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Estimate methods of the herbage mass on stargrass submitted to grazing intensities/Metodos de avaliacao de massa de forragem em pastagens de capim-estrela submetidas a intensidades de pastejo.

INTRODUCAO

A massa de forragem (MF) e definida como a quantidade de materia seca (MS) presente instantaneamente acima do nivel do solo por unidade de area (HODGSON, 1979; FGTC, 1992), sendo usualmente expressa em kg [ha.sup.-1] de MS. BENKOBI et al. (2000), BRAGA et al. (2009) e PELLEGRINI et al. (2010), entre outros, enfatizaram que o conhecimento de variacoes na MF nas pastagens e essencial para decisoes relacionadas ao manejo do pastejo. A MF pode determinar alteracao na taxa de acumulo de forragem no pasto (BURNS et al., 1989) e na taxa de consumo de forragem dos animais (BURNS & SOLLENBERGER, 2002; DIFANTE et al., 2009). O interesse em se medir a MF em pastagens como pratica em fazendas que produzem bovinos nos dias de hoje aumentou, para se predizer o desempenho dos animais em pastejo e a produtividade de forragem.

O metodo considerado como o mais efetivo para estimativas de MF e o metodo de cortes da forragem, mas, por ser uma tecnica destrutiva, apresenta pouca viabilidade pratica em razao das amostragens serem bastante trabalhosas (FRAME, 1981). Esse metodo, evidentemente, na maioria das situacoes, e inviavel, pois requer excessivo dispendio de tempo, de mao de obra na manipulacao de amostras e deve-se considerar que a forragem removida nao mais podera ser consumida por animais (no caso de experimentos avaliados sob pastejo).

Instrumentos nao destrutivos e mais expeditos, metodos indiretos, tem sido avaliados visando a utilizacao em situacoes de pesquisa e em larga escala em fazendas (JONES & HAYDOCK, 1970; VARTHA & MATCHES, 1977; FRAME, 1981). Dentre os metodos indiretos, estao a altura comprimida do relvado, utilizando-se o disco medidor de forragem (DMF) (disk meter) (CASTLE, 1976), denominado por igual de prato ascendente (risingplate meter), a altura nao comprimida do dossel com o uso da regua (SHAW et al., 1976), o bastao graduado (BG) (sward stick) (BARTHRAM, 1986), a estimativa visual e o medidor de capacitancia (MC) (pasture probe ou sonda eletronica) (VICKERY et al., 1980).

Os metodos indiretos tambem exigem o corte de amostras de forragem, porem em numeros mais reduzido e nao necessariamente realizadas em locais de outras avaliacoes, tornam as amostragens de MF mais funcionais e ageis, viabilizando a utilizacao em pastagens com areas extensas. Os metodos indiretos sao os mais indicados para serem utilizados em pastagens com animais em pastejo, permitem amostragens em parcelas experimentais com areas reduzidas nas quais procedimentos destrutivos poderiam afetar alta proporcao da area e interferir em outras avaliacoes.

Para a calibracao dos metodos indiretos, faz-se uso de cortes visando gerar equacoes de calibracao. Apos a calibracao, as estimativas de MF podem ser usadas para curvas de resposta com equacoes. Por essa razao, e importante que a calibracao possa abranger nos pastos a amplitude de MF (FRAME, 1981; 't MANNEJTE, 2000). No entanto, a maioria das informacoes com os metodos indiretos provem de pesquisas em forrageiras temperadas. A literatura internacional relata estudos com os metodos indiretos em que os resultados foram bastante variaveis, em termos de precisao e em diferentes forrageiras utilizadas sob condicoes de pastejo (GOURLEY & McGOWAN, 1991; Da SILVA & CUNHA, 2003; OGURA et al., 2005).

O capim-estrela e uma das mais importantes gramineas tropicais utilizadas no Sul do Brasil. Essa graminea e tambem muito utilizada no mundo em pastagens situadas em regioes tropicais e subtropicais. Todavia, nas condicoes brasileiras e na literatura internacional, nao se encontram disponiveis trabalhos que avaliaram, em pastagens de capim-estrela utilizadas com bovinos, metodos indiretos de estimativas de MF, este e o primeiro estudo dessa natureza.

O objetivo deste estudo foi comparar os metodos indiretos mais utilizados de estimativas de MF como o BG, o DMF, a regua e o MC em pastos de capim-estrela utilizados sob condicoes de pastejo continuo em distintas alturas do pasto.

MATERIAL E METODOS

Este estudo foi realizado em area da Fazenda Nossa Senhora Aparecida no Noroeste do Parana (latitude 23[degrees]18'S, longitude 51[degrees]51'W e altitude 405,7m), no periodo de 07/11/2007 a 26/04/2008. O clima da regiao e o tropical mesotermico umido, classificado como Cfa de acordo com KOPPEN. As condicoes de clima foram observadas na Estacao de Meteorologia da Universidade Estadual de Maringa, a aproximadamente 19km da area experimental (Tabela 1). A temperatura media maxima e a temperatura media minima foram, respectivamente, de 30,9 e 14,6[degrees]C. A insolacao media variou de 5,8 a 8,1horas [dia.sup.-1] nos meses de janeiro e marco, respectivamente. A precipitacao pluviometrica total foi de 1038,8mm, como medias de concentracoes pluviais na regiao nos meses de novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, marco e abril, respectivamente, 160; 201,5; 191,6; 153,8; 146,7 e 130,2mm. As condicoes de clima foram proximas das normalmente observadas na regiao Noroeste do Parana. O solo da area e classificado como Latossolo Vermelho Distroferrico Argiloso (Embrapa, 1999), profundo, bem drenado e de textura argilosa (acima de 79%). A coleta de solo foi realizada a duas profundidades (Tabela 2). Nao houve necessidade da aplicacao de calcario e de potassio. A adubacao de 90kg [ha.sup.-1] de [P.sub.2][O.sub.5] (superfosfato simples) foi aplicada em mistura com 2,9kg [ha.sup.-1] de boro (acido borico) e zinco (sulfato de zinco) ao solo e em cobertura em 9/11/2007. A adubacao nitrogenada no periodo experimental foi de 250kg [ha.sup.-1] de nitrogenio com nitrato de amonio (33% de N), em tres aplicacoes, duas com 80kg [ha.sup.-1] (25/11/2007, 15/01/2008) e uma de 90kg [ha.sup.-1] (15/02/2008).

A area experimental foi estabelecida com capim-estrela em 2004. As pastagens experimentais eram delimitadas por cercas fixas e com areas aproximadas de 0,9ha, totalizando a area experimental 7,6ha. Os animais utilizados foram novilhas da raca Nelore com massa corporal inicial media de 270kg ([+ or -] 68kg).

O delineamento experimental usado foi o inteiramente ao acaso com quatro tratamentos e duas repeticoes. Os tratamentos consistiram em quatro alturas do pasto: 5, 10, 15, 20cm. O metodo de pastejo utilizado foi o pastejo continuo com taxa de lotacao variavel (MOTT & LUCAS, 1952) e a altura do pasto nos piquetes foi regulada por ajustes da taxa de lotacao. Os instrumentos utilizados para avaliar a MF foram o BG, a regua, o DMF e o MC. A equipe foi formada por um observador e por tres auxiliares que realizaram os cortes da forragem durante todo o periodo experimental. A altura do pasto foi avaliada por 100 leituras semanais em cada unidade experimental, duas vezes por semana, usando-se o BG e basearam-se no procedimento descrito por BARTHRAM (1986).

Os metodos indiretos de medicao de MF foram avaliados em delineamento inteiramente ao acaso com duas repeticoes. No presente trabalho, o MC foi o modelo Grassmaster II pertencente a marca Speedrite. A regua usada (50cm) era de plastico transparente com escala graduada de 1,0cm. O BG tambem foi com essa escala de medicao com altura de 50cm e o DMF usado foi com area de 0,1[m.sup.2]. Em cada piquete, foram realizados cinco cortes de forragem em areas escolhidas consideradas representativas da condicao media do relvado e altura do pasto preestabelecida para o piquete. Cuidados foram tomados em nao contaminar a forragem cortada com solo, com restos de esterco de animais ou com material morto.

Em cada amostra coletada em area demarcada por moldura, foram realizadas, antes do corte da forragem, cinco leituras com o MC, cinco medicoes com a regua, cinco medicoes com o BG e, logo apos, uma medicao com o DMF. Os cortes da forragem foram realizados rente ao solo com tesoura de poda e a area delimitada pela moldura de ferro foi de 0,25[m.sup.2] (50x50cm). A forragem dos cortes foi colocada em saco de papel, mantida em freezer e posteriormente foi seca em estufa de ventilacao forcada de ar por 56 horas a 60[degrees]C. Nas areas demarcadas pela moldura, o MC foi posicionado no relvado e automaticamente foi realizada a leitura da MF no visor do instrumento (em kg de MS [ha.sup.-1]). O BG foi posicionado verticalmente na area demarcada pela moldura com a base de sua haste metalica em contato com o solo e a seguir o marcador movel plastico foi deslizado ate o primeiro contato com a folha mais alta do perfilho, realizando-se entao a leitura da altura do pasto. Esse procedimento baseou-se em HODGSON (1990) e foi usado nos cinco locais na area demarcada pela moldura.

A avaliacao com o DMF foi realizada posicionando-se a haste metalica verticalmente acima da vegetacao da area demarcada pela moldura. A seguir, foi realizada a leitura no contador do DMF e, logo apos, o eixo metalico do DMF foi abaixado em direcao ao solo. No momento em que a base metalica do DMF entrasse em contato com o solo, esta seria puxada a sua condicao inicial, efetuando-se a leitura no aparelho contador do DMF. O valor obtido no aparelho foi calculado subtraindo-se a leitura final do contador inicial.

Os pares de dados de leitura de altura do pasto x MF, leitura de MS do MC x MF, leitura da regua x MF, leitura do DMF x MF foram tabulados e equacoes de regressao foram testadas ate terceira ordem (PROC REG; pacote estatistico SAS, 2002). A equacao de regressao escolhida foi a que apresentou mais alta significancia, mais alto coeficiente de determinacao ([r.sup.2]) e menor coeficiente de variacao (CV).

RESULTADOS E DISCUSSAO

O BG, DMF e a regua apresentaram coeficientes de determinacao considerados baixos (Tabela 3). O MC teve baixa capacidade de avaliacao de MF. Os coeficientes de variacao com o BG, DMF e a regua foram altos. As regressoes lineares apresentaram coeficientes de determinacao significativos (P < 0,05) para as relacoes da MF com o DMF e com a regua. Conforme a equacao de regressao, as medias de MF para o BG, o DMF e regua nas alturas do pasto de 5, 10, 15 e 20cm foram, respectivamente, 2793, 3069, 3728 e 4771kg de MS [ha.sup.-1]; de 2081, 2936, 3791 e 4646kg de MS [ha.sup.-1] e de 1947, 2902, 3866 e 4826kg de MS [ha.sup.-1].

Verifica-se que, conforme a equacao de regressao, o BG nos pastos com altura do pasto de cinco cm os valores de MF foram mais altos em comparacao ao DMF e a regua. Nas alturas do pasto de 15 e 20cm, os valores obtidos por calculo usandose as equacoes de regressao geradas com os metodos do BQ do DMF e com a regua foram proximos. Os baixos valores para a predicao da MF nas pastagens de capimestrela observados com o BG, o DMF e a regua podem estar relacionados principalmente aos efeitos da estacao do ano, das estruturas de plantas, ao habito de pastejo das novilhas e a intensidade de utilizacao pelos animais de determinadas areas (patchs) no pasto. Neste estudo, cabe considerar que nao houve o efeito de observador. Sabe-se que, a medida que ocorre o avanco na estacao de crescimento, aumenta o teor de MS nos perfilhos em razao do alongamento dos entrenos nos colmos lignificados, que causam o aumento no teor de MS e alteracoes na estrutura e no arranjo espacial de folhas. Outros fatores, que nao foram mensurados, podem tambem ter contribuido para a relativa baixa precisao dos metodos BQ DMF e regua, como o relevo do solo e as variabilidades espacial na MF, na massa individual e no numero de perfilhos. Esses fatores, descritos na literatura, sao tipicos e verificados com maior frequencia em situacoes de pastagens mantidas sob pastejo (VALLENTINE, 1990; HIRATA, 2000; OGURA et al., 2005).

No presente estudo, as areas mais proximas dos reservatorios de agua, por volta de 18% das areas dos piquetes, visualmente, apresentavam-se com maior altura do pasto em comparacao a media e, muito provavelmente, com maior MF. Essas areas permaneceram com maior concentracao de animais ao longo do dia, tendo-se em consequencia o efeito residual da maior deposicao de fezes e urinas dos anos e este efeito pode estar tambem relacionado a baixa precisao obtida com o BG, DMF e a regua.

Em pastagens que se encontram com fertilidade alta no solo, com MF apropriadas e usadas por animais em pastejo, normalmente se verifica maior deposicao de nutrientes pela excreta de fezes e urina dos animais ao longo do tempo nas areas proximas de aguadas e que sao mais utilizadas para o ocio e a ruminacao. Entretanto, BRAGA et al. (2009), em pastos de capim-marandu [Brachiaria brizantha (A. Rich.) Stapf cv. 'Marandu'] mencionaram que os modelos gerados de estimativa de MF com o DMF e o BG, com base em mensuracoes de altura do pasto, os valores de intercepto e de coeficiente angular sao especialmente influenciados pelos meses do periodo experimental. Os autores sugerem que modelos especificos gerados para cada mes podem proporcionar melhorias de predicao de massa de forragem, em comparacao ao modelo que abrange o total da estacao.

Diferencas alometricas entre as estruturas de plantas, nas areas utilizadas nas medicoes com o DMF, podem ter reduzido o valor de predicao desse instrumento no presente trabalho. Segundo FEHMI & STEVENS (2009), a correlacao entre a altura do pasto do DMF com a MF e dependente de uma relacao consistente entre a densidade de perfilho, a resistencia a compressao (resiliencia) e a altura das plantas, sendo que diferencas entre esses fatores podem determinar a baixa capacidade de predizer a MF. Com relacao ao MC, atribui-se a alta participacao de colmos, especialmente nos pastos mantidos com as alturas do pasto mais altas e isso pode ter influenciado seus parametros de predicao, determinando sua inadequacao neste trabalho. Segundo GONZALEZ et al. (1990), em pastos com MF superior a 7000kg de MS [ha.sup.-1], verifica-se, frequentemente, o aumento na variabilidade dos valores obtidos em razao da alta proporcao de colmos. JONES et al. (1977) relataram que e alta a probabilidade de insucesso do MC em predizer a MF de pastos de gramineas tropicais utilizados sob pastejo. OGURA et al. (2005) observaram alta predicao da quantidade de MF usando o MC. Entretanto, os autores evidenciaram que, em pastos de [Paspalum notatum Flugge] mantidos com alta MF, a capacidade de avaliacao do MC foi baixa. A utilizacao do MC em pastos de gramineas tropicais que apresentam habito de crescimento estolonifero mantidos com MF superiores a 3700kg de MS [ha.sup.-1] necessita de mais estudos.

DA SILVA & CUNHA (2003) avaliaram o DMF e o BG em cultivares do genero Cynodon ('Tifton-85', 'Coastcross-1' e 'Florakirk') utilizadas sob regime de pastejo continuo com as alturas do pasto de 5, 10, 15 e 20cm e obtiveram, ao longo do periodo experimental, valores de coeficiente de determinacao para o DMF na primavera e verao com as cultivares 'Tifton-85', 'Coastcross-1' e 'Florakirk', respectivamente, de 0,73 e 0,77; 0,49 e 0,86 e de 0,54 e 0,80. Os autores reportaram que os coeficientes de variacao com a regua nas estacoes da primavera e verao com as cultivares 'Tifton-85', 'Coastcross-1' e 'Florakirk' foram, respectivamente, 0,72 e 0,81; 0,40 e 0,85 e de 0,60 e 0,77. Segundo os autores, as diferencas morfologicas e de arquitetura entre as cultivares e alturas do pasto contribuiram para os baixos valores de intercepto e de coeficiente angular da equacao de regressao com o DMF, em comparacao aos obtidos com a regua.

CAUDURO et al. (2006), em pastos de azevem [Lolium multiflorum Lam.] sob pastoreio rotativo e duas intensidades de pastejo, avaliaram o DMF, o BG e o MC e verificaram tambem baixa precisao com os metodos. Em pastos de Festuca arundinaceae Schreb, HARMONEY et al. (1997) observaram valores de coeficiente de determinacao de 0,08 com o BG e 0,85 com o DMF. BRANSBY et al. (1977) e VARTHA & MATCHES (1997) obtiveram valores de coeficiente de determinacao entre 0,09 e 0,94 para o DMF igualmente em pastos de Festuca arundinaceae. BANDINELLI et al. (2003) avaliaram a eficiencia do BG e do DMF em pastagens consorciadas de aveia e azevem e constataram valores de coeficiente de determinacao para o BG de 0,506 e para o DMF de 0,506. BRAGA et al. (2009), avaliando pastagens de capim-marandu, com pastejo rotativo, obtiveram coeficientes de determinacao de 0,82 e 0,91 para o disco e a regua, respectivamente.

OGURA et al. (2005) avaliaram o BG, o DMF e o MC em pastos de Paspalum notatum e de Eremochloa ophiuroides. Nos pastos de Paspalum notatum, nas situacoes de alta MF com alta proporcao de colmos, os metodos apresentaram baixa precisao. Da SILVA & CUNHA (2003) avaliaram o DMF e a regua em pastos das cultivares de Cynodon spp. 'Florakirk', 'Tifton 85' e 'Coastcross-1' e reportaram que a calibracao dos metodos deve ser frequente, para melhor precisao nas equacoes geradas e realizadas por cultivar e por estacao do ano.

Neste estudo, os metodos avaliados mostraram-se mais rapidos, com economia de mao de obra comprovando viabilidade de utilizacoes em pesquisa com pastagens e, evidentemente, devem ser preconizados alertando-se sobre as suas restricoes para o monitoramento da MF em pastagens de capim-estrela usadas por novilhas sob condicoes de pastejo continuo. Os valores com os metodos neste trabalho nao atingiram a precisao preconizada por THOMPSON (1986), que mencionou que valores de coeficiente de determinacao inferior a 0,75 nao sao satisfatorios.

CONCLUSAO

Medicoes de massa de forragem em pastos de capim-estrela mantidos sob pastejo continuo com bovinos e com a amplitude de altura de manejo do pasto entre cinco e 20cm devem ser realizadas preferivelmente com o disco medidor de forragem, ou ainda com o bastao graduado e a regua.

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Domenico Sales Rocha Arruda (I) Marcos Weber do Canto (II) Cloves Cabreira Jobim (II) Paulo Cesar de Faccio Carvalho (III)

(I) Programa de Pos-graduacao em Zootecnia, Universidade Estadual de Maringa (UEM), Campus Universitario, Maringa, PR, Brasil.

(II) departamento de Zootecnia, UEM, Campus Universitario, Av. Colombo, 5790, 87020-900, Maringa, PR, Brasil. Email:ccjobim@uem.br. Autor para correspondencia.

(III) Departamento de Plantas Forrageiras e Agrometeorologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Recebido para publicacao 12.07.10 Aprovado em 10.08.11 Devolvido pelo autor 28.09.11 CR-3815
Tabela 1--Temperatura maxima media, temperatura minima
media, temperatura media do ar, precipitacao pluviometrica
(PP), umidade relativa (UR) do ar e insolacao do periodo
experimental.

                        Temperatura

               Maxima
               media       Minima
Mes/ano     ([degrees]C)    media        Media

1/11/2007       29,9        18,4         25,0
1/12/2007       30,9        20,4         26,3
1/1/2008        29,0        20,4         25,1
1/2/2008        30,0        20,4         25,2
1/3/2008        29,7        19,5         25,1
1/4/2008        27,9        17,9         23,4
1/5/2008        24,3        14,6         20,2

                 PP          U R       Insolacao

               Total                     Media
               Mensal       Media         (h
Mes/ano         (mm)         (%)     [dia.sup.-1])

1/11/2007      171,4        0,64         229,0
1/12/2007      235,0        0,67         225,4
1/1/2008       117,5        0,75         181,3
1/2/2008       134,6        0,75         213,2
1/3/2008       126,6        0,69         250,0
1/4/2008       172,2        0,73         215,4
1/5/2008        81,5        0,68         211,0

Tabela 2--Caracteristicas quimicas no solo da area experimental.

Profundidade        pH            C g
(cm)            Ca[Cl.sub.2]   [dm.sup.-3]

0-5                 5,4           30,2
5-15                5,3           25,1

Profundidade    H+Al   Ca+2   Ca+Mg    K+
(cm)                 [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]

0-5             5,1    6,9    10,2    0,78
5-15            5,2    6,6     9,6    0,73

Profundidade         P               Zn
(cm)            mg [dm.sup.3]   mg [kg.sup.-1]

0-5                 22,4             3,8
5-15                 9,4             3,8

Tabela 3--Coeficiente de correlacao (r), nivel de
probabilidade (Pr), coeficiente de determinacao ([R.sup.2]),
coeficiente de variacao (CV) e equacao de regressao obtida
em pastos de capim/estrela com metodos de avaliacao de massa
de forragem (BG--bastao graduado, DMF--disco medidor de
forragem, MC--Medidor de capacitancia, RG--regua),
expressa em kg de MS/ha.

Metodo   r       Pr      [R.sup.2]

BG       0,54    0,001   0,56
DMF      0,63    0,001   0,64
MC       ns      ns      ns
RG       0,55    0,001   0,56

Metodo   Pr      CV%     Equacao

BG       0,001   66,39   Y = 2902,1- 60,15x + 7,68 [x.sup.2]
DMF      0,001   54,80   Y = 1226,64 + 170,97x
MC       ns      ns
RG       0,001   61,92   Y = 987,02+191,95x

ns = nao significativo
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Author:Arruda, Domenico Sales Rocha; do Canto, Marcos Weber; Jobim, Cloves Cabreira; Carvalho, Paulo Cesar
Publication:Ciencia Rural
Date:Nov 1, 2011
Words:4432
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