Printer Friendly

Effects of swimming training on bone behavior in rats that had received propiltiouracil/Efeitos do treinamento de natacao no comportamento osseo em ratos que receberam propiltiouracil.

INTRODUCAO

O hipotireoidismo e ocasionado pela baixa producao dos hormonios pela tireoide, acarretando varias desordens endocrinas (Ganong, 1989; Rastogi e Stephen, 2010; Pluta, 2010). Com a diminuicao do metabolismo das celulas osseas, causada pela perda de calcio, acarretando a osteopenia, tais sintomas aumentarao, ocasionando a osteoporose. Sendo que em seres humanos, a osteoporose e decorrente do aumento do catabolismo osseo e reducao do processo anabolico do osso (Ribeiro e colaboradores, 2004; Lida e colaboradores, 2010), retardando o crescimento e modificando todo metabolismo osseo.

Ja o exercicio fisico apresenta efeito significativo sobre o osso, minimizando a osteopenia. Com atividades de baixa carga de treino, com carga moderada, o exercicio auxilia no ganho de massa ossea, promovendo tambem alteracoes no metabolismo osseo (Oscarino e Seakides, 2005; Liu, Brumme-Smith e Ilich, 2011).

O tecido osseo se reorganiza de acordo com a mudanca da forca do mecanismo, ou seja, mudando as intensidades do exercicio fisico havera transformacao no osso (Florindo, 2000). Sendo que a pratica de atividade fisica, com uma carga moderada por quatro semanas, trara um aumento significativo na mineralizacao ossea dos membros superiores e inferiores, quando comparado com um grupo controle. Pode-se, assim, incluir atividades e exercicios fisicos de locomocao para produzir um pico de massa ossea (Angin e Erden, 2009).

Mediante a abordagem realizada anteriormente, nao foi encontrado, na literatura, estudos que apontam o exercicio fisico como uma alternativa para minimizar os efeitos deleterios do hipotireoidismo. Deste modo, parte-se do seguinte objetivo: analisar os efeitos de 120 dias de treinamento de natacao no comportamento osseo de ratos em condicao de hipotireoidismo.

MATERIAIS E METODOS

Amostra

Foram utilizados 24 ratos, de especie Ratus Norvegicus, com aproximadamente 45 dias e peso entre 200g a 250g. Mantidos por sete dias no novo ambiente, visando a aclimatacao, com condicoes ambientais controladas e ambiente higienizado. Os animais sao provenientes do Bioterio do Centro Universitario UnirG, seguindo todos os principios eticos, segundo o Colegio Brasileiro de Experimentacao Animal (CBEA), com base na Lei 11.794, regulamentada no inciso VII do [section]1 do artigo 225 da Constituicao Federal.

Os grupos foram divididos aleatoriamente em quatro grupos: Grupo Treinamento Aerobico Hipotireoidismo (n=6), recebeu 1mg/0,5ml/animal propiltiouracil (GTA-HIPO); Grupo Controle Sedentario Hipotireoidismo (n=6), recebeu 1mg/0,5ml/ animal de propiltiouracil (GCS-HIPO); grupo Controle Treinamento Aerobico (n=6), recebeu agua destilada 0,5ml/animal (GTA-AD); Grupo Controle Sedentario (n=6), recebeu agua destilada 0,5ml/animal (GCS-AD).

Os animais tiveram livre acesso a agua e racao, e sendo mantidos em oito caixas (3 animais/caixa) de polipropileno medindo 41 x 34 x 16 cm, forradas com 3 cm de palha de arroz seca. O ambiente, monitorado de forma automatica atraves de fotocelula da marca rele, para que o fotoperiodo seja de 12/12horas, sendo o inicio do periodo claro as 18 horas.

Inducao do hipotireoidismo

A droga e a agua destilada foram administradas, diariamente, por via oral, utilizando-se uma agulha de gavagem, de aco inox BD-12, canula com diametro 1,2 mm, esfera 2,3 mm, raio de 40 mm e comprimento de 54 mm. Na concentracao de 50mg de propiltiouracil, diluido em 25 ml de agua destilada, para obter uma dosagem de 1mg/0,5ml/animal para os grupos com hipotireoidismo e 0,5 ml/animal de agua destilada para os grupos controle sofrerem a mesma manipulacao que os animais dos outros grupos, onde foi ministrado por 120 dias, para ocorrer a inducao do hipotireoidismo (Ribeiro e colaboradores, 2004).

Treinamento de Natacao

Os animais foram submetidos ao treinamento de natacao em uma caixa d'agua de 500 litros, onde foram distribuidos 12 canos com 60 cm de altura e 200 mm de diametro, na qual o volume de agua foi planejado de forma a evitar que a cauda do animal atingisse o fundo do recipiente, para nao diminuir o esforco. Cada rato ficou em um cano no decorrer do treinamento. A agua utilizada foi da torneira e aquecida com tres aquecedores 220v da marca Western e controlada para ficar entre 30[degrees]C e 32[degrees]C, atraves de termometro da marca Flopy.

Apos os sete dias de adaptacao ao novo ambiente, os animais foram mantidos em 5 cm de agua durante 2 horas/dia, pelo periodo de sete dias (Tutkun, Ayyildiz e Agar, 2010), com a finalidade de adaptacao a agua, reduzindo o estresse, sem promover ganhos no condicionamento fisico (Souza e colaboradores, 2009).

Na tabela abaixo esta apresentado o tempo e a sobrecarga do GTA-HIPO e do GTA-AD, durante os 120 dias. A sobrecarga esta expressa em porcentagem, sendo calculada a partir do peso corporal do animal. Esse protocolo de treino foi adaptado do estudo de Pauli e colaboradores (2005), no qual ele treinou seu grupo por apenas oito semanas.

Coleta de Dados

A coleta de dados desta pesquisa foi realizada apos os 120 dias de intervencao. Apos este tempo, os animais foram sacrificados com guilhotina. Posteriormente, foi retirado o femur, a tibia, o radio e o umero direito dos animais que foram dissecados e colocados em formalina 10% (Ribeiro e colaboradores, 2004), durante dez horas, para retirada de todo tecido mole, manualmente, com auxilio de pinca e bisturi. Em seguida, analisado o comprimento, com auxilio de regua milimetrada, e o peso, utilizando a balanca analitica da marca NEVA Jewelry Scale, modelo JNV -10eW, capacidade 20g-10g exatidao 0.002g-0.001 g.

Tratamento Estatistico

Foi utilizada analise descritiva com a media e desvio padrao. Para fazer a comparacao dos resultados entre os grupos, utilizou-se o protocolo "Shapiro-Wilk": um criterio. O p-value inferior a 0,05 sera considerado estatisticamente significante. BioEstat versao 5.0 sera utilizado como pacote estatistico.

RESULTADOS

Podemos observar na Tabela I, que o peso do umero e do femur dos grupos GT AD e GS-AD obteve uma diferenca significativa em relacao aos grupos GT-HIPO e GS-HIPO. Ja no radio e na tibia, a diferenca de peso ocorreu nos grupos GT-AD e GS-AD, em relacao o grupo GT HIPO.

O comprimento dos ossos nao obteve nenhuma diferenca significativa, conforme almejava a pesquisa. A Tabela II aponta os respectivos resultados obtidos.

DISCUSSAO

Antes de comecarmos as discussoes pertinentes sobre os resultados obtidos, e de suma importancia ressaltar que, diante do objetivo do estudo, que foi analisar os efeitos de 120 dias de treinamento de natacao no comportamento osseo de ratos em condicao de hipotireoidismo, nao foi identificado nenhum resultado significativo que corrobore com a literatura existente.

No entanto, Boeloni e colaboradores, (2010) realizou uma pesquisa em 33 ratas com idade de dois meses, tendo, como objetivo, avaliar as diferencas sitio-osseo dependentes, decorrentes do efeito das disfuncoes tireoidianas na porcentagem de tecido osseo trabecular do femur e das vertebras lombares de ratas. Na conclusao do estudo, pode-se observar que o hipotireoidismo apresentou uma diminuicao significativa da porcentagem de tecido osseo trabecular nas vertebras do grupo hipotireoideo, em comparacao com o grupo eutireoideo (controle), devido a baixa ativacao dos osteoblastos. Deste modo, o hipotireoidismo causa um retardo na ossificacao e reducao do crescimento ocorrente da reducao do metabolismo osseo.

Reforcando o efeito do hipotireoidismo no osso, Ribeiro e colaboradores (2004) verificaram o efeito do hipotireoidismo sobre a morfologia das paratireoides e de todo o esqueleto na falta e suficiencia dos esteroides femininos, sendo feita esta analise no comprimento osseo do radio, tibia, umero e femur. Foram utilizadas 32 ratas, subdivididas em grupo controle castrado e nao castrado e em grupo hipotireoideano castrado e nao castrado. Nos resultados, foi identificado maior comprimento nos ossos dos nao hipotireoideos, quando comparados com os grupos hipotireoideos. Comparando os resultados somente dos nao castrados, o umero do grupo controle apresentou 2,74 ([+ or -] 0,10) em relacao ao hipotireoideo, que apresentou 2,50 ([+ or -] 0,08); o femur controle apresentou 3,66 ([+ or -] 0,10) e o hipotireoideo, 3,32 ([+ or -] 0,05); a tibia controle 4,00 ([+ or -] 0,12) e o hipotireoideo, 3,75 ([+ or -] 0,07); e o radio controle 2,62 ([+ or -] 0,11) e o hipotireoideo, 2,44 ([+ or -] 0,09), assim demonstrando que o hipotireoidismo aumentou a reabsorcao ossea.

Em investigacoes com seres humanos, sao encontrados resultados com os mesmos principios. Lida e colaboradores (2010) relatou um paciente que desenvolveu mixedema, devido tanto a origem central e primario, TSH deficiente e tireoidite de Hashimoto. No diagnostico, o paciente apresentou desenvolvimento de osteoporose severa, alem de varias outras doencas. Mostrando que o hipotireoidismo causa um retardo no crescimento e perda acentuada de calcio, modificando todo o metabolismo osseo. Sendo assim, o peso e o comprimento dos ossos dos animais da nossa pesquisa nao corroboraram os resultados descritos nos estudos acima, em que os grupos com hipotireoidismo deveriam apresentar valores menores em relacao aos grupos controle. Os nossos resultados, em comparacao com o estudo de Ribeiro e colaboradores (2004), foram totalmente diferentes. Um dos fatores que explica a diferenca, e o fato de que no estudo de Ribeiro e colaboradores (2004) foram utilizadas femeas castradas e nao castradas, ja no nosso estudo foram utilizados machos, o que pode ser um fator determinante para a diferenca de resultados.

Outro ponto importante refere-se ao exercicio fisico, tema sobre o qual Haach (2006) realizou uma pesquisa, com o objetivo de identificar as mudancas causadas pela aplicacao de ultrassom em ossos osteopenicos em comparacao com as mudancas causadas pelos exercicios fisicos. Para tal, utilizou 35 ratos femeas divididos em cinco grupos. O protocolo foi realizado em 12 semanas; a realizacao do exercicio se deu por tres semanas, com 40 minutos para caminhada e tres semanas de 10 series de exercicios para salto. Concluiu-se que o salto e a caminhada apresentaram respostas satisfatorias na prevencao da massa ossea, ficando evidente que o salto provocou maior espessura trabecular (83,615), em comparacao aos outros grupos, apontando que o tratamento com salto e mais efetivo.

Em uma revisao realizada por Liu, Brummel-Smith e Ilich (2011), o objetivo foi investigar os beneficios potenciais do exercicio aerobico e vibracao de corpo inteiro para a densidade mineral ossea em populacao idosa, e discutir os possiveis mecanismos de acao, utilizando 17 estudos como base para toda a pesquisa. Para dar enfoque ao osso, excluiram-se alguns estudos, deixando somente quatro, que tratavam diretamente do assunto, e assim foi possivel analisar os beneficios que o exercicio aerobico, como a caminhada, proporciona para a massa ossea. Foi possivel concluir que os estudos evidenciaram um aumento ou ate mesmo a manutencao da densidade mineral ossea, reduzindo os riscos de fraturas.

Diante desses estudos, surgiu outra controversia a respeito do estudo ora realizado. Pois, sendo assim, o grupo GT-AD deveria ter obtido peso osseo maior, em comparacao aos grupos com hipotireoidismo. Uma hipotese que se pode levantar e que o estudo foi realizado em um ambiente aquatico sem impacto. Cunha e colaboradores (2007), ao fazerem uma revisao, com o objetivo de verificar os efeitos do treinamento com exercicios resistidos na prevencao da osteoporose, verificaram que o treinamento resistido auxilia no ganho de DMO. A caminhada tambem proporciona esse beneficio, embora esses efeitos tenham sidos minimos. Ja a natacao e apontada como um exercicio que apresenta pouca eficacia, ou nenhuma, para a formacao ossea e, desse modo, pode ter contribuido, de alguma maneira, para nao se chegar aos resultados esperados. Podemos ressaltar outro fator de influencia, que vem a ser a inducao do hipotireoidismo por 120 dias, utilizando o propiltioracil, sendo que em Ribeiro e colaboradores (2004), Gomes e colaboradores (2004) e Douglas e colaboradores (2006) podemos encontrar comprovacao do estado de hipotireoidismo durante 120 dias de inducao.

CONCLUSAO

Apos 120 dias de estudos em condicoes experimentais, concluimos que nao foi encontrada nenhuma diferenca significativa no comportamento osseo de ratos em condicao de hipotireoidismo, submetidos ao treinamento de natacao.

Deste modo, o estudo com a natacao nao foi suficiente para obter os resultados esperados, ficando a sugestao de outros estudos, com a realizacao de analises mais sofisticadas da morfologia ossea.

Agradecimentos

Agradecemos ao Centro Universitario UnirG, pelo apoio na infraestrutura do estudo.

REFERENCIAS

(1-) Angin, E.; Erden, Z. The effect of group exercise on postmenopausal osteoporosis and osteopenia. TRNC, Mehmet Reis Physical Therapy and ehabilitation Center; 1Hacettepe University, Faculty of Health Sciences, Department of Physical Therapy and Rehabilitation, Acta Orthop Traumatol Turc. Vol. 43. Num. 4. 2009. p. 343-350.

(2-) Boeloni, J.N.; Silva, J.F.; Magalhaes, F.C.; Goes, A.M.; Serakides, R. Efeitos sitio-osseo dependentes no femur e vertebra de ratas com disfuncoes tireoidianas. Acta Ortopedica Brasileira. Vol. 18. Num. 5. 2010. p. 291-294.

(3-) Cunha, C.E.W.; Pontes Junior, F.L.; Bacurau, R.F.P.; Navarro, F. Os exercicios resistidos e a osteoporose em idosos. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio. Sao Paulo. Vol. 1. Num. 1. jan/fev. 2007. p. 18-28.

(4-) Douglas, N.; Olmedo, P.; Douglas, C.R.; Monte, O. Influencia do hipotireoidismo induzido por propiltiouracil na mucosa gengival do rato. Revista arq. Bras. Endocrinol Metab. Vol. 50. Num. 5. Outubro 2006.

(5-) Florindo, A.A. Atividade Fisica Habitual e Densidade Mineral Ossea em Homens Adultos e Idosos. Dissertacao de Mestrado Faculdade de Saude Publica da Universidade de Sao Paulo. Janeiro de 2000.

(6-) Ganong, W.F. Fisiologia medica. coordenacao da traducao Walter Stefanuto. 5a edicao. Sao Paulo. Atheneu, 1989.

(7-) Gomes, M.G.; e colabordores. Perfil Hematologico de Ratas Adultas Hipotireoideas Castradas e Nao Castradas. Arq Bras Endocrinol Metab. Vol. 48. Num. 2. 2004.

(8-) Haach, L.C.A. Utilizacao do exercicio fisico versus ultra-som pulsado de baixa intensidade na manutencao de massa ossea. Dissertacao. Escola de Engenharia de Sao Carlos/ Faculdade de Medicina de Ribeirao Preto/ Instituto de Quimica de Sao Carlos. 2006.

(9-) Lida, K.; Hino, Y.; Ohara, T.; Chihara, K. A case of myxedema coma caused by isolated thyrotropin stimulating hormone deficiency and Hashimoto's thyroiditis. Division of Diabetes and Endocrinology, Hyogo Prefectural Kakogawa Medical Center, Kakogawa 6758555, Japan. Endocrine Journal. Vol. 58. Num. 2. 2010. p. 143-148.

(10-) Liu, Pei-Yang.; e colaboradores. Aerobic Exercise and Whole-Body Vibration in Offsetting Bone Loss in Older Adults. SAGEHindawi Access to Research Journal of Aging Research Volume 2011, Article ID 379674, 9 pages doi:10.4061/2011/379674.

(11-) Ocarino, N.M.; Serakides, R. Efeito da atividade fisica no osso normal e na prevencao e tratamento da osteoporose. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG. Vol. 12. Num. 3. Novembro 2005. p. 164-168.

(12-) Pauli, J.R.; Almeida Leme, J.A.C.; Crespilho, D.M.; Mello, M.A.R.; Rogatto, G.P.; Luciano, E. Influencia do treinamento fisico sobre parametros do eixo hipotalamopituitaria-adrenal de ratos administrados com dexametasona. Rev Port Cien Desp. Num. 2. 2005. p. 143-152.

(13-) Pluta, R.M.; Burke, A.E.; Glass, R.M. Subclinical Hypothyroidism. American Thyroid Association, Institute of Diabetes and Digestive and Kidney. American Foundation of Thyroid Patients, Thyroid Foundation of America. Vol. 304. Num. 12. September 2010.

(14-) Rastogi, M.V.; Lafranchi, S.H. Congenital hypothyroidism. Department of Pediatrics, Division of Endocrinology, Oregon Health & Science University, 707 SW Gaines St., Portland, OR. USA, Journal of Rare Diseases 2010.

(15-) Ribeiro, A.F.C.; Serkides, R.; e colaboradores. Efeito da Associacao Hipotireoidismo-Castracao no Osso e nas Paratireoides de Ratas Adultas. Revista Arq. Bras. Endocrinol Metal. Vol.48. Num. 4. 2004. p. 525-534.

(16-) Souza, M.A.; e colaboradores. Swimming training prevents pentylenetetrazol-induced inhibition of Na+, K+-ATPase activity, seizures, and oxidative stress. Epilepsia. Num. 50. 2009. p. 811-823.

(17-) Tutkun, E.; Ayyildiz, M.; Agar, E. Short-duration swimming exercise decreases penicillin-induced epileptiform ECoG activity in rats. Acta Neurobiol Exp. Num. 70. 2010. p. 382-389.

Recebido para publicacao em 10/09/2011 Aceito em 20/11/2011

Geferson Nunes Araujo [1], Lais Tonello [1], Jessica de Carvalho [1], Eduardo Fernandes de Miranda [2]

[1-] Centro Universitario UnirG--Gurupi-TO.

[2-] Centro Universitario UNIRG--Gurupi-TO Laboratorio de Biociencias da Motricidade Humana (LABIMH-) UNIRIO

Endereco para correspondencia:

geferson-08@hotmail.com

lais101288@gmail.com

jessi_caedfisica@hotmail.com

eduardounirg@gmail.com
Tabela 1--Protocolo de treinamento moderado de natacao.

            Segunda   Terca    Quarta   Quinta   Sexta

Semana 1    T: 15'    T:20'    T:30'    T:40'    T:40'
            SC: 0%    SC: 0%   SC: 0%   SC: 0%   SC: 1%
Semana 2    T: 50'    T: 50'   T: 60'   T: 50'   T: 60'
            SC: 1%    SC: 2%   SC: 2%   SC: 2%   SC: 2%
Semana 3    T: 40'    T: 50'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 4    T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 5    T: 60'    T:60'    T:60'    T:60'    T:60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 6    T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 7    T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 8    T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 9    T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 10   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 11   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 12   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 13   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 14   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 15   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%
Semana 16   T: 60'    T: 60'   T: 60'   T: 60'   T: 60'
            SC: 3%    SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%   SC: 3%

T: tempo de treinamento; SC: porcentagem de sobre carga
presa ao torax.

Quadro 1: Peso dos ossos dos perimentais

OSSO    GT-HIPO              GS-HIPO

Umero   0,48 [+ or -] 0,03   0,48 [+ or -] 0,03
Radio   0,11 [+ or -] 0,01   0,10 [+ or -] 0,01
Femur   1,08 [+ or -] 0,04   1,06 [+ or -] 0,06
Tibia   0,69 [+ or -] 0,03   0,66 [+ or -] 0,04

OSSO    GT-AD                  GS-AD

Umero   0,42 [+ or -] 0,03ab   0,40 [+ or -] 0,03ab
Radio   0,09 [+ or -] 0,01a    0,09 [+ or -] 0,01a
Femur   0,95 [+ or -] 0,06ab   0,96 [+ or -] 0,05ab
Tibia   0,61 [+ or -] 0,04a    0,62 [+ or -] 0,05a

Quadro 2: Comprimento dos ossos dos grupos experimentais

OSSO    GT-HIPO              GS-HIPO

Umero   3,07 [+ or -] 0,05   3,10 [+ or -] 0,09
Radio   2,70 [+ or -] 0,06   2,67 [+ or -] 0,08
Femur   4,10 [+ or -] 0,09   4,07 [+ or -] 0,08
Tibia   4,37 [+ or -] 0,12   4,35 [+ or -] 0,14

OSSO    GT-AD                GS-AD

Umero   3,12 [+ or -] 0,04   3,12 [+ or -] 0,04
Radio   2,68 [+ or -] 0,04   2,72 [+ or -] 0,08
Femur   4,10 [+ or -] 0,11   4,10 [+ or -] 0,06
Tibia   4,30 [+ or -] 0,11   4,32 [+ or -] 0,08
COPYRIGHT 2011 Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercicio. IBPEFEX
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2011 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:Araujo, Geferson Nunes; Tonello, Lais; de Carvalho, Jessica; de Miranda, Eduardo Fernandes
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Nov 1, 2011
Words:3209
Previous Article:Proposal for a practical class of running tests under the perspective of problem-based learning/Proposta de uma aula pratica de testes de corrida sob...
Next Article:1RM test on strength training prescription/Teste de 1RM na prescricao do treinamento de forca.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2021 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters |