Printer Friendly

Inducao de superbrotamento e regeneracao de plantas in vitro, nas cultivares de algodao colorido.

INTRODUCAO

No semi-arido nordestino, o algodoeiro e considerado uma das plantas mais cultivadas pelo homem, tendo em vista sua fibra. Como subprodutos de sua lavoura sao aproveitados o oleo, a farinha da torta, a lente e a casca, todos extraidos da semente ou caroco. Esta oleaginosa tem sido explorada, tradicionalmente por pequenos e medios produtores, constituindose em uma grande e importante alternativa agricola para a economia da regiao, como otima geradora de emprego e de materia-prima indispensaveis ao desenvolvimento da regiao e do pais (Silva et al., 2000).

A cultura de tecido consiste, na realidade, no cultivo de orgaos, tecidos ou celulas vegetais em meio nutritivo apropriado, em ambiente asseptico, com grande vantagem de se trabalhar apenas com celulas de plantas desejaveis. Esses explantes, ao serem colocados em tubos de ensaios, se multiplicam com rapidez, formando plantas semelhantes a plantas matriz, ou com modificacoes em uma ou mais de suas caracteristicas como, maior produtividade maior tolerancia a seca, maior resistencia as pragas e doencas e a deficiencia mineral do solo (Pescador et al., 2000).

Na realidade, a cultura de tecido consiste no cultivo de orgaos, tecidos ou celulas vegetais em meio nutritivo apropriado, em ambiente asseptico, com a grande vantagem de se trabalhar apenas com celulas de plantas desejaveis. Ao serem colocados em tubos de ensaio, esses explantes se multiplicam com rapidez, formando milhoes de plantas, todas iguais a planta-mae, ou com modificacoes em uma ou mais de suas caracteristicas, como maior produtividade, maior tolerancia a seca, maior resistencia as pragas e doencas e a deficiencia mineral do solo (Pescador et al., 2000).

A micropropagacao in vitro oferece condicoes para se obter plantas de dificil propagacao e de ciclos de vida longa, em menor espaco de tempo que o melhoramento convencional. Em estudos com o superbrotamento do algodao in vitro, Carvalho et al. (2000) obtiveram bom resultado ao utilizarem o bioregulador BAP (6-benzilaminopurina), isolado ou combinado com KIN (Cinetina).

Com este trabalho, objetivou-se induzir o superbrotamento das cultivares de algodao BRS-Verde, BRS-200 Marrom, 6M-Moco Branco e BRS-187-8H Branco, observando-a regeneracao de explantes a partir de dezessete tipos de meios, determinando o melhor meio nutritivo, suplementados com fitorreguladores em concentracoes e combinacoes diferentes.

MATERIAL E METODOS

No Laboratorio de Cultivo de Tecidos, do Centro Nacional de Pesquisa de Algodao, em Campina Grande, PB, sementes dos genotipos BRS-Verde, BRS-200-Marrom, 6M-Moco-Branco e BRS-187-8H Branco foram desinfestadas em solucao de hipoclorito de sodio a 1% de cloro ativo por 20 min. Apos os procedimentos de desinfestacao, as sementes foram cultivadas in vitro em meio MS (Murashige & Skoog,1962). As culturas permaneceram no escuro por 72 h ate a formacao das plantulas matrizes.

Posteriormente, em camara de fluxo laminar, os nos cotiledonares foram separados e excisados das plantulas matrizes com 25 dias de cultivo. Em seguida, os explantes foram inoculados em meio basico MS suplementados com as combinacoes e dosagens dos reguladores de crescimento, 6-benzylaminopurine (BAP), 6 - Furfurilaminopurina (Cinetina) e Thidiazuron-, N-fenil - N'-1,2,3- tiadiazol-5,1 - ureia (TDZ), em diferentes combinacoes e dosagens, [T.sub.0] = MS, [T.sub.1] - MS + 0,50 mg [L.sup.-1] BAP, [T.sub.2] = MS + 1,0 mg [L.sup.-1] BAP, [T.sub.3] = MS + 2,0 mg [L.sup.-1] BAP, [T.sub.4] = MS + 2,5 mg [L.sup.-1] BAP, [T.sub.5] = MS + 3,0 mg [L.sup.-1] BAP, [T.sub.6] = MS + 2,0 mg [L.sup.-1] BAP +1,0 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.7] = MS + 2,0 mg [L.sup.-1] BAP + 2,0 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.8] = MS + 2,5 mg [L.sup.-1] BAP + 2,0 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.9] = MS + 2,5 mg [L.sup.-1] BAP +2,5 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.10] = MS + 3,0 mg [L.sup.-1] BAP + 3,0 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.11] = MS + 1,0 mg [L.sup.-1] TDZ +1,0 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.12] = MS + 2,0 mg [L.sup.-1] TDZ + 2,5 mg [L.sup.-1] KIN, [T.sub.13] = MS + 0,25 mg [L.sup.-1] TDZ, [T.sub.14] = MS + 0,50 mg [L.sup.-1] TDZ, [T.sub.15] = MS + 1,0 mg [L.sup.-1] TDZ e [T.sub.16] = MS + 0,25 mg [L.sup.-1] TDZ + 0,2 mg [L.sup.-1] KIN.

Todos os meios utilizados foram suplementados com 3% de sacarose e 0,55% de agar e o pH ajustado para 5,8 antes da autoclavagem. Em todos os casos, a incubacao foi mantida a a 25 [+ or -] 1 [degrees]C, irradiancia de 35 mmol [m.sup.-2] [s.sup.-1], fornecida por lampadas fluorescentes brancas de 20 W e fotoperiodo de 16 h. Os subcultivos foram realizados a cada 15 dias.

Apos 40 dias, os explantes foram avaliados quanto a emissao e comprimento de brotos. Empregou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 17 (4 cultivares x 17 meios), com dez repeticoes por tratamento. Para a analise de variancia, os dados foram transformados para 1 [square root of] x + 1, atraves do SAEG (1993), versao 5.0 e as medias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Encontra-se, na Tabela 1 o resumo da analise de variancia, no qual observou-se efeitos significativos em todas as fontes de variacao estudadas, inclusive sua interacao para a variavel numero de broto; enquanto para altura de brotos, nota-se efeito significativo apenas para a fonte de variacao meios de cultivo.

De acordo com a Tabela 2, conclui-se que os melhores resultados ocorreram na maioria das cultivares estudadas, quando o explante utilizado foi cultivado em meio MS suplementado com BAP, isolado ou associado a KIN(0+1). Resultados semelhantes foram obtidos por Carvalho et al. (2000) com a cultivar CNPA 7H, usando combinacao de duas citocininas, (BAP e KIN).

Quando se adicionou BAP isoladamente ao meio MS, nas concentracoes 1 e 2 mg [L.sup.-1], obteve-se superbrotamento satisfatorio para explantes da cultivar BRS-200. O mesmo foi verificado-se para a 6M Moco, quando utilizando-se a concentracao de 2 mg [L.sup.-1] de BAP, superando os demais meios, aos quais aquela citocinina foi adicionada isoladamente; no entanto, o meio MS suplementado com 2 mg [L.sup.-1] de BAP associado a 1 mg [L.sup.-1] de KIN ([T.sub.6] ) garantiu maior numero de brotacoes por explante em todas as cultivares estudadas, nao diferindo estatisticamente da cultivar BRS-Verde, onde os explantes foram cultivados no meio em que o BAP foi adicionado isoladamente na concentracao de 1 mg [L.sup.-1] ([T.sub.2]). Da mesma forma, nas cultivares BRS-200 e BR [s.sup.-1] 87-8H, o numero de brotacoes por explante obtido no tratamento ([T.sub.6]) nao diferiu daqueles obtidos nos meios em que o BAP foi adicionado isoladamente, nas concentracoes de 1 mg [L.sup.-1] ([T.sub.2]) e 2 mg [L.sup.-1] ([T.sub.3]), nem no meio MS suplementado com 2,5 mg [L.sup.-1] de BAP associado a 2,5 mg [L.sup.-1] de KIN ([T.sub.9]) (Tabela 2), enquanto para a cultivar 6M Moco o numero de brotacao obtido no tratamento [T.sub.6], nao diferiu dos encontrado nos tratamentos [T.sub.3], [T.sub.9] e [T.sub.8] . Em outros estudos, a inducao de superbrotamento foi tambem obtida em Vanilla walkeriae por ocasiao da combinacao de BAP e Kinetina na presenca de caseina hidrolisada (Grattapaglia et al., 1998). O efeito diferencial entre varias concentracoes de BAP na inducao de multiplos brotos com origem no no cotiledonar, tambem tem sido reportado em Glycine spp. (Leontiev-Orlov, 2000).

As taxas de multiplicacao observadas podem ser consideradas adequadas para a micropropagacao dessas cultivares. Os resultados verificados para o numero de brotos por explante estao dentro dos valores citados na literatura para diferentes especies (Nair et al., 1984; Perez-Tornero & Borgos, 2000). Na multiplicacao in vitro de pessegueiro, (Chappel & Mauney (1967), observaram variacao de 1,3 a 9,9 brotos por explante. Com relacao ao efeito da citocinina (BAP) na proliferacao de brotos Perez-Tornero & Borgos (2000) mostraram que a taxa de multiplicacao in vitro foi superior para o portaenxerto de Prunus capdeboseq, nas concentracoes de 1,0 - 2,0 mg [L.sup.-1] de BAP.

Os meios em que se empregou a TDZ, isolada ou associada a KIN, nao promoveram superbrotamento satisfatorio em nenhuma das cultivares estudadas, apresentando numero de brotos semelhante ou inferior ao obtido pela testemunha ([T.sub.0]); comportamento identico a este tambem foi verificado em explantes cultivados em meio MS suplementado com BAP isolado na concentracao de 0,5 mg [L.sup.-1] ([T.sub.1]) e no meio suplementado com 3,0 mg [L.sup.-1] de BAP, associado a 3,0 mg [L.sup.-1]de KIN ([T.sub.10]).

Com relacao as cultivares, observaram-se diferencas significativas entre elas, quando seus explantes foram cultivados nos meios em que se obteve superbrotamento satisfatorio, com destaque para as cultivares BRS Verde, BRS-200 e BR[s.sup.-1]87 8H Branco, que superaram a 6M Moco nos meios [T.sub.2], [T.sub.3], [T.sub.4], [T.sub.5], [T.sub.6], [T.sub.7], [T.sub.8] e [T.sub.9] . No meio [T.sub.5] se destacaram as cultivares BRS-Verde e BR[s.sup.-1]87 8H Branco. A cultivar 6M Moco, independente do meio utilizado, apresentou os menores valores de superbrotamento dos seus explantes, demonstrando responder menos a adicao de reguladores vegetais ao meio de cultivo; fato semelhante ocorreu com Keulenans & Dewitte (1994), quando, trabalhando com macieira cv. Gloster obtiveram media de 1,8 e 2,3 brotacoes por explante, em apices cotiledonares e cotiledones feridos, respectivamente; ja Coboni et al. (2000), obtiveram media de 2,8 brotacoes por explante no porta-enxerto de macieira Jork9, utilizando apices de brotacoes ou gemas axilares, aos 60 dias apos o inicio do experimento. Ao utilizarem os hormonios BAP e KIN para a micropropagacao da babosa, Araujo et al. (2003) obtiveram, por explante (meristema apical), 2.5 brotocoes por explantes sendo considerados um excelente brotamento; enquanto que Nicoloso et al. (2003) utilizando apenas o BAP para a micropropagacao da grapia (Apuleia leiocarpa L.), obtiveram grande indice de brotos, com media de 2,6 brotacoes.

Para a variavel comprimento dos brotos, constatou-se (Tabela 2) que o meio MS suplementado com 2,5 mg [L.sup.-1] de BAP ([T.sub.4]) e com 2,0 mg [L.sup.-1] BAP + 1,0 mg [L.sup.-1] KIN ([T.sub.6]), garantiu maior comprimento dos brotos, na maioria das cultivares empregadas. Para a cultivar BRS 187-8H, alem dos meios ja citados, aqueles suplementados com 3,0 mg [L.sup.-1] de BAP ([T.sub.5]) e com 2,0 mg [L.sup.-1] de BAP, associados a 2,0 mg [L.sup.-1] de KIN ([T.sub.7]) tambem induziram maior comprimento de brotos.

Explantes cultivados em meios suplementados com BAP em concentracao inferior a 1,0 mg [L.sup.-1] e superior a 3,0 mg [L.sup.-1] e com TDZ isolado ou associado a KIN, tambem apresentaram os menores valores de comprimento de brotos em todas as cultivares estudadas verificando-se, nesses casos, grande ocorrencia de calos. E provavel que a ausencia do efeito de TDZ sobre o numero de brotos tenha sido devido uma relacao inversa entre numero de brotos produzidos e dosagens de TDZ. Han et al. (1997) verificaram que o TDZ, em concentracao acima de 0,01 mg [L.sup.-1], nao promoveu a multiplicacao de brotos em Ficus benjamina. Trabalhando com micropropagacao de crisantemo (Dendranthema morifolium), Salgado et al. (2001) notaram que o TDZ possui efeito inibitorio na regeneracao de brotos, quando utilizado em concentracoes acima do nivel otimo. Este efeito inibitorio no crescimento de brotos ocorreu, sem duvida, em virtude do seu efeito fitotoxico.

CONCLUSOES

1. O meio MS suplementado com BAP (2,0 mg [L.sup.-1]) isolado ou associado a KIN (1,0 mg [L.sup.-1]), promove maior capacidade de regeneracao e comprimento de brotos.

2. O meio MS suplementado com BAP (2,5 mg [L.sup.-1]) estimula o maior comprimento de brotos.

3. O meio MS suplementado com TDZ (1,0 mg [L.sup.-1], 0,50 mg [L.sup.-1] e 0,25 mg [L.sup.-1]) afeta a capacidade de regeneracao de brotos, com a formacao de calos.

LITERATURA CITADA

Araujo, P. S.; Silva, J. M. O. D.; Neckel, C. A.; Ianssen, C.; Oltramari, A. C.; Passos, R.; Tiepo, E.; Bach, D. B.; Maraschin, M. Micropropagacao da Babosa (Aloe vera). http://www.biotecnologia.com.br/bio/bio25/10.html-68K. 21 Jan. 2003.

Carvalho, J. M. F. C.; Sousa, D. M.; Santos, W. dos. Inducao do superbrotamento e regeneracao de planta in vitro na cultivar de algodao CNPA 7H. Revista de Oleaginosas e Fibrosas, v.4, n.2, p.61-65, 2000.

Chappel, E. J.; Mauney, J. R. Culture of apical meristem of Gossypium hirsutum in vitro. Phyton, v.24, p.93-100, 1967.

Coboni, E.; LauriI, P.; D'Angeli, S. In vitro plant regeneration from callus of shoot apices in apple shoot culture. Plant Cell Reports, v.19, p.755-760, 2000.

Grattapaglia, D.; Caldas, L. S.; Silva, J. R. Machado, M. A. Cultura de tecidos e estaquia de maracuja. In: Simposio Nacional de Maracuja, 3, 1998, Vitoria da Conquista Anais ... Vitoria da Conquista: Fundacao Cargill,1998.

Han, B. H.; Joung, H. Y.; Ko, J. Y. In vitro propagation of Ficus benjamina by shoot tip culture. Journal of the Korean Society for Horticultural Science, v.38, n.3, p.315-319, 1997.

Keulenans, J.; Dewitte, K. Plant- regeneration from cotyledons and embryonic axes in applier - sites of reaction and effect of culture in the light, Euphytica, v.1-2, n.77, p.135-139, 1994.

Leontiev-Orlov, T. Diferentes reguladores de crescimento na multiplicacao in vitro de ameixas (Prumunus domestica L.) cultivar Kantimirovskaja, Revista Brasileira de Fruticultura, v.22, n.2, p.268-271, 2000.

Murashige, T.; Skoog, F. A. A revised medium for rapid growth and bioassays with tobacco tissue culture. Physiologia Plantarum, v.15, p.473-497, 1962.

Nair, S.; Gupta, P. K.; Shirgurkar, M. V.; Mascarenhas, A. F. In vitro organogenesis from leaf explants of Annona squamosa Linn. Plant Cell Tissue Organ Culture, v.3, p.29-40, 1984.

Nicoloso, F. T.; Garlet, A.; Zanchetti, F.; Sebem, E. Micropropagacao in vitro da Grapia (Apuleia leiocarpa). www.cnpt.embrapa.br/redbiobr/anais/redv96/res39.html4K. 30 Jul. 2003.

Perez-Tornero, O.; Burgos, L. Different media requirements for micropropagation of apricot cultivars Plant Cell, Tissue and Organ Culture, v.63, p.133-141, 2000.

Pescador, R.; Araujo, P. S.; Maas, C. H. Protocolos para obtencao de Safrol. Biotecnologia Ciencias e Desenvolvimeto, v.3, n.15, p.18-23, 2000.

SAEG - Sistema para analise estatistica em genetica. Uberlandia: Fundacao Arthur Bernardes, UFV, 1993. 301p.

Salgado S. M. L,; Cunha R. L.; Niella G. R..; Teixeira H. P. M.. Efeito da utilizacao de TDZ e Benomyl na micropropagacao do crisantemo (Dendranthema morifolium). Ciencia e Agrotectecnologia, v.25, n.2, p.274-280, 2001.

Silva, L. C.; Amorim Neto, M. da S.; Beltrao, N. E. de M. Recomendacoes tecnicas para o cultivo e epoca de plantio de mamoneira cv. BRS 149 (Nordestina) na microrregiao de Irece, Bahia. Campina Grande: Embrapa Algodao, 2000. p.6. Comunicado Tecnico 112

Maria do S. Rocha (2), Julita M. F. C. Carvalho (3), Mario E. R. M. Cavalcanti Mata (4), Kilson P. Lopes (4)

(1) Parte da Dissertacao de Mestrado do primeiro autor apresentada a UFCG, Campina Grande, PB

(2) Biologa, M.Sc., Rua Olegario Maciel 943, Monte Santo. CEP 58102-000, Campina Grande, PB, Fone: (83) 3322-5432. E.mail: marialirium@uol.com.br

(3) Embrapa Algodao, Rua Osvaldo Cruz, 1143, Centenario, CEP 58107-720, Campina Grande, PB. E-mail: julita@cnpa.embrapa.br

(4) UAEA/UFCG, Av. Aprigio Veloso 882, Bodocongo, CEP 58109-970, Campina Grande, PB E-mail: mmata@deag.ufcg.edu.br, E-mail: kilson@ccta.ufcg.edu.br
Tabela 1. Resumo da analise de variancia e coeficiente de
variacao (CV) do numero de brotos (NB) e  comprimento de
brotos (CB) de explantes de algodoeiro de pluma colorida e
tradicional, cultivados em meio de MS com diferentes
concentracoes hormonais

                           Quadrado        Medio
Fonte de Variacao      GL

                               NB            CB

Cultivares (C)         3      0,22 ns     0,011 ns
Meios de cultivo (M)   16    10,28 **    13,75 **
(C X M)                48     0,046 **    0,025 ns
Residuo                612    0,032       0,016
CV (%)                       10,23       11,35

ns Nao significativo

** Significativo (P < 0,01)

Tabela 2. Valores medios  de numeros de brotos (NB) e de comprimentos
de brotos (CB) originadas de explantes das quatro cultivares
de algodoeiro, cultivados em meio MS com diferentes concentracoe
de fitohormonios

                 BRS-VERDE              BRS-200
T
                NB          CB         NB        CB

[T.sub.0]    1,76 eA     1,77 cA    1,88 dA   1,92 bcA
[T.sub.1]    1,14 eA     1,00 dA    1,08 fA   1,00 dA
[T.sub.2]    2,49 abA    1,92 bcA   2,57 aA   1,92 bcA
[T.sub.3]    2,42 bcA    1,00 dA    2,61 aA   1,00 dA
[T.sub.4]    2,41 bcdA   2,21 aA    2,29 bA   2,13 abA
[T.sub.5]    2,32 cdA    1,00 dA    2,12 cB   1,00 dA
[T.sub.6]    2,64 aA     2,21 aA    2,61 aA   2,21 aA
[T.sub.7]    2,28 dA     1,81 bcA   2,37 bA   1,81 cA
[T.sub.8]    2,30 dA     1,00 dA    2,36 bA   1,00 dA
[T.sub.9]    2,46 bcdA   1,00 dB    2,52 aA   2,11 cA
[T.sub.10]   1,00 fA     1,00 dA    1,00 fA   1,00 dA
[T.sub.11]   1.00 fA     1,00 dA    1,00 fA   1,00 dA
[T.sub.12]   1,05 fA     1,00 dA    1,07 fA   1,00 dA
[T.sub.13]   1,62 eBC    1,00 dA    1,59 eC   1,00 dA
[T.sub.14]   1,12 fA     1,00 dA    1,00 fA   1,00 dA
[T.sub.15]   1,14 fA     1,00 dA    1,10 fA   1,00 dA
[T.sub.16]   1,12 fA     1,00 dA    1,00 fA   1,00 dA

                  6M-MOCO                 BRS-187-8H
T
             NB          CB          NB          CB

[T.sub.0]    1,73 eA     1,93 bA     1,73 dA     1,78 cA
[T.sub.1]    1,00 fA     1,00 cA     1,00 eA     1,00 dA
[T.sub.2]    1,02 fB     1,92 bA     2,57 abAB   1,92 bcA
[T.sub.3]    2,06 aC     1,00 cA     2,56 abAB   1,00 dA
[T.sub.4]    1,90 bcdB   2,04 abA    2,33 cA     2,04 abA
[T.sub.5]    1,84 cdeC   1,00 cA     2,43 bcA    2,21 aA
[T.sub.6]    2,11 aB     2,21 aA     2,66 aA     1,81 bcA
[T.sub.7]    1,85 cdeB   1,82 bcA    2,32 cA     2,21 aA
[T.sub.8]    1,98 abcB   1,00 dA     2,36 cA     1,00 dA
[T.sub.9]    2,04 abB    2,01 abAB   2,55 abA    1,00 dB
[T.sub.10]   1,00 fA     1,01 eA     1,00 eA     1,00 dA
[T.sub.11]   1,00 fA     1,00 eA     1,00 eA     1,00 dA
[T.sub.12]   1,00 fA     1,00 eA     1,00 eA     1,00 dA
[T.sub.13]   1,77 deAB   1,00 eA     1,82 dA     1,00 dA
[T.sub.14]   1,00 fA     1,00 eA     1,00 eA     11,00 dA
[T.sub.15]   1,07 fA     1,00 eA     1,00 eA     11,00 dA
[T.sub.16]   1,00 fA     1,00 eA     1,00 eA     1,00 cA

Dados transformados [raiz cuadrada de (x + 1)]

Medias seguidas, pelas mesmas letras minusculas nas colunas e maiusculas
nas linhas, em cada variavel estudada

Nao diferem significativamente entre si, pelo teste de Tukey a
5% de probabilidade
COPYRIGHT 2008 ATECEL--Associacao Tecnico Cientifica Ernesto Luiz de Oliveira Junior
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2008 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:do S. Rocha, Maria; Carvalho, Julita M.F.C.; Cavalcanti Mata, Mario E.R.M.; Lopes, Kilson P.
Publication:Revista Brasileira de Engenharia Agricola e Ambiental
Date:Sep 1, 2008
Words:3575
Previous Article:Resistencia mecanica, tasa respiratoria y produccion de etileno de caqui 'Fuyu' durante el almacenamiento.
Next Article:Desenvolvimento do milho e fertilidade do solo apos aplicacao de lodo de curtume e fosforita.

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2019 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters