Printer Friendly

Comparation of the difference of the reply of the cardiac frequency, the arterial pressure and the hydration in women submitted to the exercise in ergometrics bicycles horizontal and vertical/Comparacao da diferenca da resposta da frequencia cardiaca, da pressao arterial e da hidratacao em mulheres submetidas ao exercicio em bicicletas ergometricas horizontal e vertical.

INTRODUCAO

A importancia e eficacia do treinamento aerobio vem sendo largamente abordado em diversos estudos cientificos. Para que o treinamento seja realizado com o menor risco de lesao e maior beneficio para o praticante, resolvemos investigar a diferenca entre a bicicleta ergometrica horizontal e vertical. Segundo o ACSM (2006), a bicicleta estacionaria e popular e consagrada pelo tempo, pois apresenta algumas vantagens: a pedalagem e um movimento cuja execucao e confortavel para a maioria das pessoas, a adaptacao e relativamente rapida e trata-se de uma atividade sem sustentacao do peso corporal, e, portanto sem impacto.

Cada vez mais os educadores fisicos preocupam-se em prescrever um treinamento onde o aluno consiga alcancar o maximo de resultados com minimo risco de lesao. Imagina-se que a bicicleta horizontal seja mais adequada para publicos especiais (idosos, sedentarios, obesos), uma vez que ela oferece um apoio para as costas. Porem, em relacao as respostas da pressao arterial e frequencia cardiaca entre os dois tipos de equipamentos, ainda e tudo muito teorico.

Pelo exposto anteriormente o objetivo do nosso trabalho foi comparar a diferenca da resposta da pressao arterial, frequencia cardiaca e hidratacao em mulheres submetidas ao exercicio em bicicletas ergometricas horizontal e vertical.

MATERIAIS E METODOS

Sujeitos

A analise foi realizada com oito individuos do genero feminino, voluntarias, praticantes de treinamento aerobio, treinadas ha mais de 12 meses (idade entre 30 e 40 anos, peso corporal de 50kg a 70 kg e altura de 1,60cm a 1,75 cm). Todas as voluntarias foram previamente pesadas e medidas. O peso corporal e a altura foram realizados atraves da balanca digital e do estadiometro da marca Toledo.

Para melhor objetivar os resultados das amostras, foram utilizados os seguintes criterios de exclusao para os individuos participantes do estudo: a) portadores de cardiopatia; b) portadores de lesoes articulares nos ultimos 6 meses; c) portadores de contratura muscular nos ultimos 6 meses; d) submissao a cirurgias articulares nos ultimos 12 meses; e) portadores de instabilidade acentuada nos joelhos e tornozelos; f) portadores de formas severas de doencas articulares degenerativas.

Antes da coleta de dados, todas as participantes foram informadas detalhadamente sobre os procedimentos utilizados e concordaram em participar de maneira voluntaria do estudo e responderam negativamente aos itens do questionario Par-Q (Coyle e Gonzalez). Os individuos assinaram o termo de consentimento para pesquisa com seres humanos, conforme Resolucao no 196/96 do Conselho Nacional de Saude do Brasil.

Bicicleta Horizontal

A bicicleta horizontal embora nao seja tao conhecida como a bicicleta vertical, e um equipamento muito utilizado em algumas academias pelo fato de oferecer um maior conforto na realizacao do exercicio. Por possuir um apoio para as costas e proporcionar uma postura mais confortavel na hora do treinamento, e muito utilizada por idosos, sedentarios ou por praticantes que tenham alguma patologia na coluna vertebral. A bicicleta utilizada e da marca Moviment, modelo Biocycle 4000PRO que pesa 36 quilogramas e mede 146 x 63 x 104 centimetro (CxLxA) e possui um sistema de carga progressiva medida em quilowatts, sua velocidade foi executada em km/hora.

[FIGURE 1 OMITTED]

Bicicleta Vertical

A bicicleta vertical e um equipamento muito utilizado nas academias e nos clubes esportivos, embora seja muito conhecida, poucos sao os estudos relacionados. A bicicleta utilizada e da marca Moviment modelo BM 2800PRO que pesa 41 quilograma e mede 107 x 55 x 148 centimetro (CxLxA). Possui sistema de carga progressiva medida em quilowatts e sua velocidade realizada em km/hora. Nao possui apoio para as costas.

[FIGURE 2 OMITTED]

Aplicacao do teste

Todos os individuos foram orientados em relacao a velocidade da pedalada e a postura correta no equipamento. As voluntarias foram previamente orientadas a nao ingerir nenhum tipo de liquido ate 1 hora antes e durante a realizacao do teste, para nao interferir no resultado da densidade urinaria. Todos os testes foram realizados no periodo da manha com temperatura entre 20[degrees]C e 27[degrees]C.

Procedimento de coleta de dados

Os testes foram realizados nas bicicletas horizontal e vertical. Ambos no periodo da manha. Para todos foi seguido o mesmo procedimento de execucao e das coletas das amostras das urinas. Esses testes consistiram em realizar o movimento de pedalagem em ambas as bicicletas, com velocidade de 30 km/hora e carga nivel 1.

Respeitou-se um intervalo de 72 horas entre os testes nos dois equipamentos.

Durante a pedalagem foram verificados: a) Frequencia cardiaca e Pressao arterial, a cada 2 minutos durante o periodo de esforco b) Foram realizadas coletas de urina pre e pos-esforco para verificar a desidratacao durante o teste. As coletas foram realizadas 2 minutos antes e 2 minutos apos o teste em cada equipamento. Todas as amostras foram levadas ao Laboratorio de Analises Clinica Vital Brasil, inscrito no CNPJ 47.555.164.0001-49, para serem analisadas atraves do exame de urina Tipo1 e do metodo quimica seca automatizada--Urisys 2400--Roche. O objetivo era analisar a densidade urinaria de cada voluntaria.

Bicicleta horizontal

a) Posicao Inicial: individuo acomodado no aparelho (sentado), pes apoiados nas pedaleiras, costas apoiadas no encosto, quadril flexionado conforme a angulacao proporcionada pelo aparelho, joelhos em extensao, maos posicionadas no apoio proprio do equipamento (handgrip). Fase Ativa: a partir da posicao inicial realiza-se a extensao e a flexao dos joelhos em movimento de pedalagem.

[FIGURE 3 OMITTED]

Bicicleta vertical

a) Posicao Inicial: individuo acomodado no aparelho, pes apoiados nas pedaleiras, maos apoiadas no guidao e coluna ereta (este aparelho nao possui apoio para as costas). Fase Ativa: a partir da posicao inicial realiza-se a extensao e a flexao dos joelhos em movimento de pedalagem.

[FIGURE 4 OMITTED]

Analise de estatistica

Os resultados das variaveis analisadas foram apresentados como media aritmetica e desvio padrao (descricao da amostra).

A utilizacao da media aritmetica foi necessaria uma vez que o referido estudo requeria a comparacao de apenas uma medida de FC aferida durante o esforco na bicicleta horizontal, a qual seria comparada com uma unica medida de FC aferida na bicicleta vertical, o mesmo ocorrendo em relacao a PA e Densidade Urinaria.

Para a producao dessa medida, os autores utilizaram a media aritmetica dos diversos valores aferidos durante o esforco fisico, o que tambem tornou mais confiavel essa medida unica.

O referido pretende comparar a media das FC, PA e Densidade Urinaria dos diversos individuos da amostra nas bicicletas horizontal e vertical. Para tanto, se fez necessaria a utilizacao do desvio padrao, que conceitualmente e uma medida do grau de dispersao dos valores em relacao ao valor medio. Essa ferramenta estatistica foi utilizada para analisar a dispersao dos dados de FC, PA, e Densidade Urinaria de cada individuo da amostra com os dados medios.

RESULTADOS

DISCUSSAO

O estudo teve como objetivo comparar as respostas da pressao arterial, da frequencia cardiaca e da densidade urinaria em mulheres com idade entre 30 e 40 anos, submetidas ao treinamento em bicicletas ergometricas vertical e horizontal. Os presentes resultados mostraram que nao ha diferenca significativa em nenhuma das variaveis aqui analisadas, ou seja, o exercicio aerobio realizado em ambos os equipamentos com a mesma velocidade e a mesma intensidade de carga nao promoveu nenhuma alteracao na PA e FC, como tambem nao alterou a densidade urinaria, nao havendo assim, desidratacao. Segundo McArdle e colaboradores (2008) os exercicios realizados em pe afetam o fluxo sanguineo venoso, uma vez que a gravidade tende a neutralizar a pressao venosa normalmente mais baixa nas extremidades. Apesar de alguns fatores contribuirem para um aumento de intensidade em exercicios realizados na posicao vertical, nosso estudo mostrou que alguns individuos responderam de forma bastante positiva em relacao as intensidades das atividades aerobias realizadas tanto na posicao vertical quanto horizontal. De acordo com os graficos 7 e 8, a densidade urinaria analisada nos individuos que realizaram os testes em ambos equipamentos, tambem nao apresentaram alteracao alguma. E importante darmos atencao a metodologia utilizada neste estudo para verificacao da densidade urinaria, uma vez que segundo McArdle e colaboradores (2008), a agua ingerida 60 minutos antes do exercicio ira aprimorar a termorregulacao e reduzir a frequencia cardiaca durante o exercicio. Entretanto, o volume urinario aumentara ate quatro vezes aquele medido sem ingestao de liquido antes do exercicio.

A frequencia cardiaca (FC) reflete a quantidade de trabalho que o coracao deve realizar para satisfazer as demandas metabolicas quando iniciada a atividade fisica. As respostas agudas da pulsacao aos exercicios dependem de diversos fatores, como a posicao corporal, o estado clinico e condicoes ambientais (Clausen, 1977). Talvez, por isso, nosso estudo nao tenha resultado em nenhuma diferenca significativa, pois todas as participantes realizaram os testes nas mesmas condicoes.

Isoladamente, a pressao arterial sistolica (PAS) e a pressao arterial diastolica (PAD) exibem comportamentos diferenciados durante o exercicio. Em atividades continuas de intensidade progressiva, a PAS aumenta em proporcao direta a intensidade do exercicio, em funcao da elevacao do debito cardiaco. A pressao diastolica pouco varia durante a pratica de exercicios de natureza aerobia, quando comparada a PAS e a FC (Coyle e Gonzalez, 2001; Longhurst e stebbins, 1997).

Estudos classicos abordaram a estreita relacao entre a intensidade do esforco e a magnitude da FC (Nilsson e Simonsen, 2005). No exercicio continuo, considerando que a intensidade do esforco se mantem constante, a demanda energetica tambem sera constante, e por isso a oferta de oxigenio aos musculos ativos sera equivalente. Esta condicao e classicamente conhecida como steady state. Durante a fase de equilibrio energetico, ao se conservarem as condicoes metabolicas, nao devemos esperar alteracoes da FC. Ainda assim, cabe realcar a variabilidade da FC ao longo de todo o processo como decorrencia de uma continua influencia dos ramos autonomicos do SNA (McArdle e colaboradores (2008). Vale a pena comentar tambem um fenomeno chamado cardiovascular drift ou desvio cardiovascular (Nilsson e Simonsen, 2005). Se o exercicio, ainda que constante, for realizado por um longo periodo de tempo (acima de 30 minutos), e os procedimentos de reidratacao nao forem respeitados, uma sequencia de eventos fisiologicos tende a acontecer. Com a desidratacao, a volemia diminui, logo o retorno venoso fica comprometido. Ja que o exercicio e constante, ha necessidade de se manter o equilibrio metabolico (steady state). Em decorrencia disso, a FC tende a se elevar para compensar a atenuacao do volume de ejecao (Nilsson e Simonsen, 2005).

Sendo assim, aferir a FC somente ao final de um exercicio prolongado pode nao ser uma boa estrategia, pois nao teremos certeza dos valores da FC ao longo do exercicio como um todo. No exercicio intermitente, a FC responde as modulacoes da intensidade, sendo os maiores valores referentes a maior intensidade de esforco (McArdle e colaboradores (2008). Apesar disso, em aulas de ciclismo indoor, por exemplo, a queda da FC durante a recuperacao ativa do esforco pode nao ser tao evidente. Isto se justifica pelo fato da presenca da adrenalina e noradrenalina na corrente sanguinea, exercendo forte influencia sobre o ritmo cardiaco (Pollock e colaboradores, 2000). Muitas vezes os metodos de treinamento de ciclismo indoor sao baseados no estilo conhecido como fartlek, o qual nao determina uma unica relacao temporal entre os estimulos fortes e fracos, e possivel que a resposta da FC nao represente a intensidade real de esforco durante a pedalada.

Finalmente, algumas limitacoes e observacoes no referido estudo precisam ser comentadas. Segundo Antelmi e colaboradores, (2008) a recuperacao da FC nas mulheres e mais rapida do que nos homens. E tambem a recuperacao da FC e estatisticamente mais significativa entre as mais jovens.

CONCLUSAO

O objetivo deste estudo foi comparar a diferenca da resposta da pressao arterial, frequencia cardiaca e hidratacao em mulheres submetidas ao exercicio em bicicletas ergometricas horizontal e vertical. Concluimos que nao houve diferenca destas variaveis quando comparados os esforcos nos dois equipamentos.

REFERENCIAS

(1-) American College of Sports Medicine, Recursos do ACSM para o Personal Trainer, Rio de Janeiro, 1a edicao, p. 117, 2006.

(2-) Antelmi, I.; e colaboradores. Recuperacao da frequencia cardiaca apos teste de esforco em esteira ergometrica e variabilidade da frequencia cardiaca em 24 horas em individuos sadios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Sao Paulo. Vol. 90. Num. 6. Junho 2008. p. 1-9.

(3-) Clausen, J.P. Effect of physical training on cardiovascular adjustments to exercise in man. Physiol Rev. Num. 57. 1977. p. 779-815.

(4-) Coyle, E.F.; Gonzalez A.J. Cardiovascular drift during prolonged exercise: new perspectives. Exerc Sports Sci. Vol. 29. Num. 2. 2001. p. 88-92.

(5-) Longhurst, J.C.; Stebbins, C.L. O Atleta de Forca. (Ed.) Clinicas Cardiologicas: o coracao de atleta e a doenca cardiovascular. Vol 3. Rio de Janeiro: Interlivros, p.413-429, 1997.

(6-) McArdle, W.D., Fisiologia do Exercicio, energia, nutricao e desempenho humano, 6 ed. p. 314-320 e 321-354. 2008.

(7-) Nilsson, S.S. J.K., Simonsen, K Cardiovascular responses to static-dynamic work in young men, middle-aged athletes, and coronary patients. Int Rehabil Med. Vol. 5. Num. 4. 1983. p. 202-205.

(8-) Pollock, M.; e colaboradores, Resistance exercise in individuals with and without cardiovascular disease: benefits, rationale, safety, and prescription. An Advisory From the Committee on Exercise, Rehabilitation, and Prevention, Concil on Clinical Cardiology, American Heart Association. Circulation. Num. 101. 2000. p. 828-833.

(9-) Shephard, R.J. PAR-Q: Canadian home fitness test and exercise screening alternatives. Sports Med. Num. 5. 1992. p. 185-195.

Recebido para publicacao em 26/07/2009

Aceito em 30/08/2009

Diana Mara Antunes Pires [1,2], Claudia dos Anjos Rangel [1,3], Sueli Aparecida de Souza [1,3]

[1-] Programa de Pos Graduacao Lato Sensu em Nutricao Esportiva da Universidade Gama Filho--UGF

[2-] Licenciada em Educacao Fisica pela Escola Superior de Educacao Fisica de Cruzeiro--ESEFIC e especialista em Treinamento de Forca pela Universidade Gama Filho--UGF

[3-] Licenciada em Educacao Fisica pela Universidade de Mogi das Cruzes--UMC

Endereco para correspondencia:

di_fit@hotmail.com

clau.anjos@uol.com.br

sueli.aparecida.souza@hotmail.com
Grafico 1: Media da Frequencia cardiaca dos
participantes isoladamente e em grupo na
bicicleta horizontal e vertical

                Bike Vertical   Bike Horizontal

A                    115             125
B                    127             138
C                    115             105
D                    125             103
E                    114             109
F                    115             110
G                     95             108
H                    121             109
Media                116             113
Desvio Padrao        9,8            11,9

Note: Table made from bar graph.

Grafico 2: Variacao em percentual da frequencia
cardiaca na bicicleta horizontal em relacao a
bicicleta vertical

A         8,7%
B         8,2%
C        -9,4%
D       -18,2%
E        -3,8%
F        -4,8%
G        13,1%
H       -10,0%
Media    -2,4%

Note: Table made from bar graph.

Grafico 3: Media da pressao arterial sistolica
dos participantes isoladamente e em grupo na
bicicleta horizontal e vertical

                Bike Vertical   Bike Horizontal

A                    125             128
B                    115             138
C                    115             101
D                    117             103
E                    133             135
F                    127             113
G                    111             122
H                    101              96
Media                118             118
Desvio Padrao       10,3            15,1

Note: Table made from bar graph.

Grafico 4: Variacao em percentual da pressao
arterial sistolica na bicicleta horizontal em
relacao a bicicleta vertical

A         2,1%
B        20,5%
C       -12,2%
D        -3,1%
E         1,4%
F       -11,1%
G         9,8%
H        -4,7%
Media     0,2%

Note: Table made from bar graph.

Grafico 5: Media da pressao arterial diastolica
dos participantes isoladamente e em grupo na
bicicleta horizontal e vertical

                Bike Vertical   Bike Horizontal

A                     74              70
B                     66              68
C                     65              48
D                     69              68
E                     76              68
F                     77              65
G                     68              72
H                     72              61
Media                 71              65
Desvio Padrao        4,6             7,7

Note: Table made from bar graph.

Grafico 6: Variacao em percentual da pressao
arterial diastolica na bicicleta horizontal
em relacao a bicicleta vertical

A        -5,0%
B         3,7%
C       -26,8%
D        -1,3%
E       -11,2%
F       -15,0%
G         6,8%
H       -14,9%
Media    -8,1%

Note: Table made from bar graph.

Grafico 7: Densidade urinaria (hidratacao) na
bicicleta vertical

        Bike Vertical--Pre   Bike Vertical--Pos

A             1.020                1.023
B             1.020                1.025
C             1.017                1.028
D             1.020                1.025
E             1.020                1.020
F             1.019                1.020
G             1.007                1.007
H             1.020                1.023
Media         1.018                1.021

Note: Table made from bar graph.

Grafico 8: Densidade urinaria (hidratacao) na bicicleta
horizontal

        Bike Horizontal--Pre   Bike Horizontal--Pos

A              1.020                1.020
B              1.020                1.020
C              1.020                1.025
D              1.020                1.025
E              1.025                1.025
F              1.010                1.010
G              1.030                1.030
H              1.020                1.025
Media          1.021                1.023

Note: Table made from bar graph.
COPYRIGHT 2009 Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercicio. IBPEFEX
No portion of this article can be reproduced without the express written permission from the copyright holder.
Copyright 2009 Gale, Cengage Learning. All rights reserved.

Article Details
Printer friendly Cite/link Email Feedback
Author:Pires, Diana Mara Antunes; Rangel, Claudia dos Anjos; de Souza, Sueli Aparecida
Publication:Revista Brasileira de Nutricao Esportiva
Date:Jul 1, 2009
Words:2734
Previous Article:Metabolic effects of whey protein supplementation in exercise weight practitioners/Efeitos metabolicos da suplementacao do whey protein em...
Next Article:Vitamin C as an antioxidant agent during endurance exercise/Vitamina C como agente antioxidante em exercicio de endurance.
Topics:

Terms of use | Privacy policy | Copyright © 2018 Farlex, Inc. | Feedback | For webmasters