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EFEITOS DA RECUPERACAO ATIVA, PASSIVA E DA CRIOTERAPIA SOBRE A REMOCAO DE LACTATO SANGUINEO EM ATLETAS DE FUTSAL FEMININO/Effects of active, passive and cryotherapy recovery on the removal of blood lactate in female futsal athletes.

INTRODUCAO

O futsal e um dos esportes mais populares no Brasil e embora ainda esteja associado a pratica essencialmente masculina, a mulher vem conquistando esse territorio, pois a sua participacao esta cada vez mais em ascensao (Oliveira e Ribeiro, 2010).

O futsal e um jogo descrito como intermitente, de carater aerobio com picos anaerobios, no qual usa o sistema glicolitico como principal fonte de energia, o que indica uma producao de lactato extremamente alta.

Como ja e bem conhecido, nos momentos anaerobios o fornecimento de energia e proporcionado pelas moleculas de creatina fosfato (CP) e tambem pelo glicogenio muscular.

Na maior parte do tempo de uma partida de futsal, o praticante permanece em atividade aerobia tambem, o que confere ao sistema oxidativo importante contribuicao no fornecimento de energia (ATP) nessa modalidade esportiva (Oliveira e Ribeiro, 2010).

O lactato e um composto organico produzido naturalmente no corpo humano e tambem utilizado como fonte de energia para atividades fisicas em gerais (Antunes Neto, Baroni e Freitas, 2007).

Durante a partida de futsal e nas sessoes de treino ha uma producao bastante consideravel de lactato e o processo recuperativo e importante para sua remocao efetiva.

Diante do grande numero de metodos para recuperacao, o grande problema e saber quais serao efetivos, o tempo necessario para cada procedimento na remocao de catabolitos produzidos durante um esforco de alta intensidade, e se algum deles pode potencializar a recuperacao.

Dentre os metodos, observa-se a recuperacao ativa, que de acordo com Praste e colaboradores (2009) compreende um procedimento onde se realiza um exercicio aerobio submaximo pos-exercicio intenso, geralmente um trote ou corrida moderada, dentro de uma determinada intensidade de frequencia cardiaca.

Outro metodo comumente utilizado e a recuperacao passiva que consiste em o atleta fazer com que o seu organismo volte ao estado de homeostase sem fazer qualquer atividade, apenas permanecendo sentado por um periodo de tempo (Hollmann e Hettinger, 2005).

Ja na utilizacao da crioterapia, a tecnica consiste em o atleta submergir os membros inferiores em piscinas ou toneis de agua a temperatura baixa.

E importante destacar que a crioterapia reduz a permeabilidade celular de vasos sanguineos, linfaticos e capilares devido a vasoconstricao, fazendo com que ocorra diminuicao da difusao dos fluidos nos espacos intersticiais.

Essa cascata de respostas e favoravel para a diminuicao da inflamacao provocada por danos teciduais, alem de reduzir a dor, o edema e o espasmo muscular (Praste e colaboradores, 2009).

Essa pesquisa se justifica na necessidade de conhecer a cinetica de remocao do lactato em atletas femininas e com isso contribuir para um maior desempenho nesse esporte.

Diante dos fatos acima expostos, o objetivo deste estudo foi o de analisar os efeitos da recuperacao ativa, passiva e crioterapia sobre a remocao do lactato sanguineo em atletas da Escolinha de Futsal Feminino Gol de Bico de Sao Miguel do Oeste, Santa Catarina.

MATERIAIS E METODOS

Caracterizacao da pesquisa e amostra

Este estudo caracterizou-se como uma pesquisa quantitativa do tipo experimental. A amostra foi composta por 12 atletas da categoria sub-16 da Escolinha de Futsal Feminino Gol de Bico, no municipio de Sao Miguel do Oeste--Santa Catarina, selecionadas de forma intencional e com participacao voluntaria.

Como criterio de inclusao foi adotado a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido pelos pais ou responsaveis e tambem assinatura das adolescentes no Termo de Assentimento.

E importante destacar que a escolha desta categoria se foi devido ao fato de que as atletas estavam inseridas em competicoes a nivel Regional, como os Joguinhos Regionais e na Olimpiada Estudantil Catarinense (Olesc).

Para realizacao dessa pesquisa foi respeitada as normas e diretrizes regulamentadoras da pesquisa envolvendo seres humanos - Resolucao do Conselho Nacional de Saude Ministerio da Saude - Res. CNS 196/96.

Antes de iniciar os procedimentos de coleta e intervencao esse estudo foi submetido a avaliacao do Comite de Etica em Pesquisa de Joacaba tendo parecer favoravel sob numero 752.440 e CAAE: 33884114.0.0000.5367.

Protocolo experimental e coleta sanguinea

O protocolo experimental dessa pesquisa se baseou no estudo desenvolvido por Ferrari e colaboradores (2013).

As atletas foram submetidas ao teste Running Anaerobic Sprint Test - RAST para inducao da elevacao do lactato sanguineo, simulando situacao semelhante a sessoes de treinos e jogos oficiais. Em seguida foram distribuidas de forma aleatoria em tres grupos para a realizacao dos diferentes metodos de recuperacao, conforme mostrado abaixo:

* Grupo experimental 1 (n= 4 atletas) Recuperacao passiva (RP): apos o teste de RAST, o grupo fez 12 minutos de recuperacao sentadas. As coletas de lactato foram feitas nas condicoes de repouso (antes de iniciar o teste) e aos 3, 6, 9 e 12 minutos de recuperacao passiva.

* Grupo experimental 2 (n= 4 atletas) Protocolo de recuperacao ativa (RA): apos o teste de RAST, o grupo fez 12 minutos de trote em intensidade moderada pela quadra, ou seja, foi calculada a intensidade de 70-75% da Frequencia Cardiaca Maxima para cada atleta e estas mantiveram o trote dentro da frequencia cardiaca prevista. As coletas de lactato foram feitas nas condicoes repouso (antes de iniciar o teste) e aos 3, 6, 9 e 12 minutos de recuperacao ativa.

* Grupo experimental 3 (n= 4 atletas) Protocolo de recuperacao com crioterapia (CRIO): apos o teste de RAST, o grupo fez 12 minutos de imersao em uma banheira contendo agua fria e gelo a uma temperatura de aproximadamente 8[degrees] C a 12[degrees] C. As coletas de lactato foram feitas nas condicoes repouso (antes de iniciar o teste) e aos 3, 6, 9 e 12 minutos de recuperacao com crioterapia.

As coletas sanguineas aconteceram durante o periodo competitivo (participacao nas principais competicoes). Justifica-se as coletas nesse periodo do programa de treinamento da Escolinha porque e o momento de maior intensidade e desgaste fisico das atletas e momento onde ha necessidade de maior preocupacao com a recuperacao delas.

A analise do lactato sanguineo foi realizada usando o monitor bioquimico da marca Accutrend[R] Plus Roche. Foi feita puncao no lobulo de uma das orelhas da atleta com uma lanceta descartavel e recolhidos aproximadamente 25 microlitros ([micro]l) de sangue em um capilar heparinizado. Foram respeitados todos os padroes de biosseguranca.

Os resultados do estudo foram devolvidos por meio de uma ficha resumo a cada atleta participante e tambem de um relatorio de pesquisa a Escolinha, auxiliando o treinador/professor na organizacao do treinamento.

Tratamento dos dados

Para a analise dos dados utilizou-se o programa estatistico computacional SPSS, versao 13.0. Os procedimentos estatisticos utilizados foram: estatistica descritiva (media e desvio padrao) para caracterizar a amostra e analise de variancia ANOVA One Way com teste post-hoc de Tukey para determinar as diferencas entre os tres grupos experimentais de recuperacao.

RESULTADOS

Na tabela 1 e apresentada as caracteristicas das atletas de cada grupo experimental.
Figura 1 - Remocao de lactato sanguineo apos a utilizacao dos metodos
de recuperacao ativa (RA), passiva (RP) e crioterapia (CRIO).

               Lactato sanguineo (mmol/L)
               RA     RP    CRIO

Pico           11,7   9,6   9,4
Minimo          7,5   9,7   8,1

Legenda: *Diferencas significativas entre os grupos para os valores de
lactato pico e; Diferencas significativas entre os grupos para os
valores de lactato minimo.

Nota: Tabla derivada de grafico de barra.


Na figura 1 e mostrado o comportamento da remocao de lactato sanguineo apos a utilizacao dos metodos de recuperacao. Foram feitas analises medias das coletas comparando os maiores valores obtidos de lactato (pico--ao final do teste) e os menores valores de lactato (minimo--apos 12 minutos de recuperacao).

Como se percebe nao houve diferencas estatisticamente significativas (P[less than or equal to]0,05) entre os grupos para os valores de lactato pico e minimo.

No entanto, chama-se a atencao para o fato de que dos tres metodos de recuperacao utilizados, o que promoveu uma diminuicao consideravel da remocao de lactato comparando os valores de pico e minimo foi a recuperacao ativa.

DISCUSSAO

Sabe-se que a recuperacao ativa acelera a velocidade de remocao do lactato do musculo e da circulacao sanguinea e, no caso de um grupo especifico de musculos, uma carga dinamica leve subsequente pode acelerar os processos de recuperacao, o que e compreensivel, tendo em vista a irrigacao sanguinea mais intensa no musculo e, com ela, a aceleracao do processo recuperativo (Hollmann e Hettinger, 2005).

Esse fato pode ser observado nessa pesquisa, pois o metodo que melhor contribuiu na remocao do lactato sanguineo nas atletas foi a recuperacao ativa.

Em grupo de atletas do genero masculino existem estudos mostrando as comparacoes nas tecnicas de recuperacao sobre a remocao do lactato sanguineo. Fachineto, Brandao e Erlo (2013), compararam os metodos de recuperacao ativa e de crioterapia em 13 atletas da categoria sub-20 de futsal.

Foram feitas cinco coletas, e os resultados encontrados em ambas as coletas foi de que a recuperacao ativa se fez de maneira mais rapida, eficiente e gradativa, ao ser comparada com a crioterapia. Citam que os valores de pico pos treino chegaram a alcancar 12,6 mmol/L e ja aos 6 minutos de recuperacao ativa os valores haviam decaido gradativamente, atingindo valores de 7,0 mmol/L.

Em outro estudo, Ferrari e colaboradores (2013) analisaram os niveis de lactato sanguineo em atletas de futebol de campo com idade entre 16 e 17 anos comparando os metodos de recuperacao ativa, passiva e crioterapia. Os resultados mostraram que a recuperacao ativa demonstrou-se estatisticamente mais eficaz para a remocao do lactato sanguineo em comparacao as demais.

A recuperacao passiva e muito utilizada pelos treinadores por ser de facil aplicacao (Caneppele e Pedrozo, 2011).

No entanto, ela e menos eficiente na remocao do lactato sanguineo em comparacao a recuperacao ativa, por exemplo e a propria crioterapia, conforme demonstrado nesse estudo (figura 1).

E importante destacar que o valor medio apos a recuperacao passiva (minimo) nao se alterou em comparacao ao valor medio de pico e ate aumentou levemente. Esse fato indica que para esse grupo de atletas femininas a recuperacao passiva nao foi interessante.

Gassi e colaboradores (2011) mostraram que a velocidade de remocao do lactato sanguineo em quatro atletas Juniores de futebol de campo foi significativamente maior na recuperacao ativa comparada a recuperacao passiva apos 30 minutos do final de um treino coletivo.

Contribuindo, Franchini e colaboradores (2004) ja haviam demonstrado a superioridade da recuperacao ativa sobre a passiva em 25 judocas adultos do genero masculino.

No protocolo de recuperacao passiva, os atletas permaneceram sentados no proprio tatame durante 15 minutos e foram realizadas coletas de sangue em repouso, um, tres, cinco, dez e 15 minutos apos a simulacao de uma luta. Durante a recuperacao ativa (15 minutos) o atleta corria/caminhava a uma velocidade igual a 70% da velocidade de limiar anaerobio obtida no teste submaximo em esteira rolante. Os resultados indicaram uma maior diminuicao do lactato sanguineo na recuperacao ativa em relacao a recuperacao passiva onde por exemplo, no grupo da recuperacao ativa o valor medio de lactato aos 15 minutos era de 4,02 [+ or -] 1,33 enquanto no grupo da recuperacao passiva era de 5,79 [+ or -] 2,19.

Em contrapartida, quando comparamos os efeitos da recuperacao passiva e da crioterapia para as atletas de futsal feminino desse estudo (figura 1), a crioterapia contribuiu para diminuir levemente o valor do lactato sanguineo. A recuperacao com gelo pos-exercicio pode atenuar o dano muscular induzido por uma resposta inflamatoria devido a uma diminuicao da permeabilidade dos vasos sanguineos e linfaticos.

Alem disso, tem sido sugerido que a recuperacao com gelo pode influenciar o processo regenerativo, que inclui a producao de proteinas de choque termico e proliferacao de celulas satelites, que sao essenciais para o processo de reparacao-adaptacao, mas nao tem efeito significativo na remocao de lactato sanguineo (Ferrari e colaboradores, 2013).

Corroborando, Caneppele e Pedrozo (2011) verificaram a influencia da terapia do banho frio na recuperacao apos treinamento de alta intensidade em 7 individuos do genero masculino treinados. Houve dois grupos que realizaram o protocolo de teste: um dos grupos fez a recuperacao utilizando a tecnica do Banho Frio e o outro grupo fez a recuperacao de forma passiva, descansando somente.

O protocolo utilizado no estudo foi de exaustao que continha deslocamentos laterais frente e costas executados em dois periodos de 10 minutos com 5 minutos de intervalo cada. Os resultados nao evidenciaram uma diferenca significativa para as concentracoes de lactato sanguineo nos diferentes momentos de coleta com e sem o uso da terapia do banho frio.

Contrariando tal fato, Baroni e colaboradores (2010) analisaram o efeito da crioterapia de imersao sobre a remocao do lactato sanguineo apos exercicio de alta intensidade em ciclo-ergometro em quinze atletas de futebol (15 a 17 anos) divididos em grupo imersao e grupo controle--recuperacao passiva.

O grupo imersao realizou o protocolo de recuperacao com os membros inferiores imersos a 5[degrees]C enquanto os atletas do grupo controle permaneceram em repouso.

Constataram que o grupo imersao apresentou reducao da concentracao de lactato de 13,6% apos 15 minutos de recuperacao e 15,3% aos 25 minutos, enquanto o grupo controle apresentou 14,6% e 28,5% de reducao, apos 15 e 25 minutos, respectivamente. Observou-se que a recuperacao passiva apresentou decrescimo significativo da concentracao de lactato enquanto o mesmo nao foi verificado com a crioterapia.

Sendo assim, os resultados obtidos no presente estudo sugerem que a recuperacao passiva nao acelerou a velocidade de remocao do lactato sanguineo nas atletas, mostrandose inclusive menos efetiva do que a crioterapia e menos ainda em comparacao a recuperacao ativa.

Ainda, embora nao foi comprovado estatisticamente, a recuperacao ativa foi o metodo que melhor contribuiu para remocao do lactato sanguineo nas atletas pesquisadas.

Ja dizia Powers e Howley (2005) que a remocao do lactato e mais rapida quando se realiza um exercicio leve continuo (recuperacao ativa) em comparacao a recuperacao passiva. Isso se da devido ao fato de o exercicio leve aumentar a oxidacao do lactato pelo musculo em atividade.

Finalizam afirmando, que a intensidade do exercicio em que a recuperacao ativa e realizada tem grande influencia na velocidade da remocao do lactato sanguineo e para a presente pesquisa a velocidade de corrida entre 70 a 75% da frequencia cardiaca maxima das atletas se mostrou eficaz.

CONCLUSAO

Pode-se concluir que, embora nao havendo diferenca estatisticamente significativa (P[less than or equal to]0,05) entre os tres metodos de recuperacoes analisados (ativa, passiva e crioterapia) em relacao aos valores medios de lactato minimo, a recuperacao ativa se demonstrou mais eficiente, em menor periodo de tempo, para a remocao do lactato sanguineo quando comparada a recuperacao passiva e com gelo (crioterapia).

Recomenda-se, neste sentido, que os treinadores utilizem a recuperacao ativa postreino ou jogos oficiais a fim de contribuir na restauracao fisiologica de suas atletas.

Tambem, sabe-se que a crioterapia, embora nao contribua com a remocao do lactato sanguineo e eficiente na diminuicao do dano tecidual bem como na sua reparacao.

Assim, e importante que os treinadores tambem conciliem a crioterapia em seus programas de recuperacao de atletas.

AGRADECIMENTOS

Ao programa de Bolsas de Iniciacao Cientifica da Unoesc, campus de Sao Miguel do Oeste FAPE/art. 170, pelo auxilio financeiro.

REFERENCIAS

1-Antunes Neto, J.; Baroni, M.; Freitas, A. Caracterizacao metabolica de uma partida de futsal: Uma analise critica atraves da bioquimica e fisiologia do exercicio. Revista Movimento e Percepcao. Vol. 8. Num. 1. 2007. p. 249-267.

2-Baroni, B. M.; Leal Junior, E. C. P.; Generosi, R. A.; Grosselli, G.; Censi, S.; Bertolla, F. Efeito da crioterapia de imersao sobre a remocao do lactato sanguineo apos exercicio. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano. Vol. 12. Num. 3. 2010. p. 179-185.

3-Caneppele, M.; Pedrozo, S. C. Influencia da terapia do banho frio na recuperacao apos exercicio de alta intensidade. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires. Vol. 16. Num. 156. 2011.

4-Fachineto, S.; Brandao, D.; Erlo, T. Efeitos da recuperacao ativa e da crioterapia sobre o lactato sanguineo e a creatina quinase (CK). EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires. Vol. 18. Num. 182. 2013.

5-Ferrarri, H. G.; Oliveira, R.; Strapasson, M. V.; Cruz, R. A. R. S.; Libardi, C. A.; Cavaglieri, C. R. Efeito de diferentes metodos de recuperacao sobre a remocao de lactato e desempenho anaerobio de futebolistas. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 19. Num. 6. 2013. p. 423-426.

6-Franchini, E; Takito, M. Y.; Bertuzzi, R. C. M.; Kiss, M. A. P. D. Nivel competitivo, tipo de recuperacao e remocao do lactato apos uma luta de judo. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano. Vol. 6. Num. 1. 2004. p. 7-16.

7-Gassi, E.; Theodoro, L. M.; Miranda, F. C. O.; Almeida, G. F.; Silva, G. R. A.; Silva, M. S. Efeito dos diferentes tipos de recuperacao sobre a velocidade de remocao do lactato sanguineo em jogadores de futebol. Anais do VII Congresso Goiano de Ciencias do Esporte. 2011. p. 1-10.

8-Hollmann, W.; Hettinger, T. Medicina do Esporte. Sao Paulo. Manole. 2005. p.710.

9-Oliveira, P.; Ribeiro, S. Efeitos da ingestao de carboidratos sobre indicadores de fadiga em um grupo de adolescentes praticantes de futsal. Brazilian Journal of Sports and Exercise Research. Vol. 1. Num. 1. 2010. p. 64-68.

10-Powers, S.; Howley, E. Fisiologia do exercicio: teoria e aplicacao ao condicionamento e ao desempenho. Sao Paulo. Manole, 2005. p. 646.

11-Praste, C. M.; Bastos, F. N.; Netto Junior, J.; Vanderlei, C. M.; Hoshi, R. A. Metodos de recuperacao Pos-exercicio: Uma revisao sistematica. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 15. Num. 2. 2009. p. 138-144.

Sandra Fachineto (1), Tcherlyn Luana Erlo (2) Kamila Ignes Martins (3)

(1)-Laboratorio de Fisiologia do Exercicio (LAFE); Professora Mestre do curso de Educacao Fisica da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), campus de Sao Miguel do Oeste-SC, Brasil.

(2)-Laboratorio de Fisiologia do Exercicio (LAFE); Professora de Educacao Fisica formada pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Sao Miguel do Oeste-SC, Brasil.

(3)-Laboratorio de Fisiologia do Exercicio (LAFE); academica do curso de Educacao Fisica da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Sao Miguel do Oeste-SC, Brasil.

E-mails dos autores:

sandra.fachineto@unoesc.edu.br

tcherlyn_futsalsmo@outlook.com

kamila_martins@hotmail.com

Endereco para correspondencia:

Rua Oiapoc 1844, apto 401 B, Centro, sao Miguel do Oeste-SC.

Recebido para publicacao 26/01/2017

Aceito em 23/05/2017
Tabela 1 - Caracteristicas da amostra.

Variaveis             RA (n=4)             RP (n=4)
                      Media [+ or -] DP    Media [+ or -] DP

Idade (anos)           15,8 [+ or -] 1,2    16,5 [+ or -] 1,2
Massa corporal (kg)    51,6 [+ or -] 8,0    61,5 [+ or -] 9,8
Estatura (cm)         161,8 [+ or -] 2,7   166,0 [+ or -] 4,8

Variaveis             CRIO (n=4)
                      Media [+ or -] DP

Idade (anos)           15,8 [+ or -] 0,9
Massa corporal (kg)    59,2 [+ or -] 8,2
Estatura (cm)         165,5 [+ or -] 4,0
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Author:Fachineto, Sandra; Erlo, Tcherlyn Luana; Martins, Kamila Ignes
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Jan 1, 2017
Words:3514
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