Printer Friendly

Effect of sinigrin applied on brassics leaves on biological aspects of Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae)/Efeito de sinigrina aplicada em folhas de brassicas sobre caracteristicas biologicos de Plutella xylostella (l.) (Lepidoptera: Plutellidae).

Introducao

Plutella xylostella (L., 1758) (Lepidoptera: Plutellidae), conhecida como traca-das-cruciferas, destaca-se como praga de maior importancia para a cultura das brassicas, pelas perdas nos campos de producao no Brasil e em outras regioes do mundo (CASTELO BRANCO; FRANCA, 2001), alem disso, tem sido descrita com distribuicao cosmopolita, alimentacao voraz e hospedeira de muitas plantas comerciais (RENWICK et al., 2006).

Devido a alta pressao de selecao, impulsionada pelo uso indiscriminado de inseticidas, P. xylostella tem desenvolvido altos niveis de resistencia a esses produtos quimicos, tornando dificil o controle (CASTELO BRANCO; MELO, 2002; MOTA-SANCHEZ et al., 2002; SARFRAZ; KEDDIE, 2005). Assim, o desenvolvimento de metodos alternativos de controle torna-se essencial ao controle bem sucedido (CHARLESTON et al., 2005).

A resistencia de plantas hospedeiras a alimentacao dos insetos e um fator importante pelo qual a planta pode limitar os danos causados por eles, tornando-se um importante componente no manejo de pragas (HAMILTON et al., 2005; SARFRAZ et al., 2006).

Os cultivares resistentes tem assumido papel relevante no manejo da traca-das-cruciferas como alternativa ao uso de inseticidas e tem sido avaliada com base na cerosidade da superficie foliar, determinada pelo teor de alcano, e pelo teor de sinigrina em folhas (ULMER et al., 2002).

A sinigrina (2-propenylglucosinolate) e um metabolito secundario de plantas, do grupo dos glucosinolatos, e ocorre naturalmente em plantas de brassicas, estando envolvida diretamente nas interacoes inseto-planta (SHELTON; NAULT, 2004). Essa substancia pode influenciar negativamente insetos polifagos como o pulgao Myzus persicae (Sulzer, 1776) (Hemiptera: Aphididae), mesmo em baixos niveis, e a lagarta Mamestra configurata (Walker, 1856) (Lepidoptera: Noctuidae). Por outro lado, pode nao afetar algumas especies de insetos com alto grau de especificidade de brassicas, como o pulgao Brevicoryne brassicae (Linnaeus, 1758) (Hemiptera: Aphididae) e a lagarta P. xylostella (BODNARYK, 1997; THULER et al., 2007).

Substancias secundarias participam tambem como estimulantes da alimentacao e na selecao da planta hospedeira pelo inseto (SARFRAZ et al., 2006; HOPKINS et al., 2009). Porem, seu efeito no organismo dos insetos ainda e desconhecido, com necessidade de estudos desses compostos sobre a biologia de pragas, como a traca-dascruciferas.

A resistencia de cultivares e hibridos de repolho e couve a traca-das-cruciferas e demonstrada em estudos no Brasil. No entanto, estes sao baseados principalmente em dados biologicos de desenvolvimento da praga (BARROS; VENDRAMIM, 1999) e nao em caracteristicas da planta hospedeira.

O indice potencial reprodutivo corrigido (PRC), utilizado para demonstrar a influencia dos genotipos de brassicas na biologia de P. xylostella, classificou as cultivares em grupos distintos, quanto ao grau de resistencia (THULER et al., 2007). Esse indice e um parametro preciso para avaliar a influencia de genotipos de brassicas na biologia da traca-das-cruciferas.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influencia da ingestao de sinigrina aplicada em folhas de couve e brocolis nos aspectos biologicos de P. xylostella.

Material e metodos

O experimento foi conduzido no Laboratorio de Biologia e Criacao de Insetos (LBCI), da Faculdade de Ciencias Agrarias e Veterinarias da Universidade Estadual Paulista (FCAV-Unesp), em Jaboticabal, em sala climatizada a 25 [+ or -] 1[degrees]C, umidade relativa de 70 [+ or -] 10% e fotofase de 12h.

Lagartas de segundo instar de P. xylostella foram utilizadas na primeira fase do experimento, oriundas da criacao-estoque do laboratorio. Lagartas de primeiro instar nao foram utilizadas pelo habito minador desse estadio, o que impede a ingestao da sinigrina aplicada na superficie das folhas. Folhas de duas variedades de brassicas foram utilizadas, a primeira de couve-manteiga (Brassica oleracea var. acephala DC, 1821) Da Georgia (Top Seed-Agristar), na qual nao foi encontrada sinigrina em estudos anteriores (THULER et al., 2007), e brocolis (Brassica oleracea var. Italica Plenck, 1794) Ramoso Piracicaba Precoce (Sementes Feltrin), que nao apresenta sinigrina naturalmente nas folhas (RANGKADILOK et al., 2002).

Discos de folhas de 2,2 cm de diametro das duas cultivares foram utilizados, com sinigrina (Sigma) aplicada na superficie foliar nas concentracoes 0,2; 0,4; 0,8; 1,6 e 3,2 mg [mL.sup.-1] em solucao 5% de Tween 20 [R], e uma testemunha apenas com solucao 5% de Tween 20 [R], conforme sugerido e modificado de Lee et al. (2006).

Vinte repeticoes foram utilizadas para cada concentracao (tratamento), que constava de uma placa de Petri (6 cm de diametro) contendo um disco de folha da cultivar, em que foi aplicado sinigrina nas referidas concentracoes, com um pincel, ate o molhamento completo da superficie foliar (5 |aL face do disco-1). O disco foi colocado sobre papel filtro levemente umedecido com agua destilada. Sobre os discos foliares foram colocadas seis lagartas de segundo instar de P. xylostella. As placas foram vedadas com filme plastico para manter a umidade e evitar a fuga dos insetos.

Os discos de folhas com sinigrina foram mantidos nas placas por tres dias, periodo necessario para as larvas alimentarem-se de todo o disco foliar e certificar que ingeriram somente a concentracao de sinigrina aplicada. Novos discos de folha (9 cm de diametro) foram oferecidos sem aplicacao desta substancia. As lagartas foram mantidas na placa ate a pupacao, para avaliar a viabilidade e a duracao do periodo larval diariamente.

Os insetos foram pesados e transferidos para placas plasticas com orificio, tipo ELISA[R], e foram observados ate a emergencia dos adultos durante a fase de pupa, para avaliar a duracao e a viabilidade pupal, peso de pupas com 24I1 de formadas e razao sexual dos adultos que emergiram.

Os adultos emergidos nos tratamentos foram utilizados na segunda fase do experimento; foram sexados e transferidos para gaiolas de posturas, compostas por um cilindro plastico com 12 cm de diametro e 15 cm de altura, uma esponja umedecida com solucao 10% de mel e um disco de folha da cultivar (9 cm de diametro) como substrato para postura, apoiado em papel filtro levemente umedecido. Quatro repeticoes foram utilizadas por tratamento, com dois casais por gaiola. A fecundidade de femeas (numero de ovos por femea), durante tres dias (periodo de posturas viaveis), e a longevidade dos adultos foram observadas nesta fase.

Cem ovos foram coletados por dia de cada tratamento e colocados em placas de Petri (15 cm de diametro) com papel filtro levemente umedecido com agua destilada, sendo observados ate a eclosao das larvas na terceira fase do experimento. A viabilidade e o periodo de incubacao dos ovos foram determinados.

O indice Potencial Reprodutivo Corrigido (PRC) foi calculado para verificar a possivel influencia dos tratamentos no desenvolvimento e aumento da populacao, em que PRC = [(rs x A).sup.n], sendo rs a razao sexual = no femeas / no adultos; A e o numero de adultos aptos a reproducao, determinado para cada tratamento, em funcao do numero medio de ovos por femea (durante tres dias), corrigido pelas viabilidades das fases de ovo, larva e pupa; n e o numero de geracoes do inseto em 30 dias, obtido pelo quociente: 30 (dias do mes)/duracao total da fase imatura do inseto (dias de duracao de ovo+larva+pupa). Os indices PRC dos tratamentos com couve e brocolis foram comparados pelo teste de Tukey, em nivel de 5% de probabilidade.

Foi realizada a analise de agrupamento e a analise de componentes principais, para classificar os tratamentos com maxima similaridade dentro dos grupos e maxima dissimilaridade entre os grupos, com uso do programa Statistica versao 7.0. Para tanto, foram ajustados 11 caracteres (periodo larval, viabilidade larval, periodo pupal, viabilidade pupal, peso pupal, razao sexual, longevidade de adultos, fecundidade, periodo de incubacao, viabilidade dos ovos e potencial reprodutivo corrigido (PRC)).

Resultados e discussao

A concentracao mais baixa de sinigrina em couve (0,2 mg [mL.sup.-1]) produziu o maior potencial reprodutivo (1676,16), comparado a testemunha (1019,13) e as demais doses, que tiveram menores indices de PRC nas concentracoes maiores de sinigrina (Tabela 1). Glucosinolatos, como a sinigrina, parecem servir como mecanismo de defesa contra herbivoros generalistas e patogenos, ou como estimulantes na alimentacao e oviposicao de herbivoros especialistas, como a P. xylostella, fator que pode justificar as diferencas encontradas neste trabalho, pois mesmo estimulando a alimentacao e oviposicao, nao significa que o maior consumo de sinigrina possa ser favoravel ao desenvolvimento do inseto (THORSTEINSON, 1958). Esses resultados tambem corroboram com estudos anteriores de Renwick (2002), Charleston et al., (2005) que propuseram os glucosinolatos fontes de alimentacao primaria e estimulante de oviposicao entre insetos especialistas de brassicas.

Esse fato nao foi observado nos tratamentos com brocolis, indicando que a sinigrina aplicada nas folhas nao influenciou significativamente o potencial reprodutivo corrigido (Tabela 1). Esses resultados contrariam as conclusoes de Thorsteinson (1958): em um trabalho com alimentacao de P. xylostella em diferentes dietas, com e sem adicao de sinigrina, essa substancia foi fonte de atratividade e estimulo alimentar para este inseto. Isso pode tambem estar relacionado a quantidade natural de sinigrina presente em brocolis e outros metabolitos nas folhas das variedades.

Pela Figura 1a e possivel verificar que a analise do PRC dos tratamentos com couve apresentou tendencia de separacao entre a dose 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina e as demais, indicando maior potencial de reproducao com sinigrina aplicada em baixas concentracoes. Alem disso, os tratamentos com as maiores concentracoes de sinigrina apresentaram indices PRCs menores que a testemunha, sendo maior apenas 0,2 mg [mL.sup.-1].

Nas doses com brocolis, a concentracao 1,6 mg [mL.sup.-1] e, em seguida, a 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina distanciaram-se das demais, apresentando os menores valores para PRC (Figura 1b); esses dados, porem, nao foram diferentes significativamente pelo teste de Tukey a 5% de significancia (Tabela 1). Resultados semelhantes foram encontrados por Bodnaryk (1997), em que P. xylostella e Phyllotreta cruciferae (Goeze) (Coleoptera: Chrysomelidae) em cultivares de B. juncea com diferentes niveis de sinigrina e Sinapis alba (L.) (Cruciferae) com variados teores de sinalbina, tambem um glucosinolato, nao apresentaram diferencas, indicando que tanto a composicao quanto os niveis dessas substancias secundarias podem interferir na oviposicao, mas nao tem efeito na alimentacao de ambos os insetos.

[FIGURE 1 OMITTED]

Cultivares comerciais de Brassicas contendo diferentes niveis de sinigrina ocasionaram efeito adverso em lagartas de P. xylostella, em funcao do teor dessa substancia e da alimentacao (OLSSON; JONASSON, 1994). Entretanto, outros estudos afirmam que a sinigrina agiria estimulando a alimentacao e oviposicao de P. xylostella, por se tratar de um inseto especialista de brassicas (THORSTEINSON, 1958; SPENCER et al., 1999).

As respostas observadas para os parametros em brocolis parecem estar relacionadas com a aplicacao do metabolito secundario (sinigrina) nas folhas, pela influencia direta e negativa na biologia de P. xylostella, diminuindo o periodo larval e a sua viabilidade, como sugerido por Eigenbrode et al. (1990) e observado em algumas doses, como em 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina.

A dose 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina de ambas as variedades apresentaram os maiores contrastes e nao formaram nenhum grupo por meio da estatistica multivariada pelo metodo de cluster (Single Linkage) (Figura 2). As demais doses com concentracoes mais altas nao seguiram tendencia crescente, mas ficaram proximas as testemunhas. Esse dado pode ser observado tambem na analise dos componentes principais, em que e possivel verificar os maiores contraste dos tratamentos 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina em ambas as especies (Figura 3). A dose 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina em couve apresentou as maiores correlacoes com as caracteristicas viabilidade de ovo (-0,91) e PRC (-0,71); 0,2 e 1,6 mg [mL.sup.-1] de sinigrina em brocolis estao correlacionados com a longevidade (0,75); o eixo componente principal 1 (CP1) retem mais informacao, ou seja, e responsavel por 25,85% da variabilidade contida nas variaveis originais.

[FIGURE 2 OMITTED]

Para o eixo do componente principal 2 (CP2), 0,2 mg [mL.sup.-1] de sinigrina em brocolis apresentou maiores correlacoes com o peso pupal (-0,70) e com o periodo e incubacao (-0,73). Este eixo e responsavel por 20,25% da variabilidade contida nas variaveis originais e, junto com o CP1, retem mais de 46% das informacoes originais (Figura 3); mesmo baixos, refletem caracteristicas importantes dessa interacao, como o isolamento das menores concentracoes de sinigrina (Figura 2) e o distanciamento com os demais tratamentos, especialmente separando os tratamentos com couve e brocolis (Figura 3).

As caracteristicas apresentadas com as maiores correlacoes foram as que mais influenciaram para que os tratamentos 0,2C; 1,6B e 0,2B se distinguissem dos demais (Figura 3).

[FIGURE 3 OMITTED]

O PRC foi determinante apenas para os tratamentos com couve, indicando boa capacidade reprodutiva com a menor concentracao de sinigrina. Com a analise exploratoria dos dados (multivariada), a analise de agrupamentos e os componentes principais, ficou evidenciado que a menor concentracao de sinigrina, em ambas as cultivares, beneficiou o desenvolvimento de P. xylostella.

As diferencas entre as cultivares testadas podem estar relacionadas com a quantidade de sinigrina presente naturalmente nas folhas de cada especie, por isso nao podem ser comparadas. Hamilton et al. (2005) nao encontraram diferencas significativas na oviposicao de P. xylostella em quatro cultivares de brocolis e couve-flor testados. Segundo Thuler et al., (2007), nao foi encontrada sinigrina em varias especies de brassicas testadas, incluindo a couvemanteiga da Georgia avaliada neste trabalho. Rangkadilok et al. (2002) encontraram muita variabilidade na concentracao de sinigrina entre as especies de brassicas testadas (B. oleraceae-repolho, couve-flor, brocolis, brocolis chines, Kalibrini e couve-de-bruxelas, B. nigra, B. juncea - mostarda, B. rapa e B. napus) e baixa concentracao de sinigrina foi obtida no brocolis (0,02-0,04 umol [g.sup.-1]), comparada a altas concentracoes encontradas em variedades de repolho e couve-flor (23,79 e 23,69 [micro]mol [g.sup.-1], respectivamente). A ausencia desta substancia em couve, comparada a concentracao presente naturalmente em brocolis, pode ter sido fundamental para as diferencas nos resultados obtidos nas variaveis testadas.

Conclusao

Baixa concentracao de sinigrina, em couve e brocolis, nao prejudica o desenvolvimento de P. xylostella, porem altas concentracoes afetam a viabilidade. Agradecimentos

A Capes, CNPq e Fapesp, pela concessao de bolsas, respectivamente, ao primeiro e quarto autores, ao segundo e quinto autores e ao terceiro autor.

DOI:10.4025/actasciagron.v32i1.753

Received on August 5, 2007.

Accepted on January 24, 2008.

Referencias

BARROS, R.; VENDRAMIM, J. D. Efeito de cultivares de repolho, utilizadas para criacao de Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae), no desenvolvimento de Trichogramma pretiosum Riley (Hymenoptera: Trichogrammatidae). Anais da Sociedade Entomologica do Brasil, v. 28, n. 3, p. 469-476, 1999.

BODNARYK, R. P. Will low-glucosinalate cultivar of the mustards Brassica juncea and Sinapis alba be vulnerable to insect pests? Canadian Journal of Plant Science, v. 77, n. 2, p. 283-287, 1997.

CASTELO BRANCO, M.; FRANCA, F. H. Traca-dascruciferas, Plutella xylostella (Lepidoptera: Yponomeutidae). In: VILELA, E. F.; ZUCCHI, R. A.; CANTOR, F. (Ed.). Historico e impacto das pragas introduzidas no Brasil. Ribeirao Preto: Holos, 2001. Cap. 12, p. 85-89.

CASTELO BRANCO, M.; MELO, C. A. Resistencia a abamectin e cartap em populacoes de traca-dascruciferas. Horticultura Brasileira, v. 20, n. 4, p. 541543, 2002.

CHARLESTON, D. S.; KFIR, R.; VET, L. E. M.; DICKE, M. Behavioural responses of diamondback moth Plutella xylostella (Lepidoptera: Plutellidae) from Melia azedarach and Azadirachta indica. Bulletin of Entomological Research, v. 95, n. 5, p. 457-465, 2005.

EIGENBRODE, S. D.; SHELTON, A. M.; DICKSON, M. H. Two types of resistance to the diamondback moth (Lepidoptera: Plutellidae) in cabbage. Environmental Entomology, v. 19, n. 4, p. 1086-1090, 1990.

HAMILTON, A. J.; ENDERBY, N. M.; RIDLAND, P. M.; ZHANG, J.; NEAL, M. Effects of cultivar on oviposition preference, larval feeding and development time of diamondback moth, Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae), on some Brassica oleracea vegetables in Victoria. Australian Journal of Entomology, v. 44, n. 3, p. 284-287, 2005.

HOPKINS, R. J.; Van DAM, N. M.; Van LOON, J. J. A. Role of Glocosinolates in Insect-Plant Relationships and Multitrophic Interactions. Annual Review of Entomology, v. 54, n. 1, p. 57-83, 2009.

LEE, K. C.; CHEUK, M. W.; CHAN, W.; LEE, A. W. M.; ZHAO, Z. Z.; JIANG, Z. H.; CAI, Z. Determination of glucosinolates in traditional Chinese herbs by high-performance liquid chromatography and electrospray ionization mass spectrometry. Analytical and Bioanalytical Chemistry, v. 386, n. 7-8, p. 2225-2232, 2006.

MOTA-SANCHEZ, D.; BILLS, P. S.; WHALON, M. E. Arthropod resistance to pesticides: status and overview. In: WHEELER, W. B. (Ed.). Pesticides in agriculture and the environmental. New York: Marcel Dekker, 2002. p. 127-214.

OLSSON, K.; JONASSON, T. Leaf feeding by caterpillars on white cabbage cultivars with different 2-propenyl glucosinolate (sinigrin) content. Journal of Applied Entomology, v. 118, n. 2, p. 197-202, 1994.

RANGKADILOK, N.; NICOLAS, M. E.; BENNETT, R. N.; PREMIER, R. R.; EAGLING, D. R.; TAYLOR, P. W. J. Determination of sinigrin and glucoraphanin in Brassica species using a simple extraction method combined with ion-pair HPLC analysis. Scientific Horticulture, v. 96, n. 1-4, p. 27-41, 2002.

RENWICK, J. A. A. The chemical world of crucivores: lures, treats and traps. Entomologia Experimentalis et Applicata, v. 104, n. 1, p. 35-42, 2002.

RENWICK, J. A. A.; HARIBAL, M.; GOUINGUENE, S.; STADLER, E. Isothiocyanates stimulating oviposition by the diamondback moth, Plutella xylostella. Journal of Chemical Ecology, v. 32, n. 4, p. 755-766, 2006.

SARFRAZ, M.; KEDDIE, B. A. Conserving the efficacy of insecticides against Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Pluellidae). Journal of Applied Entomology, v. 129, n. 3, p. 149-157, 2005.

SARFRAZ, M.; DOSDALL, L. M.; KEDDIE, B. A. Diamondback moth-host plant interactions: Implications for pest management. Crop Protection, v. 25, n. 7, p. 625-639, 2006.

SHELTON, A. M.; NAULT, B. A. Dead-end trap cropping: a technique to improve management of the diamondback moth, Plutella xylostella (Lepidoptera: Plutellidae). Crop Protection, v. 23, n. 6, p. 497-503, 2004.

SPENCER, J. L.; PILLAI, S.; BERNAYS, E. A. Synergism in the oviposition behavior of Plutella xylostella: sinigrina and wax compounds. Journal of Insect Behavior, v. 12, n. 4, p. 483-500, 1999.

THORSTEINSON, A. J. The chemotactic influence of plant constituents on feeding by phytophagous insects. Entomologia Experimentalis et Applicata, v. 1, n. 1, p. 23-27, 1958.

THULER, R. T.; DE BORTOLI, S. A.; HOFFMANN CAMPO, C. B. Classificacao de cultivares de brassicas com relacao a resistencia a traca-das-cruciferas e a presenca de glucosinolatos. Pesquisa Agropecuaria Brasileira, v. 42, n. 4, p. 467-474, 2007.

ULMER, B.; GILLOTT, C.; WOODS, D.; ERLANDSON, M. Diamondback moth, Plutella xylostella (L.), feeding and oviposition preferences on glossy and waxy Brassica rapa (L.) lines. Crop Protection, v. 21, n. 4, p. 327-331, 2002.

Jackeline da Silva Carvalho (1) *, Sergio Antonio De Bortoli (2), Robson Thomaz Thuler (2), Roberto Marchi Goulart (1) e Haroldo Xavier Linhares Volpe (2)

(1) Programa de Pos-graduacao em Entomologia Agricola, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", Via de Acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n, 14884-900, Jaboticabal, Sao Paulo, Brasil. (2) Departamento de Fitossanidade, Faculdade de Ciencias Agrarias e Veterinarias de Jaboticabal, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", Jaboticabal, Sao Paulo, Brasil. * Autorpara correspondencia. E-mail: carvalhojs@posgrad.fcav.unesp.br
Tabela 1. Indice de Potencial Reprodutivo Corrigido (PRC)
([+ or -]EP) de Plutella xylostella alimentada com
folhas de couve com diferentes concentracoes de
sinigrina.

Trat. (1) PRC Couve (1) PRC Brocolis

0,0 1019,13 [+ or -] 289,82 ab 736,19 [+ or -] 127,75
0,2 1676,16 [+ or -] 331,49 a 537,43 [+ or -] 158,10
0,4 513,57 [+ or -] 129,34 b 763,05 [+ or -] 288,39
0,8 812,61 [+ or -] 116,11 ab 769,57 [+ or -] 241,10
1,6 615,45 [+ or -] 119,37 ab 397,62 [+ or -] 184,29
 833,10 [+ or -] 323,60 b 717,57 [+ or -] 186,22
F 2,77 * 1,53 NS
DMS 1,2259 2,8754
CV (%) 14,51 39,93

Medias seguidas da mesma letra, na coluna, nao
diferem significativamente entre si
pelo teste de Tukey (p [less than or eqaul to]
0,05). (1) Dados transformados em Log (x + 1).
COPYRIGHT 2010 Universidade Estadual de Maringa
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2010 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:Carvalho, Jackeline da Silva; De Bortoli, Sergio Antonio; Thuler, Robson Thomaz; Goulart, Roberto Ma
Publication:Acta Scientiarum. Agronomy (UEM)
Date:Jan 1, 2010
Words:3277
Previous Article:Spatial variability of hydraulic conductivity and water infiltration in the soil/Variabilidade espacial da condutividade hidraulica e da infiltracao...
Next Article:Grass height and soil cover under nitrogen fertilization, irrigation and grazing during the seasons of the year/Altura de capins e cobertura do solo...

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2019 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters