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Curative sprays of fungicides and their effect on lesion expansion of the wheat tan spot/Aplicacao curativa de fungicidas e seu efeito sobre a expansao de lesao da mancha-amarela do trigo.

INTRODUCAO

As doencas tem grande relevancia para a cultura do trigo no Sul do Brasil, sendo causadoras de extensos prejuizos a producao de graos. PICININI & FERNANDES (1995), em 12 anos de experimentacao com a cultura do trigo, registraram dano anual medio de 44,6%, o equivalente a 1.152 kg de graos por hectare. Entre as doencas foliares do trigo, a manchaamarela, causada pelos fungos Drechslera triticirepentis (Died) Shoemaker e Drechslera siccans (Drechsler) Shoem, aumentou significativamente em importancia nos ultimos anos, sendo encontrada em mais de 60% dos levantamentos efetuados em campo (REIS et al., 2011).

As principais fontes de inoculo para a mancha-amarela sao as sementes infectadas, os restos culturais e as plantas de azevem, hospedeiro alternativo, presentes na lavoura ou proximas a ela (REIS et al., 2011). Os ascosporos e conidios provenientes das fontes de inoculo sao os responsaveis pelo estabelecimento das lesoes iniciais. Posteriormente, a producao de toxinas que causam clorose e necrose (MANNING & CIUFFETTI, 2005) resulta no crescimento das lesoes e contribui para o aumento da epidemia.

A importancia da expansao da lesao como componente de epidemias, especialmente por fungos necrotroficos, foi demonstrada por BERGAMIM FILHO & AMORIM (1996) e BERGER et al. (1997). A expansao de lesao reflete a acao infecciosa, interna, do patogeno nos tecidos adjacentes, especialmente quando as condicoes ambientais nao sao favoraveis a esporulacao, dispersao do inoculo e inducao de novas infeccoes.

O tamanho e a taxa de expansao da lesao sao mais utilizados para avaliar a resistencia genetica de cultivares e a agressividade de estirpes ou racas de bacterias e fungos fitopatogenicos (JOHNSON & TAYLOR, 1976; LUO & ZENG, 1995; BERGER et al., 1997). Entretanto, como componente do processo epidemico da mancha-amarela, a expansao de lesao deve ser considerada na definicao de estrategias de controle para a doenca. As relacoes ou interacoes da expansao de lesao com o tratamento quimico, por exemplo, sao pouco conhecidas.

Em trigo, a aplicacao foliar de fungicidas para controle da mancha-amarela e indicada apos o aparecimento dos primeiros sintomas, quando atingido o limiar de dano economico (REIS et al., 2011) ou a incidencia de 70% (REUNIAO, 2009). Em campo, o desempenho dos produtos utilizados em fase pos-sintoma e insatisfatorio, devido, possivelmente, ao nao controle da expansao da lesao da manchaamarela. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a acao curativa de fungicidas sobre o crescimento das lesoes da mancha-amarela, a fim de aperfeicoar o manejo da doenca e aumentar a rentabilidade da cultura do trigo.

MATERIAL E METODOS

Os trabalhos foram realizados na Universidade de Passo Fundo, no periodo de agosto a novembro de 2011. Ao todo foram quatro ensaios, dois para avaliacao do controle curativo da manchaamarela com fungicida triazol e estrobilurina, e outros dois para um comparativo dos fungicidas comerciais. Todos os ensaios foram organizados como blocos casualizados, com quatro repeticoes, sendo cada repeticao um vaso com quatro plantas. As plantas foram mantidas em camara de crescimento com controle de fotoperiodo (12 h luz, 12 h escuro) e temperatura (21[+ or -]1 [degrees]C).

Controle curativo com fungicida triazol e estrobilurina

Dois ensaios foram direcionados ao estudo do controle curativo da mancha-amarela por fungicidas dos grupos quimicos triazol e estrobilurina. As plantas de trigo (cultivares 'Fundacep Horizonte' e 'Quartzo') foram crescidas em copos plasticos com capacidade para 500 mL, contendo uma mistura de solo e vermiculita na proporcao 3:1 (v:v). No estadio de tres folhas expandidas, as plantas de trigo foram inoculadas com uma suspensao de esporos (3 x [10.sup.3] conidios.[mL.sup.-1]) obtida a partir de colonias puras de D. tritici-repentis em meio V8-Agar. A suspensao foi aplicada ate o ponto de escorrimento, atraves aspersor manual com capacidade para 500 mL de inoculo. Logo apos a inoculacao as plantas foram cobertas com sacos plasticos por 24 horas.

Os tratamentos avaliados corresponderam a uma testemunha nao tratada, a aplicacao de um fungicida triazol (propiconazol, 0,5L.[ha.sup.-1] do produto comercial Tilt[R]), um fungicida do grupo quimico das estrobilurinas (azoxistrobina, 0,3L.[ha.sup.-1] do produto comercial Priori[R]) e a mistura dos dois (0,2L.[ha.sup.-1] de Tilt + 0,3L.[ha.sup.-1] de Priori). Nas aplicacoes com azoxistrobina utilizou-se, tambem, o oleo mineral Nimbus, a 0,5% do volume de agua. As aplicacoes de fungicida foram realizadas com aspersor manual com capacidade de 500mL, a 1, 2, 4, 8 e 12 dias apos a inoculacao (DAI). As plantas testemunhas foram pulverizadas apenas com agua. Na repeticao desse ensaio, os intervalos de aplicacao foram alterados para 1, 2, 5, 7 e 10 dias, devido a senescencia das folhas.

Comparativo de fungicidas comerciais

Dois outros ensaios foram destinados a avaliacao de nove fungicidas comerciais (Tabela 1), quanto ao seu efeito sobre a expansao de lesao da mancha-amarela, em aplicacoes curativas. As plantas de trigo (Fundacep Horizonte) foram cultivadas em vasos e inoculadas como descrito anteriormente. Para simular uma aplicacao em campo, os vasos foram dispostos sobre o solo e as plantas pulverizadas com os fungicidas. Utilizou-se um pulverizador costal, pressurizado com CO2, dotado de barra com 3 m de largura e pontas de jato plano simples TT 110015, ajustado a um volume de 150L.[ha.sup.-1]. As aplicacoes foram realizadas aos 3, 5 e 8 dias apos a inoculacao, respeitando as doses e condicoes de uso de cada produto. Nesses ensaios, tambem, a testemunha recebeu aplicacao com agua.

Avaliacoes

Em todos os experimentos as avaliacoes foram iniciadas tres dias apos a inoculacao. Deu-se preferencia a terceira folha expandida, cujas lesoes foram numeradas com marcador permanente para avaliacoes sequenciais, a cada dois dias. As lesoes foram medidas quanto ao comprimento (C) e largura (L) da area necrosada, com um paquimetro digital de precisao de 0,01 mm. A area foi estimada em [mm.sup.2], pela formula CxLx0,69, em que valor 0,69 corresponde a um fator de correcao obtido pela comparacao do produto de C x L com a area real medida em um integralizador digital de area foliar (Licor).

Analise estatistica

Os resultados foram submetidos a analise de variancia e regressao linear pelo modelo y = a + bx, em que y e a area da lesao, x o tempo em dias, a e b parametros da equacao, em que b tambem corresponde a taxa de expansao da lesao. No estudo comparativo dos fungicidas comerciais utilizou-se o teste de Scott-Knott, ao nivel de 5% de probabilidade de erro, para comparar as taxas de expansao das lesoes ([mm.sup.2].[dia.sup.-1]) e o tamanho final das lesoes ([mm.sup.2]) entre os tratamentos utilizados.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Controle curativo com fungicida triazol e estrobilurina

Os primeiros sintomas da mancha-amarela se tornaram visiveis apos tres dias da inoculacao. O tamanho medio inicial das lesoes variou de 0,78 [mm.sup.2] (cultivar 'Quartzo') a 0,89 [mm.sup.2] (Fundacep Horizonte). Aos 12 dias apos a inoculacao, as lesoes atingiram ate 1,91 [mm.sup.2] (Quartzo) e 11,77 [mm.sup.2] (Fundacep Horizonte), representando incrementos de 2,45 e 13,22 vezes, respectivamente.

Na media das duas cultivares, a aplicacao curativa da estrobilurina nao afetou a taxa de expansao de lesao da mancha-amarela, que foi de 0,176[mm.sup.2]. [dia.sup.-1] no ensaio 1 (Figura 1-A) e 0,180[mm.sup.2].[dia.sup.-1] no ensaio 2 (Figura 1-B), contra 0,175 e 0,184[mm.sup.2]. [dia.sup.-1] da testemunha, respectivamente. Em ambos os ensaios as regressoes referentes a estrobilurina nao foram significativas (p > 0,05) e os coeficientes de determinacao baixos ([R.sup.2] = 0,0362 a 0,0074), indicando ausencia de efeito. Com o uso do triazol, a taxa de expansao de lesao foi menor no inicio (0,08[mm.sup.2]. [dia.sup.-1]), demonstrando eficacia deste tipo de fungicida no controle da doenca. O efeito da mistura de ambos os fungicidas acompanhou o comportamento do triazol, especialmente no ensaio 2 (Figura 1, B).

A medida que aumentou o tempo, em dias, entre a inoculacao das plantas com o patogeno e as subsequentes aplicacoes do triazol, as taxas de expansao da lesao tambem aumentaram, indicando diminuicao na acao do fungicida. Os modelos matematicos foram significativos (p < 0,01) e os coeficientes de determinacao altos ([R.sup.2] = 0,915 a 0,9524). Quando o triazol foi aplicado aos 10 (Figura 1-B) ou 12 dias (Figura 1-A) apos a inoculacao, o seu comportamento foi semelhante ao da estrobilurina, ou seja, nao foi mais capaz de restringir a expansao de lesao da mancha-amarela.

Comparativo de fungicidas comerciais

Na avaliacao dos fungicidas comerciais, houve interacao significativa com a epoca de aplicacao (tres, cinco ou oito dias apos a inoculacao) (Tabela 2). Aos tres dias, exceto a mistura de ciproconazol + azoxistrobina, todos os demais diferiram da testemunha pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade de erro. Na aplicacao aos cinco dias, apenas epoxiconazol, propiconazol e protioconazol + trifloxistrobina reduziram a taxa de aumento das lesoes. Aos oito dias, nenhum fungicida testado foi capaz de conter o aumento das manchas foliares.

O tamanho final das lesoes, medido 16 dias apos a inoculacao das plantas (Figura 2), separou os fungicidas comerciais em dois grupos pelo teste de Scott-Knott (p <0,05). No primeiro, constituido pelos fungicidas ciproconazol + azoxistrobina, azoxistrobina, epoxiconazol e piraclostrobina, que nao diferem da testemunha (tratamento 5 na Figura 2), a area da lesao variou de 7,60 a 11,70 [mm.sup.2]. No segundo grupo, com os fungicidas tebuconazol + trifloxistrobina, protioconazol + trifloxistrobina, tebuconazol, epoxiconazol + piraclostrobina e propiconazol, a area final da lesao foi menor (3,76 e 5,79 [mm.sup.2]).

A utilizacao isolada da estrobilurina nao influenciou a taxa de progresso das lesoes, ou seja, nao restringiu esse processo. Esse fato e compreensivel, uma vez que os fungicidas desse grupo quimico agem principalmente sobre o esporo, inibindo sua formacao (acao anti-esporulante) ou germinacao (AZEVEDO, 2007). A expansao de lesao e mediada pela producao de toxinas que matam os tecidos adjacentes ao sitio de infeccao, portanto, e um processo comum entre fungos necrotroficos (BERGER et al., 1997). Fungicidas do grupo quimico das estrobilurinas tambem sao menos sistemicos que os triazois (AZEVEDO, 2007), o que limita sua acao em tecidos mortos, onde os patogenos necrotroficos sao mais ativos.

O fungicida triazol reduziu o processo de expansao da lesao da mancha-amarela somente quando aplicado nos primeiros dias apos a infeccao. Apos 10 ou 12 dias, a acao do fungicida nao influencia mais nas infeccoes existentes. Resultados semelhantes foram obtidos por MENEGON et al. (2005) com manchas foliares em cevada. Esse fato reforca a importancia do momento para iniciar a aplicacao dos fungicidas, como ja salientado por REIS & CASA (2007), como um dos fatores que mais afeta a eficacia do controle quimico de doencas. Portanto, em cultivares de trigo suscetivel a mancha-amarela, a aplicacao de fungicidas deve ser preventiva ou, no maximo, logo depois de detectados os sintomas iniciais.

Indicacoes para aplicacao de fungicidas em trigo sao, geralmente, baseadas na incidencia da doenca em folhas ou plantas. No caso das manchas foliares, este indice pode ser tao alto quanto 70% (REUNIAO, 2009). Pelos resultados obtidos neste trabalho, considera-se que este percentual compromete a acao dos fungicidas em parar ou diminuir o processo de expansao da lesao. Portanto, sugere-se que as indicacoes para aplicacao de fungicidas para manchas foliares em trigo sejam revistas, especialmente para cultivares de trigo suscetivel a mancha-amarela.

Em conclusao, a aplicacao curativa de fungicidas tem acao limitada sobre a expansao da lesao, visto que este processo e mediado pela producao de toxinas. O controle parcial deste componente da epidemia so e possivel com fungicidas triazois aplicados nos primeiros dias apos a infeccao. Ha a necessidade de um manejo preventivo para as manchas foliares, com a inclusao de cultivares menos suscetiveis, da rotacao de culturas, do tratamento de sementes e da aplicacao de fungicida, no maximo, ate o aparecimento dos sintomas iniciais da doenca.

REFERENCIAS

AZEVEDO, L.A.S. Fungicidas sistemicos: teoria e pratica. Campinas: Emopi, 2007. 290 p.

BERGER, R.D., BERGAMIM FILHO, A.; AMORIM, L. Lesion expansion as an epidemic component. Phytopathology, v.87, p.1005-1013, 1997. Disponivel em: <http://dx.doi.org/10.1094/PHYTO. 1997.87.10.1005>. Acesso em: 30 nov. 2011. doi: 10.1094/PHYTO.1997.87.10.1005.

BERGAMIN FILHO, A. & AMORIM, L. Doencas de plantas tropicais e controle economico. Sao Paulo: Ed. Agronomica Ceres, 1996. 289p.

JOHNSON, R.; TAYLOR, A.J. Spore yield of pathogens in investigations of the race-specificity of host resistance. Annual Review of Phytopathology, v.14, p.97-119, 1976.

LUO, Y. & ZENG, S.M. Simulation studies on epidemics of wheat stripe rust (Puccinia striiformis) on slow-rusting culivars and analysis of effects of resistance components. Plant Pathology, 44:340-349. 1995. Disponivel em: <http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-30591995.tb02786.x.>. Acesso em 15 out.2011: doi: 10.1111/j.1365-3059.1995.tb02786.x.

MANNING, V. A.; CIUFFETTI, L. M. Localization of Ptr ToxA produced by Pyrenophora tritici-repentis reveals protein import into wheat mesophyll cells. Plant Cell, v. 17, p. 3203-3212, 2005. Disponivel em: < http://dx.doi.org/10.1105/tpc.105.035063>. Acesso em: 25 nov. 2011. doi: 10.1105/tpc.105.035063.

MENEGON, A.P.; FORCELINI, C.A.; FERNANDES, J.M.C. Expansao de lesao por manchas foliares em cevada e sua interacao com a aplicacao foliar de fungicidas. Fitopatologia Brasileira, v. 30, n. 2, p. 134-138, 2005. Disponivel em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-41582005000200005>. Acesso em: 17 nov.2011. doi:_10.1590/S0100-41582005000200005.

PICININI, E.C.; FERNANDES, J.M.C,. Efeito de diferentes fungicidas sobre o rendimento de graos, sobre o peso hectolitro e sobre o controle da Ferrugem da folha (Puccinia recondita f.sp. tritici) em trigo, cultivar 'BR 34'. Fitopatologia Brasileira, v. 20, p. 319, 1995.

REIS, E.M. & CASA, R.T. Doencas dos cereais de inverno: diagnose, epidemiologia e controle. 2.ed. rev. atual. Lages: Ed. Graphel, 176 p. 2007.

REIS, E.M.; CASA, R.T.; DANELLI, A.L.D. Doencas do trigo: mancha-amarela da folha. Sao Paulo: Bayer S.A., 2011. 18p.

REUNIAO DA COMISSAO BRASILEIRA DE PESQUISA DE TRIGO E TRITICALE DA REGIAO SUL (2.: 2008: Passo Fundo, RS). Informacoes tecnicas para Trigo e Triticale Safra 2009. Passo Fundo - RS 1 a 3 julho de 2008: Embrapa Trigo 2009. 172p.

Camila Ranzi (I) Carlos Alberto Forcelin (II)

(I) Universidade de Passo Fundo (UPF), Passo Fundo, RS, Brasil.

(II) Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinaria, UPF, 99001-970, Passo Fundo, RS, Brasil. E-mail: camila_ranzi@hotmail.com. Autor para correspondencia.

Recebido 12.06.12 Aprovado 08.04.13 Devolvido pelo autor 07.07.13 CR-2012-0361.R2

Tabela 1 - Fungicidas e adjuvantes comparados quanto ao progresso
das lesoes da mancha-amarela em trigo.

Ingrediente ativo                   Dose              Adjuvante
                                    (L.[ha.sup.-1])

Propiconazol                        0,100             -
Tebuconazol                         0,120             -
Epoxiconazol                        0,094             -
Azoxistrobina                       0,075             Nimbus
Piraclostrobina                     0,175             Assist
Ciproconazol + azoxistrobina        0,024 + 0,060     Nimbus
Epoxiconazol + piraclostrobina      0,037 + 0,100     Assist
Tebuconazol + trifloxistrobina      0,120 + 0,060     Aureo
Protioconazol + trifloxistrobina    0,079 + 0,067     Aureo

Ingrediente ativo                   Dose
                                    (L.[ha.sup.-1])

Propiconazol
Tebuconazol
Epoxiconazol
Azoxistrobina                       0,600
Piraclostrobina                     0,500
Ciproconazol + azoxistrobina        0,600
Epoxiconazol + piraclostrobina      0,500
Tebuconazol + trifloxistrobina      0,400
Protioconazol + trifloxistrobina    0,400

Tabela 2 - Taxa de crescimento da lesao ([mm.sup.2].[dia.sup.-1])
da manchaamarela do trigo, cultivar 'Fundacep Horizonte', em funcao
de uma aplicacao de fungicida, aos 3, 5 ou 8 dias apos a inoculacao.
UPF, Passo Fundo, 2011

                                         --Taxa de
                                    crescimento da lesao
                                        ([mm.sup.2].
                                      [dia.sup.-1])--

Fungicida           Dose (L.ha-1)   3 *

Testemunha          -               0,29 a (1)

Ciproconazol +      0,024 + 0,06    0,38 a
azoxistrobina

Epoxiconazol +      0,037 + 0,1     0,14 b
piraclostrobina

Azoxistrobina       0,075           0,20 b

Piraclostrobina     0,175           0,20 b

Tebuconazol         0,12            0,16 b

Tebuconazol +       0,12 + 0,06     0,14 b
trifloxistrobina

Epoxiconazol        0,094           0,20 b

Propiconazol        0,1             0,18 b

Protioconazol +     0,079 + 0,067   0,12 b
trifloxistrobina

C.V. (%)                            13,21

                       --Taxa de
                     crescimento da
                    lesao ([mm.sup.2].
                     [dia.sup.-1])--

Fungicida           5          8

Testemunha          0,29 a     0,30 ns

Ciproconazol +      0,23 a     0,20
azoxistrobina

Epoxiconazol +      0,22 a     0,23
piraclostrobina

Azoxistrobina       0,21 a     0,21

Piraclostrobina     0,17 a     0,29

Tebuconazol         0,17 a     0,17

Tebuconazol +       0,16 a     0,16
trifloxistrobina

Epoxiconazol        0,14 b     0,19

Propiconazol        0,12 b     0,18

Protioconazol +     0,07 b     0,17
trifloxistrobina

C.V. (%)            18,15      18,64

(1) Medias seguidas por mesmas letras na coluna nao diferem
entre si pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade do erro.
Analise com dados transformados segundo x= 1/vx.

Intervalo em dias, da aplicacao dos fungicidas.

Figura 2 - Area da lesao da mancha-amarela em funcao da aplicacao
curativa de fungicidas (media das aplicacoes realizadas entre tres
e oito dias apos a inoculacao). 1 = ciproconazol + azoxistrobina
(0,024 + 0,06 L.[ha.sup.-1]), 2 = azoxistrobina (0,075), 3 =
epoxiconazol (0,094), 4 = piraclostrobina (0,175), 5 = testemunha
nao tratada, 6 = tebuconazol + trifloxistrobina (0,12 + 0,06), 7 =
protioconazol + trifloxistrobina (0,079 + 0,067), 8 = tebuconazol
(0,12), 9 = epoxiconazol + piraclostrobina (0,037 + 0,1), 10 =
propiconazol (0,1). Avaliacao final realizada aos 16 dias apos a
inoculacao. Cultivar Fundacep Horizonte. Medias com letras semelhantes
nao diferem entre si pelo teste de ScottKnott, a 5% de probabilidade
de erro.

1     a
2     a
3     a
4     a
5     a
6     b
7     b
8     b
9     b
10    b

Note: Table made from bar graph.
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Author:Ranzi, Camila; Forcelin, Carlos Alberto
Publication:Ciencia Rural
Date:Sep 1, 2013
Words:2920
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