Printer Friendly

Efeito das diferentes velocidades de contracao na forca muscular Em Jovens.

RESUMO

Sao considerados como treinamento de forca exercicios que utilizam contracao muscular com resistencia obtida com o auxilio de pesos, maquinas, bem como exercicios utilizando o peso do proprio corpo. Alem disso, muitos estudos fazem referencia as diferentes velocidades de contracao muscular Objetivo: verificar os efeitos de diferentes velocidades de contracao (concentrica e excentrica) na forca muscular de jovens praticantes de treinamento de forca. Metodologia: O estudo foi conduzido durante 8 semanas de intervencao direta onde participaram 19 voluntarios de ambos os sexos, universitarios, que foram distribuidos em dois grupos, Grupo CONC: treinamento com contracao a concentrica rapida e a excentrica lenta (N=11, 22,76 [+ or -] 4,47 anos); Grupo EXC: treinamento com contracao concentrica lenta e a excentrica rapida (N=8, 20,23 [+ or -] 6,22 anos). Os individuos passaram por teste de Avaliacao da forca muscular para determinacao da Repeticao Maxima (RM) nos exercicios de Supino e Agachamento. Resultado: Em ambos os grupos foi observado o aumento da forca muscular, mas apenas o grupo EXC obteve resultados significativos na variavel RM Supino (32,03 [+ or -] 16,56 vs. 46,89 [+ or -] 26,04 Kg; [DELTA]%= 46,4%; p=0,045) Conclusao: As diferentes acoes musculares com enfase em velocidades distintas contribuem efetivamente para o aumento de forca. Contudo, no presente estudo, as acoes concentricas lentas produziram indices mais significativos do que as acoes rapidas.

Palavras-chave: Contracao Muscular. Treinamento de resistencia. Forca Muscular.

ABSTRACT

Effect of different contraction velocities on muscle strength in young

Are considered as strength training exercises that use muscle contraction with resistance obtained with the support of weights, machines and exercises using the body's own weight. In addition, many studies refer to the different speed of muscle contraction Objective: to verify the effects of different contraction speeds (concentric and eccentric) in muscle strength of youth strength training practitioners. Methods: The study was conducted during 8 weeks of direct intervention with the participation of 19 volunteers of both sexes, students, who were divided into two groups, CONC Group: training with rapid concentric and slow eccentric contractions (N = 11, 22,76 [+ or -] 4,47 years); EXC Group: training with slow concentric and fast eccentric contractions (N = 8, 20,23 [+ or -] 6,22 years). Individuals underwent muscle strength evaluation test to determine the Maximum Repetition (RM) in the bench press and squat exercises. Results: In both groups was observed increased muscle strength, but only the EXC group achieved significant results in variable RM Bench press (32,03 [+ or -] 16,56 vs. 46,89 [+ or -] 26,04 kg; [DELTA]% = 46,4%; p = 0,045) Conclusion: the different muscle actions with emphasis on different speeds contribute effectively to the increase in strength. However, in this study, the slow concentric actions produced more significant results than the fast actions.

Key words: Muscle Contraction. Resistance Training. Muscle Strength.

INTRODUCAO

O treinamento de forca e comum entre a populacao jovem que, por sua vez, tem uma gama de objetivos, a maioria esta atrelada a estetica, saude, rendimento esportivo, dentre outros (Camilo e colaboradores, 2012).

O American College of Sports Medicine (ACSM, 2009) em seu posicionamento sobre as recomendacoes para o desenvolvimento de forca, considera como treinamento de forca aqueles exercicios que utilizam contracao muscular com resistencia obtida com o auxilio de pesos, maquinas, bem como exercicios utilizando o peso do proprio corpo.

Alem disso, o ACSM tambem faz referencia as diferentes velocidades de contracao, recomendando contracoes concentricas lentas e rapidas de acordo com o nivel de treinamento de cada individuo. Ainda nessa perspectiva, o movimento completo no exercicio consiste em duas fases, i) concentrica (CONC) e ii) a excentrica (EXC). Durante o treinamento de forca, sao realizadas as duas fases. A CONC em que ha um encurtamento do comprimento do musculo e a EXC que consiste no alongamento do mesmo.

Dentro do programa de treinamento, o processo de contracao muscular pode gerar aumento do comprimento do musculo, bem como alteracoes nas fibras musculares envolvidas durante o processo de treinamento (Fleck e Kraemer, 1999).

Contudo, o treinamento resistido promove alteracao no neuronio motor responsavel pela integracao do sistema nervoso central e atividade muscular, respectivamente, a capacidade neuromotora (Kjaer, 1989), ou seja, se faz necessario o detalhamento sobre a contracao muscular e quais os efeitos em relacao a velocidade.

Dessa forma, o estudo tem como objetivo verificar os efeitos de diferentes velocidades de contracao (concentrica e excentrica) na forca muscular de jovens praticantes de treinamento de forca.

MATERIAIS E METODOS

O estudo e de carater quantitativo, descritivo e longitudinal (Thomas, Nelson e Silverman, 2012). A amostra foi composta por participantes de ambos os sexos, universitarios e que nao estavam engajados em qualquer tipo de treinamento de forca. O estudo foi conduzido ao longo de 10 semanas, sendo que destas, 8 semanas foram de intervencao direta e duas semanas destinadas as avaliacoes iniciais e finais.

Os participantes foram distribuidos aleatoriamente em dois grupos: Grupo 1: treinamento de forca com a concentrica rapida e a excentrica lenta (CONC - N=11 idade: 22,76 [+ or -] 4,476); Grupo 2: treinamento de forca com a concentrica sendo lenta e a excentrica rapida (EXC - N=8 idade: 20,23 [+ or -] 6,221).

Para participacao da pesquisa, os individuos obedeceram aos seguintes criterios de inclusao: i) Nao estar seguindo um programa sistematizado de treinamento de forca nos 6 meses previos ao estudo; ii) Nao consumir bebidas alcoolicas, cafeina, ergogenicos e tabaco nos tres dias que antecedem a coleta de dados; iii) Nao possuir qualquer tipo de risco cardiaco e nao ter qualquer tipo de restricano ossea, articular e muscular; iv) Apresentar Questionario de Prontidao para a Atividade Fisica (PAR-Q) negativo; v) nao praticar exercicios vigorosos 24 horas antes da coleta; vi) estar devidamente hidratado e; vii) Dormir de 6 a 8 horas no dia precedente a coleta.

Em relacao aos criterios de exclusao, serao adotados os seguintes parametros: i) Ter duas ausencias consecutivas as sessoes de intervencao ou 4 ausencias intercaladas; ii) Nao conseguir realizar todos os testes de repeticoes maximas e; iii) responder positivamente o Questionario de Prontidao para a Atividade Fisica (PAR-Q).

Todos os participantes foram informados sobre os procedimentos metodologicos e assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) informando os possiveis riscos e a utilizacao das informacoes obtidas. Alem disso, o estudo respeitou os procedimentos de intervencao e preceitos eticos para pesquisa em seres humanos preconizados pela resolucao 466/2012 do Conselho Nacional de Saude.

Procedimentos

Apos a selecao dos participantes, distribuicao aleatoria dos grupos e informacoes sobre a pesquisa, os participantes foram encaminhados ao laboratorio de Cineantropometria do Centro Universitario Catolica de Quixada (UNICATOLICA/CE) para as avaliacoes.

Avaliacao da forca muscular: A forca muscular foi determinada pelo metodo da estimativa de 1 repeticao maxima (1RM) de acordo com os procedimentos descritos por Brzycki (1993).

Apos a obtencao de todos os valores de RM, os individuos foram distribuidos de maneira aleatoria balanceada pelo nivel de forca dinamica. Este protocolo baseia-se na seguinte equacao para obtencao de valores de 1 RM. 1 -RM = 100 * carg rep / (102,78 - 2,78 * rep). Onde, carg rep corresponde ao valor da carga de execucao das repeticoes, expressa em kg e rep correspondem ao numero de repeticoes executadas.

Procedimentos de Intervencao

Apos a alocacao dos participantes nos grupos, iniciou-se a intervencao de 08 semanas seguindo os as recomendacoes do American College of Sports Medicine (ACSM, 2009) para o treino de forca.

O grupo 1 realizou a fase concentrica de dois segundos (2") e fase excentrica de quatro segundos (4"), o grupo 2 realizou a fase concentrica de quatro segundos (4") e a fase excentrica de dois segundos (2").

Para o controle diario das intensidades relativas de trabalho foi utilizada a Escala de Percepcao Subjetiva de Esforco para o treinamento de forca de OMNI-RES (Robertson e colaboradores, 2003). Durante as sessoes, os voluntarios foram orientados a permanecer em intensidades relativas entre 6 e 8.

Analise Estatistica

Inicialmente, foi feita a analise dos dados descritivos dos participantes, no qual se obteve os valores de media e desvio-padrao. Apos a analise descritiva, foi aplicado o teste de normalidade dos dados de kolmogorov-smirnov e, verificando-se a normalidade, foi realizado o teste t de student para amostras pa read as.

Alem disso, para a verificacao do percentual de alteracao nos diferentes momentos (pre e pos), foi feito o calculo do delta percentual ([DELTA]%) com a seguinte formula: [DELTA]%=(x pos - x pre)/ x pre *100. Para todas as analises estatisticas foi utilizado o Statistical Package for the Social Sciences 23.0 (SPSS; Armonk, NY: IBM Corporation).

RESULTADOS

A Tabela 1 apresenta os dados referentes as variaveis analisadas, com os valores de media (X), desvio-padrao (DP), alteracao percentual ([DELTA]%) e significancia (p).

Em relacao aos resultados, foi possivel observar nas variaveis relacionadas a forca muscular, diferenca significativa apenas no grupo submetido ao treino com contracoes concentricas lentas na variavel RM Supino (32,03 [+ or -] 16,56 vs. 46,89 [+ or -] 26,04 Kg; [DELTA]%= 46,4%; p=0,045). Ou seja, o grupo que treinou sob o regime de contracoes concentricas lentas, aumentou 46,4% o indice forca maxima no supino em relacao aos valores pre-intervencao.

DISCUSSAO

No nosso estudo, verificou-se que a intervencao com diferentes metodologias produz aumentos na forca muscular, independente da velocidade de contracao, pode-se verificar aumentos substanciais nos indices de RM, apesar de terem sido observados aumentos significativos apenas na contracao concentrica lenta.

Em estudos com idosos, Watanabe e colaboradores (2014) concluiram que treinamento com o movimento lento pode aumentar hipertrofia e forca muscular. Ainda nessa perspectiva, outros estudos com a mesma faixa etaria, evidenciaram que independente da velocidade de execucao, o ganho de forca e semelhante (Claflin e colaboradores, 2011; Sayers e Gibson, 2010).

Kim e colaboradores (2011) encontraram resultados semelhantes no ganho de forca em mulheres que treinaram em ambas as velocidades. Herman-Montemayor, Hikida e Staron (2015) verificaram que o treinamento de resistencia de baixa velocidade (seja na fase concentrica ou excentrica) aumentou o teor de celulas satelites em mulheres destreinadas, em detrimento do treinamento de forca tradicional.

Por outro lado, desenvolver exercicios corporais com sobrecargas externas progressivas contribui tanto para o ganho de massa corporal quanto para o ganho de forca, bem como efeito positivo em pacientes com cancer, e aumento de forca nos pacientes com paralisia cerebral (Barbosa e colaboradores, 2015; Gomes e colaboradores, 2015; Oliveira, 2015).

Nessa perspectiva, Tricoli (2014) ao investigar o papel das acoes musculares EXC nos ganhos de forca, identificou que o treinamento EXC e mais satisfatorio quando o objetivo e o ganho de forca. Esta afirmativa e contraria ao nosso estudo, no qual o grupo submetido ao treino com contracoes concentricas lentas teve o resultado significativo na variavel 1RM Supino.

Ha evidencias que o treino com acoes EXC alem de contribuir no ganho de forca e hipertrofia muscular, estimula atividades neurais e o fortalecimento dos tendoes e ligamentos. Estes sao alguns indicativos de que os treinos com acoes excentricas sao tao importantes, ou mais do que nas acoes concentricas (Barbosa e colaboradores, 2015).

Em contrapartida, o estudo de Batalha e colaboradores (2014), que teve como objetivo identificar o ganho de forca de musculos rotadores dos ombros em jovens submetidos a programas de treino concentrico e excentrico mostrou resultados significativos nas acoes concentricas. Ja, esse resultado corrobora com o presente estudo, porem, levando em consideracao que os rotadores externos do ombro influenciam no movimento do supino. Em consonancia, Comyns, Harrison e Hennessy (2011), tambem encontraram resultados positivos no desempenho de forca muscular na fase CONC.

CONCLUSAO

Conclui-se que as diferentes acoes musculares com enfase em velocidades distintas contribuem efetivamente para o aumento de forca.

Contudo, no presente estudo, as acoes concentricas lentas produziram indices mais significativos do que as acoes rapidas.

A diversificacao nas metodologias de treino parecem ser uma alternativa satisfatoria para o desenvolvimento constante da forca muscularem jovens.

Recomenda-se novos estudos com a utilizacao de protocolos de determinacao da forca muscular.

REFERENCIAS

1-ACSM. American College of Sports Medicine. Position stand. Progression models in resistance training for healthy adults. Medicine & Science in Sports & Exercise, Madison. Vol. 41. Num. 3. p.687-708. 2009.

2-Barbosa, D. A.; Campoya, F. A. S.; Alves, T.; Albuquerquea, M. C; Gois, M. O.; Avila, R. P.; Netto Junior, J.; Pastre, C. M. Resposta aguda de variaveis clinicas e funcionais em exercicio maximo de contracao concentrica versus excentrica. Revista Brasileira de Ciencias do Esporte. Vol. 37. Num. 1. p.87-95. 2015.

3-Batalha, N.; Galha, P.; Raimundo, A.; Parraca, J.; Tomas-Carus, P. Feitos de um programa de treino de forca excentrico vs concentrico na forca, equilibrio muscular dos rotadores dos ombros e velocidade de remate em jovens andebolistas, Anais. CIDESD. p.33. 2014.

4-Brzycki, M. Strength Testing - Predicting a One-Rep Max from Reps-to-Fatigue. Journal of Physical Education. Recreation & Dance. Vol. 64. p.88-90. 1993.

5-Camilo, F. J.; Maia, M. F. M.; Silva, R. P.; Moura, W. L; Novaes, J. S. Respostas fisiologicas agudas em diferentes intervalos de recuperacao entre as series no exercicio leg press 45[degrees]. Motricidade. Vol. 8. Supl. S2. p.593-602.2012.

6-Claflin, D. R.; Larkin, L. M.; Cederna, P. S.; Horowitz, J. F.; Alexander, N. B.; Cole, N. M.; Galecki, A. T.; Chen, S.; Nyquist, L. V.; Carlson, B. M.; Faulkner, J. A.; Ashton-Miller, J. A. Effects of high- and low-velocity resistance trainingon the contractile properties of skeletal muscle fibers from young and older humans. Journal of Applied Physiology. Vol. 111. Num. 4. p.1021-1030. 2011.

7-Comyns, T. M.; Harrison, A. J.; Hennessy, L. K. An investigation into the recovery process of a maximum stretch shortening cyclefatigue protocol on drop and rebound jumps. Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 25. Num. 8. p.2177-2184. 2011.

8-Fleck, S. J.; Kraemer, W. J. Fundamentos do treinamento de forca muscular. [2.sup.a] edicao. Porto Alegre. Artmed. 1999.

9-Gomes, R. C. N. T.; Barros, K. B. N. T.; Gomes, E. L; Alves Junior, T. A.; Letieri, R. V.; Pontes Junior, J. A. F. Efeitos do treinamento resistido na forca de individuo com paralisia cerebral. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio. Vol. 9. Num. 55. p.545-554. 2015. Disponivel em: <http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/914/742>

10-Herman-Montemayor, J. R.; Hikida, R. S.; Staron, R. S. Early-Phase Satellite Cell and Myonuclear Domain Adaptations to Slow-Speed vs. Traditional Resistance Training Programs. The Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 29. Num. 11. p.3104-3014. 2015.

11-Kim, E.; Dear, A.; Ferguson, S. L; Seo, D.; Bemben, M. G. Effects of 4 weeks of traditional resistance training vs. superslow strength training on early phase adaptations in strength, flexibility, and aerobic capacity in college-aged women. Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 25. Num. 11. p.3006-3013. 2011.

12-Kjaer, M. Epinephrine and some other hormonal responses to exercise in man: with special reference to physical training. International Journal of Sports Medicine, Stuttgart. Vol. 10. p.2-15. 1989.

13-Oliveira, R. A. Efeitos do treinamento aerobio e de forca em pessoas com cancer durante a fase de tratamento quimioterapico. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio. Vol. 9. Num. 56. p.662-670. 2015. Disponivel em: <http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/839/756>

14-Robertson, R. J.; Goss, F. L; Rutkowski, J.; Lenz, B.; Dixon, C; Timmer, J. Concurrent Validation of the OMNI Perceived Exertion Scale for Resistance Exercise. Medicine and Science in Sports and Exercise. Vol. 35. Num. 2. p.333-341.2003.

15-Sayers, S. P.; Gibson, K. A comparison of high-speed power training and traditional slow-speed resistance training in older men and women. Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 24. Num. 12. p.3369-3380. 2010.

16-Thomas, J. R.; Nelson, J. K.; Silverman, S. J. Metodos de Pesquisa em Atividade Fisica. [6.sup.a] edicao. Editora: Artmed. Sao Paulo, 2012.

17-Tricoli, V. Papel das acoes musculares excentricas nos ganhos de forca e de massa muscular. Revista da Biologia. Vol. 11. Num. 1. p.38-42. 2014.

18-Watanabe, Y.; Madarame, H.; Oqasawara, R.; Nakazato, K.; Ishii, N. Effect of very low-intensity resistance training with slow movement on muscle size and strength in healthy older adults. Clinical Physiology and Functional Imaging. Vol. 34. Num. 6. p.463-470.2014.

Rubens Vinicius Letieri (1,2), Messias Bezerra de Oliveira (1) Francisco Iran da Silva Junior (1), Kaio Breno Belizario de Oliveira (1) Antonio Evanildo Cardoso de Medeiros Filho (1), Francisco Jeci de Holanda (1) Tadeu Almeida Alves Junior (1)

(1)-Centro Universitario Catolica de Quixada-UNICATOLICA, Ceara, Brasil.

(2)-Programa de Doutorado em Ciencias do Desporto, Faculdade de Ciencias do Desporto e Educacao Fisica, Universidade de Coimbra, Portugal.

Recebido para publicacao 10/05/2016

Aceito em 13/06/2016
Tabela 1 - Valores das variaveis estudadas nos diferentes grupos
(G1 e G2).

                 Variaveis              X        DP      [DELTA]%

                 1 RM Supino Pre        30,84    13,60
G1: Concentrica  1 RM Supino Pos        38,26    17,12   24,1
Rapida (CONC)
n = 11           1 RM Agachamento Pre   46,19    12,32   42,0
                 1 RM Agachamento Pos   65,57    11,82
                 1 RM Supino Pre        32,03    16,56
G2: Concentrica  1 RM Supino Pos        46,89    26,04   46,4
Lenta (EXC)
n = 8            1 RM Agachamento Pre   37,30    10,23   64,3
                 1 RM Agachamento Pos   61,31    27,70   64,3

                  P

G1: Concentrica   0,222
Rapida (CONC)
n = 11            0,126

G2: Concentrica   0,045 (*)
Lenta (EXC)
n = 8
                  0,077

Legenda: (*) p<0,05.
COPYRIGHT 2017 Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercicio. IBPEFEX
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2017 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:Letieri, Rubens Vinicius; de Oliveira, Messias Bezerra; da Silva, Francisco Iran; de Oliveira, Kaio
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Article Type:Ensayo
Date:Mar 1, 2017
Words:3246
Previous Article:Indicadores antropometricos e de aptidao fisica: Estudo comparativo entre escolares atletas e escolares nao praticantes de atividades esportivas.
Next Article:Analise das respostas cardiovasculares no exercicio crucifixo reto em plataforma estavel e instavel.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2021 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters |