivalentes (CAVALCANTE & CONFORTO, 2006). Os valores referentes a taxa fotossintetica sao mostrados na tabela 3. Todos os clones mostraram reducao da taxa fotossintetica maxima no periodo seco, em comparacao com o periodo umido. A reducao foi de 13% para o clone RRIM 600, 21% para IAC 35, 23% para IAC 40, 15% para IAC 300 e 4% para IAC 301. Esse comportamento foi verificado para outros clones e em diferentes idades. Em plantas de 18 meses de idade, a variacao foi de, aproximadamente, 26% para os clones RRIM 600, GT 1 e IAN 873 e de 44% para RRIM 701 e PB 235 (CAVALCANTE & CONFORTO, 2002). Em plantas de 22 meses, foi de 22% para o clone Fx 3864 e 32% para RRIM 600 (CAVALCANTE & CONFORTO, 2006). Essas reducoes podem ser decorrentes da menor disponibilidade de agua, que levaria a uma restricao da abertura estomatica e da taxa de transpiracao (CAVALCANTE & CONFORTO, 2002); de alteracoes nas fases fotoquimica e bioquimica da fotossintese (OSORIO et al., 2013), bem como de uma menor demanda por fotoassimilados neste periodo. No estudo atual, a diferenca na intensidade das respostas indica que os clones IAC 35 e IAC 40 sofreram maior influencia do periodo seco que a testemunha RRIM 600. Com relacao ao clone IAC 301, embora nao tenha sido examinado, e possivel sugerir que tenha alocado fotoassimilados para o desenvolvimento da raiz, garantindo maior eficiencia durante o periodo seco, em detrimento do aumento do perimetro (Tabela 1).

Aos 22 MAP, novamente dentro do periodo seco, a taxa fotossintetica dos clones IAC 40 e 301 foi estatisticamente inferior a da testemunha. Embora os estudos de LARCHER (2000) apontem que as seringueiras possam alcancar taxas fotossinteticas de ate 20 a 24 [micro] mol [m.sup.-2] [s.sup.-1], dados da taxa fotossintetica para estes ou outros clones IAC nao estao disponiveis na literatura. Os valores observados, contudo, foram superiores aos obtidos para clones na idade de 24 meses, sob condicoes de seca, em Lavras (MG), cujo valor medio foi ao redor de 4,1 [micro] mol [m.sup.-2] [s.sup.-1] (OLIVEIRA et al., 2006), bem como para um grupo de clones na idade de 18 meses (RRIM 701, IAN 873, PB 235 e GT 1) cultivados em Sao Jose do Rio Preto (SP) que, mesmo durante o periodo umido, mais favoravel para as trocas gasosas, mostrou valor medio para a taxa fotossintetica de 9,45 [micro] mol [m.sup.-2] [s.sup.-1] (CAVALCANTE & CONFORTO, 2002). Assim, a eficiencia fotossintetica dos clones IAC foi superior ao de clones tradicionais, tanto na regiao do presente estudo quanto em outra regiao.

CONCLUSAO

Nas condicoes de cultivo deste experimento, ao final de 24 meses de observacoes, considerando o perimetro do caule, numero de lancamentos maduros e a taxa fotossintetica, os clones IAC 35, 40 e 300 mostram desempenho similar ao do tradicional clone RRIM 600.

http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20120445

REFERENCIAS

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Elenice de Cassia Conforto (I) * Juliana Faria dos Santos (II) Marcio Robson Zeuli (I) Regiane Peres Andreoli (I)

(I) Departamento de Zoologia e Botanica, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus, 15040-000, Sao Jose do Rio Preto, SP, Brasil. E-mail: elenice@ibilce.unesp.br. * Autor para correspondencia.

(II) Programa de Pos-graduacao em Producao Vegetal, UNESP, Jaboticabal, SP, Brasil.

Recebido 26.06.12 Aprovado 27.11.14 Devolvido pelo autor 04.02.15 CR-2012-0443.R3
Tabela 1--Valores medios do perimetro do caule (PC, em cm)
avaliado em diferentes meses apos o plantio (MAP) e indice
relativo de crescimento (IRC) entre duas avaliacoes sucessivas;
porcentagem do perimetro com relacao a testemunha (%P) e numero
de lancamentos maduros (LM) aos 24 MAP para cinco clones
de seringueira, cultivados em Sao Jose do Rio Preto, SP.

                        --Clones--

Idade     RRIM 600   IAC 35    IAC 40    IAC 300

          --PC 10 cm acima do calo de enxertia--

3 MAP     1,51 ab    1,25 b    1,68 a    1,20 b
12 MAP    5,01 ab    4,33 ab   6,49 a    4,71 ab
24 MAP    10,08 a    8,40 ab   12,51 a   8,90 bc
IRC 1     2,28 a     2,42 a    2,89 a    2,91 a
IRC 2     3,91 a     3,16 ab   3,33 ab   3,41 ab

          --PC 50 cm acima do calo de enxertia--

24 MAP    9,86 ab    8,10 b    10,53 a   7,89 b
%P        100        85,7      111       83,7
LM        4,91 a     4,17 ab   4,33 ab   4,41 ab

                   --Clones--

Idade     IAC 301   F clones   CV

             --PC 10 cm acima
            do calo de enxertia--

3 MAP     1,52 ab   5,51 *     11,01
12 MAP    3,82 b    5,43 *     15,68
24 MAP    6,39 c    18,25 *    19,77
IRC 1     1,11 b    10,08 *    18,29
IRC 2     2,58 b    0,32 *     24,68

             --PC 50 cm acima
            do calo de enxertia--

24 MAP    5,85 c    2,88 *     20,24
%P        61,8
LM        3,58 b    17,88 *    6,48

* Medias seguidas pela mesma letra na linha nao diferem
entre si pelo teste de Tukey, em nivel de 5% de significancia.
CV = coeficiente de variacao (%).

[IRC.sub.1] = entre 3 e 12 MAP; IRC2 = entre 12 e 24 MAP.

Tabela 2--Valores medios (mg de pigmentos [g.sup.-1] de materia fresca)
do teor de clorofila a (Chla), clorofila b (Chlb), relacao entre
clorofilas (Chla/Chlb), clorofila total (Chl T) e carotenoides
totais (Car T) em cinco clones de seringueira, em diferentes
meses apos o plantio (MAP), cultivados em
Sao Jose do Rio Preto, SP.

                       --Clones--

Pigmento     RRIM 600    IAC 35      IAC 40

                        --12 MAP--

Chla         1,639 Ba    2,077 Aa    1,767 Ba
Chlb         0,328 Bb    0,425 Bab   0,348 Bb
Chla/Chlb    4,996 Aa    4,887 Aa    5,077 Aa
Chl T        1,968 Ba    2,502 Aa    2,115 Ba
Car T        1,408 Bb    2,375 Aab   1,819 Bab

                        --24 MAP--

Chla         2,592 Aab   1,894 Ab    2,258 Aab
Chlb         0,844 Aa    0,587 Aa    0,655 Aa
Chla/Chlb    3,071 Ba    3,226 Ba    3,447 Ba
Chl T        3,435 Aab   2,465 Ab    2,912 Aab
Car T        3,032 Aab   1,856 Bb    2,502 Aab

                        --Clones--

Pigmento     IAC 300     IAC 301     F clones   CV

                        --12 MAP--

Chla         1,803 Ba    2,054 Ba    1,27 ns    10,40
Chlb         0,398 Bab   0,509 Ba    0,57 *     16,11
Chla/Chlb    4,530 Aa    4,035 Aa    0,93 ns    22,80
Chl T        2,251 Ba    2,563 Ba    0,27 ns    21,16
Car T        2,021 Bab   2,511 Ba    3,21 *     12,98

                        --24 MAP--

Chla         2,727 Aa    2,492 Aab   3,15 *     10,47
Chlb         0,866 Aa    0,842 Aa    3,05 ns    11,73
Chla/Chlb    3,148 Ba    2,959 Ba    0,27 ns    9,50
Chl T        3,592 Aa    3,333 Aab   3,38 *     9,68
Car T        3,292 Aa    2,863 Aab   5,01 *     11,26

ns = nao significativo pelo teste de Tukey,
em nivel de 5% de significancia.

* Medias seguidas por letras minusculas distintas
nas linhas diferem entre si pelo teste de Tukey,
em nivel de 5% de significancia.
CV=coeficiente de variacao (%).

Letras maiusculas referem-se a comparacao das medias
nas colunas para o mesmo clone em diferentes idades
pelo teste t-Student, em nivel de 5% de significancia.

Tabela 3--Valores medios da taxa fotossintetica maxima estimada
(Amax) aos 9 e 13 meses apos o plantio (MAP) e da taxa
fotossintetica liquida (A) aos 22 MAP, em cinco clones
de seringueira, cultivados em Sao Jose do Rio Preto, SP.

            --Amax ([micro] mol        --A ([micro] mol
            [m.sup.-2][s.sup.-1])--    [m.sup.-2][s.sup.-1])--

Clone       9 MAP         13 MAP       22 MAP

RRIM 600    14,08 bc      12,30 b      15,53 a
IAC 35      13,42 c       10,54 b      15,48 a
IAC 40      15,78 b       12,23 b      12,38 b
IAC 300     18,84 a       15,95 a      14,10 ab
IAC 301     13,09 c       12,52 b      12,73 b
F clones    38,06 *       23,09 *      5,74 *
CV          13,60         4,59         6,09

Medias seguidas pela mesma letra na coluna nao diferem
entre si pelo teste de Tukey, em nivel de 5% de significancia.
CV = coeficiente de variacao (%).
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Title Annotation:biologia; texto en portugues
Author:Conforto, Elenice de Cassia; Santos, Juliana Faria dos; Zeuli, Marcio Robson; Andreoli, Regiane Pere
Publication:Ciencia Rural
Date:Jul 1, 2015
Words:4313
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