Printer Friendly

Crescimento de mudas de mamoeiro conduzidas em diferentes ambientes protegidos, recipientes e substratos na regiao de Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul.

Introducao

O Brasil e grande produtor de frutas, tendo destaque no cenario mundial por ocupar o terceiro lugar entre os maiores produtores. Com uma area plantada em torno de 2,2 milhoes de hectares e producao de aproximadamente 40 milhoes de toneladas ano-1, a fruticultura brasileira e um setor de geracao de emprego e renda para muitas familias e responsavel por uma fatia equivalente a 25% do agronegocio nacional.

No Estado do Mato Grosso do Sul, a producao de frutas e baixa e a maior parte dos produtos e oriunda de outros Estados brasileiros, principalmente Sao Paulo e Parana, conforme dados da Ceasa, em Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul. Por esses dados, verifica-se a necessidade de pesquisas em toda cadeia produtiva de fruteiras no Estado, desde a formacao de mudas ate as etapas de processamento e comercializacao, buscando-se dar suporte tecnico aos produtores, consequentemente se aumentando a producao e diminuindo as importacoes.

A etapa de producao de mudas e fundamental para o sucesso do pomar, pois a literatura indica que a qualidade da muda esta relacionada com o potencial produtivo das plantas adultas. Franco e Prado (2008) relatam que a qualidade das mudas pode garantir rapida formacao do pomar, homogeneidade da cultura e precocidade da colheita. A necessidade de constante renovacao dos pomares de mamoeiro faz com que a busca por novas tecnologias de producao de mudas e pesquisas nessa area se torne imprescindivel (LIMA et al., 2007). Ribeiro et al. (2005) destacam que a producao de mudas de alta qualidade e uma das estrategias usadas para quem deseja produzir e exportar.

O tamanho do recipiente a ser utilizado para producao de mudas esta diretamente relacionado a necessidade da planta e ao custo final da producao, pela quantidade de substrato, insumo a ser utilizado, o espaco que o mesmo ira ocupar, mao-de-obra e transporte (QUEIROZ; MELEM JUNIOR, 2001).

Segundo Mendonca et al. (2003), as sacolas de polietileno na producao de mudas de mamoeiro proporcionam melhor vigor as plantas e, conforme pesquisas realizadas por Araujo et al. (2006), os recipientes proporcionam alturas diferentes as mudas do mamoeiro, e as bandejas promovem menor desenvolvimento.

A obtencao de mudas e plantas com qualidade comercial esta diretamente relacionada a utilizacao de substratos agricolas especificos para cada especie vegetal (PAULUS; PAULUS, 2007). Comercialmente estao disponiveis diversos substratos com formulacao adequada para o desenvolvimento de mudas de diferentes especies, visando diminuir custos com mao-de-obra e possiveis erros na formulacao desse desenvolvimento (OLIVEIRA et al., 1993). Nomura et al. (2008) destacam que os substratos, mesmo sendo oriundos de um unico tipo de material, requerem complementacao mineral para suprir as necessidades nutricionais das plantas.

A principal razao de se conduzir uma cultura em ambiente protegido e poder obter uma boa produtividade em epocas em que ocorrem menor oferta do produto e, consequentemente, melhor preco (GAMA et al., 2008), o que tem contribuido para o cultivo em sacos plasticos, pois esse tipo de recipiente permite melhor manejo tanto da agua como dos nutrientes, evitando a sanilizacao do solo (CARVALHO; TESSARIOLI NETO, 2005).

O trabalho teve como objetivo estudar o crescimento e o desenvolvimento de mudas de mamao, avaliando os efeitos do ambiente, dos recipientes e das composicoes de substratos na regiao de Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul.

Material e metodos

O experimento foi conduzido em area experimental da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul em Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul, entre os meses de setembro e novembro de 2006, e consistiu na producao de mudas de mamoeiro do grupo 'sunrise solo', em ambientes protegidos.

Foram utilizados quatros ambientes protegidos: (A1) estufa plastica, tipo capela, coberta com filme plastico de polietileno de baixa densidade, 150 microns de espessura, fechada lateral e frontalmente com tela de sombreamento de monofilamento, malha para 50% de sombra; (A2) viveiro telado, com fechamentos na cobertura, frontal e lateral com tela de sombreamento de monofilamento, malha para 50% de sombra; (A3) viveiro telado, com fechamentos na cobertura, frontal e lateral com tela de sombreamento aluminizada (aluminet[R]), malha para 50% de sombra; (A4) viveiro coberto com palha de coqueiro nativo da regiao, conhecido popularmente como buriti, construido de madeira, nas dimensoes de 3,0 m de comprimento por 1,20 m de largura por 1,70 m de altura, e foram confeccionadas as bancadas a uma altura de 0,80 m do solo (viveiro a ceu aberto).

Os ambientes protegidos (A1, A2 e A3) foram construidos em madeira, possuindo dimensoes de 5,0 m de comprimento por 5,0 m de largura por 2,50 m de pe-direito.

Foram utilizados dois tipos de recipientes: R1 (sacolas de polietileno, 15 x 25 cm) e R2 (bandejas de poliestireno, contendo 72 celulas), e os mesmos foram acomodados em bancadas de madeira de 3,0 m de comprimento por 1,20 m de largura por 0,80 m de altura.

Utilizaram-se tres composicoes de substratos: S1 (solo + composto organico + vermiculita, na proporcao volumetrica de 1:1:1 v/v); S2 (solo + composto organico + po-de-serra, na proporcao volumetrica de 1:1:1 v/v) e S3 (solo + composto organico + vermiculita + po-de-serra, na proporcao volumetrica de 1:1:1/2:1/2 v/v).

Na preparacao dos substratos, o solo foi obtido da area da Unidade Universitaria de Aquidauana (UUA), numa camada de 10 a 40 cm (Tabela 1). Utilizou-se o composto organico fabricado pela empresa Organoeste[R] (2007) (Tabela 2). O po-deserra utilizado foi obtido de madeireiras da regiao, com idade aproximada de um ano, uma vez que apresentava grande disponibilidade em Aquidauana.

Aplicaram-se doses de 2,5 kg de superfosfato simples, 0,3 kg de cloreto de potassio e 1,5 kg de calcario dolomitico, isto com base em um volume de 1 m3 de substrato. Os substratos ficaram em descanso por 31 dias, dentro dos ambientes, antes da realizacao da semeadura, sendo irrigados duas vezes ao dia, pela manha e pela tarde.

A semeadura foi feita em 15/9/2006 e as plantulas foram avaliadas semanalmente, verificando-se o seu desenvolvimento nos diferentes ambientes, recipientes e substratos, nos dias 16/10/2006 (31 DAS--dias apos a semeadura); 23/10/2003 (38 DAS) e 30/10/2006 (45 DAS); 4/11/2006 (50 DAS). Foram avaliados a altura (do colo ao apice do meristema apical, em cm) e o numero de folhas definitivas.

Colocaram-se duas sementes (Topseed Premium) por recipiente ou celula e, quando as plantas apresentaram aproximadamente 5 cm de altura, foi realizado o desbaste, deixando-se apenas uma por recipiente ou celula.

Utilizou-se delineamento experimental em parcelas sub-subdivididas (split-split plot), com 15 repeticoes. As parcelas principais foram os ambientes de cultivo, as subparcelas foram os recipientes (S) e as sub-subparcelas foram as composicoes de substratos.

Os dados foram submetidos a analise de variancia e as medias ao teste de Tukey, em nivel de 5% de probabilidade. As analises foram realizadas pelo programa computacional ESTAT (UNESP, 1994).

Resultados e discussao

Para o numero de folhas (NF), a interacao entre ambiente, recipiente e substrato (A x R x S) aos 31 DAS, entre ambiente e substrato (A x S) aos 38 DAS, entre recipiente e substrato (R x S) aos 45 DAS e para a altura de plantas (AP), a interacao entre ambiente e substrato (A x S) e entre ambiente, recipiente e substrato (A x R x S) aos 50 DAS nao foram significativas. Porem, para parcelas, subparcelas e sub-subparcelas e demais interacoes, os resultados foram significativos (Tabela 3).

Nas interacoes (desdobramentos) entre recipientes e ambientes se verificou que, em todos os ambientes, as sacolas de polietileno (R1) promoveram maiores alturas e maiores numeros de folhas ao longo de todo o crescimento da planta. Para o recipiente R1, os ambientes telados (A2 e A3) promoveram melhores condicoes iniciais de desenvolvimento, produzindo plantas maiores, e, na fase final de producao de mudas, o ambiente com tela termo-refletora (A3) se destacou (Tabela 4 e Figura 1).

[FIGURA 1 OMITIR]

O numero de folhas no recipiente R1 apresentou maiores valores nos ambientes telados, desde o 31 DAS ate o final de formacao das mudas, com maior destaque para o viveiro com tela aluminizada aos 45 e 50 DAS. Para o recipiente R2, tanto a AP quanto o NF apresentaram pequenas variacoes nos ambientes de cultivo, ao longo do desenvolvimento experimental, quando praticamente os ambientes nao se diferiram (Tabela 4).

No ambiente A2, telado 50% de sombreamento, aos 50 DAS, encontrou-se altura de planta de 23,96 cm e valor de 9,82 para o numero de folhas na sacola de polietileno de 15,0 x 25,0 cm (Tabela 4); no entanto, em ambiente semelhante, os pesquisadores Mendonca et al. (2006) encontraram altura de 17,5 cm e numero de folhas de 7,8 para mudas de mamao-formosa avaliadas aos 140 DAS em sacolas 10,0 x 20,0 cm.

Os recipientes com maior volume de substrato (R1), ao longo do desenvolvimento das mudas, promoveram maiores alturas de plantas e maior numero de folhas (Tabela 4), evidenciando os comentarios de Oliveira et al. (1993) que destacaram que as sementes que sao envolvidas por maior quantidade de substratos apresentam melhor germinacao e desenvolvimento, evidenciando, assim, tambem, os comentarios de Cunha et al. (2006).

Araujo et al. (2006) encontraram que o melhor desenvolvimento de mudas de mamao aos 45 DAS foi promovido pelo ambiente a ceu aberto, diferente dos resultados encontrados nesse experimento que apontou os viveiros telados como mais propicios a formacao de mudas. A localizacao geografica, o clima e a epoca em que os experimentos foram realizados em Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul, podem ter contribuido para o destaque das telas de sombreamento. Os pesquisadores Sentelhas et al. (1998) comentam que os diferentes materiais utilizados em coberturas de ambientes protegidos proporcionaram alteracoes no microclima dos ambientes, pois, conforme Zanella et al. (2006), estes interferem nas respostas das plantas aos processos fisiologicos, como fotossintese e transpiracao.

Pinto et al. (2007) encontraram que telado aluminizado, 40% de sombra, promoveu melhor desenvolvimento em plantas de Alfazema-do-Brasil do que telado com niveis de sombra de 80%, evidenciando que as especies respondem de maneira distinta ao tipo de sombreamento.

As bandejas de poliestireno (recipiente R2), por possuir menor volume de substrato que as sacolas de polietileno e tambem em funcao das altas temperaturas (Tabela 8), promoveram maior evapotranspiracao, consequentemente produzindo plantas menores, concordando com Mendonca et al. (2003). Araujo et al. (2006) comentam que esse tipo de recipiente e inadequado para a producao de mudas de mamoeiro.

Aos 45 DAS, no ambiente A2, utilizando-se a sacola de polietileno, foi encontrada altura de planta de 15,88 cm (Tabela 4), resultado inferior ao encontrado por Araujo et al. (2006) que foi de 19,12 cm em Sao Luis, Estado do Marnhao, os quais encontraram, tambem, maior numero de folhas, observando, aos 60 DAS, plantas estioladas, fato nao observado em Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul.

Nos ambientes A1, A2 e A3, aos 31, 38 e 45 DAS, e no ambiente A4, aos 31, 38 e 50 DAS, os substratos S1 e S3 se destacaram e promoveram plantas maiores, e, no ambiente A2, o substrato S1 foi melhor que o substrato S3. No ambiente A4, aos 45 DAS, os substratos nao diferiram (Tabela 5 e Figura 2). Os substratos que continham vermiculita em suas composicoes (S1 e S3) se apresentaram melhor para o crescimento e desenvolvimento das mudas de mamao, conforme observado por Minami (1995) e Negreiros et al. (2005) a respeito da utilizacao desse material, e o substrato que continha po-de-serra se apresentou como o pior substrato testado. Aos 31, 38 e 45 DAS para o substrato S1, os ambientes telados A2 e A3 promoveram maiores alturas de plantas. Para o numero de folhas, aos 31 DAS, o ambiente A4 nao diferiu do A1, e, aos 50 DAS, o ambiente A1 propicionou menores valores para essa variavel (Tabela 5).

No substrato S2, os ambientes nao diferiram no inicio de formacao das mudas aos 31 DAS, apresentando altura de planta e numero de folhas similares. Aos 38 DAS e 45 DAS, foi destacado o ambiente com tela aluminizada termorrefletora (A3) para a altura de planta, e para o numero de folhas os ambientes nao diferiram (Tabela 5).

Para o substrato S3, foram destacados os ambientes telados, tanto no crescimento quanto no numero de folhas, ao longo do desenvolvimento experimental; contudo, na fase final de producao de mudas, os ambientes nao diferiram para esse substrato (Tabela 5).

Aos 38 DAS para o numero de folhas (NF), realizaram-se analises individuais dos substratos dentro de cada ambiente e dos ambientes para cada substrato, uma vez que, na analise em parcelas sub-subdivididas, nao houve interacao significativa entre esses dois fatores e a interacao tripla foi significativa (Tabela 3).

Observou-se que os ambientes de cultivo nao diferiram para cada substrato e os substratos S1 e S3 se destacaram em todos os ambientes (Tabela 5).

[FIGURA 2 OMITIR]

Aos 50 DAS, para altura de planta, a interacao entre ambientes e substratos (A x S) e a interacao tripla ambientes (A x R x S) nao foram significativas (Tabela 3). Desta forma, realizou-se a analise simples dos fatores ambientes (A) e dos substratos (S) em cada recipiente (Tabela 6).

Para todos os ambientes onde foram utilizados, em qualquer dos recipientes (R1 e R2), os substratos que continham vermiculita (S1 e S3) novamente promoveram maiores alturas. A sacola de polietileno (R1) apresentou plantas maiores no ambiente com tela aluminizada (A3) enquanto a bandeja de poliestireno (R2) se destacou no ambiente coberto com palha de coqueiro (A4) (Tabela 6).

Para todos os substratos, o recipiente R1 apresentou plantas maiores e com maior numero de folhas. Para o recipiente R1, os substratos S1 e S3 promoveram maior numero de folhas e maior altura em todas as datas de mensuracao. Resultado semelhante foi encontrado para o recipiente R2, excetuando-se o aos 31 DAS em que, para a altura de plantas, o substrato S3 nao diferiu do substrato S2 (Tabela 7 e Figura 3).

Aos 50 DAS, o substrato S3 propiciou altura de 22,29 cm e media de 9,95 para o numero de folhas (Tabela 7), enquanto em experimentos realizados por Mendonca et al. (2003), aos 60 DAS, os pesquisadores encontraram 24,00 cm e 13,50 para o melhor substrato e recipiente, respectivamente. Os autores destacam a sacola de polietileno como melhor recipiente para o desenvolvimento de mudas de mamao, explicitando que os tubetes e as bandejas nao constituem recipientes adequados a formacao das mesmas. Comentario semelhante sobre esse tipo de recipiente foi descrito por Ribeiro et al. (2005) para a producao de mudas de maracuja.

Aos 45 DAS para o numero de folhas (NF), realizaram-se analises individuais dos substratos dentro de cada recipiente e dos recipientes para cada substrato, uma vez que, na analise em parcelas sub-subdivididas, nao houve interacao significativa entre esses dois fatores e a interacao tripla foi significativa (Tabela 3). Observou-se, novamente, que a sacola de polietileno (R1) promoveu plantas maiores nos tres substratos e os substratos com vermiculita (S1 e S3) se destacaram em relacao ao substrato com maior porcentagem de po-de-serra (S2) (Tabela 7).

Uma explicacao para o desempenho ruim do substrato que continha po-de-serra (substrato S2) pode ser o tempo em que o mesmo recebeu irrigacao e ficou em descanso antes da semeadura (30 dias), pois poderia necessitar de maior tempo para adquirir estabilidade biologica (BOFF et al., 2005) por demandar suprimento de nitrogenio nesse processo de estabilizacao. Conforme Scheller (2001), no material po-de-serra, a atividade microbiana necessita de suprimentos extras de nutrientes para iniciar sua decomposicao, influenciando e desequilibrando o desenvolvimento inicial da planta, como observado em experimento realizado com cebola.

[FIGURA 3 OMITIR]

Conclusao

Os ambientes telados (monofilamento e aluminizado) promoveram maiores alturas de plantas e maiores numeros de folhas ao longo do desenvolvimento experimental. A sacola de polietileno se mostrou como o melhor recipiente para a producao de mudas de mamoeiro. Os substratos que continham vermiculita apresentaram os melhores resultados para crescimento e formacao das mudas. Na fase final de formacao das mudas, o ambiente com tela aluminizada promoveu plantas maiores nos melhores substratos. As bandejas de poliestireno nao se mostraram viaveis para crescimento e formacao de mudas do mamoeiro. O substrato com maior porcentagem de po-de-serra mostrou ser ineficiente para a producao de mudas de mamoeiro em Aquidauana, Estado do Mato Grosso do Sul, necessitando de maior tempo de estabilizacao biologica.

DOI: 10.4025/actasciagron.v32i3.4449

Agradecimentos

Os autores agradecem a Pro-reitoria de Pesquisa e Pos-graduacao (PROPP) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), pelos recursos de auxilio a pesquisa, concedidos aos projetos de Iniciacao Cientifica, tornando possivel a realizacao deste trabalho cientifico.

Received on July 14, 2008.

Accepted on December 16, 2008.

Referencias

ARAUJO, J. G.; ARAUJO JUNIOR, M. M.; MENEZES, R. H. N.; MARTINS, M. R.; LEMOS, R. N. S.; CERQUEIRA, M. C. Efeito do recipiente e ambiente de cultivo sobre o desenvolvimento de mudas de mamoeiro cv. sunrise solo. Revista Brasileira de Fruticultura, v. 28, n. 3, p. 526-529, 2006.

BOFF, P.; DEBARBA, J. F.; SILVA, E.; WERNER, H. Qualidade e sanidade de mudas de cebola em funcao da adicao de composto termofilo. Horticultura Brasileira, v. 23, n. 4, p. 875-880, 2005.

CARVALHO, L. A.; TESSARIOLI NETO, J. Produtividade de tomate em ambiente protegido, em funcao do espacamento e numero de ramos por planta. Horticultura Brasileira, v. 23, n. 4, p. 986-989, 2005.

CUNHA, A. M.; CUNHA, G. M.; SARMENTO, R. A.; CUNHA, G. M.; AMARAL, J. F. T. Efeito de diferentes substratos sobre o desenvolvimento de mudas de Acacia sp. Revista Arvore, v. 30, n. 2, p. 207-214, 2006.

FRANCO, C. F.; PRADO, R. M. Nutricao de micronutrientes em mudas de goiabeira em resposta ao uso de solucoes nutritivas. Acta Scientiarum. Agronomy, v. 30, n. 3, p. 403-408, 2008.

GAMA, A. S.; LIMA, H. N.; LOPES, M. T. G.; TEIXEIRA, W. G. Caracterizacao do modelo de cultivo protegido em Manaus com enfase na producao de pimentao. Horticultura Brasileira, v. 26, n. 1, p. 121-125, 2008.

LIMA, J. F.; PEIXOTO, C. P.; LEDO, C. A. S. Indices fisiologicos e crescimento inicial de mamoeiro (Carica papaya L.) em casa de vegetacao. Ciencia e Agrotecnologia, v. 31, n. 5, p. 1358-1363, 2007.

MENDONCA, V.; ARAUJO NETO, S. E.; RAMOS, J. D.; PIO, R.; GONTIJO, T. C. A. Diferentes substratos e recipientes na formacao de mudas de mamoeiro 'sunrise solo'. Revista Brasileira de Fruticultura, v. 25, n. 1, p. 127-130, 2003.

MENDONCA, V.; ABREU, N. A. A.; GURGEL, R. L. S.; FERREIRA, E. A.; ORBES, M. Y.; TOSTA, M. S. Crescimento de mudas de mamoeiro 'formosa' em substratos com a utilizacao de composto organico e superfosfato simples. Ciencia e Agrotecnologia, v. 30, n. 5, p. 861-868, 2006.

MINAMI, K. Producao de mudas em recipientes. In: MINAMI, K. (Ed.). Producao de mudas de alta qualidade em horticultura. Sao Paulo: Fundacao Salim Farah Maluf, 1995. p. 85-101.

NEGREIROS, J. R. S.; BRAGA, L. R.; ALVARES, V. S.; BRUCKNER, C. H. Diferentes substratos na formacao de mudas de mamoeiro do grupo solo. Revista Brasileira de Agrociencia, v. 11, n. 1, p. 101-103, 2005.

NOMURA, E. S.; LIMA, J. D.; GARCIA, V. A.; RODRIGUES, D. S. Crescimento de mudas micropropagadas da bananeira cv. Nanicao, em diferentes substratos e fontes de fertilizantes. Acta Scientiarum. Agronomy, v. 30, n. 3, p. 359-363, 2008.

OLIVEIRA, R. P.; SCIVITTARO, W. B.; VASCONCELLOS, L. A. B. C. Avaliacao de mudas de maracujazeiro em funcao do substrato e do tipo de bandeja. Scientia Agricola, v. 50, n. 2, p. 261-266, 1993.

ORGANOESTE[R]. Biotecnologia e adubo organico. Dourados: Organoeste biotecnologia & participacoes Ltda., 2007.

PAULUS, D.; PAULUS, E. Efeito de substratos agricolas na producao de mudas de hortela propagadas por estaquia. Horticultura Brasileira, v. 23, n. 4, p. 594-597, 2007.

PINTO, J. E. B. P.; CARDOSO, J. C. W.; CASTRO, E. M.; BERTOLUCCI, S. K.; MELO, L. A.; DOUSSEAU, Acta Scientiarum. Agronomy Maringa, v. 32, n. 3, p. 463-470, 2010 S. Aspectos morfofisiologicos e conteudo de oleo essencial de plantas de alfazema-do-Brasil em funcao de niveis de sombreamento. Horticultura Brasileira, v. 25, n. 2, p. 210-214, 2007.

QUEIROZ, J. A. L.; MELEM JUNIOR, N. J. Efeito do tamanho do recipiente sobre o desenvolvimento de mudas de acai (Euterpe oleracea Mart.). Revista Brasileira de Fruticultura, v. 23, n. 2, p. 460-462, 2001.

RIBEIRO, M. C. C.; MORAIS, M. J. A.; SOUSA, A. H.; LINHARES, P. C. F.; BARROS JUNIOR, A. P. Producao de mudas de maracuja-amarelo com diferentes substratos e recipientes. Caatinga, v. 18, n. 3, p. 155-158, 2005.

SCHELLER, E. Fundamentos cientificos da nutricao vegetal na agricultura ecologica. Botucatu: ABD, 2001.

SENTELHAS, P. C.; VILLA NOVA, N. A.; ANGELOCCI, L. R. Efeito de diferentes tipos de cobertura, em mini-estufas, na atenuacao da radiacao solar e da luminosidade. Revista Brasileira de Agrometeorologia, v. 6, n. 1, p. 479-481, 1998.

UNESP-Universidade Estadual Paulista 'Julio de Mesquita Filho'. Departamento de Ciencias Exatas. ESTAT: versao 2.0. Jaboticabal: Unesp/FCAV, 1994.

ZANELLA, F.; SONCELA, R.; LIMA, A. L. S. Formacao de mudas de maracujazeiro 'amarelo' sob niveis de sombreamento em Ji-Parana/RO. Ciencia e Agrotecnologia, v. 30, n. 5, p. 880-884, 2006.

Edilson Costa (1) *, Paulo Ademar Martins Leal (2), Leia Carla Rodrigues dos Santos (1) e Laura Caroline Rodrigues Vieira (1)

(1) Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Rod. Aquidauana km 12, Cx. Postal 25, 79200-000, Aquidauana, Mato Grosso do Sul, Brasil. (2) Conselho Integrado de Tecnologia de Processos, Faculdade de Engenharia Agricola, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, Sao Paulo, Brasil. * Autor para correspondencia. E-mail: mestrine@uems.br
Tabela 1. Caracteristicas do solo, camada de 20 a 40 cm.

pH                           PP    Al                 Ca

Ca[Cl.sub.2] (1:2,5)               (mg [dm.sup.-3])
5,3                          7,1   0                  1,9
S.B.                         CTC   CTC                M.O
                                   Efet.
([cmol.sub.c] [dm.sup.-3])                            (g [kg.sup.-1])
3,41                         6,3   3,4                14,1

pH                           Mg                           (H+Al)

Ca[Cl.sub.2] (1:2,5)         ([cmol.sub.c] [dm.sup.-3])
5,3                          1,1                          2,9
S.B.                         Areia                        Silte
                             Total
([cmol.sub.c] [dm.sup.-3])
3,41                         726                          144

pH                           K        m

Ca[Cl.sub.2] (1:2,5)         (%)
5,3                          0,41     0
S.B.                         Argila   V

([cmol.sub.c] [dm.sup.-3])   (%)
3,41                         130      54

Tabela 2. Caracteristicas do composto organico.

Parametros               Base Seca (65[grados]C)   Unidade

Nitrogenio total                 6,72                 %
Fosforo total                    4,27                 %
Potassio total                   0,42                 %
Calcio total                     2,75                 %
Magnesio total                   0,45                 %
Enxofre total                    0,86                 %
Zinco total                      0,02                 %
Cobre total                      0,003                %
Manganes total                   0,04                 %
Ferro total                      1,39                 %
Silicio total                    0,27                 %
Carbono total                   25,53                 %
Carbono organico                 1,44                 %
Relacao Carbono total            3,80                 %
[nitrogenio.sup.-1]
pH                               8,40                 --
Umidade a 65[grados]C           37,50                 %
Materia organica total          45,96                 %

Fonte: Organoeste[R] (2007).

Tabela 3. Analise de variancia (ANOVA) do experimento para a altura de
planta (AP) e para o numero de folhas (NF) avaliados aos 31, 38, 43 e
50 dias apos a semeadura.

                       F (31 DAS)             F (38 DAS)

CV          GL       AP         NF          AP          NF

A           3      18,7 **    12,7 **     57,6 **      8,2 **
Res. (a)    56       --                     --
P           59       --                     --
R           1     603,2 **   716,9 **   1042,2 **   1048,5 **
A x R       3      20,6 **    11,1 **     51,3 **     18,0 **
Res. (b)    56       --                     --
SP          119      --                     --
S           2      87,9 **   198,5 **    185,6 **    303,2 **
A x S       6       3,8 **     2,5 *       6,2 **      0,9NS
R x S       2      34,4 **    15,7 **     89,9 **     16,4 **
A x R x S   6       4,9 **     2,0NS       7,3 **      3,2 **
Res. (c)    224      --                     --
SSP         359      --                     --

                   F (43 DAS)             F (50 DAS)

CV               AP          NF         AP         NF

A             51,4 **     11,8 **     75,5 **     6,5 **
Res. (a)        --           --         --        --
P               --           --         --        --
R           1086,1 **   1750,9 **   1566,3 **   815,9 **
A x R         46,6 **     19,3 **     87,4 **     5,1 **
Res. (b)        --                      --         --
SP              --                      --         --
S             61,9 **    202,3 **     63,1 **   121,2 **
A x S          6,3 **      3,6 **      0,5NS      3,3 **
R x S         14,9 **      2,0NS      18,9 **     3,6 *
A x R x S      5,3 **      7,5 **      0,2NS      5,7 **
Res. (c)        --                      --         --
SSP             --                      --         --

CV = causa de variacao; GL = graus de liberdade, F = F calculado;
ambientes = A; Res (a) = residuo (a); P = parcelas; R = recipientes;
A x R = interacao entre ambiente e recipiente; Res (b) = residuo (b);
SP = subparcelas; S = substratos; A x S = interacao entre ambiente e
substrato; R x S = interacao entre recipiente e substrato;
A x R x S = interacao entre ambiente, recipiente e substrato; Res
(c) = residuo (c); SSP = sub-subparcelas.

Tabela 4. Altura de plantas (AP) e numero de folhas (NF) nas interacoes
entre recipientes (R) e ambientes (A). Aquidauana, Estado do Mato
Grosso do Sul, 2006.

                              31 DAS

                         AP

        A1         A2          A3          A4         A1

R1    5,16 Ab    6,18 Aa     6,60 Aa     5,05 Ab    5,07 Aa
R2    3,31 Bb    3,44 Ba     3,40 Bab    3,88 Bab   2,89 Ba

                              38 DAS

R1    7,14 Ab   10,56 Aa    10,76 Aa     6,92 Ab    6,04 Ab
R2    3,45 Bb    4,20 Bab    4,12 Bab    4,57 Ba    3,49 Ba

                              45 DAS

R1    9,94 Ac   14,32 Ab    15,88 Aa     9,46 Ac    6,98 Ab
R2    3,70 Bb    4,31 Bab    5,11 Ba     5,44 Ba    4,53 Bc

                              50 DAS

R1   15,71 Ac   23,96 Ab    27,64 Aa    13,51 Ad    8,84 Ab
R2    4,73 Ba    5,72 Ba     5,65 Ba     6,67 Ba    5,96 Ba

                31 DAS

             NF

       A2         A3         A4

R1   4,93 Aa    5,20 Aa    4,04 Ab
R2   2,89 Ba    2,87 Ba    2,80 Ba

                38 DAS

R1   6,29 Aab   6,58 Aa    5,31 Ac
R2   3,62 Ba    3,60 Ba    3,80 Ba

                45 DAS

R1   7,78 Aa    7,82 Aa    6,87 Ab
R2   4,56 Bbc   5,09 Bab   4,96 Ba

                50 DAS

R1   9,82 Aa    9,78 Aa    9,04 Ab
R2   6,22 Ba    6,00 Ba    6,31 Ba

Letras iguais maiusculas nas colunas e minusculas nas linhas nao
diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Tabela 5. Altura de plantas (AP) e o numero de folhas (NF) nas
interacoes entre substratos (S) e ambientes (A). Aquidauana, Estado do
Mato Grosso do Sul, 2006.

                            31 DAS

                        AP

       A1         A2          A3        A4          A1

S1   4,85 Ab    5,79 Aa     5,80 Aa   4,98 Ab    4,47 Aab
S2   3,23 Ba    3,71 Ca     3,60 Ba   3,80 Ba    2,83 Ba
S3   4,62 Ab    4,93 Bab    5,60 Aa   4,61 Ab    4,63 Aa

                            38 DAS

S1   5,90 Ab    9,18 Aa     8,45 Aa   6,35 Ab    5,50 Aa
S2   3,92 Bb    4,98 Ca     5,12 Ba   4,28 Bab   3,40 Ba
S3   6,06 Ab    7,98 Ba     8,76 Aa   6,60 Ab    5,40 Aa

                            45 DAS

S1   7,92 Ab   11,84 Aa    12,14 Aa   7,81 Ab    6,30 Ab
S2   5,10 Bc    6,46 Cbc    8,58 Ba   7,03 Ab    4,73 Ba
S3   7,45 Ab    9,65 Ba    10,77 Aa   7,51 Ab    6,23 Ab

                            50 DAS

S1     --         --          --        --       7,50 Ab
S2     --         --          --        --       6,63 Ba
S3     --         --          --        --       8,07 Aa

                31 DAS

             NF

       A2         A3         A4

S1   4,83 Aa    4,90 Aa    4,07 Ab
S2   2,83 Ca    2,93 Ca    2,27 Bb
S3   4,07 Bb    4,27 Bab   3,93 Ab

                38 DAS

S1   5,93 Aa    6,03 Aa    5,23 Aa
S2   3,53 Ba    3,67 Ba    3,27 Ba
S3   5,40 Aa    5,57 Aa    5,17 Aa

                45 DAS

S1   6,87 Aa    7,33 Aa    6,23 Ab
S2   5,07 Ba    5,07 Ba    5,12 Ba
S3   6,60 Aab   6,97 Aa    6,30 Ab

                50 DAS

S1   8,33 Aa    8,73 Aa    8,23 Aa
S2   7,03 Ba    6,40 Ba    6,57 Ba
S3   8,70 Aa    8,53 Aa    8,23 Aa

* Letras iguais maiusculas nas colunas e minusculas nas linhas nao
diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

Tabela 6. Altura de plantas (AP) nos ambientes e nos substratos aos 50
DAS, para cada recipiente.

                           50 DAS-AP

                         R1

        A1         A2         A3         A4        A1

S1   17,65 Ac   25,92 Ab   30,15 Aa   15,51 Ac   5,27 Ac
S2   12,15 Bb   20,23 Ba   22,64 Ba    9,05 Bb   3,97 Bb
S3   17,33 Ac   25,72 Ab   30,12 Aa   15,97 Ac   4,96 Ac

               50 DAS-AP

            R2

       A2        A3         A4

S1   6,32 Ab   6,82 Aab   7,28 Aa
S2   4,41 Bb   4,19 Cb    5,31 Ba
S3   6,43 Ab   5,95 Bb    7,42 Aa

Letras iguais maiusculas nas colunas e minusculas nas linhas nao
diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

Tabela 7. Altura de plantas (AP) e o numero de folhas (NF) nas
interacoes entre substratos (S) e recipientes (R). Aquidauana, Estado
do Mato Grosso do Sul, 2006.

                               31 DAS
                   AP                             NF

        S1         S2         S3        S1        S2        S3

R1    6,70 Aa    4,13 Ab    6,41 Aa   5,80 Aa   3,40 Ac   5,23 Ab
R2    4,01 Ba    3,04 Bb    3,47 Bb   3,33 Ba   2,03 Bb   3,22 Ba

                               38 DAS

R1   10,45 Aa    5,64 Ab   10,46 Aa   7,12 Aa   4,40 Ac   6,60 Ab
R2    4,50 Ba    3,51 Bb    4,25 Ba   4,18 Ba   2,53 Bb   4,12 Ba

                               45 DAS

R1   14,53 Aa    9,87 Ac   12,78 Ab   8,08 Aa   6,23 Ab   7,77 Aa
R2    5,32 Ba    3,70 Bb    4,91 Ba   5,30 Ba   3,78 Bb   5,28 Ba

                               50 DAS

R1   22,31 Aa   16,02 Ab   22,29 Aa   9,70 Aa   8,45 Ab   9,95 Aa
R2    6,42 Ba    4,47 Bb    6,19 Ba   6,70 Ba   4,85 Bb   6,82 Ba

* Letras iguais maiusculas nas colunas e minusculas nas linhas nao
diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

Tabela 8. Temperatura ([grados]C) e umidade relativa (UR) nos horarios
das 09 h, 12 h e 15 h, temperatura media maxima (Tmax) e temperatura
media minima (Tmin) para cada ambiente (A) de producao, durante o
desenvolvimento do experimento, em 2006.

          09 Horas             12 Horas              15 Horas

     [grados]C     UR     [grados]C     UR      [grados]C      UR

A1    29,5 a     63,1 a    33,1 a     51,3 b     32,3 a      51,8 a
A2    29,2 a     67,1 a    32,5 a     54,9 ab    31,5 a      56,0 a
A3    29,2 a     64,0 a    32,4 a     52,1 ab    32,0 a      53,0 a
A4    29,8 a     66,3 a    33,2 a     58,6 a     32,2 a      58,2 a

       T max       T min

     [grados]C   [grados]C

A1    37,1 a      21,3 a
A2    35,8 a      21,5 a
A3    35,7 a      21,0 a
A4    36,8 a      21,7 a

* Letras iguais nas colunas nao diferem entre si pelo teste de Tukey,
a 5% de probabilidade.
COPYRIGHT 2010 Universidade Estadual de Maringa
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2010 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Title Annotation:texto en portugues
Author:Costa, Edilson; Martins Leal, Paulo Ademar; Rodrigues dos Santos, Leia Carla; Rodrigues Vieira, Laur
Publication:Acta Scientiarum Agronomy (UEM)
Date:Jul 1, 2010
Words:5590
Previous Article:Nutricao mineral do feijoeiro em influencia de nitrogenio e palhadas de milheto solteiro e consorciado com feijao-de-porco.
Next Article:Qualidade fisiologica de sementes de uva-do-japao apos envelhecimento acelerado e armazenamento.
Topics:

Terms of use | Copyright © 2017 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters