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EFEITO AGUDO DO TURSKISH GET-UP E DO ALONGAMENTO ESTATICO SOBRE O DESEMPENHO DO TESTE DE SENTAR E ALCANCAR/Acute effect of turkish get-up and static stretching on sit-and-reach performance.

INTRODUCAO

Costumeiramente a literatura tem testado o efeito de alguma atividade previa na otimizacao do desempenho da atividade fisica principal.

Nesse contexto, estrategias como aquecimento especifico (Arruda e colaboradores, 2006), tipos de alongamento (Bradley e colaboradores, 2007) e exercicios de mobilidade (Silva e colaboradores, 2017), ja foram empregados na tentativa de otimizar a execucao de determinado tipo de treinamento.

Algumas estrategias foram capazes de mostrar sucesso (Silva e colaboradores, 2017), enquanto outras apresentaram efeito deleterio em relacao a qualidade fisica experimentada (Bradley e colaboradores, 2007). A flexibilidade e uma qualidade fisica diretamente associada a aptidao fisica e saude e deve fazer parte de um programa de treinamento bem elaborado (ACSM, 2011).

Wenos e Konin (2004) testaram o efeito de tres protocolos distintos sobre os ganhos agudos de flexibilidade dos isquiotibiais. As sessoes experimentais eram compostas por uma das tres estrategias: tres minutos de corrida apos alcancar a razao de troca respiratoria 1,0, tres minutos de corrida a 60% da frequencia cardica de reserva ou o uso de uma bolsa termica sobre os isquiotibiais por 20 minutos para aquecer de forma passiva a regiao a ser alongada. Os autores puderam observar que independente da maior eficiencia de um protocolo sobre o outro, todas as estrategias foram capazes de aumentar a amplitude do movimento de maneira significativa, sugerindo que o aquecimento teria um efeito positivo sobre o aumento dos arcos articulares.

Cabe ressaltar que nem toda atividade pode ser chamada de aquecimento simplesmente por anteceder a atividade principal. O aquecimento deve ter por caracteristica o aumento da temperatura corporal que esta associada a um aumento do metabolismo (Miyake e colaboradores, 2003; Rubini, 2010).

Sendo assim, atividades como o alongamento estatico nao se caracterizam como um tipo de aquecimento propriamente dito. No entanto, Viveiros e colaboradores (2004) investigaram o efeito de diferentes numeros de series e diferentes tempos de execucao do alongamento estatico sobre os ganhos agudos de flexibilidade na extensao de ombros. Os autores observaram que o alongamento estatico como estrategia previa a um teste de flexibilidade independente de nao ser uma forma de aquecimento foi capaz de aumentar a amplitude do movimento de maneira significativa independente do volume que foi realizado.

Contemporaneamente, exercicios de estabilidade vem sendo empregados em rotinas de treinamento. Ponderando-se a estabilidade dinamica alguns exercicios sao indicados, como, por exemplo, o Turkish Get-Up (TGU).

Trata-se de e um exercicio de estabilizacao dinamica, onde o individuo deve se alternar em diversas posicoes, ele combina caracteristicas de uma passada, ponte e prancha lateral em um exercicio integrado que envolve a ativacao de diversas cadeias e linhas miofasciais (Myers, 2016).

Porem, mesmo com sua inclusao em rotinas de treinamento, pouco se tem de evidencias sobre os efeitos agudos desse exercicio dentro de uma sessao de treinamento.

Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi comparar o efeito agudo do Turkish Get-Up e do alongamento estatico sobre a mobilidade articular de homens fisicamente ativos.

MATERIAIS E METODOS

Amostra

A amostra foi compota por 20 individuos (Tabela 1), todos do sexo masculino. Como criterios de inclusao os individuos deveriam responder a todos os itens do Questionario de Prontidao a Atividade Fisica negativamente, bem como nao serem portadores de nenhuma doenca cronica degenerativa, tais como hipertensao arterial ou diabetes.

Foram excluidos os sujeitos que possuissem algum comprometimento osteomioarticular que limitasse a execucao dos movimentos incluidos nos protocolos, bem como os individuos que estivessem utilizando alguma substancia capaz de interferir nos resultados de rendimento tais como anabolizantes, energeticos ou tranquilizantes.

Aspectos eticos

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comite de Etica em Pesquisa da Universidade do Grande Rio, sob a guarda do CAAE de numero 61550916.1.0000.5283 e realizado com aprovacao dos discentes dos cursos de Educacao Fisica envolvidos apos assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Instrumentos

Para avaliacao da amplitude de movimento foi utilizado o banco de Wells e para execucao do TGU com sobrecarga (kettlebell).

Coleta de dados

Para medida de amplitude articular (sentar e alcancar) no banco de Wells cada participante se posicionou sentado no chao com joelhos totalmente estendidos e plantas do pe totalmente apoiadas sobre a base do banco.

Os individuos entao flexionaram o tronco com os bracos estendidos sobre a plataforma do banco onde a quantificacao da medida era realizada. Foram realizadas tres tentativas consecutivas e para efeito de analise aquela com maior escore foi considerada. (Wells e Dillon, 1957).

Para fase posicao inicial do TGU o individuo se posicionou em decubito dorsal com um braco estendido, joelho e quadril deste mesmo lado em flexao, o joelho e o cotovelo opostos devem estar no chao em extensao.

A primeira fase e chamada de apoio de cotovelo, o sujeito deve apoiar o troco sobre o cotovelo que estava estendido no chao e agora esta flexionado, o outro cotovelo continua estendido, o olhar deve estar fixo ao kettlebell.

A segunda fase e o apoio de mao, a pessoa deve se concentrar em manter todo o peso do tronco apoiada sobre a mao.

A terceira fase e chamada de ponte alta, deve-se levantar o quadril e realizar uma extensao, um dos joelhos continua flexionado e a perna oposto ainda estendida, agora o peso do corpo todo esta sobre uma mao enquanto o individuo tem que manter um alinhamento entre o kettlebell e a mao que esta no chao.

Na quarta fase a perna que estava estendida deve ficar flexionada com o apoio do joelho no chao e na direcao da mao apos isto o individuo deve flexionar o quadril e realizar o que e chamada de varredura, quando o apoio da mao ao chao e tirado e acontece uma rotacao do tronco.

Estando semi-ajoelhado o individuo deve colocar forca na perna da frente e ficar em pe, ainda com o Kettlebell acima da cabeca, em seguida fazer o retorno a posicao inicial contabilizando uma repeticao (Liebenson e Shaughness, 2011; Tsatsouline, 2006).

Para execucao do alongamento estatico foi realizado o protocolo adaptado de Wilson e colaboradores (2014).

Foram executados tres exercicios de alongamento de membros inferiores de forma unilateral. Foram realizadas duas series de cada alongamento e a posicao sustentada por 30 segundos no ponto de desconforto por dor. Entre cada serie existiu um intervalo de 30 segundos.

O primeiro exercicio foi o alongamento dos musculos isquiotibiais, onde o individuo deve estar sentado com as pernas afastadas e tentar alcancar o pe ate o ponto de "desconforto".

O segundo exercicio sera um alongamento de gluteo maximo, em decubito dorsal a pessoa deve puxar a sua coxa em direcao ao peito com o joelho flexionado ate o ponto de "desconforto", e por ultimo o avaliado deve estar em posicao semi-ajoelhada, deslocar o peso do corpo para a frente e alongando os flexores do quadril da perna que esta atras.

Procedimentos

Os individuos compareceram ao local das testagens em dois dias nao consecutivos para realizacao dos seguintes protocolos.

Antes de cada protocolo os sujeitos realizaram o teste de sentar e alcancar no banco de Wells que serviu como momento baseline para efeito de analise pos protocolo.

Os protocolos foram os seguintes:

Protocolo de alongamento estatico (AE)--os individuos foram submetidos aos alongamentos previamente descritos antes de executar o teste de sentar e alcancar no banco de Wells.

Protocolo TGU - os individuos realizaram o TGU como previamente descrito antes de executar o teste de sentar e alcancar no banco de Wells.

Tratamento estatistico

Para caracterizacao da amostra foi utilizada a estatistica descritiva empregando-se a media e o desvio padrao como medidas de tendencia central e de variabilidade respectivamente.

Para testar a normalidade da distribuicao se aplicou o teste de Shapiro-Wilk. Com a normalidade nao rejeitada o teste t pareado foi empregado para comparar as medias intra protocolos.

Para todo o tratamento estatistico foi aceiro um nivel de significancia de 5% (p < 0,05). Toda a analise foi realizada no SPSS versao 20.0.

RESULTADOS

Os resultados indicaram aumento no desempenho do teste de sentar e alcancar em ambos os protocolos quando comparado ao momento pre (p<0,001), mas sem diferenca significativa entre os protocolos (p>0,069).

DISCUSSAO

O objetivo do presente estudo foi comparar o efeito agudo do Turkish Get-Up e do alongamento estatico sobre a mobilidade articular de homens fisicamente ativos. Os resultados indicaram aumento no desempenho do teste de sentar e alcancar em ambos os protocolos quando comparado ao momento pre (p<0,001), mas sem diferenca significativa entre os protocolos (p=0,069), o que indica que tanto o TGU quanto o AE foram eficazes para ganhos agudos de desempenho no teste de sentar e alcancar.

Mesmo nao indicando diferencas significativa entre os protocolos, os autores sugerem a pratica do TGU, como uma interessante alternativa para aquecimento/preparacao de movimento, pelo fato de induzir o aprendizado e controle motor em maior magnitude do que o AE.

Essa teoria assinala que um sistema precisa de alguma referencia que seria um outpout (saida) desejado que possa ser a postura estatica ou determinado movimento, o controlador que e o sistema nervoso central (SNC) fornece inputs (ativacoes musculares especificas) para a planta (sistema musculoesqueletico) que produz determinada resposta de saida (outpout).

O controlador mede essa resposta com referencia dos feedbacks (propriocepcao) ou por meio de feedback sensorial que e fornecida pela integracao dos receptores visuais, vestibulares, musculares e tendineos (fusos e orgaos tendineos de Golgi), mecanorreceptores e dos receptores cutaneos. O SNC usa esses feedbacks para produzir uma nova serie de inputs para manutencao da posicao estatica ou movimento.

A estabilidade dinamica pode de fato, melhorar a amplitude de movimento e a flexibilidade, o TGU e um movimento extremamente complexo e capaz de exigir uma gama muito grande de grupamentos musculares, propriocepcao e coordenacao, preparando o corpo de uma forma eficaz para a parte principal do seu treinamento.

A capacidade atletica pode ser definida como a otimizacao das valencias fisicas especificas a modalidade, o TGU por ser capaz de desenvolver forca, estabilidade, flexibilidade e coordenacao que sao caracteristicas inerentes a praticamente todas as modalidades esportivas, podendo ser considerado como opcao para melhora dessas capacidades (Ayash e Jones, 2012).

O TGU pode servir como exercicio de avaliacao de movimento, podendo destacar as funcoes de algumas articulacoes e o seu funcionamento, como ombro, quadril e a estabilidade do core.

O fato de pouca ativacao glutea, pode gerar uma serie de compensacoes ao movimento, assim como uma instabilidade da articulacao glenonumeral associada ao desordenamento do ritmo escapulo-umeral pode ser um precursor de lesao, principalmente para esportes como o volei e o baseball (Ayash e Jones, 2012).

A literatura ainda e escassa sobre o TGU, poucos artigos se declinaram a estudar tal tela. Sendo assim, os autores indicam a necessidade de desenvolvimento de pesquisas sobre este exercicio, a fim de avaliar o seu efeito sobre outras valencias fisicas e seu efeito cronico ao treinamento.

O AE parece ser um meio efetivo para aumentar a amplitude de movimento, embora a literatura ainda seja controversa para definir seus reais beneficios (Power e colaboradores, 2004), considerando que estudos anteriores afirmam que esse tipo de exercicio pode causar deficits no desempenho, tanto de forca como de potencia (Behm e colaboradores, 2001; Young e Elliot, 2001).

No entanto e necessario separar os efeitos agudos do AE dos seus efeitos cronicos e distinguir se as premissas sobre estes efeitos agudos sao verdadeiras.

A flexibilidade parecer ser uma importante valencia fisica para populacoes idosas, pois a mobilidade diminuida pode resultar em maiores prevalencias de quedas, que sao as principais causas de lesao, diminuicao da capacidade funcional, declinio da qualidade de vida e morte (Jaclyn e colaboradores, 2011).

O AE possui movimento, de forma geral, com baixa complexidade, algo que pode ser uma vantagem de acordo com o grupo que seja realizado o aquecimento, pois houve melhora apos a intervencao, sendo necessario avaliar qual a necessidade de cada grupo.

Por ser um movimento menos complexo, o AE podera ser mais bem administrado mesmo por treinadores com pouca experiencia e aplicado a individuos com alguma limitacao ou particularidades.

CONCLUSAO

Conclui-se que tanto o AE quanto o TGU apresentaram respostas positivas no ganho de desempenho durante o teste de sentar e alcancar.

Esse resultado possui vies tanto atletico quanto de reabilitacao, haja visto que um aumento de amplitude de movimento da cadeia posterior (isquiotibiais e dorsais) permite uma melhora no desempenho da vida diaria, melhora no padrao de movimento e maior amplitude de movimento durante o exercicio fisico.

Dessa forma, os autores do presente estudo encorajam a utilizam de ambas as tecnicas e o desenvolvimento de novos estudos. Contudo, os autores destacam a complexidade de execucao dos exercicios analisados e indicando que a mesma seja levada em consideracao durante sua escolha.

REFERENCIAS

1-American College of Sports Medicine position stand. Quantity and Quality of Exercise for Developing and Maintaining Cardiorespiratory, Musculoskeletal, and Neuromotor Fitness in Apparently Healthy Adults: Guidance for Prescribing Exercise. Medicine & Science In Sports & Exercise. Vol. 43. Num. 7. p.1334-1359. 2011.

2-Arruda, F.LB.; Faria, L.B.; Silva, V.; Senna, G.W.; Simao, R.; Novaes, J.; Maior, A.S. A influencia do alongamento no rendimento do treinamento de forca. Revista Treinamento Desportivo. Vol. 7. Num. 1. p.1-5. 2006.

3-Ayash, A.; Jones, M. Kettlebell Turkish Get-up: Training toll for injury prevention and performance enhancement. International journal of athletic therapy & training. Vol.17. Num.4. p. 8-13. 2012.

4-Behm, D.; Button, D.; Butt, J. Factors affecting force loss with prolonged stretching. Canadian Journal of applied physiology. Vol. 26. Num. 3. p.261-272. 2001.

5-Bradley, P.S.; Olsen, P.D.; Portas, M.D. The effect of static, ballistic, and proprioceptive neuromuscular facilitation stretching on vertical jump performance. Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 21. Num.1. p. 223-226. 2007.

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9-Myers, T. Trilhos anatomicos. 3a edicao. Manole. 2016.

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11-Rubini, E.C. Treinamento de flexibilidade: da teoria a pratica. Sprint. 2010.

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13-Tsatsouline, P. Enter the Kettlebell! Strength Secret of The Soviet Supermen, Dragon Door Publications.1 edition. 2006.

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15-Wells, K.; Dillon, E. The Sit and Reach-A Test of Back and Leg Flexibility Association for Health. Physical Education and Recreation. Vol. 23. Num. 1. p. 115-118. 1952.

16-Wenos, D.L.; Konin, J.G. Controlled warm-up intensity enhances hip range of motion. Journal of Strength and Conditioning Research. Vol. 18. Num. 3. p. 529-533. 2004.

17-Wilson, J.; Hornbuckle, L.; Kim, J-S.; Ugrinowitsch, L.; Zourdos, M.; Sommer, B.; Panton, L. Effects of static stretching on energy cost and running endurance performance. Journal of Strength & Conditioning Research. Vol. 24. Num. 9. p. 2274-2279. 2014.

18-Young, W.; Elliott, S. Acute Effects of Static Stretching, proprioceptive neuromuscular facilitation Stretching, and Maximum Voluntary Contractions on Explosive Force Production and Jumping Performance. Research Quarterly for Exercise and Sport. Vol. 72. Num. 3. p. 273-279. 2001.

Recebido para publicacao 04/10/2018

Aceito em 25/06/2019

Lucas Rodrigues da Silva (1)

Felipe Soares da Silva (1)

Estevao Rios Monteiro (2)

Victor Goncalves Correa Neto (1)

Felipe da Silva Triani (1)

(1-)Faculdade Gama e Souza (FGS), Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

(2-)Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

E-mails dos autores:

lucasr.silva91@gmail.com

feliipesoaress@gmail.com

profestevaomonteiro@gmail.com

victorgcn@hotmail.com

felipetriani@gmail.com
Tabela 1 - Caracterizacao da amostra por media e desvio padrao.

Caracteristica   media [+ or -] desvio padrao

Idade             28,3 [+ or -] 5,06
Peso (kg)         77,5[+ or -] 7,27
Estatura (m)      1,77 [+ or -] 0,06
IMC              24,77 [+ or -] 1,58
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Author:da Silva, Lucas Rodrigues; da Silva, Felipe Soares; Monteiro, Estevao Rios; Neto, Victor Goncalves C
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:May 1, 2019
Words:3060
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