Printer Friendly

Deposicao de pontas de pulverizacao AXI 11002 e JA-2 em diferentes condicoes operacionais.

Deposition of AXI 11002 and JA-2 nozzles in different operational conditions

INTRODUCAO

Os agrotoxicos, embora desempenhem papel importante no sistema de producao agricola vigente, tem sido alvo de crescente preocupacao, em virtude de seu potencial de risco ambiental (BARCELLOS et al., 1998). Um dos fatores importantes para o sucesso das aplicacoes e o estudo das relacoes entre o tipo de alvo a ser atingido, a forma de acao do defensivo e a tecnica utilizada para a aplicacao (ANTUNIASSI, 2004). A selecao das pontas de pulverizacao serve para adequar o pulverizador ao tipo de aplicacao que sera realizada, buscando sempre otimizar o resultado biologico e a capacidade da maquina (BOLLER, 2006).

Durante a pulverizacao de um herbicida ou outro defensivo agricola, parte da quantidade aplicada nao atinge o alvo desejado. Por isso, o aumento no custo desses produtos, da mao-de-obra e de energia despendida e a preocupacao cada vez mais crescente em relacao a poluicao ambiental tem realcado a necessidade de uma tecnologia mais apurada para a colocacao do produto quimico no alvo (MATUO, 1998). A avaliacao dos depositos da calda aplicada em alvos naturais ou artificiais e o metodo mais representativo para entender diversos aspectos relacionados a pulverizacao de defensivos agricolas. No entanto, os custos dessas pesquisas podem ser um fator limitante na conducao dos estudos, quando as determinacoes sao realizadas utilizando-se os proprios defensivos agricolas, visto que necessitam de reagentes apropriados, equipamentos sofisticados e pessoas treinadas para a realizacao das analises (MATUO, 1988). Assim, o uso de substancia tracadora se torna muito atrativo, em virtude da facilidade de visualizacao ou remocao das folhas ou alvos coletores diretamente pela utilizacao de agua.

O presente trabalho teve como objetivo avaliar, utilizando substancia tracadora, a deposicao da pulverizacao na planta, obtidas por pontas de pulverizacao hidraulicas de jato plano AXI 11002 e jato conico vazio JA-2, submetido a duas pressoes e presenca de assistencia de ar.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi instalado e conduzido no campo experimental da Fazenda Escola Tres Barras, que pertence a Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Regiao do Pantanal (UNIDERP), Campus de Campo Grande - MS.

Os tratamentos foram constituidos por dois tipos de pontas de pulverizacao: AXI 11002 nas pressoes de 300 e 400kPa e de pontas JA-2 nas pressoes de 400 e 600kPa, sendo que cada tipo de ponta e pressao foram tambem avaliadas com e sem assistencia de ar (Tabela 1). O corante Azul Brilhante (FDC-1) foi utilizado misturado a agua da calda, na concentracao de 0,3%. Segundo PALLADINI (2000), esse corante nao interfere nas caracteristicas fisicas da calda, podendo ser utilizado como tracador para simulacao da aplicacao de produtos fitossanitarios.

O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com duas repeticoes em diferentes estadios da cultura. As parcelas mediram 8 x 14m com uma area de 8m entre cada parcela destinada para manobra do conjunto trator-pulverizador.

Os tratamentos foram testados em cultura da soja, cultivar "Coodetec 211", semeadas em 09/12/ 05, com 0,45m de espacamento entre as linhas de plantio e adubacao de plantio com 300kg ha-1 do formulado 02-30-20.

As aplicacoes foram realizadas com auxilio de um trator Massey Ferguson 297 trabalhando na primeira marcha em 1.700rpm, resultando em velocidade de 6,2km h-1. O pulverizador utilizado foi um Modelo Falcon Vortex fabricado por Maquinas Agricolas Jacto S.A., equipado com barras de 14m, com assistencia de ar e bicos espacados em 0,5m, operando a 0,5m acima das plantas.

A primeira aplicacao foi realizada em 13/02/ 06, das 8h30min as 9h30min. Durante a aplicacao dos tratamentos, a temperatura media foi 33[grados]C e a umidade relativa do ar de 58%.

A segunda aplicacao foi no dia 14/03/06, das 9h as 10h. Durante a aplicacao dos tratamentos a temperatura media foi de 27,4[grados]C, a umidade relativa do ar em 74%. Segundo RITCHIE et al. (1982), citado por EMBRAPA (2005), a cultura se encontrava no estadio R2 e R5.2 durante a primeira e segunda aplicacoes, respectivamente.

Apos a aplicacao foram coletadas duas amostras de 15 foliolos por tratamento, sendo 15 da parte superior e 15 da parte inferior das plantas, retirados aleatoriamente em uma area de 3 x 10m dentro da area experimental, desprezando-se as bordaduras. Os foliolos amostrados foram colocados, individualmente, em saco plastico identificado e armazenado em caixa termica ainda no campo. Apos o termino da coleta, as amostras foram transferidas para um refrigerador, onde permaneceram por periodo maximo de tres dias. Apos a coleta, os foliolos foram lavados, dentro dos respectivos sacos plasticos, em 10ml de agua destilada, por meio da agitacao do saco para extrair o corante retido na superficie foliar. Apos a lavagem, a solucao resultante foi depositada em recipiente de vidro identificado, constituindo assim as amostras para analise. Apos a lavagem determinou-se a area foliar de cada foliolo, por meio de medidor de area foliar Modelo LI-300 (Licor Inst. Inc., USA). A quantificacao do corante presente nas amostras foi feita por meio de leitura em espectrofotometro FEMTO, Modelo 700 PLUS, determinando-se a absorbancia no comprimento de onda de 630nm.

Os valores de absorbancia foram transformados em volume, permitindo a associacao da area foliar de cada foliolo ao volume nele depositado ([micron]L de calda [cm.sup.-2]), conforme NEGRISOLE et al. (2002). Os dados foram submetidos a analise de variancia pelo teste F e as medias comparadas pelo teste de Tukey em nivel de 5% de probabilidade.

RESULTADOS E DISCUSSAO

A influencia da assistencia de ar e pressao de trabalho, para as diferentes pontas, na deposicao total da calda, independente da posicao de amostragem, em plantas de soja em dois estadios de desenvolvimento, podem ser observadas na tabela 2.

Verifica-se que a deposicao da calda aplicada nas plantas de soja, de modo geral, nao teve aumento significativo com a assistencia de ar junto a barra de pulverizacao, para as diferentes pontas de pulverizacao com as plantas no estadio de desenvolvimento R2. Entretanto, no estadio de desenvolvimento R5.2, as pontas AXI 11002 com assistencia de ar, apresentaram niveis significativamente maiores de deposito de calda em comparacao com a ausencia desse fator, para as pressoes de 300 e 400kPa. A ponta JA-2 na pressao de 600kPa, no estadio R5.2, tambem teve aumento significativo na deposicao da calda com assistencia de ar apresentando niveis de depositos estatisticamente iguais aos obtidos com a ponta AXI 11002 em presenca e ausencia de ar quando a pressao de 300kPa e, para a pressao de 400kPa, na presenca de ar. Essa constatacao tambem foi feita por BAUER & RAETANO (2001), em feijoeiro. Ao avaliar o efeito da assistencia de ar em cultura de soja, no estadio de desenvolvimento R6, BAUER & RAETANO (2000) tambem observaram aumento na deposicao quando a assistencia de ar foi utilizada.

Volumes maiores de calda proporcionaram niveis significativamente maiores de deposito na cultura da soja nos diferentes estadios de desenvolvimento para as pontas JA-2. Entretanto, para a ponta AXI 11002, o volume de calda so teve diferenca na presenca de ar para o estadio de desenvolvimento R2.

Os valores medios dos depositos com pontas de pulverizacao trabalhando em diferentes condicoes operacionais, quando comparados em cada posicao de amostragem na cultura da soja, em diferentes estadios de desenvolvimento, estao descritos na tabela 3.

Ao analisar os valores medios dos depositos de calda nos foliolos da parte inferior da planta, no estadio de desenvolvimento R2, percebe-se que, para ambas as pontas, houve diferenca somente quando as maiores pressoes foram usadas. Nesse mesmo estadio de desenvolvimento e mesma posicao de amostragem, houve maiores niveis de depositos em todas as aplicacoes com assistencia de ar, embora os valores nao tenham sido significativamente diferentes. Entretanto, esse comportamento nao ocorreu nas amostragens da deposicao na parte superior das plantas, ocasiao em que o uso da assistencia de ar fez com que os depositos fossem inferiores a aplicacao sem o ar.

Esse comportamento, para esse estadio de desenvolvimento da cultura, indica possivel interacao entre a assistencia de ar e o tamanho das gotas, em que essa interacao se torna positiva com a diminuicao do tamanho das gotas, melhorando a penetracao da pulverizacao.

Resultados semelhantes de produtividade de graos foram obtidos aplicando-se fungicida sistemico com diferentes tecnologias na cultura da soja, indicando haver possibilidade de se dar preferencia aquelas com menor risco de deriva (ANTUNIASSI et al., 2004). Portanto, com base nessas informacoes, a melhor opcao para aplicacao, visando as partes mais baixas das plantas de soja, sera a ponta de jato plano, que produz gotas de maiores dimensoes em relacao a ponta de jato conico vazio.

O aumento do volume de calda e pressao, aliado a assistencia de ar, proporcionou niveis de deposicao maior nas folhas de soja da parte mais baixa da planta para as pontas JA-2. A deposicao nos foliolos da parte superior das plantas, no estadio R2, nao mostrou diferenca significativa entre as pontas utilizadas no tratamento.

Os resultados obtidos na parte inferior das plantas no estadio de desenvolvimento R5.2 foram semelhantes aos do estadio R2. Porem, com volume de depositos menores em quase todos os tratamentos. Os valores medios dos depositos na parte inferior das plantas foram significativamente superiores para a ponta AXI 11002 na pressao de 400kPa com assistencia de ar, contudo, nao foram observadas diferencas significativas a 300kPa, tanto na presenca quanto na ausencia da assistencia de ar. Esse comportamento tambem foi observado com a ponta JA-2 na presenca e ausencia de assistencia de ar. Essa constatacao, novamente, indica interacao entre a assistencia de ar e o tamanho das gotas, pois, assim como em R5.2, maiores deposicoes foram obtidas com o uso da assistencia de ar associada a elevacao da pressao. Essa constatacao assume destacada importancia nos casos em que ha necessidade de maior penetracao da calda no interior da cultura, como e o caso de aplicacoes visando o controle da ferrugem da soja.

As pontas JA-2 obtiveram melhores indices de deposicao sobre as folhas inferiores quando se aumentou o volume e a pressao na presenca da assistencia de ar. Nos foliolos da parte superior, as pontas AXI 11002 e a pressao de 300kPa com assistencia de ar foram as que apresentaram niveis de depositos significativamente superiores.

CONCLUSOES

A deposicao total da pulverizacao nas plantas de soja em estadio de desenvolvimento R2 nao foi influenciada significativamente pela assistencia de ar, diferente do que ocorreu no estadio R5.2. Para as pontas JA-2, maior volume de calda aliado a assistencia de ar proporcionou maiores depositos na parte inferior das plantas de soja em R2 e R5.2.

REFERENCIAS

ANTUNIASSI, U.R. Tecnologia de aplicacao de defensivos. Rondonopolis: Fundacao de Apoio a Pesquisa Agropecuaria de Mato Grosso -- Fundacao MT, 2004. N.8, p.165-177. (Boletim Tecnico de Soja, 2004).

ANTUNIASSI, U.R. et al. Avaliacao da cobertura de folhas de soja em aplicacao terrestre com diferentes tipos de pontas. In: SIMPOSIO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA DE APLICACAO DE AGROTOXICOS, 3., 2004, Botucatu. Anais... Botucatu: FEPAF, 2004. 4p. CD-ROM.

BARCELLOS, L.C. et al. Estudo sobre a penetracao de gotas de pulverizacao no dossel da cultura da soja [Glycine max (L.) Merrill]. Engenharia na Agricultura, v.6, p.81-94, 1998.

BAUER, F.C.; RAETANO, C.G. Influencia da assistencia de ar na barra de pulverizacao na deposicao e penetracao da calda em foliolos de feijoeiro. In: SIMPOSIO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA DE APLICACAO DE AGROTOXICOS: EFICIENCIA, ECONOMIA E PRESERVACAO DA SAUDE HUMANA E DO AMBIENTE, 2., Jundiai, 2001. Anais... Jundiai: Instituto Agronomico, Centro de Mecanizacao e Automacao Agricola, 2001. 6p. Acesso em: 07 fev. 2006. On line. Disponivel em: http:// www.iac.br/~cma/Sintag/num11a_1a.PDF.

BAUER, F.C.; RAETANO, C.G. Assistencia de ar na deposicao e perdas de produtos fitossanitarios em pulverizacoes na cultura da soja. Scientia Agricola, v.57, n.2, p.271-276, 2000.

BOLLER, W. Parametros tecnicos para selecao de pontas. Tecnologia de Aplicacao de Defensivos Agricolas. Passo Fundo: Plantio Direto Eventos, 2006. p.43. (Atualidades Tecnicas, 2).

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA -- EMBRAPA. Tecnologia de producao de soja: regiao central do Brasil 2006. Londrina, 2005. p.220. (Sistema de producao, 9).

MATUO, T. Desenvolvimento de um pulverizador intermitente operado fotoeletricamente para tratamento de pomares de citros. 1988. 167f. Tese (Livre Docencia) -- Universidade Estadual Paulista. Jaboticabal. MATUO, T. Fundamentos da tecnologia de aplicacao de agrotoxicos. In:GUEDES, J.V.C.; DORNELLES, S.H.B. (Eds.). Tecnologia e seguranca na aplicacao de agrotoxico: novas tecnologias. Santa Maria: Sociedade de Agronomia de Santa Maria, 1998. p.95-103.

NEGRISOLI, E. et al. Depositos unitarios de calda de pulverizacao com e sem surfatantes em plantas de Salvinia molesta. Planta Daninha. v.20, p.51-56, 2002, Edicao Especial.

PALLADINI, L.A. Metodologia para a avaliacao da deposicao em pulverizacao. 2000. 111f. Tese (Doutorado em Agronomia/Protecao de Plantas) -- Universidade Estadual Paulista, Botucatu.

RITCHIE, S. et al. How a soybean plant develops. Ames: Iowa State University of Science and Technology, Coop Ext Serv, 1982. 20p. (Special Report, 53).

Fernando Cesar Bauer (I) * Elieser de Almeida (I) Daniele Coelho Marques (I) Tiago Rossi(I) Francisco de Assis Rolim Pereira (I)

(I) Curso de Agronomia, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Regiao do Pantanal (UNIDERP), Campus III, CP 2153, 79037-280, Campo Grande, MS, Brasil. E-mail: fcbauer@mail.uniderp.br. *Autor para correspondencia.

Recebido para publicacao 24.08.07 Aprovado em 27.02.08
Tabela 1--Caracteristicas dos tratamentos utilizados em
aplicacoes na cultura da soja. Campo Grande, 2006.

                                 Assistencia       Pressao
Tratamento        Ponta             de ar           (kPa)

1               AXI 11002            sem             300
2               AXI 11002            com             300
3               AXI 11002            sem             400
4               AXI 11002            com             400
5                 JA-2               sem             400
6                 JA-2               com             400
7                 JA-2               sem             600
8                 JA-2               com             600

                                  Volume de
               Tamanho de         aplicacao
Tratamento     gotas (DMV)     (L [ha.sup.-1])

1                  152              166,5
2                  152              166,5
3                  139              191,6
4                  139              191,6
5                  153              128,0
6                  153              128,0
7                  148              147,1
8                  148              147,1

Tabela 2--Valores totais medios de depositos ([micron]L) em plantas
de soja, em diferentes estadios de desenvolvimento, apos pulverizacao
de calda em presenca e ausencia da assistencia de ar junto a barra de
pulverizacao. Campo Grande, 2006.

                                                      Volume de
Ponta de         Assistencia        Pressao           aplicacao
pulverizacao        de ar            (kPa)         (L [ha.sup.-1])

AXI 11002            sem              300               166,5
AXI 11002            com              300               166,5
AXI 11002            sem              400               191,6
AXI 11002            com              400               191,6
JA-2                 sem              400               128,0
JA-2                 com              400               128,0
JA-2                 sem              600               147,1
JA-2                 com              600               147,1

                  Deposicao total ([micron]L)
Ponta de
pulverizacao      Estadio R2      Estadio R5.2

AXI 11002         0,2141 ab        0,2407 bc
AXI 11002         0,1965 bcd       0,2823 a
AXI 11002         0,2095 a         0,2183 c
AXI 11002         0,2253 a         0,2691 a
JA-2              0,1925 cd        0,2298 c
JA-2              0,1800 d         0,1602 d
JA-2              0,2141 ab        0,1567 d
JA-2              0,2119 a         0,2645 ab

* Valores, na coluna, seguidos de mesma letra minuscula nao diferem
entre si pelo Teste de Tukey a 5% de probabilidade de erro.

Tabela 3--Valores medios de depositos ([micron]L) em diferentes
alturas de plantas de soja apos pulverizacao de calda em presenca
e ausencia da assistencia de ar junto a barra de pulverizacao.
Campo Grande, 2006.

Ponta de       Assistencia     Pressao
pulverizacao      de ar         (kPa)

AXI 11002          sem           300
AXI 11002          com           300
AXI 11002          sem           400
AXI 11002          com           400
JA-2               sem           400
JA-2               com           400
JA-2               sem           600
JA-2               com           600

                      Estadio R2                 Estadio R5.2

                               Posicao de amostragem
Ponta de
pulverizacao    Inferior      Superior      Inferior      Superior

AXI 11002       0,0640 ab    0,1500 abc     0,0419 bc     0,1988 b
AXI 11002       0,0646 ab    0,1319 abc     0,0484 b      0,2731 a
AXI 11002       0,0428 c     0,1666 a       0,0352 c      0,1831 b
AXI 11002       0,0714 ab    0,1539 abc     0,0540 ab     0,2151 b
JA-2            0,0453 c     0,1472 abc     0,0493 b      0,1805 b
JA-2            0,0593 bc    0,1208 c       0,0421 bc     0,1257 c
JA-2            0,0536 bc    0,1606 ab      0,0420 bc     0,1147 c
JA-2            0,0782 a     0,1246 bc      0,0629 a      0,2016 b

* Valores, na coluna, seguidos de mesma letra minuscula nao diferem
entre si pelo Teste de Tukey a 5% de probabilidade de erro.
COPYRIGHT 2008 Universidade Federal de Santa Maria
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2008 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Title Annotation:texto en portugues
Author:Bauer, Fernando Cesar; de Almeida, Elieser; Coelho Marques, Daniele; Rossi, Tiago; Rolim Pereira, Fr
Publication:Ciencia Rural
Date:Sep 1, 2008
Words:3076
Previous Article:Estimativas da qualidade de linhas poligonais topograficas.
Next Article:Agrupamento em amostras de sementes de especies florestais nativas do Estado do Rio Grande do Sul--Brasil.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2019 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters