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Differentiation of arboreal vegetation in three sectors of a forest fragment related to its historical disturbances/ Diferenciacao da vegetacao arborea de tres setores de um remanescente florestal relacionada ao seu historico de perturbacoes.

INTRODUCAO

A maior parte dos problemas ambientais que provocam mudancas na distribuicao e abundancia dos organismos e decorrente da fragmentacao antropica, que e considerada o principal agente de reducao da biodiversidade (PEREIRA; OLIVEIRA FILHO; LEMOS FILHO, 2007; LAURANCE et al., 2011; HORNER et al., 2012). Sabe-se que, ao longo da sucessao, os processos ecologicos em florestas secundarias sao fortemente influenciados por fatores de disturbio, como frequencia de queimadas, pastejo e outros fatores antropicos (MARTINEZ-GARZA; HOWE, 2003; HORNER et al., 2012). Neste processo, a velocidade de regeneracao muitas vezes e determinada pela intensidade dos disturbios, atuando sobre a diversidade e estrutura da comunidade vegetal (CANTARELLO et al, 2011; HORNER et al., 2012, IMAI et al., 2012).

A regiao do Alto Rio Grande, que compoe o Dominio Atlantico, possui um historico de perturbacoes antropicas que remonta aos primordios da colonizacao portuguesa em Minas Gerais, em fins do seculo XVII, advindo das atividades de mineracao, agricultura e pecuaria (DEAN, 1996; VILELA, 2007). Nesta regiao, a cobertura florestal esta reduzida a fragmentos esparsos, em sua maior parte com menos de 10 ha, visto que a ocorrencia da vegetacao arborea coincidia com os solos mais ferteis e umidos e, portanto, mais visados pela agropecuaria (OLIVEIRA FILHO; SCOLFORO; MELLO, 1994; OLIVEIRA FILHO; MELLO; SCOLFORO, 1997).

Diversos estudos foram realizados nos remanescentes florestais do Alto Rio Grande e alguns relacionaram as caracteristicas da vegetacao com impactos de origem antropica (OLIVEIRA FILHO; SCOLFORO; MELLO, 1994; OLIVEIRA FILHO; MELLO; SCOLFORO, 1997; NUNES et al., 2003; PEREIRA; OLIVEIRA FILHO; LEMOS FILHO, 2007; MACHADO et al., 2008). Estudos deste tipo permitem compreender como a vegetacao se comporta quando sujeita a diferentes formas de perturbacoes. Entretanto, na maioria das vezes tem-se poucas informacoes sobre o historico das areas, o que dificulta inferir sobre o status atual da vegetacao em relacao a parametros ecologicos e conservacionistas.

Partindo da assertiva de que a comparacao de parametros fitossociologicos entre comunidades arboreas fornece importantes respostas sobre a influencia de disturbios antropicos (IMAI et al., 2012), este trabalho teve como objetivo comparar tres setores de um remanescente de Floresta Estacionai Semidecidual, situado no Municipio de Itumirim, Minas Gerais, atraves da composicao e estrutura da vegetacao arborea. Pela analise dos dados buscou-se verificar se os setores diferem entre si, relacionando as caracteristicas da vegetacao ao seu historico de perturbacoes.

MATERIAL E METODOS

Caracterizacao da area de estudo

A area de estudo esta situada proxima as coordenadas geograficas 21 [degrees] 16'35"S e 44[degrees]49'34"W. no Municipio de Itumirim, localizado no alto Rio Grande, sul de Minas Gerais. O climae do tipo Cwa, caracterizado por invernos secos e veroes chuvosos. A temperatura media anual e de 19,4[degrees]C (media de 15,8[degrees]C em julho e 22,1[degrees]C em fevereiro) e a precipitacao normal anual e de 1530 mm, sendo julho o mes mais seco (23 mm) e dezembro o mes mais chuvoso (296 mm) (BRASIL, 1992).

O trabalho foi conduzido em um remanescente florestal com cerca de 10 ha, com altitude variando entre 920 e 956 m. A vegetacao e classificada como Floresta Estacionai Semidecidual Montana (VELOSO; RANGEL FIHO; LIMA, 1991). Para efeito de comparacao, o remanescente foi considerado em tres setores: o setor A, que possui 2,5 ha e esta situado em uma vertente pouco inclinada, a oeste; o setor B, com 3 ha e nas mesmas condicoes de relevo, situado na vertente oposta; e o setor C, com 3 ha, que esta situado em uma area de relevo acidentado, ao sul dos demais setores, e onde estao localizadas as nascentes do curso de agua que separa os setores A e B. Quanto aos tipos de solo (EMBRAPA, 2006), no setor A predomina o Latossolo Vermelho Amarelo distrofico tipico, mesmo tipo predominante no setor B. Ja no setor C predominam o Cambissolo Haplico Tb distrofico tipico e o Neossolo Fluvico Tb distrofico tipico.

De acordo com informacoes dos moradores locais, o setor A foi submetido a corte raso, seguido de queima em 1965. Apos um ano de cultivo, a area foi convertida em pastagem, que foi abandonada depois do segundo ano. A vegetacao que se estabeleceu passou a sofrer cortes seletivos de madeira e a ser esporadicamente acessada pelo gado. O setor B anteriormente era conectado a outro remanescente, situado na mesma vertente. Em 1965, a area, hoje existente entre esse remanescente e o setor B, foi submetida a corte raso. Nessa area, houve alternancia entre cultivos e pastagem, sendo que na maior parte dos anos o gado teve acesso ao setor. No entanto, o local em que foi feita a amostragem nunca sofreu corte raso e mesmo a extracao seletiva de madeira, quando ocorreu, foi feita com pouca frequencia. Ja sobre o setor C, as informacoes sao de que este nunca sofreu intervencoes antropicas.

Coleta e analise dos dados

Foram locadas, em cada setor, 24 parcelas de 10 X 10 m, com 4 m de distancia entre si. Dentro delas foram medidos os diametros a 1,3 m de altura (DAP) de todos os individuos arboreos vivos que apresentaram medida igual ou superior a 5 cm. A identificacao botanica seguiu os criterios do Angiosperm Phylogeny Group (APG, 2003). A normalidade dos dados foi verificada pelo teste D'Agostino-Pcarson. Em seguida foram realizadas analises de variancia (ANOVA) e testes Tukey (ZAR, 1996). Estas analises foram feitas no programa BioEstat 5.0. Foram calculados o indice de diversidade de Shannon (H), a equabilidade de Pielou (J) (BROWER; ZAR, 1984) e os estimadores jackknife de primeira e segunda ordem, os quais estimam o numero total de especies a partir da heterogeneidade da amostra (PALMER, 1991). Os indices de Shannon foram comparados pelo teste t de Hutchenson. Os individuos amostrados foram distribuidos em classes de diametro, empregando intervalos com amplitudes crescentes para compensar o decrescimo da densidade nas maiores classes (BOTREL et al., 2002). Foi tambem calculado o valor de importancia (VI) das especies, que e dado pela soma da densidade, frequencia e dominancia, em termos relativos (MUELLERDOMBOIS; ELLENBERG, 1974). Com os VI foram elaborados ranks para as especies, com o fim de identificar as mais importantes em cada setor. Para verificar se os tres setores se distinguem em funcao da distribuicao das especies nas parcelas foi feita uma Analise de Correspondencia Retificada (DCA) (BRAAK, 1987). Para isso, utilizou-se uma matriz com a abundancia das especies e outra contendo uma variavel categorica correspondente ao setor de cada parcela. Como recomendado por Braak (1995), os dados de abundancia foram logaritmizados (ln (x + 1)) para compensar os desvios provocados por valores muito discrepantes.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Foram amostrados 1228 individuos arboreos, sendo 533 no setor A, 358 no setor B e 337 no setor C. Os individuos foram classificados em 154 especies pertencentes a 55 familias. O setor A apresentou 37 familias e 95 especies; o setor B, 33 familias e 79 especies; e o setor C, 39 familias e 88 especies. Estes valores mostraram diferencas significativas entre os setores pela analise de variancia. Entretanto, o teste Tukey indicou que nao ha diferencas significativas entre as medias quando comparados os setores B e C (Tabela 1).

A abundancia do setor A representa 43,4% do total de individuos amostrados. O setor foi tambem o mais rico em especies e familias, o que provavelmente se deve ao corte raso seguido da queima, realizadohamais de 40 anos. Sabe-se que este tipo de perturbacao estimula o crescimento vegetal, iniciando o periodo sucessional e, com o passar do tempo, as especies luminicas passam a coexistir com as que se estabelecem sob elas, o que proporciona maior abundancia (CONNELL; SLATYER, 1977; OLIVEIRA FILHO; MELLO; SCALFORO, 1997; TABARELLI; MANTOVANI, 1999; OMEJA et al., 2011; IMAI et al., 2012). O fato dos setores B e C nao terem diferido significativamente entre si pode ser devido a ausencia de corte raso, ja que valores equivalentes de abundancia podem ocorrer em areas com condicoes sucessionais semelhantes (UHL; MURPHY, 1981; WILLIAMS-LINERA; LOREA, 2009; MAGNAGO et al., 2011; IMAI et al., 2012).

A diversidade de especies, avaliada pelo indice de Shannon, variou de 3,76 nats/individuo no setor B a 3,93 nats/individuo no setor C (Tabela 1). De acordo com o teste t de Hutchenson, nao houve diferenca significativa entre os setores A e B e entre A e C. A equabilidade de Pielou variou de 0,84 no setor A a 0,88 no setor C. Os estimadores jackknife indicaram maior riqueza potencial para o setor A, seguido pelo setor C. Avaliando o setor C, sua maior diversidadeprovavelmente se deve aheterogeneidade ambiental, com variacao de solos e relevo, uma vez que cada combinacao de variaveis ambientais pode corresponder a diferentes dominancias ecologicas (TERBORGH, 1992; CARVALHO et al., 1995; RODRIGUES et al., 2003; HORNER et al., 2012). Este setor tambem apresentou maior equabilidade, indicando melhor distribuicao dos individuos nas especies. O fato da diversidade no setor A nao diferir significativamente da apresentada pelo setor C, que possui a maior diversidade, e de B, que possui a menor, deve-se a ocorrencia simultanea de especies com capacidade de colonizar diferentes ambientes e que normalmente ocorrem em estagios iniciais e intermediarios de regeneracao (TABARELLI; MANTOVANI, 1999; NUNES et al., 2003; OMEJA et al., 2011; IMAI et al., 2012). A equabilidade do setor A tambem mostra que, dentre os tres setores, ele e o que possui a pior distribuicao de individuos nas especies, indicando que ainda nao houve pressao seletiva suficiente para proporcionar exclusao (OLIVEIRA FILHO et al., 2004). Quando comparados os estimadores de riqueza jackknife, os maiores valores do setor A tambem sugerem uma condicao sucessional mais baixa, mostrando que ha um maior acumulo de especies em funcao de sua area. O setor A e seguido pelo C, que apresenta maior heterogeneidade ambiental. Ja o setor B possui valores de riqueza caracteristicos de floresta madura, provavelmente devido a ausencia de corte raso, o que esta de acordo com a literatura que afirma que a riqueza e a diversidade de especies em florestas tropicais frequentemente sao menores em florestas maduras que naquelas que sofrem disturbios intensos (BROWN; LUGO, 1990; TABARELLI; MANTOVANI, 1999; IMAI et al., 2012). Assim, a menor riqueza do setor B em relacao ao setor C pode ser justificada pela ausencia de influencia riparia e relevo movimentado, fatores que condicionam maior diversidade de habitat, implicando em maior riqueza de especies (TERBORGH, 1992; RODRIGUES et al, 2003; JONES; SZYSKA; KESSLER 2011; GUILHERME et al., 2012; SCIPIONI et al., 2012). Os impactos decorrentes do pisoteio pelo gado tambem podem ter atuado na reducao da diversidade do setor B, visto que este tipo de perturbacao pode alterar a composicao e a estrutura da vegetacao em florestas tropicais (WILLIAMS-LINERA; LOREA, 2009; CANTARELLO et al., 2011; HORNER et al., 2012).

Quanto a distribuicao diametrica, o setor A apresentou maior abundancia nas classes 5 < 10 cm e 10 < 20 cm. Este setor foi superado por C e B na classe 20 < 40 cm e por B e C na classe 40 < 80 cm (Figura 1). A maior densidade de individuos nas menores classes esta de acordo com as afirmacoes de que florestas em estagios menos avancados de regeneracao possuem alto numero de individuos com menores diametros (UHL; MURPHY, 1981; TABARELLI; MANTOVANI, 1999; CARVALHO; NASCIMENTO, 2009; MAGNAGO et al., 2011; FINOTTI et al., 2012). Tambem cabe observar as menores densidades nas classes dos setores B e C (Tabela 2), que nao sofreram perturbacao por corte raso, ja que a reducao na densidade total de individuos e considerada tipica com o avanco sucessional (BROWN; LUGO, 1990; TABARELLI; MANTOVANI, 1999, CANTARELLO et al., 2011; MAGNAGO et al., 2011; IMAI et al., 2012).

Com relacao ao VI, tem-se no setor A Copaifera langsdorffii, Cordia sellowiana e Cupania vernalis como as especies mais importantes. No setor B, estas foram Copaifera langsdorffii, Trichilia catigna e Cheiloclinium cognatum. Ja no setor C, Copaifera langsdorffii, Nancleopsis oblongifolia e Protium spriiceamim foram as que apresentaram os maiores VI (Tabela 3).

[FIGURE 1 OMITTED]

Copaifera langsdorffii, especie com maior VI nos tres setores, e dominante na maioria dos remanescentes florestais do centro-sul de Minas Gerais (OLIVEIRA FILHO; SCOLFORO; MELLO, 1994). Outras especies que apresentaram altos VI neste trabalho tambem se mostraram importantes na estrutura de outros fragmentos da regiao, como Cupania vernalis, Ocotea odorifera, Protium widgrenii e Tapirira obtusa (OLIVEIRA FILHO; SCOLFORO; MELLO, 1994; CARVALHO et al., 1995; MACHADO et al., 2008; CARVALHO et al., 2009).

As duas especies com maiores VI no setor A, Copaifera langsdorffii e Cordia sellowiana, sao especies de crescimento lento (CHAGAS et al., 2001) e, com mais de 40 anos do corte e queima, destacam-se na estrutura da comunidade arborea deste setor. Outras especies, caracteristicas de ambientes mais secos, tambem apresentaram altos VI, podendo ter sido favorecidas pelo corte raso. Sabe-se que a proximidade de areas abertas influencia na colonizacao e estabelecimento de especies que necessitam de menor disponibilidade de agua e que toleram maior intensidade de luz (MACDOUGALL; KELLMAN, 1992; TABARELLI; CARDOSO; GASCON, 2004). Isto explica a importancia de Machaeriitm villosiim, caracteristica de solos com drenagem acentuada (MACHADO et al., 2008). O mesmo e valido para Tapirira obtusa, Heteropterys byrsonimifolia e Luehea grandiflora, ja que a transicao florestacerrado, tipica na regiao, e rica destas especies, que tambem sao caracteristicas de ambientes de borda (OLIVEIRA FILHO; RATTER, 1995; CARVALHO et al., 2000; PRADO JUNIOR et al., 2010).

O contrario e valido para o setor C, que se localiza em uma ravina com maior suprimento de agua e menor exposicao aventos. Muitas das especies importantes neste setor sao facilmente encontradas em florestas ribeirinhas, sendo consideradas tipicas de ambientes riparios (CARVALHO et al., 2000; ALVES; MARTINS; SANTOS, 2004; TEIXEIRA et al., 2008). Destas, podem ser destacadas Euterpe edulis, Calophylliim brasiliense e Magnolia ovata; alem de outras especies afeitas a umidade, contudo, nao tao caracteristicas de ambientes umidos, como Nancleopsis oblongifolia e Copaifera trapezifolia. Especies mais generalistas como Protium widgrenii e Ocotea corymbosa tambem apresentaram altos VI, o que pode ser considerado como consequencia da heterogeneidade ambiental da area (CARVALHO et al, 1995; SCIPIONI et al., 2012). Ja o setor B, por apresentar especies como Trichilia catigua, Cheiloclinium cognatum e Ixora brevifolia como possuidoras de altos VI, se diferenciado setor A por estas nao serem especies marcadamente de estagios sucessionais iniciais e do setor C por nao possuirem carater ripario.

[FIGURE 2 OMITTED]

Corroborando estes dados, a DCA tambem faz distincao entre os setores. O diagrama mostra o setor A distinto do setor C e o setor B em uma situacao de transicao entre os dois (Figura 2). Das parcelas do setor A, 19 apresentaram tendencia de agrupamento a esquerda do diagrama, no inicio do eixo 1 (autovalor = 0,540) e na metade do eixo 2 (autovalor = 0,412). As parcelas do setor C apresentaram-se mais distribuidas, porem, pareceram seguir um padrao diagonal no sentido crescente dos eixos 1 e 2, com maior amplitude no primeiro eixo, que apresenta maior parcela de explicacao dos dados. Ja as parcelas do setor B apresentaram um padrao aparentemente semelhante ao apresentado pelo setor C, porem, com maior amplitude no eixo 2. O autovalor do eixo 1 maior que 0,5 indica que ha substituicao de especies entre os extremos do eixo (BRAAK, 1995), o que contribui para distinguir ainda mais os setores A e C, situados nestes extremos, e evidenciar o gradiente de especies entre ambos, com o setor B intermediario a eles, no entanto, mais proximo do setor C, ja que a maioria de suas parcelas se agrupa com as deste setor, principalmente considerando o primeiro eixo.

CONCLUSOES

De acordo com os dados obtidos neste trabalho, pode-se concluir que a vegetacao arborea dos tres setores avaliados possui parametros de diversidade, estrutura e composicao distintos, o que em muito se deve aos seus respectivos historicos de perturbacoes. Os parametros observados no setor A condizem com o tipo de vegetacao observado em areas de floresta em regeneracao e que podem ser devidos ao corte e queima da vegetacao estabelecida anteriormente; enquanto o setor C apresentou parametros que sao observados com frequencia em florestas livres de perturbacoes. Ja o setor B parece estar em uma situacao intermediaria, devido a uma aparente interferencia do pisoteio do gado sobre a vegetacao. Entretanto, ressalta-se que esta perturbacao so podera ter seu efeito verificado em estudos de acompanhamento regular.

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WILLIAMS-LINERA, G.; LOREA, F. Tree species diversity driven by environmental and anthropogenic factors in tropical dry forest fragments of central Veracruz, Mexico. Biodiversity and Conservation, Amsterdam, v. 18, n. 12, p. 3269-3293, nov. 2009. ZAR, J. H. Biostatistical analysis. New Jersey: Prentice-Hall, 1996. 718 p.

Jean Daniel Morel (1) Jose Aldo Alves Pereira (2) Rubens Manoel dos Santos (3) Evandro Luiz Mendonca Machado (4) Joao Jose Marques (5)

(1) Engenheiro Florestal, Dr., Pos-doutorando no Departamento de Ciencias Florestais, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitario, Caixa Postal 3037, CEP 37200-000, Lavras (MG), Brasil, morel.jean@gmail.com

(2) Engenheiro Florestal, PhD., Professor Associado do Departamento de Ciencias Florestais, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitario, Caixa Postal 3037, CEP 37200-000, Lavras (MG), Brasil, j.aldo@dcf.ufla.br

(3) Biologo, Dr., Professor Adjunto do Departamento de Ciencias Florestais, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitario, Caixa Postal 3037, CEP 37200-000, Lavras (MG), Brasil, rubensmanoel@dcf.ufla.br

(4) Engenheiro Florestal, Dr., Professor Adjunto do Departamento de Engenharia Florestal, Faculdade de Ciencias Florestais, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Rod. MGT 367 - Km 583, 5000, CEP 39100-000, Diamantina (MG), Brasil, machadoelm@gmail.com

(5) Engenheiro Agronomo, PhD., Professor Associado do Departamento de Ciencia do Solo, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitario, Caixa Postal 3037, CEP 37200-000, Lavras (MG), Brasil, jmarques@dcs.ufla.br

Recebido para publicacao em 18/02/2013 e aceito em 5/02/2014
TABLE 1: Average measurements for individuals, families, and tree
species for plots and indices of richness and diversity in three
sectors of a forest fragment located in Itumirim, Minas Gerais state,
Brazil. Means followed by same letters indicate no significant
differences among sectors by Tukey and t-Hutchenson tests.

TABELA 1: Medias de individuos, familias e especies arboreas por
parcela e indices de riqueza e diversidade para tres setores de um
remanescente florestal situado no Municipio de Itumirim--MG. Medias
seguidas por letras diferentes indicam valores nao significativos
entre os setores pelos testes Tukey e t de Hutchenson.

Abundancia

             Setor   Media           F         P

Individuos     A     22,21   a    17,1021   <0,0001
               B     14,92   bc
               C     14,04   bc

Familias       A     11,42   a    13,6251   <0,0001
               B     8,54    bc
               C     8,50    bc

Especies       A     14,38   a    18,4088   <0,0001
               B     10,13   bc
               C     10,29   bc

Diversidade

Indice                              Setor   Valor

indice de Shannon (H')                A      3,84    abe
                                      B      3,76    ab
                                      C      3,93    ac

Equabilidade de Pielou (J')           A      0,84
                                      B      0,86
                                      C      0,88

Estimador jackknife: 1 (a) ordem      A     132,40
                                      B     107,70
                                      C     128,20

Estimador jackknife: 2 (a) ordem      A     158,50
                                      B     117,70
                                      C     153,60

TABLE 2: Means and standard deviations for density of individuals in
24 plots from three sectors of a forest fragment located in Itumirim,
Minas Gerais state, Brazil. Values of p < 0.05 indicate significant
differences between sectors.

TABELA 2: Medias e desvios-padrao para densidade de individuos por
parcela em tres setores de um remanescente florestal situado no
Municipio de Itumirim--MG. Valores de p < 0,05 indicam diferencas
significativas entre os setores.

Classe diametrica         Setor A               Setor B

5 < 80 cm           22,21 [+ or -] 6,69   14,92 [+ or -] 4,17
5 < 10 cm           13,74 [+ or -] 3,82    8,26 [+ or -] 3,09
10 < 20 cm           6,95 [+ or -] 3,70    4,55 [+ or -] 2,30
20 < 40 cm           1,94 [+ or -] 1,03    2,22 [+ or -] 1,00
40 < 80 cm          1,00                   1,14 [+ or -] 0,38

Classe diametrica         Setor C           F         P

5 < 80 cm           14,04 [+ or -] 4,75   17,102   <0,0001
5 < 10 cm            7,65 [+ or -] 2,98   25,573   <0,0001
10 < 20 cm           4,09 [+ or -] 2,48   5,774    0,0051
20 < 40 cm           2,41 [+ or -] 1,18   3,511    0,0343
40 < 80 cm           1,20 [+ or -] 0,45     --       --

TABLE 3: List of tree species sampled in three sectors of a forest
fragment located in Itumirim, Minas Gerais state, Brazil, where:
VI = importance value; and Rank = VI species classification.

TABELA 3: Lista de especies arboreas amostradas nos tres setores de
um remanescente florestal situado no Municipio de Itumirim--MG, em
que: VI = valor de importancia; e Rank = classificacao das especies
em funcao do VI.

                                                     Setores

Familia / Especie                                A              B

Anacardiaceae                               VI     Rank    VI     Rank

Tapirira gitianensis Alibi.                2,65     37    0,00
Tapirira obtusa (Benth.) J.D. Mitch.       9,59     6     10,25    9

Annonaceae

Annona cacans Wann.                        2,73     36    0,00
Diigiietia lanceolata A.St.-Hil.           7,18     9     2,74     31
Guatteria australis A.St.-Hil.             1,06     61    1,52     55
Rollinia laitrifolia Schltdl.              4,32     23    1,85     49
Xvlopia brasiliensis Spreng.               0,00           1,01     62

Aquifoliaceae

Ilex cerasifolia Reissek                   2,41     39    0,75     75
Ilex conocarpa Reissek                     0,52     94    0,00

Araliaceae

Schefflera calva (Cham.) Frodin &          0,00           0,00
  Fiaschi

Arecaceae

Euterpe edulis Mart.                       0,00           0,00

Asteraceae

Venionanthura divaricata (Spreng.) H.      5,70     13    1,95     45
  Rob.

Bignoniaceae

Jacaranda macrantha Cham.                  0,00           3,59     22

Boraginaceae

Cordia sellowiana Cham.                    18,62    2     0,00

Burseraceae

Protium heptaphvllum (Alibi.) Marchand     0,81     68    0,90     64
Protium spruceanum (Benth.) Engl.          12,27    4     12,18    8
Protium widgrenii Engl.                    4,57     21    0,90     65

Canellaceae

Capsicodendron dinisii (Schwacke)          0,00           0,00
  Occhioni

Celastraceae

Cheiloclinium cognatum (Miers.) A.C.Sm.    0,53     87    17,00    3
Mavtenus salicifolia Reissek               0,00           0,00
Salacia elliptica (Mart, ex Schult.)       2,38     40    2,66     33
  G.Don

Chrysobalanaceae

Hirtella glandulosa Spreng.                0,00           0,00

Clethraceae

Clethra scabra Pers.                       1,08     59    0,00

Clusiaceae

Calophvllum brasiliense Cambess.           0,00           0,00
Clnvsochlamvs saldanhae (Engl.)            0,00           0,00
  Oliveira-Filho
Garcinia brasiliensis Mart.                0,00           0,00
Terminalia glabrescens Mart.               3,89     25    0,00

Cunoniaceae

Lamanonia grandistipularis (Taub.)         0,00           0,00
  Taub.
Lamanonia teniata Veil.                    0,00           0,00

Cyatheaceae

Cvathea delgadii Sternb.                   0,00           0,00

Dicksoniaceae

Dicksonia sellowiana Hook.                 0,00           0,00

Elaeocarpaceae

Sloanea monosperma Veil.                   0,53     84    0,00

Erythro xylaceae

Ervthroxvlon deciduum Saint-Hilaire        0,54     80    0,00

Euphorbiaceae

Alchoniea triplinervia (Spreng.)           0,00           2,70     32
  Mull.Arg.
Croton floribundas Spreng.                 3,32     28    0,00
Pera glabrata (Schott) Poepp. ex Baill.    7,61     8     14,93    6
Sebastiania klotzschiana (Mull.Arg.)       0,00           5,86     12
  Mull.Arg.

Fabaceae

Andira fraxinifolia Benth.                 2,28     41    2,49     35
Bowdichia virgilioides Kunth               4,10     24    1,40     57
Copaifera langsdorffii Desf.               27,77    1     17,65    1
Copaifera trapezifolia Hayne               0,00           0,81     69
Dalbergia villosa (Benth.) Benth.          3,26     29    0,78     70
Hymenaea courbaril L.                      1,14     57    3,17     25
Leucochloron incuriale (Veil.) Barneby     4,77     18    0,00
  & J.W.Grimes
Machaeriitm brasiliense Vogel              0,00           0,77     72
Machaeriitm hirtum (Veil.) Stellfeld       0,85     66    0,00
Machaeriitm nictitans (Veil.) Benth.       3,41     27    0,00
Machaeriitm villositm Vogel                6,00     11    1,03     61
Ormosia arborea (Veil.) Banns              0,00           0,00
Platypodium elegans Vogel                  4,84     16    0,00
Swartzia flaemingii Vogel                  1,10     58    0,00
Tachigali ntgosa (Mart, ex Benth.)         2,62     38    3,14     26
  Zarncchi & Pipoly

Humiriaceae

Sacoglottis mattogrossensis Mahne          0,86     65    0,00
Vantanea compacta (Schnizl.) Cuatrec.      0,00           1,67     53

Hypericaceae

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.            0,00           0,77     71

Lacistemataceae

Lacistema hasslerianum Chodat              1,85     46    0,00

Lamiaceae

Aegiphila sellowiana Cham.                 4,50     22    2,10     44
Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke      3,02     32    2,56     34

Lauraceae

Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm.        0,00           0,00
Cryptocarya aschersoniana Mez              0,55     79    0,00
Endlicheriapaniciilata (Spreng.)           1,03     62    3,26     24
  .T.F.Macbr.
Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez       0,73     71    0,00
Nectandra nitidula Nees                    0,00           7,89     10
Nectandra oppositifolia Nees               2,92     33    2,36     36
Ocotea aciphylla (Nees) Mez                0,70     72    1,35     58
Ocotea corymbosa (Meisn.) Mez              2,85     34    2,22     40
Ocotea laxa (Nees) Mez                     0,00           0,00
Ocotea odorifera (Veil.) Rohwer            9,83     5     4,95     15
Ocotea pulchella Mart.                     2,08     44    4,41     17
Persea mfotomentosa Nees & Mart, ex        5,80     12    0,00
  Nees
Persea willdenovii Kosterm.                0,00           1,87     48

Loganiaceae

Strychnos brasiliensis (Spreng.) Mart.     0,00           0,85     67

Lythraceae

Lafoensia pacari A. St.-Bil.               0,00           2,16     41

Magnoliaceae

Magnolia ovata (A.St.-Hil.) Sprengel       0,00           0,00

Malpighiaceae

Byrsonima laxiflora Griseb.                0,52     93    3,70     18
Byrsonima sericea DC.                      0,00           2,12     43
Byrsonima verbascifolia (L.) DC.           0,51     95    0,00
Heteroptetys byrsonimifolia A. Juss.       7,09     10    2,77     30

Malvaceae

Eriotheca candolleana (K.Schum.)           0,00           0,00
  A.Robyns
Luehea grandiflora Mart. & Zuce.           5,00     15    0,00
Pseiidobombax longiflonim (Mart. &         0,00           0,00
  Zuce.) A.Robyns

Melastomataceae

Miconia argyrophylla DC.                   3,19     30    0,00
Miconia chartacea Triana                   3,55     26    0,00
Miconia cinnamomifolia (DC.) Nalidin       0,00           1,87     47
Miconiapepericarpa DC.                     0,00           0,00

Meliaceae

Cabralea canjerana (Veil.) Mart.           1,54     52    0,00
Giiarea macrophylla Vahl                   0,00           0,00
Ttichilia catigua A. Juss.                 2,24     42    17,3     2
Tri chi li a pallens C.DC.                 0,61     76    0,00

Memecylaceae

Mouriri glazioviana Cogn.                  0,73     70    3,10     27
Monimiaceae
Mollinedia argyrogyna Perkins              1,51     54    0,99     63
Mollinedia widgrenii A.DC                  1,19     56    0,00

Moraceae

Ficus adhatifolia Schott                   0,00           0,00
Ficus enomris (Mart.) Miq.                 0,00           0,00
Naucleopsis oblongifolia (Kuhlm.)          0,00           0,74     76
  Carauta

Myrsinaceae

Myrsine guianensis (Alibi.) Kuntze         0,52     88    0,00
Myrsine lineal a (Mez) Imkhan.             0,52     89    0,00
Myrsine umbellata Mart.                    1,70     48    0,81     68

Myrtaceae

Blepharocalyx salicifolius (Kuntli)        0,00           0,00
  O.Berg
Calyptranthes brasiliensis Spreng.         0,00           0,00
Calyptranthes clusiifolia O.Berg           5,42     14    5,29     14
Campomanesia guazumifolia (Cambess.)       0,00           0,00
  O.Berg
Eugenia dodonaeifolia Cambess.             0,00           0,00
Eugenia florida DC.                        1,71     47    0,73     78
Eugenia hyemalis Cambess.                  0,00           0,76     74
Eugeniapunicifolia (Kimth) DC.             2,74     35    0,00
Marlierea racemosa (Veil.) Kiaersk.        0,00           0,00
Myrcia guianensis (Aubl.) DC.              0,00           0,73     77
Myrcia hebepetala DC.                      0,52     91    1,64     54
Myrcia pulchra Kiaersk.                    0,00           1,13     59
Myrcia splendens (Sw.) DC.                 9,58     7     2,13     42
Myrcia tomentosa (Alibi.) DC.              1,69     49    0,00
Myrcia venulosa DC.                        1,52     53    2,29     38
Myrciariafloribunda (H.West ex Willd.)     0,00           3,66     20
  O.Berg
Siphoneugena densiflora O. Berg.           2,14     43    3,07     28
Siphoneugena reitzii D.Legrand             0,00           0,73     79
Siphoneugena widgreniana O.Berg            0,53     85    0,00

Nyctaginaceae

Guapira hirsuta (Choisy) Limdell           0,00           0,00
Guapira opposita (Veil.) Reitz             0,00           0,00

Ochnaceae

Ouratea semiserrata (Mart. & Nees)         0,62     74    5,72     13
  Engl.

Opiliaceae

Agonandra excelsa Griseb.                  0,53     83    0,00

Phyllanthaceae

Hieronyma alchomeoides Allemao             0,67     73    1,72     52

Polygonaceae

Coccoloba declinata (Veil.) Mart.          0,00           1,83     50

Proteaceae

Roupala montana Alibi.                     0,62     75    0,00

Rosaceae

Prunus myrtifolia (L.) Urb.                1,92     45    2,27     39

Rubiaceae

Amaioua guianensis Alibi.                  4,83     17    1,51     56
Cordiera concolor (Cham.) Kimtze           0,00           2,32     37
Faramea nigrescens Mart.                   0,00           15,50    5
Ixora brevifolia Benth.                    3,07     31    16,76    4
Psychotria vellosiana Benth.               0,00           0,77     73
Randia amata (Sw.) DC.                     0,54     81    0,00
Rudgea sp.                                 0,00           0,00

Rutaceae

Galipea jasminiflora (A.St.-Hil.) Engl.    1,07     60    14,78    7
Metrodorea stipularis Mart.                1,39     55    6,55     11
Zanthoxylum caribaeitm Lam.                0,87     64    0,00
Zanthoxylum monogynum A.St.-Hil.           0,52     92    0,00
Zanthoxylum rhoifolium Lam.                1,01     63    0,00

Salicaceae

Casearia decandra .Tacq.                   4,61     19    3,59     21
Casearia lasiophylla Eichler               1,64     51    0,00
Casearia obliqua Spreng.                   0,53     82    2,83     29
Casearia sylvestris Sw.                    4,57     20    1,92     46
Xylosmaprockia (Turcz.) Turcz.             0,55     78    0,00

Sapindaceae

Cupania oblongifolia Mart.                 0,00           0,00
Cupania vernalis Cambess.                  18,15    3     1,13     60
Matayba guianensis Aubl.                   1,66     50    3,50     23
Matayba juglandifolia (Cambess.) Radlk.    0,52     90    0,00

Siparunaceae

Siparuna guianensis Aubl.                  0,82     67    1,76     51

Styracaceae

StyraxpohliiA. DC.                         0,80     69    0,00

Theaceae

Laplacea fniticosa (Sclirad.) Kobuski      0,00           0,00

Thymelaeaceae

Daphnopsis brasiliensis Mart. & Zucc.      0,00           0,00

Vochysiaceae

Oualea cordata (Mart.) Spreng.             0,53     86    0,00
Qualea grandiflora Mart.                   0,00           0,90     66
Vochysia magnifica Wann.                   0,00           4,90     16
Vochysia tucanorum Mart.                   0,59     77    3,67     19

                                                     Setores

Familia / Especie                                C           Total

Anacardiaceae                               VI     Rank    VI     Rank

Tapirira gitianensis Alibi.                1,74     45    1,51     60
Tapirira obtusa (Benth.) J.D. Mitch.       11,92    4     10,71    3

Annonaceae

Annona cacans Wann.                        2,03     38    1,73     51
Diigiietia lanceolata A.St.-Hil.           2,56     30    4,42     18
Guatteria australis A.St.-Hil.             0,78     74    1,11     79
Rollinia laitrifolia Schltdl.              2,35     32    2,85     23
Xvlopia brasiliensis Spreng.               4,63     18    1,69     55

Aquifoliaceae

Ilex cerasifolia Reissek                   0,00           1,18     74
Ilex conocarpa Reissek                     0,00           0,21    153

Araliaceae

Schefflera calva (Cham.) Frodin &          3,69     26    1,12     78
  Fiaschi

Arecaceae

Euterpe edulis Mart.                       5,49     15    1,62     57

Asteraceae

Venionanthura divaricata (Spreng.) H.      0,00           2,58     29
  Rob.

Bignoniaceae

Jacaranda macrantha Cham.                  2,04     37    1,72     53

Boraginaceae

Cordia sellowiana Cham.                    0,00           6,94     11

Burseraceae

Protium heptaphvllum (Alibi.) Marchand     9,96     7     3,64     21
Protium spruceanum (Benth.) Engl.          16,94    3     13,60    2
Protium widgrenii Engl.                    8,54     10    4,73     17

Canellaceae

Capsicodendron dinisii (Schwacke)          0,74     85    0,21    148
  Occhioni

Celastraceae

Cheiloclinium cognatum (Miers.) A.C.Sm.    0,00           5,46     13
Mavtenus salicifolia Reissek               0,82     65    0,25    123
Salacia elliptica (Mart, ex Schult.)       0,00           1,72     52
  G.Don

Chrysobalanaceae

Hirtella glandulosa Spreng.                1,77     43    0,53    101

Clethraceae

Clethra scabra Pers.                       0,00           0,44    112

Clusiaceae

Calophvllum brasiliense Cambess.           7,57     12    2,36     35
Clnvsochlamvs saldanhae (Engl.)            1,17     59    0,37    114
  Oliveira-Filho
Garcinia brasiliensis Mart.                4,05     20    1,18     75
Terminalia glabrescens Mart.               0,00           1,51     61

Cunoniaceae

Lamanonia grandistipularis (Taub.)         1,82     40    0,60     98
  Taub.
Lamanonia teniata Veil.                    2,24     35    0,70     90

Cyatheaceae

Cvathea delgadii Sternb.                   1,53     52    0,45    111

Dicksoniaceae

Dicksonia sellowiana Hook.                 4,82     17    1,42     64

Elaeocarpaceae

Sloanea monosperma Veil.                   1,21     58    0,60     96

Erythro xylaceae

Ervthroxvlon deciduum Saint-Hilaire        0,00           0,22    138

Euphorbiaceae

Alchoniea triplinervia (Spreng.)           5,14     16    2,53     32
  Mull.Arg.
Croton floribundas Spreng.                 0,00           1,20     73
Pera glabrata (Schott) Poepp. ex Baill.    1,00     60    7,89     7
Sebastiania klotzschiana (Mull.Arg.)       0,00           1,74     50
  Mull.Arg.

Fabaceae

Andira fraxinifolia Benth.                 0,00           1,66     56
Bowdichia virgilioides Kunth               0,00           1,99     43
Copaifera langsdorffii Desf.               25,09    1     24,59    1
Copaifera trapezifolia Hayne               5,89     14    2,07     41
Dalbergia villosa (Benth.) Benth.          0,00           1,41     66
Hymenaea courbaril L.                      0,00           1,47     62
Leucochloron incuriale (Veil.) Barneby     0,80     70    1,93     45
  & J.W.Grimes
Machaeriitm brasiliense Vogel              0,00           0,23    131
Machaeriitm hirtum (Veil.) Stellfeld       0,00           0,31    119
Machaeriitm nictitans (Veil.) Benth.       0,00           1,20     72
Machaeriitm villositm Vogel                0,00           2,54     30
Ormosia arborea (Veil.) Banns              0,78     73    0,23    128
Platypodium elegans Vogel                  0,00           1,88     46
Swartzia flaemingii Vogel                  0,00           0,45    110
Tachigali ntgosa (Mart, ex Benth.)         0,82     67    2,06     42
  Zarncchi & Pipoly

Humiriaceae

Sacoglottis mattogrossensis Mahne          0,74     87    0,53    102
Vantanea compacta (Schnizl.) Cuatrec.      1,81     42    1,10     81

Hypericaceae

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.            0,00           0,23    130

Lacistemataceae

Lacistema hasslerianum Chodat              0,00           0,75     88

Lamiaceae

Aegiphila sellowiana Cham.                 0,00           2,34     36
Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke      0,00           1,83     48

Lauraceae

Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm.        1,53     53    0,50    104
Cryptocarya aschersoniana Mez              2,67     28    1,08     83
Endlicheriapaniciilata (Spreng.)           0,00           1,38     67
  .T.F.Macbr.
Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez       0,75     80    0,49    106
Nectandra nitidula Nees                    0,00           2,61     28
Nectandra oppositifolia Nees               3,44     27    2,82     24
Ocotea aciphylla (Nees) Mez                1,74     46    1,27     70
Ocotea corymbosa (Meisn.) Mez              8,09     11    4,23     19
Ocotea laxa (Nees) Mez                     0,87     62    0,26    122
Ocotea odorifera (Veil.) Rohwer            9,78     8     8,18     5
Ocotea pulchella Mart.                     1,42     57    2,64     26
Persea mfotomentosa Nees & Mart, ex        0,00           2,09     40
  Nees
Persea willdenovii Kosterm.                0,00           0,60     97

Loganiaceae

Strychnos brasiliensis (Spreng.) Mart.     0,81     68    0,50    105

Lythraceae

Lafoensia pacari A. St.-Bil.               0,00           0,70     91

Magnoliaceae

Magnolia ovata (A.St.-Hil.) Sprengel       6,10     13    1,96     44

Malpighiaceae

Byrsonima laxiflora Griseb.                2,35     33    2,10     38
Byrsonima sericea DC.                      0,00           0,69     93
Byrsonima verbascifolia (L.) DC.           0,00           0,21    154
Heteroptetys byrsonimifolia A. Juss.       0,86     64    3,82     20

Malvaceae

Eriotheca candolleana (K.Schum.)           0,74     82    0,22    144
  A.Robyns
Luehea grandiflora Mart. & Zuce.           0,00           1,81     49
Pseiidobombax longiflonim (Mart. &         1,57     50    0,51    103
  Zuce.) A.Robyns

Melastomataceae

Miconia argyrophylla DC.                   0,00           1,24     71
Miconia chartacea Triana                   2,35     31    2,09     39
Miconia cinnamomifolia (DC.) Nalidin       0,00           0,56     99
Miconiapepericarpa DC.                     0,74     84    0,22    146

Meliaceae

Cabralea canjerana (Veil.) Mart.           0,74     86    0,79     87
Giiarea macrophylla Vahl                   0,80     71    0,24    126
Ttichilia catigua A. Juss.                 10,80    5     9,41     4
Tri chi li a pallens C.DC.                 1,96     39    0,84     86

Memecylaceae

Mouriri glazioviana Cogn.                  0,76     78    1,42     65
Monimiaceae
Mollinedia argyrogyna Perkins              0,00           0,90     85
Mollinedia widgrenii A.DC                  0,00           0,47    109

Moraceae

Ficus adhatifolia Schott                   0,82     66    0,25    124
Ficus enomris (Mart.) Miq.                 0,94     61    0,28    120
Naucleopsis oblongifolia (Kuhlm.)          23,50    2     7,41     10
  Carauta

Myrsinaceae

Myrsine guianensis (Alibi.) Kuntze         0,00           0,21    149
Myrsine lineal a (Mez) Imkhan.             0,00           0,21    150
Myrsine umbellata Mart.                    0,81     69    1,17     76

Myrtaceae

Blepharocalyx salicifolius (Kuntli)        0,75     81    0,22    142
  O.Berg
Calyptranthes brasiliensis Spreng.         3,91     22    1,15     77
Calyptranthes clusiifolia O.Berg           4,17     19    4,90     15
Campomanesia guazumifolia (Cambess.)       1,47     56    0,48    108
  O.Berg
Eugenia dodonaeifolia Cambess.             0,76     77    0,22    136
Eugenia florida DC.                        1,49     55    1,34     68
Eugenia hyemalis Cambess.                  0,00           0,22    135
Eugeniapunicifolia (Kimth) DC.             0,00           1,11     80
Marlierea racemosa (Veil.) Kiaersk.        1,63     48    0,48    107
Myrcia guianensis (Aubl.) DC.              0,00           0,22    147
Myrcia hebepetala DC.                      3,74     24    1,84     47
Myrcia pulchra Kiaersk.                    0,00           0,35    116
Myrcia splendens (Sw.) DC.                 0,86     63    4,74     16
Myrcia tomentosa (Alibi.) DC.              0,00           0,68     94
Myrcia venulosa DC.                        1,56     51    1,71     54
Myrciariafloribunda (H.West ex Willd.)     0,00           1,09     82
  O.Berg
Siphoneugena densiflora O. Berg.           1,64     47    2,27     37
Siphoneugena reitzii D.Legrand             0,00           0,21    151
Siphoneugena widgreniana O.Berg            0,00           0,22    141

Nyctaginaceae

Guapira hirsuta (Choisy) Limdell           0,75     79    0,22    137
Guapira opposita (Veil.) Reitz             0,74     83    0,22    145

Ochnaceae

Ouratea semiserrata (Mart. & Nees)         2,30     34    2,67     25
  Engl.

Opiliaceae

Agonandra excelsa Griseb.                  0,00           0,22    140

Phyllanthaceae

Hieronyma alchomeoides Allemao             1,81     41    1,32     69

Polygonaceae

Coccoloba declinata (Veil.) Mart.          0,00           0,55    100

Proteaceae

Roupala montana Alibi.                     0,00           0,24    125

Rosaceae

Prunus myrtifolia (L.) Urb.                3,71     25    2,63     27

Rubiaceae

Amaioua guianensis Alibi.                  8,95     9     5,14     14
Cordiera concolor (Cham.) Kimtze           0,00           0,69     92
Faramea nigrescens Mart.                   10,10    6     7,95     6
Ixora brevifolia Benth.                    3,93     21    7,55     9
Psychotria vellosiana Benth.               0,00           0,23    132
Randia amata (Sw.) DC.                     0,00           0,22    139
Rudgea sp.                                 0,79     72    0,23    127

Rutaceae

Galipea jasminiflora (A.St.-Hil.) Engl.    3,74     23    5,92     12
Metrodorea stipularis Mart.                0,00           2,54     31
Zanthoxylum caribaeitm Lam.                0,00           0,32    118
Zanthoxylum monogynum A.St.-Hil.           0,00           0,21    152
Zanthoxylum rhoifolium Lam.                0,00           0,36    115

Salicaceae

Casearia decandra .Tacq.                   1,62     49    3,47     22
Casearia lasiophylla Eichler               0,00           0,67     95
Casearia obliqua Spreng.                   0,00           1,06     84
Casearia sylvestris Sw.                    0,00           2,45     33
Xylosmaprockia (Turcz.) Turcz.             0,00           0,22    134

Sapindaceae

Cupania oblongifolia Mart.                 0,77     76    0,23    133
Cupania vernalis Cambess.                  0,74     88    7,86     8
Matayba guianensis Aubl.                   2,06     36    2,37     34
Matayba juglandifolia (Cambess.) Radlk.    1,77     44    0,75     89

Siparunaceae

Siparuna guianensis Aubl.                  2,57     29    1,59     59

Styracaceae

StyraxpohliiA. DC.                         0,00           0,32    117

Theaceae

Laplacea fniticosa (Sclirad.) Kobuski      0,78     75    0,23    129

Thymelaeaceae

Daphnopsis brasiliensis Mart. & Zucc.      1,49     54    0,43    113

Vochysiaceae

Oualea cordata (Mart.) Spreng.             0,00           0,22    143
Qualea grandiflora Mart.                   0,00           0,27    121
Vochysia magnifica Wann.                   0,00           1,60     58
Vochysia tucanorum Mart.                   0,00           1,44     63
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Title Annotation:texto en portugues
Author:Morel, Jean Daniel; Pereira, Jose Aldo Alves; dos Santos, Rubens Manoel; Machado, Evandro Luiz Mendo
Publication:Ciencia Florestal
Date:Jan 1, 2016
Words:7805
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