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Clustering of Amazon wood species based on physical and mechanical properties/Agrupamento de especies madeireiras da Amazonia com base em propriedades fisicas e mecanicas.

Introducao

A Amazonia e considerada a maior floresta tropical do planeta e de elevada importancia ecologica devido a sua alta diversidade de especies animais, vegetais e seus diversos ecossistemas. Possui uma vasta extensao de mais de 4 milhoes de quilometros quadrados, ocupando 49,29% do territorio brasileiro, segundo o IBGE (2004).

A floresta amazonica apresenta elevada importancia economica, sendo uma grande fonte de renda na regiao Norte, tanto pelo extrativismo, como pela colheita de madeiras. No estado do Para, a renda obtida pela venda de madeiras no ano de 2015 foi de aproximadamente 369 milhoes de reais (PARA, 2015).

Nos estados da Amazonia, a colheita e o processamento industrial de madeira estao entre as principais atividades economicas, ao lado da mineracao industrial e da agropecuaria (LENTINI; VERISSIMO; PEREIRA, 2011).

A alta comercializacao de madeiras, apesar das vantagens economicas, pode suprimir as especies mais comercializadas devido a falta de diversificacao da colheita e taxas de crescimento nao compativeis com a intensidade colhida. A elevada procura por madeiras consolidadas no mercado pode levar a superexploracao, resultando em uma brusca queda na abundancia ou ate a extincao de especies. De acordo com Adeodato et al. (2011), pesquisas sobre tecnologia da madeira e manejo florestal devem apresentar novos resultados para diversificar as opcoes de madeira e evitar o exagero no uso de determinadas especies que sao raras na natureza. O uso de madeireiras menos nobres reduz o perigo de extincao das especies que sao atualmente mais procuradas na Floresta Amazonica, alem de favorecer o manejo florestal, pois com o aumento do numero de especies potenciais, e possivel aumentar a producao por unidade de area e adotar mais opcoes de especies para a colheita.

A fim de diminuir a pressao sobre as essencias florestais mais comerciais e importante que ocorra a diversificacao das especies madeireiras e inclusive a substituicao por outras com caracteristicas tecnologicas semelhantes. Para promover essa substituicao e importante que haja estudos sobre a estrutura da floresta e saber o comportamento das especies em relacao a distribuicao diametrica. Tambem sao necessarios estudos sobre as caracteristicas tecnologicas das madeiras que se pretende comercializar. A juncao dessas informacoes e fundamental para facilitar a escolha de novas especies madeireiras. E necessario tambem a comparacao dessas informacoes, principalmente das caracteristicas tecnologicas das madeiras a fim de agrupa-las formando grupos de especies comerciais, onde especies que compoe o mesmo grupo podem ser utilizadas para o mesmo fim.

O objetivo do trabalho foi agrupar as especies da floresta Amazonia atraves das propriedades fisico-mecanicas das madeiras e realizar uma analise discriminante com a finalidade de substituir especies madeireiras comerciais consolidadas por outras menos comercializadas, com caracteristicas semelhantes.

Material e Metodos

As caracteristicas fisicas e mecanicas das madeiras utilizadas no agrupamento foram obtidas a partir das seguintes publicacoes: Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (1981), Lopes et al. (1983), Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (1988), IBAMA (1997), Laboratorio de Produtos Florestais (2016) e Reis (2017). As 54 especies utilizadas para o agrupamento (Tabela 1) ocorrem naturalmente na Floresta Nacional do Tapajos--PA, municipio de Tucuma--PA, Estacao experimental de Curua-uma--PA, Belem--PA, regiao do Jurua Solimoes--AM, Floresta Nacional de Caxiuana--PA, municipio de Buriticupu--MA e Floresta Nacional do Jamari--RO.

As caracteristicas tecnologicas utilizadas para a analise de agrupamento por especie foram: densidade basica, contracao (tangencial, radial e volumetrica), flexao estatica, compressao paralela e perpendicular as fibras, dureza de Janka paralela e transversal, tracao perpendicular as fibras, fendilhamento e cisalhamento.

Para este trabalho foi utilizado a tecnica de analise multivariada de conglomerado (Cluster analysis) com o proposito de agrupar as especies, utilizando as suas caracteristicas tecnologicas. Foi elaborado uma matriz X de dados dessas caracteristicas tecnologicas, em que cada variavel xij representou a i-esima caracteristica tecnologica classificada na j-esima especie. Nessa analise, as especies foram classificadas de acordo com as caracteristicas tecnologicas que cada uma tem de similar em relacao a outras especies pertencentes a determinado grupo. O grupo resultante dessa classificacao deve exibir um alto grau de homogeneidade interna (within-cluster) e alta heterogeneidade externa (between-cluster).

A matriz X foi utilizada como input nas analises de agrupamento e discriminante. Foi utilizada a distancia euclidiana simples e o metodo de Ward, com o emprego da equacao (1):

[d.sub.ij] = [square root of ([[summation].sup.p.sub.h=1] [([x.sub.hi] - [x.sub.hj]).sup.2])]

Em que: = distancia euclidiana estimada entre as especies i e j; = caracteristica tecnologica da especie i, = caracteristica tecnologica da especie j; h = 1, 2, ..., p.

Para a definicao dos grupos de especies, foi tracada uma linha de corte ou linha "fenon", que e uma linha paralela ao eixo horizontal do dendrograma obtido da analise de agrupamento (SOUZA; SOUZA, 2006). A linha de "fenon" tracada para a separacao dos grupos foi feita de forma arbitraria.

Foi utilizada uma analise discriminante para avaliar o agrupamento e obter uma funcao matematica denominada de regra de discriminacao, utilizada para classificar novos elementos amostrais nos grupos ja existentes. Na analise discriminante, a comparacao do elemento amostral em relacao aos grupos candidatos e, em geral, realizada atraves da construcao de uma regra matematica de discriminacao fundamentada na teoria das probabilidades (MINGOTI, 2005). Para cada novo elemento amostral, a regra de discriminacao permitira ao manejador definir qual e a populacao de especies comerciais mais provaveis de ter gerado seus valores numericos nas caracteristicas tecnologicas da madeira avaliada.

A equacao ou funcao linear discriminante assemelha-se a uma equacao de regressao multipla, sendo composta pelas variaveis independentes que representam as caracteristicas tecnologicas da madeira do elemento, que foram ponderadas pelo nivel de sua importancia ou impacto que causam no resultado ou variavel dependente (MINGOTI, 2005; MARIO, 2014). Representada pela equacao (2):

z = [[beta].sub.0] + [[beta].sub.1][X.sub.1] + [[beta].sub.2][X.sub.2] + ... [[beta].sub.n][X.sub.n]

Em que: Z = e a variavel dependente categorica, que indica uma pontuacao ou escore discriminante; = e o intercepto da funcao quando Xi = 0; = e o coeficiente discriminante ou a capacidade que cada variavel independente tem em discriminar (o peso de cada uma na funcao); Xn = sao os valores das variaveis independentes. A regra de classificacao foi a funcao discriminante linear de Fisher.

Para testar a capacidade preditiva da discriminacao, os dados foram divididos em treinamento e teste com o objetivo de analisar o poder de discriminacao da equacao em dados independentes. O treinamento foi realizado com 38 especies (70%) e o teste com 16 especies (30%). Foi realizada a analise de matriz de classificacao, a estatistica de Wilks' Lambda (U), a correlacao canonica e o teste F (ANOVA). Foi utilizado o software Statistica 13 (STATSOFT, 2016) para as analises estatisticas de agrupamento e discriminante.

Resultados e Discussao

No dendrograma obtido pela analise de agrupamento, utilizando a distancia euclidiana simples e o metodo de Ward, quando realizado um corte ou linha "fenon" na distancia Euclidiana de 20%, as especies madeireiras foram separadas em tres grupos distintos (Figura 1).

O grupo I foi composto pelas especies: Apuleia leiocarpa, Astronium lecointei, Couratari stellata, Dinizia excelsa, Dipteryx odorata, Endopleura uchi, Enterolobium schomburgkii, Goupia glabra, Hymenaea courbaril, Manilkara huberi, Tabebuia serratifolia, Terminalia amazonica, Aspidosperma desmanthum, Pouteria pachycarpa, Pouteria sp., Euxylophora paraensis, Laetia procera, Buchenavia capitata, Buchenavia huberi, Helicostylis pedunculata, Laetia sp, totalizando 21 especies. O grupo II apresentou as especies: Alexa grandiflora, Bagassa guianensis, Carapa guianensis, Caryocar villosum, Cordia bicolor, Glycydendron amazonicum, Mezilaurus itauba, Pseudopiptadenia suaveolens, Schefflera morototoni, Tachigali chrysophylla, Virola michellii, Hymenolobium sp., Allantoma lineata, Brosimum parinarioides, Protium heptaphyllum, Copaifera duckei, Mezilaurus lindaviana, Tachigali mymercophila, totalizando 18 especies e o grupo III foi constituido pelas especies: Bixa arborea, Couratari guianensis, Couratari oblongifolia, Erisma uncinatum, Jacaranda copaia, Parkia multijuga, Simarouba amara, Parahancornia amapa, Parkia oppositifolia, Parkia pendula, Enterolobium maximum, Cordia goeldiana, Cordia sagotti, Vochysia maxima, Ceiba pentandra, totalizando 15 especies.

No grupo I, as especies Couratari stellata e Helicostylis pedunculata apresentaram caracteristicas tecnologicas que permitem a sua comercializacao, de acordo com os resultados da analise de agrupamento, pertencem ao mesmo grupo das especies mais comerciais da regiao amazonica como Tabebuia serratifolia, Manilkara huberi e Hymenaea courbaril, conhecidas principalmente pela boa qualidade da sua madeira e por possuirem alto valor comercial, como e o caso do ipe (Tabebuia serratifolia), considerada a especie mais comercializada principalmente para o mercado internacional (PARA, 2015).

O grupo II foi composto por 18 especies, incluindo as especies Carapa guianensis e Virola michellii, que sao especies comerciais da regiao e de uso consolidado. Neste grupo a especie Tachigali chrysophylla, pouco comercializada na regiao, apresentou caracteristicas fisicas e mecanicas da madeira semelhantes as de especies comerciais consolidadas (PARA, 2015). O grupo III foi constituido principalmente por especies de rapido crescimento na floresta como Ceiba pentandra, Parkia multijuga e Bixa arborea.

A funcao discriminante 1 apresentou o coeficiente de correlacao canonica de 0,96 e Wilks'Lambda igual a 0,0496, ja a funcao 2 apresentou o coeficiente de correlacao canonica 0,65 e Wilks'Lambda igual a 0,5792 (Tabela 2). A correlacao canonica e utilizada para explicar a importancia da funcao. Quando o valor dessa correlacao e elevado ao quadrado, esta, se torna uma medida do poder explicativo da funcao, ou seja, a funcao 1 explica 91,44% da classificacao, ja a funcao 2 explica apenas 42,08%. O teste Wilks'Lambda (Tabela 2) varia de 0 a 1 e permite que sejam avaliadas as diferencas de medias entre os grupos, em relacao a cada variavel. Quanto menor o valor de Lambda, maior sera a diferenca entre as medias dos grupos, demonstrando que a funcao tem alta capacidade de discriminar os elementos entre os grupos.

O teste Wilks'Lambda (Tabela 2) pode ser utilizado para verificar quais variaveis foram determinantes para a separacao dos grupos, ou seja, quanto menor o valor de Lambda, maior a importancia da variavel para a separacao dos grupos. A variavel com menor valor de Wilks'Lambda foi a densidade basica (0,759053), seguida do cisalhamento (0,802960) e da compressao paralela as fibras (0,825594). Na analise de variancia (ANOVA), a unica variavel significativa a 95% de probabilidade foi a densidade basica (Tabela 2).

O percentual de acerto do treinamento para os tres grupos que foram discriminados foi de 100% (Tabela 3), ja o percentual do teste variou entre os grupos. Para o grupo I, o percentual de acerto do teste foi de 100%, para o grupo II foi de 83,3% e par a o grupo III foi de 75%.

Reis, A. R. S.; Torres, C. M. M. 343 Alem destes coeficientes, foram calculados os coeficientes das funcoes de classificacao (Tabela 4). Esses coeficientes sao importantes para classificar novas especies nos grupos I, II ou III. Para incluir uma especie em um desses grupos e necessario multiplicar o valor de cada propriedade fisico-mecanica por seu respectivo coeficiente e somar todos os valores. A especie pertencera ao grupo com o maior valor das funcoes dentre as funcoes de classificacao.

As especies que se destacaram neste estudo foram: Helicostylis pedunculata, Couratari stellata do grupo I e Tachigali chrysophylla, presente no grupo II, por apresentarem caracteristicas tecnologicas semelhantes as das especies mais comercializadas da regiao amazonica (PARA, 2015). Essas especies apresentam distribuicao diametrica continua e decrescente (REIS, 2017), esse comportamento demonstra que as especies podem ser manejadas, pois possuem capacidade de suportar os impactos da colheita florestal e recuperar o estoque removido. Ha numeros de individuos suficientes por classe de diametrica para compensar os efeitos da mortalidade natural e suprir arvores para cortes seletivos (SOUZA; SOARES, 2013). Helicostylis pedunculata, Couratari stellata, Tachigali chrysophylla sao potenciais para comercializacao, pois possuem elevada densidade e distribuicao diametrica que favorece a recomposicao florestal (REIS, 2017). Essas especies podem substituir as especies de maior valor comercial, com isso, diversificando o numero de essencias florestais colhidas, auxiliando na sustentabilidade da colheita florestal.

De acordo com a analise discriminante, a densidade basica, o cisalhamento e compressao paralela as fibras foram as variaveis determinantes para a separacao dos grupos. Segundo Burger e Richter (1991), a densidade basica e a caracteristica tecnologica mais importante da madeira, pois outras propriedades dependem estreitamente dessa caracteristica. A resistencia ao cisalhamento da madeira e a resistencia a compressao no sentido das fibras tem grande relacao com a densidade da madeira, sendo assim, com o aumento da densidade, maior a resistencia da madeira ao cisalhamento e compressao paralela as fibras.

Diversos estudos ressaltam a alta correlacao da resistencia mecanica (propriedades mecanicas) com a densidade da madeira como descrito por Armstrong, Skaar e Zeeuw (1984), Uetimane Junior e Ali (2011), Abruzzi et al. (2012) e Protasio et al. (2012). Segundo Moraes Neto et al. (2009) quanto maior a densidade basica da madeira, maiores serao os parametros de resistencia (modulo de ruptura a flexao estatica, e as resistencias a compressoes paralela e perpendicular as fibras e cisalhamento).

A inclusao de uma nova especie em um desses grupos e realizada de forma direta, apenas multiplicando o valor de cada propriedade fisico-mecanica ao seu respectivo coeficiente. A finalidade de realizar uma analise discriminante e identificar as variaveis que discriminam os grupos e elaborar previsoes a respeito de novas observacoes, identificando assim, o grupo mais adequado ao qual ela devera pertencer, em funcao de suas caracteristicas (FAVERO et al., 2009).

Conclusao

A analise de Cluster, pelo metodo de Ward e distancia euclidiana simples, e eficiente para o agrupamento das especies amazonicas. As especies madeireiras estudadas foram separadas em tres grupos distintos. Com destaque para as especies Helicostylis pedunculata e Couratari stellata do grupo I e Tachigali chrysophylla pertencente ao grupo II. Estas especies apresentaram caracteristicas tecnologicas semelhantes as das principais especies comerciais da Amazonia, e possuem condicoes favoraveis para a colheita, podendo ser substitutas das especies comerciais consolidadas. A densidade basica, o cisalhamento e a compressao paralela as fibras foram as propriedades fisico-mecanicas que apresentaram melhor relacao para discriminar os grupos.

DOI: https://doi.org/10.5902/1980509828114

Referencias

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Submissao: 12/07/2017 Aprovacao: 26/03/2017 Publicacao: 29/03/2019

Pamella Carolline Marques dos Reis Reis (I), Leonardo Pequeno Reis (II), Agostinho Lopes de Souza (III), Ana Marcia Macedo Ladeira Carvalho (III), Lucas Mazzei (IV), Alisson Rodrigo Souza Reis (V), Carlos Moreira Miquelino Eleto Torres (III)

(I) Engenheira Florestal, Professora Adjunto, Universidade Federal Rural da Amazonia, Campus Capitao Poco, Travessa Pau Amarelo, s/n, Bairro Vila Nova, CEP 68650-000, Capitao Poco (PA), Brasil. pamellaca@gmail.com (ORCID: 0000-0002-9032-7319)

(II) Engenheiro Florestal, Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal, Instituto de Desenvolvimento Sustentavel Mamiraua, Estrada do Bexiga, 2.584, Bairro Fonte Boa, CEP 69553-225, Tefe (AM), Brasil. leonardo.reis@mamiraua.org.br (ORCID: 0000-0002-5829-1598)

(III) Engenheiro (a) Florestal, Departamento de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Vicosa, Campus Vicosa, Avenida Peter Henry Rolfs, s/n, CEP 36570-900, Vicosa (MG), Brasil. alsouzaal@gmail.com (ORCID: 0000-0003-0205-2392 / ana.marcia@ufv.br (ORCID: 0000-0002-5883-8987) / carlos.eleto@yahoo.com.br (ORCID: 0000-0003-0255-2637)

(IV) Engenheiro Florestal, Pesquisador da Embrapa Amazonia Oriental, Tv. Doutor Eneas Pinheiro, Bairro Marco, CEP 66095-903, Belem (PA), Brasil. lucas.mazzei@embrapa.br (ORCID: 0000-0002-1757-9472)

(V) Engenheiro Florestal, Professor Adjunto, Faculdade de Engenharia Florestal, Universidade Federal do Para, Campus Altamira, Rua Coronel Jose Porfirio, 2515, Bairro Sao Sebastiao, CEP 68372-040, Altamira (PA), Brasil. arsreis@gmail.com (ORCID: 0000-0001-7182-4814)

Caption: Figura 1--Dendrograma do agrupamento das especies, a partir das caracteristicas tecnologicas da madeira.

Figure 1--Dendrogram of the grouping of the species, based on the wood technological characteristics.
Tabela 1--Lista de especies florestais da Amazonia estudadas.

Table 1- List of Amazonian forest species studied.

Familia           Nome vulgar             Nome cientifico

Fabaceae          Melancieira         Alexa grandiflora Ducke
Fabaceae             Garapa          Apuleia leiocarpa (Vogel)
                                            J.F. Macbr.
Anacardiaceae     Muiracatiara       Astronium lecointei Ducke
Moraceae            Tatajuba          Bagassa guianensis Aubl.
Bixaceae         Urucu-da-mata           Bixa arborea Huber
Meliaceae           Andiroba          Carapa guianensis Aubl.
Caryocaraceae        Pequia          Caryocar villosum (Aubl.)
                                               Pers.
Boraginaceae     Freijo-branco         Cordia bicolor A. DC.
Lecythidaceae        Tauari          Couratari guianensis Aubl.
Lecythidaceae    Tauari-branco       Couratari stellata A.C.Sm.
Fabaceae          Agelim-pedra         Dinizia excelsa Ducke
Fabaceae             Cumaru           Dipteryx odorata (Aubl.)
                                               Willd.
Humiriaceae           Uchi            Endopleura uchi (Huber)
                                              Cuatrec.
Fabaceae           Fava-rosca        Enterolobium schomburgkii
                                          (Benth.) Benth.
Vochysiaceae      Quarubarana          Erisma uncinatum Warm.
Euphorbiaceae    Mirindiba-doce       Glycydendron amazonicum
                                               Ducke
Goupiaceae          Cupiuba             Goupia glabra Aubl.
Fabaceae             Jatoba            Hymenaea courbaril L.
Bignoniaceae        Parapara          Jacaranda copaia (Aubl.)
                                               D.Don
Sapotaceae        Macaranduba       Manilkara huberi (Ducke) A.
                                               Chev.
Lauraceae            Itauba          Mezilaurus itauba (Meisn.)
                                            Taub. ex Mez
Fabaceae          Fava-tucupi         Parkia multijuga Benth.
Fabaceae           Timborana        Pseudopiptadenia suaveolens
                                        (Miq.) J. W. Grimes
Araliaceae          Morototo       Schefflera morototoni (Aubl.)
                                     Maguire, Steyerm. & Frodin
Simaroubaceae        Marupa            Simarouba amara Aubl.
Bignoniaceae          Ipe           Tabebuia serratifolia (Vahl)
                                            G. Nicholson
Fabaceae         Tachi-vermelho        Tachigali chrysophylla
                                    (Poepp.) Zarucchi & Herend.
Combretaceae        Cuiarana            Terminalia amazonica
                                         (J.F.Gmel) Exell.
Myristicaceae        Virola           Virola michellii Heckel
Apocynaceae          Amapa-             Parahancornia amapa
                    amargoso               (Huber) Ducke
Fabaceae        Angelim-da-mata           Hymenolobium sp.
Apocynaceae        Araracanga         Aspidosperma desmanthum
                                        Benth. ex Mull. Arg.
Fabaceae            Faveira         Parkia oppositifolia Spruce
                                             ex Benth.
Sapotaceae          Goiabao           Pouteria pachycarpa T.D.
                                               Penn.
Sapotaceae            Jara                  Pouteria sp.
Rutaceae          Pau-amarelo       Euxylophora paraensis Huber
Salicaceae         Pau-jacare                Laetia sp.
Lecythidaceae         Seru           Allantoma lineata (Mart. &
                                           O. Berg) Miers
Combretaceae       Taninbuca         Buchenavia capitata (Vahl)
                                              Eichler
Moraceae           Amapa-doce          Brosimum parinarioides
                                               Ducke
Burseraceae           Breu          Protium heptaphyllum (Aubl.)
                                              Marchand
Fabaceae            Copaiba            Copaifera duckei Dwyer
Combretaceae        Cuiarana          Buchenavia huberi Ducke
Fabaceae          Fava-bolota         Parkia pendula (Willd.)
                                          Benth. ex Walp.
Fabaceae        Faveira-tamboril        Enterolobium maximum
                                               Ducke
Boraginaceae         Freijo            Cordia goeldiana Huber
Boraginaceae         Freijo         Cordia sagotti I.M. Johnst.
Lauraceae            Itauba            Mezilaurus lindaviana
                                           Schwacke & Mez
Salicaceae         Pau-jacare         Laetia procera (Poepp.)
                                              Eichler
Vochysiaceae        Quaruba-           Vochysia maxima Ducke
                   verdadeira
Malvaceae           Sumauma         Ceiba pentandra (L.) Gaertn.
Fabaceae          Tachi-preto          Tachigali mymercophila
                                           (Ducke) Ducke
Lecythidaceae        Tauari         Couratari oblongifolia Ducke
                                             & R. Knuth
Moraceae          Muiratinga-         Helicostylis pedunculata
                  folha-peluda                Benoist.

Familia         Codigo                  Referencias

Fabaceae          E1      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae          E2     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Anacardiaceae     E3     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Moraceae          E4     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Bixaceae          E5      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Meliaceae         E6      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Caryocaraceae     E7     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Boraginaceae      E8      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Lecythidaceae     E9      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Lecythidaceae    E10      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E11     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Fabaceae         E12      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1988)
Humiriaceae      E13     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Fabaceae         E14      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1988)
Vochysiaceae     E15     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Euphorbiaceae    E16      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1988)
Goupiaceae       E17     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Fabaceae         E18                Lopes et al. (1983)
Bignoniaceae     E19      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Sapotaceae       E20     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Lauraceae        E21     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Fabaceae         E22      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E23     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Araliaceae       E24     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Simaroubaceae    E25                    IBAMA (1997)
Bignoniaceae     E26     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Fabaceae         E27     Laboratorio de Produtos Florestais (2016)
Combretaceae     E28      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Myristicaceae    E29      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Apocynaceae      E30                    IBAMA (1997)
Fabaceae         E31                    IBAMA (1997)
Apocynaceae      E32                    IBAMA (1997)
Fabaceae         E33                    IBAMA (1997)
Sapotaceae       E34                    IBAMA (1997)
Sapotaceae       E35                    IBAMA (1997)
Rutaceae         E36                    IBAMA (1997)
Salicaceae       E37                    IBAMA (1997)
Lecythidaceae    E38                    IBAMA (1997)
Combretaceae     E39                    IBAMA (1997)
Moraceae         E40      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Burseraceae      E41      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E42      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Combretaceae     E43      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E44      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E45      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Boraginaceae     E46      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Boraginaceae     E47      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Lauraceae        E48      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Salicaceae       E49      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Vochysiaceae     E50      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Malvaceae        E51      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Fabaceae         E52      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Lecythidaceae    E53      Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
                                      Florestal (1981)
Moraceae         E54                    Reis (2017)

Tabela 2--Funcao discriminante, teste Wilks'Lambda e analise de
variancia (ANOVA). FE-flexao estatica; MR-maxima resistencia;
EP-esforco no limite proporcional.

Table 2--Discriminant function, Wilks'Lambda test and analysis of
variance (ANOVA). FE-static bending; MR-maximum strength; EP-effort
in the proportional limit.

Variaveis                            Unidades         Funcao 1

Intercepto                              --           -14,916160
Densidade basica                   g/[cm.sup.3]      16,969901
Contracao tangencial                    %            -0,227443
Contracao radial                        %             0,250082
Contracao volumetrica                   %             0,643873
FE (modulo de ruptura)            kgf/[cm.sup.2]      0,006869
FE (modulo de elasticidade)     1000kgf/[cm.sup.2]   -0,047013
Compressao paralela as           (kgf/[cm.sup.2])    -0,008167
fibras--MR
Compressao perpendicular         (kgf/[cm.sup.2])    -0,006378
as fibras--EP
Dureza Janka paralela                  Kgf            0,002069
Dureza Janka transversal               Kgf           -0,004913
Tracao (perpendicular as         (kgf/[cm.sup.2])     0,014497
fibras)--MR
Fendilhamento--MR                (kgf/[cm.sup.2])    -0,084314
Cisalhamento--MR                 (kgf/[cm.sup.2])     0,058420
Wilks'Lambda                            --             0,0496
Correlacao canonica                     --             0,9563
[(Correlacao canonica).sup.2]           --             0,9144

Variaveis                       Funcao 2    Teste Wilks      F

Intercepto                      5,525566     0,673039     5,586685
Densidade basica                -8,267818    0,759053     3,650448
Contracao tangencial            -1,083790    0,937347     0,768669
Contracao radial                -0,287920    0,982891     0,200183
Contracao volumetrica           0,462242     0,926450     0,912978
FE (modulo de ruptura)          -0,005843    0,907041     1,178586
FE (modulo de elasticidade)     0,097682     0,874791     1,645992
Compressao paralela as          -0,019625    0,825594     2,429371
fibras--MR
Compressao perpendicular        0,039967     0,913204     1,093025
as fibras--EP
Dureza Janka paralela           0,003667     0,931489     0,845829
Dureza Janka transversal        0,008171     0,889453     1,429296
Tracao (perpendicular as        0,000389     0,993964     0,069835
fibras)--MR
Fendilhamento--MR               0,055693     0,931804     0,841651
Cisalhamento--MR                -0,045959    0,802960     2,822010
Wilks'Lambda                     0,5792         --           --
Correlacao canonica              0,6487         --           --
[(Correlacao canonica).sup.2]    0,4208         --           --

Variaveis                       p-valor

Intercepto                      0,010531
Densidade basica                0,041989
Contracao tangencial            0,475176
Contracao radial                0,819992
Contracao volumetrica           0,415385
FE (modulo de ruptura)          0,325620
FE (modulo de elasticidade)     0,214734
Compressao paralela as          0,110360
fibras--MR
Compressao perpendicular        0,351989
as fibras--EP
Dureza Janka paralela           0,442122
Dureza Janka transversal        0,259965
Tracao (perpendicular as        0,932745
fibras)--MR
Fendilhamento--MR               0,443846
Cisalhamento--MR                0,080164
Wilks'Lambda                       --
Correlacao canonica                --
[(Correlacao canonica).sup.2]      --

Tabela 3--Percentual de acerto da analise discriminante em relacao
ao treinamento e teste dos dados.

Table 3--Percentage of accuracy of discriminant analysis in relation
to training and data test.

                Treinamento

                     Classificacao
         Percentual
Grupos   de acerto   I    II   III

I           100      15   0     0
II          100      0    12    0
III         100      0    0    11
Total       100      15   12   11

                  Teste

                     Classificacao
         Percentual
Grupos   de acerto   I    II   III

I          100,0     6    0     0
II         83,3      1    5     0
III        75,0      0    1     3
Total      87,5      7    6     3

Tabela 4--Coeficientes das funcoes para classificacao dos grupos.

Table 4--Coefficients of functions for group classification.

                                                           Funcoes de
                                                          classificacao

Variaveis                                 Unidades              I

Intercepto                                   --            -264,624045
Densidade basica                        g.[cm.sup.3]       404,289581
Contracao tangencial                          %            -10,298237
Contracao radial                              %             8,260934
Contracao volumetrica                         %             16,371477
FE (modulo de ruptura)                 kgf/[cm.sup.2]       0,083112
FE (modulo de elasticidade)          1000kgf/[cm.sup.2]     -1,072718
Compressao paralela as fibras        (kgf/[cm.sup.2]) MR    0,007466
Compressao perpendicular as fibras   (kgf/[cm.sup.2]) EP    -0,349926
Dureza Janka paralela                        kgf            0,102640
Dureza Janka transversal                     kgf            -0,325985
Tracao (perpendicular as fibras)     (kgf/[cm.sup.2]) MR    -0,665984
Fendilhamento                        (kgf/[cm.sup.2]) MR    2,102357
Cisalhamento                         (kgf/[cm.sup.2]) MR    1,558377

                                        Funcoes de classificacao

Variaveis                                II            III

Intercepto                           -218,498719   -154,307331
Densidade basica                     360,535369    273,629882
Contracao tangencial                  -7,637034     -8,610078
Contracao radial                      7,904581      6,326663
Contracao volumetrica                 13,363700     11,454920
FE (modulo de ruptura)                0,069738      0,030096
FE (modulo de elasticidade)           -1,081375     -0,706795
Compressao paralela as fibras         0,069518      0,069102
Compressao perpendicular as fibras    -0,397499     -0,298874
Dureza Janka paralela                 0,089186      0,086954
Dureza Janka transversal              -0,323350     -0,287851
Tracao (perpendicular as fibras)      -0,716304     -0,777208
Fendilhamento                         2,294365      2,752306
Cisalhamento                          1,438139      1,107651
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Author:Reis, Pamella Carolline Marques dos Reis; Reis, Leonardo Pequeno; de Souza, Agostinho Lopes; Carvalh
Publication:Ciencia Florestal
Date:Jan 1, 2019
Words:4492
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