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Disease severity from passion fruit to identify sources of resistance in field conditions/Severidade de doencas em maracujazeiro para identificacao de fontes de resistencia em condicoes de campo.

INTRODUCAO

As principais especies de maracujazeiro utilizadas comercialmente sao a Passiflora edulis Sims f. flavicarpa Degener (casca roxa e amarela). e a Passiflora alata Curtis (maracujazeiro-doce). Atualmente, o Brasil destaca-se como maior produtor mundial de maracuja, com producao estimada de 920 mil toneladas, produzidas em 62 mil hectares, e 76% da producao representada pela regiao Nordeste. Neste cenario, o Estado da Bahia ocupa posicao de lideranca, sendo responsavel por 52% da area plantada e 50% da producao brasileira (IBGE, 2010). Cerca de 95% desta producao e oriunda do maracujazeiro-azedo.

Apesar da sua ampla importancia economica, existem diversos problemas fitossanitarios que comprometem a produtividade do maracujazeiro no Brasil (MELETTI, 2011). Dentre as principais doencas da cultura, pode-se destacar as de origem fungica, como antracnose (Colletotrichum gloeosporioides Penz.), verrugose ou cladosporiose (Cladosporium herbarum Link), fusariose (Fusarium oxysporum f. sp. passiflorae Gordon apud Purss.), manchaparda e a septoriose (Septoriapassiflorae Sydow); a bacteriose causada por Xanthomonas axonopodis pv. passiflorae e as de natureza virotica, que causam o endurecimento dos frutos, cuja etiologia, no Brasil, e atribuida ao Passionfruit woodiness virus (PWV) e Cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV) (VAN REGENMORTEL et al., 2000, NASCIMENTO et al., 2004).

A grande suscetibilidade da maioria das variedades de maracujazeiro tem levado a reducao da area plantada. Dessa forma, programas de melhoramento tem-se concentrado nao somente em obter variedades com caracteristicas agronomicas desejaveis, mas tambem resistentes as principais doencas. Como o Brasil e considerado o centro de origem de Passiflora, a busca por fontes de resistencia para uso no melhoramento e maximizada em virtude de sua ampla variabilidade genetica.

A quantificacao de doencas pode ser estimada principalmente pela incidencia e severidade (LARANJEIRA et al., 2005). A avaliacao da incidencia e mais facil, precisa e simples, ja a avaliacao da severidade exige a adocao de chaves descritivas, escalas diagramaticas ou a analise de imagens digitalizadas por programas computacionais. Entretanto, a avaliacao para resistencia a doencas nos programas de melhoramento genetico deve utilizar metodos que permitam a obtencao de resultados de forma rapida e confiavel. Por outro lado, o grande numero de acessos de germoplasma e de populacoes segregantes geradas pelo melhoramento dificulta a obtencao de respostas em curto prazo, para direcionar cruzamentos e dirigir a selecao.

No caso do maracujazeiro, existem relatos sobre o uso de escalas descritivas (FISCHER et al., 2009) que apresentam limitacoes por serem subjetivas e nao permitirem um ajuste da acuidade visual na avaliacao dos niveis de severidade. Para minimizar a subjetividade das estimativas de severidade entre os avaliadores, escalas diagramaticas tornam-se uteis para quantificar doencas, pois os resultados sao reprodutiveis, e a avaliacao torna-se mais precisa e acurada (AQUINO et al., 2008; LENZ et al., 2009; CHAGAS et al., 2010).

Considerando-se a escassez de metodos padronizados para quantificar a severidade das principais doencas do maracujazeiro em condicoes de campo, objetivou-se neste trabalho utilizar uma escala de notas para avaliacao da severidade da antracnose, verrugose e endurecimento dos frutos do maracujazeiro, em especies de Passiflora, sob ocorrencia de infestacao natural a campo, visando a identificacao de fontes de resistencia.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi conduzido no campo experimental da Embrapa Mandioca e Fruticultura, localizado em Cruz das Almas-BA, no periodo de abril a julho de 2009, meses de maior ocorrencia de doencas no Reconcavo da Bahia. Setenta e cinco acessos, pertencentes a quatro especies, sendo 57 de Passiflora edulis Sims. (13 de maracujazeiro--roxo e 44 de maracujazeiro-amarelo), oito de P. cincinnata, seis de P alata e quatro de P setacea foram avaliados para a resistencia a antracnose, verrugose e endurecimento dos frutos do maracujazeiro. O delineamento experimental utilizado foi de blocos aumentados, com quatro repeticoes e parcela de dez plantas. Os tratamentos nao comuns foram constituidos por 71 acessos, e os tratamentos, comuns por quatro selecoes de maracujazeiro--amarelo (A17, B20, J20 e M17) e uma variedade comercial (BRS Gigante Amarelo --BRS GA).

O espacamento utilizado foi de 2,6 m entre linhas e de 3,7 m entre plantas. Utilizou-se o sistema de conducao em espaldeira vertical, com um fio de arame liso n 12, a 2 m de altura do solo. Os tratos culturais foram feitos de acordo com recomendacoes da cultura.

Os sintomas da virose do endurecimento dos frutos, antracnose e verrugose foram avaliados em 15 frutos, coletados aleatoriamente na parcela e no inicio do processo de maturacao. A severidade da verrugose tambem foi avaliada nos ramos, sendo coletados tres ramos jovens nas cinco plantas centrais da parcela. No caso do endurecimento dos frutos, foram realizadas avaliacoes na quinta folha (a partir da folha mais jovem), de ramos jovens, nas cinco plantas centrais da parcela. Tambem foi avaliada a distribuicao dos sintomas da virose nas cinco plantas centrais da parcela, observando-se a distribuicao dos sintomas em toda a area ocupada pela planta. Utilizou-se uma escala de notas para todas estas avaliacoes, conforme apresentado nas Tabelas 1 e 2.

Com a finalidade de avaliar a severidade da virose nas folhas (VIFO), verrugose nos frutos e ramos (VEFR e VERA, respectivamente) e antracnose nos frutos (ANFR), adotou-se a seguinte escala: 1,00 a 1,50: resistente (R); 1,51 a 2,50: moderadamente resistente (MR); 2,51 a 3,50: suscetivel (S), e 3,51 a 4,00: altamente suscetivel (AS). Para a reacao dos acessos de maracujazeiro quanto a severidade da virose nos frutos (VIFR) e distribuicao na planta (VIPL), a seguinte escala: 1,00 a 1,30 resistentes; 1,31 a 1,80: moderadamente suscetivel (MS), e acima de 1,81: suscetivel. As avaliacoes foram realizadas por dois avaliadores com experiencia na avaliacao de doencas do maracujazeiro.

Os dados foram analisados, utilizando estatistica nao parametrica. As notas foram transformadas em ranks e analisadas pelo teste de Kruskal-Wallis, ao nivel de 5% de probabilidade. Em seguida, os tratamentos foram comparados pelo teste de Waller-Duncan (p < 0,05). Todas estas analises foram realizadas com o uso do pacote "agricolae", implementado no programa R (R DEVELOPMENT CORE TEAM, 2006).

RESULTADOS E DISCUSSAO

O teste de Kruskall-Wallis revelou diferencas significativas entre os acessos avaliados para todas as doencas, a excecao da severidade da virose nos frutos (VIFR) (Tabela 3). A maior influencia ambiental na expressao dos sintomas da virose nos frutos pode ter contribuido para a nao deteccao de significancia para esta caracteristica, uma vez que se observou variacao de notas de 1,00 a 2,20 (Tabela 4). Adicionalmente, existem relatos de variabilidade para esta caracteristica em germoplasma de base genetica mais restrita, como progenies de maracujazeiro-amarelo (JUNQUEIRA et al., 2003).

A reacao dos acessos de maracujazeiro a severidade das doencas e apresentada na Tabela 4. Com relacao a avaliacao de VIFO, observou-se grande variabilidade entre e dentro das especies estudadas. Entretanto, a maioria dos acessos ava liados (80%) apresentou mosaico e enrugamento das folhas, dentre os quais todos os acessos de P. alata, tres de P. cincinnata, 12 de P. edulis roxo e 39 de P edulis amarelo. Quarenta e dois acessos foram classificados como MR, embora os acessos BGM275, BGM292, BGM312, BGM322, BGM053, BGM332, BGM334, BGM341, BRS Gigante Amarelo, BGM238, BGM242 e BGM272 tenham apresentado sintomas mais amenos da doenca com tendencia ao aparecimento de poucos sintomas. Por outro lado, os acessos BGM121 (P edulis amarelo), BGM342 (P cincinnata) e BGM237 (P. setaceae) comportaram-se como resistentes a VIFO (Tabela 4).

O intuito de promover a avaliacao de especie de Passiflora, sobretudo P cincinnata e P setacea, deve-se ao fato de que observacoes de campo indicaram que estas especies tendem a apresentar sintomas mais leves da virose do endurecimento dos frutos. De fato, Junqueira et al. (2005) avaliaram a resistencia das especies P actinia, P caerulea, P. setacea e P. coccinea a virose do endurecimento nas folhas e constataram alto nivel de resistencia nestas especies, inclusive nas plantas oriundas do cruzamento destas especies com P edulis amarelo. Entretanto, nossos dados indicam que ha uma grande variacao dentro destas especies e que a recomendacao de uso destas especies deve levar em consideracao a origem do acesso.

A identificacao de fontes de resistencia a viroses do maracujazeiro constitui-se em uma atividade prioritaria nos programas de melhoramento genetico, por se tratar de uma doenca generalizada nas principais regioes produtoras do Brasil. Assim, a avaliacao da resistencia a virose em progenies melhoradas de maracujazeiro-amarelo tem sido realizada, embora os resultados demonstrem que, na maioria dos casos, as plantas sao classificadas de medianamente resistentes a suscetiveis (LEAO et al., 2006). No presente trabalho, indicacao de resistencia em P. edulis amarelo abre novas perspectivas para acelerar o desenvolvimento de variedades resistentes a doenca, tendo em vista que nao haveria os problemas inerentes ao uso de especies silvestres muito distantes geneticamente das variedades comerciais.

Embora nao tenha sido detectada diferenca estatistica entre os acessos avaliados para VIFR, verifica-se uma variacao nas notas para esta doenca de 1,0 a 2,2, sendo considerados, respectivamente como frutos normais, sem deformacao e frutos ligeiramente deformados, com ou sem manchas (Tabela 4). Seis acessos de P cincinnata, nove de P. edulis roxo, 16 de P edulis amarelo e quatro de P setacea foram considerados resistentes a VIFR. O acesso BGM121 apresentou nota de 1,60, interme diaria a escala de nota de 1 a 3, enquanto os outros acessos, tidos como resistentes a VIFO (BGM342 e BGM237), nao apresentaram deformacao nos frutos. Outros tres acessos de P. cincinnata, cinco de P. edulis roxo, cinco de P. edulis amarelo e tres de P. setacea apresentaram o mesmo comportamento, constituindo-se em excelentes fontes de resistencia a doenca (Tabela 4).

Quanto a distribuicao da virose nas plantas de maracujazeiro (VIPL), os acessos BGM322, BGM053, BGM168, BGM216, BGM277, BGM158, BGM237, BGM242 e BGM272, pertencentes as especies P cincinnata, P edulis roxo, P. setacea e P edulis amarelo, foram os mais resistentes (nota 1,00), embora os acessos BGM292, BGM238, BGM140, BGM188 e BGM023 tambem sejam considerados resistentes (nota 1,20). Por outro lado, o comportamento destes acessos quanto a VIFO pode ser considerado de MS a S, com notas variando de 1,60 a 2,60. Isto indica a presenca de certa severidade da virose, embora estejam presentes em poucas folhas, em comparacao ao volume de copa apresentado por estes acessos, o que pode indicar constituir--se em mecanismo de resistencia a doenca. Esta hipotese corrobora as observacoes para a especie P setacea (BGM237, BGM242 e BGM272), na qual nao se observam sintomas da virose nos frutos e baixa distribuicao na planta, embora seja possivel observar folhas com mosaico leve e algumas deformacoes.

Os acessos BGM342, BGM237 e BGM121 apresentaram notas variando de 1,40 a 1,60 para VIPL, o que indica algum grau de tolerancia a distribuicao da doenca na planta. Por outro lado, as testemunhas J20, M17, A17, B20 e BRS Gigante Amarelo apresentaram sintomas mais acentuados da VIFO (variacao de 1,86 a 2,22), mais leves para VIFR (1,12 a 1,72) e moderados para VIPL (1,60 a 2,00) (Tabela 4).

A reacao dos acessos de maracujazeiro a verrugose nos frutos tambem demonstra a alta variabilidade para a resistencia ao patogeno. De modo geral, os acessos de maracujazeiro-amarelo e roxo foram os mais suscetiveis aos sintomas da doenca nos frutos. Apenas dois acessos de P setacea (BGM242 e BGM272) apresentaram imunidade ao fungo. Os outros dois acessos desta especie (BGM237 e BGM238) apresentaram frutos com ate 10% da area coberta por lesoes, demonstrando vulnerabilidade ao patogeno, sendo considerados resistentes. Outros tres acessos de P. alata, tres de P. cincinnata, seis de P. edulis roxo, 16 de P. edulis amarelo e um de P. setacea foram considerados MR. Dentre estes, os acessos de P alata (BGM235), P edulis roxo (BGM022 e BGM029) e de P edulis amarelo (BGM188 e BGM341) apresentaram a menor severidade a VEFR (notas de 1,60 a 1,80), embora a analise de Waller-Duncan nao demonstre diferenca estatistica entre estes e os demais acessos, com notas ate 2,82 (Tabela 4).

Ao analisar cinquenta acessos de maracujazeiro-amarelo em condicoes de campo, Miranda (2004) observou moderada resistencia a verrugose. Resultados similares tambem foram observados por Abreu (2006), que nao encontrou diferencas significativas entre cinco genotipos avaliados em relacao a severidade da verrugose nos frutos, apresentando variacao de 4,18 a 5,30% da superficie do fruto coberta com lesoes. As inconsistencias nestas indicacoes do grau de resistencia do maracujazeiro a verrugose pode ser devido as condicoes ambientais de analise e mesmo a presenca de diferencas na agressividade do patogeno, conforme relatos de Goncalves (2011).

Os sintomas da verrugose nos ramos foram mais severos nos acessos de maracujazeiro-amarelo e roxo. Entretanto, alguns acessos de P edulis foram considerados resistentes, tais como BGM007, BGM181, BGM205, BGM208, BGM215 e BGM 332, com notas menores que 1,50. Outra especie que foi acometida pela alta severidade da verrugose no ramo foi P cincinnata com notas variando de 1,80 a 3,20. Por outro lado, acessos de P setacea (BGM237) e de P. alata (BGM230, BGM232, BGM162 e BGM163) tambem se comportaram como resistentes. Cinquenta e cinco acessos foram classificados como MR, e outros nove, como S.

Em relacao aos sintomas da antracnose nos frutos (ANFR), os acessos altamente suscetiveis, com notas variando de 3,60 a 3,80, sao de P edulis. Outros seis acessos de P. edulis roxo e 26 de P. edulis amarelo foram classificados como suscetiveis (Tabela 4). Nao foram observados sintomas da verrugose nos frutos, nos acessos de P alata (BGM230, BGM232, BGM163, BGM162, BGM004 e BGM235), P. cincinnata (BGM268, BGM292 e BGM342), P. edulis amarelo (BGM064) e a maioria de P. setaceae (BGM237, BGM242, BGM272 e BGM238).

Junqueira et al. (2003) observaram diferencas significativas em progenies de maracujazeiro-amarelo quanto a reacao a antracnose nos frutos, porem nao foi observado resistencia completa. A ausencia de resistencia completa dentro da especie P edulis amarela tambem foi relatada por outros autores (MARTINS, 2006; BOUZA, 2009). O hibrido BRS Gigante Amarelo, utilizado como testemunha, comportou-se como moderadamente resistente a antracnose nos frutos, enquanto as outras testemunhas foram consideradas suscetiveis. Este mesmo comportamento foi relatado por Bouza (2009).

CONCLUSOES

1--A escala de notas proposta permite a identificacao da variabilidade dos acessos de maracujazeiro para resistencia a doencas foliares e de frutos, de forma rapida e discriminatoria.

2--De modo geral, acessos de maracujazeiro-amarelo e roxo sao mais suscetiveis a virose do endurecimento dos frutos, antracnose e verrugose, enquanto especies silvestres de Passiflora, a exemplo de P. setacea, possuem resistencia a uma ampla gama de doencas.

3--A existencia de niveis variados de resistencia a virose, antracnose e verrugose em P. edulis (maracujazeiro-amarelo e roxo) abre perspectivas para rapida introducao destes genes em variedades comerciais, de forma a evitar o uso de especies silvestres que aumentam o tempo de obtencao de variedades com frutos de qualidade para atendimento das exigencias do mercado.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao CNPq, FAPESB e CAPES, pelo auxilio financeiro. T.L.S. agradece a CAPES e E.J.O., ao CNPq, pela concessao das bolsas.

REFERENCIAS

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(1) (Trabalho 134-12). Recebido em: 10-04-2012. Aceito para publicacao em: 01-04-2013.

(2) Dr. Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Rua da Embrapa, s/n, Caixa Postal 007, 44380-000 Cruz das Almas (BA). E-mail: eder.oliveira@embrapa.br

(3) Bolsista PNPD/CAPES, Universidade Federal do Reconcavo da Bahia, Campus Universitario de Cruz das Almas, 44380-000 Cruz das Almas (BA). E-mail: cristiane.barbosa@embrapa.br

(4) Dra. Pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Rua da Embrapa, s/n, Caixa Postal 007, 44380-000 Cruz das Almas (BA). E-mail: barbosa@cnpmf.embrapa.br

(5) Dr. Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Rua da Embrapa, s/n, Caixa Postal 007, 44380-000 Cruz das Almas (BA). E-mail: hermes.santos@embrapa.br

(6) Dr. Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Rua da Embrapa, s/n, Caixa Postal 007, 44380-000 Cruz das Almas (BA). E-mail: onildo.nunes@embrapa.br
TABELA 1--Escala de notas utilizada para avaliacao de sintomas do
virus do endurecimento dos frutos nas folhas, frutos e plantas de
maracujazeiro, com adaptacoes de Novaes e Rezende (1999).

Notas                    Sintomatologia visual

                    Folhas                         Fruto

1        Folha sem sintoma de mosaico   Fruto normal, sem deformacao

2         Folha apresentando mosaico         Fruto ligeiramente
            leve e sem deformacoes         deformado, com ou sem
                   foliares                       manchas

3         Folha apresentando mosaico     Fruto totalmente deformado
          leve, bolhas e deformacoes        com manchas e forte
                   foliares               endurecimento dos frutos

4         Folha apresentando mosaico                 --
         severo, bolhas e deformacoes
                   foliares

Notas         Sintomatologia visual

                    Planta

1        Planta pouco infectada, com
          sintomas leves de mosaico,
          com pouco enrugamento das
                    folhas

2            Planta medianamente
          infectada, com sintomas de
          mosaico e enrugamento das
                    folhas

3             Planta severamente
          infectada, com sintomas de
         mosaico e enrugamento severo
                  das folhas

4                     --

TABELA 2-Escala de notas utilizada para avaliacao de sintomas da
verrugose e antracnose nos frutos, e verrugose nos ramos de
maracujazeiro com adaptacoes de Junqueira et al. (2003).

Notas                        Sintomatologia visual

1        Ausencia de sintomas
2        Ate 10% da superficie do fruto/ramo coberto com lesoes
3        De 11 a 30% da superficie do fruto/ramo coberto com lesoes
4        Acima de 31% da superficie do fruto/ramo coberto com lesoes

TABELA 3--Valores do teste de Kruskal-Wallis para a severidade das
doencas do maracujazeiro.

Variaveis(1)    Valor do teste      Valor p (2)

VIFO                 1,764            0,000*
VIFR                 1,302            0,059ns
VIPL                 1,551            0,000*
VEFR                 1,472            0,000*
VERA                 1,267            0,000*
ANFR                 2,475            0,000*

(1) VIFO, VIFR e VIPL = severidade da virose nas folhas, frutos e
distribuicao na planta, respectivamente; VEFR e VERA = severidade da
verrugose nos frutos e ramos, respectivamente; ANFR = severidade da
antracnose no fruto, (2) probabilidade do erro (p< 0,05); ns = nao
significativo. * = significativo a 5% de probabilidade, pelo teste de
Kruskal-Wallis.

TABELA 4--Rank medio da severidade da virose nas folhas (VIFO), frutos
(VIFR), distribuicao na planta (VIPL), verrugose nos frutos (VEFR) e
ramos (VERA) e antracnose nos frutos (ANFR) em 75 acessos de
maracujazeiro.

Acessos                                  Ranks
            Especies
               (1)          VIFO         VIFR        VIPL

A17           Pe-a       2,2 abcdef     1,36 a      1,32 ab
B20           Pe-a      2,06 abcdef     1,12 a      1,36 ab
BGM004         Pa        2,6 abcdef      1,8 a      2,4 ab
BGM007        Pe-a       2,6 abcdef      1,8 a      1,8 ab
BGM009        Pe-r       2,6 abcdef      2,2 a      1,6 ab
BGM016         Pc        2,7 abcdef      1,6 a      2,0 ab
BGM017        Pe-a       2,3 abcdef      2,0 a      1,4 ab
BGM022        Pe-r       2,9 abcde       1,0 a      1,6 ab
BGM023        Pe-r       2,8 abcde       1,2 a      1,2 ab
BGM028        Pe-a       2,1 abcdef      1,8 a      1,8 ab
BGM029        Pe-r       2,4 abcdef      1,2 a      1,8 ab
BGM033        Pe-r       2,7 abcdef      1,8 a      1,6 ab
BGM034        Pe-a        3,0 abcd       1,8 a      2,2 ab
BGM041        Pe-a         3,3 ab        1,8 a      1,6 ab
BGM043        Pe-r       2,6 abcdef      1,2 a      1,8 ab
BGM044        Pe-r       2,8 abcde       1,2 a      2,0 ab
BGM048        Pe-a       2,9 abcde       2,0 a      1,6 ab
BGM049        Pe-a       2,8 abcde       1,6 a      2,2 ab
BGM051        Pe-a         3,2 ab        2,2 a      2,4 ab
BGM053        Pe-r       1,8 bcdef       1,0 a       1,0 b
BGM064        Pe-a       2,7 abcdef      1,8 a      2,4 ab
BGM071        Pe-a       2,2 abcdef      1,4 a      1,4 ab
BGM076        Pe-r       2,0 abcdef      1,8 a      1,8 ab
BGM078        Pe-a       2,6 abcdef      2,2 a      1,6 ab
BGM079        Pe-a       2,5 abcdef      1,4 a      1,4 ab
BGM092        Pe-r        3,1 abc        1,0 a      2,0 ab
BGM094        Pe-a       2,7 abcdef      1,2 a      2,4 ab
BGM116        Pe-r       2,8 abcde       1,0 a      1,4 ab
BGM121        Pe-a         1,2 f         1,6 a      1,4 ab
BGM123        Pe-a       2,2 abcdef      1,4 a      1,6 ab
BGM140        Pe-a       1,9 abcdef      1,0 a      1,2 ab
BGM158        Pe-a       2,2 abcdef      1,6 a       1,0 b
BGM162         Pa        2,8 abcde       1,8 a      1,6 ab
BGM163         Pa        2,4 abcdef      1,6 a      2,0 ab
BGM168        Pe-r       2,1 abcdef      1,0 a       1,0 b
BGM181        Pe-a       2,4 abcdef      2,2 a      1,6 ab
BGM185        Pe-a       2,9 abcde       1,8 a      1,6 ab
BGM186        Pe-a       2,5 abcdef      1,2 a      2,0 ab
BGM188        Pe-a       20, abcdef      1,2 a      1,2 ab
BGM205        Pe-a       2,6 abcdef      1,4 a      1,4 ab
BGM208        Pe-a       2,6 abdef       1,0 a      2,2 ab
BGM215        Pe-a       1,9 abcdef      1,0 a      1,4 ab
BGM216        Pe-a       2,6 abcdef      1,0 a       1,0 b
BGM222        Pe-a       2,9 abcde       2,0 a      1,6 ab
BGM227        Pe-a       2,9 abcde       1,2 a      2,2 ab
BGM229        Pe-r       2,8 abcde       1,4 a      1,6 ab
BGM230         Pa        2,8 abcde       1,6 a      2,0 ab
BGM232         Pa          3,4 a         1,4 a       2,6 a
BGM235         Pa        2,4 abcdef      1,4 a      1,8 ab
BGM237         Ps         1,5 def        1,0 a       1,0 b
BGM238         Ps         1,6 cdef       1,0 a      1,2 ab
BGM242         Ps        1,8 bcdef       1,0 a       1,0 b
BGM268         Pc        2,0 abcdef      1,2 a      2,0 ab
BGM272         Ps        1,8 bcdef       1,0 a       1,0 b
BGM274         Pc        2,4 abcdef      1,0 a      2,0 ab
BGM275         Pc         1,6 cdef       1,4 a      1,6 ab
BGM277        Pe-a       2,4 abcdef      1,2 a       1,0 b
BGM292         Pc         1,6 cdef       1,0 a      1,2 ab
BGM311        Pe-a       2,5 abcdef      1,4 a       2,6 a
BGM312         Pc        1,8 bcdef       1,0 a      1,4 ab
BGM322         Pc        1,8 bcdef       1,2 a       1,0 b
BRS GA        Pe-a       1,86 bcdef     1,34 a      1,62 ab
BGM332        Pe-a        1,6 cdef       1,2 a      1,6 ab
BGM333        Pe-a       2,0 abcdef      1,0 a      1,4 ab
BGM334        Pe-a        1,6 cdef       1,2 a      1,8 ab
BGM335        Pe-a       2,4 abcdef      1,4 a      1,4 ab
BGM336        Pe-a       2,6 abcdef      1,2 a      1,8 ab
BGM337        Pe-a       2,2 abcdef      1,6 a      1,6 ab
BGM338        Pe-a       2,4 abcdef      1,4 a      1,8 ab
BGM339        Pe-a       2,2 abcdef      1,2 a      2,0 ab
BGM340        Pe-a       2,2 abcdef      1,6 a      2,4 ab
BGM341        Pe-a        1,6 cdef       1,6 a      2,4 ab
BGM342         Pc          1,4 ef        1,0 a      1,4 ab
J20           Pe-a      1,98 abcdef     1,72 a      1,38 ab
M17           Pe-a      2,22 abcdef     1,28 a      1,32 ab

Acessos                      Ranks

                VEFR          VERA           ANFR

A17          2,46 abcd      1,66 ab      2,54 abcdefg
B20          2,38 abcd      1,88 ab      2,54 abcdefg
BGM004        2,0 abcd       1,8 ab         1,0 g
BGM007         3,4 ab        1,4 ab       2,8 abcdef
BGM009        2,4 abcd       1,6 ab      2,2 abcdefg
BGM016        3,0 abc        2,4 ab       1,8 cdefg
BGM017        2,0 abcd       2,2 ab        3,4 abc
BGM022        1,8 abcd       1,6 ab         3,6 ab
BGM023        2,8 abcd       2,2 ab       3,0 abcde
BGM028        2,4 abcd       2,2 ab       2,8 abcdef
BGM029        1,8 abcd       2,4 ab      2,4 abcdefg
BGM033        3,0 abc        2,2 ab         3,8 a
BGM034        3,2 abc        2,4 ab       3,0 abcde
BGM041        2,6 abcd       2,0 ab       1,8 cdefg
BGM043        3,2 abc        2,2 ab        3,4 abc
BGM044        2,6 abcd       2,6 ab       2,8 abcdef
BGM048        2,8 abcd       2,4 ab       2,0 bcdefg
BGM049         3,6 a         2,2 ab       2,8 abcdef
BGM051        2,8 abcd       2,0 ab        3,4 abc
BGM053        3,2 abc        2,6 ab      2,2 abcdefg
BGM064        3,2 abc        3,2 a          1,2 fg
BGM071        2,6 abcd       2,0 ab       2,0 bcdefg
BGM076        2,8 abcd       2,4 ab      2,2 abcdefg
BGM078        2,8 abcd       1,6 ab      2,6 abcdefg
BGM079        3,2 abc        1,6 ab        3,4 abc
BGM092        2,2 abcd       2,0 ab        3,4 abc
BGM094        2,8 abcd       2,4 ab      2,2 abcdefg
BGM116        2,4 abcd       2,2 ab        3,2 abcd
BGM121        2,2 abcd       2,6 ab      2,6 abcdefg
BGM123        3,0 abc        2,0 ab       2,8 abcdef
BGM140        2,6 abcd       2,0 ab       2,8 abcdef
BGM158        2,6 abcd       2,6 ab      2,6 abcdefg
BGM162        3,0 abc        1,4 ab         1,0 g
BGM163        3,0 abc        1,2 b          1,0 g
BGM168        2,6 abcd       1,6 ab        1,4 efg
BGM181        3,0 abc        1,4 ab        3,4 abc
BGM185        2,8 abcd       2,0 ab       2,8 abcdef
BGM186        2,6 abcd       2,8 ab        3,2 abcd
BGM188        1,6 bcd        2,0 ab         3,8 a
BGM205        2,6 abcd       1,4 ab      2,6 abcdefg
BGM208        2,4 abcd       1,4 ab         3,6 ab
BGM215        2,6 abcd       1,4 ab        1,4 efg
BGM216        2,0 abcd       1,6 ab      2,6 abcdefg
BGM222        2,6 abcd       1,8 ab       2,8 abcdef
BGM227        2,2 abcd       2,4 ab       1,8 cdefg
BGM229        2,4 abcd       2,8 ab       3,0 abcde
BGM230        2,4 abcd       1,2 b          1,0 g
BGM232        2,6 abcd       1,2 b          1,0 g
BGM235        1,8 abcd       1,6 ab         1,2 fg
BGM237         1,4 cd        1,2 b          1,0 g
BGM238        1,6 bcd        2,4 ab         1,0 g
BGM242         1,0 d         1,6 ab         1,0 g
BGM268        2,4 abcd       2,2 ab         1,0 g
BGM272         1,0 d         2,2 ab         1,0 g
BGM274         1,4 cd        2,0 ab        1,4 efg
BGM275        2,0 abcd       2,2 ab       1,8 cdefg
BGM277        2,2 abcd       1,8 ab       1,8 cdefg
BGM292        2,8 abcd       2,2 ab         1,0 g
BGM311        2,2 abcd       1,8 ab      2,6 abcdefg
BGM312        2,6 abcd       1,8 ab        1,4 efg
BGM322        2,6 abcd       3,2 a         1,6 defg
BRS GA       2,82 abcd      1,84 ab      2,06 abcdefg
BGM332        2,6 abcd       1,4 ab       2,0 bcdefg
BGM333        2,4 abcd       2,0 ab       2,8 abcdef
BGM334        2,2 abcd       2,0 ab      2,6 abcdefg
BGM335         3,4 ab        2,4 ab        3,2 abcd
BGM336        2,4 abcd       1,6 ab      2,2 abcdefg
BGM337        2,6 abcd       2,0 ab       2,0 bcdefg
BGM338        2,4 abcd       1,6 ab       2,0 bcdefg
BGM339        3,0 abc        2,0 ab      2,4 abcdefg
BGM340        2,6 abcd       2,0 ab       2,0 bcdefg
BGM341        1,8 abcd       2,0 ab       1,8 cdefg
BGM342        2,2 abcd       2,6 ab         1,0 g
J20           3,02 abc       1,8 ab      2,88 abcdef
M17           2,92 abc      1,88 ab      2,98 abcdef

(1) Pa = P. alata; Pc = P. cincinnata; Pe-r = P. edulis roxo; Pe-a =
P. edulis amarelo, e Ps = P. setacea. Medias seguidas por mesma letra
na coluna nao diferem entre si, pelo teste de Kruskal-Wallis, a 5% de
probabilidade.
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Article Details
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Title Annotation:texto en portugues
Author:De Oliveira, Eder Jorge; Soares, Taliane Leila; de Jesus Barbosa, Cristiane; Santos-Filho, Hermes Pe
Publication:Revista Brasileira de Fruticultura
Date:Jun 1, 2013
Words:5327
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