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Effects of one and three repetitions of tem seconds duration using the static stretching to improvement of flexibility in young adults men/Efeito de uma e tres repeticoes de 10 segundos de insistencia do metodo estatico para o aumento da flexibilidade em homens adultos jovens.

Introducao

Flexibilidade muscular e considerada uma qualidade fisica importante no aprimoramento da aptidao fisica, reabilitacao de lesoes, performance esportiva e na qualidade de vida (KELL et al., 2001).

Para o aprimoramento desta qualidade fisica, varias metodologias sao utilizadas. Dentre elas, se destaca o metodo estatico pela sua facil aplicacao e controle das variaveis (SIGNORI et al., 2008). Este metodo e executado de forma lenta levando a musculatura ate o ponto de desconforto. Apos alcancar este limiar, o individuo permanece na posicao durante um periodo de tempo (KUBO et al., 2002). A flexibilidade sofre influencia do metodo empregado, do numero de series (repeticoes), da duracao de cada estimulo no ponto de desconforto e do momento da avaliacao (VIVEIROS et al., 2004).

A intensidade da tensao muscular exercida em exercicios para aumento da amplitude articular tambem e considerada uma variavel importante, ou seja, ela deve ser intensa o suficiente para desencadear alteracoes que levem a uma deformacao significativa na unidade musculo-tendinea (CHAGAS et al., 2008).

Decoster et al. (2005) fizeram uma revisao de literatura com o objetivo de determinar o metodo mais eficiente para o aumento da flexibilidade, com relacao ao metodo estatico, e encontraram que uma repeticao de 30 ou 60 segundos de permanencia na posicao alongada promovem resultados semelhantes a 15 segundos (BANDY et al., 1997). Em outro estudo, uma repeticao de 30 segundos de insistencia foi tao eficiente quanto tres repeticoes de 60 segundos (BANDY; IRION, 1994). Ja em outra pesquisa, concluiu-se que seis repeticoes de 10 segundos foram igualmente efetivos a duas repeticoes de 30 segundos (CIPRIANI et al., 2003) e, ainda, outra investigacao demonstrou que 15 segundos de permanencia no exercicio repetindo-se tres vezes e mais eficiente que permanecer 5 segundos e repetir nove vezes (ROBERTS; WILSON, 1999).

Taylor et al. (1990) observaram a adaptacao do tecido conjuntivo e muscular nos primeiros estimulos realizados em cada sessao de treinamento do metodo estatico, sugerindo ser em torno de quatro o numero ideal de repeticoes por movimento com duracao de 12 a 18 segundos de permanencia estatica. No entanto, Roberts e Wilson (1999) constataram que repeticoes maiores nao necessariamente sao mais eficientes.

Desta forma, ainda nao ha consenso no que se refere a configuracao dos componentes do volume de treinamento da flexibilidade que possibilite maiores ganhos de amplitude de movimento (CHAGAS et al., 2008). Os resultados sao controversos em relacao a duracao do estimulo (BANDY et al., 1997; YOUDAS et al., 2003) e o numero de repeticoes (BANDY et al., 1997, 1998; ROBERTS; WILSON 1999).

Sendo assim, objetivo do presente estudo foi avaliar o metodo estatico com uma e tres repeticoes de 10 segundos de permanencia no desenvolvimento da flexibilidade em homens adultos jovens.

Material e Metodos

Amostra

Foram convidados a participar da pesquisa todos os 117 funcionarios do genero masculino, da empresa Exportadora de Cafe S.A. em Guaxupe, Estado de Minas Gerais, que desempenhavam as funcoes de ensacadores e transportadores de cafe. Estes foram divididos randomicamente por sorteio em: grupo experimental que utilizou o metodo estatico com uma repeticao (G1), grupo experimental com metodo estatico com tres repeticoes (G3) e o grupo controle (GC).

O estudo adotou como fatores de inclusao: pertencer a faixa etaria de 18 a 30 anos, ser funcionario da empresa Exportadora de Cafe e trabalharem no setor de ensacamento e transporte de cafe e os que declararam nao praticar atividade fisica regularmente. Os fatores de exclusao foram: apresentar quantidade de faltas superior ou a igual a 15% das sessoes de treinamento; funcionarios desligados da empresa durante o estudo; os que apresentaram qualquer patologia visualmente percebivel, declarada ou detectada no exame medico inicial.

A mortalidade da amostra foi de 26 funcionarios (22,3% do total da amostra) Desta forma, a amostra ficou constituida de 91 sujeitos conforme consta na Tabela 1.

Todos os participantes do estudo assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme as Normas para a Realizacao de Pesquisa em Seres Humanos, Resolucao 196/96 (BRASIL, 1996). O estudo teve seu projeto de pesquisa submetido e aprovado pelo Comite de Etica em Pesquisa da Universidade Castelo Branco (protocolo no. 0022/2007).

Procedimentos

Para o desenvolvimento do estudo, dois avaliadores que participaram da coleta de dados, realizaram testes para se verificar o erro interavaliadores, em que apresentaram o coeficiente de correlacao (r) 0,93 e 0,91, para os movimentos de AO e FQ, respectivamente.

O estudo se desenvolveu em tres fases, a seguir:

1a fase: treinamento dos auxiliares (professores de Educacao Fisica que aplicaram o treinamento) por meio de explanacao oral que durou cerca de 15 min. Foram expostos aos professores de cada grupo os exercicios a serem realizados no tratamento experimental, e suas respectivas metodologias. Tambem foi explicado que os movimentos deveriam ser realizados ate o ponto de desconforto e mantido por 10 segundos. Os professores deveriam instruir os funcionarios que este desconforto nao significava dor extrema. Para controlar esta sensacao foi utilizada a escala perflex (DANTAS et al., 2008)

2a fase: avaliacao antropometrica com o objetivo de verificar a homogeneidade da amostra e goniometrica visando verificar a flexibilidade dos individuos envolvidos no estudo aferiu-se: massa corporal, por meio de uma balanca digital com resolucao de 100 g (Filizola[R], modelo PL150 Personal line, Brasil) e a estatura, por meio de um estadiometro fixo de parede (Sanny[R], Brasil) tambem foi calculado o Indicie de Massa Corporal (IMC) (p x h / [h.sup.2]). A amplitude de movimento articular foi aferida utilizando um goniometro de metal de 180[degrees] (Cardiomed[R], Brasil) e o protocolo do Laboratorio de Biometria e Fisiologia do Esforco (LABIFIE) de goniometria (DANTAS et al., 1997) nos seguintes movimentos: abducao da articulacao do ombro (AO) e flexao do quadril (FQ) pre e posteste foram realizados pela manha. Os mesmos procedimentos foram realizados apos o periodo de intervencao.

Goniometria da flexao de quadril (FQ), posicao inicial: o sujeito avaliado devera estar em decubito dorsal, com as pernas estendidas. Tecnica: o goniometro devera ser colocado com o seu eixo central sobre o ponto trocanterico, uma das hastes fixada na parte lateral do tronco, sobre o prolongamento da linha axilar, e a outra, na face externa da coxa, em sua linha mediana, em seguida, realizar-se a flexao da articulacao do quadril e faz-se a leitura do goniometro.

Goniometria de abducao de ombro (AO), posicao inicial: o sujeito avaliado estava em pe ou sentado, o braco direito ao longo do tronco, o cotovelo estendido. Tecnica: o goniometro e colocado tendo o seu eixo central alinhado com o ponto acromial na face posterior do braco; uma das hastes e fixada na parte posterior do braco sobre uma linha tracada do ponto acromial ate o processo olecraniano; a outra, nas costas do avaliado, no sentido transversal, sobre a linha tracada entre os pontos acromiais. Depois e realizado o movimento de abducao de ombro e em seguida faz-se a leitura do goniometro.

3a fase: tratamento experimental: os exercicios eram realizados antes da jornada de trabalho (pela manha) e consistia de 10 min. de atividades para o G1 e de 15 min. para o G2 no total. Primeiramente, era feito aquecimento que compreendia 3 min. de caminhada leve ao redor do patio (sem ficar ofegante); a escala de Borg foi utilizada para controlar o esforco (BORG, 1982) e logo apos foram realizados exercicios de alongamento de pescoco (inclinacao lateral de pescoco), punho (flexao e extensao de punhos com os bracos ao longo do tronco), rotacao de coluna, abducao de ombro e flexao de quadril (o metodo estatico foi aplicado em todos os movimentos) e finalizava com exercicios respiratorios (inspirar o maximo que conseguir e inspirar em 5 segundos). O treinamento durou 16 semanas em dias alternados (3x/sem). Os movimentos analisados foram: abducao de ombro (Figura 1) e flexao de quadril (Figura 2) e os exercicios foram os mesmos, apenas os procedimentos variaram conforme o grupo.

[FIGURE 1 OMITTED]

[FIGURE 2 OMITTED]

1 grupo (G1): uma repeticao de exercicios do metodo estatico com 10 segundos de permanencia.

2 grupo (G3): tres repeticoes de exercicios do metodo estatico com 10 segundos de permanencia, tendo 10 segundos de intervalo entre as repeticoes.

3 grupo (GC): nao participou do treinamento e se comprometeu em nao realizar exercicios fisicos sistematizados durante o periodo do experimento. Diariamente era verificado o cumprimento deste compromisso.

Tratamento estatistico

Os dados foram tratados pelo programa SPSS 14.0 e apresentados como media e desvio-padrao. A normalidade e a homogeneidade dos dados foram verificadas pelos testes de Shapiro-Wilk e de Levene, respectivamente. O teste t-Student pareado foi utilizado para as comparacoes intragrupos. Utilizouse a analise de variancia (ANOVA de medidas repetidas), seguida do post hoc de Scheffe, para as comparacoes intergrupos. A Anova one-way foi utilizada para confirmar as diferencas intergrupos, por meio do modelo matematico do indice de razao: [lambda] = [[lambda].sub.2] / [[lambda].sub.1] (Raz = pos-teste/pre-teste). Adotou-se o valor de p < 0,05 para significancia estatistica.

Resultados

Na Figura 3 sao apresentados os resultados de pre e pos-teste da amplitude articular da AO. O G1([DELTA]% = 5,39; p = 0,033) e G3 ([DELTA]% = 7,36; p = 0,030) obtiveram aumento significativo na amplitude do movimento articular AO. O mesmo nao ocorreu no GC.

[FIGURE 3 OMITTED]

Na Figura 4 sao apresentados os resultados de pre e pos-teste da amplitude articular da FQ. O G1 ([DELTA]% = 4,14%; p = 0,035) e G3 ([DELTA]% = 6,17%; p = 0,031) obtiveram aumento significativo. O GC nao apresentou aumento significativo.

[FIGURE 4 OMITTED]

A Figura 5 apresenta a comparacao dos indices de razao entre grupos. Observa-se que o G1 e o G3 apresentaram indices de razao maiores que um. Isto significa que os resultados alcancados no pos-teste foram superiores aos achados no pre-teste. O mesmo nao ocorreu no GC. Desta forma, nota-se que os aumentos de amplitude foram significativamente (p < 0,05) maiores no G3 quando comparados ao G1 e ao GC no movimento de AO. No FQ, os aumentos foram significativos (p < 0,05) para o G3 quando comparados ao G1 e GC e tambem para o G1 em relacao ao GC.

[FIGURE 5 OMITTED]

Discussao

Os resultados do presente estudo sugerem que G3 obteve maiores aumentos quando comparados ao G1 e ao GC em ambos os movimentos.

Estes achados aproximam-se bastante do estudo de Chagas et al. (2008) que observaram aumentos significativos de flexibilidade utilizando o metodo estatico executando quatro repeticoes de 15 segundos. Algumas pesquisas, assim como a atual, tambem atribuiu ao maior numero de repeticoes maior efeito na flexibilidade, como a de Knight et al. (2001), que utilizaram quatro repeticoes de 20 segundos com 10 segundos de intervalo do metodo estatico, e observaram que quanto mais as semanas passavam a flexibilidade aumentava. Ja Winters et al. (2004) verificaram que dez repeticoes de 30 segundos de permanencia com 8 segundos de intervalo entre elas no metodo estatico durante seis semanas obtiveram bons e representativos resultados.

Bonvicine et al. (2005) compararam uma repeticao de 60 segundos na flexao coxofemoral do membro inferior direito e duas repeticoes de 20 segundos, tendo 10 segundos de intervalo entre elas na flexao coxofemoral do membro inferior esquerdo. Trinta mulheres participaram do estudo, 15 pertenceram ao grupo de estudo e 15 fizeram parte do grupo controle. A conclusao foi que uma repeticao de 60 segundos obteve aumentos de flexibilidade mais significativos do que duas repeticoes de 20 segundos. Uma repeticao foi mais eficiente que duas repeticoes, contrapondo-se aos resultados do atual estudo, embora os tempos absolutos fossem diferentes.

Embora a presente investigacao tenha concluido que tres repeticoes do metodo estatico seja mais eficiente para o aumento da flexibilidade, Viveiros et al. (2004) concluiram em seu estudo sobre respostas agudas imediatas e tardias da flexibilidade na extensao do ombro em relacao ao numero de repeticoes e duracao do estimulo, que a duracao do estimulo pode proporcionar maior flexibilidade inicial, independentemente do numero de series no metodo estatico.

Em contrapartida, Roberts e Wilson (1999) compararam nove repeticoes de 5 segundos de permanencia do metodo estatico e tres repeticoes de 15 segundos, durante cinco semanas. Os resultados indicaram que ambos os grupos obtiveram aumento significativo de flexibilidade quando comparado ao grupo controle, porem o grupo que realizou tres repeticoes de 15 segundos foi mais eficiente do que o grupo de nove repeticoes de 5 segundos, corroborando ao presente achado em que o grupo de tres repeticoes de 10 segundos se apresentou mais eficiente do que o de uma repeticao de 10 segundos em ambos os exercicios. Porem, tal conclusao contraria as afirmacoes citadas anteriormente, de que repeticoes mais elevadas proporcionam melhores resultados.

O presente estudo tambem verificou a eficiencia de uma repeticao de 10 segundos de permanencia do metodo estatico, corroborando o estudo de Voigt et al. (2007) que tambem obtiveram resultados semelhantes a presente pesquisa. Apos 16 semanas de treinamento do metodo estatico para o aumento da flexibilidade, aplicado em 58 homens adultos jovens, divididos em dois grupos: um grupo controle e um do grupo experimental, que repetiram uma unica vez de 10 segundos, foram observados que o metodo proposto foi suficiente para produzir aumento significativo de amplitude articular na extensao horizontal de ombros, abducao de ombro e flexao de quadril.

Conceicao et al. (2008) apontam que nao se faz necessario permanecer (insistir) no exercicio mais que 10 segundos e concordam com o tempo de permanencia do metodo estatico aplicado no atual estudo, porem nao se pronunciaram com relacao a quantidade de repeticoes.

Conclusao

O presente estudo mostrou que o metodo estatico com aplicacao de tres repeticoes de 10 segundos de permanencia estatica, com 10 segundos de intervalo, foi mais eficiente do que a aplicacao de uma repeticao de 10 segundos de permanencia estatica para provocar aumentos significativos de amplitude articular dos movimentos de AO e FQ em homens adultos jovens. Isto permite novas perspectivas de estudos que investiguem tempos de permanencia e repeticoes diferentes, assim como comparacoes com outros metodos de desenvolvimento da flexibilidade.

DOI: 10.4025/actascihealthsci.v33i1.7896

Referencias

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Received on August 6, 2009.

Accepted on April 23, 2010.

Luciane Voigt (1) *, Rodrigo Gomes de Souza Vale (1), Jefferson da Silva Novaes (2), Januario Lima (3) e Estelio Henrique Martin Dantas (1)

(1) Laboratorio de Biociencias da Motricidade Humana, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rua Xavier Sigaud, 290, Praia Vermelha, 22290-180, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. (2) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. (3) Universidade Souza Marques, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. * Autor para correspondencia. E-mail: luvoigt@oi.com.br
Tabela 1. Descricao das caracteristicas dos grupos G1, G3 e GC.

Grupos   Variaveis   Media    DP     Valor-p (SW)

G1         Idade     23,88   3,66       0,341
n = 38     Peso      69,33   10,87      0,523
         Estatura    1,75    0,07       0,301
            IMC      22,58   3,31       0,250

G3         Idade     22,56   3,14       0,330
n = 37     Peso      69,43   13,75      0,378
         Estatura    1,74    0,07       0,432
            IMC      22,88   3,96       0,336

GC         Idade     23,50   3,65       0,476
n = 16     Peso      70,67   12,43      0,348
         Estatura    1,75    0,08       0,365
            IMC      22,96   3,09       0,432

DP = desvio-padrao; IMC = Indice de Massa Corporea; Peso: kg;
Estatura: m.
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Author:Voigt, Luciane; Vale, Rodrigo Gomes de Souza; Novaes, Jefferson da Silva; Lima, Januario; Dantas, Es
Publication:Acta Scientiarum. Health Sciences (UEM)
Date:Jan 1, 2011
Words:3341
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