Printer Friendly

Growth and yield of anthurium under different shading screens/Crescimento e producao de anturio cultivado sob diferentes malhas de sombreamento.

INTRODUCAO

O crescimento e o desenvolvimento das plantas podem ser manipulados com o uso de reguladores vegetais. No entanto, isso resulta num incremento no custo de producao. Uma alternativa ao uso de reguladores vegetais e o uso de malhas ou filmes plasticos coloridos que possuem a capacidade de alterar a qualidade espectral da radiacao, alem de promoverem uma protecao fisica das plantas.

As respostas de plantas ornamentais as alteracoes na qualidade da luz incluem aumento da area foliar total em croton cultivado sob malha de sombreamento vermelha (GAFFNEY, 2004), aumento do comprimento do internodio em crisantemo cultivado sob filme de polietileno azul (OYAERT et al., 1999), aumento da altura e do numero de folhas em Dracaena marginata 'Colorama' sob malha de sombreamento vermelha (KOBAYASHI et al., 2006). Outro tipo de malha de protecao que pode ser utilizada e a termorefletora aluminizada, que altera as propriedades da radiacao, aumentando sua reflexao, alem de permitir controle de temperatura (ALTAFIN, 2005).

O anturio (Anthurium andraeanum Lind.) e a principal planta ornamental explorada no Vale do Ribeira, sendo estimada a existencia de 1,7 milhoes de plantas na regiao (TOMBOLATO et al., 2002). E uma especie tropical de grande valor ornamental, comercializada como planta de vaso, para decoracao de jardins e interiores, em locais com pouca incidencia de radiacao. Como flor de corte, e um dos principais produtos de exportacao da floricultura brasileira, e sua longevidade apos a colheita e arquitetura floral tipica tem flexibilidade para harmonizar-se com outras flores, inclusive com as de clima temperado (KIYUNA et al., 2004). A flor comercial, ou haste floral comercializavel, e uma inflorescencia, composta de pedunculo, bractea colorida chamada de espata, e pequena "espiga", com flores perfeitas, a espadice (HIGAKI et al., 1984).

Anturio comeca a se desenvolver com uma fase vegetativa monopodial, seguida por uma simpodial. A fase monopodial corresponde a fase juvenil e a fase simpodial, a fase reprodutiva, em que uma inflorescencia e produzida em cada axila da folha (HIGAKI et al., 1984), mantendo-se a sequencia folha e inflorescencia, folha, inflorescencia durante toda a vida da planta, dependendo das condicoes ambientais e nutricionais. A fase monopodial representa, portanto, uma despesa para o produtor porque ele mantem sua plantacao sem producao.

A necessidade do uso de sombreamento na cultura decorre do fato de o anturio ser uma planta de sombra no seu habitat natural, que, quando exposta ao excesso de luz, apresenta folhas e inflorescencias danificadas, o que pode levar ate mesmo a morte da planta. Por isso, recomenda-se o uso de 70 a 80% de sombreamento (OMAR et al., 2004), o que e normalmente feito pelos produtores de anturio no Vale do Ribeira com o uso da malha preta.

Assim como todos os fatores que influenciam o desenvolvimento e o crescimento da planta, a resposta a qualidade de luz tambem depende da especie em estudo (SCHUERGER et al., 1997; ANTONOPOLOU et al., 2004), portanto, seus efeitos devem ser estudados em funcao da especie e da cultivar. Pelo exposto, o objetivo do presente trabalho foi avaliar aspectos do crescimento e da producao de Anthurium andraeanum 'Apalai' sob diferentes malhas de sombreamento.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi realizado no sitio Oriente, localizado no municipio de Pariquera-Acu, Sao Paulo (SP). O material vegetal consistiu em plantulas micropropagadas e aclimatadas de Anthurium andraeanum da cultivar 'Apalai', obtidas pelo programa de selecao do Instituto Agronomico de Campinas. O plantio foi realizado em agosto de 2004, em canteiros com 1,2m de largura construidos sob viveiro de 3m de pe-direito coberto com diferentes malhas de sombreamento. Na ocasiao do plantio, as plantulas apresentavam cerca de 20cm de altura. A adubacao de plantio seguiu a analise de solo e a recomendacao proposta por RAIJ et al. (1997), com a aplicacao de 20g por planta da formulacao NPK 10-10-10 a cada dois meses. Nao foi realizada irrigacao. Periodicamente, apos a colheita das hastes florais, a folha mais velha da planta foi removida, mantendo-se quatro folhas por planta. Foi feita tambem a distribuicao de serragem na superficie dos canteiros para manter a umidade do solo e diminuir a incidencia de plantas daninhas.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repeticoes. Apenas para a variavel area foliar total, o delineamento utilizado foi o de parcelas subdivididas no tempo, com seis epocas, ou seja, uma avaliacao a cada 60 dias, realizadas durante um ano. As parcelas foram constituidas por quatro plantas uteis, considerando-se, para analise dos dados, a media dessas quatro plantas. Os tratamentos consistiram em quatro malhas de sombreamento: azul (ChromatiNet[R] Azul 70%); vermelha (ChromatiNet[R] Vermelha 70%); preta (Malha preta 70%); e termo-refletora (Aluminet 70%).

As avaliacoes foram iniciadas apos o inicio da producao de hastes florais comercializaveis, durante 12 meses consecutivos. Para tal, as inflorescencias foram colhidas quando a espadice apresentava metade a tres quartos das flores verdadeiras abertas, quantidade estimada pela mudanca de coloracao da base para o apice da espadice, sendo tomadas as medidas do comprimento do pedunculo (cm), do comprimento maximo (cm) e da largura maxima da espata (cm) e do comprimento da espadice (cm). Alem disso, a cada 60 dias foram determinados as dimensoes foliares, comprimento do peciolo (cm), a largura e o comprimento maximo das folhas (cm) e foi determinada a area foliar total da planta por meio da somatoria da area foliar das folhas individuais, estimada pela equacao de regressao AF=0,9672*C*L, em que AF e a area foliar ([cm.sup.2]), C e L sao, respectivamente, o comprimento (cm) e a largura (cm) maximos da folha (MODENESE-GORLA DA SILVA et al., 2008). Tambem foram coletados os dados do clima na estacao meteorologica da Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegocios (APTA), localizada em Pariquera-Acu (Figura 1).

Os dados obtidos foram submetidos a analise de variancia, sendo as medias comparadas pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade. Foi realizada tambem a analise de regressao polinomial para estudar o incremento da area foliar em funcao das epocas de avaliacao, sendo a escolha da regressao baseada na significancia do coeficiente de determinacao das equacoes obtidas por meio do teste t.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Plantas cultivadas sob malha preta apresentaram maior comprimento do peciolo das folhas, quando comparadas com plantas cultivadas nas demais malhas de sombreamento (Tabela 1). O comprimento e a largura maximos medios das folhas obtidos tambem foram mais altos nas plantas cultivadas sob malha preta (Tabela 1), seguida da malha termo-refletora. Como consequuencia das dimensoes foliares, durante o experimento, plantas cultivadas sob malha preta apresentaram maior desenvolvimento da area foliar total, seguidas por plantas cultivadas sob malha termorefletora (Figura 2). Considerando que a area foliar e uma importante variavel para estimativa do crescimento da planta, devido a relacao dos orgaos fotossintetizantes com a producao biologica da planta, supoe-se que a malha preta proporcionou a melhor condicao para o crescimento do anturio.

[FIGURE 1 OMITTED]

Em cultivo de Aralia sp., Monstera deliciosa, Aspidistra elatior e Asparagus sp., SHAHAK et al. (2002) verificaram atraso no crescimento das plantas sob a malha azul. Todavia, foi observada uma aceleracao do crescimento vegetativo sob a malha vermelha, quando comparada com a malha preta. Em Pittosporum variegatum, OREN-SHAMIR et al. (2001) verificaram que a malha azul tambem proporcionou um desenvolvimento mais lento das plantas. No entanto, malhas de sombreamento vermelha e azul nao exerceram efeitos significativos no crescimento de Rhapis excelsa, em relacao a malha preta (MEIRELLES et al., 2007).

O incremento da area foliar total em funcao do tempo, em plantas cultivadas sob malha de sombreamento azul e termo-refletora, foi linear, enquanto que sob malha preta, quadratico e sob malha vermelha foi cubico, demonstrando maiores oscilacoes (Figura 2). Uma vez que a area foliar total foi obtida pela soma da area foliar das quatro folhas individuais, seu aumento em funcao do tempo foi devido exclusivamente ao aumento no tamanho final das folhas e nao ao aumento do numero de folhas emitido pela planta. Alem disso, houve tendencia de aumento de area foliar nas plantas, como consequencia natural do desenvolvimento das plantas, que, quando juvenis, apresentam folhas menores e, quando adultas, folhas maiores.

No ano de 2006, em Pariquera-Acu (SP), a temperatura mensal media maxima foi de 31,2[degrees]C, e a temperatura mensal media minima foi de 12,7[degrees]C. Essas temperaturas ocorreram, respectivamente, em fevereiro e agosto (Figura 1). A maior precipitacao ocorreu no mes de marco (318,2mm) e a menor em maio (18,5mm). Pelos resultados apresentados na figura 1, mesmo nos meses com temperatura e precipitacoes extremas, houve incremento na area foliar total nas plantas cultivadas sob as malhas de sombreamento preta, termo-refletora e azul, demonstrando que as condicoes climaticas mais extremas no ciclo anual nao impediram o crescimento do tecido foliar (Figura 2). Contudo, sob malha vermelha as plantas apresentaram declinio na area foliar total, no mes de maio, que coincidentemente foi o mes com menor precipitacao.

O numero medio de hastes florais produzidas [planta.sup.-1][ano.sup.-1] foi maior nas malhas de sombreamento preta (5,94) e termo-refletora (5,86) (Tabela 2), nao diferindo significativamente entre si. Esses valores, porem, foram mais baixos dos citados por OMAR et al. (2004), que foram de seis a oito hastes florais [planta.sup.-1] [ano.sup.-1]. Essas diferencas de produtividade podem ser atribuidas as condicoes climaticas, ao genotipo, a idade das plantas ou aos tratos culturais. Quanto ao tempo para o florescimento, plantas cultivadas sob malhas termo-refletora e preta apresentaram o menor intervalo medio de florescimento, nao havendo diferencas significativas entre elas, quando comparadas com plantas cultivadas sob malhas vermelha e azul (Tabela 2). Outro ponto importante e que os diferentes tipos de malha de sombreamento utilizados nao afetaram o inicio da producao de hastes florais, ou seja, nao provocaram precocidade no florescimento, o que poderia constituir grande vantagem para o produtor de anturio. Em Impatiens walleriana e Viola x witrockiana, cultivadas sob malhas vermelha e azul com sombreamento de 40% e pleno sol, CUQUEL et al. (2003) verificaram crescimento superior sob malha azul e florescimento precoce sob malha vermelha.

[FIGURE 2 OMITTED]

Para o comprimento da haste floral, a malha preta proporcionou os melhores resultados, com uma media de 41,42cm de comprimento (Tabela 3), nao havendo diferencas entre os demais tratamentos. Embora o mercado consumidor de anturio tenha preferencia por hastes com comprimento minimo de 60cm, segundo TOMBOLATO et al. (2002), essa caracteristica tem sido verificada com pouca frequencia nas hastes florais de anturio.

O maior comprimento da espata foi obtido em plantas cultivadas sob malha preta (Tabela 3). Para largura da espata, o melhor resultado foi obtido para malha preta (11,88cm), seguida da termo-refletora (10,46cm) e das malhas vermelha (9,13cm) e azul (8,92cm), que nao diferiram entre si (Tabela 3). Contrariamente, plantas de Anthurium andraeanum 'Lola' cultivadas sob malha vermelha com 70% de sombreamento apresentaram tamanho da espata superior a espata de plantas cultivadas sob malha preta. No entanto, nessa condicao, o numero de hastes florais produzidas foi menor (KOBAYASHI et al., 2006). O padrao de classificacao adotado no Estado de Pernambuco para diversas cultivares de Anthurium andraeanum, inclusive 'Apalai', baseia-se na largura das espatas, sendo classificadas em pequenas (menor que 8cm), medias (entre 9 e 12cm) e grandes (maior que 12cm) (LOGES et al., 2005). Assim, plantas cultivadas sob malha preta produziram espatas com tamanho que permitiria sua classificacao como media.

O maior comprimento da espadice tambem foi apresentado por plantas cultivadas sob malha preta (Tabela 3), refletindo maior crescimento da inflorescencia nesse tipo de malha. Apesar de alguns sistemas internacionais de classificacao para comercializacao considerarem o tamanho da espadice como criterio adicional de qualidade (PAULL & GOO, 1985), no Brasil, os produtores do Vale do Ribeira nao adotam esse criterio com precisao. Contudo, descartam hastes florais com espadice muito curta ou curva, conforme recomendado por PAULL (1982).

A malha termo-refletora, alem de promover o sombreamento, possui algumas caracteristicas que diferem da malha preta de sombreamento, tais como a conservacao de radiacao no ambiente, a reflexao de parte da radiacao, a reducao da temperatura no verao e o aumento da temperatura no inverno, alem de promover a difusao da luz, aumentando a fotossintese. Em geral, o melhor crescimento e a producao das plantas cultivadas sob malha preta em relacao a termo-refletora podem ser atribuidos a um aumento na razao radiacao fotossinteticamente ativa e radiacao global (RFA/Qg), o que nao ocorre sob a malha termo-refletora, conforme constatado por GUISELINI et al. (2004). Segundo esses autores, a malha termo-refletora, por ser aluminizada, reflete a radiacao solar em todos os comprimentos de onda, fazendo com que a proporcao de RFA e radiacao na faixa do infravermelho (IV), que atinge a superficie no interior do ambiente protegido, mantenha-se. Por outro lado, a malha preta tende a absorver e refletir mais eficientemente comprimentos de onda fora da faixa do visivel, promovendo um enriquecimento da RFA no interior do ambiente protegido.

Nas malhas azul e vermelha, a luz transmitida possui um poder de radiacao maior (BRAGA, 2006), devido ao fato de a malha azul apresentar pico de transmitancia na regiao do azul-verde (400-540nm), e a malha vermelha apresentar pico de transmitancia alem de 590nm (OREN-SHAMIR et al., 2001). Essas regioes do espectro sao importantes para o processo fotossintetico, alem de influenciar outros processos na planta. A propriedade mais importante desses tipos de malha e alteracao da razao azul:vermelho (A:V), sem alteracoes significativas na razao vermelho:vermelho distante (V:VD) (GUSSAKOVSKY et al., 2007) e na intensidade da luz transmitida (OREN-SHAMIR et al., 2001). Em outras especies, a luz vermelha promoveu maior alongamento do caule e florescimento e alterou condutancia estomatica, enquanto a luz azul influenciou o processo de sintese de pigmentos e enzimas, a abertura e o fechamento estomatico, alem de processos fotomorfogenicos (SCHURGER et al., 1997).

Neste estudo, provavelmente o menor desenvolvimento da area foliar total de plantas cultivadas sob essas malhas (Figura 2) seja uma consequencia da maior transmissividade de radiacao na regiao do espectro absorvida pelos pigmentos fotossinteticos, carotenoides ou clorofilas. Contudo, a maior energia disponivel para atividade fotossintetica, nas malhas azul e vermelha, provocou mudancas fisiologicas ou microclimaticas negativas no ambiente de cultivo do anturio, que se refletiram negativamente no crescimento, na producao e na qualidade das hastes florais.

CONCLUSAO

Nas condicoes experimentais estabelecidas, a malha preta com 70% de sombreamento proporciona a melhor condicao de cultivo e producao de hastes florais de Anthurium andraeanum, quando comparada com a malha vermelha, azul e termo-refletora com a mesma intensidade de sombreamento.

REFERENCIAS

ANTONOPOLOU, C. et al. The influence of radiation quality on the in vitro rooting and nutrient concentrations of peach rootstock. Biologia Plantarum, v.48, n.4, p.549-553, 2004.

ALTAFIN, V.L. Estudo da micropropagacao, aclimatacao e economico previo do plantio em campo de Musa spp. 2005. 78f. Tese (Doutorado em Ciencias Biologicas)--Curso de Pos-graduacao em Ciencias Biologicas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro.

BRAGA, F.T. Ambiente de cultivo na propagacao in vitro de Crisantemo (Dendranthema grandiflora Tzvelev cv. Rage): caracteristicas anatomicas e fisiologicas. 2006. 119f. Dissertacao (Mestrado em Fisiologia Vegetal)--Universidade Federal de Lavras, Lavras.

CUQUEL, F.L. et al. Producao de plantas de jardim em ambiente protegido com sombreamento por malhas que mudam o espectro solar. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 14.; CONGRESSO DE CULTURA DE TECIDO DE PLANTAS, 2003, Lavras, MG. Anais ... Lavras: UFLA/FAEPE, 2003.

GAFFNEY, M. ChromatiNet-light spectrum management. Greenhouse Product News, v.14, n.12, p.54, 2004.

GUISELINI, C. et al. Uso de malhas de sombreamento em ambiente protegido II: efeito sobre a radiacao solar global e a fotossinteticamente ativa. Revista Brasileira de Agrometeorologia , v.12, n.1, p.19-26, 2004.

GUSSAKOVSKY, E.E. et al. Color of illumination during growth affects LHCII chiral macroaggregates in pea plant leaves. Journal of Photochemistry and Photobiolog B: Biology, v.86, n.2, p.121-130, 2007.

HIGAKI, T. et al. A study of some morphological and anatomical aspects of Anthurium andreanum Lind. Honolulu: University of Hawaii, 1984. 12p. (HITAHR Research Series, 30).

KOBAYASHI, K.D. et al. Effects of photoselective shadecloths on potted Dracaena and Anthurium plants. HortScience, v.41, n.4, p.1053-1054, 2006.

KIYUNA, I. et al. Custo, rentabilidade e avaliacao de investimento da producao de anturio: um estudo de caso. Informacoes Economicas, v. 34, n.8, p.13-24, 2004.

LOGES, V. et al. Colheita, pos-colheita e embalagem de flores tropicais em Pernambuco. Horticultura Brasileira, v.23, n.3, p.699-702, 2005.

MEIRELLES, A.J.A. et al. Influencia de diferentes sombreamentos e nutricao foliar no desenvolvimento de mudas de palmeira rafia Rhapis excelsa (Thunberg) Henry ex. Rehder. Ciencia e Agrotecnologia, v.31, n.6, p.1884-1887, 2007.

MODENESE-GORLA DA SILVA, S.H. et al. Estimativa da area foliar do anturio com o uso de funcoes de regressao. Ciencia Rural, v.38, n.1, p.243-246, 2008.

OYAERT, E. et al. Growth of chrysanthemum under coloured plastic films with different light qualities and quantities. Scientia Horticulture, Amsterdam, v.79, p.195-205, 1999.

OMAR, M.H. et al. For market access on anthurium. Kuala Lumpur, Malaysia: Crop Protection & Plant Quarentine Services Division, Department of Agriculture, 2004. 44p. (Technical Document).

OREN-SHAMIR, M. et al. Colored shade nets can improve the yield and quality of green decorative branches of Pittosporum variegatum. Journal of Horticultural Science and Biotechnology, Ashford, v.76, n.3, p.353-361, 2001.

PAULL, R.E. Anthurium (Anthurium andraeanum) vase life evaluation criteria. HortScience, Alexandria, v.17, n.4, p.606-607, 1982.

PAULL, R.E.; GOO, T.T.C. Ethylene and water stress in the senescence of cut anthurium flowers. Journal of the American Society for Horticultural Science, Alexandria, v.110, n.1, p.84-88, 1985.

RAIJ, B.V. et al. Recomendacao de adubacao e calagem para o Estado de Sao Paulo: boletim 100. 2.ed. Campinas: FUNDAG, 1997. 285p.

SHAHAK, Y. et al. Growing Aralia and Monstera under colored shade nets. Olam Poreah July Issure, v.13, n.1, p.60-62, 2002.

SCHUERGER, A.C. et al. Anatomical features of pepper plants (Capsicum annuum L.) growth under red light emitting diodes supplemented with blue or far-red light. Annals of Botany, London, v.79, n.3, p.273-282, 1997.

TOMBOLATO, A.F.C. et al. O cultivo de anturio: producao comercial. Campinas: Instituto Agronomico, 2002. 47p. (Serie Tecnologica APTA, Boletim Tecnico IAC, n.194).

Edson Shigueaki Nomura (I) * Juliana Domingues Lima (II) Domingos Savio Rodrigues (I) Valeria Augusta Garcia (I) Eduardo Jun Fuzitani (I) Silvia Helena Modenese-Gorla da Silva (II)

(I) Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegocios (APTA), Polo Vale do Ribeira, Rod. Regis Bittencourt, BR-116, Km 460, CP 122, Registro, 11900-000, Sao Paulo, SP, Brasil. E-mail: edsonnomura@apta.sp.gov.br. *Autor para correspondencia.

(II) Campus Experimental de Registro, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP), Registro, SP, Brasil.
Tabela 1--Caracteristicas morfologicas de folhas de Anthurium
andraeanum 'Apalai' cultivadas sob diferentes malhas de sombreamento
apos o inicio da producao de hastes comercializaveis: comprimento do
peciolo (CP); comprimento maximo da folha (C) e largura maxima
da folha (L). Pariquera-Acu, SP, 2006.

Malhas            CP (cm)     C (cm)      L (cm)

Preta             28,28 a     19,82 a     15,56 a
Termo-refletora   22,11 b     16,60 b     13,35 b
Vermelha          19,71 b     15,93 bc    12,45 bc
Azul              19,11 b     14,54 c     11,31 c
media geral       22,42       16,73       13,17
CV (%)            16,15       12,57       13,85
DMS               3,09        1,80        1,56

Medias nao seguidas da mesma letra na coluna diferem entre si,
a 5% de probabilidade de erro, pelo teste Tukey.

Tabela 2--Numero medio de hastes florais (NHF) e intervalo de
florescimento (IF) em plantas de Anthurium
andraeanum 'Apalai' cultivadas sob diferentes malhas
de sombreamento apos o inicio da producao de hastes
florais comercializaveis. Pariquera-Acu, SP, 2006.

Malhas             NHF                IF (dias)

Preta              5,94 a             66,31 ab
Termo-refletora    5,86 a             65,21 a
Vermelha           4,46 b             77,85 bc
Azul               4,88 b             75,50 bc
media geral        5,31               71,08
CV (%)             16,79              13,74
DMS                0,23               9,57

Medias nao seguidas da mesma letra na coluna diferem entre si, a
5% de probabilidade de erro pelo teste Tukey.

Tabela 3--Caracteristicas morfologicas de hastes florais
comercializaveis de Anthurium andraeanum 'Apalai' cultivadas
sob diferentes malhas de sombreamento: comprimento da haste
floral (CHF); comprimento da espata (CE); largura da espata (LE);
comprimento da espadice (CESP). Pariquera-Acu, SP, 2006.

Malhas            CHF (cm)    CE (cm)    LE (cm)    CESP (cm)

Preta             41,42 a     9,30 a     11,88 a    7,27 a
Termo-refletora   32,76 b     8,26 b     10,46 b    6,41 b
Vermelha          28,07 b     7,34 bc    9,13 c     5,68 bc
Azul              30,16 b     7,16 c     8,92 c     5,57 c
media geral       33,37       8,04       10,14      6,25
CV (%)            17,45       12,82      13,06      12,81
DMS               5,71        1,01       1,30       0,78

Medias nao seguidas da mesma letra na coluna diferem entre si,
a 5% de probabilidade de erro pelo teste Tukey.
COPYRIGHT 2009 Universidade Federal de Santa Maria
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2009 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Title Annotation:Texto en Portuguese
Author:Nomura, Edson Shigueaki; Lima, Juliana Domingues; Rodrigues, Domingos Savio; Garcia, Valeria Augusta
Publication:Ciencia Rural
Date:Aug 1, 2009
Words:3494
Previous Article:Diferent spray volumes and insecticides in the control of Piezodorus guildinii (Westwood) in soybean crop/Volume de calda e inseticidas no controle...
Next Article:Comparative evaluation of conventional RT-PCR and real-time RT-PCR (RRT-PCR) for detection of avian metapneumovirus subtype A/Comparacao entre as...
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2021 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters