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Compactacao do solo: Efeitos nas caracteristicas produtivas e morfologicas dos capins Piata e Mombaca.

Soil compaction: Effects on morphological and productive characteristics of Piata and Mombaca grasses

INTRODUCAO

O Brasil possui o maior rebanho bovino comercial do mundo com aproximadamente 200,3 milhoes de cabecas (IBGE, 2008) e o pasto constitui o alimento basal de aproximadamente 96% dos animais abatidos no pais (ANUALPEC, 2008). A producao de bovinos a pasto representa o diferencial da carne brasileira no mercado mundial por torna-la mais competitiva e suprir as expectativas de um mercado consumidor que almeja o consumo de alimentos mais saudaveis. Entretanto, a degradacao das pastagens tem reduzido a eficiencia desse sistema de producao. Estima-se que 80% dos 50 a 60 milhoes de hectares de pastagens cultivadas do Brasil Central, que respondem por 55% da producao de carne nacional, se encontram em algum estadio de degradacao (Macedo et al., 2000).

A escolha inadequada da forrageira, o mau uso das praticas de conservacao de solos, a ausencia de manutencao da fertilidade do solo e a alta taxa de lotacao animal, sao as principais causas de degradacao de pastagens. Esta altera as propriedades fisicas do solo, sendo a causa primaria de sua compactacao (Leao et al., 2004; Peron & Evangelista, 2004; Zanine et al., 2005; Pietola et al., 2005).

As alteracoes nas propriedades fisicas do solo tornam imprescindivel a utilizacao de especies de cobertura capazes de romper camadas compactadas (Goncalves et al., 2006). Severiano et al. (2003), observaram que a producao de materia seca de Brachiaria decumbens se reduziu com o aumento da resistencia a penetracao e densidade do solo, apresentando o menor resultado para valores de 2,4 MPa e 1,37 Mg [m.sup.-3]. Silva Filho et al. (2010), ao avaliarem areas de pastagens utilizadas a 20 anos observaram, na camada de 0-10 cm de um Latossolo, resistencia a penetracao de 2,6 vezes maior do que e tolerado para o desenvolvimento de raizes, o que mostra a necessidade do manejo adequado das pastagens, visto que essas areas se apresentam em degradacao. Goncalves et al. (2006) obtiveram, na busca por especies que tenham capacidade de romper camadas compactadas, bons resultados com o milheto ADR500, o qual apresentou maior producao de materia seca na parte aerea e, nas camadas superior, compactada e inferior, maior densidade de comprimento radicular. Severiano et al. (2010) apontaram capim tifton 85 como uma forrageira capaz de promover descompactacao, ao estuda-lo cultivado em um Argissolo.

Dentre as gramineas que possuem participacao expressiva nas pastagens da regiao do Cerrado se encontram as gramineas dos generos Panicum e Brachiaria (Braz et al., 2004; Oliveira et al., 2007), em que poucos sao os dados, na literatura, que se referem ao seu comportamento diante da condicao de compactacao do solo.

Desta forma se objetivou, com este trabalho, avaliar as caracteristicas produtivas e morfologicas das gramineas forrageiras Brachiaria brizantha vc. Piata e Panicum maximum cv. Mombaca, sob niveis de compactacao do solo.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi realizado em casa-de-vegetacao localizada na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinaria da Universidade Federal de Mato Grosso (FAMEV), na cidade de Cuiaba, MT.

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com oito tratamentos e tres repeticoes, arranjados em esquema fatorial que envolveu duas gramineas forrageiras, Brachiaria brizantha cv. Piata e Panicum maximum cv. Mombaca, e quatro niveis de compactacao, 1,0; 1,2; 1,4 e 1,6 Mg[m.sup.-3]. Esses niveis foram testados no ensaio com Proctor normal, conforme a norma NBR 7182 (ABNT, 1986).

O solo utilizado foi um Latossolo Vermelho Amarelo, apresentando as seguintes caracteristicas quimicas e fisicas: pH (Ca[Cl.sub.2]): 5,2; P: 20,4 mg d[m.sup.-3]; K: 94 mg d[m.sup.-3]; Ca: 2,1 cmolc d[m.sup.-3]; Mg: 1,0 cmolc d[m.sup.-3]; S: 6,2 mg d[m.sup.-3]; H: 3,2 cmolc d[m.sup.-3]; Al: 0,0 cmolc d[m.sup.-3]; Zn: mg d[m.sup.-3], Cu: 1,1 mg d[m.sup.-3]; Fe: 257 mg d[m.sup.-3]; Mn: 78,6 mg d[m.sup.-3]; B: 0,21 mg d[m.sup.-3]; materia organica: 27,8 mg d[m.sup.-3]; areia: 696 g [kg.sup.-1]; silte: 66 g [kg.sup.-1] e argila: 238 g [kg.sup.-1]. O solo foi peneirado em malha de 2 mm, antes de ser transferido para as unidades experimentais.

A unidade experimental foi constituida pela sobreposicao e encaixe de dois aneis de PVC rigido, com diametro de 200 mm. O anel superior, com altura de 60 mm e encaixe macho de 5 mm nas duas extremidades, e o anel inferior com 145 mm de altura, com encaixe femea de 5 mm na extremidade superior. Na parte inferior da unidade experimental havia uma tela antiafideos com malha de 1 mm, fixada com anel de borracha obtido pela seccao transversal de camara de ar de motocicleta. No encaixe dos aneis foi realizado um acabamento com fita adesiva.

Os aneis inferiores foram preenchidos com massa de solo com densidade de 1,0 Mg [m.sup.-3], enquanto os superiores tiveram os niveis de compactacao ja citados anteriormente. A massa de solo destinada ao anel superior foi compactada com a utilizacao de uma prensa hidraulica Charlott PH5T. Para eliminar o espelhamento provocado pela prensa, escarificou-se levemente a superficie das amostras, mantendo-se uma camada superior de solo nao compactado de 5 mm.

Em cada vaso foram semeadas 15 sementes na profundidade de 5 mm. Sete dias depois se realizou o desbaste, mantendo-se cinco plantas por vaso. A umidade do solo foi mantida utilizando-se a metodologia proposta por Silva et al. (2006).

Foi realizada uma adubacao para o estabelecimento da forrageira utilizando-se 200 mg d[m.sup.-3] de N, 200 mg d[m.sup.-3] de [P.sub.2][O.sub.5], 150 mg d[m.sup.-3] de [K.sub.2]O, 20 mg d[m.sup.-3] de S, e se utilizando as seguintes fontes: ureia, superfosfato simples, cloreto de potassio e sulfato de calcio, respectivamente.

As variaveis avaliadas foram: numero de perfilhos (NP), massa seca da lamina foliar (MSF), massa seca de colmo (MSC), massa seca de raiz (MSR), relacao folha/colmo (MSF/MSC); massa seca da parte aerea (MSPA) e relacao massa seca da parte aerea/massa seca de raiz (MSPA/MSR).

Realizaram-se, apos 42 dias, a contagem do numero de perfilhos por vaso e a coleta da parte aerea. As plantas forram cortadas a 5 cm da superficie do solo. O material vegetal foi fracionado em colmo e lamina foliar, fazendo-se a composicao morfologica das forrageiras; em seguida, o material vegetal foi secado em estufa (65 [grados]C por 72 h), pesado e quantificadas as MSPA e MSC, com as quais se determinou a relacao folha/ colmo.

Decorridos 46 dias do primeiro corte, realizou-se o segundo corte nas plantas. Alem de se avaliar as mesmas variaveis do primeiro corte, quantificou-se a massa seca da raiz (estufa a 65 [grados]C por 72 h) e se determinou a relacao MSPA/MSR. Enfim, os dados foram submetidos a analise de variancia e, quando significativa (p < 0,05), para os niveis de compactacao, determinou-se a regressao e, quando significativa para as gramineas forrageiras, utilizou-se o teste de Tukey a 5%.

RESULTADOS E DISCUSSAO

Ocorreu comportamento distinto das gramineas forrageiras em relacao aos dois periodos avaliados. Deste modo, no primeiro periodo de crescimento as gramineas nao sofreram efeito da compactacao, mas diferiram entre si em todas as variaveis avaliadas, demonstrando que, ao primeiro corte do experimento, realizado 42 dias apos a emergencia, as plantas nao estavam totalmente estabelecidas, razao pela qual nao responderam a compactacao. Na formacao de pastagens a primeira entrada de animais deve ocorrer de 40 a 60 dias apos a semeadura ou ate mesmo chegar a 90 dias, pois neste periodo as gramineas atingem a altura minima de pastejo (Hack et al., 2007).

No primeiro corte o capim-mombaca apresentou, em todas as variaveis, medias superiores as do capim-piata (Tabela 1). Esta diferenca era esperada tendo em vista que se trata de gramineas com caracteristicas morfologicas distintas. O capimmombaca e o capim-piata possuem producoes anuais de materia seca de ate 15,0 e 9,5 t [ha.sup.-1], respectivamente (Costa, 2008). Em ambas as gramineas a relacao folha/colmo foi superior a relacao critica de 1,0, proposta por Pinto et al. (1994). A maior relacao folha/colmo do capim-mombaca pode ser utilizada como indice de valor nutritivo da forragem, assim como a altura do pasto e a disponibilidade de materia seca facilitam a apreensao de forragem pelo animal e, desta forma, seu comportamento durante o pastejo (Alden & Whitaker, 1970).

No segundo crescimento o numero de perfilhos do capimpiata nao apresentou efeito da densidade do solo apresentando, em media, 12,5 perfilhos [vaso.sup.-1]. O capimmombaca foi afetado pelos niveis de compactacao, cujo comportamento foi descrito por um modelo linear (Figura 1). Com o aumento da densidade do solo ocorreu reducao no numero de perfilhos, resultado semelhante ao de Medeiros et al. (2005), ao trabalharem com a cultura do arroz, quando observaram reducao linear no numero de perfilhos com o aumento dos niveis de compactacao, evento justificado pela reducao na aeracao do solo e na mineralizacao da materia organica. A graminea priorizou sua estrutura sob condicao limitante, translocando os fotoassimilados para as raizes, as quais nao foram afetadas pelos niveis de compactacao.

[FIGURA 1 OMITIR]

A producao de colmo, folha e relacao folha/colmo das gramineas foram afetadas pela compactacao do solo (Figura 2A, B e C). Com relacao a producao de MSC, o capim-mombaca nao sofreu efeito da faixa de compactacao, com media de 9,17 g [vaso.sup.-1]; ao contrario, para o capim-piata foi descrito um modelo quadratico em resposta aos niveis de compactacao (Figura 2A). O aumento da MSC para o capim-piata ocorreu ate a densidade de 1,4 Mg [m.sup.-3], o que nao e desejado, pois este e um dos principais redutores de digestibilidade, por apresentar fracao lignificada (Santos et al., 2008b).

No que se refere a MSF, o comportamento foi inverso, e o capim-piata nao sofreu efeito da densidade do solo, enquanto o capim-mombaca apresentou reducao linear na MSF com o aumento do nivel de compactacao (Figura 2B). O capim-piata apresentou em media 8,77 g vaso-1 de MSF. Ambas as forrageiras foram prejudicadas com o efeito da compactacao do solo, do ponto de vista de qualidade da forragem, pois no capim-piata ocorreu aumento da MSC e, no capim-mombaca, reducao da MSF.

A relacao folha/colmo e uma variavel de grande importancia para a nutricao mineral e para o manejo das plantas forrageiras. Alta relacao folha/colmo representa forragem de elevado teor de proteina, digestibilidade e consumo, capaz de atender as exigencias nutricionais dos ruminantes, garantindo maior ganho de peso ou producao de leite pelos animais (Wilson, 1982). No presente trabalho foi possivel observar que a relacao folha/ colmo do capim-piata esteve inalterada aos niveis de compactacao do solo, diferente do observado para o capimmombaca, do qual o modelo quadratico descreveu o comportamento dessa forrageira diante da limitacao fisica do solo (Figura 2C). O capim-piata obteve, em media, relacao folha/ colmo de 0,99. A densidade de 1,2 Mg m-3 proporcionou a maior relacao folha/colmo do capim-mombaca, densidade esta recomendada para o bom desenvolvimento da maioria das culturas (Kiehl, 1979), inclusive a Brachiaria brizantha cv. Marandu (Silva et al., 2006).

[FIGURA 2 OMITIR]

No que se refere a MSPA, nao ocorreu respostas significativas para o capim-piata, apresentando media de 17,17 g [vaso.sup.-1] de MSPA. O capim-mombaca teve o comportamento descrito por um modelo linear (Figura 3), reduzindo a MSPA sempre que a densidade do solo aumentou. Santos et al. (2008b), estudando respostas de forrageira a compactacao do solo, nao verificaram diferenca entre a MSPA de Brachiaria brizantha entre as densidades de 1,0 a 1,6 Mg [m.sup.-3]. Foloni et al. (2006), concluiram que a MSPA das forrageiras mucuna preta e do labe labe apresentou reducao de producao em funcao do aumento da compactacao do solo com ajuste a modelo linear de regressao. Por outro lado, Silva et al. (2006), observaram o comportamento quadratico da Brachiaria brizantha cv. Marandu em resposta aos niveis de compactacao, e a densidade que proporcionou maior crescimento da parte aerea foi de 1,2 Mg [m.sup.-3]. Ao contrario, Goncalves et al. (2006), ao tentarem identificar especies que rompessem camadas compactadas, perceberam que o milheto ADR 500 e o capim pe de galinha, tiveram a mesma producao de MSPA, independente dos niveis de compactacao do solo, resultados semelhante aos de Rodrigues et al. (2009), ao observarem efeito da compactacao na producao da parte aerea do milho. Tubeileh et al. (2003), ressaltaram que a cultura do milho sob compactacao nao apresentou restricao de crescimento nos estadios iniciais mas ocorreu reducao na producao da parte aerea, a partir dos 42 dias apos o plantio.

[FIGURA 3 OMITIR]

A MSR do capim-mombaca e o capim-piata nao tiveram resposta quanto aos niveis de compactacao. O capim-mombaca teve MSR maior que o capim-piata, o que e justificado pelas diferencas morfologicas e estruturais entre essas forrageiras. No metabolismo de ambas as forrageiras o sistema radicular funcionou como dreno demonstrando que, provavelmente, as plantas direcionaram os fotoassimilados para esta regiao, permitindo o mesmo desenvolvimento radicular sob diferentes niveis de compactacao, fato que nao ocorreu com a parte aerea. Rosolem et al. (2002), nao observaram efeito da compactacao do solo na MSR do milheto (Penissetum americanum) e sorgo (Sorghum bicolor), corroborando com os resultados por Foloni et al. (2003), com a cultura do milho.

Rodrigues et al. (2008), afirmam haver variacao na relacao fonte/dreno, na qual a planta direciona a energia da producao de MSPA para a formacao de seu sistema radicular. Por outro lado, outros resultados foram alcancados por Guimaraes & Moreira (2001), que observaram, quarenta dias apos a emergencia, que a MSR do arroz se reduziu com o aumento da densidade do solo, o que demonstra sensibilidade desta graminea ao processo de compactacao do solo. A relacao MSPA/MSR nao sofreu efeito dos niveis de compactacao, corroborando com os resultados de Guimaraes & Moreira (2001) e Rosolem et al. (1995), indicando comportamento semelhante sobre as MSPA e MSR.

Ao avaliar todas as variaveis, percebe-se que o capimmombaca se mostrou mais tolerante que o capim-piata, aos niveis de compactacao, tendo em vista que este respondeu apenas em MSC e o capim-piata demonstrou sensibilidade por meio das variaveis NP, MSF, MSF/MSC e MSPA.

CONCLUSOES

1. Os niveis de compactacao do solo nao influenciaram a producao do capim-piata nos dois crescimentos da graminea;

2. O capim-mombaca apresentou reducao na producao nos niveis de compactacao do solo, no segundo crescimento.

LITERATURA CITADA

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Emerson A. Bonelli (1), Edna M. Bonfim-Silva (2), Carlos E. A. Cabral (1), Jader J. Campos (1), Walcylene L. M. P. Scaramuzza (3) & Analy C. Polizel (2)

(1) Mestrando FAMEV/UFMT, Avenida Fernando Correa s/n, Coxipo CEP 78060-900, Cuiaba, MT. Fone: (65) 361 5-8675. Email: eabonelli@yahoo.com.br; carlos.eduardocabral@hotmail.com; jaderjcampos@gmail.com

(2) ICAT/UFMT. Rodovia Rondonopolis-Guiratinga, KM 06 (MT-270), Sagrada Familia, CEP 78735-910, Rondonopolis, MT. Fone: (66) 3410-4098 Fax: (66) 3410-4090. Email: embonfim@hotmail.com;analypolizel@hotmail.com

(3) Departamento de Solos e Engenharia Rural/UFMT. Email: wlmperei@pop.com.br
Tabela 1. Atributos morfologicos e produtivos do capim-mombaca
e capim-piata, durante o primeiro periodo de avaliacao

       Variaveis           Capim-mombaca    Capim-piata

NP (perf [vaso.sup.-1])       17,50 a         13,00 b
MSF (g [vaso.sup.-1])         13,96 a          4,54 b
MSC (g [vaso.sup.-1])          4,46 a          2,23 b
MSF/MSC (g [g.sup.-1])         3,14 a          2,04 b
MSPA (g [vaso.sup.-1])        18,42 a          6,77 b

NP--Numero de perfilhos; MSF--massa seca das folhas; MSC--massa
seca do colmo; MSF/MSC --relacao folha/colmo; MSPA--massa seca da
parte aerea. Medias seguidas de mesma letra na linha nao diferem
estatisticamente pelo teste de Tukey a 5%90
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Title Annotation:Texto en Portuguese
Author:Bonelli, Emerson A.; Bonfim-Silva, Edna M.; Cabral, Carlos E.A.; Campos, Jader J.; Scaramuzza, Walcy
Publication:Revista Brasileira de Engenharia Agricola e Ambiental
Date:Mar 1, 2011
Words:4128
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