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DESEMPENHO NO SALTO VERTICAL E UTILIZACAO DA ENERGIA ELASTICA EM JOGADORES DE BADMINTON.

INTRODUCAO

No badminton as partidas competitivas geralmente duram 40-60 minutos (Zagatto, 2009) com uma duracao media de rally de 9,1 [+ o -] 1,1s e um tempo medio de descanso entre os rallys de 24,6 [+ o -] 4,2s (Abian-Vicen e colaboradores, 2013).

Este esporte e composto por habilidades tecnicas, taticas, aptidao fisica especifica e preparacao psicologica (Omosegaard, 1996), com grande predominancia de saltos representando uma parte importante dos gestos esportivos no badminton (Wrigley e Strauss, 2000) e repetidos movimentos curtos com mudancas de direcao em alta intensidade (Fitzsimons e colaboradores, 1993).

Os saltos verticais, contra movimento (SCM) e salto agachado (SA), sao amplamente utilizados para estimar a potencia de membros inferiores em varias atividades, possuindo alta confiabilidade e rapida implementacao (Di Cagno e colaboradores, 2008; Requena e colaboradores, 2008).

Seus valores sao influenciados pela atividade fisica, nivel de desempenho, sexo, idade, fornecendo informacoes sobre a capacidade fisica de um atleta, e tambem uma medida funcional de preparacao de um atleta para retornar ao esporte apos uma lesao (Young, 1999).

A combinacao dos deslocamentos especificos do badminton, como passadas laterais e movimentos de passo cruzado (Kuntze, Sellers e Mansfield, 2009) esta relacionado a performance no SCM (Phomsoupha e Laffaye, 2017).

Como verificado no estudo de Ooi e colaboradores (2009) em que nos resultados dos testes de agilidade lateral e de quatro cantos, respectivamente, estavam significativamente associados ao desempenho do teste de SCM com 63% e 49% da variancia. Quanto ao desempenho no SA quanto mais alto o jogador saltar, melhor sera seu angulo de ataque e velocidade de lancamento da peteca (Laffaye, Wagner e Tombleson, 2014; Tsai e Chang, 1998).

Essas duas formas de salto sao utilizadas por Komi e Bosco (1978) para que haja a diferenciacao da contribuicao contratil da musculatura no SA e do ciclo alongamento-encurtamento (CAE), sendo este elemento principal do SCM, ocasionando maior alcance vertical. Isso ocorre devido a varios fatores como, o armazenamento e utilizacao de energia elastica no CMJ (Asmussen e Bonde-Petersen, 1974; Kopper e colaboradores, 2012), uma melhor relacao forca-comprimento-velocidade (Finni, Komi e Lepola, 2000; Voigt e colaboradores, 1995; Zajac, 1993) e/ou um maior estado de pretensao muscular no instante em que se inicia a extensao do membro inferior (Bobbert e colaboradores,1996; Bobbert e Casius, 2005; Kopper e colaboradores, 2012; Linthorne, 2001; Zajac, 1993).

Komi e Bosco (1978) atribuem essa diferenca a um armazenamento e utilizacao de energia potencial elastica (EPE) durante o SCM, gerada a partir de um alongamento (previo ao encurtamento) do tecido elastico da musculatura, ou seja, quanto maior for o SCM em relacao ao SA, melhor sera a capacidade de utilizacao da EPE.

A partir dos valores encontrados nos saltos e possivel mensurar a utilizacao desta energia elastica atraves do Indice de Elasticidade (IE) a partir da equacao (CMJ-SJ) / SJ * 100) (Walshe, Wilson e Murphy, 1996). Estes valores permitem aos treinadores, preparadores fisicos e fisioterapeutas a determinacao da capacidade fisica de um atleta, resultado de um programa de treino, e tambem uma medida funcional de preparacao de um atleta para retornar ao esporte apos uma lesao (Young, 1999).

Entretanto, nao encontrou-se estudos que avaliaram o Indice Elastico em atletas de badminton, assim como suas vantagens em relacao ao treinamento especifico para este esporte.

Com tudo isso, este estudo tem como objetivo verificar o desempenho no SA e SCM, assim como utilizacao do IE de jogadores masculino e feminino de badminton.

MATERIAIS E METODOS

Foi um estudo de carater descritivo transversal, ou seja, a coleta de dados envolveu um recorte unico no tempo (Pereira, 1995).

A amostra foi composta por 12 jogadores de badminton (sete homens e cinco mulheres) das categorias de sub 15 a Principal, participantes de competicoes Nacionais e Internacionais no proprio ginasio de treino.

Foi adotado como criterios de inclusao uma frequencia de treinamento no minimo tres vezes por semana, no minimo dois anos com um treinamento sistematico e nao ter lesoes que impossibilitem o esforco maximo.

Antes de iniciar os procedimentos os atletas e responsaveis assinaram um Termo de livre e Esclarecido onde deixou-se claro os objetivos e procedimentos da pesquisa. A pesquisa possui aceitacao do Comite de etica com numero do parecer 2.379.617 e CAAE 48562515.9.0000.5214.

Para a caracterizacao dos sujeitos estudados foram utilizadas medidas antropometricas de estatura atraves de uma fita metrica fixada na parede e massa corporal atraves da balanca Incoterm de precisao de 100 kg. A potencia de membros inferiores dos jogadores foi verificada a partir dos saltos verticais Agachado (SA) e contra movimento (SCM) atraves do tapete de contato Plataforma Jump Test (Hidrofit Ltda, Brasil).

Os sujeitos passaram por uma familiarizacao com os saltos com orientacoes teoricas e praticas dos testes aplicados. Cada sujeito realizou tres tentativas maximas para cada uma das condicoes dos testes com saltos verticais. O tempo de recuperacao foi de 5 segundos entre as tentativas e 60 segundos entre os testes. A media das tentativas de cada tecnica de salto foi utilizada para analise. A ordem adotada foi: SA, SCM.

Salto Agachado: o atleta realizou o salto vertical com meio agachamento que partiu de uma posicao estatica de aproximadamente tres segundos com uma flexao do joelho de aproximadamente 90[grados] sem contra movimento previo de qualquer segmento; as maos se mantiveram fixas proximas ao quadril durante todo o movimento, na regiao supra iliaca. O tronco na vertical sem um adiantamento excessivo. Sendo essencial que os joelhos permanecam em extensao durante o voo (Bosco, Luhtanen e Komi,1983).

Salto contra movimento: o atleta iniciou em uma posicao com o tronco ereto e com os joelhos em extensao a 180[grados]. Nesta tecnica de contra movimento nao houve contribuicao dos membros superiores (as maos ficaram fixas e proximas ao quadril). Nessa situacao especifica, o atleta executou o CAE (flexao e extensao do joelho). Logo em seguida a flexao do joelho, o executante fez a extensao do joelho, procurando impulsionar o corpo para o alto e na vertical, durante essa acao o tronco permaneceu sem movimento para evitar influencia nos resultados. Os joelhos permaneceram em extensao durante o voo (Bosco, Luhtanen e Komi, 1983). Foi calculada a variavel de IE (%), segundo equacao de Walshe, Wilson e Murphy (1996):

Indice Elastico (IE):

(SCM - SA /SA) X 100

Estatistica

Nesta analise descritiva os dados foram expressos em media e desvio padrao.

RESULTADOS

A analise descritiva dos dados antropometricos, tempo de pratica e idade dos jogadores expostos na Tabela 1.

Na tabela 2 estao expostos os valores obtidos nos saltos verticais e indice de elasticidade em mulheres e homens.

DISCUSSAO

O presente estudo descritivo teve como principal objetivo verificar o desempenho nos SA e SCM, assim como utilizacao do IE de jogadores masculino e feminino de badminton. Encontraram-se valores mais altos para os homens nos saltos no geral, porem com uma baixa diferenca entre os mesmos refletindo um baixo IE tanto nos homens como nas mulheres analisadas.

Na literatura, esta bem estabelecido que os sujeitos saltam mais alto no SCM comparado ao SA (Asmussen e Bonde-Petersen, 1974; Bobbert e colaboradores, 1996; Bobbert e Casius, 2005; Finni, Komi e Lepola, 2000; Kopper e colaboradores, 2012; Linthorne, 2001; Voigt e colaboradores, 1995; Zajac, 1993). No presente estudo as mulheres tiveram a media do SCM mais alto que o SA, mostrando uma possivel maior utilizacao da EPE armazenada nos elementos contrateis e elasticos da musculatura.

Por outro lado, as medias de SCM e SA foram maiores nos homens, o que e uma constatacao entre os especialistas, de modo que as diferencas biologicas entre os sexos constitui de 10% a 15% na capacidade de forca, para o sexo masculino, que podera ser justificada pelo maior valor de massa gorda presente nas mulheres, sendo explicada portanto pelas diferencas biologicas e estado atual do treino (Drinkwater, 2008). No SA, onde ha uma maior contribuicao contratil da musculatura (Komi e Bosco, 1978), obteve-se valores mais elevados que no SCM nos homens.

No estudo de Mascara, Chiminazzo e Oliveira (2015) foi verificado o desempenho de 8 atletas de badminton no salto vertical de com media de idade 17,25 [+ o -] 0,9 anos para homens, e 15,75 [+ o -] 1,2 anos para mulheres, encontrou-se valores de 39,3 [+ o -] 3,64 no para os homens e 27,2 [+ o -] 1,68 cm para mulheres no SA. E a media de 45,6 [+ o -] 6,49 cm para homens e 31,4 [+ o -] 2,87 cm para mulheres no SCM.

Em outro estudo, com atletas aproximadamente na mesma media de idade (17,24 [+ o -] 1,8 homens e 15,21 [+ o -] 2,06 mulheres), obteve-se valores de SA e SCM dos homens 36,7 [+ o -] 6,0 cm e 39,3 [+ o -] 5,7 cm, respectivamente. No SA e SCM nas mulheres foram encontrados 27,2 [+ o -] 2,1 cm e 28,1 [+ o -] 2,4 cm, respectivamente (Campos e colaboradores, 2009).

Sendo estes valores de salto maiores que os encontrados no presente estudo e confirmando a diferenca de desempenho entre homens e mulheres.

Para o treinamento, esta diferenca na performance entre o SJ e o CMJ tambem chamada de IE mostra os aspectos que devem ser melhorados para um aumento de desempenho no salto, ressaltando assim que conhecer esses valores mostrara ao atleta e ao treinador o que deve ser melhor trabalhado, destacando as possiveis deficiencias e qualidades dos atletas (Baker, 1996).

Quanto ao IE os homens apresentaram valores de IE de 7,17% [+ o -] 4,07 e as mulheres 4,49% [+ o -] 0,05 que demonstra o menor desempenho das mulheres em relacao aos homens, possivelmente devido as caracteristicas biologicas (Drinkwater, Pyne, Mckenna, 2008) como tambem a um maior comprimento de tronco destes, podendo interferir na geracao e na transferencia de forca entre as articulacoes atuantes no gesto (Fuster, Jerez e Ortega, 1998).

Esses valores divergem aos elencados por Baker (1996) como referencia de uma otima utilizacao do CAE valores de IE entre 15 a 20%. Nos estudos de Mascara (2105) e Campos (2009) quando calculamos o IE encontrado obteve-se os valores de 15,91% e 7,08% nos homens; e 15,44% e 3,22% nas mulheres. Nota-se a diferenca entre os valores de IE para amostras da mesma faixa etaria deste desporto.

De acordo com Baker (1996) se essa diferenca for menor que 10% indicara que o CAE esta sendo utilizado de maneira ineficiente, exigindo assim um programa de treino objetivando a melhora da eficacia do CAE, tais como trabalhos de impulsao, ou seja, pliometricos, que podem ser executados com ou sem cargas adicionais dependendo do nivel de treino dos sujeitos. No entanto, se essa diferenca for maior que 20% a performance de salto pode ser melhorada atraves de um treino composto por exercicios voltados para o desenvolvimento dos elementos contrateis do musculo. No entanto, neste estudo nao e deixado claro se a amostra utilizada nos artigos e composta por adultos ou adolescentes.

O IE encontrado neste estudo e considerado baixo de acordo com a literatura, havendo uma necessidade de treinamentos que melhorem o uso da energia elastica, como o treino pliometrico que objetiva o aprimoramento da forca explosiva com a velocidade de movimento (Marcovik, 2007).

Diversas modalidades esportivas como futebol (Keiner e colaboradores, 2015), basquete (Santos, Janeira, 2011), tenis (Fernandez-Fernandez, 2016) e volei (Mroczek e colaboradores, 2017) verificaram uma melhora na forca de membros inferiores em jogadores que realizaram este treino. Porem eles podem nao refletir necessariamente um baixo nivel de desempenho destes atletas, devido as divergencias de valores encontrados e modalidade esportiva dos avaliados. Sugerindo mais estudos com esta proposta para uma melhor especificidade dos jogadores de badminton.

CONCLUSAO

A potencia de membros inferiores e IE constatados nestes jogadores nao foram satisfatorios de acordo com a literatura.

Devido a sua importancia e essencial a adequacao dos treinos para a melhora desta variavel.

Deixa-se claro a necessidade de mais estudos para uma aplicacao pratica de treinos mais especificos voltados para estas variaveis no badminton.

REFERENCIAS

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(33)-Young, W.; Wilson, G.; Byrne, C. Relationship between strength qualities and performance in standingan drun-up vertical jumps: J Sports Med Phys Fitness. Vol. 39. 1999. p. 285-293.

(34)-Zagatto, A. M.; Beck, W. R.; Gobatto, C. A. Validity of the running anaerobic sprint test for assessing anaerobic power and predicting short distance performances. J Strength Cond Res. September. 2009.

(35)-Zajac, F. E. Muscle coordination of movement: a perspective: Journal of Biomechanics. Vol. 26. 1993. p. 109-124.

Karen Christie Gomes Lima (1), Sergio Luiz Galan Ribeiro (2) Camila Oliveira de Moura Cabral (2), Poliane Dutra Alvares (1) Norma Teotonio Rodrigues (3), Christian Emmanuel Torres Cabido (1) Marcos Antonio Pereira dos Santos (2)

(1)-Universidade Federal do Maranhao (UFMA), Sao Luis-MA, Brasil.

(2)-Universidade Federal do Piaui (UFPI), Teresina-PI, Brasil.

(3)-Universidade Estadual do Piaui (UESPI), Teresina-PI, Brasil.

E-mails dos autores:

karenchristie1@hotmail.com

sergiogalan@ufpi.edu.br

camilinha.omc@hotmail.com

po-viola@hotmail.com

normateo@hotmail.com

christianemmanuel@gmail.com

marcosedfisio@gmail.com

Endereco para correspondencia

Karen Christie Gomes Lima.

Rua Projetada 10, Cohab Anil IV, Edificio Maria Celeste, Apartamento 203, Sao Luis-MA.

CEP: 65053-185.

Recebido para publicacao 09/05/2018

Aceito em 23/09/2018
Tabela 1 - Descricao dos dados antropometricos, tempo de pratica e
idade.

                    Media   Desvio   Minimo  Maximo
                            Padrao

Massa Corporal(kg)   58,21  11,99    43,20    80
Estatura (cm)       166,67  10,63   149      184
Treino (anos)         7,25   1,49    05       10
Idade (anos)         15,58   2,39    13       20

Tabela 2 - Saltos verticais e indice de elasticidade em mulheres e
homens.

Mulheres (n= 5)
SA (cm)              SCM (cm)             IE (%)

16,96 [+ o -] 4,65  17,77 [+ o -] 5,22  4,49% [+ o -] 0,05
Homens (n= 7)
SA (cm)              SCM (cm)             IE (%)
29,38 [+ o -] 6,42  27,06 [+ o -] 5,94  7,17% [+ o -] 4,07

Mulheres (n= 5)
SA (cm)              Idade (anos)

16,96 [+ o -] 4,65  14,40[+ o -] 1,14
Homens (n= 7)
SA (cm)              Idade (anos)
29,38 [+ o -] 6,42  16,43 [+ o -] 2,76
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Author:Lima, Karen Christie Gomes; Ribeiro, Sergio Luiz Galan; Cabral, Camila Oliveira de Moura; Alvares, P
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Dec 15, 2018
Words:3559
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