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Determination of bone mineral density of the distal extremity of the radio in Rottweiler, by radiographic optic densitometry/Determinacao da densidade mineral ossea da extremidade distal do radio de caes da raca Rottweiler, por meio da densitometria optica radiografica/Determinacion de la densidad mineral osea en la extremidad distal del radio de perros de la raza Rottweiler, por medio de la densitometria optica radiografica.

INTRODUCAO

Os ossos desempenham varias funcoes importantes no organismo, dentre elas: protecao para os orgaos, sustentacao e conformacao do corpo, armazenamento de ions de calcio e fosforo, permitir deslocamentos do corpo por meio de um sistema de alavancas e tambem producao de celulas sanguineas. O tecido osseo e basicamente formado de osso trabecular ou esponjoso e osso compacto, sendo que o osso trabecular apresenta uma menor densidade ou massa ossea, em relacao ao osso compacto, por apresentar uma porosidade maior pela quantidade maior de espaco interosseo do que o compacto (1,2).

A regulacao do metabolismo osseo sofre influencias do parato-hormonio, calcitonina, vitamina D, hormonio de crescimento, tiroxina, estrogeno, testosterona, vitaminas A e C entre outros fatores (3,4,5). O uso de medicamentos como alguns antiinflamatorios, diureticos e quimioterapicos tambem podem interferir no metabolismo (6).

A avaliacao da densidade mineral ossea nos ultimos tempos se tornou muito importante para deteccao de problemas relacionados ao sistema osseo, utilizando um metodo estimativo preciso e acurado visto que, por meio de avaliacao visual do exame radiografico simples, podemos observar as lesoes de forma subjetiva, somente quando a perda da materia mineral ossea for superior a 30% (7,8,9).

A utilizacao de metodos para mensurar a materia mineral ossea e de fundamental importancia para um diagnostico eficiente e precoce de determinadas alteracoes como, por exemplo, a osteoporose, podendo reduzir o risco de fraturas patologicas em consequencia da fragilidade ossea (10,11,12,13).

Apesar da densitometria radiografica ser um metodo de facil realizacao e baixo custo (14,8,12), as variacoes radiograficas referentes a kilovoltagem, tempo de exposicao, espessura dos tecidos moles, posicionamento e tambem fatores no processamento do filme podem causar alteracoes na densidade radiografica, diminuindo, assim, a eficacia do metodo (8), portanto ha necessidade de padronizacao da metodologia empregada para evitar qualquer influencia nos valores obtidos (15,16).

Para minimizar estes problemas tecnicos faz-se necessario a presenca de uma escala de referencia confeccionada em aluminio (17,18,19,14,20,21-23,24,25,26-28,29,8,30,12,31). O aluminio tem sido usado para confeccao da escala, por possuir uma curva de absorcao de radiacao X muito semelhante a dos ossos (32,33). A escala de aluminio, por possuir caracteristicas conhecidas, serve como um padrao referencial densitometrico, permitindo estabelecer uma calibracao pelo sistema computacional por comparacao das tonalidades de cinza, minimizando possiveis alteracoes que a imagem possa apresentar em decorrencia de variaveis radiologicas (26) e gerando valores densitometricos expressos em equivalentes a milimetros de aluminio (mmAl).

O objetivo deste trabalho foi determinar a densidade mineral ossea da extremidade distal do radio de caes da raca Rottweiler, pois o local e susceptivel a alteracoes osseas devido a varios fatores, entre eles, o peso corporeo.

MATERIAL E METODOS

Foram utilizados 36 animais da especie canina, da raca Rottweiler, sendo 11 machos e 25 femeas, com idade variando entre 13 a 84 meses.

O experimento foi realizado com animais encaminhados ao Hospital Veterinario "Vicente Borelli", da Faculdade de Medicina Veterinaria Octavio Bastos, e animais provenientes da regiao do municipio de Sao Joao da Boa Vista--SP, no periodo de marco a junho de 2003.

Primeiramente foi realizada uma anamnese completa de cada caso com objetivo de selecionar apenas animais sem enfermidade ossea.

Os animais eram pesados em uma balanca digitala e tiveram algumas medidas externas colhidas, como a altura, comprimento da coluna (Figura 1) e tambem a circunferencia da extremidade distal do membro toracico direito dorsalmente a articulacao do carpo com auxilio de uma fita metrica (Figura 2).

[FIGURE 1 OMITTED]

[FIGURE 2 OMITTED]

Para realizacao dos exames radiograficos foi utilizado um aparelho de Raios-X (1), com distancia foco-filme de 100 cm, ajustado para 47 KVp e o mAs de acordo com a espessura do membro de cada animal e utilizados filmes (2) 18 x 24 cm. Foram realizadas radiografias simples da extremidade distal do radio, com o animal em decubito ventral e incidencia cranio caudal, juntamente com a escala de aluminio (3). As radiografias foram reveladas em uma processadora automatica (4) do Servico de Diagnostico por Imagem da Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia da Universidade de Sao Paulo (USP).

Esta escala, utilizada com a finalidade de calibracao do sistema de avaliacao de tonalidades por uma analise comparativa. Posteriormente foram realizadas as leituras densitometricas, as imagens radiograficas foram digitalizadas e entao analisadas em computador, por meio do programa de processamento de imagens (5).

Em todos os animais foram realizadas tres leituras consecutivas, de cada uma das tres areas diferentes selecionadas no radio: regiao metafisaria (DORM), regiao diafisaria 1 (DOD1) e regiao diafisaria 2 (DOD2); a regiao metafisaria foi delimitada logo acima da linha epifisaria e as distancias entre a regiao metafisaria e a diafisaria 1 e entre a diafisaria 1 e a diafisaria 2 foram de 1 cm. Posteriormente as tres leituras de cada area, foram obtidos um valor medio da densidade mineral ossea de cada regiao pre-estabelecida e este valor foi dividido por dois para se obter a DMO em milimetros de aluminio, pois, cada degrau corresponde a 0,5 milimetro de aluminio de altura (Figura 3).

[FIGURE 3 OMITTED]

Foi realizada uma analise estatistica para a obtencao dos dados descritivos da media e desvio-padrao para a determinacao de padroes de normalidade da densidade optica radiografica. Realizou-se, tambem, teste de correlacao de Pearson para verificar uma possivel associacao entre DMO e algumas variaveis.

RESULTADOS

Os resultados obtidos estao expressos nas tabelas 1, 2 e no grafico 1.

[GRAPHIC 1 OMITTED]

DISCUSSAO

A Medicina Humana conta com muitos metodos para avaliacao da densidade mineral ossea (DMO), porem utilizam aparelhos que apresentam custo elevado, inviabilizando a realizacao destes procedimentos rotineiramente na Medicina Veterinaria, alem disso, temos que contar com a colaboracao do animal e na maioria das vezes havendo a necessidade da utilizacao de contencao quimica e posteriormente realizacao do exame. Um outro fator importante e que existe uma grande variacao de especies e tambem dentro delas. Em funcao destes problemas, pesquisas recentes buscam metodos de avaliacao da DMO que atendam as necessidades na Medicina Veterinaria, e principalmente no que diz respeito ao custo e a facilidade de aplicacao.

Neste estudo foi utilizado um programa computacional para mensurar a DMO por meio de um exame radiografico simples da extremidade distal do radio de caes da raca Rottweiler e que mostrou ser bastante eficiente, de facil aplicacao, confiavel e custo reduzido, pois, os valores obtidos nao apresentaram discrepancias entre si, estes mesmos dados tambem foram observados por outros pesquisadores (22,34,27,11,30).

A padronizacao de alguns fatores como a Kilovoltagem, posicionamento, processamento do filme, e o ajuste da miliamperagem de acordo com a espessura da extremidade distal do membro toracico radiografado, foi de fundamental importancia para confiabilidade do estudo (15,8).

A DMO media gerada para o grupo de machos foi significativamente maior que para o grupo de femeas, fato esperado em virtude do grupo de machos possuir, em media, uma circunferencia da extremidade distal do radio-ulna e um peso corporeo maiores que as do grupo de femeas. Concordando com alguns autores (28,35),o peso influencia diretamente sobre a densidade mineral ossea, pela producao de celulas osteogenicas e tambem massa ossea. Este fator nao foi constatado em outras pesquisas, talvez porque os autores tenham trabalhado com racas ou especies em que nao sao observadas tantas diferencas de porte entre os dois sexos (21,34).

A regiao metafisaria proximal da tibia pode ser um local de avaliacao pela DOR (19), por nao ter correlaciomento com o peso corporeo, podendo detectar precocemente qualquer alteracao ossea.

Concordando com os resultados obtidos (34), a regiao metafisaria possui uma densidade mineral ossea menor quando comparada com a regiao diafisaria, este fato se deve a regiao metafisaria apresentar maior quantidade de osso trabecular, porem menor quantidade de massa ossea e consequentemente menor densidade ossea e a regiao diafisaria apresentar maior quantidade de osso compacto, massa ossea e tambem uma densidade mineral ossea (1).

CONCLUSAO

A avaliacao da densidade mineral ossea por meio da densitometria optica radiografica, utilizando um programa de computador, mostrou ser um metodo estimativo de facil realizacao, confiavel e tambem com um custo bastante reduzido comparado a outras metodologias.

Foi possivel estabelecer valores densitometricos de referencia para caes da raca Rottweiler, por meio da DOR, sendo que, para o grupo dos machos a media e desvio-padrao foi de 9,05[+ or -] 0,55 mmAl e para o grupo das femeas foi de 8,23 [+ or -] 0,77 mmAl.

Ha uma tendencia de aumento da densidade optica de acordo com o aumento da circunferencia na extremidade distal do radio, a qual esta diretamente relacionada ao aumento do peso corporeo do animal.

O valor da DORM foi menor que DOD1 que foi menor que DOD2 pelas diferencas na proporcao de osso trabecular e compacto nas diferentes porcoes dos ossos longos. Neste estudo foram utilizados animais com biotipos homogeneos, que para fins de comparacao com outro estudo, os animais de racas diferentes deverao apresentar um biotipo semelhante.

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Recebido em: 21/10/2008

Aceito em: 02/08/2009

Jefferson Douglas Soares Alves [1]

Franklin de Almeida Sterman [2]

[1] Professor da Disciplina de Clinica Medica I e II--Faculdade de Medicina Veterinaria Octavio Bastos--Av. Dr. Octavio da Silva Bastos s/n - Sao Joao da Boa Vista--SP--13870-000--radiologia@unifeob.edu.br--UNIFEOB.

[2] Professor Associado da Universidade de Sao Paulo, Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia, Departamento de Cirurgia. Av. Prof. Orlando Marques de Paiva, 87--Butanta--Sao Paulo, SP--05508-000.
Tabela 1- Medias e desvios-padrao das variaveis: idade, peso
corporeo, comprimento da coluna, circunferencia e a altura para os
grupos de machos, femeas e total.

                     Idade                  Peso
                    (meses)                 (Kg)

Machos        43,09 [+ or -] 21,59   43,91 [+ or -] 9,46
Femeas        47,80 [+ or -] 21,37   38,91 [+ or -] 6,33
Media Total   45,86 [+ or -] 21,21   40,44 [+ or -] 7,65

                  Comprimento         Circunferencia
                  Coluna (cm)              (cm)

Machos        85,73 [+ or -] 4,65   14,72 [+ or -] 0,79
Femeas        83,16 [+ or -] 3,85   13,64 [+ or -] 0,91
Media Total   83,94 [+ or -] 4,22   13,97 [+ or -] 1,00

                    Altura
                     (cm)

Machos        70,55 [+ or -] 5,14
Femeas        65,36 [+ or -] 3,25
Media Total   66,94 [+ or -] 4,55

Tabela 2- Medias e desvios-padrao da DMO das regioes metafisaria,
diafisaria 1, diafisaria 2 e tambem da media total para o grupo de
animais.

                     DORM                 DOD1
                     mmAl                 mmAl

Machos        8,49 [+ or -] 0,70   9,12 [+ or -] 0,55
Femeas        7,61 [+ or -] 0,83   8,34 [+ or -] 0,78
Media Total   7,88 [+ or -] 0,89   8,58 [+ or -] 0,80

                     DOD2             Media Total
                     mmAl                 mmAl

Machos        9,54 [+ or -] 0,43   9,05 [+ or -] 0,55
Femeas        8,76 [+ or -] 0,72   8,23 [+ or -] 0,77
Media Total   9,00 [+ or -] 0,74   8,48 [+ or -] 0,80
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Author:Alves, Jefferson Douglas Soares; Sterman, Franklin de Almeida
Publication:Veterinaria e Zootecnia
Date:Jun 1, 2010
Words:2793
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