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DETERMINACAO DO RISCO CORONARIANO EM ESTUDANTES DE UMA UNIVERSIDADE PUBLICA DO BRASIL.

INTRODUCAO

Atualmente, sugere-se que mais de 80% dos casos de morte por doencas cardiovasculares estejam associados a fatores de risco ja conhecidos (Makay e Mensah, 2004).

As doencas cardiovasculares sao a principal causa de obitos no Brasil, correspondendo a cerca de 30% dos obitos nas diversas faixas etarias. Alem disso, representam a principal causa de gastos em assistencia medica pelo sistema publico de saude (Brasil, 2008a).

Alguns principais fatores de risco para doenca arterial coronariana sao conhecidos e comprovados, como hipertensao arterial sistemica, tabagismo, dislipidemias, obesidade, sedentarismo, diabetes mellitus e antecedentes familiares.

No sentido de prevenir futuras complicacoes cardiovasculares, e necessario conhecer a prevalencia desses fatores de risco, isolados ou combinados, pois e atraves de sua reducao, por meio de programas de prevencao primaria e secundaria, pode-se alcancar a efetividade de qualquer programa de saude (Hazar e colaboradores, 2010).

Sabe-se que a reducao de peso corporal e a mudanca do estilo de vida tem efeitos beneficos nos principais fatores de risco cardiovascular modificaveis.

No entanto, as medidas educativas que estimulem mudancas de estilo de vida e habitos alimentares ainda sao insuficientes no meio universitario e suspeita-se que os estudantes nao tenham acesso amplo a informacoes sobre fatores de risco cardiovascular ou a medidas de prevencao primaria dessas doencas (Coltro e colaboradores, 2009).

No ambito universitario nao e rara a constatacao de elevada prevalencia dos fatores de risco cardiovasculares (Gomides e colaboradores 2014; Hazar e colaboradores, 2010; Moreira e colaboradores, 2009, 2011a; Torres e colaboradores, 2016), agravados pela interferencia dos habitos de vida dos universitarios e outros fatores como obesidade, sedentarismo, hereditariedade, hipercolesterolemia e etnia, e ainda o estresse a que e submetida essa populacao. Alem disso, a prevalencia dos fatores de risco cardiovascular tende a ser mais elevada nos homens (Torres e colaboradores, 2016) e a aumentar conjuntamente com o aumento da idade (Gomides e colaboradores, 2016; Moreira e colaboradores, 2011b).

Assim, estudar a prevalencia dos fatores de risco para doencas cardiovasculares, em especial no ambiente universitario, pode auxiliar no planejamento e estabelecimento de politicas de promocao de saude, tendo como meta a reducao ou eliminacao da morbimortalidade cardiovascular nesse ambiente.

Nesse sentido o objetivo do presente estudo foi determinar o risco coronariano em estudantes de uma universidade publica do Brasil, segmentado por sexo e faixa etaria.

MATERIAIS E METODOS

Foi elaborado um estudo observacional em uma parcela da populacao de estudantes dos cursos superiores da Universidade Federal de Vicosa (UFV), Campus Florestal, da cidade de Florestal, interior do estado de Minas Gerais, que avaliou estudantes universitarios com idade entre 18 e 50 anos, de ambos os sexos.

Foram selecionados de forma aleatoria simples, 148 estudantes dos cursos superiores da UFV--Campus Florestal, o que corresponde a 25,47% do total de estudantes universitarios do Campus, sendo 58 do sexo masculino e 90 do sexo feminino. A media de idade da amostra foi de 22,32 [+ o -] 5,15 anos, sendo que os homens apresentaram media de idade de 22,86 [+ o -] 6,66 anos e as mulheres, 21,97 [+ o -] 3,88 anos.

O grupo foi dividido em subgrupos de acordo com o sexo e faixa etaria, como pode ser observado na Tabela 1, para fins de comparacao do risco coronariano entre as subdivisoes. Como criterio de inclusao, todos os avaliados deveriam estar regularmente matriculados na UFV--Campus Florestal e pertencerem a um dos dez cursos superiores da instituicao. Todos os procedimentos de coleta de dados foram aprovados pelo Comite de Etica em Pesquisas com Seres Humanos da UFV (Of. Ref. No 187/2011), bem como, atenderam as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos (Resolucao 196/96 do Conselho Nacional de Saude).

Os dados foram coletados em entrevista pessoal, atraves da aplicacao do questionario intitulado "Tabela de Risco Coronariano" proposto pela Michigan Heart Association (MHA, 1973).

Esse questionario e formado por uma tabela contendo oito fatores de risco, sendo eles idade, hereditariedade, peso corporal, tabagismo, sedentarismo, hipercolesterolemia, hipertensao arterial e sexo. Cada fator de risco possui seis opcoes de resposta. Toda resposta equivale a um escore de risco. A soma dos escores obtidos nas respostas dos oito fatores corresponde a uma pontuacao, que representa o risco cardiovascular. A classificacao desse risco e realizada pela proposicao da Michigan Heart Association (MHA, 1973). O metodo de aplicacao do questionario seguiu o padrao adotado em estudos anteriores (Gomides e colaboradores, 2014, 2016; Moreira, Oliveira e Marins, 2008; Moura e colaboradores, 2008; Torres e colaboradores, 2016).

Os dados obtidos foram armazenados no programa Excel[R] 2003 e analisados nos programas Epi Info versao 6.017 e Sigma Stat for Windows versao 2.06. Como tratamento estatistico empregou-se a analise descritiva dos dados, o teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov para verificacao da pressuposicao de normalidade e o teste Mann-Whitney para comparacao do risco coronariano entre os sexos, o teste de Kruskall-Wallis, com post hoc de Dunn's para comparacao entre as faixas etarias. Adotou-se como nivel de significancia estatistica o valor de p <0,05. Alem disso, foi calculada a razao de chances (OR) entre sexos, com um intervalo de confianca de 95%.

RESULTADOS

Na totalidade de individuos da amostra, o escore medio de risco coronariano encontrado foi de 17,32 [+ o -] 4,53 pontos, classificado como "risco abaixo da media", com valores limitrofes entre 08 e 36 pontos, apresentando-se maior nos homens (19,46 [+ o -] 4,69 pontos; risco medio), que nas mulheres (15,98 [+ o -] 3,89 pontos; risco abaixo da media), como apresentado na figura 1.

A distribuicao percentual do risco coronariano no total de avaliados e por sexo encontra-se, detalhadamente, na figura 2. Ja na figura 3, esta disposta a prevalencia de cada fator de risco coronariano, sendo que, dentre os mais prevalentes, destacam-se sedentarismo, hereditariedade, sobrepeso, hipercolesterolemia, tabagismo e hipertensao arterial, respectivamente.

A razao de chances (OR) indicou que, no sexo masculino as chances de apresentarem risco cardiovascular aumentado sao 6,04 vezes maiores que no sexo femininos, para um IC=95% (1,09 - 43,88; p = 0,014).

DISCUSSAO

Pode-se observar que o risco coronariano dos estudantes de curso superior da Universidade Federal de Vicosa - Campus Florestal indicou ser de "risco abaixo da media", segundo a Michigan Heart Association (MHA), sendo um risco mais elevado no sexo masculino. De forma semelhante os estudos de Moreira e colaboradores (2011a), em estudantes de uma universidade privada, e de Romanzini e colaboradores (2008), em estudantes da cidade de Londrina-PR, tambem observaram maior risco para o sexo masculino. Esse maior risco no sexo masculino pode ser explicado por diferencas hormonais nos niveis de estrogenio nas mulheres, que proporciona protecao contra eventos coronarianos (Moreira e colaboradores, 2014, 2015).

De acordo com os resultados apresentados na Figura 1, ha um aumento do escore de risco de acordo com o aumento da idade. Utilizando a mesma metodologia empregada pelo presente artigo, Hazar e colaboradores (2010), observaram essa tendencia, em estudo que avaliou o risco coronariano em estudantes de Educacao Fisica de uma faculdade privada de Minas Gerais.

Da mesma forma, Houston, Cai e Stevens (2009) tambem verificaram o mesmo comportamento, em estudo que avaliou afro americanos, em que o aumento da idade associou-se positivamente como aumento da incidencia de fatores de risco cardiovasculares.

O processo de envelhecimento desencadeia algumas alteracoes organicas, como o enrijecimento da parede arterial, que podem ocasionar o aumento da incidencia de alguns fatores de risco e, consequentemente, elevar o risco de desenvolvimento de acometimentos cardiovasculares (Sampaio, Melo e Wanderley, 2010).

Isoladamente, o sedentarismo foi o fator de risco mais prevalente na presente amostra, atingindo 53,38% dos estudantes avaliados. Em estudo realizado por Martins e colaboradores (2010), em estudantes de universidade publica, foi encontrado 52% de prevalencia de sedentarismo.

Adicionalmente, Moura e colaboradores (2009), avaliando habitantes da cidade de Paula Candido-MG, constataram 58% de prevalencia desse fator de risco, nos individuos avaliados. Em virtude da estrutura oferecida pelo campus universitario, da existencia de um curso de Educacao Fisica e do incentivo a pratica de atividades fisicas, por meio dos projetos de extensao desenvolvidos por estudantes e professores do curso de Educacao Fisica, era de se esperar que os valores de prevalencia desse fator de risco fossem mais baixos, visto que campanhas e acoes de promocao e incentivo a pratica de atividades fisicas podem impactar positivamente os niveis de sedentarismo (Ferreira e Najar, 2005).

Considerando que o sedentarismo esta classificado como um dos principais fatores de risco encontrados na presente amostra, o aumento do risco coronariano em relacao a idade pode estar associado a inatividade fisica dos estudantes, visto que, um estilo de vida fisicamente inativo e um fator de risco para o ganho de peso com o aumento da idade. Soma-se a isso o fato de que, em geral, individuos obesos apresentam comportamento sedentario, uma vez que o excesso de massa corporal e um obstaculo para a adocao de um estilo de vida fisicamente mais ativo (Sampaio, Melo e Wanderley, 2010).

Nesse sentido, a pratica regular de atividade fisica ou mesmo o estilo de vida mais ativo tem demonstrado ser um meio de protecao contra a ocorrencia de doencas cardiovasculares, reduzindo nao so a mortalidade cardiovascular, mas tambem a mortalidade por todas as causas (Nobre, Santos e Fonseca, 2005).

A hereditariedade foi o segundo fator de risco coronariano mais prevalente, sendo encontrado em 52,03% da amostra. Valores proximos sao relatados por Moreira, Oliveira e Marins (2008), que encontraram 56,1% de prevalencia de antecedente familiar para doenca cardiovascular em professores e tecnicos administrativos da UFV; e por Hazar e colaboradores (2010) que encontraram 46,21% de indicativos de antecedente familiar positivo para eventos cardiovasculares em estudo realizado com estudantes de Educacao Fisica de uma faculdade privada de Minas Gerais.

Por se tratar de um fator de risco nao modificavel, aponta-se a necessidade de programas que incluam medidas preventivas e educativas continuas voltadas para a promocao de um estilo de vida mais ativo baseado na pratica regular de atividade fisica.

O terceiro fator de risco mais prevalente, atingindo 37,84% da populacao pesquisada, foi o sobrepeso. Os dados encontrados indicam que, mesmo se tratando de uma populacao jovem, o sobrepeso e um fator determinante para o desenvolvimento de doencas cardiovasculares em estudantes universitarios (Amarante, Sirino e Minuzzi, 2011).

Os valores observados foram semelhantes aos relatados por Hazar e colaboradores (2010), com 36,55% de prevalencia de excesso de peso em estudantes de Educacao Fisica; e por Moreira e colaboradores (2011a), com 38,1%, em estudantes de universidade privada. Alem disso, dados do Ministerio da Saude (Brasil, 2008b), demonstram que a prevalencia de excesso de peso (IMC [mayor que o igual a] 25 Kg/[m.sup.2]) nas capitais brasileiras, varia entre 36,6% em Teresina-PI e 49,0%em Porto Alegre-RS, sendo que, em Belo Horizonte-MG, essa prevalencia foi de 44%. Esses dados mostram que o achado do presente estudo encontra-se em concordancia com a realidade nacional.

O excesso de peso pode ser resultante de uma interacao complexa de fatores, incluindo influencias geneticas, ambientais, metabolicas, fisiologicas, comportamentais, sociais e, talvez, raciais (McArdle, Kacth e Katch, 2001).

Assim, a influencia do fator sedentarismo pode estar impactando negativamente na saude dos avaliados, promovendo condicoes favoraveis ao acumulo energetico e, consequentemente, seu armazenamento na forma de tecido adiposo.

Considerando que atividades como assistir a TV, utilizar o computador, navegar em redes sociais pela internet e realizar leituras sao atividades comumente relatadas por estudantes universitarios e que, as mesmas sao rotuladas como sedentarias, por gerarem um baixo gasto energetico, estas atividades acabam por contribuirem muito pouco com o estilo de vida ativo, proporcionando um quadro favoravel ao aumento da massa adiposa corporal (Ceschini, Figueira Junior e Araujo Junior, 2009).

Nesse sentido, campanhas de conscientizacao e projetos de extensao universitaria que estimulem a pratica de exercicios fisicos sao importantes por promoverem acoes que possibilitem a adocao da pratica regular de atividade fisica como um habito de vida (Ferreira e Najar, 2005), o que pode implicar na mudanca dos quadros encontrados de sedentarismo e excesso de peso.

Um fator limitante encontrado no presente estudo trata-se da utilizacao de questionarios como instrumento para coleta de dados, uma vez que, as respostas fornecidas aos mesmos podem sofrer influencia da subjetividade.

Contudo, nota-se concordancia dos resultados encontrados com os relatados por outros estudos.

Ademais, e vale ressaltar que questionarios sao instrumentos que representam estrategias rapidas, de baixo custo e facil utilizacao, para a realizacao de uma triagem inicial, colaborando para a deteccao de fatores que impliquem risco e, subsequentemente, para o estabelecimento de acoes preventivas e/ou de promocao de saude.

CONCLUSAO

A partir dos resultados obtidos e possivel concluir que, o risco coronariano em estudantes dos cursos superiores da Universidade Federal de Vicosa--Campus Florestal foi classificado como "risco abaixo da media", segundo a Michigan Heart Association, sendo mais elevado nos homens, quando comparados as mulheres. Alem disso, o risco coronariano elevou-se com o aumento da idade, sobretudo apos os 25 anos.

Os tres fatores mais relevantes foram sedentarismo, hereditariedade e sobrepeso, respectivamente, o que dirige as atencoes aos fatores de risco sedentarismo e sobrepeso, que possuem carater modificavel, sendo necessaria uma intervencao preventiva sobre estes dois fatores de risco modificaveis, visando diminui-los.

REFERENCIAS

(1)-Amarante, A.A.; Sirino, F.; Minuzzi, L.G. Indice de obesidade, sobrepeso e risco cardiovascular em escolares de 11 a 14 anos da cidade de Abelardo Luz (SC). Revista Mackenzie de Educacao Fisica e Esporte. Vol. 10. Num. 2. 2011. p. 128-139.

(2)-Brasil. Ministerio da Saude do Brasil. Banco de dados do Sistema Unico de Saude: A principal causa de obitos no Brasil. Brasil. 2008a.

(3)-Brasil. Ministerio da Saude do Brasil. Vigilancia de fatores de risco e protecao para doencas cronicas por inquerito telefonico. Brasil. 2008b. Acesso em: 09/06/2017. Disponivel em:

<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/VIGITEL2008_web.pdf>

(4)-Ceschini, F.L.; Figueira Junior, A.; Araujo Junior, J.F. Atividade Fisica e Comportamentos Sedentarios em Adolescentes. Revista Brasileira de Ciencias da Saude. Vol. 7. Num. 9. 2009. p. 24-31.

(5)-Coltro, R.S.; Mizutani, B.M.; Mutti, A.; Delia, M.P.B.; Martinelli, L.M.B.; Cogni, A.L.; Matsubara, B.B. Frequencia de fatores de risco cardiovascular em voluntarios participantes de evento de educacao em saude. Revista Da Associacao Medica Brasileira. Vol. 55. Num. 5. 2009. p. 606-610.

(6)-Ferreira, M.S.; Najar, A.L. Programas e campanhas de promocao da atividade fisica. Ciencia e Saude Coletiva. Vol. 10. 2005. p. 207-219.

(7)-Gomides, P.H.G.; Moreira, O.C.; Oliveira, R.A.R.; Matos, D.G.; Oliveira, C.E.P. Prevalencia de fatores de risco coronariano em praticantes de futebol recreacional. Revista Andaluza de Medicina del Deporte. Vol. 9. Num. 2. 2016. p. 80-84.

(8)-Gomides, P.H.G.; Moreira, O.C.; Oliveira, R.A.R.; Mazini Filho, M.L.; Matos, D.G.; Oliveira, C.E.P. Determinacao do risco coronariano em estudantes de educacao fisica de uma universidade publica do estado de minas gerais como estrategia de avaliacao pre-participacao. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio. Vol. 8. Num. 48. 2014. p. 565-570. Disponivel em: <http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/655/627>

(9)-Hazar, M.; Moreira, O.C.; Carneiro Junior, M.A.; Teodoro, B.G.; Oliveira, C.E.P. Determinacao da prevalencia de fatores de risco coronariano em estudantes de Educacao Fisica de uma faculdade privada de Minas Gerais. Revista Brasileira de Ciencia e Movimento. Vol. 18. Num. 2. 2010. p. 58-66.

(10)-Houston, D.K.; Cai, J.; Stevens, J. Overweight and obesity in young and middle age and early retirement: the ARIC study. Obesity (Silver Spring). Vol. 17. Num. 1. 2009. p. 143-149.

(11)-Mackay, J.; Mensah, G.A. The atlas of heart disease and stroke. Geneva. World Health Organization. 2004.

(12)-Martins, M.C.C.; Ricarte, I.F.; Rocha, C.H.L.; Maia, R.B.; Silva, V.B.; Veras, A.B.; Souza Filho M. D. Pressao Arterial, Excesso de Peso e Nivel de Atividade Fisica em Estudantes de Universidade Publica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Vol. 95. Num. 2. 2010. p. 192-199.

(13)-McArdle, W.; Katch, F.; Katch, V. Fisiologia do Exercicio: Nutricao e Desempenho Humano. Rio de Janeiro. Guanabara. 2001.

(14)-Michigan Heart Association (MHA). RISKO. Lancet. Vol. 2. 1973. p. 243-244.

(15)-Moreira, O.C.; Costa, A.E.; Oliveira, C.E.P.; Oliveira, R.A.R.; Brito, I.S.S. Fatores de risco coronariano em estudantes de uma universidade privada. Revista Brasileira de Ciencia e Movimento. Vol. 19. Num. 2. 2011a. p. 61-69.

(16)-Moreira, O.C.; Oliveira, C.E.P.; Marins, J.C.B. Diagnostico primario de fatores de risco coronarianos em professores e tecnicos administrativos do Centro de Ciencias Agrarias da UFV. Lecturas Educacion Fisica y Deportes. Vol. 13. Num. 1. 2008. p. 1-8.

(17)-Moreira, O.C.; Oliveira, C.E.P.; Teodoro, B.G.; Souza, G.C.; Lizardo, F.B.; Santos, L.A.; Marins, J.C.B. Fatores de risco de doenca cardiovascular em tecnicos administrativos da Universidade Federal de Vicosa. Bioscience Journal. Vol. 25. Num. 5. 2009. p. 133-140.

(18)-Moreira, O. C.; Oliveira, R.A. R.; Andrade Neto, F.; Amorim, W.; Oliveira, C.E.P.; Doimo, L.A.; Amorim, P.R.S.; Laterza, M.C.; Monteiro, W.D.; Marins, J.C.B. Associacao entre risco cardiovascular e hipertensaoarterial em professores universitarios. Revista Brasileira de Educacao Fisica e Esporte. Vol. 25. 2011b. p. 397-406.

(19)-Moreira, O.C.; Oliveira, R.A.R.; Oliveira, C.E.P.; Doimo, L.A.; Amorim, P.R.S.; Laterza, M.C.; Monteiro, W.D.; Marins, J.C.B. Risk factors for cardiovascular disease in professors from a public university. Investigacion y Educacion en Enfermeria. Vol. 32. Num. 2. 2014. p. 280-290.

(20)-Moreira, O.C.; Oliveira, R.A.R.; Oliveira, C.E.P.; Doimo, L.A.; Amorim, P.R.S.; Marins, J.C.B. Anthropometric, cardiovascular and functional variables as indicators of health related physical fitness in university professors. Fisioterapia em Movimento. Vol. 28. Num. 3. 2015. p. 545-554.

(21)-Moura, B.P.; Brito, I.S.S.; Nunes, N.; Amorim, P.R.S.; Marins, J.C.B. Prevalencia de fatores de risco coronariano em habitantes da cidade de Paula Candido, MG. Lecturas: Educacion Fisica y Depoortes. Vol. 14. Num. 135. 2009. p. 1-7.

(22)-Moura, B.P.; Moreira, O.C.; Nunes, N.; Marins, J.C.B. Prevalencia de fatores de risco coronarianos em praticantes de atividades aerobicas no campus da Universidade Federal de Vicosa-MG. Arquivos de Ciencias da Saude Unipar. Vol. 12. Num. 3. 2008. p. 213-219.

(23)-Nobre, M.R.C.; Santos, L.A.; Fonseca, V.R. Epidemiologia do Risco Cardiovascular Associado a Atividade Fisica. IN: Negrao CE, Barretto ACP (Org). Cardiologia do Exercicio: do Atleta ao Cardiopata. Sao Paulo. Manole. 2005.

(24)-Romanzini, F.; Reichert, F.F.; Lopes, A.S.; Petroski, E.L.; Junior, J.C.F. Prevalencia de fatores de risco cardiovascular em adolescentes. Cadernos de Saude Publica. Vol. 24. Num. 11. 2008. p. 2573-2581.

(25)-Sampaio, M.R.; Melo, M.B.O.; Wanderley, M.A.S. Estratificacao do Risco Cardiovascular Global em Pacientes Atendidos numa Unidade de Saude da Familia (USF) de Maceio, Alagoas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Vol. 1. Num. 1. 2010. p. 51-60.

(26)-Torres, J.O.; Oliveira, C.E.P.; Matos, D.G.; Gomides, P.H.G.; Oliveira, R.A.R.; Aidar, F.J.; Rodriguez-Gazquez, M.A.; Moreira, O.C. Prevalence of Coronary Heart Disease Risk Factors in College Students. Journal of Exercise Physiology. Vol. 19. Num. 5. 2016. p. 147-158.

Pedro Henrique Gondim Gomides (1), Claudia Eliza Patrocinio de Oliveira (2) Renata Aparecida Rodrigues de Oliveira (2), Dihogo Gama de Matos (3) Mauro Lucio Mazini-Filho (4), Felipe Jose Aidar (5), Osvaldo Costa Moreira (1)

(1)-Instituto de Ciencias Biologicas e da Saude, Universidade Federal de Vicosa (UFV), Campus Florestal, Florestal-MG, Brasil.

(2)-Departamento de Educacao Fisica, Centro de Ciencias Biologicas e da Saude, Universidade Federal de Vicosa (UFV), Vicosa-MG, Brasil.

(3)-Departamento de Ciencias do Esporte, Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.

(4)-Departamento de Educacao Fisica, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora-MG, Brasil.

(5)-Departamento de Educacao Fisica, Universidade Federal de Sergipe (UFS), Sao Cristovao-SE, Brasil.

E-mails dos autores:

pedrohgg@hotmail.com

cpatrocinio@ufv.br

renata.oliveiraa@ymail.com

dihogogmc@hotmail.com

personalmau@hotmail.com

fjaidar@gmail.com

osvaldo.moreira@yufv.br

Endereco para correspondencia: Osvaldo Costa Moreira

Rodovia LMG 818, Km 6, Campus Universitario, Florestal-MG.

CEP: 35690-000.

Recebido para publicacao 12/06/2017

Aceito em 24/08/2017
Tabela 1 - Distribuicao dos estudantes universitarios segundo sexo e
faixa etaria.

Faixa etaria                    Masculino
                n   %      Idade (anos) (*)       n      %

< 20 anos      20  34,48  18,45 [+ o -] 0,51     24    26,66
20 a 25        27  46,55  21,67 [+ o -] 1,18     54    60,00
anos
26 a 30        07  12,07  28,43 [+ o -] 1,62     07     7,78
anos
> 30           04   6,90  43,25 [+ o -] 7,41     05     5,56
anos

Faixa etaria      Feminino
              Idade (anos) (*)

< 20 anos     18,42 [+ o -] 0,58
20 a 25       21,74 [+ o -] 1,57
anos
26 a 30       27,86 [+ o -] 1,21
anos
> 30          33,20 [+ o -] 1,64
anos

Legenda: (*) Valores de idade expressos em media [+ o -] desvio-padrao.
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Author:Gomides, Pedro Henrique Gondim; de Oliveira, Claudia Eliza Patrocinio; de Oliveira, Renata Aparecida
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:May 1, 2018
Words:3856
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