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Comparison of two models of creep on the performance of piglets/Comparacao de dois modelos de escamoteadores sobre o desempenho dos leitoes.

Introducao

O desenvolvimento dos leitoes na fase de aleitamento constitui-se um fator determinante para o sucesso economico da atividade suinicola, sendo imprescindivel a utilizacao de meios para garantir a sobrevivencia e o desempenho satisfatorio dos animais nessa fase.

Os leitoes possuem o sistema termorregulador pouco desenvolvido, sendo que a temperatura corporal destes diminui de 1,7 a 6,7[degrees]C logo apos o nascimento. Para o leitao alcancar novamente o valor de temperatura corporal de 39[degrees]C ele dependera diretamente da temperatura ambiente, do seu peso corporal e do momento em que comeca a mamar (MANNO et al., 2005).

Nessas condicoes de reducao abrupta de temperatura, o leitao reduz sua atividade motora e, consequentemente, diminui a ingestao de colostro, acarretando maior incidencia de doencas, maior numero de leitoes esmagados e alta taxa de refugos na desmama, sendo necessarios alguns cuidados especiais. Para que esta situacao nao ocorra, e necessario fornecer aos leitoes ambiente limpo, desinfetado, seco e aquecido (PANDORFI et al., 2005).

Na suinocultura este problema tem sido amenizado com o uso de abrigos escamoteadores aquecidos a 32[degrees]C no nascimento e a 25[degrees]C no desmame por fontes artificiais de calor, o que evita a morte de leitoes por hipotermia, melhora a ingestao de leite e reduz a ocorrencia de doencas (WOLOSZIN, 2005).

A utilizacao do escamoteador dependera fortemente da forma como o local se mostra atraente aos leitoes. Temperatura, localizacao e acessibilidade da area (ALGERS; UVNAS-MOBERG, 2007), bem como as condicoes de luz (ZHANG; XIN, 2001) e conforto (ZIRON; HOY, 2003) do escamoteador terao influencia sobre a utilizacao desse local pelo leitao.

Varias pesquisas vem sendo conduzidas com o objetivo de encontrar um microambiente adequado para os leitoes e simultaneamente avaliar os tratamentos quanto ao consumo de energia eletrica. Mores et al. (1998) verificaram que escamoteadores equipados com lampada infravermelha controlada por termostato proporcionaram um ambiente mais adequado para os leitoes quando comparado a outros modelos de aquecimento como piso termico e lampada incadescente.

Dessa forma, objetivou-se avaliar o efeito dos modelos de escamoteador no aquecimento e desempenho dos leitoes.

Material e metodos

O presente projeto foi submetido a apreciacao da Comissao de Etica no Uso de Animais da Embrapa Suinos e Aves (CEUA/CNPSA), sob protocolo no 011/09, tendo sido considerado aprovado e liberada sua execucao, desde que respeitada a descricao da metodologia apresentada ao CEUA.

O estudo foi conduzido em uma unidade produtora de leitoes na cidade de Ipira, Estado de Santa Catarina, no periodo de inverno do ano de 2009. As leitegadas foram provenientes de matrizes da linhagem Agroceres-C23.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com dois tratamentos e oito repeticoes.

Foram avaliados dois modelos de escamoteadores com diferentes tipos de aquecimento. O modelo 1 (MOD 1) foi composto por 8 escamoteadores de alvenaria com tampa de madeira com medidas de 0,97 m de comprimento, 0,70 m de largura e 0,62 m de altura. O aquecimento foi feito por resistencia eletrica embutida no piso e controlado por termostato ajustado para 30[degrees]C do nascimento ate o 21o dia de vida das leitegadas e iluminacao por lampada fluorescente compacta de 7 W. O modelo 2 (MOD 2) foi composto por 8 escamoteadores de madeira com dimensoes de 0,96 m de comprimento, 0,62 m de largura e 0,52 m de altura e aquecimento por lampada incandescente de 60 W.

Na tampa dos escamoteadores foram fixados equipamentos datalogger que possuem a capacidade de armazenar os dados registrados de temperatura de bulbo seco (Tbs), que e a temperatura efetiva, e umidade relativa do ar (UR). Os datalogger da marca TESTO[R], modelo T 175-H1, resolucao 0,1[degrees]C para a temperatura e 0,1% para a umidade, registraram os dados de hora em hora durante todo o periodo experimental. Para a analise dos resultados da temperatura e umidade foram utilizados valores maximos e minimos recomendados para cada semana de vida das leitegadas.

Os dados registrados foram caracterizados como valor dentro, abaixo ou acima da faixa de conforto. As analises foram realizadas por meio do modelo de medidas repetidas, utilizando o procedimento MIXED do SAS (2002-2003). Foram testados os efeitos de modelo, semana e a interacao.

Para o ganho de peso medio diario (GPMD), os leitoes foram pesados no segundo e no 21o dia de vida, sendo calculada a media da leitegada de cada periodo. A metodologia estatistica utilizada foi a analise de variancia por meio do procedimento GLM do SAS (2002-2003), testando o efeito de modelo pelo teste F.

Resultados e discussao

Os valores minimo e maximo de temperatura e umidade utilizados como parametro de conforto termico para cada semana de vida dos leitoes estao descritos na Tabela 1.

A interacao Modelo x Semana foi significativa para a temperatura em todas as variaveis (Tabela 2). A umidade somente nao foi significativa para a variavel dentro do escamoteador na interacao Modelo x Semana.

Conforme apresentado na Tabela 3 os dois modelos apresentaram os maiores percentuais dos valores de temperatura abaixo da zona de conforto. O MOD 1 obteve 95,83% dos dados abaixo da temperatura minima de 28[degrees]C, sendo a media nesse periodo de 13,26[degrees]C (Tabela 4).

Esses resultados podem influenciar no tempo em que os leitoes ficam no interior do abrigo escamoteador, levando os animais a procurarem o aquecimento na matriz (FERREIRA, 2005), reduzindo a atividade motora e em consequencia podendo ocasionar esmagamento. E possivel ainda verificar que o MOD 2, apesar de ter obtido 52,02% dos dados abaixo da zona de conforto, obteve melhores resultados em relacao ao MOD 1 (Tabela 3), com media de 15,97[degrees]C (Tabela 4) na primeira semana de vida das leitegadas, com um percentual de 26,04% dos dados dentro da zona de conforto contra 3,90% dos dados do MOD 1. Na segunda semana observa-se que o MOD 1 tambem obteve maior percentual do periodo abaixo da zona de conforto, em que a temperatura minima e de 26[degrees]C (Tabela 3) com media de 23,58[degrees]C (Tabela 4). Diferente da primeira semana, o MOD 1 obteve maior percentual do periodo dentro da zona de conforto que o MOD 2.

Na terceira e quarta semanas, os maiores percentuais dos dados de temperatura dos escamoteadores tanto no MOD 1 quanto no MOD 2 estiveram acima da zona de conforto durante o periodo (Tabela 3). Para as duas semanas, o MOD 1 foi o que obteve os maiores percentuais de dados dentro da zona de conforto com media de temperatura de 25,26[degrees]C na terceira semana e 25,72[degrees]C na quarta semana.

Ressalta-se ainda que as formas de transferencia de calor entre os animais e o escamoteador sao diferentes e que com certeza influenciaram no condicionamento termico no interior dos abrigos. No MOD 1 a fonte de calor foi transmitida do piso por meio de resistencia eletrica, uma vez que a lampada fluorescente e considerada fria, caracterizando assim a transferencia de calor por conducao. No entanto, no escamoteador do MOD 2 a forma de transferencia de calor ocorreu por radiacao por meio da lampada incandescente.

As temperaturas no interior dos escamoteadores podem ter sido afetadas pelo material utilizado na construcao de cada abrigo. Material com valor elevado de resistencia termica tem maior capacidade de manter a temperatura interna do escamoteador, dissipando menos calor para o ambiente externo. Sendo assim, a madeira que possui resistencia termica de 1,41 [m.sub.2]/[degrees]C/W, em media, conserva mais calor no interior do abrigo por tempo maior em relacao ao concreto, que possui resistencia termica de 0,21 [m.sub.2]/[degrees]C/W.

Avaliando os resultados obtidos de temperatura do interior dos escamoteadores, pode-se dizer que os dois modelos foram deficientes no conforto termico para cada semana de vida das leitegadas. Apesar desse resultado, o MOD 1 foi o modelo que apresentou melhores percentuais dos dados dentro da zona de conforto para todas as semanas avaliadas, com excecao da primeira semana, em que o MOD 2 foi o que obteve maior percentual no periodo na zona de conforto. Os resultados de temperatura no interior do abrigo escamoteador de alvenaria estao de acordo com os resultados obtidos por Pandorfi et al. (2005), em que o piso aquecido nao atende as necessidades dos leitoes na primeira semana e sendo deficiente nas semanas seguintes; e o aquecimento com lampada incandescente atende as necessidades dos leitoes na primeira semana.

Houve efeito significativo dos percentuais de dados de umidade dentro do conforto entre os modelos somente na quarta semana, nos dados de umidade acima do conforto na segunda e terceira semanas, alem dos percentuais de dados da umidade abaixo do conforto na quarta semana (Tabela 5). Pode-se afirmar que os dois modelos foram adequados quanto aos valores de umidade ideal para os suinos nessa fase da criacao.

Para o ganho de peso medio diario houve efeito significativo de modelo (p < 0,05). O peso final tambem apresenta efeito da idade da leitegada (Tabela 6). O peso inicial dos leitoes, que foi obtido no segundo dia de vida das leitegadas, nao teve efeito significativo entre os modelos (p < 0,05).

Observou-se nos resultados obtidos que as leitegadas do MOD 1 apresentaram maior ganho de peso medio final do que o MOD 2, assim como o GPMD dos leitoes (Tabela 7).

Pode-se afirmar que as leitegadas do MOD 1 foram desmamadas mais pesadas. Esses resultados estao de acordo com os resultados apresentados por Pandorfi et al. (2005), onde as leitegadas que tinham acesso a escamoteador com piso aquecido obtiveram ganho de peso maior em relacao as leitegadas alojadas em escamoteadores com outro tipo de aquecimento.

Conclusao

Os dois modelos de escamoteadores foram deficientes na obtencao de um ambiente constante de conforto para as leitegadas. Contudo, o MOD 1 apresentou o melhor ganho de peso final das leitegadas. Sao necessarios ajustes no manejo nos dois modelos para obtencao de melhores resultados do ambiente do escamoteador.

Agradecimentos

Ao CNPq pela concessao do financiamento desse projeto e pela bolsa de estudos. A Embrapa-CNPSA pelas oportunidades oferecidas. A Coperdia por permitir a realizacao desse trabalho. A toda Familia Franke, por permitir que esse trabalho fosse realizado em sua propriedade.

Doi: 10.4025/actascianimsci.v34i1.11675

Referencias

ALGERS, B.; UVNAS-MOBERG, K. U. Maternal behavior in pigs. Hormones and Behavior, v. 52, n. 1, p. 78-85, 2007.

FERREIRA, R. A. Maior producao com melhor ambiente para aves, suinos e bovinos. Vicosa: Aprenda Facil, 2005.

MANNO, M. C.; OLIVEIRA, R. F. M.; DONZELE, J. L.; FERREIRA, A. S.; OLIVEIRA, W. P.; LIMA, K. R. S.; VAZ, R. G. M. V. Efeito da temperatura ambiente sobre o desempenho de suinos dos 15 aos 30 kg. Revista Brasileira de Zootecnia, v. 34, n. 6, p. 1963-1970, 2005.

MORES, N.; SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; MORENO, A. M. Manejo do leitao desde o nascimento ate o abate. In: SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R. S.; SESTI, L. A. C. (Ed.). Suinocultura intensiva: producao, manejo e saude do rebanho. Brasilia: Embrapa-SPI; Concordia: Embrapa-CNPSA, 1998. p. 135-162.

PANDORFI, H.; SILVA, I. J. O.; MOURA, D. J.; SEVEGNANI, K. B. Microclima de abrigos escamoteadores para leitoes submetidos a diferentes sistemas de aquecimento no periodo de inverno. Revista Brasileira de Engenharia Agricola e Ambiental, v. 9, n. 1, p. 99-106, 2005.

SAS-Statistical Analisys System. System for Microsoft Windows, release 9.1. Cary: Statistical Analysis System Institute, 2002-2003. (CD-ROM).

WOLOSZIN, N. Procedimentos basicos para a producao de suinos nas fases de reproducao, maternidade e creche. Concordia: Embrapa Suinos e Aves, 2005.

ZHANG, Q.; XIN, H. Responses of piglets to creep heat type and location in farrowing crate. Applied Engineering in Agriculture, v. 17, n. 4, p. 515-519, 2001.

ZIRON, M.; HOY, S. T. Effect of a warm and flexible piglet nest heating system--the warm water bed--on piglet behaviour, live weight management and skin lesions. Applied Animal Behaviour Science, v. 80, n. 1, p. 9-18, 2003.

Received on November 11, 2010.

Accepted on May 10, 2011.

Luana Araujo Sabino (1), Paulo Giovanni de Abreu (2), Vilmar Rodrigues de Sousa Junior (1), Valeria Maria Nascimento Abreu (2) * e Leticia dos Santos Lopes (2)

(1) Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuii, Diamantina, Minas Gerais, Brasil. (2) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria, Embrapa Suinos e Aves, BR-153, km 110, Cx. Postal21, 89.700-000, Concordia, Santa Catarina, Brasil. *Autorpara correspondencia. E-mail: pabreu@cnpsa.embrapa.br
Tabela 1. Valores minimos e maximos de temperatura e umidade
do ar para cada semana de vida dos leitoes.

Idade (semana)      Temperatura       Umidade (%)
                    ([degrees]C)

                    Minima   Maxima   Minima   Maxima

Dia do nascimento     30       32       50       70
1                     28       30       50       70
2                     26       28       50       70
3                     24       26       50       70
4                     22       24       50       70

Fonte: Ferreira (2005) e Pandorfi et al. (2005).

Tabela 2. Niveis descritivos de probabilidade do teste F da analise de
modelos mistos para medidas repetidas para as variaveis de
temperatura e umidade do interior dos abrigos escamoteadores para
valores dentro, abaixo ou acima da faixa de conforto para os leitoes.

Variavel                        Pr > F

                      Modelo     Semana    Modelo x Semana

Temperatura

Dentro do conforto    0,0010    < 0,0001       0,0003
Acima do conforto    < 0,0001   < 0,0001       0,0072
Abaixo do conforto   < 0,0001   < 0,0001       0,0018

Umidade

Dentro do conforto    0,1753     0,3411        0,7773
Acima do conforto     0,0006     0,4514       < 0,0001
Abaixo do conforto    0,0417     0,2202        0,0092

p < 0,05 diferem estatisticamente pelo teste F.

Tabela 3. Percentual de dados, erros-padrao e niveis descritivos
de probabilidade do teste F por modelo e semana da variavel
temperatura no interior dos escamoteadores.

Semana          MOD 1                 MOD 2          Pr > F

         Dentro da Zona de Conforto (%)

1        3,90 [+ or -] 1,93    26,04 [+ or -] 3,89   < 0,0001
2        36,98 [+ or -] 9,87   14,21 [+ or -] 4,22    0,0250
3        30,12 [+ or -] 5,79   1,86 [+ or -] 0,66    < 0,0001
4        12,03 [+ or -] 4,44   0,52 [+ or -] 0,52     0,0019

         Acima da Zona de Conforto (%)

1        0,26 [+ or -] 0,26    21,94 [+ or -] 9,42    0,0310
2        12,28 [+ or -] 6,14   80,95 [+ or -] 6,14   < 0,0001
3        54,80 [+ or -] 10,6   97,99 [+ or -] 0,67    0,0002
4        81,85 [+ or -] 7,39   99,26 [+ or -] 0,74    0,0242

         Abaixo da Zona de Conforto (%)

1        95,83 [+ or -] 2,01   52,02 [+ or -] 7,46   < 0,0001
2        50,74 [+ or -] 14,0   4,83 [+ or -] 2,23     0,0064
3        15,09 [+ or -] 6,18   0,14 [+ or -] 0,09     0,0176
4        6,12 [+ or -] 4,51    0,22 [+ or -] 0,22     0,1107

p < 0,05 diferem estatisticamente pelo teste F.

Tabela 4. Medias e desvio-padrao dos valores de temperatura e
umidade no interior do escamoteador para cada modelo e em cada
semana do periodo experimental.

Semana             Temperatura ([degrees]C)

               MOD 1                 MOD 2

1       13,26 [+ or -] 3,62   15,97 [+ or -] 6,46
2       23,58 [+ or -] 3,08   28,12 [+ or -] 2,81
3       25,26 [+ or -] 2,80   29,62 [+ or -] 1,56
4       25,72 [+ or -] 2,75   30,75 [+ or -] 1,33

                           Umidade (%)

1       74,73 [+ or -] 7,20   85,41 [+ or -] 6,26
2       68,81 [+ or -] 7,17   62,39 [+ or -] 5,62
3       64,74 [+ or -] 7,56   60,49 [+ or -] 4,85
4       61,32 [+ or -] 9,89   56,74 [+ or -] 7,21

Tabela 5. Percentual, erros-padrao e niveis descritivos de
probabilidade do teste F por modelo e semana da variavel
umidade relativa no interior dos escamoteadores.

Semana          MOD1                  MOD2           Pr > F

         Umidade Dentro do Conforto (%)

1        69,43 [+ or -] 7,07   66,73 [+ or -] 8,91   0,8511
2        77,83 [+ or -] 4,76   74,48 [+ or -] 11,60  0,8530
3        78,37 [+ or -] 2,69   57,81 [+ or -] 9,59   0,0593
4        81,25 [+ or -] 4,62   56,26 [+ or -] 9,48   0,0204

         Umidade Acima do Conforto (%)

1        30,38 [+ or -] 7,06   22,01 [+ or -] 3,20   0,2517
2        16,82 [+ or -] 5,79   0,37 [+ or -] 0,37    0,0012
3        10,47 [+ or -] 4,34   0,14 [+ or -] 0,14    0,0121
4        11,25 [+ or -] 5,48   0,00 [+ or -] 0,00    0,0374

         Umidade Abaixo do Conforto (%)

1        0,19 [+ or -] 0,19    11,26 [+ or -] 11,00  0,3128
2        5,35 [+ or -] 3,14    25,15 [+ or -] 11,70  0,2962
3        11,16 [+ or -] 4,09   42,04 [+ or -] 9,65   0,1055
4        7,49 [+ or -] 2,14    43,74 [+ or -] 9,48   0,0057

Tabela 6. Niveis descritivos de probabilidade do teste F da
analise de variancia do desempenho dos leitoes.

Variavel                              Pr > F

                             Modelo   Ordem    Idade da
                                        de     leitegada
                                      Parto

Peso inicial dos leitoes     0,2299   0,1623
Peso final dos leitoes       0,0290   0,2969    0,0018
Ganho de peso medio diario   0,0132   0,4458
No. de leitoes no inicio     0,6395   0,3426
No. de leitoes no final      0,5616   0,1923

p < 0,05 diferem estatisticamente pelo teste F.

Tabela 7. Medias e erros-padrao por modelo e nivel descritivo de
probabilidade do teste F da analise da variancia para desempenho
dos leitoes.

Variavel                                      MOD 1

Peso inicial dos leitoes (kg)          1,60 [+ or -] 0,071
Peso final ajustado para 21 dias (kg)  6,23 [+ or -] 0,379
Ganho de peso medio diario (kg)        0,21 [+ or -] 0,010
No. de leitoes no inicio               11,87 [+ or -] 0,27
No. de leitoes no final                11,47 [+ or -] 0,34

Variavel                                      MOD2           Pr > F

Peso inicial dos leitoes (kg)          1,51 [+ or -] 0,063   0,2299
Peso final ajustado para 21 dias (kg)  5,37 [+ or -] 0,310   0,0290
Ganho de peso medio diario (kg)        0,17 [+ or -] 0,009   0,0132
No. de leitoes no inicio               11,56 [+ or -] 0,39   0,6395
No. de leitoes no final                11,06 [+ or -] 0,38   0,5616

p < 0,05 diferem estatisticamente pelo teste F.
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Author:Sabino, Luana Araujo; de Abreu, Paulo Giovanni; Junior, Vilmar Rodrigues de Sousa; Abreu, Valeria Ma
Publication:Acta Scientiarum. Animal Sciences (UEM)
Article Type:Report
Date:Jan 1, 2012
Words:3005
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