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Cold storage of 'Laetitia' plums treated with 1-MCP and induced to loss of fresh mass/Armazenamento refrigerado de ameixas 'Laetitia' com uso de 1-MCP e inducao de perda de massa fresca.

INTRODUCAO

A ameixa 'Laetitia', por possuir um rapido amadurecimento, apresenta curta vida pos-colheita e rapida perda de qualidade, limitando a receita do produtor devido ao baixo valor obtido no periodo de safra. Contudo, a reducao de perdas e o prolongamento do periodo de oferta podem ser obtidos por meio da otimizacao das condicoes de armazenamento refrigerado, possibilitando ao produtor comercializar o produto durante a entressafra e obter uma melhor remuneracao pela sua producao.

A utilizacao do armazenamento refrigerado consiste em uma excelente alternativa para retardar o amadurecimento e prolongar a vida pos-colheita de ameixas. A reducao da temperatura constitui o principal fator que influencia a manutencao da qualidade dos frutos durante o armazenamento (STEFFENS et al., 2007). Segundo BRACKMANN et al. (2001), o armazenamento refrigerado e um dos principais metodos utilizados para conservacao de ameixas. Porem, no Brasil, nao ha conhecimento da temperatura ideal para o armazenamento da ameixa 'Laetitia'.

Outras tecnicas podem ser utilizadas para complementar o efeito da refrigeracao na manutencao da qualidade dos frutos, como a utilizacao do 1-metilciclopropeno (1-MCP) (WATKINS, 2006) e a inducao de perda de massa fresca (IPMF) (BRACKMANN et al., 2007). Varios trabalhos tem demonstrado o efeito do 1-MCP sobre o retardo no amadurecimento de nutos (DONG et al., 2002; ARGENTA et al., 2003; VALERO et al., 2004; CANDAN et al., 2006; MANGANARIS et al., 2008).

O processo de transpiracao durante o armazenamento dos frutos e a causa principal da perda de massa fresca. A perda de massa por transpiracao nao implica somente a perda de massa comercializavel, mas tambem a perda de qualidade do produto (BRACKMANN et al., 2007). Nao ha trabalhos de pesquisa que tentam elucidar a IPMF como alternativa para manter a qualidade da conservacao pos-colheita em ameixa. A utilizacao da IPMF apresentou efeito positivo no controle do amadurecimento de macas 'Gala', alem de reduzir a incidencia de podridoes e de disturbios fisiologicos (BRACKMANN et al., 2007). Sendo assim, o armazenamento refrigerado de ameixas 'Laetitia' em uma temperatura adequada, associado ao uso do 1-MCP ou da IPMF, pode aumentar o periodo de conservacao dos frutos.

O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da temperatura de armazenamento e do uso de 1-MCP e da IPMF sobre a conservacao da qualidade de ameixas 'Laetitia'.

MATERIAL E METODOS

Ameixas 'Laetitia' for am colhidas em pomar comercial, localizado no municipio de Lages, Santa Catarina (SC), e transportadas para o Laboratorio do Nucleo de Pesquisa e Pos-Colheita - NPP, da Universidade Federal de Santa Maria, localizado no municipio de Santa Maria, Rio Grande do Sul (RS). No laboratorio, os frutos foram selecionados, sendo eliminandos aqueles com lesoes, defeitos, ferimentos ou dano mecanico. Posteriormente, procedeu-se a homogeneizacao das unidades experimentais.

O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com cinco repeticoes por tratamento, sendo a unidade experimental composta por 30 frutos. Os tratamentos utilizados foram armazenados a: -0,5[degrees]C; 0,5[degrees]C; 0,5[degrees]C em combinacao com a inducao de perda de massa fresca; e 0,5 [degrees]C, apos tratamento com 1-MCP (1,0[micro]L [L.sup.-1]).

Os frutos de todos os tratamentos foram armazenados em minicamaras experimentais, com capacidade de 180L. A IPMF foi provocada de forma constante, atraves da absorcao da umidade do ar da minicamara. Esse procedimento foi efetuado com uma bomba de membrana que permitia circular o ar do interior da minicamara para dentro de um recipiente contendo silica gel, conforme metodologia descrita por BRACKMANN et al. (2007). Diariamente, a bomba foi ligada para absorver 5,7g de agua da minicamara, atingindo, ao final do armazenamento, 171g de agua absorvida, representando 1,5% de perda de massa fresca das amostras.

Para o tratamento com 1-MCP, foi utilizado o produto SmartFresh[R] (0,14% de 1-MCP na formulacao po), na relacao de 0,16g de produto m-3 de camara, para obter 1,0[micro]L [L.sup.-1] de 1-MCP. O produto foi colocado em frasco hermetico e solubilizado em agua, na temperatura ambiente. Posteriormente, o frasco foi introduzido na minicamara, e a solucao foi transferida para uma placa de Petri, por meio da abertura lateral, e vedada imediatamente. Os frutos ficaram expostos ao tratamento durante 24 horas, antes do armazenamento a 0,5[degrees]C.

Apos 30 dias de armazenamento, os frutos foram transportados para o Laboratorio de Pesquisa em Fisiologia e Tecnologia de Pos-Colheita, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em Lages, SC, onde foram feitas as analises de qualidade, na saida da camara e apos quatro dias de exposicao dos frutos em condicao ambiente (23[degrees]C/60% de UR). As variaveis analisadas foram: taxa respiratoria e taxa de producao de etileno, firmeza de polpa, teor de solidos soluveis (SS), acidez titulavel (AT), indice de cor vermelha (ICV), incidencia e indice de degenerescencia da polpa, incidencia de podridoes e atributos de textura.

As taxas respiratoria e de producao de etileno foram quantificadas, colocando-se 15 frutos de cada amostra em um recipiente com o volume de 2,3L, com fechamento hermetico. A taxa respiratoria foi obtida pela diferenca da concentracao de C[O.sub.2] no interior do recipiente, imediatamente apos o seu fechamento e depois de uma hora do acondicionamento dos frutos. Aliquotas de gas (1000[micro]L) foram retiradas dos recipientes por meio de um septo e injetadas em um cromatografo a gas Varian[R], modelo CP-3800, equipado com uma coluna Porapak N[R] de 3m de comprimento (80-100 mesh), metanador e detector de ionizacao de chama. As temperaturas da coluna, do detector, do metanador e do injetor foram de 45[degrees]C, 120[degrees]C, 300[degrees]C e 110[degrees]C, respectivamente. Os fluxos de nitrogenio, hidrogenio e ar sintetico foram de 70, 30 e 300mL min-1, respectivamente. Os valores da atividade respiratoria e da taxa de producao de etileno foram expressos em nmol de C[O.sup.2] [kg.sup.-1] [s.sup.-1] e pmol de [C.sup.2][H.sup.4] [kg.sup.-1] [s.sup.-1], respectivamente.

O indice de cor vermelha foi determinado avaliando-se a superficie dos frutos recoberta com coloracao vermelha, sendo atribuidas notas de 1 a 4 (1, 2, 3 e 4 para o fruto com, respectivamente, 0-25%, 26-50%, 51-75% e 76-100% da superficie pigmentada de vermelho). O indice foi calculado pelo somatorio dos produtos do numero de frutos pela respectiva nota e pelo respectivo nivel, dividido pelo total de frutos da amostra.

A firmeza de polpa foi determinada em dois pontos na regiao equatorial dos frutos, em lados opostos, apos remocao de uma pequena porcao da epiderme, com o auxilio de um penetrometro equipado com ponteira de 8mm de diametro.

Os atributos de textura foram analisados com um texturometro eletronico TAXT-plus[R] (Stable Micro Systems Ltd., Reino Unido), em termos de forca necessaria para o rompimento da epiderme e de forca para a penetracao na polpa e para a compressao do fruto inteiro. Para a quantificacao da forca necessaria para o rompimento da epiderme e para a penetracao na polpa, foi utilizada ponteira modelo PS2, com 2mm de diametro, a qual foi introduzida na polpa a uma profundidade de 5mm, com velocidades pre-teste, teste e pos-teste de 30, 5 e 30mm s-1, respectivamente. A resistencia do fruto a compressao foi determinada usando-se uma plataforma plana, modelo P/75, com 75mm de diametro, que exerceu uma forca de compressao ate uma deformacao de 5mm na superficie do fruto.

Os valores de acidez titulavel (AT; meq 100[mL.sup.-1]) foram obtidos em amostra de 10mL de suco, de fatias transversais, retiradas da regiao equatorial dos frutos submetidas a extracao em uma centrifuga. A amostra obtida foi diluida em 90mL de agua destilada e titulada com solucao de NaOH 0,1N ate pH 8,1. Os teores de SS ([degrees]Brix) foram determinados por refratometria, utilizando-se o suco extraido conforme descrito para a AT, sendo realizada a correcao do efeito da temperatura para 20[degrees]C.

A incidencia de degenerescencia da polpa (%) foi avaliada por meio de corte transversal na regiao equatorial do fruto, sendo contabilizados os frutos que apresentaram escurecimento da polpa. O indice de degenerescencia da polpa foi avaliado por meio de notas (1-3) atribuidas aos frutos, sendo 1 ausencia de degenerescencia, 2 com ate 50% da polpa afetada e 3 acima de 50% da polpa afetada.

Antes da aplicacao dos tratamentos, duas amostras de 15 frutos foram analisadas para determinar as caracteristicas da qualidade inicial das ameixas, as quais apresentaram firmeza de polpa de 42,0N, teor de SS de 9,3[degrees]Brix e AT de 31,2meq 100[mL.sup.-1].

Os dados foram submetidos a analise da variancia (ANOVA), sendo os dados em porcentagem transformados pela formula arc.sen [square root of x/100 antes de serem submetidos a ANOVA. As medias de tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade de erro.

RESULTADOS E DISCUSSAO

As taxas respiratoria e de producao de etileno nao diferiram entre tratamentos na saida da camara, porem, apos quatro dias de exposicao a condicao ambiente, os frutos armazenados na temperatura de 0,5[degrees]C e tratados com 1-MCP apresentaram as menores taxas respiratoria e de producao de etileno (Tabela 1).

Estudos realizados com ameixas demonstraram que o 1-MCP reduz consideravelmente a atividade respiratoria e a producao de etileno (DONG et al., 2002; ARGENTA et al., 2003), resultados confirmados no presente trabalho. A menor taxa de producao de etileno em frutos tratados com 1-MCP deve-se ao seu efeito em reduzir a atividade das enzimas sintase ACC e oxidase ACC, que sao consideradas os pontos de controle da biossintese de etileno (WATKINS, 2006). Com relacao ao efeito da IPMF, em macas 'Gala', BRACKMANN et al. (2007) obtiveram menores valores de taxas respiratoria e de producao de etileno, porem este resultado nao foi obtido na ameixa 'Laetitia' no presente trabalho.

Os frutos armazenados a 0,5[degrees]C, em combinacao com IPMF ou 1-MCP, na saida da camara, apresentaram maior firmeza de polpa (Tabela 2). A maior firmeza de polpa observada na saida da camara, no tratamento com inducao de perda de massa fresca, tambem foi observado em macas 'Gala' (BRACKMANN et al., 2007). Porem, apos os quatro dias em condicao ambiente, apenas os frutos armazenados a 0,5[degrees]C e tratados com 1-MCP apresentaram maior firmeza de polpa (Tabela 2). A resposta da firmeza de polpa ao 1-MCP esta diretamente relacionada ao seu efeito sobre a reducao na acao de etileno, pois o etileno e necessario para a promocao na atividade de enzimas responsaveis pelo amolecimento dos frutos (JOHNSTON et al., 2001; MAJUMDER & MAZUMDAR, 2002). Ameixas tratadas com 1-MCP apresentaram menor taxa de producao de etileno (Tabela 1), resultando assim em maior firmeza de polpa. O efeito do 1-MCP sobre o retardo na perda da firmeza de polpa em ameixas tambem foi reportado por outros autores (DONG et al., 2001; ARGENTA et al., 2003; KHAN & SING, 2005; CANDAN et al., 2006; MANGANARIS et al., 2008).

Os teores de solidos soluveis nao foram influenciados pelos tratamentos, tanto na saida camara, como apos quatro dias de exposicao dos frutos em temperatura ambiente (Tabela 2). BRACKMANN et al. (2001) tambem nao encontraram diferencas nos teores de SS em ameixas 'Pluma 7' e 'Reubennnel' armazenadas em diferentes temperaturas. Em macas 'Gala', os teores de SS apresentaram-se maiores nos frutos armazenados com IPMF (BRACKMANN et al., 2007), entretanto, este mesmo efeito nao foi observado no presente trabalho. Com relacao ao 1-MCP, outros trabalhos relatam que o 1-MCP nao influencia os teores de SS em ameixas 'Laetitia' (ARGENTA et al., 2003), 'Fortune', 'Angeleno', 'President' (MENNITI et al., 2004) e 'Blackamber' (CANDAN et al., 2006).

A acidez titulavel nao apresentou diferenca estatistica entre tratamentos na saida da camara (Tabela 2). Porem, na avaliacao realizada apos quatro dias em temperatura ambiente, os valores de AT foram maiores nos frutos armazenados a 0,5[degrees]C, apos tratamento com 1-MCP (Tabela 2). ARGENTA et al. (2003) tambem observaram maior AT em ameixas 'Laetitia'tratadas com 1-MCP. Esse efeito do 1-MCP sobre a manutencao da AT dos frutos pode estar relacionado ao menor consumo dos acidos no ciclo dos acidos tricarboxilicos, pela reducao na atividade respiratoria (Tabela 1).

O indice de cor vermelha na saida da camara foi menor nos frutos armazenados -0,5[degrees]C e a 0,5[degrees]C apos tratamento com 1-MCP, em relacao aos frutos armazenados a 0,5[degrees]C e sem previa aplicacao de 1-MCP (Tabela 2). O efeito da baixa temperatura e do 1-MCP sobre o indice de cor vermelha deve-se provavelmente a menor degradacao da clorofila e sintese de carotenoides e antocianinas. A mudanca na cor durante o amadurecimento de ameixas e um processo dependente de etileno (ARGENTA et al., 2003), o que explica o menor valor de indice de coloracao vermelha em frutos tratados com 1-MCP. Porem, apos quatro dias de exposicao dos frutos em temperatura ambiente, mesmo com valores de etileno bastante reduzidos, observou-se uma rapida evolucao da coloracao vermelha em todos os tratamentos, nao sendo possivel observar diferencas entre tratamentos (Tabela 2). Pode ser um indicativo de que o etileno nao esta diretamente e proporcionalmente relacionado com a mudanca de coloracao. DONG et al. (2002) concluiu que o etileno nao e necessario para o desenvolvimento da cor vermelha, por meio de experimentos com frutos de damasco e ameixas.

Nao houve diferenca entre tratamentos quanto a incidencia e ao indice de degenerescencia da polpa, na analise realizada na saida da camara (Tabela 2). Contudo, apos quatro dias de exposicao dos frutos em condicao ambiente, os maiores valores de incidencia e indice de degenerescencia da polpa foram observados nos frutos armazenados a 0,5[degrees]C (Tabela 2). Isso demonstra que a temperatura de -0,5[degrees]C foi mais adequada para o armazenamento refrigerado de ameixas 'Laetitia' durante 30 dias e que, na temperatura de 0,5[degrees]C, a aplicacao de 1-MCP e a inducao de perda de massa fresca contribuem para a reducao desse disturbio fisiologico. BRACKMANN et al. (2007) observaram menor ocorrencia de degenerescencia da polpa em macas 'Gala' com a IPMF, concordando com os resultados obtidos no presente trabalho. O efeito do 1MCP na reducao da incidencia de degenerescencia da polpa em ameixas 'Laetitia' tambem foi observado por ARGENTA et al. (2003).

Observou-se que a temperatura 0,5[degrees]C, com aplicacao do 1-MCP, proporcionou frutos com maiores valores para os atributos de forca para ruptura da epiderme e penetracao da polpa, tanto na saida da camara, quanto apos quatro dias em temperatura ambiente. Para o atributo resistencia do fruto a compressao, na saida da camara, nao houve diferencas entre as temperaturas de -0,5[degrees]C e 0,5[degrees]C com aplicacao do 1-MCP. Porem, apos quatro dias em temperatura ambiente, o maior valor foi em ameixas armazenadas a 0,5[degrees]C com aplicacao do 1-MCP (Tabela 3). O 1-MCP inibe a inducao do amadurecimento do fruto, mantendo uma maior consistencia da polpa (ARGENTA et al., 2003; VALERO et al., 2003; CANDAN et al., 2006; MANGANARIS et al., 2008).

CONCLUSOES

A melhor temperatura para o armazenamento refrigerado de ameixas 'Laetitia' por 30 dias e de -0,5[degrees]C. Em ameixas 'Laetitia' armazenadas a 0,5[degrees]C, o uso do 1MCP e da inducao de perda de massa fresca contribui para retardar o amadurecimento e reduz a degenerescencia, e o efeito do 1-MCP sobre a manutencao da firmeza se mantem apos exposicao dos frutos em temperatura ambiente.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a Coordenacao de Aperfeicoamento de Pessoal de Nivel Superior (CAPES), e a Fundacao de Amparo a Pesquisa e Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico de Santa Catarina (FAPESC), pelo apoio financeiro a este projeto.

REFERENCIAS

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Erlani de Oliveira Alves (I) Cristiano Andre Steffens (I) * Cassandro Vidal Talamini do Amarante (I) Anderson Weber (II) Aquidauana Miqueloto (I) Auri Brackmann (II)

(I) Departamento de Agronomia, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Av. Luiz de Camoes, 2090, Bairro Conta Dinheiro, 88520-000, Lages, SC, Brasil. E-mail: steffens@cav.udesc.br. * Autor para correspondencia.

(II) Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Recebido para publicacao 27.02.09 Aprovado em 29.09.09
Tabela 1--Taxas respiratorias e de producao de etileno em ameixa
'Laetitia' apos 30 dias de armazenamento sob refrigeracao e mais
quatro dias em condicao ambiente (20 [+ or -] 2 [degrees]C/60
[+ or -] 5%).  Lages, 2008.

                           Taxa respiratoria (nmol
                           C[O.sub.2] [kg.sup.-1]
                                 [s.sup.-1])

                                         Quatro
                                         dias em
                          Saida da      condicao
Tratamento                 camara       ambiente

-0,5[degrees]C             232,4a        236,1a
0,5[degrees]C              330,4a        269,2a
0,5[degrees]C + IPMF *      99,5a        262,6a
0,5[degrees]C + 1-MCP      234,8a        153,9b
CV (%)                      16,70         4,27

                             Taxa de producao de
                         etileno (pmol [kg.sup.-1]
                              [s.sup.-1])

                                         Quatro
                                         dias em
                          Saida da      condicao
Tratamento                 camara       ambiente

-0,5[degrees]C              11,1a        333,6a
0,5[degrees]C               59,7a        178,9a
0,5[degrees]C + IPMF *      67,8a        266,9a
0,5[degrees]C + 1-MCP       2,40a         11,2b
CV (%)                      57,60         14,70

Medias nas colunas nao seguidas pela mesma letra diferem
pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade de erro.

* Inducao de perda de massa fresca.

Tabela 2--Qualidade fisico-quimica em ameixa 'Laetitia' apos
30 dias de armazenamento sob refrigeracao e mais quatro dias
em condicao ambiente (20 [+ or -] 2 [degrees]C-60 [+ or -]
5%). Lages, 2008.

                                Solidos        Acidez
                   Firmeza     soluveis      titulavel
Tratamentos           de       ([degrees]     (meq 100
                   polpa (N)     Brix)      [mL.sup.-1])

Saida da camara

-0,5[degrees]C       40,7b       9,10a         23,1a
0,5[degrees]C        27,0c       9,33a         22,3a
0,5[degrees]C +
  IPMF *             47,8a       9,10a         20,6a
0,5[degrees]C +
  1-MCP             42,7ab       9,00a         25,3a
CV (%)               7,18         3,14          6,30

Quatro dias em condicao ambiente

-0,5[degrees]C       9,69c       8,25a         17,2b
0,5[degrees]C        9,39c       8,40a         18,9b
0,5[degrees]C +
  IPMF *             15,3b       8,35a         19,0b
0,5[degrees]C +
  1-MCP              23,2a       8,40a         22,7a
CV (%)               9,60         6,90          5,20

                            Degenerescencia da polpa

Tratamentos        ICV **   Incidencia     Indice
                   (1-4)        (%)       (1-3) ***

Saida da camara

-0,5[degrees]C     3,10bc      1,65a        1,05a
0,5[degrees]C      3,67a       1,65a        1,05a
0,5[degrees]C +
  IPMF *           3,37ab      0,82a        1,01a
0,5[degrees]C +
  1-MCP            2,76c       1,65a        1,03a
CV (%)              5,96       76,00        5,11

Quatro dias em condicao ambiente

-0,5[degrees]C     4,00a       1,65b        1,03b
0,5[degrees]C      3,95a       4,15a        1,15a
0,5[degrees]C +
  IPMF *           3,93a       0,82b        1,00b
0,5[degrees]C +
  1-MCP            3,98a       1,65b        1,02b
CV (%)              1,30       45,00        4,68

Medias nas colunas nao seguidas pela mesma letra diferem
pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade de erro.

* Inducao por perda de massa fresca.

** Indice de cor da vermelha: 1=0-25%; 2=26-50%; 3=51-75%;
4=acima de 75% da superficie recoberta com cor vermelha.

*** Indice de degenerescencia da polpa: 1=ausencia; 2= ate
50% da polpa afetada; 3=acima de 50% da polpa afetada.

Tabela 3--Atributos de textura em ameixa 'Laetitia' apos 30 dias
de armazenamento sob refrigeracao e mais quatro dias em condicao
ambiente (20 [+ or -] 2 [degrees]C/60 [+ or -] 5% de UR).
Lages, 2008.

                        Forca para   Forca para   Resistencia
                        ruptura da   penetracao   do fruto a
                         epiderme     da polpa    compressao
Tratamentos                (N)          (N)          (N)

                                  Saida da camara

-0,5[degrees]C            8,64b        1,91b        83,5a
0,5[degrees]C             6,61c        1,22c        48,6b
0,5[degrees]C + IPMF *    6,51c        1,36c        52,4b
0,5[degrees]C + 1-MCP     10,3a        2,44a        80,9a
CV (%)                     8,24        14,41        12,57

                          Apos quatro dias em condicao ambiente

-0,5[degrees]C            4,96b        0,62b        35,8b
0,5[degrees]C             5,20b        0,80b        29,0c
0,5[degrees]C + IPMF      4,72b        0,63b        34,4b
0,5[degrees]C + 1-MCP     8,23a        1,20a        52,4a
CV (%)                     6,79        16,37         4,10

Medias nas colunas nao seguidas pela mesma letra diferem
pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade de erro. *
Inducao de perda de massa fresca.
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Author:Alves, Erlani de Oliveira; Steffens, Cristiano Andre; do Amarante, Cassandro Vidal Talamini; Weber,
Publication:Ciencia Rural
Date:Jan 1, 2010
Words:4366
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